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BANCO DO BRASIL: Banco prorroga parcelas de custeio e investimento para avicultura e suinocultura

banco brasil 24 04 2018O Banco do Brasil anunciou a prorrogação das parcelas de custeio e investimento vencidas ou que irão vencer até 31 de dezembro deste ano para produtores rurais, cooperativas e agroindústrias que desenvolvem as atividades de avicultura e suinocultura. Segundo o banco, esta prorrogação atende um pleito do setor, encaminhado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Crise - “O anúncio trará um fôlego para o setor nesse atual momento de crise. O produtor vai conseguir gerir melhor o seu dinheiro e cobrir outros custos, como aquisição de insumos e pagamento de trabalhadores”, explicou o assessor técnico da Comissão Nacional de Aves e Suínos da CNA, Victor Ayres.   De acordo com ele, esse tipo de medida em que o produtor solicita prorrogação já é previsto no Plano Safra, mas as análises caso a caso são lentas. “Agora o produtor não precisa esperar o banco analisar a situação financeira dele para conceder a prorrogação. Basta ele ir à agência e fazer o pedido do benefício”, disse Victor.

Comunicado técnico - A CNA produziu um Comunicado Técnico explicando os detalhes da medida. Segundo o texto, para formalizar a negociações, os produtores devem procurar o responsável pela sua conta nas agências do Banco do Brasil e protocolar o pedido de renegociação em duas vias. “O produtor também não precisa apresentar laudo técnico e o cálculo de capacidade de pagamento”. Os setores da suinocultura e avicultura têm sofrido com o aumento dos custos de produção, a queda de preços no mercado interno, além de embargos como o da Rússia à carne suína e da União Europeia à carne de frango. Diante disso, a CNA vem discutindo com os ministérios da Fazenda e da Agricultura outras medidas de amparo a esses setores.   A entidade já pediu leilões no formato de Valor de Escoamento de Produto (VEP) de milho para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a reestruturação da venda de milho balcão para 40 toneladas mensais por cadastro e o retorno da linha de crédito de custeio para a retenção de matrizes suínas.

Embargo europeu - Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, “esta medida vem em boa hora, especialmente diante do momento vivido pelo setor, com os altos preços nos insumos para produção e agora com o embargo à carne de frango pela Comunidade Europeia”. Para o dirigente esta decisão tomada pelo bloco europeu “é uma medida comercial que não se ampara em questões sanitárias e que trouxe reflexos para o setor”. Algumas agroindústrias que abatem frango no Paraná anunciaram férias coletivas de 30 dias por conta desta situação. Ricken diz que a medida tomada pelo banco traz um alento aos produtores cooperados e que o esforço agora é, “em conjunto com o Ministério da Agricultura (Mapa) contestar esta decisão junto a Organização Mundial do Comércio e buscar novos mercados. Hoje, nossas cooperativas vendem para mais de 120 países, dentro dos mais rigorosos padrões de qualidade, além de atender a demanda interna no Brasil”, frisou. (Com informações do Canal Rural)

Clique aqui para acessar ao Comunicado Técnico da CNA

 

 

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