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Sistema Ocepar - Paraná Cooperativo - Informe Diário

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 2921 | 29 de Agosto de 2012

VISITA: Koslovski recebe presidente da E Paraná

O diretor presidente da Rádio e Televisão Educativa do Paraná – E Paraná, Paulo Vítola, acompanhado da diretora de jornalismo da emissora, Angela Luvisotto, foi recebido na manhã desta quarta-feira (29/08) pelo presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski e pelo coordenador de comunicação e imprensa, Samuel Milléo Filho. Segundo Vítola, o objetivo da visita foi apresentar um novo projeto que está sendo construído pela emissora que pretende formalizar parcerias com algumas entidades, entre elas o Sistema Ocepar, na produção de um programa semanal sobre o agronegócio paranaense. “Gostaríamos muito de poder contar com o apoio das cooperativas, através da Ocepar, com conteúdo para este programa. Sabemos da importância que as cooperativas têm para o desenvolvimento do agronegócio paranaense e seria uma importante fonte de informação, frisou”.

Parceria - Segundo Vítola, a E Paraná está firmando também uma parceria de conteúdo com a TV Brasil, do governo federal, e este mesmo programa seria veiculado pela emissora na grade nacional. Koslovski afirmou que a Ocepar tem interesse em apoiar a iniciativa. “Possuímos uma equipe de profissionais altamente qualificados e que podem fornecer todas as informações necessárias. Nos colocamos a disposição para auxiliar na construção deste projeto, que com certeza, será um diferencial no telejornalismo do estado”, destacou Koslovski. Além da Ocepar, também foram visitados a Secretaria de Agricultura, Instituto Emater, Faep e Fetaep.

Campanha – Durante a reunião, o coordenador de comunicação do Sistema Ocepar lembrou que Paulo Vítola, em 2006, produziu em parceria com a agência Opus Múltipla o roteiro de um filme da campanha de marketing veiculada no Grupo Paulo Pimentel (GPP), de valorização do agricultor. Segundo Milléo, “este filme, até hoje é utilizado em palestras e também pelas cooperativas em eventos fechados, onde mostra produtores em lavouras de soja, produzindo leite, numa granja de frango e dirigindo um trator, todos de vestidos de terno e gravata, onde é perguntado: para ser respeitado o produtor precisa se vestir assim?. Foi uma campanha que teve uma excelente repercussão, não só no Paraná como em diversos outros estados, muitos sindicatos e associações nos solicitaram este material para divulgação e o Canal do Boi veiculou gratuitamente o material na época”, lembra.  A campanha tinha como slogan criado por Vítola: “Campo, a empresa que movimenta a cidade – o agricultor merece nosso respeito”. 

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SICREDI PARANAPANEMA PR/SP: Inauguradas novas instalações em Sertaneja

Na segunda-feira (27/08), a Sicredi Paranapanema PR/SP inaugurou novas instalações para sua unidade de atendimento no município de Sertaneja. Dirigentes, colaboradores, associados e outros convidados prestigiaram o início das atividades no novo prédio, que conta com maior conforto, segurança e uma sala de autoatendimento que proporciona ainda mais agilidade em certas operações, em horários alternativos, através dos caixas eletrônicos.

Desenvolvimento socioeconômico - Em sua fala, durante a inauguração, o presidente da cooperativa, Claudinei Angelin, destacou a importância do cooperativismo para o desenvolvimento socioeconômico das comunidades. “O Sicredi acredita nas pessoas e consequentemente nos municípios onde atua, por isso investimos em uma estrutura imponente, moderna, segura e confortável para Sertaneja, onde os associados poderão desfrutar de um atendimento ainda mais personalizado e aconchegante”, disse.

Agradecimento - O gerente da unidade, Wellington Almeida de Souza, manifestou o agradecimento aos associados que acreditam no Sicredi e que através da confiança têm movido o desenvolvimento da cooperativa no município. “Nossa equipe não poupará esforços para continuar atendendo as necessidades financeiras dos associados com qualidade. Esta nova estrutura representa o fortalecimento que o sistema Sicredi alcançou nos últimos anos e será o local onde daremos continuidade a esta história de crescimento e desenvolvimento”, afirmou.

Sicredi Paranapanema PR/SP - Com sede em Cambará, no Paraná, é uma das 113 cooperativas que integram o sistema Sicredi. Fundada em 1985, tem uma história marcada pela expressiva expansão, fortalecendo as comunidades e associados de toda a região do norte do Paraná e sul de São Paulo. Atualmente presente em 21 municípios, tem mais de 26 mil associados e aproximadamente R$ 175 milhões em recursos administrados.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é um conjunto de 113 cooperativas de crédito, integradas horizontal e verticalmente. A integração horizontal representa a rede de unidades de atendimento (mais de 1.100 unidades de atendimento), distribuídas em 11 Estados*. No processo de integração vertical, as cooperativas estão organizadas em quatro Cooperativas Centrais, uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo, que controla as empresas específicas que atuam na distribuição de seguros, administração de cartões e de consórcios. Mais informações no site sicredi.com.br.

* Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia, Goiás e Bahia. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

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CAMPANHA: Copagril incentiva ações de combate ao fumo

Nesta quinta-feira (29/08), Dia Nacional de Combate ao Fumo, a Cooperativa Coopagril, de Marechal Cândido Rondon, alerta para os males causados à saúde pelo tabaco e incentiva as pessoas a abandonarem o hábito. 

 

copagril 29 08 2012

COCAMAR: Falta de óleo diesel em época crítica preocupa

O setor produtivo foi surpreendido com a falta de óleo diesel no final da colheita da safra de milho e está cada vez mais preocupado com a situação. Afinal, é praticamente véspera do período de semeadura da safra de verão 2012/13, quando a demanda pelo combustível é intensa. Na Cocamar Cooperativa Agroindustrial, em Maringá, que faz a revenda de mais de 20 milhões de litros/ano em média para produtores cooperados nas regiões noroeste e norte do Paraná, os estoques estão vazios, ocorrendo o mesmo em relação a outros revendedores da região – e já surgindo notícias de que o diesel poderá começar a faltar até mesmo nos postos.

Necessidade - A Cocamar informa que precisa de 600 mil litros imediatamente, 2 milhões em setembro e pelo 1,5 milhão em outubro para atender aos seus cooperados. 

Demanda - Segundo dados obtidos junto a Repar, refinaria da Petrobrás em Araucária (PR), a demanda este ano está entre 7% e 8% acima desta mesma época em 2011. O consumo maior, somado a problemas de atraso no descarregamento dos navios no Porto de Paranaguá, agravam a situação. Sabe-se que um navio trazendo 40 milhões de litros está parado no porto à espera de liberação por parte da Receita Federal (em greve há dois meses) e também da agência de vigilância sanitária (Anvisa). As informações são desencontradas, de acordo com algumas fontes. “Há quem diga que o abastecimento será normalizado na virada do mês, mas estamos preocupados diante das incertezas”, afirma o superintendente de Negócios da cooperativa, José Cícero Aderaldo.

Inquietação - Segundo Aderaldo, o setor produtivo já vinha se inquietando há semanas com a redução gradativa dos estoques de óleo diesel em pleno final de safra de inverno e quase início da de verão. Como as distribuidoras vêm deixando de fazer a reposição, os tanques foram a zero. “O momento é crítico e os produtores não estão sendo atendidos no momento de sua necessidade, trazendo dificuldades em seus trabalhos na lavoura. O que mais nos preocupa é a falta de informações e quando o fornecimento se normalizará”, finaliza. (Imprensa Cocamar)

LAR: A cada plantio, a esperança de um futuro melhor

O apoio fornecido pela Lar visando desenvolver o potencial produtivo das famílias associadas tem sido reconhecido como um fator que motiva o trabalho dos agricultores, proporcionando segurança e perspectivas de um futuro melhor na propriedade. “O trabalho da Cooperativa Lar é o diferencial que nos dá forças para encarar mais um ano, mais uma safra, com orientações corretas e a busca por bons resultados. Plantamos com fé, com a diminuição de todos os riscos, por isso assistência técnica é fundamental”, disse o cooperado Ildo Pérego. “Temos certeza que nossos filhos, sucessores dessa propriedade, já imbuídos desse espírito cooperativista, darão prosseguimento a essa vocação familiar, que é produzir alimentos”, acrescentou.

Culturas - Juntamente com a esposa Leoni e os filhos Ivonei, Leandra e Gabriel, Ildo cultiva 10 alqueires na Linha Mazzola, em Medianeira, Oeste do Estado. No verão, eles plantam soja e, na última safra, optaram pelas variedades V-Max RR e CD 250 RR STS, obtendo produtividade razoável, devido à longa estiagem ocorrida. Após a colheita da soja, foi implantado o milho safrinha, com destaque para os híbridos P33 40 Herculex, P34 31 Herculex e P30 F53 Herculex.  Apesar de utilizarem tecnologia de ponta, houve queda de produtividade devido a fatores climáticos, como seca e geada.

Liderança jovem - A filha Leandra participa do grupo de Liderança Jovem da Lar  há 2 anos , demonstrando bastante entusiasmo com a forma de atuação do cooperativismo. “Aproveitar as oportunidades e buscar o envolvimento nos afazeres da propriedade é comum no jovem. Como a Cooperativa Lar tem esse trabalho específico com toda a família associada, devemos fazer a diferença, pois o aperfeiçoamento deve ser constante, até porque os desafios também são sempre crescentes, seja na nossa vida pessoal, profissional e na propriedade”, declarou.

