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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5156 | 16 de Setembro de 2021

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Cooperativas se reunirão virtualmente a partir do dia 8 de novembro

encontros nucleos 16 09 2021Entre os dias 8 e 11 de novembro, o Sistema Ocepar realizará a segunda rodada dos Encontros de Núcleos Cooperativos de 2021 de forma on-line. Tradicionalmente a segunda etapa do ano acontece no mês de outubro mas, atendendo à solicitação de várias lideranças cooperativistas que participarão da Expo Dubai e de outros compromissos, foi aprovado, durante reunião da diretoria da Ocepar, no último dia 9, o calendário da seguinte forma:

  • 08/11 – Centro Sul –  anfitriã Cooperativa Agrária
  • 09/11 – Sudoeste – anfitriãs Cooperativas Coagro e Sicredi Fronteiras PR/SC/SP
  • 10/11 – Noroeste/Norte – anfitriãs Cooperativas Coamo e Credicoamo
  • 11/11 – Oeste – anfitriãs Cooperativas Lar e Lar Credi 

Programação - Tão logo sejam finalizadas a programação e a respectiva forma de participação das cooperativas e de suas lideranças, divulgaremos no Informe Paraná Cooperativo.

 

SEGURO RURAL I: Cooperativas do PR solicitam aos ministérios da Economia e Agricultura remanejamento de recursos

pleito 16 09 2021Os cortes nos recursos inicialmente previstos para o Programa de Subvenção do Prêmio do Seguro Rural (PSR) levaram o Sistema Ocepar a solicitar ao governo federal o remanejamento de verbas no valor de R$ 376 milhões ao PSR que, no entendimento da entidade, seriam suficientes para sustentar o programa até a aprovação do novo orçamento, em 2022.

Ofício - A reivindicação foi encaminhada por meio de ofício assinado pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, à ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, ao secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Soria Bastos Filho, e ao subsecretário de Política Agrícola e Meio Ambiente do Ministério da Economia, Bruno Funchal.

Recursos - Para este ano, o governo federal havia anunciado, durante o lançamento do Plano Safra 2020/2021, um volume de recursos de R$ 1,3 bilhão para a Subvenção do Prêmio do Seguro Rural. Menos de três meses depois, o projeto de lei orçamentária enviado ao Congresso Nacional contemplou somente R$ 1.061 milhões. Em sua tramitação no parlamento, esse valor foi reduzido para R$ 976,3 milhões. Para finalizar, o próprio Executivo fez cortes adicionais, disponibilizando apenas R$ 924 milhões, montante 29% inferior ao anunciado inicialmente ao PSR.

Relevante - Na avaliação do Sistema Ocepar, o remanejamento de verbas é importante para a manutenção do programa, que tem se destacado com uma das políticas mais relevantes do Mapa para a agropecuária brasileira, o que tem sido comprovado pelo aumento da adesão de produtores ao PSR ao longo dos últimos anos. “No entanto, a alta demanda pelo seguro rural, combinada com o aumento dos custos de produção e um ano de eventos climáticos desfavoráveis, fizeram o custo do prêmio do seguro aumentar e isso culminou com o comprometimento de praticamente todo o orçamento do PSR em 2021, agora no mês de setembro”, afirma o presidente da entidade.

 

SEGURO RURAL II: Ministério da Agricultura defende reforço de verba

seguro II 16 09 2021Matéria publicada nesta quarta-feira (15/09) no jornal Valor Econômico destaca que a tentativa de remanejar R$ 376 milhões do seu orçamento para suplementar o caixa já esvaziado do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) este ano passou a ser uma motivação extra para o Ministério da Agricultura buscar mais “autonomia” na gestão dos recursos para políticas públicas agrícolas. A Pasta quer ter o controle sobre os valores destinados à equalização dos juros do Plano Safra e continua a defender que os gastos com o seguro, já sob sua batuta, passem a ser despesa obrigatória. Segundo o jornal, o desejo é que a verba para a gestão de riscos climáticos das lavouras e para os subsídios ao crédito rural componham uma “conta única” gerida inteiramente pela Pasta. O ministério já trabalha em uma proposta inicial nesse sentido, mas sabe que deve enfrentar resistências. Hoje, o dinheiro para a equalização está sob a responsabilidade da equipe econômica. “O ideal é que pudesse ser composto em uma grande conta para ser gerida pelo ministério e alocada conforme as necessidades do setor. É uma questão de dar horizonte de previsibilidade em termos de orçamento para as políticas públicas da agricultura”, disse o secretário de Política Agrícola do ministério, Guilherme Bastos (foto), ao Valor Econômico.

Orçamento - A demanda para tornar obrigatória a despesa com o seguro é explicada pelos cortes que o PSR sofreu, mesmo antes da aprovação da peça orçamentária deste ano. O projeto original do governo previa R$ 1,06 bilhão, que caiu para R$ 976 milhões na lei aprovada pelo Congresso. Com outras reduções internas, o montante ficou em R$ 924 milhões, valor que foi incapaz de atender o mesmo número de produtores e assegurar o mesmo tamanho de área de 2020, quando a verba aplicada foi menor (R$ 881 milhões), devido ao aumento dos custos das lavouras. Com 90% do orçamento já utilizado, o seguro rural em 2021 cobriu, até agora, 8,1 milhões de hectares e 143 mil apólices, contra 13,7 milhões de hectares e 190 mil apólices em 2020.

Pedido “Esse volume de crédito suplementar [R$ 376 milhões] garantirá a cobertura de seguro para mais 4,5 milhões de hectares e de 50 mil a 70 mil apólices”, diz ofício da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) enviado ao Tesouro. “É fundamental ter o seguro rural como despesa obrigatória para a dinâmica de crescimento do setor e para evitar que eventuais frustrações de safras que não estejam cobertas caiam de volta em renegociações de dívidas”, alertou o secretário Guilherme Bastos. Em 2022, o orçamento do PSR estará livre de cortes ou contingenciamentos, mas ainda poderá sofrer “retenção”, o que não garante a previsibilidade desejada para o programa. A negociação também já começou para garantir os recursos para 2022. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional prevê R$ 990 milhões para o PSR no ano que vem. A Pasta quer R$ 1,5 bilhão para “pelo menos continuar garantindo a subvenção para os mesmos 14 milhões de hectares” deste ano. Nesta quinta-feira, o ministério deve formalizar o pedido de remanejamento de recursos, que pode elevar o orçamento do seguro para R$ 1,3 bilhão em 2021. A proposta será analisada na próxima segunda-feira por uma junta orçamentária. “Se não acontecer pelo menos até outubro, começa a ficar problemático”, concluiu Bastos.

