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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5146 | 31 de Agosto de 2021

JURÍDICO: Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul inicia sexta-feira, com painel sobre doença ocupacional

“Doença ocupacional Covid: decisões dos Tribunais” é o tema do painel que abre a programação do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, na sexta-feira (03/09), a partir das 9 horas, com a participação do ministro Alexandre Agra Belmonte e de Marco Antônio Villatore, que irão apresentar palestras e depois ficarão à disposição dos participantes para esclarecer as dúvidas.

Total - Ao todo serão realizados quatro painéis, em formato on-line. Os demais ocorrerão nos dias 10, 17 e 24 de setembro, sempre com duração de duas horas cada. O Sistema Ocepar é o anfitrião desta edição do Seminário.

Próximos painéis - No dia 10, o painel será sobre “LGPD e Compliance: responsabilidade e direito dos titulares”, com a participação de Evelyn Moreno Weck e Camilla Jimene. No dia 17, o tema “Medidas atípicas do processo de execução para recuperação de crédito, alienação fiduciária e decisão do STF” será discutido com a presença de Liliane Maria Busato Batista e Oksandro Gonçalves. O evento encerra no dia 24, com Cinthia Obladen de Almeida Freitas e Amanda Souto, no painel sobre “Gestão eletrônica de documentos e assembleias digitais”.

Público - O Seminário é destinado a advogados e assessores jurídicos de cooperativas e das Unidades Estaduais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Desde sua primeira edição, em 2017, é realizado em cooperação entre os Sistemas Ocepar, Ocesc e Ocergs e tem contado com a participação de representantes do Sistema OCB.

Inscrições - As inscrições estão abertas e podem ser efetivadas pelo link: https://bit.ly.3CCbPE5.

Rádio PR Cooperativo - Clique aqui e ouça o áudio sobre o tema produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo. Nele, o advogado do Sistema Ocepar, Marlon Daher, reforça o convite para que as cooperativas participem do evento.

 

juridico 31 08 2021

 

 

 

SEMANA INOVACOOP: OCB lançará curso sobre cooperativismo de plataforma

inovacoop 31 08 2021O cooperativismo de plataforma já é uma realidade fora do país e está começando a ganhar força aqui no Brasil. É por isso que o Sistema OCB está preparando o lançamento do curso sobre esse assunto, que ocorrerá no dia 14 de setembro, durante a Semana InovaCoop. O curso será ministrado pelo professor e diretor da Escoop, Mario de Conto e a ideia é preparar as cooperativas para atuarem com mais força e resultados nesse mundo dos aplicativos e plataformas.

Objetivo - Segundo o professor, o objetivo é apresentar a economia de plataforma, as profundas transformações que ela vem acarretando e propor – por meio do cooperativismo de plataforma – um modelo em que a propriedade e a gestão da plataforma é de seus usuários. “Faremos isso através da apresentação de conceitos e, também, de práticas mapeadas em diversos países. Queremos, ao final, apresentar ferramentas que auxiliem as coops já constituídas e grupos interessados a estabelecer plataformas estruturadas sob os princípios do cooperativismo”, explica Mário de Conto.

Inscrições - O curso que já está recebendo inscrições terá momentos de interação com professores e aulas gravadas, disponibilizadas na maior plataforma de desenvolvimento profissional do cooperativismo brasileiro: a Capacitacoop. Para garantir a vaga, o interessado deve se inscrever, clicando aqui.

Programa

Módulo 1: Capitalismo de Plataforma: Aborda as transformações do capitalismo, o surgimento da economia de plataforma e seus aspectos (criação de valor e efeitos de rede) e, também, como essa estratégia pode ser incorporada pelas coops. Apresenta, ainda, a tática das plataformas, provocando a reflexão a respeito das estratégias que podem ser adotadas. Utilizam-se exemplos de empresas brasileiras que utilizam a estratégia de plataformização.

Módulo 2: Cooperativismo de Plataforma: Contextualiza o cooperativismo de plataforma. Apresenta conceituação e classificações. Aborda a Legislação brasileira no que diz respeito às formas de financiamento, governança digital, escala e cooperativa multistakeholder.

Módulo 3: Cases de cooperativas de plataformas: Apresentação de cases de Cooperativas de Plataforma e sua contextualização segundo o Direito brasileiro, apontado desafios e oportunidades. Cases: Stocksy, Mensakas, Coopcycle, UpandGo e Fairbnb.

Módulo Extra: Geração de Modelo de Negócios: Aborda as possibilidades de elaboração de modelo de negócios considerando a natureza e os princípios das organizações cooperativas e as características dos negócios de plataforma. Apresenta a ferramenta de geração de modelo de negócios customizada para proposição de cooperativas de plataforma.

Sobre a Semana InovaCoop - Ela ocorre entre os dias 13 e 17 de setembro com conteúdos exclusivos que prometem agregar muito valor ao dia a dia das cooperativas do país. Além de palestras, workshops e apresentação de cases, o evento também contará com lançamentos de produtos e serviços. Para saber mais detalhes acesse o site da Semana InovaCoop: https://semanainova.coop.br. (OCB)

 

CAPACITAÇÃO: Sistema Unimed forma 327 profissionais em DRG

capacitacao 31 09 2021Atuar para promover uma governança centrada no paciente, por meio da mudança do modelo assistencial e remuneratório dos serviços de saúde, é um compromisso da Unimed do Brasil. A conclusão de uma etapa fundamental dessa jornada foi celebrada com a formatura de 327 profissionais do Sistema Unimed, em evento online na quarta-feira (25/08).

Programa - Os alunos capacitados representam 75 cooperativas e integram o Programa de Formação em DRG (Grupos de Diagnósticos Relacionados), resultado do convênio firmado entre a Unimed do Brasil e a unidade nacional do Sescoop, em parceria com a Faculdade Unimed. Os formandos iniciaram os estudos no primeiro semestre de 2020 e participaram dos cursos de Formação de Codificadores em Modelo DRG e de Capacitação em Modelo DRG, que têm duração de até 12 meses.

Primeiras turmas - Estas são as primeiras turmas formadas no projeto, promovido pela área de Serviços Próprios e que visa oferecer um atendimento cada vez melhor ao beneficiário e busca o crescimento sustentável do Sistema Unimed.

Mudança - “Celebramos a oportunidade de colocar em prática a mudança do modelo assistencial e de remuneração de hospitais e cooperados. Neste momento especial, fortalecemos o papel da Unimed pela excelência na prestação de serviços, valorizando o jeito de cuidar das pessoas, que é um dos grandes diferenciais da nossa marca”, destacou o diretor de Gestão de Saúde da Confederação, Marcos de Almeida Cunha.

Empenho e dedicação - Renato Nobile, superintendente executivo da unidade nacional do Sescoop, ressaltou o empenho e a dedicação dos profissionais: “De forma integrada, com atuação conjunta, o Programa de Formação em DRG valoriza aqueles que investiram na capacitação e o compromisso das cooperativas para o melhor atendimento em saúde”.

Atendimento de qualidade - Para o diretor Acadêmico da Faculdade Unimed, Fabio Gastal, a melhoria dos resultados assistenciais e no controle dos desperdícios, necessidades fundamentais para o setor de saúde suplementar, fortalecem o atendimento de qualidade ao paciente.

Mensuração - “O modelo DRG permite mensurar o desempenho de forma ampla, como ferramenta de avaliação da eficiência na prestação de serviços. O cooperativismo brasileiro, mais uma vez, dá uma contribuição relevante para o futuro do país e o Sistema Unimed honra esse legado, com a capacitação de profissionais como multiplicadores do processo de transformação.”

Solenidade - A solenidade contou ainda com manifestações da gerente de Regulação em Saúde da Unimed do Brasil, Carolina Araújo Novais; da enfermeira de Serviços Próprios e moderadora do evento, Maria Gomes; dos coordenadores dos cursos, Renato Couto e Tania Grillo; e dos alunos recém-formados Paula Soresini do Nascimento e João José Cruz de Paula, das Unimeds Curitiba (PR) e Petrópolis (RJ), representando seus colegas. Eles destacaram a importância da capacitação, da metodologia utilizada para a aplicação prática dos conteúdos e os ganhos para o Sistema, com foco na qualidade assistencial e na segurança do paciente.

