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FRÍSIA: Encerramento do Cooperjovem reúne alunos participantes do projeto

frisia 16 11 2018Magia, emoção e diversão! O mundo dos contos de fadas e aventuras de super-heróis invadiu o Pavilhão de Exposições Frísia, na tarde de terça-feira (14/11). Mais de 1100 crianças participantes do Cooperjovem estiveram presentes no encerramento do programa para celebrar mais um ano de sucesso no projeto.

Inovação e números recordes - Em sua nona edição na Frísia, o Cooperjovem contou com muita inovação e números recordes: Ao todo, foram 35 escolas de cinco municípios, beneficiando mais de três mil crianças. Dos 100 professores participantes, 70 fizeram formação inicial e aplicaram projetos pela primeira vez. 30 professoras tiveram a oportunidade de realizar uma formação continuada e dar andamento em projetos desenvolvidos em edições anteriores.

Sem papel- E, por falar em projetos, este ano, nada de papel! Não houve entrega de trabalhos escritos e os resultados foram mensurados em uma mostra de projetos realizada em 7 de novembro, no Pavilhão de Exposições Frísia. A assessora de cooperativismo da Frísia e responsável pelo projeto na cooperativa, Silvia Roorda, explica como este novo formato foi benéfico: “a essência do Cooperjovem é colaboração, um compartilhamento com o próximo. Por isso, esse ano, decidimos que não exigiríamos trabalhos escritos nem premiaríamos uma escola em específico, afinal todos são projetos campeões que contribuem com a comunidade em que estão inseridos”, explica Roorda.

Essência - Para Renato Greidanus, diretor-presidente da Frísia, o Cooperjovem representa a essência da Frísia: “A melhor parte do Cooperjovem é que nós conseguimos desenvolver a colaboração entre os alunos e as pessoas. O mundo está precisando cada vez mais das pessoas se ajudando e colaborando para que possamos criar uma sociedade cada vez melhor”.

Desafios e contribuições - Luciano Tonon Silva, coordenador de Marketing e Comunicação da Frísia e um dos responsáveis pelo projeto, explica sobre os desafios e contribuições do Cooperjovem para comunidade: “Nós fazemos esse trabalho como muito carinho e queremos que as crianças cresçam com senso de humanidade. O cooperativismo tem como papel principal resgatar esse espírito em cada um dos participantes”.

A visão dos participantes - Esta foi a primeira vez que Edneia Rubert participou do projeto Cooperjovem. Ela é professora da Escola Municipal Jardim Tangara e conta que o projeto foi desenvolvido com foco em vários públicos: “Nós fizemos uma entrevista com os pais e os alunos para saber o que seria mais importante trabalhar e, partir disso, nós desenvolvemos os projetos”. A professora destacou a importância do programa para sua carreira. “Foi uma experiência maravilhosa, tiramos grande proveito dessa oportunidade. É um trabalho muito rico para escola e para comunidade”.

Lições - Não foram apenas os professores que tiraram grandes lições do programa. A aluna Brenda Cordeiro, estudante do 4º ano da escola Thereza G. Seifarth, faz um balanço positivo do programa. “A coisa mais legal que aprendi é que quando nos unimos, tudo fica bem mais fácil. Quando todos trabalham juntos, somos muito mais fortes”.

Programa - O Cooperjovem é um programa criado pelo Sescoop e desenvolvido pela Frísia. Em 2019, será o décimo ano que a cooperativa aplica o programa nos municípios onde está inserida. A previsão é que as capacitações de professores comecem em fevereiro. (Imprensa Frísia)

 

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