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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5155 | 15 de Setembro de 2021

INOVACOOP: Cooperativismo de Plataforma é tema de novo curso

inovacoop 15 09 2021Em muitos países, o cooperativismo de plataforma já é uma realidade. E, aqui no Brasil, começa a dar os primeiros e sólidos passos para ganhar o mercado. Como estratégia para isso, o Sistema OCB lançou, nesta terça-feira (14/09), um curso totalmente voltado ao tema. A aula magna foi ministrada pelo doutor em Direito, Mário de Conto, professor, pesquisador e diretor geral da Escoop, como parte da programação do segundo dia da Semana Inovacoop.

Atuação - O objetivo é preparar as cooperativas para atuarem com mais força e resultados nesse mundo dos aplicativos e plataformas. Por isso, o curso está estruturado em quatro módulos. Vale destacar que os módulos 1, 2 e 3 estarão no InovaCoop a partir de 20/09 e poderão ser acessados de acordo a disponibilidade de cada aluno. Já o módulo extra será um encontro on-line (síncrono) a partir da segunda quinzena de outubro, para aqueles que tiverem feito os três módulos anteriores.

Modelo - Numa entrevista concedida ao InovaCoop, Mário De Conto explica como esse modelo funciona e o porquê de as coops aproveitarem essa oportunidade. “Nesse modelo, uma empresa primeiro projeta um produto ou serviço, a partir disso o produto é fabricado e colocado à venda ou um sistema é implementado para fornecer o serviço e, finalmente, um cliente adquire o produto ou serviço. Essa lógica linear é profundamente alterada no modelo de plataforma: nesse modelo, diferentes tipos de usuários - alguns deles produtores, alguns deles consumidores e alguns deles, pessoas que podem desempenhar ambas as funções em vários momentos – interagem uns com os outros usando os recursos fornecidos pela plataforma. As cooperativas certamente podem utilizar-se desse modelo de negócio com um aspecto muito importante: Na cooperativa, a propriedade e a gestão da plataforma são de seus próprios associados. E essa é a grande diferença que o cooperativismo pode fazer na economia de plataforma.”

Programa – Confira abaixo o conteúdo dos módulos do curso.

Módulo 1: Capitalismo de Plataforma: Aborda as transformações do capitalismo, o surgimento da economia de plataforma e seus aspectos (criação de valor e efeitos de rede) e, também, como essa estratégia pode ser incorporada pelas coops. Apresenta, ainda, a tática das plataformas, provocando a reflexão a respeito das estratégias que podem ser adotadas. Utilizam-se exemplos de empresas brasileiras que utilizam a estratégia de plataformização.

Módulo 2: Cooperativismo de Plataforma: Contextualiza o cooperativismo de plataforma. Apresenta conceituação e classificações. Aborda a Legislação brasileira no que diz respeito às formas de financiamento, governança digital, escala e cooperativa multistakeholder.

Módulo 3: Cases de cooperativas de plataformas: Apresentação de cases de Cooperativas de Plataforma e sua contextualização segundo o Direito brasileiro, apontado desafios e oportunidades. Cases: Stocksy, Mensakas, Coopcycle, UpandGo e Fairbnb.

Módulo Extra: Geração de Modelo de Negócios: Aborda as possibilidades de elaboração de modelo de negócios considerando a natureza e os princípios das organizações cooperativas e as características dos negócios de plataforma. Apresenta a ferramenta de geração de modelo de negócios customizada para proposição de cooperativas de plataforma.

Semana InovaCoop - Começou na segunda (13/09) e vai até sexta-feira (17/09) com conteúdos exclusivos que prometem agregar muito valor ao dia a dia das cooperativas do país. Além de palestras, workshops e apresentação de cases, o evento também contará com lançamentos de produtos e serviços. Para saber mais detalhes acesse o site da Semana InovaCoop: https://semanainova.coop.br. (OCB)

Links úteis

O que é: clique aqui.

Desafios e cases de sucesso: clique aqui.

Entrevista com Mário De Conto sobre cooperativismo de plataforma: acesse por aqui.

 

MERCADO INTERNACIONAL: Apex-Brasil atua para melhorar imagem do país

mercado internacional 15 09 2021Quando o assunto é exportação, o Brasil tem uma tarefa muito importante: melhorar a percepção de mercados internacionais estratégicos em relação à cadeia do agronegócio brasileiro. E foi com esse objetivo que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) lançou, nesta terça-feira (14/09), o segundo ciclo do Programa de Imagem e Acesso a Mercados do Agronegócio Brasileiro (PAM Agro) 2021-2023.

Cerimônia - A cerimônia contou com a participação do Secretário-Executivo do Ministério da Agricultura, Marcos Montes, do ministro das Relações Exteriores, Carlos Fraga, do diretor de Negócios da Apex-Brasil, Lucas Fiuza, e de representantes do setor agropecuário, como é o caso da superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella, entidade parceira do programa.

Parceria - O PAM AGRO é o resultado da parceria entre Apex-Brasil e o setor privado, contando com o suporte do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). E o foco, nesse segundo ciclo do programa, é conduzir um esforço concentrado e coordenado de comunicação que destaque a sustentabilidade, a segurança e a tecnologia embarcadas nos nossos produtos.

Iniciativas - Para o período 2021-2023, o programa promoverá iniciativas que contribuam para o posicionamento de imagem do agronegócio brasileiro na Europa, norteadas por uma estratégia de comunicação e pelo objetivo de sensibilizar a opinião pública internacional, buscando impactar positivamente as frentes de defesa de interesses e o desempenho das exportações do setor, com especial atenção para o processo de ratificação do acordo Mercosul-União Europeia.

Cooperativismo - A OCB e a Apex-Brasil têm um acordo, desde o ano passado, com o objetivo de promover oportunidades de negócios internacionais para as cooperativas brasileiras. De acordo com a superintendente do Sistema OCB, Tânia Zanella, “por acreditar que as nossas cooperativas ainda têm muito a contribuir com o país, nesse viés exportador, a OCB aceitou o convite da Agência. Nossa intenção é contribuir ao máximo com a melhoria da imagem do Brasil lá fora para ampliar o comércio exterior de todo o setor agropecuário brasileiro”, destacou a superintendente.

Parceria - Além da OCB, neste ciclo, o programa conta com o engajamento de 14 das principais instituições representantes do setor privado:

· Associação Brasileira do Agronegócio (Abag);

· Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia);

· Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec);

· Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove);

· Associação Brasileira de Proteína Animal (Abpa);

· Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas);

· Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa);

· Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio);

· Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA);

· Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR);

· Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA);

· CropLife Brasil (Croplife);

· União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Sobre o Pam Agro - O projeto foi criado em 2017, em uma iniciativa inédita entre a Apex-Brasil e o setor privado, cuja participação foi fundamental para a representatividade e legitimidade das ações e já teve um ciclo de ações realizadas. O novo ciclo, ao qual a OCB aderiu, vai de 2021 a 2023. O prazo de execução do novo ciclo é de 24 meses, e incluirá geração e gestão de conteúdo customizado para os diversos públicos-alvo do programa, identificados por meio de mapeamento e pesquisa, além de eventos e ações de relacionamento. (OCB)

 

COAMO: “Protagonistas do agronegócio” é tema de evento para mulheres cooperativistas

coamo 15 09 2021As mulheres cooperativistas das regiões produtoras da Coamo, no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, estão convidadas para participar de um encontro diferente. Nesta quarta-feira (15/09), às 19h, será realizada a palestra “Cooperadas como protagonistas do agronegócio”, pelo canal da Coamo no YouTube. A palestrante Andrea Cordeiro é especialista em Commodities, mentora e consultora. Há 20 anos, incentiva e valoriza a Mulher do Agro.