Evolução na saúde - Ministradas por meio de ensino a distância e com preço acessível, as capacitações são voltadas para colaboradores graduados e que atuam nas áreas de Regulação em Saúde, Gestão da Rede Prestadora, Intercâmbio, Recursos e Serviços Próprios, Gestão Assistencial e outras relacionadas aos processos de implantação do DRG nas cooperativas.

Método - O método favorece a gestão da eficiência, bem como a eficácia da produção assistencial nos hospitais; categoriza e mede a complexidade, a criticidade e o nível da segurança assistencial de cada paciente internado. Também mensura e compara o desempenho assistencial e econômico de médicos, equipes, clínicas e hospitais, auxiliando a promoção de cooperativas operacionalmente sustentáveis.

Vagas - O Curso de Capacitação em Modelo DRG, com a última oferta de vagas, tem início em 13 de setembro e continua com inscrições abertas. Clique aqui para mais informações. (Sistema Unimed/OCB)

 

COOPAVEL: Autoridades prestigiam a abertura do Show Rural Coopavel de Inverno

coopavel 31 08 2021Autoridades estarão em Cascavel nesta quarta-feira, 1º de setembro, para, às 11h, prestigiar a abertura oficial do 2º Show Rural Coopavel de Inverno – em área no Km-577 da BR-277. O ato contará com a presença do secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, do presidente da Ocepar, José Roberto Ricken (foto), do prefeito Leonaldo Paranhos, e de presidentes de entidades do setor produtivo, além de produtores rurais, técnicos e convidados.

Lançamento - A solenidade também marcará o lançamento de dois programas de estímulo ao trigo, cultura sensação do evento que será realizado até sexta-feira, dia 3. São eles: Programa Cereais de Inverno e Segunda Safra, parceria do Governo do Paraná, Faep, Ocepar, Sindiavipar e IDR (Instituto de Desenvolvimento Rural), e Coopavel Mais Trigo, um plano próprio de incentivos da cooperativa e que será desenvolvido em municípios do Oeste e Sudoeste do Estado.

Estações - As visitas técnicas serão realizadas a partir das 8h. Grupos de agricultores vão percorrer 15 estações distribuídas pela área. O percurso deverá ser vencido em duas horas e meia. Os visitantes terão acesso ao melhor de 38 cultivares de inverno, 20 delas de trigo. “Algumas têm potencial de produtividade de mais de seis mil quilos por hectare, bem superior aos 3,4 mil quilos de média produzidos na Argentina”, diz o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Área - O Paraná dedica área de 1,2 milhão de hectares à cultura do trigo. Por sua vez, os cooperados da região de abrangência da Coopavel (23 municípios do Oeste e Sudoeste do Estado) destinam 130 mil hectares à produção do grão, ou seja: o trigo plantado no território de atuação da Coopavel corresponde a 11% de toda a área que o Paraná dedica a essa cultura.

Medidas sanitárias - Medidas sanitárias vão ser observadas durante todo o roteiro, desde a chegada das caravanas ao parque. Será feita aferição da temperatura corporal, disponibilização de álcool em gel em todas as estações e os visitantes deverão usar máscara em todo o percurso. “Com a criação das estações e divisão dos agricultores em grupos, evitamos aglomerações”, diz o coordenador geral Rogério Rizzardi.

Confirmação de presença - Cooperados da Coopavel que queiram conhecer as novidades podem confirmar presença ao evento informando a filial mais próxima de sua propriedade. Não associados devem agendar a visita ligando para o telefone (45) 3225-6885. Devido às obras de duplicação na BR-277, o acesso será pela lateral do parque do Show Rural - estrada rural que leva à Colônia São Francisco. São poucos metros até o estacionamento. Haverá placas indicativas por todo o caminho. (Imprensa Coopavel)

 

AGRÁRIA: Conselho de Administração participa de treinamento

agraria 31 08 2021Entre os dias 26 e 27 de agosto, o Conselho de Administração da Agrária reuniu-se na Akademie IREKS& Agrária, em Entre Rios, Distrito de Guarapuava, na região Centro-Sul do Paraná, para participar de um treinamento ministrado por José Luiz Munhós, do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). O curso teve duas grandes temáticas: práticas para o Conselho de Administração e teoria, que abordou pontos como gestão de recursos, finanças e estratégia.

Composição - De acordo com o Estatuto da Agrária, seu Conselho de Administração é formado pelos quatro membros da Diretoria Executiva e por outros cinco cooperados conselheiros, também eleitos para mandatos de três anos, durante a Assembleia Geral da cooperativa. A proposta do curso surgiu para que esse grupo esteja mais familiarizado às práticas por trás da sigla ESG (Environmental, Social e Governance), em tradução para o português Ambiental, Social e Governança. Esse conceito vem sendo cada vez mais utilizado no mundo corporativo e está se tornando fator decisivo para concretização de negócios.

Atuação - Para o diretor-presidente da Agrária, Jorge Karl, o treinamento também veio ao encontro do objetivo de preparar cada vez mais o Conselho de Administração para sua atuação dentro da cooperativa. “Falávamos há bastante tempo sobre esse curso, pois acreditamos que nosso Conselho precisa estar preparado para os desafios que aparecem tanto no modelo cooperativista como na própria gestão da Agrária. Além disso, momentos como esse contribuem para que os conselheiros tenham uma convivência e um alinhamento maiores”, afirma. (Imprensa Agrária)

 

SICREDI: Instituição financeira cooperativa vence prêmio de inovação no agronegócio

O Sicredi é vencedor do AgTech Garage Awards, premiação realizada por um dos maiores hubs de inovação da América Latina para o agrobusiness, o AgTech Garage. O case premiado envolve o desenvolvimento de uma ferramenta para gestão rural, construída em parcerias com a startup Elysios, na primeira edição do programa de potencialização de startups, o Intensive Connection.

Voto popular - A escolha se deu por meio do voto popular durante o AgTech Meeting, e o anúncio da conquista foi recebido com entusiasmo pelo Sicredi, como comenta Gustavo de Castro Freitas, Diretor Executivo de Crédito. “Trata-se de um reconhecimento à nossa estratégia de incentivar ações que levam tecnologias para o produtor rural, em especial aos médios e pequenos, por meio de ações potencializadas pelas nossas cooperativas e centrais. Entendemos que esse é o caminho para ajudarmos a tornar o setor mais forte, produtivo e próspero. Também é importante agradecer à Elysios, com quem desenvolvemos essas soluções que favorecem a agricultura familiar e com a qual dividimos essa conquista”, celebrou Gustavo.

Compromisso - Fazer uma ponte entre a inovação e o campo é um compromisso do Sicredi. E a história desse case começou em 2019, quando a instituição financeira cooperativa selecionou duas startups com base no desafio “Empoderamento do produtor rural com acesso a novas tecnologias”, para que apoiassem no desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicáveis no campo. A Elysios foi a startup escolhida e apoiou na construção de ferramentas como aplicativos e softwares que ajudam agricultores a modernizar seus processos.

Beneficiados - A ação já beneficiou mais de 500 produtores rurais, associados do Sicredi, em mais de 2.500 hectares de terra, por meio da implementação de um caderno de campo digital com a finalidade de armazenar dados de manejo que antes ficavam em blocos de papel e planilhas. Os pioneiros na utilização do sistema foram os agricultores da Cooperativa Sicredi Serrana, que adotaram a solução no cultivo de frutas, verduras e legumes.

