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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4810 | 27 de Abril de 2020

COVID-19: AGO do Sistema Ocepar e reunião com BNDES são destaques do comunicado 25

covid 19 comite 23 04 2020A Assembleia Geral Ordinária (AGO) realizada pelo Sistema Ocepar na sexta-feira (24/04) foi acompanhada por mais de 540 pessoas. Além da presença de lideranças no auditório da entidade, a reunião teve a participação dos diretores pela ferramenta Microsoft Teams e foi transmitida ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, no canal Youtube. Esse é um dos destaques do comunicado 25 do Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 do Sistema Ocepar, divulgado na sexta-feira (25/04). Confira abaixo todas as informações veiculadas no boletim.

1. Foi realizada nesta sexta-feira (24/04), às 10h, a Assembleia Geral Ordinária do Sistema Ocepar, no auditório da Casa do Cooperativismo Paranaense, contando com a participação presencial de 18 lideranças cooperativas. Houve ainda a participação, de forma virtual, pela ferramenta Microsoft Teams, de 70 dirigentes, e pela TV Paraná Cooperativo, no canal Youtube, mais 455 cooperativistas, totalizando 543 pessoas. Para acessar a matéria sobre o tema, clique aqui. Para acessar a apresentação feita na AGO, clique aqui.

2. Na sexta-feira (24/04), o grupo técnico da OCB e Ocepar reuniu-se por videoconferência com a equipe do BNDES para tratar assuntos de interesse do setor cooperativo agropecuário: Procap-agro giro - Covid-19; prorrogação das operações diretas e indiretas de investimentos das linhas equalizáveis contratadas com recursos do BNDES; linhas de crédito para operações de exportação – ACC/BNDES; ajustes - Procap-agro – estiagem; medidas visando amplificar os repasses dos programas do BNDES via cooperativas de crédito e ações pós-crise Covid-19.

O Comitê- O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

GETEC: Informe nº 19 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 27 04 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (27/04), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022. A Getec preparou ainda o Informe Consolidado de abril, com o histórico das projeções do BC.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

Clique aqui para conferir o Informe Consolidado de Abril

 

MICROS E PEQUENAS: Aprovado pelo Senado, Pronampe vai à sanção

micro 27 04 2020O Senado Federal aprovou na sexta-feira (24/4) o Substitutivo da Câmara ao Projeto de Lei (PL) 1.282/2020, que cria o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O Programa foi criado para ajudar no desenvolvimento e no fortalecimento dos pequenos negócios no país. O texto aprovado segue para sanção presidencial.

Cooperativas - As cooperativas foram incluídas no projeto pela senadora Kátia Abreu (TO), atendendo emenda do senador Lasier Martins (RS), ambos integram a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Além disso, o pedido foi reforçado pelos senadores Jorginho Mello (SC), Alvaro Dias (PR), Confúcio Moura (RO) e Roberto Rocha (MA).

Alcance - Para o senador Lasier, que solicitou a inclusão das cooperativas, os números apresentados pelo cooperativismo de crédito comprovam que "as cooperativas de crédito podem dar maior alcance e capilaridade na execução do Pronampe, garantindo-lhe maior eficácia e eficiência".

Receita bruta - A linha de crédito concedida corresponderá à metade da receita bruta anual calculada com base no exercício de 2019 e será operacionalizada pelo Banco do Brasil, pela Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia, além das cooperativas de crédito e bancos cooperativos. (Informe OCB)

FOTO: Marcos Brandão / Senado Federal

 

INTEGRADA: O agro e a pandemia

integrada 27 04 2020A eficiência do agronegócio e da estrutura de distribuição de alimentos (no ponto de vista logístico) do Brasil, nesta pandemia, é um modelo a ser seguido pelo mundo. A afirmação é do consultor da MB Agro Alexandre Mendonça de Barros, durante a live no canal do Youtube da Integrada, realizada na última quinta-feira (23/04). A gravação já está disponível no canal da cooperativa. (https://youtu.be/nmrrRcM83IY)

Campanha - Durante a abertura, o superintendente comercial da Integrada, João Bosco Azevedo, deu as boas-vindas e apresentou a campanha “Cooperar em todo tempo”, que visa arrecadar recursos para compra de EPI’s e materiais de higiene e limpeza para hospitais das regiões de atuação da Integrada.

Atentas - Com o tema “O efeito da Covid-19 no Agro Brasileiro”, Barros pontuou que as pessoas estão cada vez mais atentas à importância do agronegócio para a manter a população abastecida. E esta constante tem ajudado o setor a manter um ritmo positivo em termos econômicos.

Demanda em queda- Barros observou que a demanda mundial de alimentos vem caindo no mundo, devido ao declínio natural do poder de compra das pessoas, consequência natural de uma crise. No entanto, a alta valorização do dólar frente ao real tem favorecido as exportações brasileiras. Somado aos altos preços das commodities, neste primeiro momento, o agro segue em um ritmo favorável, na opinião do consultor.

Cautela - Contudo, ele recomendou cautela. Isso porque haverá, de acordo com suas análises, uma recessão mundial na economia. Barros explica que essa recessão reduzirá ainda mais o poder de compra da população. “Um dos primeiros itens a ser cortado são os mais caros, ou seja, as carnes”. A diminuição do consumo de carnes resultará na queda da produção que, por sua vez, reduzirá a aquisição de ração, cuja principal matéria-prima são grãos exportados pelo Brasil.

Preço menor - Com a alta oferta de soja e milho, o valor das commodities tende a diminuir. Por isso, Barros indicou os produtores a trabalharem com troca e/ou fixação da produção. “Por enquanto, é o câmbio que está dando segurança”, observou Barros. O consultor da MBAgro afirmou que para 2020 não há espaço para o produtor correr riscos, principalmente nos próximos três meses, por isso a importância da precaução por parte do agricultor.

Covid a reboque - Há dois anos, a China, um dos maiores produtores de suínos e, consequentemente, um dos principais compradores de soja e milho do mundo, começou a ter problemas com a peste suína (PSA), altamente contagiosa, causada por um vírus, que acomete suínos e javalis, sem efeito em humanos. Desde então, mais de 40% da produção de suínos do país foi descartada, porque ainda não há tratamento e nem cura para a doença.

