COPAGRIL: Equipe técnica participa orientação sobre cigarrinha e enfezamento do milho

Profissionais da área de agronomia da Região Oeste participaram, na noite de quinta-feira (13/02), de evento técnico sobre a cigarrinha do milho, enfezamento pálido e enfezamento vermelho, com foco no controle da praga principalmente no milho safrinha, assunto tratado pelo engenheiro agrônomo e pesquisador Edson Sawada. O evento foi organizado pela Associação dos Engenheiros Agrônomos do Oeste do Paraná (Asseapar), realizado no Auditório da Associação Comercial de Marechal Cândido Rondon (Acimacar) e contou com a participação da equipe técnica da Copagril.

Importância - Entre os presentes, o supervisor agronômico da Copagril, Paulo Brunetto. Ele explica que a palestra foi importante para tratar sobre a atenção com a cigarrinha na cultura do milho, especialmente com foco no conhecimento técnico dos profissionais de agronomia, para que possam recomendar o manejo mais adequado aos produtores referente a esta praga, a qual tem aumentado a infestação nas últimas safras e está se tornando de suma importância na atenção para a cultura do milho safrinha.

Praga persistente - O palestrante Edson Sawada explica que a cigarrinha é uma praga persistente que transmite a virose e bacteriose para as plantas de milho. “Parece que ela veio para ficar. Esse será o segundo ano que vamos passar por essa experiência e precisamos avaliar muito bem para que não tenhamos surpresas no próximo ano, por isso precisamos começar nesta safra, com a identificação e manejo correto de modo que não tenhamos surpresas na próxima safra”, descreve ao comentar sobre a importância do controle da cigarrinha para preservar a produção, uma vez que a praga afeta a produção final do milho, com queda e espigamento – complicadores para a cultura.

Danos - “Sempre devemos levar em consideração os danos das pragas do milho, a cigarrinha é diferente da lagarta e do percevejo. A cigarrinha está na planta para sugar e introduzir doenças como virose (vírus da risca) e bactérias (duas bactérias que provocam danos). O vírus e a as bactérias entram na planta, desenvolvem-se dentro das células das plantas. A virose afeta o desenvolvimento das plantas e os efeitos das bactérias vão aparecer lá no pré-espigamento. É uma infecção sistêmica provocada pela cigarrinha que pode trazer problemas lá na frente”, descreveu o pesquisador.

Avanços - Orientações foram repassadas aos profissionais com o objetivo de apresentar os avanços nas pesquisas e alinhar as práticas para a safrinha que está em implantação nas lavouras. A equipe técnica da Copagril está disponível para mais informações e orientações sobre o manejo. (Imprensa Copagril)

Submit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to LinkedIn