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ENCONTRO ESTADUAL V: O cliente exige produtos com garantia de sanidade

encontro estadual V 06 12 2019O diretor-executivo da Cooperativa Frimesa, Elias Zydek, disse que a assinatura do documento pela ministra da Agricultura traz muitos benefícios ao Paraná, que está batalhando em várias frentes para ter uma proteção sanitária e permitir que a carne suína paranaense atinja todos os mercados. “Hoje, 65% do mercado ainda estão fechados para nós. Tivemos uma batalha em resolver a questão da febre aftosa. Em decorrência disso, há um protocolo que, em abril de 2021, estaremos livres da doença, sem vacinação. Agora, com a separação do Paraná do grande bloco livre da peste suína clássica, ficamos mais protegidos e podemos cuidar melhor das fronteiras do estado para evitar possibilidades de entrada da doença. Portanto, é uma conquista importante que elevará o status sanitário das cadeias produtivas de carnes paranaenses, com reflexos enormes a toda a cadeia produtiva de suínos”, avaliou

Questão de valor“Sanidade é o que tem valor”, conceituou Zydek. “Quando vendemos carne suína, temos de garantir a sanidade. Então, essa é uma condição essencial para acessarmos mercados. Por isso, essa luta, juntando todas as entidades e o governo, para dar os passos necessários e atingir os status que são indispensáveis para os objetivos do setor”, completou, ao acrescentar que, “quem compra nossos produtos, quer segurança alimentar. E isso nós temos obrigação de garantir ao nosso cliente”.

InvestimentoA Frimesa, que é integrada pelas Cooperativas Lar, C.Vale, Copacol, Copagril e Primato,  nos últimos dois anos, diminuiu o ritmo de investimento na construção do frigorífico de suínos em Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná, em função da circunstância econômica do mercado brasileiro. “Por isso, tiramos um pouco o pé do acelerador. Agora, com a abertura de novas áreas para a exportação de carne suína e com a economia brasileira saindo da inércia vamos acelerar o projeto, a partir de fevereiro do ano que vem. Então, em dois anos previmos concluir a primeira fase do projeto”, disse,

Empreendimento Zydek esclareceu que o projeto do frigorífico foi dividido em quatro grandes etapas, com intervalos de quatro anos: cada uma terá capacidade para abater 3.750 suínos por dia. Na primeira etapa, serão investidos R$ 500 milhões, gerando 2,8 mil empregos diretos e mais quatro mil indiretos. “No final do projeto, estimamos abater 15 mil cabeças por dia  e seremos o maior frigorífico de suínos da América Latina, com 6,8 mil empregos diretos e nove mil empregos indiretos. Isso vai impactar a economia, não só de Assis Chateaubriand, mas de todo o oeste do estado, afinal é um projeto que demandará R$ 1 bilhão nas quatro fases e o sistema produtivo vai investir mais R$ 1,5 bilhão nas granjas, nas fábricas de ração para atender a demanda”, afirmou.

 

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