Liderança - A mulher tem assumido, cada vez mais, a liderança e está se descobrindo num dos setores mais importantes do Brasil: o agro. Segundo o presidente dos Conselhos de Administração da Coamo e Credicoamo, José Aroldo Gallassini, a participação feminina é fundamental para o crescimento da cooperativa. “Nosso objetivo, com o Coamo + Mulher é potencializar a participação feminina e evidenciar a importância da mulher no cooperativismo. As cooperadas, esposas e filhas e cooperados são muito atuantes e isso é fundamental para o crescimento da Coamo”, afirma Gallassini.

Agenda - Anote na agenda e não esqueça de se inscrever no canal da Coamo e ativar o sininho para receber a notificação do evento.

Link - O link para o evento é: https://www.youtube.com/watch?v=vlUKtt08icA. (Imprensa Coamo)

 

COCARI: Vem aí a segunda edição da live Conexão Jovemcoop

cocari 15 09 2021No dia 23 de setembro, a Cocari realiza a segunda edição do Conexão Jovemcoop. Com o tema “O protagonismo do jovem dentro e fora da porteira”, a live será transmitida às 19h30, pelo Facebook e canal do YouTube nos perfis @cocaricoop, com apoio do Sescoop/PR. O objetivo do evento é fortalecer o espírito cooperativo entre os jovens cooperativistas, promovendo a integração e o desenvolvimento do cooperativismo a fim de aumentar a participação dos jovens nas ações da cooperativa.

Palestras - A live Conexão Jovemcoop contará com palestras de Jean Sigel, um dos fundadores da Escola de Criatividade, de Curitiba-PR, e dos jovens do agro, os irmãos Cesinha Farias e Saile Farias, idealizadores do perfil @JovensdoAgro, que é pioneiro na criação de conteúdo técnico no mundo agro.

Tema - Hugo Carnelossi, supervisor de cooperativismo, comenta sobre a escolha do tema para a realização desta edição do evento. “A escolha do tema é um assunto que sempre buscamos conversar com os jovens e eles são os protagonistas dentro e fora da propriedade. Estamos trazendo dois jovens que são irmãos, engenheiros agrônomos e atuam profissionalmente na área de fertilizantes, educação e marketing digital para falarem de jovem para jovem. Como o evento será ao vivo, com transmissão pelo Facebook e YouTube, os jovens da Cocari poderão enviar perguntas pelo chat, para interagir com os irmãos do agro”, disse.

Núcleos Jovens - O supervisor de cooperativismo ressalta que a Cocari segue desenvolvendo atividades com o público jovem, com algumas adaptações devido ao momento de pandemia de Covid-19. “Estamos nesse trabalho com os jovens por meio de cursos e palestras on-line nessa pandemia, e estamos trazendo esse evento virtual para nos manter ainda mais conectados com nosso público jovem. Infelizmente, por conta da pandemia, nosso tradicional Jovemcoop, que era presencial, quando contávamos com mais de 750 jovens, mais um ano será on-line, mas estamos confiantes de que em 2022 vamos poder nos encontrar presencialmente, rever os amigos das outras cidades e realizar um belo evento presencial”, frisou. “Contamos com a sua conexão jovem cooperativista! Venha participar desse evento, que está sendo preparado com muito carinho pela Cocari para vocês”, completou.

Investindo no presente e no futuro - O palestrante Jean Sigel frisou que realizar eventos e conteúdos voltados para os jovens é investir em novos talentos e possibilidades. “É crucial que a Cocari invista na juventude. Organizações que querem antever o futuro precisam apostar nos jovens hoje. E não apenas por uma questão de sucessão, mas essencialmente para investir em pontos que o jovem pode trazer de forma natural, como novas ideias, questionamentos, tendências e mudança. O jovem é mudança por natureza e toda organização que pretende inovar com o tempo, precisa estar disposta a mudar”, afirmou.

Participação na cooperativa - Conforme destaca Sigel, a maneira mais eficaz de o jovem contribuir para o desenvolvimento dos negócios da família é demonstrando não apenas desejo de participar e inovar, mas mostrando na prática como quer participar e como pode inovar. “Mesmo que com pequenos passos, pequenas ideias e vitórias, é importante que o protagonismo se revele para que seus pais e familiares percebam a vontade de investir e fazer parte do futuro dos negócios da família. Não apenas mostrar novos conhecimentos e técnicas, mas estar atento e pesquisar novas tendências, oportunidades e inovações que poderão impactar os negócios. E acima de tudo, investir em estabelecer um canal de comunicação claro e sincero com os pais e familiares. Só assim as diferentes gerações da família poderão aproveitar verdadeiramente o que cada um poderá trazer e acrescentar”, recomendou.

Protagonismo - Sigel falou sobre os assuntos que serão abordados. “Conversaremos sobre como o jovem deve apostar em protagonismo e inovação para se posicionar e participar do futuro da cooperativa e de seus negócios profissionais. Traremos histórias de jovens protagonistas que estão na linha de frente de decisões e oportunidades em suas propriedades e já impactam positivamente as comunidades ao seu redor”, enfatizou.

Live - “O evento será uma forma de mostrar, na prática, como o protagonismo jovem pode ser decisivo para a sua região, a cooperativa e a sociedade. Será um bate papo super conectado com as tendências para o público jovem, e ao mesmo tempo como aplicar protagonismo na veia”, relatou. “Está imperdível! Se você realmente deseja pensar sobre o seu presente e futuro, falar e entender sobre protagonismo e inovação, e tudo isso de forma prática e leve, não perca a Live que a Cocari promoverá especialmente para os jovens, no dia 23 de setembro, às 19h30. Muita história e alguns elementos surpresas para quem se conectar conosco. O futuro se faz hoje com atitude e cooperação de conhecimento”, convidou o palestrante. (Imprensa Cocari)

 

CAPAL: Cooperativa completa dois anos sem acidentes de trabalho com afastamento em Arapoti

capal 15 09 2021A Capal Cooperativa Agroindustrial alcançou a marca de dois anos (730 dias) sem acidentes de trabalho com afastamento na matriz, em Arapoti (PR), no último domingo (12/09). O número foi comemorado em uma parada de segurança na segunda-feira (13/09), que reuniu colaboradores dos setores operacional, administrativo, loja agropecuária e posto de combustíveis. Os funcionários ouviram uma mensagem de reconhecimento e tiraram fotos para registrar a data.