FOTO: Carlos Silva / Mapa

 

JURÍDICO: Terceiro painel do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul debate recuperação de crédito e alienação fiduciária

Os professores doutores Liliane Busato Batista e Oksandro Gonçalves são os palestrantes do terceiro painel do 5º Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, que vai debater o tema “Medidas atípicas do processo de execução para recuperação de crédito, alienação fiduciária e decisão do STF”. O evento, em formato on-line, será nesta sexta-feira (17/09), a partir das 9h.

Sobre os palestrantes - Liliane Busato é advogada, doutora e mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), professora adjunta da Escola de Direito da PUCPR, coordenadora e professora da pós-graduação em Direito Processual Civil, conselheira da OAB/PR e procuradora-chefe aposentada do Banco Central do Brasil. Autor de diversos livros e artigos, Oksandro Gonçalves é advogado com atuação nas áreas do Direito Empresarial, Direito Econômico e Regulação, além de Arbitragem. É mestre em Direito Econômico pela PUCPR, doutor em Direito Empresarial pela PUC-SP, pós-doutor em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e professor titular da Escola de Direito da PUCPR.

Programação - O Sistema Ocepar é o anfitrião do 5º Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul. A programação contempla a realização de quatro painéis no mês de setembro, sempre às sextas-feiras, com duração de duas horas cada. O primeiro ocorreu no dia 3, com o tema “Doença ocupacional Covid: decisões nos Tribunais” e participação do ministro Alexandre de Souza Agra Belmonte, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), e do advogado e professor Marco Antônio Villatore. O segundo debateu a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e Compliance, com a presença das advogadas Evelyn Moreno Weck e Camilla Jimene. O evento encerra no dia 24, com Cinthia Obladen de Almeida Freitas e Amanda Souto, no painel sobre Gestão eletrônica de documentos e assembleias digitais

Público - O Seminário é destinado a advogados e assessores jurídicos de cooperativas e das Unidades Estaduais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Desde sua primeira edição, em 2017, é realizado em cooperação entre os Sistemas Ocepar, Ocesc e Ocergs e tem contado com a participação de representantes do Sistema OCB.  

Inscrições - As inscrições podem ser efetivadas pelo link: https://bit.ly.3CCbPE5.

 

juridico 16 09 2021

AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS: Coops já podem enviar projetos para o PAA

aquisicao alimentos 16 09 2021A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) liberou o sistema para recebimento dos projetos para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na segunda-feira (13/09), para a modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS). Com isso, cooperativas, associações de organizações de agricultores familiares, podem enviar as propostas de participação para contarem com os benefícios do programa.

Classificação - Os projetos serão classificados pela Conab de acordo com os critérios definidos pelo grupo gestor, formado pelos ministérios da Agricultura (Mapa), da Economia (ME), da Educação (MEC) e pelo Ministério da Cidadania (MC), e que adotou novos critérios de ranqueamento para o PAA-CDS (clique aqui para conhecer), por conta do modelo societário voltado aos negócios. A ideia é dar prioridade às cooperativas nesses projetos, atendendo pleito da OCB.

Quando e como - As propostas deverão ser enviadas à Conab até o dia 13 de outubro, data prevista para o fechamento do sistema. Basta clicar aqui e mandar a sua proposta. (OCB)

FOTO: Hedeson Alves / Arquivo AEN

 

LAR: Realizada a 5ª edição de evento para promover a inovação

Mais de 50 instituições, entre universidades, institutos de pesquisa, startups, cooperativas e grandes empresas, participaram do 5º Parceiros da Inovação, evento promovido pela Lar Cooperativa no dia 13 de setembro. Pelo segundo ano consecutivo, o encontro aconteceu de forma online, com aproximadamente 200 pessoas acompanhando ao vivo e um total de mais de 700 visualizações no decorrer do dia. O evento acontece com o objetivo de aproximar e promover a interação da cooperativa com atores do ecossistema da inovação na região, mapear oportunidades e compartilhar conhecimento.

Desafios - “Temos grandes desafios, não só com a era digital, mas com a evolução do conhecimento e a importância do agronegócio para o Brasil e o mundo na produção de alimentos” afirmou o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, ao se pronunciar durante o evento. O dirigente reforçou ainda que a Cooperativa procura sempre evoluir, e um dos objetivos do evento é compartilhar as demandas para que acadêmicos e startups possam propor soluções.

Conhecimento compartilhado - A programação incluiu uma palestra especial com o tema “Inovação para construir o futuro”, ministrada por Jaqueline Weigel, que atua como futurista global, estrategista de negócios e especialista em liderança exponencial. Jaqueline abordou diversos conceitos para o profissional moderno, a necessidade da visão de longo prazo, a importância do que se decide e faz no presente para construir o futuro almejado, a inovação como ponte entre o futuro e o presente, e o grande desafio de mudar o jeito de pensar.

Bolsa de estudos - Durante a tarde também foram tornados públicos os dois projetos que receberam bolsa de estudos pela parceria entre Lar e Fundação Araucária para dar andamento em pesquisa referente a temas específicos da cooperativa. Na área avícola, o evento mostrou ao público o projeto AvIOT, desenvolvido em parceria com a UTFPR - campus Medianeira para uso de tecnologia para captar dados por meio de sensores e balanças nos aviários, o que tem gerado informações para acompanhamento em tempo real do bem-estar e desenvolvimento das aves, dados que contribuem para melhor controle, ação preditiva e resultados mais assertivos na atividade. Este projeto foi contemplado em 2020 no edital da ABDI - Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial e recebeu aporte de R$ 300 mil para execução.

Demandas - A programação também incluiu apresentação de demandas da Lar Cooperativa, realizada por funcionários de diversos setores, participação de startups e acadêmicos representantes de universidades para apresentação de seus trabalhos de pesquisa.

Participações - O evento contou com a presença da coordenadora do edital Agro 4.0 da ABDI, Isabela Gaya; gerente de projetos da Fundação Araucária, Nilceu Jabob Deitos; Diretor-geral da UTFPR Campus Medianeira, Claudio Leones Bazzi; prefeito de Medianeira, Antonio França; presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; presidente do Programa Oeste em Desenvolvimento, Rainer Zielasko e representantes de instituições de ensino e entidades regionais. (Imprensa Lar)

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COOPAVEL: 32 mil mudas são distribuídas em homenagem ao Dia da Árvore

coopavel 16 09 2021A Coopavel faz a distribuição de mais de 32 mil mudas de espécies nativas em toda a sua área de abrangência, que envolve 23 municípios das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná. O gesto é tradição da cooperativa e comemora o Dia da Árvore, oficialmente lembrado em 21 de setembro.