Parceria - Atualmente, cerca de 10 cooperativas ligadas ao Sicredi estabeleceram parceria com a Elysios, buscando a implementação da ferramenta na otimização dos processos e que tem se mostrado eficaz na prática, com o aumento do acesso a mercados com a valorização dos produtos e a redução de custos graças à organização das planilhas.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 24 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Sobre o AgTech Garage- O AgTech Garage é um hub de inovação especializado no agronegócio. Criado em 2017, conta hoje com mais de 40 grandes empresas parceiras, líderes em seus segmentos e mais de 750 startups conectadas em sua comunidade virtual. Pioneiro em fomentar a prática da inovação aberta no agronegócio, suas iniciativas, práticas e ferramentas são responsáveis por impulsionar a competitividade de seus parceiros na construção de produtos e serviços inovadores para uma cadeia agroalimentar cada vez mais digital e sustentável. (Imprensa Sicredi)

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SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Cooperativa presta contas aos associados

Aconteceu, na última sexta-feira (27/08), a Prestação de Contas referente ao primeiro semestre de 2021 da Sicredi Planalto das Águas PR/SP. O encontro foi realizado de forma mista (on line e presencial). Os coordenadores de núcleo foram convidados a participarem de suas respectivas agências e o presidente e diretores, na sede administrativa, em Guarapuava (PR).

Pauta - A pauta, que foi ao encontro de um dos valores do cooperativismo, que é a eficácia e transparência na gestão, contou com a apresentação de indicadores de desempenho, com destaque para crescimento expressivo nos recursos totais administrados (depósitos a prazo + depósito à vista + poupança + fundos + capital social + previdência + reservas + LCA + sobras acumuladas - 44,2 %, comparando com o primeiro semestre de 2020); na carteira de crédito (crédito comercial + crédito rural + coobrigações (BRDE e BNDES) – 43,6% de crescimento, comparando com o primeiro semestre de 2020. No resultado acumulado, também se comparado com o primeiro semestre de 2020, crescimento de 60,6%.

Confiança - “O avanço nos números demonstra como a instituição financeira cooperativa está conquistando a confiança dos associados. Passamos a ser reconhecidos como a alternativa para uma vida financeira com um atendimento mais próximo, taxas mais justas e comprometida com o desenvolvimento das comunidades onde estamos presentes”, comenta o diretor executivo, Valmir Dzivielevski.

Sistema - O Sistema Sicredi, composto por 108 cooperativas, é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e desenvolve diversas iniciativas que vão ao encontro dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável). São 170 países alinhados com esses objetivos de forma voluntária. A Sicredi Planalto das Águas desenvolve ações que atendem aos ODS, entre eles ressaltamos a Semana do Meio, que teve como objetivo sensibilizar os associados e comunidades sobre os benefícios para o bolso e ao planeta, para marcar o Dia Internacional do Meio Ambiente, onde também foram levadas informações sobre a importância de investir em equipamentos que produzem energia limpa. A ação em parceria com fornecedores locais, aconteceu em todas as agências da região do Paraná e São Paulo.

Participação - Por meio da iniciativa do gerente da agência Sicredi de Entre Rios Lucas Pereira, pela primeira vez a cooperativa participou do Wycup (programa que reconhece lideranças jovens em âmbito global), com o case Live Cooperativa do Bem, onde cooperativas de Entre Rios se uniram para apoiar uma entidade beneficente.

Comércio local - Para valorizar e promover a comércio local, a cooperativa realizou a Semana do Comerciante, levando dicas para contribuir com o desenvolvimento dos comerciantes locais. Também incentivamos o acesso e consumo das informações do hotsite economialocalsicredi.com.br

A União Faz a Vida - Sendo a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, o programa A União Faz a Vida está em desenvolvimento em dois municípios e em processo de expansão na área de atuação da cooperativa, buscando contribuir com a educação das comunidades, por meio conceitos ligados a cooperação e cidadania.

Força da colaboração - “Cada vez mais as pessoas percebem a força da colaboração, da cooperação, da união das pessoas e essa é nossa essência há mais de 118 anos. Acreditamos que o relacionamento próximo, seja nas nossas agências, seja por meio dos canais, e as iniciativas sociais que desenvolvemos, como o Programa A União faz a vida, é o que nos diferencia e permite impactar positivamente as comunidades onde estamos presentes. Agradecemos a confiança dos nossos Associados e de todos os colaboradores que contribuem com o crescimento da cooperativa e possibilitam cumprir com o nosso propósito de construir uma sociedade mais próspera”, complementa o presidente da Sicredi Planalto das Águas PR/SP, Fabio Peterlini.

Vídeo - Para acompanhar as informações por meio de um vídeo, acesse: https://youtu.be/B-bKMqvDh8g Para maiores detalhes das demonstrações financeiras, acesse o site: https://www.sicredi.com.br/media/filer_public/2021/08/20/sicredi_planalto_das_aguas_pr_sp_062021.pdf. (Imprensa Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

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SICREDI ALIANÇA: Campanha Capital Social Premiado entrega prêmios do primeiro sorteio

Os ganhadores do primeiro sorteio da campanha Capital Social Premiado da Sicredi Aliança PR/SP já estão com seus prêmios. O sorteio, realizado no dia 11 de agosto pela Loteria Federal, teve como ganhadores: Nelson Toncix – São José Das Palmeiras/PR– 1 Iphone 12, Wallas Francisco Alves Serafim – Pitangueiras/SP – 1 bicicleta Oggi, Neivo Jose Dal Magro – Avenida Maripá/Mcr/PR – 1 Moto BMW e Aparecido Pinati – Mercedes/PR –1 HB20 Sense.

Sorteio final - A campanha está no ar desde o dia 3 de maio e segue até 15 de dezembro com o grande sorteio final onde serão sorteados: 2 iPhones 12, 2 bicicletas OGGI 7.0, 1 motocicleta BMW e uma Ford Ranger. Podem participar associados Pessoas Físicas e Jurídicas de todas as cidades de atuação da Sicredi Aliança PR/SP, tanto no Oeste do Paraná como no Norte de São Paulo.

Cupom eletrônico - A cada 100 reais integralizados dão direito a 1 cupom eletrônico limitado a 200 elementos sorteáveis para todos os sorteios remanescentes, durante todo o período da campanha. Confira mais no regulamento: https://www.sicredi.com.br/promocao/capitalsocialpremiado/download/regulamento.pdf.

Maior já realizada - O presidente do Conselho de Administração, Adolfo Rudolfo Freitag, ressalta que a campanha é a maior já realizada pela cooperativa. “O associado investe seu recurso na cooperativa e pode participar da promoção. Parabéns aos ganhadores do primeiro sorteio e desejamos sorte aos que estão participando e na torcida para o grande sorteio final que será no dia 15 de dezembro também pela Loteria Federal. Se você não está participando, basta procurar a sua agência Sicredi Aliança e investir em Capital Social. Participe”, disse. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

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APEX-BRASIL: Agência promoverá empresas brasileiras do agronegócio em 30 feiras internacionais em 2022

apex 31 08 2021A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE) estão organizando a participação de empresas brasileiras de alimentos, bebidas e agronegócio nas 30 maiores feiras internacionais do setor em 2022. A Agência disponibiliza aos empresários preparação e estrutura antes e durante o evento, estande, espaços de networking, recepcionistas, material promocional e tradutor. Desta forma, a Apex-Brasil espera contribuir para que as participantes alavanquem seus negócios no cenário internacional, por meio de parcerias e novos clientes. As inscrições já estão abertas.

Apoio - A Apex-Brasil apoia mais de 1,6 mil empresas de diversos segmentos do agronegócio brasileiro. Para o Gerente de Agronegócios da Apex-Brasil, Márcio Rodrigues, o agronegócio brasileiro tem capacidade de diversificar e ampliar suas exportações para o mundo, e as feiras internacionais abrem ainda mais possibilidades de promover produtos, especialmente os de maior valor agregado. "O agronegócio brasileiro tem capacidade crescente de exportar produtos para uma diversidade de mercados e as feiras são uma oportunidade para ampliar a quantidade de empresas exportadoras e de mercados alcançados pelo Brasil", declara.

Gulfood - A Gulfood, por exemplo, é a principal feira de alimentos e bebidas do Oriente Médio e contempla os segmentos de bebidas, lácteos, óleos, produtos free from, carne e frango, entre outros. Em 2021, a Apex-Brasil promoveu o Pavilhão Brasil e levou 50 empresas para o evento que resultou em US$ 33,2 milhões em negócios fechados. Já a Sial China, contempla o mercado asiático sendo o maior evento dos setores de Agronegócio, Bebidas e Alimentos. Neste ano, 10 empresas contaram com o apoio da Apex-Brasil para participarem do evento. Foram fechados mais de US$ 550 mil em negócios imediatos no evento e a estimativa é que esse valor possa superar US$ 2,3 milhões em negócios ao longo do ano.

