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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5025 | 10 de Março de 2021

PRÉ-ASSEMBLEIAS: Segunda reunião de prestação de contas do Sistema Ocepar reúne mais de 220 lideranças do Núcleo Oeste

Duzentas e vinte e seis lideranças da região Oeste do Paraná prestigiaram, na tarde desta terça-feira (09/03), a pré-assembleia realizada pelo Sistema Ocepar em formato virtual. Foi o segundo de uma série de quatro encontros que a entidade está promovendo nesta semana, com o propósito de fazer a prestação das contas de 2020 e apresentar o plano de ação de 2021, com destaque para o PRC200, o novo planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. As pré-assembleias são preparatórias para a Assembleia Geral Ordinária, que ocorre no dia 5 de abril e será comemorativa aos 50 anos da Ocepar. O secretário de Estado da Agricultura, Norberto Ortigara, também está participando dos encontros, representando o governador Ratinho Junior.

Núcleo Oeste - Na reunião desta terça havia representantes de 16 cooperativas dos ramos agropecuário, crédito e saúde. O Núcleo Oeste é composto por 50 cooperativas, que possuem 756 mil cooperados, o que representa 34% do total do quadro social do cooperativismo paranaense, 67 mil funcionários (57%) e alcançou R$ 42,8 bilhões em faturamento em 2020 (37%). O ramo saúde contempla 185 mil beneficiários (8% do total do setor) na região e o ramo crédito somou R$ 48,6 bilhões em ativos (30% do total de ativos no Estado), segundo dados consolidados do ano passado. O coordenador do Núcleo Oeste é o diretor da Ocepar e presidente da Cooperativa Copacol, Valter Pitol, que deu as boas-vindas aos participantes do evento. “É uma satisfação estarmos reunidos para discutir questões ligadas ao cooperativismo do Estado, nos prepararmos para a Assembleia, enfim, tratar de assuntos importantes dentro do sistema cooperativista nos diversos ramos. Esperamos que os objetivos da nossa reunião sejam concretizados com a participação de todos”, afirmou.

Transparência e participação - “É o terceiro ano consecutivo que estamos realizando as pré-assembleias. A adoção desse modelo foi muito importante para nós. Normalmente, nós fazíamos a primeira reunião de Núcleo do ano no mês de maio, depois da nossa Assembleia, em abril, e, juntamente com a diretoria da Ocepar, decidimos antecipar as reuniões para março, na forma de pré-assembleia, como as cooperativas já costumam fazer. E o fato de estarmos realizando os encontros virtualmente está possibilitando triplicar ou até mesmo quadruplicar as participações. Isso é muito importante para darmos mais transparência ao trabalho que realizamos em defesa do cooperativismo paranaense e possibilitar que mais de pessoas possam participar dos eventos",  afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Agradecimento - Em sua mensagem inicial, o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, agradeceu à mobilização das cooperativas do Oeste do Paraná que, numa iniciativa coordenada pelo presidente do Sistema Ocepar, fizeram a doação de respiradores para hospitais da região que estão tratando de pacientes com Covid-19. “Gostaria de expressar o agradecimento profundo do governo do Estado do Paraná, do governador Ratinho Junior, do secretário da Saúde, Beto Preto, meu e, também, dos paranaenses, pela generosidade e agilidade com que os senhores atenderam ao pedido de ajuda feito na última sexta-feira (05/03) e que resultou na doação de 37 respiradores que serão destinados para o Oeste do Paraná. Muito obrigado à Lar, C.Vale, Copacol, Frimesa, Copagril, Primato, Cotriguaçu e Sicredi de Palotina, Cafelândia, Toledo e Marechal Cândido Rondon, que viabilizaram a compra desses equipamentos. Eles irão ajudar as equipes médicas a atender a população nesse momento em que a situação está muito delicada. As taxas de mortalidade e de contaminação cresceram muito nos últimos dias, embora estejam entrando nas estatísticas números acumulados que estavam em investigação, mas é um quadro difícil, com mais de mil pessoas na fila da UTI, o que é muito triste, muito ruim. Tomara que a gente consiga superar esse momento”, afirmou Ortigara. “Vocês do cooperativismo têm uma participação fundamental na vida das pessoas, na economia do Estado do Paraná, na geração de oportunidades. Tudo é muito louvável e digno de aplauso”, acrescentou.

