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COCAMAR I: UDT de Guairaçá inicia colheita mecânica de café

A colhedora mecânica avança devagar sobre a lavoura de café. A cena é curiosa para quem não está acostumado a ver uma colheita desse produto com máquina conduzida igual a um trator. Em poucos segundos, ela chacoalha os ramos, derruba os grãos e os armazena em um compartimento que, de tempos em tempos, é esvaziado em caçambas. O ritmo parece lento, mas, em uma semana, ela faz o que um grupo numeroso de trabalhadores demoraria ao menos três.

Operação - Na terça-feira (16/05), como já acontece há anos, uma colhedora trazida por um prestador de serviço de Minas Gerais começou a operar na região da Cocamar, onde permanecerá durante alguns meses cumprindo roteiro previamente agendado, de propriedade em propriedade. Os trabalhos iniciaram pela Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da Cocamar em Guairaçá, município vizinho a Paranavaí, no noroeste do estado. São 218 hectares de área total, dos quais 15 mantidos com café mecanizado em todas as suas etapas, além de contar com sistema de fertirrigação.

Abrangência - O técnico agrícola Jeferson da Silva Barreto, responsável pela UDT, informa que a colheita vai abranger 45 mil pés e a expectativa é que sejam produzidas 83 sacas por hectare, em média. Caso não chova nos próximos dias, o serviço deve ser finalizado em uma semana. Na UDT são cultivadas 75 variedades de café e essa cultura é incentivada pela Cocamar como uma opção a mais de renda para os produtores.

Colheita mecânica - Diferente do que se possa pensar, a colheita mecânica não está tomando o lugar dos trabalhadores. A indisponibilidade de mão de obra no campo é que vem descartando a manutenção dos trabalhos manuais e impedindo a expansão da atividade. “Hoje em dia, não dá para continuar dependendo do trabalho manual”, afirma o consultor de café da Cocamar, Adenir Fernandes Volpato, o Gabarito.

Custo - A colhedora não sai por menos de R$ 220,00 a hora, mas contar com seus serviços significa reduzir custos de produção em, no mínimo, 20%, segundo Gabarito. Por ser escassa, a mão de obra acaba ficando caro e se torna o item mais representativo nas despesas. Sem esquecer que o equipamento, ao agilizar a retirada dos grãos da lavoura, diminui os riscos de perda de qualidade dos mesmos em função de uma eventual demora na colheita, causada por mudanças do clima. (Imprensa Cocamar)

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