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FÓRUM FEIJÃO: Com viés mais técnico, evento nacional será realizado em Curitiba, em junho

Considerado o principal evento de feijão do Brasil e o maior de pulses (lentilha, ervilha, grão de bico e feijão) da América Latina, o VI Fórum Brasileiro do Feijão 2018 reunirá, na capital paranaense, centenas de pesquisadores, produtores, operadores de mercado brasileiros, além de representantes de outros países, para debater desde aspectos técnicos e agronômicos da atividade até a comercialização da leguminosa. Promovido pelo Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe) e Conselho Brasileiro de Feijão e Pulses (CBFP), o fórum será realizado entre os dias 6 e 8 de junho, na Expo Unimed Curitiba.

Divulgação – Presidente do Ibrafe e vice-presidente do CBFP, Marcelo Eduardo Luders, que se reuniu na última sexta-feira (06/04) na sede do Sistema Ocepar, com o presidente da entidade,  José Roberto Ricken, com o superintendente Robson Mafioletti e com o gerente de desenvolvimento técnico da Ocepar, Flávio Turra,   adiantou que, entre os temas que serão abordados no evento destacam-se as novas cultivares que estão chegando ao mercado, estratégias de aumento do consumo de feijão, inclusive com a divulgação do livro de receitas só com feijão, de autoria da Chef Danusia Barbara, editado pelo Senac do Rio de Janeiro,  e a perspectiva de exportação da leguminosa.

Internacional – Luders adiantou ainda que está prevista a participação no evento de delegações do México, dos Estados Unidos, da Índia, China, Argentina e do Paraguai. Segundo o executivo, a vinda destes delegados demonstra, além da sondagem do mercado brasileiro para futuras exportações, também a possibilidade de importação de produtos brasileiros. “O mundo olha para o Brasil como importante produtor de proteína vegetal de qualidade, ou seja, além das tradicionais commodities agrícolas, há também um interessante mercado na área de pulses lá fora”, informou. 

Consumo – O presidente do Ibrafe disse ainda que o setor tem se esforçado para desmistificar algumas questões envolvendo o feijão, como a queda no consumo. Para isso cita 2016, quando a produção nacional foi de 2,7 milhões de toneladas para consumo regular, de 3,2 milhões de toneladas. “Ora, não há como aumentar o consumo se não elevarmos a produção e a um preço razoável ao consumidor”, pontuou, ao acrescentar que “nunca se fez campanha para elevar a demanda, apesar de forte competição do fast-food. Então, pensamos em estratégias como colocar o feijão mais em evidência, enaltecendo suas propriedades pela mídia social, por exemplo, envolvendo desde a pesquisa até o produtor. E contribuir cada vez mais para o aumento do orgulho do brasileiro com a cultura gastronômica do feijão”.    

Detalhes  Para saber mais detalhes sobre o VI Fórum Brasileiro do Feijão 2018, inclusive para se inscrever, basta acessar o site www.forumdofeijao.com.br

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