Anfitriã - Na sequência, o presidente da C.Vale, anfitriã do evento, Alfredo Lang, apresentou os principais números da cooperativa. Segundo Lang, a C.Vale possui 157 unidades de negócios no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Paraguai. Está presente ainda nos portos de Paranaguá, São Francisco, Rio Grande, Santarém e Miritituba. Ele mostrou a evolução ocorrida ao longo dos anos nas atividades da cooperativa, com destaque para o recebimento de produtos agrícolas, que passou de 682,96 mil toneladas, em 1994, para 4,43 milhões de toneladas, em 2020. Já a comercialização de carne de frango saiu de 501,46 mil quilos, em 1997, para 374,68 milhões de quilos, em 2020, e a comercialização de carne de peixe aumentou de 34,50 mil quilos, em 2017, para 7,61 milhões de quilos, em 2020. A C,Vale possui 11.825 funcionários, 23.294 cooperados e obteve faturamento de R$ 12,26 bilhões em 2020, crescimento de 37,7% em relação ao exercício anterior. O total de impostos e contribuições recolhidos pela cooperativa no ano passado somou mais de R$ 386 milhões. Lang também falou sobre o investimento feito na Plusval, frigorífico de aves localizado em Umuarama, Noroeste do Paraná, e finalizou com os dados da Covid-19 em Palotina.

Resultados - A pré-assembleia prosseguiu mostrando os resultados do cooperativismo paranaense e a atuação do Sistema Ocepar em 2020. As 217 cooperativas registradas no Sistema Ocepar encerraram o ano contabilizando 2,46 milhões de cooperados, 117,5 mil funcionários, 2,3 mil beneficiários do ramo saúde, US$ 4,5 bilhões em exportações, R$ 5,8 bilhões em sobras e R$ 115,5 bilhões em faturamento, valor 32% superior ao do ano anterior. Ricken lembrou que 2020 foi iniciado com grande expectativa de retomada do crescimento da economia brasileira, mas a pandemia do novo coronavírus alterou por completo a rotina das pessoas e das empresas. “Foi uma situação que exigiu enormes esforços para que continuássemos prestando serviço às nossas cooperativas. Mas nós conseguimos mudar nossa forma de atuar, sem prejuízo algum ao trabalho que realizamos e até aumentando nossa produtividade. Superamos as dificuldades e conseguimos manter as atividades das cooperativas, que atuam em áreas essenciais, como na produção de alimentos, por meio das agropecuárias, na assistência à saúde, no crédito, transporte, trabalho, energia... Nós não tivemos a opção de parar. Isso talvez explique o nosso desempenho”, afirmou. Houve ainda, segundo o presidente do Sistema Ocepar, uma demanda maior por alimentos, tanto interna como externamente, e o dólar valorizado, entre outros fatores, que contribuíram para aumentar as receitas das cooperativas, especialmente do ramo agro, que respondem por mais de 80% do faturamento do cooperativismo paranaense. “Isso tudo manteve a economia aquecida, possibilitando às cooperativas obter esse resultado acima da curva”, frisou ainda o dirigente.

Síntese - Depois, os superintendentes da Ocepar, Robson Mafioletti, do Sescoop/PR, Leonardo Boeche, e da Fecoopar, Nelson Costa, apresentaram uma síntese das principais atividades realizadas pelas entidades no ano de 2020, as informações referentes ao balanço patrimonial e demonstrações contábeis, os planos de atividades e as propostas orçamentárias para 2021.

Riscos e oportunidades - Na avaliação de Ricken, este ano será marcado por grandes riscos em diferentes áreas; na saúde, devido à pandemia; na economia, por causa da queda de mais de 4% do PIB brasileiro, e político, em consequência da desorganização observada em âmbito nacional. O dirigente disse que será necessário ficar atento às decisões do governo federal e às reformas em andamento, com destaque para a tributária. Por outro lado, o presidente do Sistema Ocepar acredita que 2021 também será um ano de oportunidades, principalmente em relação aos investimentos das cooperativas. “A demanda é grande mas, obviamente temos que garantir que as cooperativas continuem sendo beneficiadas pelos recursos do crédito rural, caso contrário, isso pode nos comprometer bastante. Deve ser um ano de consolidação sanitária, com a possibilidade do Paraná ser reconhecido pela Organização Mundial da Saúde Animal como área livre de febre aftosa sem vacinação. Na infraestrutura, há mudanças previstas nas concessões rodoviárias e o momento é de termos uma posição. A questão ambiental deve se acirrar internacionalmente e devemos acompanhar os arranjos políticos, que devem ser formados já visando às eleições de 2022”, disse. “É hora também de ajustar os nossos planos e, na sequência, vamos detalhar o PRC200. Também será um ano de investimentos nas pessoas pois vamos poder atender melhor as demandas das cooperativas em relação à profissionalização, e um ano de negociações na área sindical. Também será um ano de comemorações, pois vamos celebrar os 50 anos da Ocepar”, disse.