Mundo melhor - “A cooperativa é do seu associado”, reiterou a assessora de Ação Educativa da Lar, Carmem Reis, salientando que o cooperativismo é a união voluntária de pessoas para atender interesses comuns, sendo que todos buscam o profissionalismo na atividade e o desenvolvimento pessoal.  “Queremos cada vez mais fortalecer os laços com a família associada Lar, na certeza da construção de um mundo melhor,” finalizou. (Com informações da Imprensa Lar)

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COOPERATIVISMO: OCB avança na construção de projetos de sequestro de carbono

Foi apresentada nesta terça-feira (28/08) a nova proposta de metodologia para o projeto de restauração florestal visando obtenção de créditos de carbono da cooperativa Coonai. A elaboração contou com participação ativa de técnicos da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq/Esalq), e foi aprovada na íntegra pelo presidente e superintendente da OCB, Márcio Lopes de Freitas e Renato Nobile, respectivamente. “O sétimo princípio que rege o movimento cooperativista predispõe o constante interesse pela comunidade. É, sem dúvidas, de extrema importância que o cooperativismo seja reconhecido como referência nas questões referentes a sustentabilidade”, destacou o presidente Freitas.

Viabilização do projeto - Trata-se de um projeto encabeçado pela Cooperativa Nacional Agro Industrial (Coonai), idealizado pela F5 Consult, que conta com o apoio da OCB e da Fealq/Esalq no seu desenvolvimento. De acordo com o analista de Ramos e Mercados da OCB, Marco Olívio Morato, que acompanhou o processo de construção da metodologia junto à empresa de consultoria, o objetivo principal do Sistema OCB é tornar o projeto viável, fortalecido, de modo que possa vir a ser executado nacionalmente. “Com isso, conseguiremos sanar possíveis passivos ambientais existentes nas propriedades rurais e também determinar o protagonismo do sistema cooperativista na busca pela sustentabilidade da produção agropecuária”, avalia.

Metodologia - Morato ressalta que, com as indefinições acerca do novo Código Florestal brasileiro, a metodologia do projeto encontrou dificuldades para ser consolidada. Porém, o que era uma barreira, diz o analista, tornou-se uma vantagem. “No processo de releitura da metodologia, encontramos uma saída que permitirá uma maior amplitude do projeto. Neste primeiro momento, é fundamental que foquemos no sucesso da execução dele na Coonai, como forma de comprovar sua eficácia e abrir caminho para novos projetos, vindo futuramente a se tornar um programa de nível nacional”, prevê o analista.

Presenças - Participaram, ainda, da reunião o gerente de Ramos e Mercados da OCB, Gregory Honczar; a gerente de Relações Institucionais da OCB, Tânia Zanela; além do assessor e do analista Jurídico do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Paulo Roberto Chuery e Aldo Leite, respectivamente. (Informe OCB)

 

SAFRA 2012/13: Secretário anuncia primeira estimativa de produção de grãos

safra 29 08 2012O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, anuncia, na próxima segunda-feira (03/09), a primeira estimativa de área e produção de grãos de verão da safra 2012/13, que começa a ser plantada no Paraná. Será divulgado também o resultado da safra 2011/12 que está em fase de encerramento. A entrevista coletiva será acompanhada pela equipe técnica do Departamento de Economia Rural, presente nos 22 núcleos da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, junto com a equipe de sede, responsável pelo trabalho de coordenação das pesquisas de campo.

Rodada de palestras - Os técnicos ficam em Curitiba até quarta-feira (05/09), para participar de rodada de palestras e debates sobre as estimativas da safra de verão 12/13, a expectativa e formação de preços para a futura safra, produção e produtividade das principais lavouras cultivadas no Estado.

Serviço - Anúncio da estimativa de safra 2012/13 /Dia: 03/09/12 - segunda-feira / Hora: 14 horas / Local: Auditório da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. Rua dos Funcionários 1.559 - Juvevê – Curitiba. (AEN)

IAPAR: Integração lavoura e pecuária é tema de evento em Santa Tereza do Oeste

O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) promove, nesta quarta-feira (29/08), uma tarde de campo sobre integração lavoura e pecuária, dirigida a produtores, técnicos e estudantes. São esperados em torno de 200 participantes. As apresentações técnicas serão conduzidas por pesquisadores do Iapar e especialistas da Coopavel e da Emater, que abordarão opções de forrageiras de inverno para integração lavoura e pecuária; novas cultivares de aveia forrageira e aveia granífera, adubação e plantas melhoradoras de solo e consórcio de gramíneas e leguminosas.

Inscrições - As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas no próprio local, pouco antes do início do evento. Mais informações na Estação Experimental de Santa Tereza do Oeste, telefone 45 3231-1713.

