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COCAMAR: Luiz Lourenço fala sobre integração lavoura pecuária na reunião da Amerios

O sistema de integração lavoura, pecuária e floresta (iLPF) pode representar um grande salto na economia dos municípios situados na região do Arenito Caiuá, no noroeste paranaense. Em lugar de pastagens degradadas, que hoje predominam ali, o objetivo é implantar um modelo sustentável de exploração das propriedades, já testado e aprovado, que pode significar o início de um ciclo de recuperação econômica que foi interrompido há décadas com o fim da cafeicultura.

Reunião - Este cenário foi desenhado pelo presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, durante a reunião dos prefeitos da Amerios (Associação dos Municípios da Região de Entre Rios), na manhã de sexta-feira (09/08) em Umuarama, no Hotel Caiuá.  “A Cocamar vem fazendo um grande esforço para divulgar a integração”, comentou Lourenço, acrescentando que, aos poucos, proprietários de terras estão se convencendo do potencial existente na região para o desenvolvimento de um projeto assim. “Há muitos pecuaristas que não se imaginam produzindo soja no verão, mas há outros tantos que já o fizeram e estão satisfeitos com os resultados”, disse o presidente.

Campeão - Ele mencionou o fato de Gérson Bórtoli, pecuarista de Umuarama, ter adotado o sistema há alguns anos e, na safra de soja 2012/13, colhida no início deste ano, ser um dos campeões de produtividade considerando toda a região da cooperativa, superando, inclusive, as médias de Maringá. Para Luiz Lourenço, a iLPF é uma oportunidade para revitalização econômica que os prefeitos não podem deixar passar. “Estamos vivendo um momento de transição em que pecuaristas não profissionais dificilmente conseguirão permanecer”, afirmou. E disse que a Cocamar está estruturada com equipe para prestar toda a orientação técnica aos interessados.

Estancar - Em sua apresentação, o presidente destacou números sobre a baixa ocupação dos pastos degradados e a inviabilidade do modelo extrativista. “É um processo contínuo de empobrecimento regional que pode ser estancado”, acrescentou.

Cultivo - Pela integração, o proprietário faz o cultivo de capim braquiária que vai ter tripla aptidão. A primeira é fornecer alimento em quantidade para o gado no inverno, período em que o rebanho geralmente emagrece ante a escassez de pastos. A segunda é que, com o capim, há o controle da erosão e também de ervas daninhas. A terceira, por fim, é a dessecação do capim que vai servir de cobertura do solo para o plantio direto, na primavera. “Não temos nenhuma dúvida do sucesso da integração no arenito, é só uma questão de tempo”, completou Lourenço. (Imprensa Cocamar)

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