Entrega - A entrega envolve comunidade, escolas e produtores rurais cooperados, informa a engenheira agrônoma Edinéia Ballan Muller, do Departamento de Meio Ambiente da Coopavel (filiais). “Juntamente com a entrega das mudas, gratuitamente, ocorrem atividades complementares que chamam a atenção das pessoas para a preservação e para a produção de alimentos de forma sustentável”, segundo Edinéia.

Data emblemática - O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, considera o 21 de setembro como uma data emblemática para o Brasil. “Com mais de 60% do seu território preservado, o País é um exemplo para o mundo de respeito ao meio ambiente. O agronegócio há muito está atento a essas questões e investe cada vez mais na proteção da natureza e em conceitos ligados à sustentabilidade. E essa atitude responsável e necessária está bastante presente no cotidiano do movimento cooperativista brasileiro”, afirma Dilvo.

Espécies - As espécies entregues pela Coopavel em lembrança ao Dia da Árvore são de angico, ipê, araçá, cereja, pitanga e canafístula. As mudas vêm de uma parceria que a cooperativa mantém com o viveiro do IAP (Instituto Ambiental do Paraná). O repasse anual, por meio dessa parceria, chega a até 80 mil mudas.

Ações - Algumas ações já previstas são, em Lindoeste, em conjunto com a igreja católica entregar mudas em troca de alimentos. A arrecadação será então distribuída a famílias carentes do município. Já em parceria com a empresa UPL será realizado trabalho de recuperação e recomposição de mata ciliar em uma nascente em Juvinópolis, distrito de Cascavel. Também vai ocorrer ação em Braganey, na 1ª Romaria dos Ciclistas, que receberão, além de muda, água e lanche. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR I: Sessão de cinema nas unidades é premiada pela inovação

cocamar I 16 09 2021A iniciativa da Corteva, uma das principais fornecedoras da Cocamar, de promover nos últimos meses uma série de eventos em formato de cinema para levar informações técnicas aos produtores cooperados nas unidades da cooperativa, acaba de conquistar uma importante premiação.

Em primeiro - Na terça-feira (14/09), durante a XIX Mostra de Comunicação Agro ABMRA, promovida pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio, aquela realização conquistou o primeiro lugar na categoria especial Covid-19 pela sua proposta inovadora.

Conectados - Ao longo de várias semanas nos meses de maio, junho e julho, cooperados de vários municípios foram convidados a participar de uma sessão noturna de cinema promovida no pátio das unidades da cooperativa, intitulada “Prevenidos porém conectados”.

Novidades - As projeções abordavam novidades em tecnologias para a safra de verão 2021/22 e, na chegada, os convidados recebiam pipocas, água e outros alimentos. A orientação era que, para prevenção da Covid-19, não saíssem de seus veículos. Na saída, ganhavam brindes.

Cooperados elogiaram - “Fizemos com toda a segurança e comodidade o que, em razão da pandemia, não vinha sendo possível: a transferência de conhecimentos aos produtores”, comenta o gerente da unidade da Cocamar em São Sebastião da Amoreira, Claudinei Donizete Marcondes. Foi naquele município que o evento aconteceu pela primeira vez, recebendo elogios dos cooperados, muitos dos quais levaram suas famílias.

Marketing - “A repercussão foi bastante positiva junto aos cooperados”, destaca o representante técnico de vendas da Corteva, João Carlos Massarotte, ressaltando também o diferencial de marketing, atraindo a imprensa em alguns lugares e gerando intensa divulgação. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Produtos Viridian avançam em um mercado exigente em qualidade

Lançada em meados do ano passado, quando a Cocamar inaugurou sua indústria de fertilizantes foliares e adjuvantes, a linha de produtos Viridian vem apresentando forte crescimento nas aquisições realizadas pelos mais de 16 mil produtores cooperados.

Interesse - Para se ter uma ideia do interesse dos produtores, durante a realização no mês de agosto do Dia de Campo de Inverno Digital, que totalizou 37.555 acessos, o estande virtual do Viridian foi um dos mais visitados. Nele era apresentado um vídeo com um breve histórico e também informando como a linha de fertilizantes e adjuvantes é produzida, testada e validada.

Testes e validações - O engenheiro agrônomo Marcos Paulo de Oliveira, responsável pelo desenvolvimento de mercado do Viridian, explica que a cooperativa conta em sua indústria com uma equipe altamente especializada, visando a garantir a qualidade e também a atender às reais necessidades dos produtores em suas diferentes regiões. “Os testes e validações são realizados em três regiões do Paraná [Iporã, Maringá e São Sebastião da Amoreira] e uma do Mato Grosso do Sul [Dourados] com o apoio de renomadas instituições, entre elas o Instituto Dashen de Bandeirantes e a Universidade Estadual de Maringá”, afirma.

Segurança - “A alta credibilidade da Cocamar é uma segurança para o produtor que pretende evoluir em seu negócio”, acrescenta Marcos, enfatizando: “as matérias-primas e o processo de elaboração contam com certificação de qualidade e os testes e validações são realizados por empresas credenciadas, sem a interferência da Cocamar, com o acompanhamento de instituições renomadas”.

Experimentações - O gerente executivo técnico, Renato Watanabe, comenta que numa primeira fase, até o final da safra de verão passada, a Cocamar atuou com quatro campos de experimentações de fertilizantes, que representam as diferentes regiões de atuação da cooperativa, realizando mais de três mil protocolos técnicos.

Novos protocolos - “O objetivo foi posicionar nossa linha de produtos frente às principais referências do mercado, criando pacotes tecnológicos para atender ao apetite de investimento do produtor”, diz, mencionando que estão sendo apurados, também, os resultados de milho e, em breve, de trigo. “Para esta safra 2021/22, nossos protocolos estão pautados em testar e validar novos produtos”, informa Watanabe, mencionando que a cooperativa vem trabalhando em um portfólio específico para cana-de-açúcar em parceria com usinas da região. (Imprensa Cocamar)

CRESOL: Sistema lança nova assistente virtual

cresol 16 09 2021Com o período da pandemia o movimento no uso das plataformas digitais teve um grande aumento e para suprir as necessidades de atendimento de seus clientes, as empresas e as instituições financeiras fortaleceram ainda mais seus canais digitais.

Assistente virtual - A Cresol tem buscado novas ferramentas tecnológicas para encurtar o processo de digitalização e aplicar melhorias. Entre tantas novidades, lança, agora, a sua mais nova assistente virtual, a Sol.

Agilidade - O crescimento do uso dos canais digitais da Cresol, em torno de 60% no último ano, fez com que a Sol nascesse com o objetivo de proporcionar maior agilidade no atendimento digital da Cresol. A partir do próximo ano, a assistente virtual terá muitas funcionalidades, respondendo as principais dúvidas dos cooperados sobre todas as soluções financeiras da instituição.

