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SANIDADE: Curitiba sedia último Fórum “Paraná livre de febre aftosa sem vacinação”, na quarta-feira

Curitiba vai sediar, na quarta-feira (29/05), o último Fórum Regional “Paraná livre de febre aftosa sem vacinação”. Será no Centro de Eventos do Sistema Fiep, no auditório Mário de Mari, das 13h às 16h. Trata-se do sexto evento realizado pelo governo do Estado, em parceria com diversas entidades, com o objetivo esclarecer as mudanças que vão ocorrer após a suspensão da vacina contra febre aftosa no Paraná. Outros cinco fóruns já ocorreram neste mês, nas cidades de Paranavaí, Cornélio Procópio, Guarapuava, Pato Branco e Cascavel, totalizando cerca de 4.300 participantes, entre os quais cooperados e lideranças do cooperativismo paranaense, como o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o superintendente Robson Mafioletti.

Apoio - O Sistema Ocepar apoia a iniciativa, juntamente com a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Adapar, Emater, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sistema Faep/Senar, Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), além de entidades locais que colaboram com recursos físicos, como prefeituras, Sociedades Rurais de Cornélio Procópio e Pato Branco, Fiep e Unicentro.

Status - Após a campanha de vacinação de maio de 2019, que atinge bovinos e búfalos de até 24 meses, o Paraná deixa de vacinar contra febre aftosa. Em setembro, o Ministério da Agricultura deve publicar um ato normativo que mudará o status do Estado para Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reconhecerá a condição do Paraná em 2021.

Programação - A programação do Fórum consiste na apresentação de duas palestras: “Saiba o que muda após a suspensão da vacina contra febre aftosa”, com o gerente de saúde animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, e “Por que o Paraná deve parar de vacinar?”, com o diretor-executivo da Frimesa, Elias Zydec. Na sequência, será aberto espaço para os pronunciamentos de autoridades e representantes de entidades do setor produtivo.

Mercados - Um estudo divulgado em março pelos técnicos Marta Oliveira Freitas, da Adapar, e Fábio Peixoto Mezzadri, do Deral/Seab, mostra que o novo status pode dobrar as exportações de carne suína no Paraná, chegando a 200 mil toneladas ao ano. O cenário é previsto se o Estado conquistar apenas 2% do mercado potencial, liderado por China, Japão, México e Coreia do Sul, que pagam mais pelo produto com reconhecida qualidade sanitária, e representam 64% do comércio mundial de carne suína. As cadeias produtivas de carne bovina, aves e leite também serão beneficiadas com o acesso a mercados que remuneram melhor. (Com informações e fotos da Adapar)

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