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ACORDO COMERCIAL: País vê negociação entre Mercosul e UE próxima do fim

acordo comercial 22 05 2019As negociações do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que se estendem há 20 anos, estariam "bem próximas do fim", segundo o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys. "Há uma convergência maior entre ambos os lados", afirmou Guaranys, que participou nesta terça-feira (21/05) em Paris da reunião anual da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Eleições - Guaranys ressalta, no entanto que as eleições europeias, que ocorrem nesta semana, podem atrapalhar a conclusão das discussões. Partidos nacionalistas poderão ganhar força no Parlamento do bloco. Sobre o ingresso do Brasil na OCDE, Guaranys disse que não há expectativa de avanços no pedido de adesão, durante a reunião ministerial da organização, apesar da promessa de apoio feita pelo presidente americano, Donald Trump, em encontro com Jair Bolsonaro em Washington. Argentina, Peru, Romênia, Bulgária e Croácia, além do Brasil, solicitaram o ingresso na entidade.

Cedo - O secretário-executivo da Fazenda também disse que ainda é cedo para saber os possíveis efeitos sobre a economia brasileira do acirramento das tensões comerciais, principalmente entre Estados Unidos e China.

Alerta - A OCDE, em seu estudo sobre previsões para a economia mundial, alertou sobre os riscos da guerra comercial para o crescimento global e afirmou ainda que isso pode trazer problemas ao Brasil, já que China e Estados Unidos são os dois principais parceiros comerciais do país. "É um problema que terá efeitos para todo mundo. Não estamos nessa briga, mas temos de negociar com os dois lados", disse Guaranys, acrescentando que o objetivo do governo é fazer uma abertura gradual do mercado brasileiro, conforme as empresas obtiverem maiores ganhos de produtividade.

Previdência - Em relação à reforma da Previdência, Guaranys minimizou as dificuldades políticas para que o texto avance no Congresso e reiterou que a proposta poderá ser aprovada ainda neste primeiro semestre. "É um começo de governo. A forma de negociar está sendo desenhada ainda. Os atores estão se ajustando. Isso faz parte do processo. Estamos em uma forma de negociar diferente do que foi feito até aqui."

Efeitos - Segundo ele, a meta é aprovar a reforma da Previdência até junho, mas se isso ocorrer no segundo semestre não mudaria nada nos efeitos em relação à economia. "Que diferença isso faz? (Valor Econômico)

Foto: CCM-ULA

 

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