Humanização - Para esse canal de atendimento virtual a Cresol buscou humanizar a representação da Sol que ganhou um rosto que se identifica com a cooperativa por meio de uma figura feminina simpática, de cabelo ruivo, que se encaixa à paleta de cores da Cresol, onde predomina a cor laranja.

Inovação - “Estamos em constante movimento, andando junto com as demandas do mercado e buscando sempre avançar no que diz respeito a inovação, e a assistente virtual vem para agilizar ainda mais nosso atendimento ao cooperado, identificando suas necessidades e dando um retorno com uma linguagem natural para que o cooperado tenha uma experiência positiva”, destacou Adriano Michelon, vice-presidente da Cresol Confederação.

Espaço - A Sol já tem um espaço no site oficial da Cresol Confederação – cresol.coop.br/sol - e um canal de atendimento via WhatsApp que permite consultar informações de quem já é cooperado e também abrir uma conta na Cresol. Esse procedimento garante a segurança contra fraudes e atesta a autenticidade das informações fornecidas, tudo de acordo com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Sobre a Cresol - Com mais de 26 anos de história, a Cresol é hoje um sistema que se destaca entre as principais cooperativas de crédito do Brasil. Possui mais de 650 agências, 660 mil cooperados e 5 mil colaboradores em 17 estados do Brasil. A solidez e a confiança da instituição também são expressas em outros números, como em mais de R$ 15 bilhões em ativos e uma carteira de crédito de mais de R$ 11 bilhões. (Imprensa Cresol)

 

SICOOB MÉDIO OESTE: Sócios fundadores são homenageados

sicoob medio oeste 16 09 2021A história do Sicoob Médio Oeste foi revivida no último dia 9, durante a homenagem prestada aos empresários que, com coragem, determinação e cooperação, foram os sócios fundadores da cooperativa. Em junho de 2005, a Cooperativa de Crédito dos Empresários de Assis Chateaubriand – Sicoob Médio Oeste iniciava suas atividades com 34 sócios e um capital social inicial de R$ 136 mil. Hoje, o número de associados já ultrapassa os 11 mil, são mais de R$ 222 milhões em operações de crédito e mais de R$ 280 milhões em ativos totais administrados.

Dados - Durante o evento, o diretor administrativo financeiro Rodrigo Dencati da Cruz apresentou dados que comprovam o crescimento da cooperativa ao longo dos anos. Nos últimos 5 anos, por exemplo, a cooperativa retornou mais de R$ 50 milhões para as comunidades onde está presente, considerando a remuneração aos colaboradores, os impostos pagos e o valor destinado aos cooperados na divisão das sobras.

Momentos marcantes - Além disso, os momentos marcantes da trajetória da cooperativa foram relembrados com fotos e depoimentos prestados pelos próprios fundadores presentes. Uma delas aconteceu sete meses após o início das atividades, quando a cooperativa finalizou o primeiro exercício com 377 sócios, porém registrando resultado negativo. Na ocasião, os 34 sócios fundadores assumiram 50% do resultado negativo apurado no exercício, não permitindo que o valor fosse rateado entre todos os cooperados. A outra metade, também resultado de uma decisão muito importante e estratégica, foi assumida pela Aciac (Associação Comercial Industrial e Agropecuária de Assis Chateaubriand), entidade essencial para a criação do Sicoob na cidade.

Reconhecimento - Em reconhecimento ao grupo que criou e viabilizou a cooperativa de crédito, seguindo sugestão do atual presidente, Rafael Katarinhuk, o Sicoob Médio Oeste presenteou seus sócios fundadores com um pêndulo de Newton, com o objetivo de sempre lembrá-los de que cada ação gera uma reação e que a sinergia existente no cooperativismo é responsável pelo crescimento e benefícios proporcionados para as comunidades. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Associada de Realeza é contemplada em sorteio

sicredi fronteiras 16 09 2021A Cooperativa Sicredi Fronteiras realizou, na tarde de terça-feira (14/09), na cidade de Realeza (PR), a entrega de mais uma premiação relativa ao Seguro Vida Mais Premiada da Icatu Seguros. Associada há menos de dois anos, Cleusa Aparecida da Silva Prates foi contemplada com o valor de R$ 10.455,91.

Satisfação - Presente no momento da entrega, o representante da Icatu, Diego Iuchemui, falou a respeito da satisfação da entrega de mais uma premiação à associada da cooperativa. “Estamos muito felizes prestigiando mais uma entrega. Essa é a quinta entrega somente em 2021, porém, ao longo da nossa parceria, já tivemos vários sorteados. Queremos agradecer a Sra. Cleusa pela confiança em nosso produto e desejamos que seja feito um bom uso desse valor e que tenha vindo em uma boa hora”.

Confiança - Fábio Largo, gerente da agência de Realeza, diz que o Seguro Vida Mais Premiada é um produto que traz muita confiança para quem está contratando e para os familiares. “Quando você precisa de uma segurança financeira, o seguro de vida é o que vai estar auxiliando você e também a sua família. Para contratar o seguro é muito fácil: basta você procurar nossa agência que contratamos o seguro de maneira imediata”.

Características - Elton Schlosser Junior, assessor de seguros da cooperativa, comentou sobre as principais características do Seguro Vida Mais Premiada. “O Seguro Vida Mais Premiada tem vários benefícios, entre eles a cobertura de morte, morte acidental, invalidez, seja total ou parcial e acima de tudo fornece a tranquilidade financeira no momento de dificuldade. Nós queremos mostrar aos nossos associados que eles não estão sozinhos, que estamos aqui para ajudá-los, sendo nas horas boas, como nessa entrega de premiação hoje, e também nas horas não tão boas”, afirma.

Surpresa - A associada contemplada, Cleusa Aparecida Prates, destacou ter ficado surpresa com a premiação. “Fico muito feliz em receber esse prêmio, ainda mais quando é inesperado. Agora o meu sonho de conhecer o Chile ficou ainda mais próximo. Obrigada Sicredi pelo ótimo atendimento sempre”. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

UNIMED CURITIBA: Ações on-line são realizadas no Mês do Cliente

unimed curitiba 16 09 2021Nesta quarta-feira (15/09), foi o Dia do Cliente. Mas, como essa data se tornou ainda mais importante para a Unimed Curitiba no ano em que completa 50 anos de fundação, as ações de cuidado serão ampliadas e a cooperativa programou um mês inteiro para homenagear seus clientes. “Como um dia é pouco para celebrar e agradecer quem faz parte da nossa história, vamos promover o Mês do Cliente e oferecer conteúdos on-line que estimulam a adoção de novos hábitos na rotina para gerar bem-estar e promover mais qualidade de vida para as pessoas, trazendo sempre o cuidado como pauta principal”, explica Valéria Lopes, supervisora de Marketing da Unimed Curitiba.