Serviço - Tarde de campo sobre integração lavoura e pecuária / Data: 29 de agosto, quarta-feira / Horário: a partir das 14 horas / Local: Iapar-Estação Experimental de Santa Tereza do Oeste, na PR 163, km 188. (Assessoria de Imprensa do Iapar)

TRIGO I: Norte Pioneiro prevê colher 274 mil toneladas

Trigo I 29 08 2012Os agricultores do Norte Pioneiro devem colher 274 mil toneladas de trigo na safra atual, o que corresponde a 12,4% da produção prevista no estado do Paraná, que é de 2,2 milhões de toneladas. A estimativa é do engenheiro agrônomo Hugo Godinho, técnico responsável pela cultura do trigo no Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab).

Regional Cornélio Procópio - Os municípios que compreendem o núcleo regional da Seab em Cornélio Procópio vão colher 181 mil toneladas, 8,2% do total do estado, e o núcleo de Jacarezinho 93 mil toneladas, 4,2% do total. A colheita na região começou na semana passada, quase um mês depois de outras regiões do estado, e será concluída na segunda quinzena de setembro.

Redução de área - A produção de trigo no Norte Pioneiro poderia ser quase 50% se não fosse a redução da área de plantio na atual safra. No ano passado, a área com trigo no Paraná passava de 1 milhão de hectares e este ano caiu para 775 mil hectares, 28% do total. Só a regional de Cornélio Procópio, que já teve uma das maiores áreas da cultura no estado, sofreu uma diminuição de 35%.

Motivos - A redução da área de plantio é atribuída a dois motivos pelo técnico do Deral: o primeiro foi a demora da definição do preço do trigo este ano e o segundo, a liquidez maior oferecida ao milho, dai a expansão cada vez maior da segunda safra deste produto no ano. Godinho acredita que o trigo vai continuar perdendo espaço para o trigo nos próximos anos, a menos que haja algum fato novo que altere este panorama.

Integrada - Os associados da Integrada Cooperativa Agroindustrial plantaram cerca de 60 mil hectares de trigo nos municípios do Norte Pioneiro. O engenheiro agrônomo Irineu Baptista, gerente técnico da cooperativa, diz que o clima seco dos últimos dias está contribuindo para uma ''colheita excepcional''. Segundo ele, o produto colhido é de boa qualidade e a quantidade também é considerada satisfatória, em torno de 2700 a 2900 quilos por hectare, em média.

Problemas - Baptista diz que o produtor tem optado pelo milho como segunda safra porque a cultura do trigo apresenta uma série de problemas, a começar pela histórica falta de apoio oficial, riscos de doenças e interferências climáticas durante a germinação e a dificuldade de comercialização após a colheita. Outro detalhe apontado é que, em função do transporte, fica mais barato levar o trigo da Argentina para a região Nordeste do que o trigo produzido nos estados do Sul.

Rotação - A Integrada procura conscientizar seus associados sobre a importância da rotação de culturas, orientando o produtor para a necessidade de plantio de trigo, mesmo em uma área menor, para não ficar atrelado somente ao milho. ''A rotação é muito importante para a manutenção da qualidade do plantio direto, mas esbarra na dificuldade da competição econômica, já que o milho tem uma liquidez maior'', explica o engenheiro agrônomo.

Interferências climáticas - A estiagem que se prolongou até o começo desta semana foi benéfica para o início da colheita de trigo no Norte Pioneiro. Na segunda-feira (27/08) à tarde, começou uma chuva de pequena intensidade em vários pontos da região e muitos produtores mantiveram as máquinas no campo enquanto o tempo permitiu. Nesta terça-feira (28/08) de manhã, alguns produtores ainda insistiam, mas a chuva, apesar de fraca, não permitia a colheita, que deve ser retomada hoje à tarde ou amanhã cedo.

Qualidade - O técnico do Deral diz que a estiagem, neste momento, favorece a colheita, que acontece em um ritmo mais acelerado, e mesmo uma chuva sem muita intensidade nos próximos dias não irá comprometer a qualidade e o volume de produção. ''As condições climáticas proporcionam ótimas condições de colheita no Norte do estado, o que ajuda a colher o produto não apenas com rapidez mas também com qualidade'', afirma o técnico do Deral. (Folha de Londrina)

TRIGO II: Produtor diz que há 50 anos governo promete incentivos

Apesar das circunstâncias adversas, tem produtor que insiste com o trigo por ser ''apaixonado'' pela cultura. É o caso do proprietário rural Pedro Barbosa Rossi, que cultiva 200 hectares de trigo, em fase de colheita, em São Jerônimo da Serra. Ele diz que há 50 anos o governo promete resolver os problemas de comercialização do produto, mas o assunto é esquecido a cada safra que passa. ''O trigo não é igual a soja que você colhe tendo um contrato (de venda) antecipado; com o trigo, primeiro a gente colhe, guarda o produto na cooperativa e fica esperando a boa vontade do governo para efetuar a compra'', compara.