Notoriedade - O presidente executivo da Capal, Adilson Roberto Fuga, ressaltou a notoriedade deste número. “Temos a segurança como prioridade, nada é mais importante que a segurança dos funcionários. Lamentamos os episódios de acidente do passado e temos feito todos os investimentos necessários para garantir a segurança. Depende de cada um de nós fazer o esforço para voltarmos sãos e salvos para nossos familiares e entes queridos ao final do dia”, declarou.

Dedicação - Os colaboradores também receberam os parabéns do diretor industrial da cooperativa, Lourenço Teixeira, que reforçou a dedicação à segurança. “Temos feito muitos investimentos em estrutura e também em treinamentos. Parabéns à equipe de segurança do trabalho, à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e a todos os colaboradores. O mérito é de cada um”, apontou.

Lembrança - Como lembrança da data, cada colaborador recebeu um guarda-chuva. A coordenadora de Recursos Humanos, Eliane Andreani, explicou o significado do presente. “O guarda-chuva é um símbolo de proteção, e é isso que nós desejamos para cada um de vocês”, concluiu.

Unidades - Nos últimos meses, as Unidades da Capal em Wenceslau Braz (PR), Taquarituba e Itararé (SP) também alcançaram recordes de segurança, completando um ano sem acidentes de trabalho com afastamento. (Imprensa Capal)

 

UNIMED CURITIBA: História de dedicação marca o último episódio da série da cooperativa no Globo Esporte

unimed curitiba 15 09 2021Você se lembra da Claudia, que em março aceitou o desafio de adquirir hábitos mais saudáveis para alcançar um sonho profissional? Ela não desistiu, se dedicou intensamente e eliminou cerca de 15 kg até o mês de setembro. Mas ainda não é o fim dessa jornada com saúde. “Não foi nada fácil, mas ver o resultado constante me motivou e continua a cada dia. Hoje, sou uma pessoa mais disposta e sei que esse é apenas o começo”, afirma Claudia, que assume ter cometido alguns deslizes ao ingerir alimentos ultra processados durante o processo. Segundo a médica cooperada especialista em endocrinologia, Fernanda Malucelli, é tudo uma questão de equilíbrio. “É preciso trabalhar a cabeça para dizer não a esses alimentos. Às vezes, um pequeno pedaço pode conter a quantidade de calorias ideal para o dia inteiro, comprometendo toda a dedicação diária de treino e cuidados com a saúde. Contudo, o mais importante é não desanimar”, afirma a cooperada.

Episódio completo - Assista ao episódio completo e confira a caminhada de Claudia em uma vida cada vez mais saudável, que fechou com chave de ouro esse ciclo de histórias transformadoras da Unimed Curitiba em parceria com o Globo Esporte.

Saiba mais sobre a parceria e assista todos os episódios - A parceria com a afiliada da Rede Globo começou em 2019 e foi interrompida ano passado em função da pandemia, mas foi renovada em 2021 com o propósito de reforçar conceito do Mude1Hábito, um movimento nacional do Sistema Unimed que incentiva as pessoas a tornarem-se a melhor versão de si mesmas para seguir bem e enfrentar novos desafios.

Série - A série de reportagens foi exibida até setembro para incentivar a prática esportiva, a alimentação consciente e os cuidados preventivos para garantir uma vida mais saudável. Além das reportagens na TV, um canal exclusivo na web concentra notícias com dicas de profissionais da saúde e especialistas e depoimentos de quem trilhou um novo caminho para viver uma vida mais saudável. Confira em https://globoesporte.globo.com/pr/mude1habito/. (Imprensa Unimed Curitiba)

 

DIGICAMPO: Precocidade e alto rendimento são características de novo trigo BRS Jacana

digicampo 15 09 2021A Embrapa Soja e a Fundação Meridional lançam a cultivar de trigo BRS Jacana, no dia 17 de setembro, a partir das 8h30, durante o Digicampo de Inverno 2021 que será realizado, em formato digital, no Canal da Embrapa Soja no YouTube e no canal do IDR-PR. A programação completa do evento pode ser consultada abaixo.

Características - O BRS Jacana é um trigo da classe Pão, com grãos duros, indicados tradicionalmente para o fabrico de pão francês. De acordo com os pesquisadores Manoel Bassoi e Salvador Foloni, da Embrapa Soja, o BRS Jacana é uma opção rentável de trigo pão, tanto para o produtor, quanto para a indústria, pela precocidade, alto rendimento de grãos, estabilidade de produção, aliados à qualidade tecnológica. O BRS Jacana é indicado para as regiões: 1, 2 e 3 do Paraná; 1 e 2 de Santa Catarina; e 2 de São Paulo.

Produtividades - Bassoi, que avaliou o potencial de rendimento médio dos grãos em ensaios, nos três estados, mostra que as produtividades, no Paraná, foram de 4.315 kg ha-1, 4.898 kg ha-1 e 3.962 kg ha-1, nas Regiões 1, 2 e 3, respectivamente. Em Santa Catarina, foram de 5.514 kg     ha-1 e 4.457 kg ha-1, nas Regiões 1 e 2, respectivamente. Na Região 2 de São Paulo foi de 5.355 kg ha-1.

Doenças - Com relação a doenças, o BRS Jacana é moderadamente resistente à ferrugem da folha e às manchas foliares. O BRS Jacana tem ciclo precoce, de 59 dias de espigamento e 95 dias de maturação. É moderadamente suscetível à germinação pré-colheita e moderadamente resistente ao acamamento.

Opções - “O BRS Jacana entra no mercado revigorando as opções de cultivo do produtor que busca um trigo precoce. É uma cultivar que combina excelência no potencial produtivo, ampla adaptabilidade e o produtor já pode garantir sua semente para a próxima safra”, destaca a chefe de Transferência de Tecnologias da Embrapa Soja, Carina Rufino.

Rendimento - Para Ralf Udo Dengler, gerente executivo da Fundação Meridional, o lançamento do BRS Jacana traz mais uma grande opção ao produtor de trigo, com conceito TOP 5000 de rendimento. "Em todas as regiões de recomendação, seu elevado potencial produtivo e sua ótima estabilidade, aliados às características ideais de qualidade tecnológica, trazem ao agricultor e à indústria, uma excelente opção de trigo pão", destaca Dengler.

