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INTERNACIONAL II: Ministros do G7 condenam tarifas comerciais dos EUA


Em um sinal da enorme divisão entre os Estados Unidos e os países tipicamente considerados 
seus aliados mais próximos, seis dos ministros das Finanças do G7 divulgaram no sábado (02/06) uma condenação unânime das ações comerciais norte-americanas.

 

Preocupação - No comunicado de conclusão da cúpula ministerial do grupo das sete nações mais ricas, seis países - Canadá, o anfitrião, França, Alemanha, Reino Unido, Itália e Japão - transmitiram sua "preocupação e decepção unânimes" com as tarifas dos EUA sobre aço e alumínio divulgadas semana passada.

 

Reunião difícil - A divisão profunda prepara o terreno para uma reunião difícil daqui a uma semana, quando os chefes de estado dos países do G7 — formado pelos seis, mais os EUA - se encontrarem em Charlevoix, Canadá, com a clara intenção de confrontar o presidente Donald Trump por suas ações.

 

Restauração de parcerias - O objetivo dessa reunião, diz o comunicado, "deve ser restaurar parcerias colaborativas para promover o comércio livre, justo, previsível e mutuamente benéfico". A declaração, divulgada pelo Canadá, disse que "colaboração e cooperação foram colocadas em risco por ações comerciais contra outros membros".

 

Trump - Pouco antes do fim da reunião ministerial, Trump voltou à carga no Twitter, como é de seu costume. "Os Estados Unidos devem, no mínimo, ser tratados com justiça no Comércio", escreveu o presidente americano. Segundo ele, se os EUA não cobram tarifa sobre os produtos de um país e essa nação impõe taxas de "25, 50, até 100%" sobre os produtos americanos, tem-se uma situação injusta e que não pode mais ser tolerada. "Isso não é livre comércio, é comércio estúpido", concluiu. (Dow Jones Newswires, com Valor Econômico)

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