Procura - Esse ano, porém, ele percebeu que a situação está menos complicada porque a redução da área de plantio vai diminuir a oferta de trigo no mercado interno e aí, forçosamente, a procura será maior. O produtor diz que até recebeu a proposta de uma venda antecipada do produto, o que não é comum com o trigo.

Gosto pela cultura - Rossi planta trigo há 26 anos no inverno, alternando com a soja no verão. Ele diz que de vez em quando planta milho para fazer a rotação de culturas. ''O trigo, infelizmente, nunca remunerou bem o produtor, mas vou continuar plantando trigo porque gosto da cultura e nesse tempo todo só deixei de plantar trigo em um ano'', afirma. (Folha de Londrina)

UBABEF: Crise faz avicultores demitirem cerca de 5 mil pessoas no Brasil

Com a crise provocada pela combinação de forte alta dos custos de insumos e o crédito limitado, os avicultores brasileiros demitiram mais de cinco mil pessoas, informou a associação que reúne a indústria nesta terça-feira (28/08). O levantamento da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), feito com base em informações das associações estaduais de avicultura, indica que 5.750 pessoas foram demitidas nos últimos meses.

Insumos - Segundo a entidade, o número de demissões "reflete o impacto da disparada de preços do milho e da soja sobre os custos de agroindústrias e de produtores avícolas, além da escassez de crédito". A alta dos insumos fez a agricultura brasileira cortar a produção em 10% em julho, e a perspectiva da indústria é de que mais cortes venham a ocorrer se o setor não obtiver apoio governamental.

Apoio - "O setor precisa que instrumentos de política agrícola que facilitem o acesso a estoques de milho e soja. Também há uma necessidade dramática de acesso a crédito, que desapareceu até mesmo no que diz respeito a bancos oficiais", disse Francisco Turra, presidente da Ubabef, em comunicado.

Alta dos grãos - Segundo o levantamento da entidade, de janeiro a agosto deste ano foram registradas altas de preços em reais de 90% nos preços do farelo de soja, de 58% na soja em grão e de 44% no milho. Os grãos são os principais insumos para o setor e compõem a base da alimentação dos frangos, representando 60% dos custos de produção do setor avícola.

Medidas - Entre algumas medidas propostas pela Ubabef estão realização de leilões de Prêmio de Escoamento da Produção (PEP), que ajudariam a escoar o milho das regiões produtoras para as áreas mais afetadas, leilões para formação de estoques reguladores e ampliação da venda a balcão para produtores e indústrias avícolas.

Fechamento de plantas - Em função da crise, algumas plantas foram fechadas e outras empresas entraram em recuperação judicial, segundo o comunicado que não deu mais detalhes. Em meados de agosto, a avícola Diplomata fez o pedido de recuperação judicial, e Turra acrescentou que muitas empresas vêm enfrentando dificuldades de acesso a crédito para capital de giro.

Quebra de safra - A alta nos preços ocorre por conta de uma quebra de safra nos Estados Unidos, os maiores produtores e exportadores de soja e milho. O mercado interno também sofre com uma escassez de soja, por conta da quebra de safra do Sul, no início do ano.

Brasil - No caso do milho, o País deverá produzir um recorde, principalmente por conta do crescimento da segunda safra. Mas há escassez em Estados sulistas, especialmente no Rio Grande do Sul, que não planta o cereal na chamada "safrinha". (Reuters / UOL)

INFRAESTRUTURA I: Paranaguá é chave para resolver gargalo logístico

infraestrutura I 29 08 2012Duas semanas após o governo federal lançar um pacote de concessões de infraestrutura de R$ 133 bilhões, a Confederação Nacional das Indústrias (CNI), em parceria com as três federações industriais da Região Sul – Fiep, Fiesc e Fiergs –, apresentou nesta terça-feira (28/08) um extenso documento com propostas para reduzir o custo do transporte de cargas na região. Esse custo foi de R$ 30,7 bilhões em 2010, o equivalente a 5,7% do PIB da região, e chegará a R$ 40,7 bilhões em 2020 caso nada seja feito.

Investimentos - O Projeto Sul Competitivo prevê investimentos de R$ 15,2 bilhões em 51 obras prioritárias – 10 delas no Porto de Paranaguá. Entre os projetos para o porto, estão a ampliação do pátio de triagem e do cais de inflamáveis, a construção de um novo píer e de dois novos armazéns graneleiros e a dragagem de aprofundamento do canal. Várias dessas obras já estão previstas no Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Organizado de Paranaguá (PDZPO), documento que servirá de orientação para a expansão do porto nos próximos 20 anos.

