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CASTROLANDA I: Cooperados elegem nova diretoria; Willem Bouwman é o novo presidente

Na tarde desta quinta-feira (13/02), cerca de 300 cooperados da Castrolanda se reuniram no Memorial da Imigração Holandesa, em Castro (PR), para a 69ª Assembleia Geral Ordinária (AGO), quando aprovaram a prestação de contas de 2019, plano de ação para o exercício de 2020 e elegeram a nova diretoria. O novo presidente eleito é Willem Bouwman, que ocupava o cargo de diretor secretário da atual diretoria, que tinha como presidente Frans Borg. Na chapa única, liderada por Bouwman, também foram eleitos: Armando de Paula Carvalho Filho, vice-presidente; Albert Reinder Barkema, diretor secretário e como vogais, Peter Greidanus, Armando Rabbers, Paulo Roberto Trentin e Jan Petter. Também foram eleitos os novos membros do Conselho Fiscal da Castrolanda.

Prestação de contas - O relatório de atividades do exercício de 2019, foi apresentado pelo vice-presidente Richard Borg. A Castrolanda encerrou o ano com um faturamento de R$ 3,5 bilhões, com 1.109 cooperados e 3.384 funcionários e com sobras de aproximadamente R$ 40 milhões. “Foi um ano difícil, mas pudemos avançar e crescer”, afirmou Richard ao ler o relatório do conselho de administração. “Pelos números apresentados, estamos no caminho certo e com o planejamento estratégico horizontes 2019/2024 temos muito ainda o que fazer para o desenvolvimento da Castrolanda, dos seus cooperados e comunidade”, frisou. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que prestigiou a assembleia na companhia do ex-presidente João Paulo Kosloviski, foi convidado para colocar em votação o balanço patrimonial e demonstração de sobras, o qual foi votado e aprovado por unanimidade pelos cooperados presentes. Participaram também da assembleia o diretor da Ocepar e presidente da cooperativa Agrária, Jorge Karl, o presidente da Capal, Erik Bosch, o presidente do Fundepec e representante do Sistema Faep, Ronei Volpi, e Tiago Marquardt Pesch, gerente adjunto de operações do BRDE.

Sucessão - Willem Bouwman explicou para o Informe Paraná Cooperativo que este processo sucessório na cooperativa já vinha sendo discutido há mais de três anos. “O presidente Frans Borg havia conversado com a diretoria e manifestado que seria a última gestão dele. Ao longo deste tempo foi se construindo um processo sucessório, onde o consenso prevaleceu e fui indicado para ser o novo presidente”, frisou.

Desafio - Após tomar posse como novo presidente da Castrolanda, Bouwman disse que são muitos os desafios: “assumir a função que foi ocupada por um líder como Frans, não é uma das tarefas mais fáceis”, disse. “Temos um grupo de lideranças fortes na diretoria eleita e que terá a missão de conduzir a vida da cooperativa nos próximos anos, seguindo as orientações definidas em assembleia com o Plano Estratégico Horizontes e sempre trabalhar com os olhos voltados para o desenvolvimento não só da cooperativa, mas também dos cooperados, funcionários e da comunidade”, salientou. Com relação aos resultados alcançados em 2019, Bouwman lembra que apesar das dificuldades a cooperativa cresceu. “Alcançamos um faturamento superior ao exercício anterior e estamos conseguindo distribuir sobras de quase 40 milhões de reais aos cooperados. Esta que é a força da cooperativa. Qual outra empresa que faz isso: Se fosse uma empresa estrangeira, ela pegava este resultado e mandava para fora, para seus acionistas, não ficava nada aqui, nas comunidades dos nossos associados. Com a distribuição dessas sobras esse dinheiro circula no comércio local e ajuda a movimentar a economia local”.

Legado - Sobre o ex-presidente Frans Borg, Bouwman destacou que nesses 24 anos como presidente da cooperativa, “ele deixa um legado importante, uma história bonita de trabalho e dedicação. Na época em que assumiu, em 1996 a Castrolanda tinha suas indústrias junto a Cooperativa Central de Laticínios do Paraná Ltda (CCLPL), quando saímos fora e com o passar do tempo iniciamos um processo de industrialização própria e passamos a nos integrar com as cooperativas Frísia e Capal, através da intercooperação com a Unium. O Frans deixa uma cooperativa bem estruturada e sólida, com um belo futuro pela frente e que agora temos assumir a responsabilidade de geri-la da melhor forma possível”.

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