Carne suína - Com a baixa oferta de carne suína no mercado chinês e o aumento do preço do produto, os chineses começaram a consumir carnes exóticas. E em um desses produtos, uma espécie semelhante a um tatu, foi contaminado por um morcego com o Sars Covid 2. A partir de então, o vírus se disseminou pelo mundo.

Produção nacional - De acordo com o último levantamento da Companhia Nacional do Abastecimento (Conab), a produção de grãos no país poderá atingir, nesta safra (2019/20), um volume de 251,8 milhões de toneladas, 4% ou 9,7 milhões de toneladas superior à obtida na safra anterior. (Imprensa Integrada)

 

PRIMATO I: Cooperativa tem o melhor resultado de sua história

A Primato Cooperativa Agroindustrial realizou, na sexta-feira (24/04), a transmissão da AGO Digital do exercício 2019, medida tomada devido à pandemia de Covid-19 e os decretos de todas as esferas, principalmente municipal (de 18 de abril), que proíbe por tempo indeterminado eventos com aglomeração de pessoas.

Participação - Com a participação de 170 cooperados de forma online aptos a votar e destinar a sobras, a cooperativa apresentou o melhor resultado de toda a sua história.

Resultado - O faturamento do exercício 2019 foi de R$ 700.618.881, com crescimento de 16,20% comparado a 2018, obtendo um resultado líquido de R$ 15.193.029, com crescimento de 50,09%, comparado a 2018. “Este foi um ano desafiador para Primato devido às incertezas do cenário econômico mundial e nacional, porém, no decorrer de 2019 fomos conseguindo alcançar nossos objetivos, assim como obtemos grande reconhecimento por nossas ações”, destacou o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter. “E, através de consultoria especializada, iniciamos o projeto de transformação digital, que nos fez também avaliar processos e negócios. Desabilitamos cinco unidades físicas, investimos no quadro profissional para estarmos mais próximos de nossos cooperados e de forma eficaz tivemos o melhor resultado de nossa história”, complementou.

Números - Cada atividade e segmento tiveram incrementos em seus resultados. Confira:

Produção de Leite: 28.507.058 litros

Produção Suínos: 47.075.017 quilos

Produção de carnes: 1.836 toneladas

Marcas Próprias: R$ 5.723.282

Faturamento Indústrias: R$ 179.653.111

Faturamento Agropecuária: R$ 314.713.666

Faturamento Supermercado: R$ 190.428.492

Cooperados ativos: 8621

Colaboradores: 1128

Faturamento: R$ 700.618.881

Sobras - Durante a AGO Digital, os cooperados aptos definiram a destinação das sobras do exercício 2019, no valor de R$ 3.310.143. Ficou definido o rateio de 100% das sobras que podem ser feitos em dinheiro (depósito em conta) ou em produtos agropecuários e agrícolas nas unidades da cooperativa. O cálculo teve como base as atividades desempenhadas pelo cooperado, assim como a quantidade de produtos entregues à cooperativa.

Cooperados - A participação dos cooperados neste processo é fundamental para que a cooperativa pudesse atingir esses números expressivos. “Por isso, é preciso agradecer a todos os envolvidos neste processo, afinal, sem eles nada disso seria possível. Portanto, queremos agradecer aos cooperados de pecuária leiteira por mais um ano de excelente trabalho e produção nesta que é uma atividade de extrema importância para nossa cooperativa, sempre alinhados com a assistência técnica”, enfatizou Ilmo que complementou, “aos cooperados da suinocultura integrada que continuamente investem e aprimoram a atividade, com o suporte da assistência técnica e promovendo uma integração que faz com que a carne suína seja cada vez mais reconhecida, sempre com o respaldo de nossa cooperativa central (Frimesa) em ambas atividades”.

Ciclo sustentável - Welter fez questão de destacar também o papel dos cooperados da parte agrícola e agropecuária, “que através da parceria promovem um ciclo sustentável e dão destaque a nossa cooperativa”.

Varejo - “Aos setores de varejo que contemplam rede de supermercados, restaurantes, farmácia humana, postos de combustíveis e corretora de seguros e consórcios, nosso agradecimento na preferência pela marca Primato, cada vez mais fortalecida”, disse.

Colaboradores - “Por fim, agradecer aos nossos colaboradores pela dedicação e trabalho dispensados diariamente para que esse ambiente possa se tornar realidade nos dias de hoje e, que o futuro seja cada vez mais próspero para todos nós. E que em 2020 possamos dar um passo cada vez maior em nosso Planejamento 8130 (8 mil cooperados – já atingidos, 1 Bilhão de reais em Faturamento e 30 milhões de receitas líquidas), que esperamos alcançar de forma assertiva com participação de cooperados, colaboradores e parceiros comerciais”, concluiu Ilmo em seu agradecimento que também esteve registrado no relatório anual. (Imprensa Primato)

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PRIMATO II: Cooperados aprovam contas do exercício 2019

primato II 27 04 2020Na sexta-feira (24/04), durante a transmissão da Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Primato Cooperativa Agroindustrial, 170 cooperados aptos a votar participaram, através da plataforma utilizada para a transmissão de suas casas e propriedades, e aprovaram as contas do exercício 2019, definição de sobras, os planos para 2020 e próximos anos.

Evento - Segundo o presidente da Primato, Ilmo Werle Welter, este foi um momento ímpar na história da cooperativa. “Todos os anos temos no calendário da Primato a Assembleia Geral Ordinária, a AGO, um momento de suma importância para cooperados e cooperativa, onde a transparência é efetiva e apresentamos todos os dados e números do ano anterior, assim como as projeções para o ano corrente”, destacou Ilmo que complementou, “e nossas AGOs reúnem em média 500 pessoas, entre cooperados, diretoria, conselheiros, autoridades e imprensa. Estar em contato com as pessoas faz parte de nosso DNA e traz uma grande satisfação, mas infelizmente esse ano não foi possível realizar de forma presencial o evento devido a pandemia de Covid-19 e seguindo os decretos de todas as esferas, que proibiram eventos com aglomeração de pessoas, principalmente para zelar a vida de todos os envolvidos”.

