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WEBSÉRIE CREA-PR: Presidente da Ocepar participa de debate sobre agronegócio e economia

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou, na tarde desta terça-feira (04/07), do segundo capítulo da websérie “Uma NOVA Engenharia para um NOVO Brasil” - um projeto do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PR) em parceria com o jornal Gazeta do Povo. O debate aconteceu nos estúdios da Gazeta do Povo, e contou ainda com a presença do presidente do Crea-PR, Joel Krüger, do primeiro vice-presidente do Crea/PR, Nilson Cardoso, e do secretário da Agricultura do Estado do Paraná, Norberto Ortigara. Durante 30 minutos, eles discutiram o tema “Do agronegócio à agroeconomia: a vocação natural do setor que impulsiona o PIB na crise”. O programa foi transmitido ao vivo pelo Facebook da Gazeta do Povo. Clique aqui para conferir.

Cooperativismo - Ao ser questionado pelo jornalista Ricardo Sabbag sobre o que seria do Brasil e do Paraná sem as cooperativas no agronegócio, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, foi taxativo: “Acredito que nem seria. Hoje não teria como fazer uma safra sem contar com as estruturas existentes nas cooperativas. Por que não seria possível? Primeiro porque o Paraná, por exemplo, possui mais de 370 mil agricultores, dos quais 170 mil estão nas cooperativas, sendo que 78% são pequenos produtores, e eles movimentam quase 60% da safra paranaense. Isso quer dizer o seguinte: através da organização, realizada por meio das cooperativas, a maioria dos pequenos conseguem se viabilizar. Essa é uma das funções das cooperativas, organizar economicamente os agricultores. Isso é fundamental”, afirmou. “E, para receber uma safra de grãos, é necessário dispor de uma estrutura moderna e o cooperativismo, nos últimos cinco anos, investiu, em média, R$ 2,4 bilhões em agroindústria e armazenagem, basicamente. Isso deu aquela alavancagem. Não daria para imaginar receber 42 milhões de toneladas de grãos produzidos no Paraná sem essa estrutura. As cooperativas respondem por 60% da capacidade estática de armazenagem do Estado”, acrescentou. Além disso, Ricken citou como pontos importantes de atuação do cooperativismo a agregação de valor, por meio do processamento da matéria-prima nas agroindústrias mantidas pelo setor, a expansão do cooperativismo de crédito e a busca por maior inserção no mercado internacional. “Hoje o cooperativismo do Paraná está em mais de 120 países. Produzir é uma coisa. Você viabilizar essa produção e colocar no mercado para gerar renda, somente com organização econômica, que, no nosso entendimento, cabe bem às nossas cooperativas”, completou. Ricken também lembrou que do total de 1.800 profissionais que atuam na assistência técnica das cooperativas paranaenses, 1.100 são engenheiros agrônomos.

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