Próximas semanas - Ao longo das próximas 4 semanas, a maior operadora de plano de saúde do Paraná disponibilizará vídeos, e-books e playlists especiais sobre cuidado com o corpo, com a mente, com a alma e com os outros em seus canais no YouTube, Facebook, Instagram e Spotify.

Programação - A programação conta com edições especiais do Diálogo Saudável em que especialistas darão dicas sobre alimentação equilibrada e sobre a importância do brincar para o desenvolvimento das crianças, além de aulas de meditação guiada e prática de exercícios para ajudar as pessoas a se movimentarem mais. Para ter acesso aos conteúdos on-line, basta acompanhar as redes sociais da Unimed Curitiba. Será tudo aberto ao público e não apenas aos clientes da operadora.

SERVIÇO:

Mês do Cliente Unimed Curitiba

YouTube: https://www.youtube.com/user/UnimedCuritiba
Facebook: https://www.facebook.com/UnimedCuritiba/
Instagram: https://www.instagram.com/unimedcuritibaoficial/

Sobre a Unimed Curitiba - A Unimed Curitiba é a maior operadora de plano de saúde do Paraná e está entre as maiores do Sistema Unimed. Fundada em 1971, completou 50 anos em agosto de 2021 com mais de 4.600 médicos cooperados de diferentes especialidades, que atendem 551 mil clientes junto a 1.600 colaboradores. Compondo a maior rede credenciada do estado com 54 hospitais, 245 clínicas e 91 laboratórios, sendo 20 deles próprios (Unimed Laboratório) e três bancos de sangue. A cooperativa conta com diversos canais de atendimento remoto e 19 unidades de atendimento presenciais distribuídas em Curitiba e municípios da Região Metropolitana.

Reconhecimento - A marca Unimed é Top of Mind 26 vezes ininterruptas, pelo Prêmio World Branding Awards que anualmente reconhece as principais marcas do mundo, e é também a única marca brasileira eleita na categoria Planos de Saúde pelo National Award. Já a Unimed Curitiba, é reconhecida pela Great Place to Work (GPTW) como uma das melhores empresas para se trabalhar no Paraná, considerado o 9º maior plano de saúde na edição 2020 do Prêmio Valor 1000, está na 59ª colocação entre as 500 maiores do Sul e a 23ª posição entre as 100 maiores do Paraná segundo o levantamento de 2020 do projeto do Grupo Amanhã, o mais importante ranking regional do Brasil. Saiba mais em unimedcuritiba.com.br ou acesse as redes da cooperativa no Facebook, Instagram e LinkedIn. (Imprensa Unimed Curitiba)

 

CNA: Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil é reeleito por unanimidade

cna 16 09 2021O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, foi reeleito na terça (14/09) para mais um mandato à frente da entidade (quadriênio 2021-2025). João Martins obteve o voto de todas as 27 Federações Estaduais de Agricultura e Pecuária em uma votação que ocorreu na sede da CNA, em Brasília.

Responsabilidade - Em sua primeira manifestação após a eleição, João Martins falou da responsabilidade que terá daqui para frente e da necessidade de “estarmos cada vez mais unidos para enfrentar os desafios futuros”. “O resultado unânime credencia minha gestão para atuar com a plena participação e com a união de todas as 27 Federações nessa nova empreitada”, afirmou.

União - Só a união de todos, reforçou Martins, será capaz de proteger, fortalecer e ajudar os produtores rurais a enfrentar todas as questões nacionais e mundiais que virão. “Minha obrigação é, acima de tudo, defender o produtor rural brasileiro. Uma obrigação de cada vez mais fazer com que essa Casa defenda a agropecuária brasileira”, afirmou.

Liderança - No comando da CNA desde 2015, João Martins tem uma trajetória profissional marcada pela defesa dos produtores rurais. Também presidiu a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb) e é acionista e presidente da Agropecuária João Martins S/A.

Comissão Eleitoral - O processo foi conduzido por uma Comissão Eleitoral comandada pelo presidente da Anater, Ademar Silva Júnior, e composta também pelo presidente do Conselho de Administração da Embrapa, Fernando Camargo, e pelo presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), Nilson Leitão.

Conselho - O Conselho de Representantes, formado pelas Federações de Agricultura e Pecuária, também elegeu, na chapa liderada por Martins, seis vice-presidentes que formam a Diretoria Executiva e os seis membros do Conselho Fiscal, três titulares e três suplentes.

Composição - Composição da Diretoria Executiva e Conselho Fiscal (Quadriênio 2021-2025)

Presidente - João Martins da Silva Júnior (BA)

1º vice-presidente – José Mário Schreiner (GO)

2º vice-presidente – Gedeão Silveira Pereira (RS)

1º vice-presidente de Finanças - José Zeferino Pedrozo (SC)

2º vice-presidente de Finanças - Muni Lourenço Silva Júnior (AM)

1º vice-presidente de Secretaria - Mário Antônio Pereira Borba (PB)

2º vice-presidente de Secretaria - Júlio da Silva Rocha Júnior (ES)

Conselho Fiscal

Efetivos

Normando Corral (MT)

Raimundo Coelho de Sousa (MA)

Silvio Silvestre de Carvalho (RR)

Suplentes

Paulo Carneiro (TO)

José Álvares Vieira (RN)

Ivan Apóstolo Sobral (SE)

(Assessoria de Imprensa da CNA)

FOTO: CNA

 

INFRAESTUTURA: Investimento em ferrovia é essencial para alcançar pleno potencial de movimentação de cargas nos portos

infraestrutura 16 09 2021O projeto da Nova Ferroeste, que ampliará a malha ferroviária paranaense, é fundamental para atender o crescimento da demanda do setor produtivo e acompanhar os investimentos públicos e privados que vêm aumentando a eficiência e o potencial de movimentação de cargas nos portos do Paraná. Esse cenário foi apresentado na manhã desta quarta-feira (15/09), em evento promovido pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep). O encontro, que reuniu representantes do governo estadual, do setor produtivo e de empresas públicas e privadas que atuam na área portuária paranaense, foi transmitido ao vivo para investidores nacionais e estrangeiros.

Competitividade - O presidente da Fiep, Carlos Valter Martins Pedro, que participou da abertura do evento, destacou que investimentos em infraestrutura são essenciais para a competitividade da indústria e do setor produtivo. “O Paraná tem uma diversificação industrial muito importante e ações como essas aumentam a nossa competitividade. Que este evento seja motivador para investimentos na infraestrutura de nosso estado”, disse.

