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FÓRUM FINANÇAS II: Secretário de Política Agrícola detalha PAP 2018/2019

“O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2018/2019 foi construído num momento de dificuldade da economia brasileira, porém, considero que o resultado foi bom. Não é o melhor plano que já tivemos, mas chegamos ao que foi possível, diante da realidade que a economia brasileira nos apresenta”, disse o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz de Araújo, na tarde da última sexta-feira (03/08), no Fórum dos Profissionais de Finanças do Sistema Ocepar. “Em todas as oportunidades em que visitamos as regiões de produção, procuramos esclarecer sobre as políticas públicas implementadas para produtores e cooperativas no ano safra em curso, passando pela parte de crédito, produção, investimentos e as condições dessas linhas, seguro rural, entre outras medidas de apoio à produção. Ou seja, momentos como esse evento são uma oportunidade para conversamos com aqueles que utilizam os mecanismos do PAP, com o intuito de detalhar, esclarecer dúvidas, e, eventualmente ouvir sobre a necessidade de correção de rumo”, afirma.

Detalhes - Anunciado em junho último, o PAP coloca à disposição do setor produtivo R$ 191,1 bilhões para crédito rural. As taxas de juros caíram 1,5 ponto percentual. Do total de recursos liberados, R$ 153,7 bilhões a juros controlados e R$ 37,4 a juros livres. “Ainda está prevista a destinação de R$ 2,6 bilhões para o apoio à comercialização e R$ 600 milhões para subvenção ao seguro rural, totalizando R$ 194,3 bilhões, mas ainda estamos trabalhando nisso. Provavelmente, esses pontos ficarão para 2019”, disse. Wilson Vaz falou ainda das taxas de juros, lembrando que houve redução das taxas de juros de custeio para 6% ao ano destinada a médios produtores – aqueles com renda bruta anual de até R$ 2 milhões – e para 7% ao ano para os demais. Já as taxas para os financiamentos de investimento ficaram entre 5,25% e 7,5% ao ano. Parte dos recursos captados em letras de crédito do agronegócio será destinada ao financiamento complementar de custeio e de comercialização com juros de até 8,5% ao ano.

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