Sementes - As sementes da BRS Jacana podem ser adquiridas com a Fundação Meridional. Acesse: www.fundacaomeridional.com.br WhatsApp: (43) 9 9923-2603 – Alana. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

Programação do Digicampo

8h30 – 8h45: Boas-vindas dos representantes da Embrapa, IDR e Meridional

Alvadi Balbinot (Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Soja)

Natalino Avance de Souza (Diretor-Presidente do IDR-Paraná)

Josef Pfann Filho (Diretor-Presidente da Fundação Meridional)

8h45 – 9h: Lançamento BRS Jacana

9h – 9h15: Cultivares de trigo da Embrapa

9h15 – 9h30: Cultivares de trigo do IDR-Paraná

9h30 – 09h45: Vantagens do trigo como opção de rotação de inverno

Pesquisador da Embrapa Soja José Salvador Foloni

09h45 – 10h: Perguntas dos participantes e encerramento

 

DIGICAMPO – Dia de Campo de Trigo

Data: 17 de setembro (sexta-feira)

Horário: 8h30 – 10h

Local: Canais da Embrapa Soja e IDR-Paraná no Youtube

FOTO: Andre Prando

 

AGRICULTURA: Governador confirma pavimentação de mais 54 km de estradas rurais em 14 municípios

agricultura 15 09 2021Mais 54,27 quilômetros de estradas rurais em 14 municípios do Paraná vão ganhar novos pavimentos com pedras poliédricas, melhorando a qualidade de vida e impulsionando o desenvolvimento das cidades. Os convênios para liberação de recursos às prefeituras foram assinados nesta terça-feira (14/09) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em evento no Palácio Iguaçu.

Investimento - O investimento do Governo do Estado totaliza R$ 15.137.051,92. Os recursos fazem parte do programa Estradas da Integração, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Benefícios - “Investir na modernização de estradas rurais traz uma série benefícios. Melhora o escoamento da produção, reduz custos, facilita o deslocamento da população até o centro das cidades e garante maior qualidade e segurança no transporte dos estudantes. Esse é o maior programa de pavimentação de estradas rurais do Paraná, algo que vai mudar a realidade de diversas cidades de todas as regiões do Estado”, afirmou o governador.

Meta - A expectativa, destacou, é fechar o ano com mais de 600 quilômetros de estradas rurais revitalizados. Desde janeiro, em diferentes rodadas de liberação de recursos, o Estado garantiu a pavimentação de 412 quilômetros em 104 convênios. Os recursos somam R$ 122 milhões. “Vamos avançar com esse programa, melhorando de fato a vida de quem mora nas áreas mais afastadas, nas zonas rurais”, garantiu Ratinho Junior.

Mapa das necessidades - Secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara lembrou que a Seab tem um grande mapa das necessidades dos municípios, ajustando de forma técnica o repasse dos recursos. Segundo ele, o Paraná possui mais de 200 mil quilômetros de estradas rurais, dos quais 100 mil formam importantes entroncamentos de ligação entre cidades e vilas, distritos e comunidades.

Seleção - Dessa maneira, as estradas são selecionadas de acordo com a importância para a mobilidade das cidades.

Lupa - “Olhamos com uma lupa para encontrar o que é mais importante para cada comunidade, e destacamos trechos que fazem a ligação com uma vila rural, de um distrito com distrito, da estrada rural até a rodovia ou até a região central da cidade. Assim, colaboramos para melhorar a vida de quem mora no Interior”, disse Ortigara.

Redução de custos - “Fundamentalmente, essas ações cooperam na redução dos custos e no aumento da eficiência logística dos nossos agricultores, reduzindo o preço do frete, por exemplo. E, o que é muito importante, agora sempre teremos recursos, já especificados no orçamento, para esse tipo de obra”, acrescentou o secretário.

Contemplados - Os 14 municípios contemplados nesta terça-feira são: Cambira (Vale do Ivaí); Doutor Camargo (Noroeste); Espigão Alto do Iguaçu, Marquinho e Virmond (Centro-Sul); Iretama e Manoel Ribas (Centro); Itapejara d'Oeste, Mariópolis, São Jorge d’Oeste, Salto do Lontra e Verê (Sudoeste); Nova Santa Rosa e Ouro Verde do Oeste (Oeste).

Municípios - Prefeita de São Jorge d’Oeste, Leila da Rocha explicou que os cinco quilômetros de pavimentação, unindo três regiões (Linhas), é mais um passo no desenvolvimento do município de 9 mil habitantes. De acordo com ela, terá impacto direto no maior investimento privado da história da cidade, a instalação da fábrica de queijos da Piracanjuba, prevista para entrar em operação em 2022.

Previsão inicial - A previsão inicial de investimento da empresa é de R$ 80 milhões e a expectativa é de geração de 300 empregos diretos. Em uma primeira fase, a fábrica deverá processar cerca de 600 mil litros de leite por dia. Porém, a capacidade de processamento da unidade vai ultrapassar os 2 milhões de litros por dia quando estiver em pleno funcionamento. O investimento na modernização dos trechos é de R$ 1.463.495,94.

Distante - “É uma das áreas mais distantes da sede do município, são cerca de 15 quilômetros de distância. Há muitos agricultores na região e, com a vida da Piracanjuba, esse acesso vai ser fundamental para o transporte e a retirada do leite”, afirmou a prefeita.

Verê - Já Verê, no Sudoeste, terá à disposição R$ 657.505,19 para reformar o trecho 1 da estrada que liga à Comunidade Alto Alegre. “Melhora muito o tráfego rural, especialmente em uma área da cidade com muitas indústrias instaladas”, disse o prefeito da cidade, Ademilso Rosin.

Financiamentos - Parte dos recursos para investimento nas estradas rurais vem do empréstimo de R$ 1,6 bilhão com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal sacramentado no ano passado pelo Governo do Estado. Do montante, cerca de R$ 126 milhões serão destinados a obras de reestruturação nas vias do campo. Outra fatia é oriunda das taxas do Detran.

Presenças - Compareceram ao evento o chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários estaduais Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo) e Marcel Micheletto (Administração e Previdência); o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; e os deputados estaduais Alexandre Curi, Artagão Júnior, Do Carmo, Dr. Batista, Luiz Fernando Guerra, Nelson Luersen, Nelson Justus, Douglas Fabrício e Wilmar Reichembach; além de outros representantes dos municípios.

Detalhamento - Confira o detalhamento das estradas que serão beneficiadas pelo programa:

1. Cambira

Estrada Velha para Jandaia

Total de 2,64 km

Investimento de R$ 687.492,74

2. Doutor Camargo

Estrada Velha para Cianorte, Estrada Velha para Cianorte/Ferraria e Estrada Velha para Maringá

Total de 4,0 km

Investimento de R$ 1.187.741,76

3. Espigão Alto do Iguaçu

Comunidades de Linha Boa Vista de São Roque e Linha Vorá, Comunidades de Linha Vorá e Linha Bracatinga, Comunidades de Linha Água do Meio e Linha Rio Saudade e Comunidades de Linha Erval Bonito e Linha Monte Castelo

Total de 2,80 km

Investimento de R$ 864.336,03

4. Iretama

Vila Rural-3 Placas e Vila Rural-Esplanada

Total de 3,90 km

Investimento de R$ 1.221.201,83

5. Itapejara D'Oeste

Linhas Barra Grande, São Pedro, Lués Costa, Ipiranga e Coxilha Rica

Total de 5,0 km

Investimento de R$ 1.274.002,78

6. Manoel Ribas

Bela Vista - 3 trechos

Total de 3,30 km

Investimento de R$ 881.751,90

7. Mariópolis

MP 112 - Comunidade São Pedro, MP 212 - Trecho Adelmor Câmpara/Sérgio Galiatto e MP 185 - Comunidade Nossa Senhora do Carmo

