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C.VALE: Temer participa da inauguração de abatedouro de peixes em Palotina

 O presidente Michel Temer participou, na sexta-feira (20/10), da inauguração do abatedouro de peixes da C.Vale Cooperativa Agroindustrial, em Palotina, no oeste do Paraná. Também estiveram presentes o governador do Paraná, Beto Richa, e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Presente ao ato, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, também representou a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), da qual é diretor da região sul do Brasil. A solenidade ocorreu em tenda climatizada de 100 metros de comprimento por 50 metros de largura, nas proximidades da fábrica de rações, no parque industrial, reunindo milhares de pessoas, entre cooperativistas, clientes e fornecedores da cooperativa no Brasil e no exterior.

Importância – O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, destacou a importância do momento, pela presença do presidente Michel Temer na solenidade de inauguração –  o primeiro a visitar Palotina foi José de Alencar, na condição de presidente interino, em 1995. “É um dia histórico para a sociedade cooperativista.” – e também pela entrega do empreendimento. “É histórico porque estamos inaugurando um abatedouro de peixes com uma tecnologia inovadora, o primeiro desse nível tecnológico no Brasil, com a participação de oito países. É o que há de mais avançado em termos de qualidade e produtividade no mundo, ou seja, buscamos o que havia de melhor no Planeta”, assegurou. 

Alternativa - Lang disse que, para o cooperado, é algo extraordinário por representar mais uma opção de diversificação de atividades na propriedade, além do leite, do suíno, do frango, de grãos, amidos de mandioca. “A piscicultura mais desenvolvida está na região oeste do Paraná, portanto, é uma iniciativa de acordo com a vocação regional e que representa outra alternativa para o produtor. E, para a cooperativa, é mais uma ‘cesta de ovos’ que ajuda a diluir riscos sejam de ordem climática ou de mercado”, avaliou.

Exemplo – O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, em entrevista, citou a C.Vale como exemplo de cooperativa, que lidera o desenvolvimento da região onde está inserida. “A função da C.Vale e, por extensão, do cooperativismo é organizar economicamente os seus associados para que tenham mais renda e, assim, conquistem uma melhor e permanente condição social. E dessa forma irradiem a prosperidade para toda a região onde estão presentes”, destacou, ao acrescentar que as cooperativas representam quase 60% da produção agropecuária estadual.

Fonte de riqueza – O dirigente lembrou ainda que uma das estratégias que resultam em sucesso do setor é o fato de as cooperativas reinvestirem toda a riqueza gerada na região em que atuam, proporcionando milhares de oportunidades de emprego e renda na cidade e no campo. “Na região em que atuam, como no caso da C.Vale, não há diferença entre o urbano e o rural , pois somos uma grande comunidade em desenvolvimento”, pontuou.

Superlativo – Ricken afirmou também que “as regiões que, do ponto de vista socioeconômico, vão mal é porque ainda não descobriram a força transformadora da cooperação”. E citou o exemplo dos investimentos da C.Vale na agroindustrialização com indutor do progresso no estado e, por extensão, no Brasil. No estado, as cooperativas de todos os ramos, que faturaram R$ 70 bilhões em 2016, têm mais de 1,4 milhão de cooperados e geram perto de 85 mil empregos diretos. O investimento previsto para este ano é de cerca de R$ 2,3 bilhões.

Pesquisa – O acerto das ações das cooperativas, segundo Ricken, foi constatado por pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Datacenso, divulgada nas reuniões dos Encontros de Núcleos Cooperativos da Ocepar, realizadas entre os dias 16 e 19, que revela que “96% dos consumidores aprovam os produtos e serviços oferecidos pelas cooperativas do Paraná, com destaque para a qualidade e preços justos, além da identificação da origem, o que representa uma garantia especial ao consumidor”.

Capacidade de abate - A indústria da C.Vale tem 10.012 metros quadrados e deverá abater 75 mil tilápias/dia até o final de 2018. O empreendimento vai significar a abertura de 450 postos de trabalho. A cooperativa investiu R$ 110 milhões no abatedouro, que começou a ser construído em dezembro de 2016.

Fábrica de rações - A fábrica de rações, que vai fornecer o alimento aos peixes, entrou em operação em agosto. A indústria foi construída com tecnologia suíça, norte-americana e brasileira, e terá capacidade de produção de 200 toneladas/dia. A estrutura física foi construída para permitir a triplicação da produção.

20 anos - A cerimônia também marcou a comemoração dos 20 anos do frigorífico de frangos que, atualmente, processa 540 mil aves/dia. (Com Imprensa C.Vale)

Números do abatedouro

Investimento: R$ 110 milhões

Abate inicial: 75 mil tilápias/dia

Área: 10.012 m2

Integrados: 300

Empregos: 450

 

 

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