REUNIÕES INSTITUCIONAIS I: Décimo encontro virtual acontece com a Cooperativa Integrada

Dando prosseguimento a uma série de 42 reuniões institucionais, nesta terça-feira (26/05) foi promovido o encontro com lideranças da Cooperativa Integrada, de Londrina. Realizado de forma virtual, através da ferramenta Teams, foi possível reunir cerca de 30 participantes, entre os quais, os presidentes, José Roberto Ricken e Jorge Hashimoto, do Sistema Ocepar e Integrada, respectivamente, além de gestores da cooperativa e do sistema.

Monitoramento - No início, o presidente da Integrada agradeceu ao Sistema Ocepar por promover este importante trabalho de consultoria no acompanhamento das atividades financeiras da cooperativa, que ocorre graças ao trabalho de monitoramento, através da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo, do Sescoop/PR, sob a responsabilidade do coordenador João Gogola Neto. “É um momento esperado por toda equipe poder ver os cenários de crescimento do setor cooperativista paranaense e poder fazer um comparativo com nossa atual posição. Um trabalho muito importante, tanto que hoje estamos aqui com todo o time de gestores da cooperativa para acompanhar, mesmo que de forma digital”, destacou Hashimoto. Ele fez questão de destacar que nesses anos todos de monitoramento com as visitas institucionais, agora, de forma virtual, possibilitou a participação do presidente Ricken e dos superintendentes e demais técnicos da casa.

Elogios - Hashimoto, que integra a diretoria da Ocepar, elogiou o trabalho da Ocepar, Sescoop/PR, Fecoopar e da própria OCB. “Temos acompanhado todas as conquistas que estão se materializando, por meio da liderança do presidente Ricken e de toda sua equipe que, incansavelmente, junto com o Sistema OCB, tem levado nossas demandas até Brasília e que tem refletido em várias conquistas no campo político, mesmo em trabalho remoto de toda equipe das duas casas. Avançamos muito. Só temos que agradecer as equipes técnicas das duas casas na defesa do cooperativismo e de nossa atividade principal, que é o agronegócio”, ressaltou o dirigente.

Planejamento - O presidente da Integrada disse que a cooperativa, à semelhança do sistema, iniciará uma nova fase do seu Planejamento Estratégico. “Este ano, o PRC-100 (planejamento estratégico do Sistema Ocepar) entra numa nova fase e a Integrada está no mesmo ciclo. Neste ano de 2020 fechamos um ciclo que projetamos cinco anos atrás, quando nossa meta era atingir um faturamento de R$ 5 bilhões e deveremos fechar este ano próximo da meta, ou seja, cerca de R$ 4,7 bilhões. Vamos alcançar nossos objetivos e preparar um novo ciclo de mais cinco anos e, para isso, contratamos o Rabobank para nos assessorar neste próximo desafio”, completou Hashimoto.

Desafios - Na sua fala, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, comentou sobre o momento atual. “Não vi nada igual a esta situação que estamos enfrentando, de isolamento social em decorrência da pandemia. Mas precisamos ter prudência e não espalhar o pânico. Estamos enfrentando este desafio com profissionalismo, onde nossa equipe continua em trabalho remoto, sem deixar de atender todas as demandas das cooperativas. Estamos trabalhando muito mais que antes. São muitas reuniões virtuais, com a diretoria, dirigentes, lideranças, seja do setor cooperativista, agentes de governo, OCB e do setor produtivo, através do Grupo G7”, frisou. “O próprio Hashimoto, que faz parte da diretoria da Ocepar, sabe que antes nem passava por nossas cabeças fazer reuniões virtuais. Hoje, creio que seja difícil voltarmos no formato anterior, de forma presencial, evita deslocamento dos dirigentes sem perder a qualidade dos resultados. Temos que investir cada vez mais nas pessoas, capacitá-las, treiná-las para os novos desafios. Antes da pandemia já investíamos muito nesta área e continuaremos para que possamos sair na frente de outros setores”, disse Ricken.

Cenário atual - O dirigente também falou sobre o cenário econômico e político, onde, segundo ele, vivemos uma outra crise, além da Covid-19. “Nos leva a pensar e ficar angustiados o que teremos pela frente. Fuga de investimentos para outros países e o que deixa nossa situação em alerta. Isso acontece na América do Sul como um todo. Nós estamos num setor onde a demanda continua ativa e forte, que é o fornecimento de alimentos. Mesmo assim temos que focar no abastecimento interno da nossa população”, comentou.

Representatividade - Ricken reforçou que “nunca foi tão importante termos uma representação atuante em Brasília como a OCB. Foram inúmeras conquistas e medidas atendidas. Antes, quando a OCB precisava de socorro, uma equipe pegava um avião e ia para lá. Hoje, este suporte está sendo dado de forma online, remota. E tudo isso se deve a nossa representatividade sistêmica. Se nós temos uma diferença com outros setores econômicos é o planejamento. Vamos fazer uma revisão naquilo que planejamos para este ano. Vivemos um momento importante para fortalecermos as parcerias no setor cooperativista, uma possa auxiliar a outra em momento de dificuldades. Neste processo de intercooperação para parcerias de serviços, temos um exemplo em andamento aqui no Centro-Sul com algumas cooperativas”, frisou.

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