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AGROPECUÁRIA II: Barreiras à exportação de carne devem ser derrubadas, diz Tereza Cristina

 

agropecuaria ii 11 10 2019Durante visita à Organização Mundial do Comércio (OMC), a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Tereza Cristina, falou sobre as atuais barreiras das exportações para os Estados Unidos, os embargos europeus e aproximação com a China. A ministra manifestou esperança sobre a derrubada das atuais barreiras para exportações brasileiras de carne bovina aos Estados Unidos, que poderá ocorrer antes da reabertura do mercado europeu, referente a 20 frigoríficos de carne de frango embargados em 2018.

 

Prejuízos - De acordo com ela, em entrevista ao Valor Econômico, perante a relação com os Estados Unidos, uma missão de vistoria esteve no Brasil e agora espera respostas até o final do mês. Já sobre as 20 plantas de carne de frango suspensas pela UE, a ministra levantou que não há mais motivos para tal ação, já que as devidas recomendações foram concluídas. Salientado por estimativas privadas, sobre a barreira europeia, é estimado que o Brasil esteja perdendo a chance de realizar vendas de US$ 1 bilhão por ano. No dos EUA, o potencial seria de US$ 300 milhões por ano.

 

UE - Mesmo com a suspensão do embargo imposto pela UE, no ano passado, após a terceira fase da Operação Carne Fraca, o bloco fez um novo balanço, sinalizando que ainda há um caminho a ser percorrido antes que a situação volte a se normalizar. E de acordo com informações publicadas pelo Valo Econômico, um relatório, ainda não divulgado, reconhece melhoras no sistema sanitário brasileiro com as medidas adotadas para corrigir as deficiências detectadas por Bruxelas, mas acrescenta que é preciso confirmar que as medidas foram implementadas na íntegra e testadas num tempo suficientemente longo para avaliar sua aplicação na prática. 

 

China - Em relação a China, Tereza Cristina alimenta boas perspectivas ao se preparar para sua ida a Pequim, no dia 20, onde continuará a negociação para que mais frigoríficos brasileiros possam exportar carne ao mercado chinês. Recentemente, Pequim habilitou 25 novos frigoríficos. (Fonte: Valor Econômico, adaptado pela equipe feed&food) (Foto: Rodrigo Leal).

 

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