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COCAMAR II: Concessionária monitora mais de 350 máquinas

Mais de 350 máquinas estão atualmente conectadas à concessionária Cocamar John Deere, que acompanha toda a movimentação delas, em tempo real, desde o seu Centro de Suporte a Operações, em Maringá (PR).

Mapas de produtividade - Conforme explica o superintendente de concessionária, Arquimedes Alexandrino, técnicos monitoram atentamente toda a operação executada pelas máquinas, nas mais diferentes regiões. Para chegar a esse estágio é preciso que seja feito antes um planejamento, o qual começa nas colheitas de soja e milho anteriores, quando vão ser gerados mapas de produtividade. Quase sempre os proprietários das máquinas trabalham com taxa variável, utilizando maior ou menor quantidade de insumos nos talhões, de acordo com as necessidades detectadas nos mapas.

Avaliação detalhada - Alexandrino informa que quando o produtor procura a concessionária para fazer uma aquisição, é procedida uma avaliação detalhada de qual máquina e plantadeira mais se adequam às características da propriedade. Após isso, é verificada a conectividade – as máquinas precisam estar conectadas pela internet ao Centro de Suporte a Operação – para que se possa extrair todas as informações disponibilizadas pelas mesmas, como operação, consumo, rendimento e outras, que vão se somar às informações agronômicas. “Com todo esse banco de dados é possível tomar a melhor decisão para o produtor ter o gerenciamento mais eficaz da propriedade e aumentar a sua produtividade”, salienta o superintendente, mencionando que a concessionária participa diretamente do planejamento e das operações do produtor a campo, o que proporciona a ele mais segurança em sua atividade.

Informações - O superintendente explica que por meio do sistema JD Link, pelo qual a máquina é conectada ao Centro de Suporte, é possível saber, também, entre muitas outras informações, como está o consumo de combustível, a eficiência, a quantidade de horas trabalhadas, as horas paradas e até mesmo detectar um problema. “Se houver um problema, a gente pode fazer interferências remotas na máquina ou entrar em contato com o produtor para informá-lo da situação”, diz Alexandrino, acrescentando que o cliente, durante uma operação, nem sempre percebe que algo não esteja funcionando bem. (Imprensa Cocamar)

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