Melhor gestão portuária - Já o secretário de Estado da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, ressaltou que o Paraná já tem a melhor gestão portuária do país, com ganhos consecutivos de eficiência em Paranaguá, e agora é necessário avançar no modal ferroviário. “O porto é uma consequência de todo o trabalho da infraestrutura, então precisamos fazer com que nossas rodovias, ferrovias e até aeroportos tenham condições de atender o porto”, afirmou. “Vamos ter, nos próximos anos, avanços em todos os modais”, completou.

Ministério da Infraestrutura - Quem também participou da abertura do evento foi o secretário nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, Marcello da Costa. “Estive recentemente conhecendo não só o projeto da Nova Ferroeste, mas visitando também o Porto de Paranaguá, aprofundando o meu conhecimento, e atesto a qualidade do trabalho que foi desenvolvido em um projeto revolucionário para o Paraná e o Sul do país”, relatou. Segundo ele, a Nova Ferroeste incorpora os mais modernos conceitos nas áreas de engenharia e ambiental, com capacidade de transformar o Paraná em um hub logístico. “É um projeto fantástico, que tem sido conduzido com maestria e que a gente do governo federal apoia”, acrescentou.

Presenças - Também participaram da abertura do evento o secretário de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge; o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar do Mato Grosso do Sul, Jaime Elias Verruck; o diretor do Departamento de Transporte Ferroviário do Ministério da Infraestrutura, Ismael Trinks; e o vice-presidente da Fiep, Edson Vasconcelos, que coordena o Conselho Temático de Infraestrutura da entidade.

Nova Ferroeste - O projeto da Nova Ferroeste foi apresentado pelo coordenador do Grupo de Trabalho do Plano Estadual Ferroviário, Luiz Henrique Fagundes. Com extensão total de 1.304 quilômetros, a ferrovia vai ligar Maracaju, no Mato Grosso do Sul, ao Porto de Paranaguá, ampliando e modernizando o trecho atualmente existente entre Cascavel e Guarapuava. A previsão é que o investimento alcance US$ 6,2 bilhões – cerca de R$ 32,5 bilhões pela cotação atual. Já com relação à movimentação de carga, a estimativa é que se chegue a 38 milhões de toneladas no primeiro ano de concessão, ampliando essa cota para 85 milhões de toneladas ao final do período de 60 anos de concessão, um aumento de 123,7%.

Conexão de modais - “Logística nada mais é do que conexão de modais, e o que estamos fazendo aqui é logística pura”, disse Fagundes, ressaltando que o investimento pode propiciar a ampliação do transporte aos portos de cargas não apenas do Paraná, mas também do Mato Grosso do Sul e de Santa Catarina, além do Paraguai. A expectativa é que o projeto vá a leilão entre março e abril de 2022, com tempo previsto de 10 anos para a construção integral da ferrovia.

Impacto nos portos - O projeto da nova Ferroeste é fundamental para que os portos paranaenses consigam atender o aumento da demanda do setor produtivo. Luiz Fernando Garcia da Silva, diretor-presidente da Portos do Paraná, que administra os portos de Paranaguá e Antonina, explicou que, em 2020, das 57,3 milhões de toneladas de cargas movimentadas, apenas 14,9% do total foi por ferrovias. A imensa maioria, com participação de 83,7%, foi por rodovias. Como as projeções apontam que, em 2060, o porto tem potencial para chegar a 85 milhões de toneladas em um ano, é preciso ampliar a participação do modal ferroviário. “Um complexo portuário que pretenda movimentar 85 milhões de toneladas não vai dar certo tendo uma matriz (de transporte) dessa magnitude”, disse.

Capacidade e eficiência - Além disso, a Portos do Paraná também vem realizando e planejando investimento para aumentar ainda mais sua capacidade e eficiência. Um dos projetos em andamento é o da derrocagem do canal de acesso, que vai ampliar a profundidade dos atuais 12,5 para 13,5 metros. Nos próximos anos, será realizada a dragagem do canal, que possibilitará um calado de 15,5 metros e permitirá o acesso aos berços de atracação de navios com maior capacidade.

Projeto “Moegão” - Outra iniciativa que deve ser licitada em breve é o chamado Projeto “Moegão”, que vai centralizar a descarga ferroviária de grãos em uma moega exclusiva. Nele está prevista uma reestruturação rodoferroviária dos acessos dos terminais da região leste do Porto de Paranaguá, otimizando a capacidade de recepção de cargas em ambos os modais.

Contêineres - A Nova Ferroeste vai possibilitar também o aumento do transporte de cargas conteinerizadas aos portos paranaenses. Foi o que explicou o gerente executivo de Marketing e Logística do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), Mateus Campagnaro. Hoje, o TCP é o terceiro principal terminal do país em movimentação portuária de contêineres. Responsável pelo maior investimento do setor portuário do Brasil na atualidade, com aplicação de mais de R$ 550 milhões em obras de ampliação da capacidade de movimentação do terminal, passando de 1,5 milhão TEUs/ano para 2,5 milhões TEUs/ano, o TCP está se preparando para atender a demanda de mercado brasileiro pelos próximos 30 anos.

Principais cargas - As principais cargas recebidas atualmente pelo TCP são carnes, com participação de 42% no volume movimentado. “Cada vez mais o volume de cargas refrigeradas, em especial aqui no Paraná de carne de frango, vai crescendo. Hoje somos líder absoluto em exportação de cargas refrigeradas e quando isso se conecta com a Ferroeste, a gente consegue identificar que o potencial do projeto é gigantesco”, explicou Campagnaro.

Novos portos - A ampliação da malha ferroviária é importante também para acompanhar novos investimentos privados programados para o litoral paranaense. Durante o evento na Fiep, o consultor da área portuária, Luiz Henrique Tessuti Dividino, detalhou como uma maior utilização do modal ferroviário pode reduzir custos para o setor produtivo, tornando as mercadorias brasileiras mais competitivas. “Nosso custo de transporte é mais alto do que o dos concorrentes. Um dos fatores é a distância, mas há também a falta de infraestrutura”, afirmou.

Porto Guará - Além disso, Dividino apresentou detalhes do projeto do Porto Guará, que está em fase de licenciamento ambiental para instalação em Paranaguá. Um dos destaques do projeto é justamente a forte integração com o modal ferroviário. A estimativa é que o terminal tenha capacidade de movimentar 35 milhões de toneladas ao ano por ferrovia, além de 400 mil TEUs. “Nós olhamos o projeto da Nova Ferroeste como linha-mestra”, disse. (Agência Fiep de Notícias)

FOTO: Gelson Bampi

Assista ao evento na íntegra

 

ECONOMIA: BC publica relatório e normas sobre gestão de riscos climáticos

economia 16 09 2021O Banco Central (BC) publicou, nesta quarta-feira (15/09), um conjunto de normas que tratam da gestão de riscos sociais, ambientais e climáticas no âmbito do sistema financeiro. A autarquia divulgou ainda o primeiro Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas, que apresenta as ações do BC na dimensão sustentabilidade da Agenda BC#, que reúne as estratégias do banco na promoção da estabilidade financeira do país.