Digital - O presidente ainda destacou a importância de se propor uma solução para que a AGO fosse realizada. “Num primeiro momento, aguardamos as definições dos órgãos competentes, mas, sem prazo definido para o retorno de eventos como a AGO, buscamos a promoção da Assembleia de forma digital, seguindo o modelo de uma cooperativa de crédito que adotou e teve sucesso”, destacou Ilmo. “Foram inúmeros testes, grande divulgação e nos preparamos para que a AGO Digital fosse realizada com êxito, por isso, em nome de toda a diretoria, queremos agradecer à todos os envolvidos”, complementou.

Participação - Os cooperados interagiram durante a AGO e deram sugestões, fizeram questionamentos e teceram elogios pela realização do evento de forma digital. “Estamos acompanhando a AGO Digital e quero parabenizar toda a diretoria e colaboradores da Primato pela realização deste evento com transmissão ao vivo, sem deixar de prestar contas aos cooperados”, destacou o cooperado Círio Kunzler.

Experiência inusitada - Para o cooperado Décio Niedermeyer, foi uma experiência inusitada. “Foi sem dúvidas uma experiência nova e muito boa, porque mesmo sem estar presente de forma física, os cooperados participaram, interagiram, aprovaram as contas e definiram as sobras, explicou Décio que complementou, “fiquei honrado de ser convidado e participar na transmissão da AGO e ter conduzido por um breve momento o evento no momento da aprovação das contas”. Décio destaca ainda a importância da prestação de contas. “Isso demonstra que a diretoria da cooperativa está preocupada em prestar contas ao seu cooperado e chancelar os resultados, números e investimentos que vão ser feitos neste e nos próximos anos”.

Sobras - Durante a AGO Digital os cooperados aptos definiram a destinação das sobras do exercício 2019, no valor de R$ 3.310.143. Ficou definido o rateio de 100% das sobras que podem ser feitos em dinheiro (depósito em conta) ou em produtos agropecuários e agrícolas nas unidades da cooperativa. O cálculo teve como base as atividades desempenhadas pelo cooperado, assim como a quantidade de produtos entregues à cooperativa e ficou decidido desta forma:

Leite: a cada litro de leite o cooperado tem direito a R$ 0,01.

Suínos: ao terminador o ganho foi de R$ 1,00 por animal, assim como o valor por leitão de unidade produtora de leitão foi o equivalente a R$ 0,60 e por leitão de crechário R$ 0,20.

Agrícola: cada cooperado tem R$ 0,50 por saca de milho e R$ 1,00 por saca de soja. Além da produção entregue à cooperativa o cooperado também tem benefícios nas unidades de negócio, sendo que nos supermercados cada um terá 2% de participação, e nos insumos agropecuários o percentual será de 1,16%.

Otimização - Para a diretoria da Primato, este formato visa otimizar o trabalho do cooperado e trazer incentivos para aumentarmos nossa produção, assim como a fidelidade. “A mudança de critério reforça o conceito do cooperativismo de que juntos somos muito mais resistentes, fortes e prontos para enfrentar os desafios”, concluiu Ilmo.

Conselheiros - Durante o evento foram empossados os novos membros do Conselho Fiscal da Primato. São eles: Delton Hoffmann, Gilberto Luis Heinen, Leoni Heck Frantz Arnhold, Marcelo Tracz, Neri Benetti e Vanderlei Tiago Weiss.

Resultados - O faturamento do exercício 2019 foi de R$ 700.618.881, com crescimento de 16,20% comparado a 2018, obtendo um resultado líquido de R$ 15.193.029, com crescimento de 50,09%, comparado a 2018. (Imprensa Primato)

 

SICOOB OURO VERDE: Iniciativas são implantadas para manter sinergia e integração entre colaboradores, mesmo à distância

Tão logo a pandemia do novo coronavírus chegou ao Brasil, a administração do Sicoob Ouro Verde deu início a um plano de ação em prol da saúde e da segurança de seus colaboradores e cooperados, em paralelo às medidas adotadas para apoiar a comunidade.

Primeiro momento - Em um primeiro momento, ampliou a frequência de higienização de suas instalações, incentivou a substituição de reuniões presenciais por eventos via videoconferência e seguiu as recomendações dos órgãos oficiais, colocando em quarentena todos os colaboradores que fazem parte do grupo de risco, os que estiveram em regiões onde já havia casos da Covid-19 ou que apresentaram algum sintoma relacionado à doença.

Escalonamento - Na sequência, escalonou o trabalho presencial, home office e concessão de férias; antecipou reajustes funcionais e reduziu atendimento presencial nas agências para evitar aglomerações, práticas estas que foram adotadas de forma similar em boa parte do sistema Sicoob. A inovação neste cenário foram as medidas que foram além deste protocolo.

Conecta - O Conecta, que é um evento mensal com transmissão ao vivo para todas as unidades do Sicoob Ouro Verde, ganhou ainda mais força. O formato online, em que os colaboradores são convidados a compartilhar boas práticas de forma objetiva e acessível a todos, já vinha alcançando êxito. Na edição mais recente, que aconteceu no último dia 23, registrou grande número de participações.

Iniciativas - Pensando em reduzir a ansiedade dos colaboradores e mantê-los seguros de que a cooperativa está trabalhando para o bem-estar de todos, foram implantadas várias iniciativas visando manter a mesma sinergia e integração do ambiente corporativo, ainda que as pessoas estejam distantes fisicamente.

Exemplos - Alguns exemplos são a criação de canais de comunicação para estreitar o contato com quem estava em casa e a divulgação de boletins periódicos com indicação de cursos e eventos de capacitação online e gratuitos.

Orações - Além disso, toda semana os colaboradores têm se organizado para realizar orações transmitidas pela internet, com direito a um momento de louvor e agradecimento. As aulas de ginástica laboral, antes feitas no local de trabalho, passaram a ser gravadas e enviadas por mídias digitais, entre outras novidades que certamente serão continuadas após esse período.

Compromisso - As ações pensadas pelo Conselho de Administração, diretoria e Comitê de Crise, reforçam o compromisso do Sicoob Ouro Verde em priorizar as pessoas. E isso se reflete na confiança expressada pelos seus colaboradores.