Total de 5,40 km

Investimento de R$ 1.451.130,37

8. Marquinho

Cidade ao distrito Gleba 9 e Alto Cobre

Total de 4,0 km

Investimento de R$ 1.092.128,06

9. Nova Santa Rosa

Estrada 1º de Março que liga ao distrito de Planalto do Oeste (quatro trechos)

Total de 4,0 km

Investimento de R$ 1.116.080,27

10. Ouro Verde do Oeste

PR-585 a Estrada Rural São Sebastião (três trechos)

Total de 2,50 km

Investimento de R$ 764.570,62

11. Salto do Lontra

Linhas: Santa Bárbara e Boeira

Total de 3,0 km

Investimento de R$ 701.721,10

12. São Jorge d’Oeste

Lolópolis à Linha União, Linha União e Linha Três Palmeiras - Linha Santa Luzia

Total de 5,0 km

Investimento de R$ 1.463.495,94

13. Verê

Trecho 01 - Comunidade Alto Alegre

Total de 2,73 km

Investimento de R$ 657.505,19

14. Virmond

Usina Cavernoso a Alagado: Trevo sentido Usina do Cavernoso - acesso pela Linha Lagoa Bonita e Acesso ao Alagado após 1,35 km da Faz do Sr. Floriano Klak

Total de 6,0 km

Investimento de R$ 1.773.893,33

TOTAL

Alcance: 14 municípios

Tamanho: 54,27 km

Investimento: R$ 15.137.051,92

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

BC: Atividade econômica tem alta de 0,60% em julho, diz Banco Central

bc 15 09 2021A atividade econômica brasileira registrou alta em julho deste ano, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (15/09) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou aumento de 0,60% em julho de 2021 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período).

Crescimento - Até fevereiro, o IBC-Br vinha apresentando crescimento, após os choques sofridos em março e abril do ano passado, em razão das medidas de isolamento social necessárias para o enfrentamento da pandemia de covid-19. Nos últimos meses, entretanto, os resultados oscilaram, com recuos em março e maio. O trimestre encerrado em julho fechou com oscilação negativa de 0,02%.

Pontos - Em julho, o IBC-Br atingiu 140,52 pontos. Na comparação com julho de 2020, houve crescimento de 5,53% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No acumulado em 12 meses, o indicador também ficou positivo, em 3,26%.

Evolução - O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 5,25% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia, a indústria, o comércio e os serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

Antecipação - O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar a evolução da atividade econômica. Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Queda - Em 2020, o PIB do Brasil caiu 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Foi a maior queda anual da série do IBGE, iniciada em 1996 e que interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%. (Agência Brasil)

 

IPEA: Inflação continua maior para as famílias de menor renda

ipea 15 09 2021O Indicador de Inflação por Faixa de Renda apontou desaceleração da taxa de inflação para todas as faixas de renda no mês de agosto, com exceção das famílias de renda média-alta. O estudo foi divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nesta quarta-feira (15/09), e revelou que, enquanto a inflação das famílias de renda baixa e muito baixa apontou alta de 0,91%, a das famílias no estrato superior de renda apresentou variação mais amena (0,78%).

Alimentação - O grupo de alimentação foi o que mais contribuiu para a alta inflacionária das famílias dos três segmentos de renda mais baixa em agosto. Já para as três faixas de renda mais alta, o maior impacto veio do grupo de transportes. Para as famílias com menor renda, mesmo diante de uma deflação em itens importantes como arroz (-2,1%), feijão (-1,7%) e óleo de soja (-0,4%), os aumentos de preços das proteínas animais - especialmente do frango (4,5%) e dos ovos (1,6%) -, da batata (20%), do açúcar (4,6%) e do café (7,6%) explicam a pressão inflacionária que vem dos alimentos.

Transportes - A alta inflacionária do grupo de transportes deve-se principalmente aos reajustes de 2,8% da gasolina e de 4,7% do etanol, combinados com o aumento nos preços dos automóveis novos (1,8%) e dos serviços de aluguel de veículos (6,6%), mesmo com a queda de 10,7% das passagens aéreas. O grupo de habitação foi o terceiro que mais influenciou todas as faixas de renda, puxado pelos aumentos de 1,1% da energia elétrica, de 2,7% do gás encanado e de 2,4% do gás de botijão.

Diferencial - Apesar de a inflação em agosto de 2021 ter ficado acima da registrada no mesmo mês de 2020, para todas as classes pesquisadas, o diferencial entre as taxas foi bem maior para as famílias de renda mais alta. As reduções de 4,4% das mensalidades escolares e de 0,44% dos serviços de recreação, ocorridas em agosto de 2020, explicam o desempenho melhor da inflação do ano passado nessa faixa que concentra os maiores rendimentos. Já para as famílias de menor renda, a inflação mais amena em 2020 decorre não só das deflações de alguns subgrupos de alimentos - tubérculos (-4,5%), hortaliças (-4,8%) e ovos (-1,1%) - e dos itens de vestuário (-0,78%), mas também dos reajustes menos intensos da energia elétrica (0,27%) e do gás de botijão (0,52%).

Maiores taxas- As famílias de renda baixa e média-baixa são as que apresentam as maiores taxas de inflação (5,9%) no acumulado do ano. Os dados acumulados em doze meses mostram que, apesar da aceleração inflacionária generalizada, a taxa de inflação das famílias de renda muito baixa (10,63%) mantém-se em patamar acima da observada na faixa de renda alta (8,0%), pressionada pelas variações de 16,6% dos alimentos no domicílio, de 21,1% da energia elétrica, de 31,7% do gás de botijão e de 5,6% dos medicamentos.

Renda alta- Já para as famílias de renda mais alta, além dos reajustes de 41,3% dos combustíveis, de 30,2% das passagens aéreas e de 12,4% dos aparelhos eletroeletrônicos em doze meses, a recente recuperação dos preços dos serviços de recreação - cuja alta em doze meses passou de 0,07% em janeiro para 5,3% em agosto - explica grande parte dessa aceleração inflacionária. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador

 

LEGISLATIVO I: Nelsinho Trad apresenta relatório sobre cabotagem, que pode ser votado na próxima semana

legislativo I 15 09 2021O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) apresentou nesta terça-feira (14/09) o relatório ao projeto de lei (PL) 4.199/2020, que institui o Programa BR do Mar para o estímulo à navegação de cabotagem. A senadora Katia Abreu (PP-TO) pediu mais tempo para analisar a matéria, que volta à pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) na próxima terça-feira (21/09).

O que é - A cabotagem é o transporte realizado entre os portos de um mesmo país. De acordo com a assessoria de Nelsinho Trad, o relatório estabelece a exigência de pelo menos um terço de tripulantes brasileiros já no início das operações das embarcações. Pela regra atual, embarcações estrangeiras podem operar com um quinto de tripulantes brasileiros após 90 dias de permanência no país e com um terço após 180 dias. O texto cria a Empresa Brasileira de Investimento na Navegação (EBN-i), que irá constituir frota e fretar as embarcações as Empresas Brasileiras de Navegação (EBNs).