Exportações - De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o agronegócio representou 45,3% das exportações totais brasileiras no primeiro semestre de 2021. Até junho, as exportações do setor somaram US$ 61,49 bilhões, o que representa um crescimento de 20,8% em relação ao exportado no mesmo período em 2020. A expectativa é que em 2022 esse valor aumente. (Assessoria de Imprensa da Apex-Brasil)

Mais informações:

Calendário das feiras: clique aqui

Regulamento: clique aqui

Inscrições: clique aqui

 

INFRAESTRUTURA I: Governo edita MP que institui o marco legal do transporte ferroviário

infraestrutura marco 31 08 2021O presidente Jair Bolsonaro editou nesta segunda-feira (30/08) uma medida provisória (MP) que institui o novo marco legal do transporte ferroviário. De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, o texto muda o atual regime jurídico do setor, permitindo que a construção de novas ferrovias seja feita por meio de uma autorização simplificada. No atual sistema, as ferrovias são consideradas de domínio público e só podem ser operadas por um parceiro privado em regimes de concessão ou permissão, via licitação, para construção e exploração de trechos.

Trechos sem operação - De acordo com a MP, também poderá ser autorizada a exploração de trechos sem operação, devolvidos, desativados ou ociosos. No caso de um interessado pretender construir uma ferrovia somente em áreas privadas obtidas sem a necessidade de desapropriação, o procedimento poderá ser ainda mais simplificado, bastando um registro do projeto na Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT).

Extensão - "Segundo dados do Ministério da Infraestrutura, a atual extensão da malha ferroviária nacional é semelhante àquela existente em 1922, cerca de 29 mil quilômetros. Descontados os trechos subutilizados, chega-se a uma extensão próxima aos níveis de 1910, cerca de 20 mil quilômetros, e a um volume transportado semelhante ao de meados da década de 1990. A modalidade de concessão, forma pela qual o serviço de transporte ferroviário é prestado atualmente, tem se revelado incapaz de promover todos os investimentos necessários ao desenvolvimento do setor", informou a pasta, em nota.

Operador Independente - Outra mudança trazida pela MP, segundo o governo, é a simplificação do procedimento para prestação do serviço de transporte ferroviário como Operador Ferroviário Independente. Após apresentação de documentação exigida pela ANTT, a autorização será expedida automaticamente. Nas ferrovias públicas, além do modelo atual de outorga por concessão, será permitida a outorga de forma mais simplificada, por permissão.

Migração - A medida ainda permite que as atuais concessionárias, caso prejudicadas pela entrada em operação de ferrovia autorizada ou caso se comprometam com a expansão do serviço, possam migrar para o novo regime jurídico de autorização. "Essa migração não prejudicará obrigações contidas nos atuais contratos quanto a investimentos e manutenção do transporte de passageiros", observou a Secretaria-Geral da Presidência.

Entidade autorregulatória - A pasta também informou que o novo marco legal possibilita que as administradoras ferroviárias se associem para criar entidade autorregulatória, responsável por estabelecer padrões técnico-operacionais sem atuação do Estado, "que se limitará a regular questões de segurança e situações pontuais".

Validade - A MP, que deve ser publicada na edição desta terça-feira (31/08) do Diário Oficial da União (DOU), tem validade imediata por até 120 dias. Após esse prazo, ela perde a validade, caso não tenha sido votada e aprovada pelo Congresso Nacional. Além dessa MP, um outro projeto de lei em tramitação no Senado, o PLS 261/2018, também cria um novo marco regulatório do transporte ferroviário, com regras similares às da MP, incluindo a adoção de licenças para exploração de projetos no setor. (Agência Brasil)

FOTO: Ministério da Infraestrutura

 

INFRAESTRUTURA II: Balanço da Portos do Paraná aponta aumento na participação ferroviária no transporte

infraestrutura I 31 08 2021Das 34,89 milhões de toneladas de cargas que chegaram ou saíram do Porto de Paranaguá, entre janeiro e julho deste ano, 6,72 milhões foram transportadas em vagões. O volume corresponde a 19,3% do total.

Participação maior - A participação do modal ferroviário no transporte dos produtos, nos sete meses deste ano, está 29,5% maior do que o mesmo período de 2020. No ano passado, das 33,3 milhões de toneladas importadas e exportadas, 14,9% (4,97 milhões de toneladas) foram transportadas em trens.

Movimentação mensal - “Considerando a movimentação mensal, o aumento observado é ainda maior. No último mês de julho, 20,8% da carga chegou ou saiu dos portos do Paraná em vagões”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Volume - Em volume, isso representa 1,2 milhão de toneladas, das quase 5,8 milhões movimentadas no último mês. Nos mesmos 31 dias, em 2020, 16,24% - ou seja, 831.580 toneladas, das 5,12 milhões de toneladas transportadas no mês – saíram ou chegaram a Paranaguá pela ferrovia.

Nos trilhos - Milho, soja, farelos, fertilizantes, derivados de petróleo, cargas em contêineres, trigo e açúcar são os produtos que chegaram ou saíram do Porto de Paranaguá em vagões, neste ano, de janeiro a julho. A soja e o açúcar, em maior volume.

Segmentos - Altas no volume movimentado pela ferrovia foram registradas em vários segmentos: no transporte da soja (quase 2,7 milhões de toneladas neste ano, em vagões; quase 2,6 milhões de toneladas em 2020); dos fertilizantes (169.707 toneladas neste ano; 63.610 toneladas em 2020); dos derivados de petróleo (neste ano foram 141.218 toneladas; em 2020 não teve volume em vagões); de cargas em contêineres (616.299 toneladas neste ano; sem registro desse transporte ferroviário em 2020); de trigo (9.527 toneladas neste ano; sem registro em 2020); e de açúcar (1,96 milhão de toneladas neste ano; 1,51 milhão em 2020).

Rodovia - “Quando aumenta a participação do modal ferroviário, consequentemente diminui o volume de carga transportada pela rodovia, motivado, principalmente, pelo valor do frete”, acrescenta Luiz Fernando Garcia.

Volume de cargas - Neste ano, em julho, 77,48% do volume total de cargas (4,48 milhões de toneladas) chegaram ou saíram em caminhões. No mês, no ano passado, essa participação do modo rodoviário era de 82,63% (4,23 milhões de toneladas).

Sete primeiros meses - Considerando a movimentação dos sete primeiros meses do ano, a participação do modal ferroviário no transporte da carga é de 78,6%, equivalente a 27,41 milhões de toneladas. Em 2020, de janeiro a julho, esse total era de 83,7% - 27,86 milhões de toneladas.

Oleoduto - Do total de 34,89 milhões de toneladas movimentado de janeiro a julho, neste ano, 2,2% chegou ou saiu do Porto de Paranaguá pelo duto. Trata-se das 758.117 toneladas de derivados de petróleo que são transportadas direto da ou para a refinaria pelo modal. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Cláudio Neves Portos Paraná

 

INFRAESTRUTURA III: Estado lança edital de conservação de 193 quilômetros de rodovias na região Oeste

O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) publicou edital para licitar serviços de conservação do pavimento de 193,27 quilômetros de rodovias da região Oeste. O orçamento estimado é de R$ 61.005.629,78, contemplando os municípios de Assis Chateaubriand, Boa Vista da Aparecida, Cafelândia, Capitão Leônidas Marques, Catanduvas, Iracema do Oeste, Jesuítas, Nova Aurora, Toledo e Três Barras do Paraná, com uma população total de cerca de 262 mil pessoas.

Assis Chateaubriand - “São 10 cidades atendidas neste novo edital, mas considerando a situação das pistas e o volume de tráfego, é inegável que a população de Assis Chateaubriand é a que mais aguardava por esta solução. São 40 quilômetros que vamos revitalizar entre Assis Chateaubriand e Toledo, e outros 18 quilômetros que serão atendidos de Assis até o Rio Piquiri, rota que leva para a PR-323”, afirma o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Priorizados - “E esses trechos estão priorizados por terem os maiores volumes de tráfego de veículos das rodovias nesse edital, e por precisarem de mais serviços para ficarem nas condições que os usuários exigem e merecem”, acrescenta.