Segurança - Colaboradora no Amapá, Alexsandra Meguro, faz parte do grupo de risco e por isso, está trabalhando em home office. Ela conta que no primeiro momento, se sentiu apreensiva com a novidade e com a necessidade de conciliar o tempo em casa e as atividades do trabalho. Mas depois, com todo o apoio oferecido pela cooperativa, passou a ter mais segurança. “O fato de pensar que a empresa entendeu a minha necessidade de afastamento me fez sentir muito privilegiada. Num momento em que o inimigo é invisível, os amigos se tornam mais visíveis e o Sicoob me abraça. Sou muito feliz em fazer parte”, complementa.

Aprendizado - Já para o colaborador José Antônio Rufino, o momento tem sido de aprendizado pela nova rotina. O gerente de agência ressalta que mesmo em casa, não se distanciou da equipe e que continua recebendo todo o suporte necessário. Além do contato constante, ele cita que as iniciativas para manter os colaboradores unidos e a preocupação da administração com todos os colaboradores, principalmente com o grupo de risco, são motivo de orgulho. “A realização do Conecta me deixou emocionado pelo trabalho em equipe. Isso é o cooperativismo, que se resume na união de pessoas, mesmo à distância, trabalhando e pensando uns nos outros. Isso é o Sicoob”, reforça. (Imprensa Sicoob Unicoob)

ALIMENTOS: Governo libera R$ 500 milhões para compra de produtos da agricultura familiar

O governo federal vai destinar R$ 500 milhões para a compra de produtos da agricultura familiar, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). A suplementação orçamentária foi articulada entre os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Ministério da Economia e o Ministério da Cidadania, que executa o PAA.

Crédito extraordinário - A Medida Provisória 957/2020, publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (27/04) abre crédito extraordinário em favor do Ministério da Cidadania para ações de segurança alimentar e nutricional, no âmbito do enfrentamento ao novo Coronavírus.

Venda - Por meio do PAA, agricultores, cooperativas e associações vendem seus produtos para órgãos públicos e os alimentos são destinados a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, à rede socioassistencial, aos equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e à rede pública e filantrópica de ensino.

Auxílio - Para a ministra Tereza Cristina, a medida é importante para auxiliar as cooperativas de agricultura familiar e os pequenos produtores de leite. “Esses recursos chegarão lá na ponta, esperamos que de maneira muito rápida, para atender esses que passam por problemas muito grandes de sobrevivência”, avalia a ministra.

Famílias beneficiadas - De acordo com a Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), com os recursos, cerca de 85 mil famílias de agricultores familiares deverão ser beneficiadas, além de 12,5 mil entidades e 11 mil famílias em vulnerabilidade social, que receberão os alimentos.

Potencialização - “Esses recursos vão potencializar ainda mais o PAA. É um programa importante, porque ele atende a dois públicos: a agricultura familiar e a rede socioassistencial dos municípios, as pessoas que são as mais vulneráveis nas cidades”, destaca o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke.

Recursos - Segundo a SAF, do total de recursos, R$ 220 milhões serão destinados para a Conab, que fará a compra de alimentos das cooperativas de agricultores familiares, por meio da modalidade do PAA Compra com Doação Simultânea. Depois disso, o Ministério da Cidadania indica a rede socioassistencial para onde os alimentos serão doados. Na mesma modalidade, estados e municípios terão R$ 150 milhões para termos de adesão para a compra de alimentos de agricultores familiares.

Leite - E R$ 130 milhões serão alocados para a modalidade PAA Leite, que possibilita a compra de leite in natura de laticínios e agricultores familiares do semi-árido brasileiro. Após processamento, o leite é distribuído às entidades. (Mapa)

AGROPECUÁRIA: Registro de estabelecimentos e de produtos destinados à alimentação animal passa a ser eletrônico

agropecuario 27 04 2020O registro de produtos destinados à alimentação animal e o registro de estabelecimentos para fabricação, fracionamento, importação ou exportação de produtos destinados à alimentação animal já podem ser feitos por meio eletrônico, pelo portal Gov.br. Estima-se que hoje há cerca de 3 mil estabelecimentos e seus produtos que devem ser monitorados e geridos em um banco de dados único.

Sistema - Os procedimentos serão realizados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro), que permitirá a unificação nacional da informação e suporte à área técnica para inspeção e fiscalização dos estabelecimentos e produtos registrados no Mapa.

Harmonização - “A adoção de um sistema único para registro de estabelecimento e de produtos irá permitir a harmonização de procedimentos entre os estados, dando maior transparência aos atos administrativos junto a todos os agentes da cadeia produtiva e principalmente a sociedade”, observa a diretora do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Ana Lúcia Viana.

Instruções Normativas - As Instruções Normativas nº 17 e 27, que estabelecem os procedimentos de registro eletrônico de estabelecimentos e produtos da área de alimentação animal e a alteração de roteiro de fiscalização previsto em Regulamento técnico sobre as condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para estabelecimentos fabricantes de produtos destinados à alimentação animal foram publicadas na última quarta-feira (22/04) no Diário Oficial da União.

Prazos de validade - Os registros de estabelecimento e de produtos terão seus prazos de validade estabelecidos pelo Decreto Nº 6.296, de 11 de dezembro de 2007, com renovação condicionada ao atendimento da legislação. Os registros de estabelecimentos já existentes continuarão válidos pelo prazo de seis meses, devendo os estabelecimentos apresentarem novas solicitações no sistema informatizado específico. Já os registros de produtos já existentes continuarão válidos pelo prazo especificado no Certificado de Registro vigente.

Auditoria - Para verificar o cumprimento da legislação e a conformidade dos documentos e informações apresentados no sistema informatizado, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) realizará auditoria nos registros de estabelecimentos que fabricam ou comercializam produtos. (Mapa)

 

FOCUS: Mercado financeiro projeta queda de 3,34% na economia este ano

focus 27 04 2020A previsão de queda da economia este ano está cada vez maior, devido aos efeitos de medidas de isolamento social necessárias para o enfrentamento da pandemia de covid-19. Pela 11ª semana seguida, as instituições financeiras revisaram a projeção de queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma dos bens e serviços produzidos no país. Desta vez, a estimativa de queda passou de 2,96% para 3,34%.

