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LAR: Unidade Industrial de Aves completa 14 anos

Os 14 anos da Unidade Industrial de Aves (UIA) da Cooperativa Lar foram comemorados, no último dia 9 de setembro, em Matelândia, Oeste do Estado. No evento, foram reconhecidos os 125 funcionários com maior assiduidade, ou seja, aqueles que menos faltaram ao trabalho. Estiveram presentes o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues; o diretor-secretário, Urbano Inacio Frey; o gerente da Divisão Industrial, Clédio Roberto Marschall; a gerente da Unidade Industrial de Aves, Lérida Fantin de Vargas; o gerente de Suporte, Rafael Franco de Camargo, e os médicos veterinários Paulo e Daniel Pinto, do Serviço de Inspeção Federal.

Abates e geração de emprego - Hoje, a UIA da Lar industrializa diariamente 265 mil aves, contando com  uma das mais modernas e equipadas estruturas para abate de aves do Brasil, conforme declaração de clientes e organismos de certificação. A unidade gera 3.845 empregos diretos, considerando o processo de abate e de industrializados. Para Irineo da Costa Rodrigues, ao comemorar os 14 anos de industrialização de frango, é surpreendente verificar a evolução regional, tendo como base essa atividade. “Nos surpreendemos com o avanço registrado na geração de empregos, arrecadação de tributos pelos municípios e novas empresas para assumir a demanda gerada”, enfatizou o dirigente, elogiando os associados que se dedicam à atividade e aos funcionários, onde cresce a cultura da assiduidade.

Impactos - De acordo com o balanço de 2012, o valor comercializado pela cooperativa por meio desse segmento é superior a R$ 450 milhões.  A avicultura de corte movimenta o campo e a cidade, auxiliando famílias de agricultores, gerando emprego na Unidade Industrial e em todas as atividades dela decorrentes, o que movimenta a economia também no comércio das cidades da região, de onde vêm a maioria dos funcionários.  “Assim vamos conduzindo a atividade, com profissionalismo e visão de futuro, pois o abate tende a crescer, uma vez que estrutura hoje posta tem capacidade para industrializar 300 mil aves ao dia. Para isso acontecer precisamos mobilizar todos os setores novamente”, acrescenta o presidente da cooperativa.

Agregação de valor - Para o gerente da Divisão Industrial, Clédio Roberto Marschall, o aniversário da Unidade Industrial de Aves destaca a importância e o papel da industrialização na agregação de valor à produção dos associados da cooperativa. A Lar fomenta as áreas de grãos com a assistência técnica e a venda de insumos; recebe a produção; transforma parte em farelo de soja, depois em ração, que é fornecida aos associados juntamente com os pintainhos, e retorna novamente à cooperativa sob a forma de frango para abate. Todo esse processo é coordenado pela cooperativa, numa complexa e integrada cadeia de produção.

Técnico de segurança – Com três contratos já firmados com a cooperativa, Valdemar Back trabalhou 10 anos em Medianeira, depois na Unidade Industrial de Soja, em Céu Azul, e, desde 2002, está na Unidade Industrial de Aves. Desempenha a função de técnico de segurança no trabalho e a preposição nas audiências trabalhistas.  Segundo Valdemar, a cooperativa prima muito pelo bem-estar do funcionário, mantendo no local um médico do trabalho, engenheiro de segurança, técnico de segurança no trabalho, enfermeiros, assistente social e psicólogo. “É toda uma equipe para dar suporte ao funcionário, para que ele desempenhe o seu papel com profissionalismo”, relata. “Fico agradecido pelo reconhecimento da assiduidade e tenho alegria de prestar esse serviço há vários anos. O meu pensamento e ação é continuar trabalhando com a mesma garra de sempre”, concluiu.

Carreira - Carla de Morais Antunes, residente em Ramilândia, trabalha na UIA há 6 anos no setor de evisceração e ambém tem o objetivo de seguir carreira na Unidade. “É bom trabalhar aqui, com carteira assinada, férias e outros benefícios que me deixam feliz”. Da família, ela e uma prima trabalham na Unidade e sua intenção é investir nos estudos para garantir um bom futuro lá.

História - Cristina Funari Rodrigues tem uma longa história na Unidade pois ingressou antes da inauguração, quando a UIA ainda estava em construção. “Era o pessoal da obra, do almoxarifado, uma zeladora e eu”, confirmou. Trabalhando no setor de recursos humanos, desde o início acompanhou a contratação das pessoas. Gaúcha de Morro Redondo, município próximo a Pelotas, Rio Grande do Sul, disse que sempre ouvia falar por lá que as pessoas que vinham para o Paraná gostavam daqui e ficavam para desenvolver o seu trabalho, fazer a sua vida, porque era uma região próspera. “Eu vim com essa intenção, gostei e não imaginei que fosse ficar tantos anos. Realmente é uma região muito rica. Foi uma das melhores coisas que eu fiz na minha vida, vir para essa região e trabalhar nessa empresa que cresce a cada dia, desafiando a todos nós, mas possibilitando também o nosso crescimento”, declarou. (Imprensa Lar)

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