Abertura de envelopes - No dia 1º de outubro às 14h serão abertos os envelopes com propostas de preços das participantes, no auditório do DER/PR em Curitiba, e com transmissão ao vivo pela internet. Empresas interessadas devem protocolar suas propostas e documentos de habilitação até a véspera, ou entregá-los no início da sessão de abertura.

Concorrência Pública - A licitação acontece na modalidade Concorrência Pública, em que será considerada vencedora a empresa que apresentar a proposta mais vantajosa e tiver sua documentação habilitada.

Vigência do contrato - A vigência do contrato para a realização dos serviços é de 730 dias (dois anos).

Melhorias - O edital prevê serviços de tapa buracos emergenciais, remendos superficiais e profundos, selagem de trinca, fresagem, reperfilagem, microrrevestimento asfáltico, desconfinamento lateral de bordo, drenagem longitudinal, drenagem transversal, sinalização horizontal e instalação de tachões refletivos bidirecionais. Eles são feitos de acordo com as necessidades de cada trecho, avaliadas mediante levantamento visual promovido pelo DER/PR.

Reparos de segurança - “De imediato, vamos realizar reparos de segurança em todos os trechos contemplados, solucionando as patologias no asfalto que são mais intrusivas ao condutor, como buracos, afundamentos e escorregamentos. Daí partimos para os serviços que aumentam a vida útil do pavimento e garantem mais conforto aos usuários, nos trechos priorizados do contrato”, explica o diretor-geral do DER/PR, Fernando Furiatti.

Condições - “Temos menos de 10% dessas rodovias em condições ruins e com esses serviços vamos reverter essa situação, deixando todo o pavimento em condições boas e muito boas”, afirma.

Frentes de trabalho - As frentes de trabalho devem começar a atuar na PR-486 entre Assis Chateaubriand e o Rio Piquiri, na PR-317 entre Toledo e Bragantina, na PR-484 em Capitão Leônidas Marques, e na PR-239 entre Assis Chateaubriand e Bragantina.

Inovação - Estas rodovias estavam contempladas em um dos programas de conservação do DER/PR, mas a descontinuidade dos serviços levou à rescisão contratual. O departamento optou por licitar um novo contrato de conservação do pavimento, utilizando levantamentos atualizados e soluções mais modernas, que estão sendo trabalhadas para futuros programas de conservação.

Novidade específica - Uma novidade específica desse contrato é a inclusão de melhorias nos acostamentos das rodovias. Visando diminuir o degrau entre a pista de rolamento e este espaço lateral, serão realizados os serviços de aplicação de pintura de ligação e reperfilagem com Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) com espessura de 2,50 centímetros em metade da extensão dos acostamentos existentes.

Projeto - Paralelamente a essa iniciativa de conservação do pavimento, está em andamento a elaboração do projeto executivo de restauração e ampliação da capacidade da PR-317 e PR-239 no trecho entre Toledo e Assis Chateaubriand, uma iniciativa do Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transportes do Paraná, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Subtrechos - A iniciativa está dividida em três subtrechos, sendo o primeiro a PR-239, entre Assis Chateaubriand e Bragantina. Além da ampliação da capacidade, que prevê soluções como acostamentos e terceiras faixas, também será avaliada a construção de um viaduto no entroncamento com a PR-486 e PR-364 em Assis, bem como a execução de vias marginais no perímetro urbano do município, um viaduto no entroncamento com a PR-581, acesso para Tupãssi, e vias marginais e retornos em Bragantina.

Segundo - O segundo subtrecho contempla a PR-317 entre Bragantina e Toledo, com previsão de executar um viaduto no entroncamento com a PR-182, em Toledo.

Terceiro - E o terceiro subtrecho trata da implantação do Contorno Oeste de Toledo, uma nova ligação entre a PR-317 e a BR-163, visando retirar o tráfego de longa distância das avenidas da cidade. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: DER

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PARANÁ TRIFÁSICO: Programa de redes elétricas na área rural avança na região de Campo Mourão

parana trifasico 31 08 2021O programa da Copel Paraná Trifásico, de construção de novas redes para fortalecer o sistema de distribuição de energia nas áreas rurais, está em andamento na região de Campo Mourão, no Centro-Oeste do Estado. Já há 243 quilômetros de redes trifásicas concluídas e outros 74 quilômetros projetados ou em execução.

Maiores trechos - Os maiores trechos já construídos ficam nos municípios de Araruna, Campina da Lagoa, Goioerê, Nova Cantu e Ubiratã. O programa também está presente em Campo Mourão, Juranda, Luiziana, Mamborê, Quarto Centenário e Tuneiras do Oeste. O município de Boa Esperança também deve receber as obras do Paraná Trifásico em breve.

Padrão reforçado - O gerente regional de obras da Copel, Fernando Luís Bergamasco, explica que as novas redes trifásicas são construídas com um padrão reforçado, com postes mais altos e fiação protegida.

Nova concepção - “É uma nova concepção de construção. São postes de 12 metros e uma fiação que traz mais confiabilidade para a rede”, detalha. “Neste primeiro momento, priorizamos os municípios em que tínhamos mais dificuldades de acesso à rede e menos opções de atendimento. Mas com o avanço do programa chegaremos à maioria dos municípios da região”.

Programa - Lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em 2019, o Paraná Trifásico prevê investimentos totais de R$ 2,1 bilhões em obras até 2025. Só para 2021 o montante previsto é de R$ 1,2 bilhão.

Espinha dorsal - Pelo programa, toda a espinha dorsal da rede de distribuição na área rural está sendo trifaseada, substituindo a tecnologia monofásica existente. Além de garantir energia de mais qualidade e com maior segurança, o programa proporciona o acesso do produtor rural à rede trifásica a um custo muito inferior ao que hoje é pago.

Redes construídas - Até agosto, já foram construídos 5 mil quilômetros de redes trifásicas em todos os cantos do Paraná, ou seja, 20% do total previsto. Com a iniciativa, a Copel melhora a qualidade no fornecimento de energia para o campo, renova seus ativos e contribui para o desenvolvimento do setor agrário paranaense, um dos mais competitivos do País.

Confiabilidade - Junto com o Paraná Trifásico outras iniciativas estão em andamento na região de Campo Mourão, com o objetivo de tornar a rede elétrica cada vez menos sujeita a interferências e desligamentos. Neste sentido, uma estação de chaves foi construída no município de Nova Tebas, a fim de aproximar a transformação de tensão da energia elétrica e as unidades consumidoras finais.

Automação - Outra frente importante de ações está nos investimentos em automação, como em equipamentos instalados recentemente em Farol e Luiziana. Na área urbana de Campo Mourão, também há obras em andamento para a instalação de um sistema de autorrecuperação que identifica a origem do desligamento e religa automaticamente os trechos não afetados diretamente, sem a necessidade de intervenção humana.

Domicílios beneficiados - “Estamos realizando a troca de cabos e a instalação de equipamentos automatizados em um circuito que beneficiará cerca de 5 mil domicílios. São equipamentos inteligentes, que diminuem a quantidade de domicílios afetados e a duração dos desligamentos”, relata Bergamasco. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Copel

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego recua para 14,1% no 2º tri, mas ainda atinge 14,4 milhões de pessoas

pnad continua 31 08 2021A taxa de desocupação recuou para 14,1% no segundo trimestre deste ano, uma redução de 0,6 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre. Apesar da diminuição na taxa, o país ainda soma 14,4 milhões de pessoas na fila em busca de um trabalho. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta terça-feira (31/08) pelo IBGE.

Pessoas ocupadas - Esse recuo na taxa foi influenciado pelo aumento no número de pessoas ocupadas (87,8 milhões), que avançou 2,5%, com mais 2,1 milhões no período. Com isso, o nível de ocupação subiu 1,2 ponto percentual para 49,6%, o que indica, contudo, que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.