Projetos - Ao todo, foram listados 177 projetos para resolver a questão de infraestrutura logística do Sul, mas apenas 51 foram considerados prioritários. “Quase nenhum dos projetos de Paranaguá ficou de fora da lista de prioritários”, diz Olivier Gerard, um dos autores do Sul Competitivo e sócio da Macrologística, consultoria que assinou o projeto. “A questão do investimento em Paranaguá é que, se olharmos para como vai estar a situação em 2020, caso nada seja feito, o porto será o terminal do Sul que vai estar mais sobrecarregado”, completa ele. Segundo Gerard, o projeto mais urgente é o aumento da capacidade de movimentação de granéis sólidos.

Estudo -Dos 51 projetos listados no estudo, 26 ficam no Paraná. Eles demandariam, no mínimo, R$ 4,9 bilhões dos R$ 15 bilhões previstos para as obras. O Sul Competitivo foi dividido em oito eixos prioritários de transporte – alguns que precisariam ser criados e outros que seriam apenas melhorados. Dois deles teriam grande impacto no estado: a Rodovia da Boiadeira, que ligaria Porto Camargo a Paranaguá, e a construção de um anel ferroviário para interligar São Francisco do Sul, em Santa Catarina, ao porto paranaense. Segundo os autores, além de visar o aumento da competitividade dos três estados, o estudo também levou em conta o elevado fluxo de produtos que não são produzidos nem consumidos na região, mas que passam por aqui.

Diferenças - Para o setor industrial, a maior diferença do estudo privado para o projeto de concessões do governo é que o plano de Brasília não possui visão sistêmica. “É muito pontual. Não há uma lógica de por que esse [projeto] e não aquele”, diz Gerard.

Força-tarefa - A CNI agora propõe a criação de uma força-tarefa, envolvendo o governo federal e parlamentares, para tirar o projeto do papel. A proposta é que as obras sejam financiadas com recursos públicos e também com parcerias público-privada. No governo federal, é bem provável que o plano seja acatado pelo Ministério da Integração Nacional, que foi o responsável por tocar o projeto Norte Competitivo, plano semelhante ao do Sul, mas focado nos estados da região amazônica.

Estudo levou um ano e gerou 2 mil páginas - O estudo feito pela consultoria Macrologística levou um ano para ser completado, envolveu 22 profissionais e resultou em um dossiê de 2 mil páginas. A primeira fase do projeto, de diagnóstico, mapeou as 18 principais cadeias produtivas dos três estados do Sul. O levantamento identificou como é a situação hoje do consumo interno e da exportação de cada um dos 61 produtos dessas 18 cadeias – e previu como será a demanda nesses dois mercados em 2020. Ao cruzar a demanda por infraestrutura gerada pelas cadeias produtivas com a oferta logística disponível atualmente, o levantamento identificou os principais gargalos de transporte da região. O maior deles, por exemplo, é a BR-116 entre Curitiba e São Paulo, que está operando 307% acima de sua capacidade.

Eixos logísticos - A segunda parte do projeto, propositiva, identificou oito eixos logísticos da região que devem ser priorizados como investimento. O cálculo para a definição da lista de projetos foi feito com a análise do retorno sobre o investimento e do impacto socioambiental das obras para a melhoria ou a implementação dos eixos. (Gazeta do Povo)

INFRAESTRUTURA II: Estado quer linha direta até o porto

O governo do estado vai insistir na inclusão de um novo trecho ferroviário que ligue diretamente o interior do Paraná ao Porto de Paranaguá no Programa de Investimentos em Logística (PIL), pacote federal de concessões lançado há duas semanas e que pretende injetar R$ 133 bilhões na infraestrutura brasileira nos próximos 30 anos. A proposta é construir uma estrada paralela à que já existe na Serra do Mar, a partir da estação de Engenheiro Bley (no município da Lapa) até o porto. Por enquanto, o governo federal tem dado prioridade à construção de um novo acesso a Paranaguá via São Francisco do Sul, no norte de Santa Catarina.

Reunião - O secretário estadual de Infraestrutura, José Richa Filho, esteve nesta terça-feira (28/08) em Brasília para participar do lançamento do Projeto Sul Competitivo e, depois, teve uma reunião com o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, para discutir o assunto. “Sempre tratamos as duas questões de forma separada. A ferrovia São Francisco-Paranaguá e a nova descida direta da serra [sem passar por Santa Catarina] são projetos que se complementam”, afirmou o secretário.