PRC200 - Ao falar sobre o PRC200, Ricken lembrou que a Ocepar surgiu, no início dos anos 1970, a partir de um plano de desenvolvimento, e que o cooperativismo paranaense tem evoluído ao longo da história com base no planejamento estratégico de suas atividades e, neste ano, o setor se prepara para iniciar uma nova fase do Plano Paraná Cooperativo. Em 2020, o PRC100, implantado em 2015, foi encerrado superando os principais indicadores e a meta financeira de R$ 100 bilhões em faturamento. Agora, a ideia é partir para o PRC200. “A missão desse plano é promover o desenvolvimento sustentável e integrado do cooperativismo paranaense”, destacou o dirigente. Os resultados projetados são: faturamento de R$ 200 bilhões, sobras de R$ 10 bilhões, investimento anual de R$ 5 bilhões, quatro milhões de cooperados e 200 mil empregados. Nesse cenário, a previsão é de que o Núcleo Oeste alcance R$ 74,2 bilhões de faturamento, sobras de R$ 3,4 bilhões, 1,2 milhão de cooperados e 114 mil empregados nos próximos anos.

Manifestação Após o detalhamento do PRC200, os participantes tiveram a oportunidade de se manifestar e apresentar sugestões de aprimoramento à proposta. Segundo Ricken, o objetivo é submeter o novo plano à aprovação em Assembleia Geral Ordinária da Ocepar, no dia 5 de abril. O evento encerrou com o secretário Ortigara traçando um cenário sobre a produção agropecuária paranaense. Ele também falou a respeito de sanidade, melhorias na área de infraestrutura, programas que devem ser lançados pelo governo do Estado para incentivar o uso de energia renovável no campo e as propostas apresentadas pelo Paraná para o Plano Safra 2021/2022, encaminhadas ao Ministério da Agricultura na semana passada e elaboradas em conjunto pela Secretaria Estadual da Agricultura, Ocepar, Faep e Fetaep.

Próximas pré-assembleias - As próximas pré-assembleias do Sistema Ocepar ocorrem nesta quarta-feira (10/03), com representantes dos Núcleos Norte e Noroeste, das 13h30 às 16h30, tendo a Unimed Londrina como anfitriã, e na quinta-feira (11/03), das 8h30 às 11h30, com lideranças do Sudoeste e as cooperativas sediadas em Pato Branco como anfitriãs. A primeira reunião foi realizada na segunda-feira (08/03), com a presença de 116 cooperativistas do Núcleo Centro-Sul.

*Com fotos da Assessoria de Imprensa da C.Vale

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COVID-19: Cooperativas do Oeste doam 37 ventiladores pulmonares para a Secretária da Saúde do PR

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu, na segunda-feira (08/03), 37 ventiladores pulmonares doados por 11 cooperativas paranaenses da região Oeste, que foram mobilizadas por meio do Sistema Ocepar. Os equipamentos serão utilizados para equipar leitos de  Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto e pediátrico para atendimento a pacientes Covid-19.

Doações - Ao todo, onze cooperativas doaram valores que, reunidos, chegaram à R$ 2,2 milhões e possibilitaram a compra de 37 equipamentos. São elas: Lar, C.Vale, Copacol, Coopavel, Frimesa, Copagril, Primato, Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, Sicredi Nossa Terra PR/SP, Sicredi Progresso PR/SP e Sicredi Aliança PR/SP.

União - O governador Carlos Massa Ratinho Júnior destacou a união de forças para enfrentar este momento de pandemia. “Contamos com a ajuda de todos neste momento difícil pelo qual estamos passando. É o período mais delicado que o Paraná passa e agradecemos a Ocepar por todo esse empenho em nos auxiliar para abrir mais leitos de UTI”.

Investimento - O secretário de Saúde, Beto Preto, afirmou que a rapidez na aquisição é essencial para organização e ativação de mais leitos. “Recebemos com muita alegria e com alívio esses equipamentos. Estamos em processo de compra, mas pela característica de instituição de governo, é preciso seguir todo o rito de aquisição e isso demanda tempo.”

Organização - A organização das cooperativas para a compra dos equipamentos durou aproximadamente um dia. O presidente da Ocepar, José Roberto Ricken, explicou que a mobilização é muito forte para o bem da comunidade. “Há uma sensibilidade muito grande para ajudar a saúde de todos. Nós, como cooperativas, temos como um dos princípios a responsabilidade com a comunidade e é isso que fizemos com a doação desses equipamentos, nos reunimos e adquirimos o que pudemos para beneficiar mais pessoas”. O dirigente ainda afirmou que a receptividade dos presidentes das onze cooperativas foi imediata, pois eles estão apreensivos com a situação que os hospitais da região passam neste momento em que estamos com a segunda onda da pandemia”, disse.