Regularidade do serviço - “O que vai permitir a criação de novos mercados para a navegação de cabotagem é, sem dúvida, a regularidade do serviço: o dono da carga precisa ter a confiança e a certeza de que ela será entregue no porto e chegará ao seu destino final, no tempo esperado. Para isso, é preciso haver oferta constante do serviço (disponibilidade da embarcação) e previsibilidade nos preços dos fretes”, argumenta Trad.

Recursos - O relatório amplia o uso dos recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM). As empresas podem usar o dinheiro para promover manutenções, inclusive as preventivas. O texto também autoriza que empresas brasileiras de navegação possam definir como e onde empregar esses recursos, seja por meio de um estaleiro ou de empresa brasileira especializada na atividade.

Isenção - O texto prorroga até 2027 a isenção do Adicional do Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM). Segundo Nelsinho Trad, a medida assegura a sobrevivência da indústria salineira da região Norte diante da concorrência com o sal chileno.

Reporto - A matéria também prorroga o Reporto até 31 de dezembro de 2023. O cancelamento do programa em 2020, de acordo com o relator, prejudica a logística e a indústria do país.

Urgência - O líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse que vai pedir o regime de urgência para votação do texto.

Deliberação final - “A matéria retorna na próxima semana para a deliberação final na CAE. Será solicitada urgência para que se possa ser apreciada em Plenário já na próxima semana. O marco legal da cabotagem vai impulsionar o volume de cargas a serem transportadas pela costa brasileira e também no transporte fluvial e lacustre”, disse.

Normas - O senador Eduardo Braga (MDB-AM) lembrou que algumas normas da legislação naval brasileira foram editadas há mais de 100 anos. “A navegação marítima foi completamente modificada e modernizada tecnologicamente. A competitividade mundial e regional mudou, e o Brasil infelizmente adormeceu por interesses difusos por mais de um século sobre o transporte marítimo e de cabotagem”, disse.

Elogio - O senador Jean Paul Prates (PT-RN) elogiou o projeto. Mas destacou que o texto poderia ser aperfeiçoado para privilegiar operadores nacionais na navegação de cabotagem.

Necessário - “É um projeto necessário na história do Brasil. Destrava gargalos históricos e introduzem novos instrumentos regulatórios. É mais uma tentativa de abertura desse setor. É bom lembrar, no entanto, que a maior parte dos países tem esse setor praticamente reservado aos seus operadores nacionais. Talvez o projeto, com todos os méritos que têm, não seja suficiente”, alertou. (Agência Senado)

FOTO: Getty Images / iStockphoto

 

LEGISLATIVO II: Deputados cobram mudança na política de preços dos combustíveis da Petrobras

legislativo II 15 09 2021Deputados de diversos partidos cobraram nesta terça-feira (14/09) mudança na política de preços de combustíveis da Petrobras, que desde 2016 acompanha a variação do valor do barril de petróleo no mercado internacional e do dólar. É a chamada política de paridade internacional (PPI). O assunto foi discutido com o presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, em comissão geral no Plenário da Câmara dos Deputados.

Alta acumulada - De acordo com o IBGE, a gasolina acumula alta de preço de 31,1% entre janeiro e agosto, contra uma inflação geral de 5,7% (IPCA). O diesel e gás de cozinha (GLP) também concentram altas (28% e 23,8%, respectivamente). O valor dos combustíveis impacta a geração das usinas termelétricas movidas a gás natural e óleo diesel.

Política de preços - “Temos de ter uma política de preço capaz de não aviltar a situação das famílias do País”, disse o deputado Danilo Forte (PSDB-CE), autor do requerimento para a realização do debate. Para ele, a regra atual prejudica o País, que vive uma tripla crise (energética, econômica e sanitária). “A lógica do preço internacional é um fracasso para o Brasil”, reforçou o deputado Bohn Gass (PT-RS).

Questionamentos - Mesmo entre governistas, houve questionamentos. O deputado Cacá Leão (PP-BA) defendeu que a companhia reveja sua posição. “Pergunto se não chegou a hora da Petrobras, uma empresa que lucrou cerca de R$ 43 bilhões [2° trimestre de 2021], fazer um encontro de contas com o povo brasileiro”, afirmou Leão.

Fórmula - O deputado Igor Timo (Pode-MG) propôs que a companhia divulgue a fórmula que usa para reajustar o preço dos combustíveis. “Ela não deveria ser pública?”, perguntou.

Volta do lucro - Durante o debate com os deputados, o presidente da Petrobras não chegou a fazer uma defesa direta da política de paridade internacional, mas afirmou que as regras atuais permitiram que estatal recuperasse o lucro, que foi de R$ 42,8 bilhões no 2° trimestre de 2021, contra prejuízo de R$ 2,7 bilhões registrado no mesmo período do ano passado.

Volatilidade - Ele também disse que a estatal não repassa para os combustíveis a volatilidade do mercado. “Todo o custo que exige de produção tem sido colocado com o máximo de cuidado na hora de fazer as mudanças [dos preços]”, declarou.

Percentual - Ainda segundo Luna, a estatal responde por apenas 34% do preço do litro da gasolina na bomba. O restante é margem de lucro de postos e refinarias, tributos federais e estaduais e o custo do etanol misturado.

Defesa - Deputados aliados ao governo Bolsonaro defenderam a estatal. Eles argumentaram que o principal culpado pelo alto preço dos combustíveis é o ICMS, um imposto estadual. “Está na hora dos governos estaduais, que foram tão ajudados pelo governo federal nesta pandemia, ter compreensão e colaborar”, afirmou Osmar Terra (MDB-RS).

Paridade internacional - Já o deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) manifestou-se a favor da paridade internacional de preços. “O Brasil não pode mais fazer política econômica com preços de combustível, como aconteceu no passado”, disse.

Termelétricas - Além do preço dos combustíveis, os deputados cobraram da Petrobras o fornecimento de gás natural para as termelétricas, que devido à crise hídrica respondem hoje a cerca de 28% da produção de energia elétrica no Brasil.

Usinas - O deputado Edio Lopes (PL-RR), presidente da Comissão de Minas e Energia, afirmou que atualmente seis usinas estão sem funcionar em toda sua capacidade por falta de gás natural ou de manutenção. “Houve uma ‘sonolência’ dos diversos atores responsáveis pelo setor elétrico”, disse. Mesma crítica foi feita por Danilo Forte. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil tem 21 milhões de casos e 587,7 mil mortes

O total de pessoas que foram contaminadas pelo novo coronavírus chegou a 21.019.830. Em 24 horas, as autoridades de saúde confirmaram 13.406 diagnósticos positivos. Na segunda-feira (14/09), o painel de informações da pandemia contabilizava 21.019.830 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda há 323.616 casos em acompanhamento. A definição é dada a casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperam em casa.

Mortes - Já a soma de brasileiros que perderam a vida para a pandemia alcançou 587.797 pessoas. Entre segunda e terça-feira (13 e 14/09), foram registradas 731 mortes por causa da doença. Na segunda, o sistema de informações da pandemia marcava 587.066 óbitos.