Relação - De acordo com o presidente do BC, Roberto Campo Neto, há uma relação clara desses riscos sociais, ambientais e climáticas com os riscos tradicionais das instituições financeiras, como de crédito, operacional e os próprios do mercado, capazes de afetar a política monetária e o equilíbrio do sistema financeiro. “Choques ambientais e climáticos podem afetar a taxa de inflação. Esses choques são difíceis de prever, afetam a oferta e, assim, são mais difíceis para a política monetária”, disse.

Choques climáticos recentes - Ele citou choques climáticos recentes como, por exemplo, as ondas de calor na América do Sul, geadas no Sul do país e a atual crise hídrica que afetam o preço dos alimentos e da energia e trazem impactos negativos sobre a inflação. “No longo prazo, esses choques podem ter efeitos duradouros, afetam a produtividade e o crescimento econômico de longo prazo e, portanto, a taxa de juros neutra [aquela adequada para estimular a economia sem gerar instabilidade na inflação]”, explicou.

Vulnerabilidades - Nesse sentido, segundo Campo Neto, os bancos centrais em todo o mundo precisam avaliar as vulnerabilidades do sistema financeiro em relação a esses riscos que podem provocar mudanças nas avaliações de ativos e perdas para o sistema. Segundo ele, especialmente na última década, o BC tem implementado medidas relacionadas ao assunto, como agora, com essas entregas da dimensão de sustentabilidade de sua agenda de trabalho.

Sustentabilidade - O pilar de sustentabilidade da Agenda BC# foi lançado em setembro do ano passado e tem diversos tipos de ações internas, políticas, regulatórias e de supervisão e de parcerias.

Novas normas - Os novos normativos publicados são o resultado das consultas públicas nº 82, nº 85 e nº 86, realizadas pelo BC, e tem o objetivo de trazer maior compreensão desses riscos por parte das instituições financeiras e demais atores do sistema, reduzir as assimetrias de informação e favorecer o desenvolvimento do crédito e das finanças sustentáveis.

Fortalecimento das regras - Eles tratam do fortalecimento das regras de gerenciamento desses riscos, com a exigência da elaboração de uma Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) pelas instituições do Sistema Financeiro Nacional (SFN). Além disso, os normativos padronizam a divulgação, por essas instituições, de informações sobre riscos e oportunidades sociais, ambientais e climáticas, aumentando a transparência.

Impedimentos legais - Também integra o conjunto de normas, uma resolução do BC que trata de impedimentos legais e infralegais existentes relacionados a questões sociais, ambientais e climáticas na contratação de crédito rural. Esses impedimentos já são verificados pelas instituições financeiras e, agora, o BC colocará uma segunda linha de defesa, em que um sistema próprio vai reconhecer esse risco

Automatizados - Já estão automatizados, por exemplo, a exigência de Cadastro Ambiental Rural (CAR) e as informações sobre utilização de trabalho em condições análogas à de escravo. Até o próximo Plano Safra, o BC quer incluir no sistema os impedimentos de sobreposições de cultivo em unidades de conservação, terras indígenas e quilombolas e em áreas embargadas da Amazônia.

Gestão dos riscos - De acordo com o BC, as iniciativas estão alinhadas com as recentes recomendações e tendências internacionais em torno da gestão dos riscos climáticos e ambientais, e da transparência em relação a eles. O Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas, que trata das frentes de trabalho do banco, está disponível na página do BC.

Componentes - No risco climático há dois componentes principais, o físico e o de transição. O físico diz respeito a perdas financeiras com eventos extremos, como secas ou chuvas extremas, que podem trazer riscos operacionais e de crédito, já que esses eventos têm impacto na produtividade das empresas. O risco de transição trata, por exemplo, do valor das reservas de petróleo, caso o processo de transição para a economia de baixo carbono aconteça de forma mais rápida e intensa.

Associação - O risco ambiental está associado, por exemplo, ao financiamento de empreendimentos que devem cumprir exigências ambientais e estão sujeitos a embargos. Já o risco social trata da própria percepção dos clientes sobre as instituições financeiras, o que pode impactar a realização de negócios. (Agência Brasil)

FOTO: Arquivo Ministério do Meio Ambiente

 

FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO: Comissão aprova proposta que prorroga a desoneração da folha de pagamentos até 2026

financas tributacao 16 09 2021A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2541/21, que prorroga de dezembro de 2021 para dezembro de 2026 a desoneração da folha de pagamentos para 17 setores da economia, considerados alguns dos mais intensivos em mão de obra.

Setores - Os setores são: calçados, call center, comunicação, confecção/vestuário, construção civil, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, TI (tecnologia da informação), TIC (tecnologia de comunicação), projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas.

Parecer favorável - A comissão acolheu parecer favorável do relator, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS). “A extinção da desoneração da folha representaria obstáculo à manutenção e à geração de empregos, pois agravaria custos de contração para os importantes setores da indústria, dos serviços, dos transportes e da construção”, disse.

Pandemia - “A pandemia da Covid-19 impõe incertezas sobre a recuperação econômica no curto prazo. O ritmo da retomada não se encontra num patamar satisfatório, e os segmentos mais diretamente afetados pelo distanciamento social continuam bastante deprimidos. Por isso, não parece oportuno retirar os estímulos fiscais hoje existentes, em especial os de natureza tributária”, afirmou Georgen.

Alteração - A proposta aprovada altera a Lei 12.546/11, que trata de temas tributários. O texto também eleva em um ponto percentual a alíquota de Cofins-Importação para um conjunto de produtos, de forma a equilibrar os custos entre bens produzidos no Brasil e no exterior.

Continuidade - “Proponho a continuidade da desoneração da folha de pagamentos para todos os setores que atualmente se valem dela, a fim de promover o bem-estar social e o desenvolvimento econômico”, disse o autor, deputado Efraim Filho (DEM-PB). Já o aumento da Cofins-Importação visa proteger os fabricantes brasileiros.

Vetos presidenciais - Em 2020, o Congresso Nacional aprovou o aumento da Cofins-Importação nos itens que concorrem com a produção de setores beneficiados pela desoneração da folha de pagamentos. No entanto, ao sancionar a Lei 14.020/20, o presidente Jair Bolsonaro vetou esse ponto, e o Congresso manteve o veto.