Várias formas - “O crescimento da ocupação ocorreu em várias formas de trabalho. Até então vínhamos observando aumentos no trabalho por conta própria e no emprego sem carteira assinada, mas pouca movimentação do emprego com carteira. No segundo trimestre, porém, houve um movimento positivo, com crescimento de 618 mil pessoas a mais no contingente de empregados com carteira”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

Empregados com carteira assinada - O número de empregados com carteira assinada no setor privado avançou 2,1%, totalizando 30,2 milhões no segundo trimestre do ano, frente ao anterior. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, o contingente ficou estável, mas interrompeu quatro trimestres sucessivos de quedas.

Segundo trimestre - A ocupação também avançou no segundo trimestre com o aumento de 3,4% no número empregados no setor privado sem carteira (10,0 milhões) na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao segundo trimestre do ano passado, esse contingente subiu 16,0% ou 1,4 milhão de pessoas.

Trabalho por conta própria atinge recorde de 24,8 milhões de pessoas - Outro destaque foi o trabalho por conta própria, que atingiu o patamar recorde de 24,8 milhões de pessoas, um crescimento de 4,2% na comparação com o trimestre anterior. Em um ano, o contingente avançou 3,2 milhões, alta de 14,7%. Inclusive, 52,2% da alta da ocupação na comparação mensal e 62,7% dessa alta na comparação anual vieram do aumento dos conta própria sem CNPJ.

Atividades - Adriana observa que o aumento da ocupação no segundo trimestre foi gerado, principalmente, por atividades relacionadas à alojamento e alimentação (9,1%), construção (5,7%), serviços domésticos (4,0%) e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,8%).

Leve recuperação - “Alojamento e alimentação, que inclui restaurantes e hotéis, avançaram 7,7% na comparação anual, primeiro crescimento depois de quatro trimestres de quedas. Esse avanço, porém, não faz a atividade voltar ao patamar pré-pandemia, mas é um movimento de leve recuperação, depois de registrar a segunda maior perda de trabalhadores em 2020, atrás do serviço doméstico”, disse a analista da pesquisa.

Trabalho doméstico - O trabalho doméstico (5,1 milhões) não teve variação significativa frente ao primeiro trimestre do ano, mas avançou 8,4% na comparação com o segundo trimestre de 2020. A categoria dos empregadores (3,8 milhões) ficou estável nas duas comparações. Já o setor público (11,8 milhões) registrou uma redução de 4,4% (menos 539 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Em um ano, número de informais cresce quase 5,0 milhões - Os trabalhadores informais, que incluem aqueles sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração, somaram 35,6 milhões de pessoas e uma taxa de 40,6%. No trimestre anterior, a taxa foi de 39,6%, com 34,0 milhões de informais. Há um ano esse contingente era menor, 30,8 milhões e uma taxa de 36,9%.

Subocupados por insuficiência de horas atingem recorde de 7,5 milhões - A PNAD mostra ainda que os trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, aqueles que trabalham menos horas do que poderiam trabalhar, chegou a um número recorde de 7,5 milhões de pessoas, um aumento de 7,3%, com mais 511 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o indicador subiu 34,4%, quando havia no país 5,6 milhões de pessoas subocupadas.

Desalentados - Os desalentados (5,6 milhões), pessoas que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado, houve uma redução de 6,5% em relação ao primeiro trimestre do ano. Mas esse contingente permanece estável na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

Subutilizadas - O contingente de pessoas subutilizadas, aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial, foi de 32,2 milhões, uma redução de 3,0% em relação ao primeiro trimestre (33,2 milhões). A taxa composta de subutilização também foi de 28,6%. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

pnad continua quadro 31 08 2021

 

IPEA: Situação de trabalho remoto variou bastante nos estados em 2020

ipea 31 08 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta terça-feira (31/08), nota sobre o trabalho remoto nas unidades federativas brasileiras durante a pandemia de Covid-19, com base nas médias para o ano 2020 obtidas por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Covid-19, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo mostra que houve grande diversidade na intensidade do trabalho remoto entre as unidades da federação. Enquanto no Distrito Federal, 23,6% das pessoas ocupadas e não afastadas do trabalho exerceram as atividades laborais remotamente ao longo de 2020, no Pará, esse percentual foi de 3,5%.

Percentual - Em 2020, a população ocupada e não afastada era de 74 milhões de pessoas no Brasil, sendo que 8,2 milhões, ou seja, 11% trabalharam remotamente. O estado que teve o maior contingente de pessoas em trabalho remoto foi São Paulo, com 2,9 milhões de pessoas, seguido por Rio de Janeiro, com 1,1 milhão, e Minas Gerais, com 700 mil profissionais. Enquanto isso, os menores quantitativos foram observados no Amapá (16 mil), Acre (14 mil) e Roraima (13 mil).

Diferença - O estudo mostrou que, no tocante à diferença (em pontos percentuais) entre o percentual de pessoas em trabalho remoto de cada unidade federativa e a média Brasil, apenas três estados e o Distrito Federal apresentaram resultados acima dessa média nacional: DF (+12,6 p.p.), Rio de Janeiro (+7,7 p.p.), São Paulo (+4,9 p.p.) e Paraíba (+1,1 p.p.). Em contrapartida, Pará (-7,5 p.p.), Mato Grosso (-6,4 p.p.) e Maranhão (-6,1 p.p.) foram os estados com mais de 6 pontos percentuais abaixo da média nacional, apresentando os menores percentuais.

Perfil - No que diz respeito ao perfil de quem esteve em teletrabalho em 2020, para todas as unidades da federação, observou-se um percentual maior de mulheres, pessoas declaradas brancas e com escolaridade de nível superior completo, no conjunto de pessoas em teletrabalho, relativamente aos respectivos percentuais no total de pessoas ocupadas e não afastadas. No entanto, o resultado é heterogêneo, a depender do estado, nos quesitos faixa etária (com maioria entre 20 e 49 anos), atividade do trabalhador e serviço público. Em relação ao gênero, apesar da maioria das pessoas ocupadas e não afastadas ser do sexo masculino, a maior parte especificamente em teletrabalho é composta por mulheres.

Heterogeneidade - "Há uma grande heterogeneidade do trabalhador remoto entre os estados brasileiros, o que pode ser reflexo das diferenças estruturais profundas nas economias e nos mercados de trabalho locais", avaliou o pesquisador do Ipea Geraldo Góes, que redigiu a nota em coautoria com Felipe Martins e José Antônio Sena Nascimento. Em julho deste ano, eles apresentaram um estudo com dados gerais sobre o trabalho remoto no país, que agora foi estendido com maior detalhamento nas unidades federativas. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra da nota

 

ECONOMIA: Governo Central tem déficit primário de R$ 19,8 bilhões em julho

economia 31 08 2021O aumento da arrecadação e a diminuição de gastos relacionados à pandemia de covid-19 fizeram o déficit do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) cair em julho na comparação com 2020. No mês passado, o resultado ficou negativo em R$ 19,829 bilhões.

Queda - A quantia representa queda de 79,3% em relação ao déficit do mesmo mês do ano passado, quando os desembolsos para o combate à pandemia estavam no auge. Em julho de 2020, o déficit tinha ficado em R$ 87,886 bilhões, resultado negativo recorde para o mês.

Melhor que o previsto - O resultado veio melhor que o previsto. Segundo a pesquisa Prisma Fiscal, divulgada todos os meses pelo Ministério da Economia, as instituições financeiras projetavam déficit primário de R$ 31,4 bilhões para julho.

Resultado negativo - O déficit primário representa o resultado negativo nas contas do governo sem considerar os juros da dívida pública. Com o desempenho de julho, o Governo Central acumula déficit primário de R$ 73,432 bilhões nos sete primeiros meses de 2021. Esse foi o terceiro maior déficit para o período, só perdendo para o ano passado e para julho de 2017, quando o superávit acumulado de janeiro a julho havia atingido R$ 505,232 bilhões e R$ 76,663 bilhões, respectivamente.

Meta - Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelece meta de déficit de R$ 247,1 bilhões para o Governo Central, mas projeto de lei aprovado no fim de abril permite o abatimento da meta de até R$ 40 bilhões de gastos.

