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PESQUISA: Paraná alcança melhor índice de aplicabilidade de recursos e de gestão do Programa Cooperjovem no país

Com um total de 34.792 alunos, em 64 escolas municipais e parceria com 22 cooperativas, o Programa Cooperjovem, segundo pesquisa realizada em 2018 pelo Sistema OCB, alcançou, no Paraná, o melhor índice custo/eficácia e eficiência dos recursos investidos em relação a outros estados em que a iniciativa é executada, atingindo 0,983 de resultado, enquanto a média nacional foi de 0,753. Nesta pesquisa, realizada pela empresa JS Brasil, foram 518 entrevistados - pais e alunos - em nove unidades da federação.

Entrega - Os resultados desse levantamento foram apresentados na segunda-feira (10/12), em Curitiba, durante reunião na sede do Sistema Ocepar, com a presença do presidente da entidade, José Roberto Ricken, do superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, da gerente do Sescoop Nacional, Karla Oliveira, de Gleice Santana Morais, analista de promoção social do Sistema OCB, de Rodrigo Laro, da empresa John Snow Brasil, além de gestores e analistas da Coordenação de Cooperativismo, da qual faz parte Fabianne Ratzke, coordenadora do programa no Paraná.

Dados - A pesquisa apontou também que, no Paraná, o Cooperjovem reduziu desigualdades sociais na escala de valores do programa, em relação aos participantes de maior ou menor escolaridade. Contribuiu para obtenção de impactos sociais nacionais, na comparação com o grupo de controle nacional. Para cada R$ 1,00 investido nacionalmente no programa em 2018, o retorno econômico foi de R$ 25,82 na renda pessoal do participante, projetado para seu ciclo de vida produtivo. No caso do Paraná, o custo por aluno dentro do programa ficou em R$ 23,97.

Resultados - Renato explica que o Paraná é um dos quatro estados que já receberam o resultado da pesquisa e que outros cinco estados que fazem parte do Programa Cooperjovem também receberão esta mesma entrega através do Sescoop Nacional em visitas que serão agendadas na sequência.

Autogestão- “O Cooperjovem é um programa que já existe há duas décadas e, aqui no Paraná, a eficiência da aplicabilidade de recursos e excelência na gestão são possíveis devido ao comprometimento dos coordenadores e a parceria das cooperativas”, comenta Fabianne. O desafio agora é implantar o Programa Cooperjovem na capital paranaense. O superintendente da OCB fez questão de destacar que foi no Paraná que nasceu o programa de autogestão e de monitoramento das cooperativas, “que nasceu antes mesmo do Sescoop existir. A prática da autogestão com seu trabalho, onde as próprias cooperativas paranaenses decidiram custear financeiramente, de uma forma autônoma o programa, fez com que o estado atingisse essa eficácia e eficiência nos programas implementados. Esta relação de confiança e do bom atendimento que é prestado para as cooperativas do Paraná, pelo Sistema Ocepar, é o grande fator de sucesso deste processo, que destaca o estado com os melhores impactos positivos dentro do Cooperjovem, colocando o Paraná acima da média nacional.”

Controle– Nobile lembra que a realização desta pesquisa nacional é uma primeira iniciativa e que deverá ser replicada em outros programas desenvolvidos em parceria com os estados. O Sescoop, como todas as demais entidades do Sistema S, são fiscalizadas pela Controladoria Geral da União, Tribunal de Contas da União. “No atual governo, além desses órgãos, a Secretaria de Produtividade, Emprego e Competitividade, do Ministério da Economia, é quem aprova nossos orçamentos, planejamento, planos de trabalho, fato este que tem nos exigido cada vez mais”.

Transparência – Nobile afirma que “num momento em que cada vez mais temos que ser transparentes em nossas ações, na prestação de contas dos recursos aplicados, mostrar tanto para a sociedade como para nosso público, o qual paga a conta, que fomenta a existência do sistema cooperativo e em caso particular do Sescoop, esta pesquisa é uma forma de aferirmos o valor do trabalho e o quanto  ele agrega em favor das comunidades beneficiadas. Estamos no caminho certo”, finaliza.

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