Binário - Segundo ele, o encontro desta terça-feira com Figueiredo foi um desdobramento da reunião sobre as obras previstas no PIL para o Paraná, que ocorreu na semana passada na Casa Civil. Na ocasião, a ministra Gleisi Hoffmann detalhou o programa para parlamentares e integrantes do Fórum Permanente Futuro 10 Paraná. Ela explicou que as dúvidas sobre como será o novo acesso a Paranaguá devem acabar com a conclusão de um Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental que o governo federal vai contratar em setembro e que deve ficar pronto dentro de sete a dez meses. Gleisi, no entanto, deixou claro que considera como “melhor opção” a estrada São Francisco-Paranaguá. “Nós avaliamos que isso [o trecho direto Engenheiro Bley-Paranaguá] vai ter muita dificuldade ambiental. Para não demorar o projeto, nós fizemos uma opção”, disse a ministra.

Sistema binário - A ideia defendida pelo governo é implantar um sistema binário, que aproveite a atual capacidade da ferrovia já existente até Curitiba. Com isso, os trens poderiam trafegar em duas mãos distintas – subindo por São Francisco do Sul e voltando por Curitiba (ou vice-versa).

Ministros - O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, defende que a via direta Engenheiro Bley-Paranaguá não inviabiliza a ideia de um binário ligado ao trecho São Francisco-Paranaguá. Ele também conversou nesta terça com Bernardo Figueiredo sobre o assunto. “Ele [Figueiredo] compartilhou conosco que já tem uma conversa com o ministro Paulo Passos [Transportes] e a ministra Izabella Teixeira [Meio Ambiente] para rever essa questão ambiental. Aparentemente, é a melhor alternativa de tráfego”, afirmou Campagnolo.

Trecho - Apesar da defesa do presidente da Fiep, o trecho Engenheiro Bley-Paranaguá não foi incluído entre as 51 prioridades listadas no Projeto Sul Competitivo, patrocinado pela federação. Segundo o responsável pelo estudo, Olivier Girard, da empresa Macrologística, o investimento e o impacto ambiental para a construção desse trecho são “altíssimos”. “Você só estaria resolvendo uma perna, que é a de Paranaguá. Não estaria resolvendo o problema de São Francisco do Sul”, disse Girard. De acordo com estimativas da Macrologística, o trecho São Francisco-Paranaguá custaria R$ 750 milhões. Já a estrada Guarapuava-Paranaguá (passando pela estação Engenheiro Bley) teria um custo de R$ 2,3 bilhões. (Gazeta do Povo)

INFRAESTRUTURA III: Richa Filho defende trechos ferroviários prioritários para o Paraná

O secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, entregou nesta terça-feira (28/08), em Brasília, dois documentos ao presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, sugerindo a inclusão de duas obras de infraestrutura no Programa de Investimento em Logística – PAC das Concessões.

Necessidade - No encontro, o secretário reforçou a necessidade da construção de uma nova ferrovia entre Guarapuava e o Porto de Paranaguá. Dessa maneira, seria possível escoar a produção vinda do Mato Grosso do Sul pela extensão da Ferroeste até Maracaju. Richa Filho disse que o documento entregue é um anteprojeto bem detalhado com estudo preliminar de viabilidade.

Ramal Norte-Sul - O outro documento encaminhado se refere à construção de um ramal da ferrovia Norte-Sul passando pela região Noroeste do Paraná (Maringá e Campo Mourão), por Cascavel e pelo Sudoeste do Estado (Pato Branco e Francisco Beltrão), seguindo para o Oeste de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Escoamento da safra - Segundo Richa Filho, a obra é fundamental para o escoamento das safras agrícolas e dos produtos da pecuária do Sul. Segundo ele, o traçado contribui para o desenvolvimento regional. “Foi uma reunião importante para mostrar ao governo federal quais as prioridades em logística dos estados do Sul. Com entendimento e diálogo estamos avançando”, disse o secretário.

Obras importantes - De acordo com o secretário, Bernardo Figueiredo considerou que realmente as duas obras são importantes para o Paraná e para os demais estados do Sul. “Ele comprometeu-se a estudar as propostas e encaminha-las para uma avaliação da presidente Dilma”, informou Richa Filho.

Novo canal - Richa Filho destacou que a reunião serviu para abrir um novo canal entre o governo federal e o Paraná para que haja melhor entendimento com relação aos trechos ferroviários e rodoviários que cortam o Estado e estão incluídos no PAC das Concessões. “Acreditamos que nossas propostas serão implantadas, pois refletem as prioridades e urgências dos estados do Sul”, concluiu. O secretário também participou do encontro com representantes do governo federal para a apresentação do projeto Sul Competitivo, (AEN)

INFRAESTRUTURA IV: Governo prepara para setembro plano de concessão de portos e aeroportos

O governo prepara para setembro as medidas de concessões de portos e aeroportos, segundo o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo. Os detalhes do plano ainda estão sendo fechados pelos ministros do setor e também por técnicos e especialistas. Ao mesmo tempo, um grupo de autoridades viaja para a Europa em busca de informações de modelos em vigência considerados bem-sucedidos.