Boletim Focus - A informação consta do boletim Focus, com projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos, divulgado às segundas-feiras pelo Banco Central (BC).

2021 - A previsão do mercado financeiro para o PIB de 2021 é de crescimento de 3%. A previsão anterior era 3,10%. Para 2022 e 2023, a previsão de crescimento continua em 2,50%.

Dólar - A previsão para cotação do dólar é R$ 4,80, no final de 2020, a mesma estimativa da semana passada. E para o fim do próximo ano, a expectativa é R$ 4,55, ante R$ 4,50 da previsão anterior.

Inflação - As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação de 2020, pela sétima vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,23% para 2,20%.

Mantida - Para 2021, a estimativa de inflação também foi mantida em 3,40%. A previsão para 2022 e 2023, não teve alterações e permanece em 3,50%.

Abaixo da meta - A projeção para 2020 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Duas reduções - Segundo o BC, para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais duas reduções, de 0,25 ponto percentual cada, em maio e junho, encerrando 2020 em 3% ao ano, a mesma previsão da semana passada.

Expectativa - Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,25% ao ano. A previsão anterior era de 4,50% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão está em 5,88% ao ano, ante 6% ao ano, na semana passada. Ao final de 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

FGV: Confiança do consumidor atinge menor patamar em 15 anos

fgv 27 04 2020O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 22 pontos em abril, na comparação com março deste ano. Com isso, o indicador chegou a 58,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o menor nível da série histórica iniciada em setembro de 2005. O mínimo histórico anterior era o de dezembro de 2015 (64,9 pontos).

Presente e futuro - Tanto as avaliações sobre o presente quanto as expectativas em relação ao futuro recuaram. O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no presente, caiu 10,5 pontos, para 65,6 pontos, o menor nível desde dezembro de 2016 (64,8 pontos).

Menor valor - Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, recuou 28,9 pontos para 55 pontos, o menor valor da série histórica. Dentre os quesitos que integram o ICC, o indicador que mede a intenção de compras de bens duráveis nos próximos meses foi o que mais contribuiu para queda do indicador.

Piora - De acordo com a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt, com a pandemia de covid-19 e as consequentes medidas de isolamento social, os consumidores percebem a piora da situação econômica do país e o quanto isso afeta suas condições financeiras nesse momento. “É difícil ainda enxergar uma melhora significativa nos próximos meses, dado o nível elevado de incerteza econômica e política”, afirma Viviane Seda Bittencourt. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

ENERGIA ELÉTRICA: Aneel mantém bandeira verde nas contas de energia de maio

energia eletrica 27 04 2020A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou, na sexta-feira (24/04), que manterá no mês de maio a bandeira tarifária na cor verde, sem cobrança extra na conta do consumidor. A bandeira foi a mesma aplicada em abril. Este é o quarto mês consecutivo que a bandeira segue no mesmo patamar.

Decisão - De acordo com a agência, a decisão de manter a bandeira na cor verde se deve à recuperação nos níveis dos reservatórios em virtude do volume de chuvas próximo ao padrão histórico do mês de abril.

Recuperação - "Em abril, os principais reservatórios de hidrelétricas do Sistema Interligado Nacional (SIN) apresentaram recuperação de níveis em razão do volume de chuvas próximo ao padrão histórico do mês. A combinação de reservatórios mais elevados com o impacto das medidas de combate à pandemia do Covid-19 sobre o consumo de eletricidade sinaliza manutenção da elevada participação das hidrelétricas no atendimento à demanda de energia do SIN, sem a necessidade de acionamento do parque termelétrico de forma sistêmica", informou a Aneel.

Volume de chuvas - Segundo a agência, o volume de chuvas refletiu-se na manutenção do preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF). O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Custo real - Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, "possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores: verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Acréscimo - O acréscimo cobrado na conta pelo acionamento da bandeira amarela passou é R$ 1,34 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1, o valor a mais cobrado é R$ 4,16 a cada 100 kWh e no patamar 2 da bandeira o valor é R$ 6,24 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MP destina mais R$ 25,7 bilhões para auxílio emergencial durante pandemia

administracao publica 27 04 2020O Poder Executivo publicou na sexta-feira (24/04) a Medida Provisória MP 956/20, que destina crédito extraordinário de R$ 25,720 bilhões ao Ministério da Cidadania. Os recursos serão usados no pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 a pessoas em situação de vulnerabilidade em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

Montante - Na quinta-feira (23/04), o ministério havia informado que precisava desse montante para pagar os benefícios. Sem o dinheiro, a antecipação para esta semana a segunda das três parcelas acabou adiada, já que técnicos do Ministério da Economia alertaram que poderia ser configurada uma “pedalada” – jargão para operações financeiras atípicas.

Superávit - Conforme a MP, R$ 23,050 bilhões são oriundos do superávit financeiro de exercícios anteriores, que integra o caixa único do Tesouro Nacional e em geral é usado para quitar dívida. Outros R$ 2,699 bilhões resultam da arrecadação com a [[g Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)]], um dos tributos que financiam a seguridade social.

Rito sumário- Conforme ato das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, as medidas provisórias que tratam de crédito extraordinário deverão seguir um rito sumário durante a pandemia. Assim, inicialmente a MP 956 deverá ser examinada diretamente no Plenário da Câmara, sem passar antes por uma comissão mista.

Procedimentos adicionais - Como esse mesmo ato conjunto também faculta a cada Casa dispor sobre procedimentos adicionais, o Senado, por determinação do presidente Davi Alcolumbre, não votará nenhuma das MPs de crédito extraordinário destinadas ao combate à Covid-19. Segundo Alcolumbre, a execução dessas despesas independe da aprovação de parlamentares. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Rodrigo Maia / Câmara dos Deputados

 

CONGRESSO: Frente cria comitê para facilitar transações comerciais que auxiliem no combate à Covid-19

congresso 27 04 2020A Frente Parlamentar Mista do Comércio Internacional e Investimentos (FrenComex) criou um comitê de crise para facilitar as transações comerciais que auxiliem no combate à Covid-19. Um dos objetivos é ampliar o diálogo institucional entre o Brasil e países estratégicos, como a China. Para isso, será usada uma plataforma chamada Rota Legal, com diretrizes técnicas e ações para viabilizar transações de interesse nacional.