Pandemia - Os gastos que podem ser deduzidos da meta estão relacionados com o enfrentamento à pandemia de covid-19. Dos R$ 40 bilhões autorizados pelo Congresso, R$ 20 bilhões destinam-se à saúde, R$ 10 bilhões ao programa de redução de jornada e suspensão de contrato e R$ 10 bilhões ao Pronampe, programa que fornece crédito emergencial a micro e pequenas empresas.

Receitas e despesas - Um dos principais fatores que contribuíram para a redução do déficit primário em julho foi a alta na arrecadação do governo. A receita líquida do Governo Central subiu 41,4% em julho acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), na comparação com o mesmo mês do ano passado. No mês, elas somaram R$ 139,128 bilhões.

Restrição das atividades sociais - Boa parte dessa alta deve-se à queda de arrecadação provocada pela restrição das atividades sociais no início da pandemia e pelo adiamento de diversos pagamentos, como contribuições à Previdência Social e recolhimentos ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que vigorou no ano passado como medida de ajuda às empresas.

Melhora no caixa - No entanto, a arrecadação recorde de julho, influenciada pela recuperação da economia, melhorou o caixa do governo. A alta no preço internacional do petróleo e do minério de ferro aumentaram em R$ 9,3 bilhões na comparação com julho do ano passado, em valores corrigidos pelo IPCA.

Despesas totais - As despesas totais caíram 31,4% na mesma comparação, também descontando a inflação pelo IPCA. Em julho, elas somaram R$ 158,957 bilhões. No acumulado de 2021, as despesas totais somaram R$ 944,59 bilhões. Em relação ao teto de gastos, o governo gastou, neste ano, 57,9% do limite de R$ 1,486 trilhão, numa conta que exclui cerca de R$ 30 bilhões em despesas fora do teto.

Relação - A queda das despesas totais está relacionada principalmente à redução dos gastos com o enfrentamento à pandemia. Em julho, o volume de créditos extraordinários caiu R$ 43,4 bilhões em relação ao mesmo mês de 2020, e não se repetiu o pagamento de R$ 19,9 bilhões da ajuda da União a estados e municípios.

Investimentos - Em relação aos investimentos (obras públicas e compra de equipamentos), o governo federal investiu R$ 7,063 bilhões em julho, alta de 86,7% em relação ao mesmo mês de 2020, descontada a inflação pelo IPCA. No entanto, os investimentos somam R$ 24,283 bilhões em 2021, queda de 47,8% na comparação com o primeiro quadrimestre do ano passado, também descontado o IPCA. O atraso na aprovação do Orçamento de 2021, sancionado apenas no fim de abril, explica o recuo nos investimentos no acumulado do ano. (Agência Brasil)

FOTO: Palácio do Planalto

 

LEGISLATIVO: Caminhoneiros querem mudanças na MP que trata da contratação direta de serviços de frete

legislativo 31 08 2021Representantes dos caminhoneiros temem que seus direitos fiquem submetidos aos contratantes de cargas (embarcadores) com a aprovação da MP 1051/21. Eles querem menos burocracia para dispensar todos os intermediários na contratação de seus serviços. A MP já foi aprovada pela Câmara e está sendo analisada agora pelo Senado.

Seminário - Em seminário nesta segunda-feira (30/08) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, Diumar Bueno, disse que, na contratação dos autônomos, essa intermediação consome cerca de 40% do frete. Bueno acrescentou ainda que a categoria também reivindica que não haja anistia para as empresas que descumpriram o piso mínimo de frete após a greve de 2018.

Documento Eletrônico - Gabriel Valderrama, do Ministério da Infraestrutura, disse que, com a criação do Documento Eletrônico de Transporte, que veio na MP, boa parte da documentação necessária foi unificada, simplificando os procedimentos para o caminhoneiro. Ele afirmou que não há perigo de o caminhoneiro ficar refém dos embarcadores, porque o contrato de frete é diferente do contrato de direitos que devem ser garantidos na transação.

Outra parte - "O administrador do direito pode justamente cuidar dessa outra parte, que é a emissão de notas fiscais, recolhimento de impostos. Enfim, toda essa parte mais burocrática, mais chata. E friso que é independente, é separado da contratação do frete", esclareceu.

Percentual - O transporte rodoviário de cargas representa mais de 60% do total desse tipo de transporte no país. Segundo o diretor da Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga, Luiz Henrique Baldez, há todo o interesse do setor em contratar diretamente com os caminhoneiros com o objetivo de reduzir o preço do frete. Ele explicou que isso poderá ser feito por meio de plataformas digitais especializadas.

Autônomos - Dados da associação mostram que, no total do transporte rodoviário, mais de 76% são autônomos. A grande maioria tem apenas um veículo, ganha em média R$ 16 mil mensais e tem uma dívida média de R$ 35,4 mil.

Combustíveis - O deputado Bosco Costa (PL-SE), um dos parlamentares que solicitaram a realização do seminário, disse que é preciso ter atenção com os caminhoneiros que já sofrem hoje com os altos preços dos combustíveis: “Porque um carro, um automóvel, que consome muita gasolina, ele gasta 1 litro em 10 quilômetros. Um caminhão carregado, uma carreta, gasta 1 litro de óleo diesel em 1,7 quilômetro. Então, aí você vê que o óleo diesel se torna 5 vezes mais caro que a própria gasolina.” (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Depositphotos

 

SAÚDE I: Brasil tem 20,75 milhões de casos e 579,5 mil mortes

O Brasil chegou a 20.752.281 casos registrados de covid-19, considerando todo o período desde o início da pandemia. Em 24 horas, as autoridades de saúde registraram 10.466 novos diagnósticos positivos. Até domingo (29/08), o painel de dados do Ministério da Saúde marcava 20.741.215 casos acumulados. Ainda há 479.809 casos de pessoas infectadas que seguem em acompanhamento.

Mortes - Já o número de mortes por causa da covid-19 alcançou 579.574. Entre domingo e segunda-feira (29 e 30/08), as secretarias de saúde confirmaram 266 pessoas que não resistiram à doença. No domingo, o sistema de informações da pandemia contabilizava 579.308 óbitos.

Investigação - Ainda há 3.578 mortes em investigação. O termo designa casos em que o diagnóstico depende de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 subiu para 19.692.898. Isso corresponde a 94,9% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Atualização diária - Os dados foram divulgados na atualização diária do Ministério da Saúde, na noite desta segunda-feira (30/08). O balanço consolida os dados sobre casos e mortes levantados pelas secretarias estaduais de saúde.

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e às segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras, os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (145.558), Rio de Janeiro (62.248), Minas Gerais (52.967), Paraná (37.451) e Rio Grande do Sul (34.159). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.814), Roraima (1.940), Amapá (1.951), Tocantins (3.679) e Sergipe (5.989).

Vacinação - Até o início da noite desta segunda-feira (30/08), o painel de vacinação do Ministério da Saúde havia tido poucas novas atualizações. Até esta segunda, o sistema marcava 189,6 milhões de doses aplicadas, sendo 129,5 milhões da 1ª dose e 60 milhões da 2ª dose. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 768,8 mil doses.

PNI - Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicadas 180,6 milhões de doses, sendo 123,6 milhões da 1ª dose e 57 milhões da 2ª dose.  

Distribuição - Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídas 230,1 milhões de doses, sendo entregues 222,7 milhões de doses. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 31 08 2021

SAÚDE II: Sesa confirma mais 1.384 casos de Covid-19 e 48 óbitos

saude II 31 08 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta segunda-feira (30/08) mais 1.384 casos e 48 mortes pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.450.175 casos e 37.233 óbitos em decorrência da doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de abril (1), maio (130), junho (71), julho (43) e agosto (1.139) de 2021.

