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IPEA: Investimentos na economia caem no acumulado do ano

ipea 20 10 2017O bom desempenho da produção de bens de capital em agosto não foi suficiente para colocar os investimentos em uma trajetória de recuperação no país, de acordo com o indicador mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quinta-feira (19/10).

Estável - O indicador, que mede a taxa de investimentos na economia, ficou praticamente estável em agosto, ao apresentar ligeira queda de 0,1% na comparação ao mês imediatamente anterior, pela série com ajuste sazonal. O índice acumula agora queda de 3,9% no ano até agosto e baixa de 4,8% em 12 meses.

Comparação com o mesmo mês - Quando comparado ao mesmo mês do ano passado, porém, os investimentos cresceram 0,8%. Foi a primeira alta nessa base de comparação após 13 leituras de queda. Foi ainda a segunda vez que o indicador apresentou alta interanual nos últimos 42 meses. A outra ocorreu em junho do ano passado (0,1%).

Nível maior - “O crescimento ao longo dos meses foi suficiente para finalmente levar os investimentos para um nível maior que o do mesmo período do ano passado. Mesmo com desempenho ruim da construção civil”, disse José Ronaldo de Castro Souza Junior, diretor de macroeconomia do Ipea.

Desempenho - De acordo o Ipea, o consumo aparente de máquinas e equipamentos cresceu 1,8% em agosto frente a julho deste ano, compensando a queda de 1,8% do mês anterior. O consumo aparente é calculado pela produção doméstica, acrescida das importações e descontadas as exportações.

Passagem - Na passagem de julho para agosto, o destaque foi a produção doméstica de bens de capital, em alta de 1,4%. O comércio exterior, por sua vez, apresentou fraco desempenho: as importações desses bens recuaram 1,2% em agosto, enquanto a exportação desses bens apresentou uma queda de 1,1% nessa base de comparação.

Construção civil - Apesar do crescimento do consumo aparente, a construção civil — que também compõe a FBCF — apresentou queda de 2,3% em agosto, na comparação com o mês anterior. O resultado interrompe uma sequência de duas variações positivas do setor por essa série com ajuste sazonal, informou o Ipea.

Queda - Quando comparada aos seus respectivos desempenhos em agosto do ano passado, a construção registra expressiva queda de 4,5%, ao mesmo tempo em que o consumo aparente avança 11%. (Valor Econômico)

 

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