Derrubado - Na ocasião, Bolsonaro também vetou a prorrogação, até o próximo dia 31 de dezembro, da desoneração da folha para os mesmos 17 setores. O Congresso, no entanto, derrubou esse veto. Na Câmara dos Deputados foram 430 votos a 33 em defesa da desoneração. No Senado, 64 votos a 2.

Custo - Segundo o governo, a desoneração até o final deste ano custará R$ 10 bilhões aos cofres públicos. O mecanismo permite que as empresas paguem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre a folha de salários. Os setores beneficiados dizem que isso ajuda a manter 6 milhões de empregos.

Estimativa - No projeto, Efraim Filho não estimou os custos da eventual nova prorrogação. “A análise do impacto orçamentário e das possíveis compensações, assim como de medidas para a boa governança e a prudência fiscal, poderá ocorrer durante o processo legislativo, com o oportuno diálogo com o Poder Executivo”, disse.

Tramitação - O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Luis Macedo / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Mortes sobem para 588,5 mil e casos, para 21,03 milhões

A quantidade de brasileiros mortos pela covid-19 subiu para 588.597 pessoas. Em 24 horas foram registrados 800 óbitos em razão da doença.

Investigação - Ainda há 3.328 mortes em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente ter morrido.

Soma - A soma de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia foi para 21.034.610. Entre terça e quarta-feira (14 e 15/09), as secretarias de Saúde registraram 14.780 casos.

Acompanhamento - Ainda há 307.746 casos em acompanhamento. O nome é dado ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Recuperadas - O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 chegou a 21.138.267. Isso corresponde a 95,7% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia.

Balanço diário - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta quarta-feira (15/09). A atualização consolida o levantamento realizado pelas secretarias de Saúde.

Estados - No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (147.641), Rio de Janeiro (64.295), Minas Gerais (53.845), Paraná (38.216) e Rio Grande do Sul (34.538). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.816), Amapá (1.969), Roraima (1.980), Tocantins (3.724) e Sergipe (6.003).

Casos - São Paulo também lidera no número de casos, com 4.302.511, seguido por Minas Gerais (2.103.798) e Paraná (1.482.927). As unidades da Federação com menos casos são Acre (87.916), Amapá (122.616) e Roraima (125.616).

Vacinação - Em sua última atualização, o painel de vacinação do Ministério da Saúde marcava 214,6 milhões de doses aplicadas, sendo 139,2 milhões de primeira dose e 75,4 milhões de segunda dose ou dose única. Nas últimas 24 horas, 1,5 milhão de doses foram aplicadas.

PNI - Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunizações (PNI), foram aplicados 203,8 milhões de doses, sendo 132,4 milhões de primeira dose e 71,3 milhões de segunda dose ou dose única. Ainda aguardam o registro, 10,8 milhões de doses, sendo 6,5 milhões de primeira dose e 4,1 milhões de segunda dose ou dose única.

Distribuição - Ainda conforme o painel de vacinação, foram distribuídos 265,8 milhões de doses, sendo entregues 256,4 milhões de doses e com 9,4 milhões de doses em processo de distribuição. (Agência Brasil)

 

saude I 16 09 2021

SAÚDE II: Mais 2.038 casos e 60 mortes pela Covid-19 são registrados no Paraná

saude II 16 09 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (15/09) mais 2.038 casos confirmados e 60 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números são referentes a meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento feito pela Saúde mostram que o Paraná soma 1.476.662 casos confirmados e 37.998 mortos pela Covid-19.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta quarta-feira são de setembro (1.645), agosto (212), julho (19), junho (97), maio (62) e abril (3) de 2021.

Internados - O boletim relata que há 802 pacientes com diagnóstico confirmado internados. São 580 em leitos SUS (354 em UTI e 226 em enfermaria) e 222 em leitos da rede particular (133 em UTI e 89 em enfermaria). Há outros 1.425 pacientes também internados, 728 em leitos UTI e 697 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles são da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Secretaria da Saúde informa a morte de mais 60 pacientes. São 27 mulheres e 33 homens, com idades que variam de 23 a 89 anos. Os óbitos ocorreram entre 17 de abril a 14 de setembro de 2021. Os pacientes que faleceram residiam em Londrina (11), Curitiba (8), São José dos Pinhais (2), Ponta Grossa (2), Pinhais (2), Maringá (2), Céu Azul (2), Centenário do Sul (2) e Cambé (2).

Um registro - Além disso, foi registrada, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos seguintes municípios: Umuarama, Toledo, Terra Roxa, São Mateus do Sul, Sarandi, Santa Inês, Santa Cruz de Monte Castelo, Realeza, Prudentópolis, Piraquara, Pinhão, Palotina, Ortigueira, Nova Londrina, Morretes, Lapa, Ipiranga, Imbituva, Foz do Iguaçu, Floresta, Fazenda Rio Grande, Cascavel, Campo Largo, Assis Chateaubriand, Arapongas, Apucarana e Andirá.

Fora do Paraná - O monitoramento da Saúde registra 6.265 casos de residentes de fora do Estado, sendo que 218 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim na íntegra

Confira relatórios de exclusão e de correções de municípios

 

SAÚDE III: Ministério da Saúde confirma mais 324,9 mil vacinas contra a Covid-19 ao Paraná

saude III 16 09 2021O Ministério da Saúde confirmou na tarde desta quarta-feira (15/09) o envio de mais 324.930 vacinas contra a Covid-19 ao Paraná. São 115.500 doses da AstraZeneca/Fiocruz e 209.430 da Pfizer/BioNTech.

Lotes - Os imunizantes da Pfizer estão previstos para chegar em dois lotes, às 8h25, no voo LA 4787, e às 10h20, no voo G3 1126, no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, dentro da 100ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde. Já as doses da AstraZeneca desembarcam no voo AD 4193, às 10h05, e contemplam a 99ª pauta.

Cemepar - As doses serão encaminhadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, onde passarão por conferência e armazenamento até que sejam descentralizadas. A distribuição dos imunizantes para as 22 Regionais de Saúde está condicionada à divulgação do Informe Técnico referente a esta pauta, para confirmar se o lote se trata de primeira ou segunda dose.

Questionamento - A Secretaria de Estado da Saúde já questionou o Ministério da Saúde sobre o Informe Técnico referente o lote de 63.180 doses da Pfizer que chegaram ao Estado nesta quarta-feira (15/09) e também sobre este novo lote. Ainda não há previsão de envio do documento.

Vacinômetro - Segundo os dados do Vacinômetro nacional, 11.910.383 doses foram aplicadas no Estado, sendo 7.713.003 D1, 322.052 doses únicas (DU) e 3.875.328 segundas doses (D2). Entre D1 e DU, o Paraná já atingiu 92,1% da população adulta estimada em 8.720.953 pessoas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 


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