Internados - De acordo com o informe, há 1.078 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados. São 767 em leitos SUS (444 em UTIs e 323 em clínicos/enfermarias) e 311 em leitos da rede particular (147 em UTIs e 164 clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 1.474 pacientes internados, 714 em leitos de UTI e 760 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 48 pacientes. São 19 mulheres e 29 homens, com idades que variam de 34 a 96 anos. Os óbitos ocorreram entre 2 de maio e 30 de agosto de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (12), Londrina (7), Foz do Iguaçu (4) e Cascavel (2), além de Umuarama, São José dos Pinhais, Sertanópolis, Realeza, Ponta Grossa, Planaltina do Paraná, Piên, Pato Branco, Juranda, Ibaiti, Guaratuba, Guarapuava, Cândido de Abreu, Cornélio Procópio, Contenda, Colombo, Carambeí, Campina da Lagoa, Cafelândia, Bocaiúva do Sul, Bela Vista do Paraíso, Barbosa Ferraz e Araucária.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.651 casos de não residentes no Estado – 218 pessoas foram a óbito

Ajustes - Acesse os relatórios de exclusão e de correções de municípios no site da Secretaria de Estado da Saúde. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Já chegaram no Paraná mais 182 mil doses de vacinas contra a Covid-19

saude III 31 08 2021O Paraná recebeu na noite desta segunda-feira (30/08) mais 182.100 doses de vacinas contra a Covid-19. As 64.350 doses da Pfizer/BioNTech desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 19h10 e, logo depois, chegaram mais 117.750 doses da AstraZeneca/Fiocruz.

44ª pauta - A Secretaria de Estado da Saúde informa que os imunizantes fazem parte da 44ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, anunciada no domingo (29/08). As doses foram enviadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para conferência e distribuição às Regionais de Saúde.

Destinação - Segundo o Informe Técnico, o lote deve ser destinado integralmente à segunda dose (D2) referente a 24ª e 25ª pauta do governo federal. Os imunizantes serão enviados para os municípios nos próximos dias, próximo da data de aplicação.

Total - No total, até a tarde desta segunda-feira (30/08), o Paraná havia aplicado 10.643.844 vacinas, sendo 7.367.398 primeiras doses (D1), 317.825 doses únicas (DU) e 2.958.621 D2. Entre D1 e DU, o Estado já atingiu mais de 88% da população adulta do Paraná, estimada em 8.720.953 pessoas.

Mais lotes - Na sexta-feira (27/08) a Secretaria Estadual da Saúde distribuiu 529.607 – sendo 125.820 para primeiras (D1) e 403.787 para segunda aplicação (D2). Os imunizantes eram parte da 42ª e 43ª remessas do Ministério da Saúde. Foram enviados, ainda, 26.940 medicamentos do chamado “kit de intubação” para serviços de saúde que estão atendendo pacientes com a doença. Destes, 24.830 são de compra própria da secretaria e 2.110 enviados pelo Ministério da Saúde. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

ARTIGO: Plano Safra, como se preparar para alterações no ciclo 2021/22

artigo 31 08 2021*Luis Henrique Veit

Muito se sabe do peso expressivo do agronegócio na economia brasileira e, portanto, do seu papel estratégico para o desenvolvimento do país. Nesse sentido, linhas de financiamento que impulsionam a produtividade no campo são fundamentais para que o setor possa se desenvolver de maneira sustentável e gere benefícios macroeconômicos. O Plano Safra (PS) vem garantindo financiamento de insumos e outros custos que viabilizam o plantio e a criação animal – principalmente por parte de pequenos e médios produtores. Para o ciclo 2021/22, a iniciativa foi lançada com algumas regras alteradas, sobre as quais as instituições financeiras podem agir como esclarecedoras e consultoras para os interessados em obter crédito rural.

Lançado anualmente e com vigência sempre entre o início de julho de um ano até o final de junho do ano seguinte, o PS sintetiza as diretrizes da política agrícola e orienta o produtor rural quanto aos mecanismos de financiamentos que permitem a continuidade de sua produção. O volume total de recursos programado para o PS 2021/22 é de R$ 251,2 bilhões, valor 6,3% maior do que o disponibilizado no ciclo passado, que se encerrou em 30 de junho deste ano. Deste total, R$ 177,8 bilhões são destinados ao custeio, comercialização e industrialização, enquanto R$ 73,4 bilhões são direcionados para operações de investimento - finalidade que recebeu 29% a mais de recursos do que na safra passada.

Ainda em relação ao PS 2021/22, vale ressaltar que, devido ao cenário econômico afetado pela pandemia e a necessidade de se equilibrar as contas públicas, foram definidas alterações, como o aumento do teto da renda, e, portanto, do perfil de quem pode acessar o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura (Pronaf) e o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). Porém, também houve aumento das taxas a serem cobradas, o que o produtor deve levar em conta na hora de planejar sua produção.

Explico melhor: para os programas destinados aos pequenos e médios produtores rurais, Pronaf e Pronamp, houve aumento da renda bruta de enquadramento do beneficiário (para R$ 500 mil no Pronaf, e para R$ 2,4 milhões, no Pronamp). No Pronaf, houve também aumento do limite de investimento de R$ 330 mil para R$ 400 mil para as atividades de suinocultura, avicultura, aquicultura, carcinicultura e fruticultura, e de R$ 165 mil para R$ 200 mil para demais empreendimentos. Por outro lado, se determinou a redução para oito anos do prazo de amortização dos empréstimos para aquisição isolada de matrizes, reprodutores, animais de serviço, sêmen, óvulos e embriões.

Em outras frentes, como o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e Proagro Mais, seguros públicos destinados a atender os pequenos produtores vinculados ao Pronaf, o limite de enquadramento foi alterado de R$ 300 mil para R$ 335 mil. Essa regra, que até então era definida por safra e finalidade, agora passa a ser por ano agrícola. Assim, o médio ou grande produtor que na regra antiga poderiam enquadrar até R$ 1,5 milhão no Proagro, de acordo com suas atividades, agora podem enquadrar somente R$ 335 mil.

Também merece destaque o direcionamento maior do PS 2021/22 para investimentos, com linhas voltadas principalmente para pequenos e médios produtores. Esse é um reflexo do apoio direcionado à agricultura familiar e dos esforços para que sejam aprimoradas a capacidade de armazenamento e as tecnologias que minimizem os impactos negativos das atividades sobre o meio ambiente. É aí que entra em cena o papel das instituições financeiras não apenas como financiadoras da atividade, mas principalmente como orientadoras dos investimentos a serem realizados por esse público, e, nesse contexto, merece destaque a atuação do cooperativismo de crédito.

O Sicredi, por exemplo, segunda instituição financeira que mais concede crédito rural no Brasil, sendo a primeira colocada entre as instituições privadas, destaca-se pela proximidade com os associados, o que torna possível avaliar a melhor solução para cada produtor, estabelecendo uma relação de confiança. Diferencia-se também pela capacidade de oferecer opções variadas de financiamentos e pelo foco no apoio à agricultura familiar - público que concentra em média mais de 80% das operações realizadas pela instituição nas últimas safras e garante aproximadamente 70% dos alimentos que chegam à mesa do brasileiro.

Postas as condições do novo ciclo, é importante que o produtor rural, que ainda não fez, não demore para solicitar a contratação de linhas de financiamento por meio do Plano Safra, principalmente aquelas destinadas para investimentos, pois os recursos controlados pelo governo para essa finalidade costumam não durar até o fim do ciclo – que ocorrerá em junho de 2022. Também é importante atentar para a contratação de seguro para a produção, o que costuma ser exigido para aprovações de financiamentos. É recomendável que seja feito o planejamento da safra, considerando o que será produzido e o orçamento necessário, para, a partir dessas informações, dar andamento à solicitação e aos procedimentos para aprovação e liberação do crédito.

A interação entre diversos atores econômicos – desde a disponibilização do crédito por instituições financeiras até a ponta, os produtores rurais – é fundamental para garantir a manutenção e o desenvolvimento da atividade produtiva no campo e de toda a cadeia do agronegócio. Essa dinâmica tem contribuído com o desenvolvimento de economias locais, com reflexos positivos na economia brasileira como um todo e o Sicredi, enquanto instituição financeira cooperativa que tem como propósito gerar prosperidade na sociedade, estará sempre pronto para cumprir o seu papel nessa cadeia.

*Luis Henrique Veit é superintendente de Agronegócio do Sicredi

 


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