Investigação - Ainda há 3.386 mortes em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 21.108.417. Isso corresponde a 95,7% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Balanço diário - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (14/09). A atualização consolida o levantamento realizado pelas secretarias de saúde.

Dados - Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (147.444), Rio de Janeiro (64.077), Minas Gerais (53.732), Paraná (38.163) e Rio Grande do Sul (34.510). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.816), Amapá (1.963), Roraima (1.971), Tocantins (3.719) e Sergipe (6.003).

Vacinação - Até o início da noite de terça (14/09), o painel de vacinação do Ministério da Saúde não possuía novas atualizações. Até esta terça-feira, o sistema marcava 212,8 milhões de doses aplicadas, sendo 138,6 milhões da 1ª dose e 74,1 milhões da 2ª dose. Nas últimas 24 horas, foram aplicadas 1,9 milhão de doses.

PNI - Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicadas 201,9 milhões de doses, sendo 131,9 milhões da 1ª dose e 70 milhões da 2ª dose.  

Distribuição - Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídas 259,4 milhões de doses, sendo entregues 256,4 milhões de doses. (Agência de Notícias do Paraná)

 

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SAÚDE II: Paraná registra mais 1.968 casos e 51 óbitos por Covid-19

saude II 15 09 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (14/09) mais 1.968 casos e 51 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.474.961 casos e 37.944 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de março (1), maio (47), junho (110), julho (22), agosto (208) e setembro (1.580) de 2021.

Internados - De acordo com o boletim, 814 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 583 em leitos SUS (349 em UTIs e 234 em clínicos/enfermarias) e 231 em leitos da rede particular (134 em UTIs e 97 em clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 1.399 pacientes internados, 714 em leitos de UTI e 685 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 51 pacientes. São 27 mulheres e 24 homens, com idades que variam de 19 a 96 anos. Os óbitos ocorreram entre 14 de maio e 13 de setembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (12), Londrina (5), Ponta Grossa (3), Toledo (2), São José dos Pinhais (2), Rolândia (2), Foz do Iguaçu (2), Colombo (2) e Cambé (2).

Uma morte - A informe registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Sertaneja, Santa Cruz de Monte Castelo, Pinhais, Palotina, Nova Fátima, Nova Aurora, Medianeira, Maringá, Mandaguaçu, Jaguapitã, Guarapuava, Fênix, Cianorte, Cascavel, Campo Largo, Assis Chateaubriand, Assaí, Araucária e Apucarana.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.307 casos de não residentes no Estado – 219 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo AQUI.

 

Acesse os relatórios de Exclusão de casos de Correções de municípios.

 

SAÚDE III: 8 milhões de paranaenses iniciaram a imunização contra a Covid-19, 92% da população adulta

saude III 15 09 2021O Paraná ultrapassou nesta terça-feira (14/08) a marca de 8 milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose (D1) ou dose única (DU) do imunizante contra a Covid-19. Em números absolutos, 8.011.769 doses foram aplicadas na população adulta, entre D1 e DU.

População vacinável - A estimativa do Ministério da Saúde é que o Paraná tenha 8.720.953 pessoas elencadas como população vacinável – acima de 18 anos. Sendo assim, o Estado atingiu agora 91,8% deste grupo com ao menos uma dose. Os dados são do Vacinômetro nacional, com informações da base do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Aplicação - Desde o início da campanha no Estado, 11.785.711 doses foram aplicadas, sendo 7.689.951 D1, 321.818 DU e 3.773.942 segundas doses (D2), dos quatro imunizantes disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer.

Avanço - O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, falou sobre o avanço da campanha no Paraná. “Com essas 8 milhões de primeiras doses ou doses únicas, estamos muito perto de cumprir nossa meta de 100% da população adulta vacinada com, pelo menos, uma dose em setembro”, disse.

Apoio - Ele também destacou o apoio dos municípios e do Ministério da Saúde. “Graças ao envio contínuo de doses por parte do Ministério da Saúde e ao apoio dos municípios, temos cumprido nosso objetivo de fazer a vacina chegar até o braço dos paranaenses e salvar vidas.”

Grupos - O grupo com mais aplicações entre D1 e DU é a população adulta em geral, de 18 a 59 anos, com 4.393.659 doses no total. O Paraná é o 4º estado que mais aplicou vacinas neste público no País, atrás do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, respectivamente.

60 anos ou mais - O grupo de 60 anos ou mais registra 1.724.596 aplicações, seguido de pessoas com comorbidades (571.050), trabalhadores da saúde (487.316), trabalhadores do ensino básico (229.405), caminhoneiros (93.727), gestantes (64.656), pessoas com deficiência permanente (52.032), entre outros grupos menores.

Municípios - Curitiba é o município que mais aplicou D1 ou DU na população adulta, em números absolutos, somando 767.484 imunizantes. Depois da Capital, registram números altos: Londrina (210.610 doses), Maringá (156.685), São José dos Pinhais (129.033) e Cascavel (127.443 doses).

Faixa etária - Dentre as primeiras doses e doses únicas, as faixas etárias que mais receberam vacinas em números absolutos foram de 25 a 29 anos (592.723 doses), 35 a 39 anos (590.151), 30 a 34 anos (579.963) e 40 a 44 anos (522.104).

Adolescentes e dose reforço - Com a proximidade de atingir 100% da população adulta com a D1 ou DU, o Paraná se prepara para iniciar a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos com o imunizante da Pfizer e aplicar a dose reforço em idosos acima de 70 anos e imunossuprimidos, conforme a orientação do Ministério da Saúde.

Estimativa - Segundo a estimativa do governo federal divulgada na semana passada, até esta quarta-feira (15/09) todos os estados deveriam receber doses suficientes para finalizar a vacinação da população adulta, e o Ministério da Saúde passaria a enviar doses direcionadas para adolescentes e dose reforço (3ª dose ou D3). As informações foram oficializadas por meio das notas técnicas números 27/2021 e 36/2021.

Envio - A Divisão de Vigilância do Programa Estadual de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde informa que cerca de meio milhão de doses (mais a reserva técnica), destinadas à primeira dose ou dose única, ainda precisam ser enviadas ao Paraná para que o grupo da população adulta seja finalizado. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jose Fernando Ogura / AEN

 

SAÚDE IV: Confirmados mais 26 casos e nove óbitos pela variante delta no Paraná

saude IV 15 09 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou nesta terça-feira (14/09) mais 26 casos e nove mortes pela variante delta e suas sublinhagens no Paraná. Agora, o Paraná soma 162 casos e 38 óbitos. Os dados foram repassados no relatório de circulação de linhagens Sars-CoV-2 (vírus responsável pela Covid-19), por sequenciamento genômico, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Registros - Os novos casos foram registrados em Antonina, Morretes, Paranaguá, Campina Grande do Sul, Curitiba, Quatro Barras, São José dos Pinhais, Cascavel, Alto Paraíso, Cianorte, Loanda, Londrina, Rolândia e Toledo.

Municípios - As mortes foram registradas nos municípios de Campina Grande do Sul, Curitiba, São José dos Pinhais, Cascavel e tratam-se de seis mulheres e três homens com idades que variam de 5 a 80 anos.

