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MILHO: Seab e cooperativas pedem a Blairo prorrogação de datas de plantio no Paraná

milho 16 02 2018Em atenção ao pleito do setor cooperativista, o secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Norberto Anacleto Ortigara, encaminhou ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, solicitação de prorrogação do Zoneamento Agrícola de Risco Climático – ZARC, no Paraná. No ofício, que enviado nesta quinta-feira (15/02), Ortigara reivindica que a janela de plantio para o milho safrinha seja estendida em mais dez dias para os municípios paranaenses que tenham o encerramento de semeadura definido para os dias 20 e 28 de fevereiro de 2018. A medida beneficiaria municípios das regiões Oeste, Noroeste, Centro-Oeste e Norte.

Chuvas - O secretário argumenta que a dinâmica da safra no estado está diferente em relação aos anos anteriores, devido às condições climáticas desfavoráveis. “Houve atraso do início do plantio de verão e o volume elevado de chuvas e a falta de luminosidade em função do grande número de dias nublados, provocaram atrasos no desenvolvimento dos cultivos de soja e está dificultando o plantio de milho segunda safra”, afirma, em ofício. No dia 6 de fevereiro, o Ministério da Agricultura (Mapa) publicou portaria alterando datas de plantio no Paraná, abrangendo principalmente municípios da região Sudoeste. “Os agricultores que não tiveram a janela de plantio ampliada pelo Mapa em 06/02 estão aguardando a prorrogação das datas para suas regiões, para que possam retificar o planejamento das suas propriedades”, diz Ortigara.

Impactos - De acordo com o secretário, em reuniões realizadas na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, produtores, cooperativas, assistência técnica pública e privada, houve consenso em torno da necessidade da mudança nas janelas de plantio. Se o plantio do milho safrinha não ocorrer, haverá “impactos em toda a cadeia do agronegócio paranaense, podendo desabastecer o mercado de frangos, peixes e suínos, com risco, inclusive, de inviabilizar a permanência do pequeno produtor rural na sua atividade”, alerta Ortigara.  

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