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SISTEMA OCERGS: Cooperativas gaúchas faturam R$ 43 bilhões em 2017

 

sistema ocergs 11 07 2018O Rio Grande do Sul é um Estado cooperativista. Está na sua essência, no seu DNA. São 2,8 milhões de associados, distribuídos em 426 cooperativas. E os números divulgados no dia 4 de julho, durante o Tá na Mesa, da Federasul, no relatório “Expressão do Cooperativismo Gaúcho 2018” confirmam a posição de destaque do movimento.

 

Crescimento - Após a tradicional coletiva de imprensa, o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, falou sobre o crescimento do setor cooperativista no Estado. Participaram do evento os diretores da Ocergs, Darci Hartmann, Irno Pretto, Margaret Garcia da Cunha, Valdir Feller e Irineo Hennemann, o presidente da Fecoagro/RS, Paulo Pires, o diretor executivo do Sicredi, Gerson Seefeld, o conselheiro de ética da Ocergs, Adelar Steffler, além de autoridades e dirigentes cooperativistas.

 

Faturamento - O balanço publicado pela Ocergs no mês de julho aponta o faturamento recorde de R$ 43 bilhões das cooperativas do RS, com incremento de 4,3% em relação ao período anterior. Em sua explanação, Perius demonstrou a força e a contribuição do cooperativismo para o desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul, destacando seu aumento no número de sócios, geração de novos empregos, investimento das cooperativas em capacitação, novos hospitais e novas agroindústrias, faturamento, sobras, dentre outros.

 

Resiliência econômica - “Tivemos um ano de resiliência econômica, imposta pela recessão. Reconhecemos também que nossas cooperativas tomaram decisões importantes para projetar o seu futuro em um cenário difícil. Por serem sociedades constituídas por pessoas, e não por capital financeiro, as cooperativas constroem e projetam seus investimentos numa proposta de crescimento com base na mútua colaboração. É nisso que acreditamos. É isso que fortalece e sustenta o setor cooperativista”, afirmou o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius.

 

Sobras - Diferente do modelo capitalista, que visa lucros, as cooperativas geram sobras. E nesse indicador de desempenho, a eficiência econômica das cooperativas gaúchas também se evidencia através do crescimento de 21,97% nas sobras apuradas, atingindo o valor de R$ 1,8 bilhão. E mais do que gerar e distribuir riquezas de forma proporcional ao trabalho de cada associado, as sobras permanecem nas comunidades nas quais as cooperativas estão inseridas.

 

Patrimônio líquido - A solidez do sistema cooperativista estadual se comprova na evolução do patrimônio líquido, que alcançou R$ 14 bilhões. Em relação aos ativos, o cooperativismo gaúcho registrou um acréscimo de 13,78%. Nos últimos cinco anos houve crescimento de 94,4% no total desses ativos, que em 2017 atingiu o valor de R$ 69,3 bilhões.

 

Papel econômico e social - Com importante papel econômico e social em suas comunidades e respectivas regiões, as cooperativas do Estado contribuem com expressiva geração de tributos. Somente em 2017, foram R$ 2,2 bilhões, uma expansão de 4,8% na geração de impostos em relação ao ano anterior.

 

Postos de trabalho - Mesmo diante de um cenário de retração econômica, as cooperativas aumentaram seus postos de trabalho no Estado, com geração de 61,8 mil empregos diretos. Desses, 90,8% concentra-se nos ramos Agropecuário, Saúde e Crédito.

 

Participação da população - A participação da população gaúcha envolvida no cooperativismo é de 74,3%, considerando que a família de cada associado se constitui, em média, de três pessoas.

 

Agronegócio e agregação de valor - O ramo Agropecuário registrou um faturamento de R$ 25,6 bilhões em 2017, representando um aumento de 26,22% nos últimos cinco anos. Atualmente, 51 cooperativas do Rio Grande do Sul possuem planta agroindustrial, onde processam a matéria-prima e agregam valor em mais de 131 produtos diferentes. Nas exportações, o volume de negócios movimentado pelas cooperativas do ramo Agropecuário alcançou R$ 164,9 milhões.

 

Confiança dos associados no sistema cooperativista de crédito - No que se refere ao ramo Crédito, este registrou um faturamento de R$ 8 bilhões em 2017, valor que representa um crescimento de 129,93% em um comparativo com os últimos cinco anos. As cooperativas de Crédito são responsáveis pela geração de R$ 1,2 bilhão de sobras, valor que indica uma expansão de 26,5% em relação a 2016. Na captação de recursos, o crescimento de 32,3% dos depósitos a prazo no período de 2015 a 2017 demonstra a confiança dos associados no sistema cooperativista, ampliando a credibilidade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.

 

Saúde para todos Quanto ao ramo Saúde, em 2017 as cooperativas gaúchas registraram um faturamento de R$ 6,4 bilhões, o que representa um crescimento de 8,5% em relação a 2016. Dos 3,39 milhões de beneficiários de planos de saúde do Rio Grande do Sul (dados da ANS), 50,15% são de cooperativas gaúchas. Em relação à cobertura, as cooperativas deste ramo estão presentes em todos os municípios do Rio Grande do Sul.

 

Energia cooperativista -  Segundo a Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop), 39% da energia distribuída por cooperativas no Brasil é proveniente de 15 cooperativas do RS. Ao todo, 369 municípios do RS são atendidos pelas cooperativas de Infraestrutura. (Assessoria de Imprensa do Sistema Ocergs-Sescoop/RS)

 

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