OUTUBRO ROSA: Funcionários do Sistema Ocepar participam de roda de conversa sobre câncer de mama

Enfrentar o câncer de mama não é fácil. Seja paciente, parente ou amigo de alguém que luta contra essa doença, é difícil lidar com a situação e saber o que falar ou fazer para que o enfrentamento seja mais leve. Refletir sobre a forma como as pessoas encaram o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama foi o foco da roda de conversa promovida, na tarde desta segunda-feira (28/10), pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) do Sistema Ocepar. Para contar suas experiências, participaram do bate-papo Giane Silva, professora e ainda em tratamento, Delma Fritoli, auditora fiscal e que venceu o câncer há 4 anos, e Elisete Lombardo, enfermeira que, por conta do histórico familiar, teve câncer em 2008, e hoje vive a experiência como mãe de paciente, já que sua filha também enfrenta o problema. Participaram também Samantha Peixoto, enfermeira do Programa de Saúde Empresarial da Unimed Curitiba, e a psicoterapeuta Loryse Maura Petterle.

Prevenção - No Brasil, a cada ano, são registrados 60 mil novos casos de câncer de mama. “A ideia de que essa doença atinge, em sua predominância, mulheres acima dos 50 anos ou por fatores genéticos, está mudando. Hoje, o câncer de mama deve ser uma preocupação em faixas etárias mais novas e até mesmo em homens, pois esse público também pode desenvolver a doença”, alertou a enfermeira Samantha Peixoto. Em sua fala, Samantha destacou os fatores de risco e a importância do autoexame. “A informação que se tem é que 70% dos casos de câncer ocorrem por fatores genéticos e 30% por fatores que podem ser evitados ou controlados. Então, quanto mais cedo o câncer foi descoberto, maiores são as chances de tratamento”, reforçou. 

Encarando a doença - “Receber o diagnóstico é algo que nos tira o chão”, afirmou Giane Silva, ao contar sua história. Mesmo enfrentando os efeitos colaterais do tratamento, como dores e fraqueza muscular, Giane decidiu não se entregar à doença. “Nunca quis e nem quero ser tratada como doente. Não sou a primeira mulher com câncer, não sou a única e não serei a última”, disse. “Temos que ter um propósito que, no meu caso, foi minha família”, contou Elisete Lombardo, ao lembrar que encarou o tratamento com a firmeza de quem é mãe e precisa se manter forte por aqueles que ama. “O apoio de quem está perto é fundamental. Minha família e meus amigos foram e são essenciais”, completou Délia Fritoli. 

Vamos falar de câncer - O mês de outubro é o período de conscientização e combate ao câncer de mama. Um assunto que deve ser levado muito a sério, já que n ⅓ dos casos de câncer que podem ser evitados, de acordo com dados Instituto Nacional de Câncer (Inca). O câncer de mama é uma doença causada pela multiplicação de células anormais da mama, que formam um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos.

O que aumenta o risco - O câncer de mama não tem somente uma causa. A idade é um dos mais importantes fatores de risco para a doença (cerca de quatro em cada cinco casos ocorrem após os 50 anos). Outros fatores que aumentam o risco da doença são:

*A mulher que possui um ou mais desses fatores genéticos/ hereditários é considerada com risco elevado para desenvolver câncer de mama.

Como prevenir - Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como:

Sinais e Sintomas - É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano). Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são:

Mais fotos do evento estão disponíveis no Flickr

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