Responsabilidade social - Para Ricken, a responsabilidade social é compartilhada. “Nós temos essa característica enquanto cooperativas, pensamos pelo bem da região em que estamos inseridos. Por isso, esta semana teremos rodadas de reuniões para pensar e agir para tentar auxiliar mais a melhoria das condições para a saúde. Tendo saúde o restante a gente resolve”.  (Com informações da Assessoria de Imprensa da Sesa)

FOTOS: Américo Antônio / Sesa

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FRÍSIA: Lançado o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos” com investimentos de quase R$ 1 bilhão

frisia 10 03 2021Fundada em agosto de 1925, a Frísia Cooperativa Agroindustrial apresentou aos associados e colaboradores o planejamento “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas organizadas por estratégicas e sistema de execução que serão concretizados até 2025. Ao longo desses cinco anos, serão investidos quase R$ 1 bilhão em expansão e novos negócios.

Projetos de crescimento - “Estamos rumando aos 100 anos de fundação da Frísia e, nos próximos cinco anos, teremos os projetos de crescimento que elaboramos no nosso planejamento estratégico, em que queremos desafiar não somente os cooperados, mas também os colaboradores. Temos vários investimentos, seja na produção da pecuária de leite, grãos e também suinocultura”, afirma Renato Greidanus, diretor-presidente da Frísia, a mais antiga cooperativa de produção do Paraná e segunda do Brasil.

Início - O “Rumo aos 100 anos”, nome dado ao planejamento estratégico, teve início em 2021, visando o aniversário de um século da Frísia, sendo símbolo da tradição da cooperativa na agropecuária nacional.

Mapa Estratégico - Até 2025 está previsto no Mapa Estratégico da cooperativa o aumento da produção agrícola pela verticalização e expansão em novas fronteiras. Na pecuária de leite, a cooperativa seguirá seus investimentos na intercooperação para acompanhar o crescimento da produção dos seus cooperados, enquanto na suinocultura está previsto um aumento de 100% no número de leitões para atender à expansão de abate da Unidade Industrial de Carnes.

Perspectivas - Os planos da cooperativa foram desenhados sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Dessa forma, segue-se a missão da cooperativa: disponibilizar produtos e serviços de forma a gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros.

Apresentação - O superintendente da Frísia, Mario Dykstra, apresentou o planejamento estratégico para colaboradores e cooperados. “Para que a gente possa atingir esses números e desafios, precisamos ter um time colaborativo, com pessoas que cooperem entre si, um time que hoje nós já temos e que alcança um alto desafio. São pessoas capacitadas e que trabalham ao longo dos anos com engajamento, acordando todos os dias com vontade de produzir”, destaca Dykstra.

Mais informações - Para mais informações, basta acessar rumoaos100.frisia.coop.br, que conta ainda com um vídeo explicativo do programa.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

UNIMED LONDRINA: Cooperativa celebra 50 anos nesta semana

unimed londrina 10 03 2021 Quase 1200 médicos, mais de 180 mil clientes e 700 colaboradores diretos. Hoje a Unimed Londrina traz em torno de si um universo muito grande de pessoas e leva consigo a responsabilidade de promover a saúde de muitas famílias. A cooperativa médica, que completa 50 anos neste mês de março, foi fundada por 57 médicos visionários em uma época que a medicina enfrentava grandes desafios.

História - A história da operadora de planos de saúde começa com uma visita à cidade de Santos, onde funcionava a primeira cooperativa de médicos do Brasil, fundada naquela cidade alguns anos antes. O objetivo aqui em Londrina era gerar trabalho para os médicos e possibilitar que os clientes pudessem escolher por quem gostariam de ser atendidos.

Evolução - Os médicos que criaram esta cooperativa não tinham ideia de que um dia ela chegaria onde está hoje, desempenhando um importante papel econômico, social e ambiental no cenário da cidade. Os fundadores não podiam imaginar quantos médicos teriam sua vida impactada e quantos clientes teriam acesso a excelentes tratamentos por conta da Unimed Londrina. Certamente estes médicos pioneiros também não sabiam o quanto a operadora fortaleceria o cenário médico da cidade, tornando Londrina uma referência em saúde no Estado. É ano de comemoração e nós queremos celebrar esta data junto das pessoas que estão ao nosso lado construindo a Unimed Londrina dia a dia.