Interligação - A Rota Legal vai buscar, por exemplo, interligar de forma mais ágil fornecedores e compradores em ações de combate ao novo coronavírus. O coordenador do colegiado, deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), explica que a intenção é superar desafios institucionais, diplomáticos, técnicos, regulatórios e operacionais.

Força-tarefa- “A pandemia tem reflexo direto na economia de nossos povos e, naturalmente, nas nossas relações diplomáticas. É hora de o Parlamento se posicionar. Eu tenho certeza de que esse comitê de crise, aliado ao Itamaraty e a outros ministérios, criará uma grande força-tarefa e, assim, vamos encontrar uma superação para a saúde pública", afirmou.

Relações com a China - Uma das ações do Comitê de Crise Covid-19 da FrenComex é manter o diálogo com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming. A frente pretende dar continuidade e ampliação às relações bilaterais com a China, principal parceira comercial do Brasil há mais de dez anos consecutivos.

Embarques - Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), os embarques de carne bovina do Brasil em março passaram das 147 mil toneladas, alta de 2,72% em relação a março do ano passado. A China respondeu sozinha por mais de um terço das compras da carne brasileira, o dobro do mesmo período do ano passado.

Órgão suprapartidário - A FrenComex é um órgão suprapartidário do Congresso Nacional criado em agosto do ano passado. O grupo conta com 204 deputados e 7 senadores. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

 

SENADO: Projetos tratam da relação entre consumidores e planos de saúde

senado 27 04 2020Limitação e suspensão de reajustes de planos de saúde, cobertura obrigatória de telemedicina e proibição de restrições ao atendimento durante crises sanitárias estão entre as proposições em análise pelo Senado como resposta à pandemia do coronavírus.

Índices máximos - O PL 2.101/2020 estabelece que, em caráter excepcional até 2021, os índices máximos de reajuste dos planos de saúde coletivos serão limitados aos que forem definidos pela Agência Nacional de Saúde (ANS) e, em 2022, os reajustes obedecerão a regras de transição a serem estabelecidas.

Justificativa - Ao justificar seu projeto, a senadora Zenaide Maia (Pros-RN) lembra que, atualmente, os reajustes dos planos coletivos são objeto de livre negociação e não estão sujeitos à regulação da ANS, mas, “com a fragilização econômica das empresas, especialmente das micros e pequenas, há que conferir maior proteção a esse segmento”. A parlamentar manifestou preocupação com os efeitos da atual crise, que, em seu entendimento, repercutirão além deste ano.

Redução - Já o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) apresentou projeto que reduz pela metade o valor da mensalidade dos planos de saúde de qualquer natureza enquanto durar o estado de emergência decorrente da pandemia da covid-19. O objetivo do PL 1.994/2020 é reduzir a inadimplência e evitar o encolhimento no número de beneficiários: “Neste momento de crise sanitária e econômica, ressaltamos que já foi tomada, em prol das operadoras, uma medida capaz de contribuir para a sua saúde financeira: a liberação de recursos do fundo garantidor, da ordem de R$ 15 bilhões”, explica o senador.

Fundo - Os recursos do fundo garantidor pela ANS também foram mencionados pela senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) ao justificar o PL 2.112/2020, que proíbe o reajuste de quaisquer planos de saúde — individuais, familiares ou coletivos — durante a emergência do coronavírus. O texto ainda abre a possibilidade de estender a vedação de reajustes pelo tempo necessário para o enfrentamento da crise de saúde.

Inadimplência - “Como as medidas de contenção da epidemia provocam forte abalo econômico, isso pode resultar em inadimplência aumentada, ou até encolhimento, do número de beneficiários”, mencionou a senadora, que classificou a limitação de reajustes como uma contrapartida à disponibilização do fundo garantidor às operadoras.

Adaptação - O senador José Serra (PSDB-SP) também trata do assunto no PL 1.991/2020, que adapta as regras da saúde suplementar à situação de pandemia. Através de alterações na Lei 9.656/1998, Serra propõe que a cobertura dos planos de saúde não poderá excluir “emergências em saúde pública de importância nacional ou internacional”, desde que declaradas pelas autoridades, nem limitar prazos e quantidades de procedimentos em decorrência dessas emergências.

Dispositivos - O parlamentar acrescenta dispositivos que impedem a suspensão ou a rescisão unilateral dos contratos durante as crises de saúde e classificam como abusivas as cláusulas contratuais que restrinjam o atendimento em tais circunstâncias.

Participação - “Se o Sistema Único de Saúde (SUS) já dispõe de algum tipo de regramento relativo ao controle dessas situações, o mesmo ainda não se pode dizer no que se refere à saúde suplementar, que precisa ter a sua participação mais bem definida no esforço coletivo que essas emergências exigem”, justifica o senador.

Atendimento à distância - O atendimento médico à distância passa a integrar o rol das coberturas obrigatórias pelos planos privados de saúde, segundo o texto do PL 2.069/2020. A senadora Rose de Freitas (Podemos-ES) ainda autoriza a emissão de atestados e receitas médicas por meio eletrônico.

Autorização - Ela sublinha que, diante da emergência da covid-19, o Conselho Federal de Medicina e o Ministério da Saúde autorizaram a telemedicina como forma de evitar o deslocamento de pacientes e sua exposição a portadores do coronavírus. Porém, vários planos de saúde ainda não contemplam essa modalidade de atendimento. (Com informações da Agência Senado)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Em 24 horas, país tem 3,3 mil novos casos e 189 mortes por Covid-19

O Ministério da Saúde informou, neste domingo (26/04), que o Brasil tem 61.888 casos confirmados de covid-19 e 4.205 mortes. De acordo com a última atualização do órgão, 30.152 pessoas infectadas estão recuperados (49%) e 1.322 óbitos estão em investigação.

