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PLANO AGRÍCOLA II: Grupo de Trabalho da OCB apresenta demandas do setor ao diretor do Mapa

 

O Grupo de Trabalho de Crédito Rural do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) apresentou as propostas das cooperativas ao Plano Agrícola e Pecuário (PAP) da safra 2018/19 ao diretor do Departamento de Crédito e Estudos Econômicos da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Vaz de Araújo, na tarde desta segunda-feira (12/03), durante reunião ocorrida na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. No período da manhã, Vaz de Araújo participou da reunião de diretoria da Ocepar, quando também tratou sobre o PAP.

 

Avaliação positiva – Segundo o coordenador do ramo agropecuário da OCB, Paulo César Dias, o encontro foi bastante produtivo. “A avaliação sempre é muito positiva, na medida em que temos o Ministério da Agricultura como um ente formulador de política agrícola que define as diretrizes de atuação dentro do desenho que o governo realmente quer fazer para a safra 2018/19. O que nós fizemos hoje aqui foi sentir o posicionamento do governo, aonde nós temos condições de caminhar com maior facilidade, sem deixar de avaliar os ajustes importantes que são necessários e que são prioritários para que a gente possa cada vez mais alavancar as cooperativas e os cooperados nessa dinâmica do crédito rural no Brasil”, afirmou.

 

Avanços – Ainda de acordo com ele, durante a reunião com o diretor do Mapa, as cooperativas definiram dez pontos prioritários para que possam ser negociados com o governo federal, com apoio do Ministério da Agricultura. São itens relacionados basicamente a taxas de juros, linhas de crédito para as cooperativas (custeio, comercialização e investimento) e seguro rural. Para Dias, há possibilidade de ocorrer vários avanços no PAP desta safra em relação ao plano do ciclo anterior. “Eu acredito que haja espaço para reduzir o custo financeiro das operações e a taxa de juros deve cair de fato. Existem alguns entraves operacionais que foram colocados nos normativos, especialmente no condicionamento de limites, na categorização de produtores, algumas questões que foram repassadas como responsabilidade das cooperativas mas que de fato não são. Então, nós devemos lutar para que as coisas possam caminhar dentro da esfera do governo de uma forma mais transparente, especialmente nesse item ligado à responsabilidade. Há várias outras questões relacionadas com limites de alguns empreendimentos que já estão defasados e existe por parte das cooperativas sempre uma pré-disposição muito grande em investir, mas em alguns programas nós estamos limitados realmente com essa perspectiva”, listou. “Existe também uma condição que foi incorporada na safra passada da negociação direta entre o produtor, a cooperativa e o agente financeiro. Agora, nós estamos fortalecendo os pleitos, provendo esforços para que haja a manutenção dessa política e a cooperativa consiga, de fato, manter a posição de negociação com o agente financeiro”, acrescentou.

 

Próximo passo – Dias informou ainda que os representantes do cooperativismo aguardam a análise das propostas encaminhadas pelo setor. “O Ministério da Agricultura vai internalizar todos os pleitos apresentados aqui e, junto com o secretário de Política Agrícola e o próprio ministro vão dar os adequados encaminhamentos e nós seremos chamados na sequência para corroborar essa posição, tanto do ponto de vista prático, técnico como político”, finalizou.

 

 

 

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