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UNIMED PONTA GROSSA: HGU se consolida em alta complexidade cardíaca

unimed ponta grossa 30 05 2019O Hospital Geral Unimed (HGU), da Unimed Ponta Grossa, estabeleceu e padronizou mais um procedimento na área da cardiologia e cirurgia cardiovascular, consolidando a maturidade da instituição na realização de procedimentos de alta complexidade cardiológica.

Minimamente invasivo - O implante percutâneo de válvula aórtica, conhecido também como Tavi, é realizado na unidade de Hemodinâmica e é considerado um procedimento minimamente invasivo, pois não há necessidade de incisão no tórax do paciente e nem de circulação extracorpórea.

Risco menor - De acordo com Marcelo Ferraz de Freitas, cirurgião cardiovascular que, juntamente com os cardiologistas do serviço de hemodinâmica, iniciou a realização do procedimento no HGU, esse tipo de cirurgia é uma oportunidade para o tratamento do estreitamento da válvula aórtica (estenose aórtica) em pacientes com risco cirúrgico elevado, como os de idade mais avançada ou portadores de outras doenças debilitantes, por exemplo. “O risco dessa cirurgia, conforme a literatura médica, é menor se comparado ao risco da cirurgia cardíaca convencional nos pacientes nestas condições extremas”, explica.

Procedimento - O implante é feito com o paciente sedado, por punções na virilha e a prótese é guiada por um cateter por meio das ramificações da artéria aorta. Além da equipe de cirurgiões hemodinamicistas e de enfermagem, o procedimento também é acompanhado por outros profissionais, como médicos anestesistas e ecocardiografistas.

Restrito - “Esse tipo de procedimento é restrito a grandes centros de cardiologia. Para realizá-lo, é necessário um grande preparo de estrutura, de equipe médica, de equipe assistencial, o que é construído gradativamente. Hoje, o HGU já atingiu totais condições de realizar esse tipo de cirurgia”, avalia Freitas.

Estrutura - Além dessas preparações técnicas e estruturais pré-cirúrgicas, o hospital também deixa uma sala do centro cirúrgico e uma equipe preparadas durante a realização do implante. “Mesmo que a prótese da válvula seja realizada em uma unidade de hemodinâmica, faz parte do protocolo de segurança esse respaldo do centro cirúrgico. Caso haja qualquer intercorrência, a agilidade na transferência do paciente até o centro cirúrgico e a pronta intervenção cirúrgica emergencial faz toda a diferença”, ressalta o cirurgião.

Evolução - Com o avanço tecnológico e aprovação crescente por parte das evidências científicas, Freitas acredita que, a médio prazo, esse tipo de procedimento, que hoje tem indicações bastante restritas e especiais, reduza drasticamente a necessidade das cirurgias convencionais por incisão torácica. “Já evoluiu-se muito e há alguns passos ainda a serem desenvolvidos para que esse tipo de prótese possa ser implantada, dessa forma, em pacientes de menor risco e mais jovens. Mas a tendência nos mostra que, futuramente, cirurgias assim sejam habituais e acessíveis a grande maioria dos pacientes com esse tipo de patologia”. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

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