Novos casos - Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 3.379 novos casos, o que representa incremento de 5,8% em relação aos dados de sábado (25/04) e 189 mortes, alta de 4,7% em relação à atualização de ontem.

Estados - O estado com maior número de casos e óbitos é São Paulo: 20.715 e 1,7 mil, respectivamente. Em seguida, vem o Rio de Janeiro, com 7.111 casos, e 645 mortes. Em terceiro lugar, está o Ceará com 5.833 casos e 327, mortes. O estado com o menor número de casos é Tocantins, com 58 casos confirmados, e duas mortes.

Pandemia - Em 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou situação de pandemia em decorrência da covid-19. O termo é usado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa. (Agência Brasil)

saude tabela 27 04 2020

SAÚDE II: Paraná tem 1156 casos, 682 pacientes que se recuperaram e 73 óbitos

saude II 27 04 2020A Secretaria da Saúde do Paraná divulga no Informe Epidemiológico deste domingo (26/04) mais 16 novos casos e quatro óbitos pela Covid-19 nas últimas 24 horas. Agora, o Estado tem 1156 casos confirmados, 682 pessoas que já se recuperaram e estão liberadas com segurança do isolamento e 73 que foram a óbito em decorrência da doença.

Municípios - Os 16 casos novos foram confirmados nos municípios de Curitiba (3), São José dos Pinhais (2), Cascavel (1), Campo Mourão (2), Paranapoema (1), Paranavaí (2), Maringá (1), Londrina (2), Guaíra (1) e Telêmaco Borba (1).

Óbitos - Quatro pessoas foram a óbito, todas estavam internadas: duas mulheres que residiam em Curitiba, com idades de 88 e 40 anos, e dois homens, residentes em Londrina (87) e Foz do Iguaçu (55). Residentes de outros estados e que tiveram o diagnóstico no Paraná são 15, dois deles foram a óbito.

Recuperados - No sábado (25/04), foram registrados 661 pacientes recuperados, que já estão liberados do tratamento e do isolamento, com segurança. (Agência de Notícias do Paraná)

Consulte o informe completo aqui.

 

SAÚDE III: Tecpar implanta unidade de apoio para diagnosticar Covid-19

saude III 27 04 2020O Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná), em parceria com a Fiocruz e o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), implantou em caráter emergencial a Unidade de Apoio para Diagnóstico da Covid-19. O objetivo é atender ao aumento da demanda pelos testes moleculares, de acordo com protocolo estabelecido pela Organização Mundial da Saúde para identificar o vírus Sars-CoV-2. A unidade está localizada no Parque Tecnológico do Tecpar, no câmpus CIC, em Curitiba.

Referência - Com a estrutura, a unidade será referência no diagnóstico molecular para a Região Sul. O laboratório já está em operação com duas plataformas em funcionamento, tendo capacidade de fazer mais de 1.000 testes por dia. A expectativa é de que nas próximas três semanas outras oito plataformas entrem em operação.

Plataformas - Ao todo, serão 10 plataformas automatizadas para os testes, o que possibilitará a ampliação da testagem molecular para mais de cinco mil testes por dia. A ampliação da estrutura será em um novo espaço destinado pelo Tecpar para o aumento da capacidade de análises.

Implantação - A nova unidade, localizada no Parque Tecnológico da Saúde no Tecpar, foi implantada em poucos dias a partir da colaboração entre Tecpar, IBMP, Instituto Carlos Chagas (ICC) – Fiocruz/PR e Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos/Fiocruz, que contribuiu com a capacitação dos profissionais e com o envio de equipamentos de extração de material genético e de RT-PCR em tempo real, tecnologias utilizadas no diagnóstico molecular.

Equipamentos - Além destes, foram acrescidos equipamentos que antes eram destinados ao desenvolvimento tecnológico no próprio IBMP, e outros adquiridos com recursos do Ministério da Saúde.

União de esforços - O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, disse que a unidade é resultado da união de esforços das instituições pela saúde pública. “A parceria entre as três instituições possibilita aos governos, de todas as esferas, a ampliação na oferta de testes para o diagnóstico da Covid-19”, afirmou. Segundo ele, a iniciativa se soma a outras frentes de atuação do Tecpar no combate à pandemia, como a produção do álcool antisséptico para fornecimento ao Governo do Paraná e o chamamento de empresas para desenvolverem seus projetos de enfrentamento ao coronavírus com o apoio do Tecpar.

Ampliação - Com o laboratório instalado no Tecpar, Bio-Manguinhos e o IBMP estão ampliando a produção de kits, de modo a atender à crescente demanda em todo país. “Não faltarão kits para diagnóstico no SUS”, garante o diretor-presidente do IBMP, Pedro Barbosa Ribeiro.

Kit diagnóstico - O kit de diagnóstico molecular tem como objetivo identificar um fragmento específico do genoma do coronavírus. As amostras respiratórias são coletadas da oro e nasofaringe e encaminhadas aos laboratórios para testagem. A técnica utilizada em laboratório é a PCR em tempo real: os laboratórios preparam os reagentes de acordo com as instruções do kit e com os treinamentos realizados, adicionam o material extraído e podem acompanhar no equipamento, em tempo real, se há presença ou ausência desses alvos referentes ao coronavírus. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE IV: HU do Oeste ganha reforço para tratamento da Covid-19

saude IV 27 04 2020O Hospital Universitário do Oeste do Paraná, em Cascavel, ganha reforço para o atendimento de pacientes com a Covid-19 na região. Passa de 10 para 30 o número de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Os leitos de enfermaria serão ampliados de 20 para 32. A medida foi confirmada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, que esteve no HU do Oeste na sexta-feira (24/04) para acompanhar as ações de estruturação para enfrentamento ao novo coronavírus.

Repasse - O governador assinou o repasse de R$ 8,4 milhões para a ampliação dos leitos de UTI e de enfermaria, e mais R$ 2 milhões para a compra de equipamentos que darão suporte ao atendimento nestes leitos.

Capacidade de atendimento - Ratinho Junior afirmou que o objetivo é assegurar que todas as regiões do Paraná tenham capacidade para atender aos pacientes da Covid-19. “É um momento diferente que estamos vivendo, e o desafio tende a aumentar ainda mais”, disse. “Não queremos apenas dar atendimento, mas garantir atendimento de qualidade e salvar o máximo de vidas possível”, afirmou o governador.