Viagem - Figueiredo disse que nesta quarta-feira (29/08) viaja para Alemanha, Bélgica e França uma comitiva do Brasil formada pelos ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil), José Leônidas Cristino (Portos), Wagner Bitencourt (Secretaria de Aviação Civil) e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), Luciano Coutinho. “Iremos pegar boas referências”, disse Figueiredo, referindo-se aos modelos de concessão.

Estradas e ferrovias - No último dia 15, a presidenta Dilma Rousseff lançou o plano de concessões de estradas e ferrovias, que pretende investir R$ 133 bilhões em 25 anos. O Programa de Investimentos em Logística para Rodovias e Ferrovias, lançado pela presidenta, tem o objetivo de estimular maior participação da iniciativa privada nos investimentos de infraestrutura no país. No total, serão concedidos 7,5 mil quilômetros de rodovias e 10 mil quilômetros de ferrovias.

Soma - Para os próximos 25 anos, os investimentos vão somar R$ 133 bilhões, sendo que R$ 79,5 bilhões serão aplicados nos primeiros cinco anos. Para as rodovias, o total investido alcançará R$ 42 bilhões e para as ferrovias o programa de investimentos soma R$ 91 bilhões. Segundo o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, está prevista a duplicação dos principais trechos rodoviários do país e a expansão da malha ferroviária brasileira. (Agência Brasil)

METEOROLOGIA: Página do Simepar agora tem versão para dispositivos móveis

meteorologia 29 08 2012As previsões e dados meteorológicos gerados pelo Instituto Tecnológico Simepar estão disponíveis, a partir de agora, para usuários de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, de todas as marcas. Disponível gratuitamente, a versão para equipamentos portáteis foi desenvolvida no próprio Simepar e oferece uma interface amigável para esse ambiente específico.

Identificação - Assim que a página é acessada, o sistema identifica o equipamento automaticamente e ajusta as configurações de acordo com a tela do dispositivo. Em alguns casos a localização do usuário também pode ser captada diretamente via GPS (Sistema de Posicionamento Global), exibindo os dados do local em que ele se encontra. Estão disponíveis os seguintes dados das condições atuais do tempo: temperatura média da última hora, umidade, rajada e direção do vento, pressão atmosférica, situação dos rios e precipitação (chuvas) nos últimos 15 minutos.

Consulta - Também pode ser consultada a Palavra do Meteorologista. Links permitem a visualização das imagens de radar, mapas e gráficos que apresentam os dados coletados nas últimas 24 horas. Além disso, estão acessíveis as previsões do tempo para cinco dias nos 399 municípios do Paraná. A previsão do dia está disponível por período: manhã, tarde e noite.

Dados - Os dados são captados por sensores em tempo real nas estações meteorológicas do próprio Simepar, instaladas em mais de 100 localidades no Paraná e regiões vizinhas. As previsões são feitas por meio de modelos numéricos que combinam esses dados às informações e imagens geradas pelo radar meteorológico de Teixeira Soares, pelo satélite que cobre o hemisfério Sul e pelo sistema de monitoramento de raios que abrange as regiões Sul e Sudeste do país. O satélite atualiza as informações a cada 30 minutos. Esse aparato garante a confiabilidade dos dados e previsões geradas pelo Simepar.

Demanda crescente – Desenvolvida nos últimos três meses pela equipe da Coordenação de Informática do Simepar, a página móvel emprega a moderna tecnologia HTML-5 com framework jQuery Mobile, que roda em todos os navegadores de dispositivos móveis sem necessidade de plug-in. O usuário tem ainda a opção de consulta ao website completo do Simepar.

Demanda - “Essa versão dirigida aos dispositivos móveis atende a uma demanda crescente e ansiosa pelo acesso imediato e personalizado às informações meteorológicas”, afirma o diretor do Simepar, Eduardo Alvim Leite. Segundo ele, diferentemente de outras páginas meteorológicas, esta apresenta não só as previsões de tempo e clima por município, como também dados de monitoramento ambiental sobre todo o Estado em tempo real, captados por múltiplos sensores. Essa característica tem garantido mais de 1 milhão de acessos mensais à página do órgão – uma das mais visitadas do Paraná.

Novas funcionalidades – Os analistas de sistemas Roberto Oliveira Santos e Laila Chaves Bilotti estão trabalhando no desenvolvimento de aplicativos mais sofisticados de informações meteorológicas para equipamentos portáteis com novas funcionalidades, que estarão disponíveis em breve para os sistemas operacionais Android e iOS. Um aplicativo permitirá a consulta a mapas por escala, com uso de zoom. Outro possibilitará o cadastramento de uma determinada propriedade de grande porte – como uma fazenda – que poderá receber dados de monitoramento e previsão do tempo específicos para sua gestão. Essas novidades serão apresentadas pelo Instituto Tecnológico Simepar na segunda fase do projeto. (AEN)


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