Início Sistema Ocepar Comunicação Informe Paraná Cooperativo Últimas Notícias ABIPECS: Exportações brasileiras de carne suína cresceram 16,5% em julho

 

 

cabecalho informe

ABIPECS: Exportações brasileiras de carne suína cresceram 16,5% em julho

Depois de quatro meses de queda, as exportações brasileiras de carne suína voltaram a crescer em julho, informou na sexta-feira (09/08) a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). No mês passado, as vendas externas de carne suína renderam US$ 126,1 milhões, alta de 16,5% ante o mesmo período de 2012.

Volume - Em volume, os embarques de carne suína totalizaram 50,4 mil toneladas em julho, crescimento de 14% ante as 44,2 mil toneladas comercializadas no mesmo intervalo do ano passado. Na mesma comparação, o preço médio da carne suína exportada no mês passado subiu 2,1%, passando de US$ 2.447 por tonelada para US$ 2.501 por tonelada.

Acumulado - No acumulado deste ano até julho, no entanto, as exportações de carne suína ainda registram queda, sobretudo graças à suspensão temporária das importações para a  Ucrânia. Em março, o país europeu vetou a compra de carne suína do Brasil após a detecção da bactéria listeria em lotes importados.  Quando fez o embargo, a Ucrânia era o maior importador de carne suína do Brasil. A suspensão foi retirada em junho.

Renda - Entre janeiro e julho, as exportações de carne suína renderam US$ 756,4 milhões, queda de 4,9% ante os U$$ 795,7 registrados no mesmo intervalo do ano passado. Na mesma comparação, o volume embarcado recuou 7%, para 290,9 mil toneladas. Já  preço médio da carne suína exportada subiu 2,3% , para US$ 2,6 mil a tonelada.

Rússia - Do total exportado pelo Brasil em 2013, a Rússia foi o principal importador, respondendo por 28,3% do volume embarcado (85,4 mil toneladas) e 31,7% da receita (US$ 240,1 milhões). A segunda posição ficou com Hong Kong, que representou 24,8% do volume (72,3 mil toneladas) e 23,2% da receita (US$ 176 milhões).

Ucrânia - Os dados relativos à Ucrânia são emblemáticos da importância que o embargo teve para a queda das exportações da carne suína. Entre janeiro e julho — período que considera a suspensão temporária dos embarques —, as vendas para o país europeu responderam por 11,7% em volume (34 mil toneladas) e 12,7% em receita (96,7 mil toneladas). Considerando apenas julho, mês sem restrições, a participação da Ucrânia nas exportações de carne suína do Brasil sobe para 17,2% em volume e 18,6% em receita, de acordo com a Abipecs. (Valor Econômico)

Submit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to LinkedIn

Últimas Notícias