Outros hospitais - Na quinta-feira (23/04), Ratinho Junior confirmou recursos para fortalecer o atendimento dos hospitais universitários dos Campos Gerais (Ponta Grossa) e de Londrina. Na sexta-feira, além do HU do Oeste do Paraná, também o Hospital Universitário de Maringá recebeu recursos para o enfrentamento ao coronavírus.

Empenho - O governador destacou o empenho de todas as autoridades no combate à pandemia e fez questão de ressaltar o trabalho das equipes de saúde do Paraná. “Nossos colaboradores técnicos têm sido heróis neste momento de crise sanitária mundial, e temos nos esforçado para oferecer a eles a melhor estrutura de trabalho possível”, enfatizou.

Referência - Vinculado à Unioeste, o Hospital Universitário do Oeste do Paraná, é uma referência em atendimento para a região, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Desde o início dos esforços para o combate à pandemia, o HU do Oeste do Paraná se colocou à disposição com estrutura física e profissionais para garantir o atendimento aos pacientes com a Covid-19”, afirmou ele.

Prefeitura - O secretário destacou que a prefeitura de Cascavel ainda vai disponibilizar 30 leitos de enfermaria e 10 de UTI em hospital municipal para reforçar ainda mais esta retaguarda.

Suporte - De acordo com o prefeito Leonaldo Paranhos, o suporte do Governo do Estado é fundamental para as ações voltadas à população. “É um momento de total sintonia e afinamento entre todos os órgãos para enfrentar a Covid-19. Esta sensibilidade do Governo do Estado é importante para enfrentarmos o desafio desta pandemia", afirmou Paranhos.

Equipe - O reitor da Unioeste, Alexandre Weber, reforçou que o HU conta com uma equipe profissional qualificada para dar o atendimento em saúde para a população. “Conseguimos agir rapidamente para qualificar um setor do hospital para esta retaguarda, e toda nossa equipe vem se preparando e treinando outros profissionais da região para o atendimento neste momento", disse Weber.

Condições - A ampliação da capacidade dá melhores condições de trabalho para a equipe, disse o diretor do Hospital, Rafael Muniz de Oliveira. “Um dos principais focos no tratamento da Covid-19 é justamente o distanciamento, e trabalhar em um espaço limitado aumenta a exposição das pessoas à infecção”, disse ele. “Os investimentos do Governo do Estado na ampliação de capacidade estão sendo bastante condizentes com o aumento dos casos", afirmou.

Tratamento - Atualmente, O Hospital Universitário do Oeste do Paraná tem cinco leitos de UTI ocupados. Destes, dois são pacientes da Covid-19. O HU tem seis pessoas em tratamento do novo coronavírus, segundo o diretor da unidade. A ala de queimados do hospital foi adequada para este tipo de atendimento. O Hospital também tem dado treinamentos e realizado simulações para toda a equipe multidisciplinar que atende no espaço.

Presenças - Participaram da visita à unidade o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o superintendente do Esporte, Hélio Wirbiski; o coordenador estadual de Defesa Civil, coronel Fernando Schunig; o secretário Municipal da Saúde, Thiago Steffanelo; o deputado federal Evandro Roman, o deputado estadual Marcio Pacheco, além de autoridades locais. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ANVISA: Saneantes substituem álcool gel no combate à Covid-19

A Anvisa publicou, na quinta-feira (23/04), a Nota Técnica 26/2020, que traz uma série de recomendações sobre produtos saneantes que podem substituir o álcool 70% na desinfecção de objetos e superfícies durante a pandemia da Covid-19. O objetivo da divulgação é fornecer alternativas ao uso de produtos à base de álcool, diante do aumento da procura por esses itens no mercado.

Estudos - De acordo com a Agência, estudos mostram que desinfetantes domésticos comuns, incluindo sabão ou uma solução diluída de alvejante, podem desativar o coronavírus em superfícies, uma vez que o vírus tem uma camada protetora de gordura que é destruída por esses produtos.  

Recomendações - Na maioria dos casos, os desinfetantes levam de cinco a dez minutos de contato para inativar microrganismos. Após a aplicação do produto, é necessário esperar esse tempo para que ele faça efeito. Portanto, não é recomendada a limpeza imediata da superfície logo após o uso do desinfetante, dando o prazo suficiente para a destruição do vírus.

Relação - Confira abaixo a relação de produtos alternativos ao álcool 70% e que podem ser utilizados para desinfecção de objetos e superfícies:

- hipoclorito de sódio a 0,5%;

- alvejantes contendo hipoclorito (de sódio, de cálcio) a 2-3,9%;

- iodopovidona (1%);

- peróxido de hidrogênio 0,5%;

- ácido peracético 0,5%;

- quaternários de amônio como cloreto de benzalcônio 0,05%;

- compostos fenólicos;

- desinfetantes de uso geral com ação contra vírus.  

Toalhas - Segundo as informações da nota, o uso de toalhas com desinfetante é útil para a limpeza, mas como a superfície higienizada não permanece molhada por mais do que alguns segundos, provavelmente essas toalhas não são muito úteis contra o coronavírus. Ainda de acordo com as orientações, não devem ser usados os seguintes materiais e equipamentos para desinfecção de superfícies e objetos: vassouras e esfregões secos; nebulizadores e termonebulizadores; frascos de spray com propelente.  

Água sanitária e alvejantes - A água sanitária e os alvejantes comuns podem ser diluídos para desinfetar pisos e outras superfícies (com tempo de contato de 10 minutos). Lembre-se de que esses produtos podem deixar manchas em alguns materiais. Confira abaixo a diluição recomendada, sendo que a solução deve ser usada imediatamente, pois é desativada pela luz:

- água sanitária: diluir 1 copo (250 ml) de água sanitária em 1L de água;

- alvejante comum: diluir 1 copo (200 ml) de alvejante em 1L de água.

Íntegra - Clique aqui e confira na íntegra as informações da Nota Técnica 26/2020, que traz também orientações sobre vantagens e efeitos adversos relacionados ao uso dos produtos. (Anvisa)


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