Amostras sequenciadas - Até agora, 926 amostras foram sequenciadas, 391 aguardam resultado e dentre os sequenciamentos, 492 indicaram a variante P.1.

Protocolo - Assim que o relatório é enviado pela Fiocruz, a Sesa entra em contato com as Regionais de Saúde, que por sua vez comunicam os municípios de residência (ou de notificação) dos casos confirmados para iniciarem a investigação epidemiológica. Este processo inclui dados desde o início dos sintomas, a realização do exame, se houve internação e se o caso é considerado como cura ou óbito.

Sublinhagens - Sublinhagens de variantes são fenômenos que fazem parte da evolução viral natural e estão associados à taxa de replicação da doença. Quanto mais o vírus se multiplica, mais rápido ocorrem os processos de evolução.

Mutações - O vírus Sars-CoV-2 sofre mutações esperadas dentro do processo evolutivo de qualquer vírus RNA. Quando isso acontece, caracteriza-se como uma nova variante do vírus. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

SAÚDE V: Com melhora dos indicadores, Paraná altera medidas restritivas contra a Covid-19

saude V 15 09 2021A diminuição do número de casos confirmados de Covid-19 e da ocupação de leitos hospitalares permitiu ao Governo do Estado alterar as medidas restritivas de combate ao coronavírus.

Validade - O decreto nº 8.705/2021, assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta terça-feira (14/09), é válido até 1º de outubro e, de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), pode ser alterado em razão do cenário epidemiológico ou da situação vacinal.

Livre circulação - Com a ação e o término da vigência do texto anterior, está permitida a livre circulação na madrugada e a venda de bebida alcoólica no mesmo período.

Eventos - Segundo a normativa, eventos poderão receber até mil pessoas (hoje o limite é de 400), desde que respeitem o limite de capacidade de 50% para locais fechados e 60% para locais abertos. Contudo, os participantes precisam estar com o esquema vacinal completo contra a doença ou apresentar exame RT-PCR negativo, com no máximo 48 horas de antecedência.

Consumo de bebidas e comidas - Também fica permitida o consumo de bebidas e comidas em eventos. Para tanto, é necessário usar máscara cobrindo o nariz e a boca durante todo o momento, exceto para ingestão momentânea de comida ou bebida.

Proibida - Permanece proibida a realização presencial dos eventos, de qualquer tipo, que possuam uma ou mais das seguintes características: em local fechado que não tenha sistema de climatização com renovação do ar e Plano de Manutenção, Operação e Controle atualizados; que demandem a permanência do público em pé durante sua realização; com duração superior a 6 horas; que não consigam garantir o controle de público no local ou que possam atrair presença de público superior àquele determinado nesta norma, como exposições e festivais; de caráter internacional; realizados em locais não autorizados para esse fim; e que não atendam os critérios previstos nesta legislação e demais normativas vigentes.

Cronograma - Caberá à Sesa editar, por meio de ato normativo próprio, um cronograma de flexibilização das normas restritivas empregadas no controle da pandemia, de acordo com o avanço da vacinação, de forma gradativa e escalonada, condicionado à avaliação dos indicadores de monitoramento dos casos de Covid-19 no Paraná.

Números - De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Sesa nesta terça-feira (14), o Paraná soma 1.474.961 casos e 37.944 óbitos pela Covid-19. A média móvel de casos, porém, é 56,6% menos do que há 14 dias. A redução de mortes no mesmo período ficou em 50%.

Ocupação de leitos - Já a ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para tratamento da doença está em 55%, enquanto taxa de ocupação dos leitos de enfermaria é de 39%.

Marca - Também nesta terça-feira, o Estado ultrapassou a marca de 8 milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose (D1) ou dose única (DU) do imunizante contra a Covid-19. Em números absolutos, 8.011.769 doses foram aplicadas na população adulta, entre D1 e DU.

Estimativa - A estimativa do Ministério da Saúde é que o Paraná tenha 8.720.953 pessoas elencadas como população vacinável – acima de 18 anos. Sendo assim, o Estado atingiu agora 91,8% deste grupo com ao menos uma dose. Os dados são do Vacinômetro nacional, com informações da base do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Aplicação - Desde o início da campanha no Estado, 11.785.711 doses foram aplicadas, sendo 7.689.951 D1, 321.818 DU e 3.773.942 segundas doses (D2), dos quatro imunizantes disponíveis: AstraZeneca, CoronaVac, Janssen e Pfizer.

Setembro - A estimativa da Sesa é fechar setembro com 100% da população adulta vacinada com a primeira dose ou dose única. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Ari Dias / AEN

 

SAÚDE VI: Boletim da dengue registra 50 novos casos no Paraná

saude VI 15 09 2021O boletim semanal da dengue, divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta terça-feira (14/09), registra 50 novos casos da doença no Paraná. Há ainda, 1.374 casos em investigação, sem nenhum óbito neste período. Até agora, são 77 casos confirmados da doença, desde o início do atual período epidemiológico em agosto deste ano.

Notificações - Em duas semanas, 169 municípios registraram notificações de dengue, que passaram de 1.410 para 2.652 – um aumento de 88,09%.

Confirmações - Os novos casos foram confirmados em Foz do Iguaçu (21), Medianeira (6), Maringá (5), Londrina (2), Cambé (2), Assaí (2), Umuarama (2), Pérola (2), Uraí (1), Jataizinho (1), Paiçandu (1), Nova Esperança (1), São Jorge do Patrocínio (1), Cafelândia (1), Paranaguá (1) e Guaratuba (1).

Nova estação- “Com a proximidade de uma nova estação, mais quente e chuvosa, os cuidados devem ser redobrados. Não podemos deixar de nos preocupar com essa doença e mantê-la longe de nossas casas. O cuidado e ajuda de cada um são fundamentais para travarmos essa luta”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Capacitação - Durante esta semana, uma capacitação para os Agentes de Combate a Endemias (ACE) é realizada na 9ª Regional de Saúde, de Foz do Iguaçu, no município de São Miguel do Iguaçu. O curso tem por objetivo orientar esses profissionais sobre as ações de campo de controle vetorial do Aedes aegypti, mosquito responsável pela transmissão de dengue, Zika vírus, febre chikungunya, dentre outras arboviroses.

Histórico - A Sesa monitora os dados da dengue desde 1991. O ano de 2007 marcou a primeira grande epidemia da doença no Paraná. Foram mais de 50 mil casos notificados, cerca de 26 mil deles confirmados e sete mortes.

Maior - A série histórica da doença aponta que o penúltimo período epidemiológico, de 2019/2020, foi o de maior registro de casos, finalizado com 227.724 confirmações e 177 óbitos.

Encerramento - No dia 3 de agosto, o informe da dengue número 43, que encerrou o período epidemiológico 2020/2021, totalizou 27.889 casos confirmados e 32 óbitos no Paraná. Os dados foram contabilizados desde o dia 1º de agosto do ano passado. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim completo AQUI.

FOTO: Pixabay

 


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