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Novo modelo de concessão de rodovias prevê mais obras e tarifas menores

Representantes do setor produtivo paranaense, do Governo do Estado, do Ministério da Infraestrutura e a bancada de deputados federais discutiram nesta segunda-feira (25) o modelo de concessão do novo Anel de Integração do Estado, que deve entrar em leilão até o final deste ano. Com 3.327 quilômetros de extensão – um incremento de 834 quilômetros no atual traçado – e previsão de R$ 42 bilhões em investimentos, a nova modelagem prevê mais obras, 1.700 quilômetros de rodovias duplicadas em até sete anos, e tarifas de pedágio mais baixas que as atuais.

A reunião, que aconteceu na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) e foi transmitida pela internet, esclareceu pontos que geravam dúvidas na sociedade, como a implantação de novas praças e o valor da tarifa de pedágio.

O Vice-Governador e Presidente da Federação do Comércio do Paraná, Darci Piana, destacou a importância de se pensar no futuro de nossas rodovias.

Sérgio Malucelli, o Presidente da Fetranspar (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná), lembra que o maior desejo do setor produtivo é uma tarifa justa.

O Presidente do Sistema Fiep, Carlos Valter Martins Pedro, elogiou o modelo proposto.

José Roberto Ricken é Presidente do Sistema Ocepar e do G7, grupo que reúne as principais entidades do setor produtivo paranaense. Para Ricken, a melhor alternativa tem que ser conquistada com o que é preciso: viabilidade.

Pelo projeto elaborado pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), os valores pagos pelos usuários serão de 25% a 67% menores, dependendo da praça. Os descontos podem ser ainda maiores para os usuários frequentes e para aqueles que aderirem à cobrança automática. As audiências públicas para discutir a modelagem com toda a sociedade iniciam no dia 2 de fevereiro, com acesso online pelo site da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), e também presencialmente. Os cronogramas para os encontros nas principais cidades serão divulgados na mesma data. Assim que as audiências forem finalizadas e o projeto ajustado, ele passará pela análise do Tribunal de Contas da União (TCU), para então ir a leilão na Bolsa de Valores (B3).

As novas concessões têm validade de 30 anos, sendo que os atuais contratos vencem em 27 de novembro. O projeto de concessão é composto por um modelo híbrido, com menor tarifa de pedágio, seguido de maior valor de outorga. A expectativa do Ministério é que o leilão ocorra até o final do ano.

Para mais informações: www.paranacooperativo.coop.br / App Paraná Cooperativo

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