Segurança sanitária - Por conta da pandemia, as primeiras ações comemorativas foram estruturadas para manter a segurança sanitária. Um livro e um documentário serão lançados em março e disponibilizados no site da cooperativa. Inclusive a página oficial da Unimed Londrina contará com uma sessão exclusiva reunindo os dois conteúdos citados, mais uma linha do tempo. Uma live será realizada para os médicos cooperados para celebrar a data no dia do aniversário da operadora. A entrega de um presente para os clientes que nasceram no dia 11 de março completa as atividades. (Imprensa Unimed Londrina)

 

 

UNIMED: Central Nacional arrecada mais de 15 ton de alimentos em ação de estímulo à prática de exercícios físicos

O ano de 2020 foi marcado por muitos desafios em função da chegada da Covid-19 em nossas vidas. Foi preciso se afastar fisicamente das pessoas, redobrar cuidados e deixar de realizar atividades rotineiras do dia a dia. E até mesmo ações solidárias precisaram ser reinventadas. Pensando nisso, a Central Nacional Unimed (CNU) conseguiu aliar saúde e bem-estar social com a campanha "Doe Passos", que fez parte do projeto "Passos pela saúde e solidariedade", que incentivou a prática de atividades físicas e, ao mesmo tempo, contribuiu com os mais necessitados, arrecadando 15,8 toneladas de alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade social - atendidas por instituições parceiras nas cidades de Brasília (DF); Ilhéus, Itabuna, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus e Salvador (BA); Manaus (AM); São Luís (MA); e São Paulo (SP), praças de atuação da cooperativa de saúde.

Hábitos saldáveis - "Foi uma forma de despertar a mudança para hábitos mais saudáveis para as pessoas e, ao mesmo tempo, estimular a solidariedade em prol do bem-estar da sociedade. Essas são bandeiras que sempre levantaremos", afirmou Alexandre Ruschi, presidente da CNU. A campanha propôs que, para qualquer pessoa que atingisse o número de 10 mil passos, o Instituto Unimed garantiria a doação de uma cesta básica. A ação teve início no mês de dezembro de 2020 e foi encerrada no mês de fevereiro.

Participação - Para participar, foi necessário baixar e se cadastrar no Google Fit, aplicativo que monitora e registra atividades físicas. Em seguida, confirmar participação pelo site da campanha e compartilhar os dados de movimentação no app. Cada participante pôde doar até 3 cestas, somando um total de 30 mil passos.

Impacto positivo - O impacto social positivo gerado pelas doações é uma forma de engajar o participante a caminhar - ou até fazer corridas - por sua própria saúde, ajudando, inclusive, a vencer o sedentarismo, além do ato de ajudar o próximo. "Uma simples caminhada ajudou a garantir um início de ano um pouco melhor para milhares de pessoas. Esse é o poder que a cooperação pode atingir", ressaltou o executivo.

Sobre a Central Nacional Unimed - A Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde empresariais da marca Unimed. Sua carteira de clientes é composta por cerca de 1,7 milhão de clientes de grandes corporações brasileiras. Também trabalha com PME e foco regional em Salvador, Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Itabuna, Ilhéus, São Luís, Brasília e São Paulo. Em 2019, a Central Nacional Unimed registrou receita de R$ 7,6 bilhões (+35,9% em relação a 2018) e, mesmo diante do cenário crítico de 2020, no acumulado de janeiro a novembro, os ingressos totais atingiram R$ 7,5 bilhões, o equivalente aos ingressos de 2019, evidenciando a manutenção da boa performance. Também esteve entre as dez operadoras do País que mais cresceram em vidas, com o maior faturamento e market share em 2020. É considerada uma das melhores empresas para se trabalhar, uma das melhores para se iniciar a carreira e foi eleita no guia "Melhores e Maiores da Exame" a melhor empresa de prestação de serviços de saúde em 2020. Faz parte do Sistema Unimed, composto por 345 cooperativas médicas presentes em todo o território nacional, que compartilham os valores do cooperativismo e o trabalho para valorização dos médicos e da medicina. (Imprensa Central Nacional Unimed)

SICREDI ALIANÇA: Assembleias serão realizadas de forma online

sicredi alianca 10 03 2021O momento máximo da participação do associado na cooperativa está chegando. Em virtude das medidas de prevenção ao coronavírus, a Sicredi Aliança PR/SP realizará o processo assemblear de forma 100% online.

Cuidado - Conforme o presidente do Conselho de Administração, Adolfo Rudolfo Freitag, o momento pede o máximo de cuidado. “As assembleias são extremamente importantes para nós pois é quando colocamos em prática a transparência, apresentando nossas ações e os nossos números. O associado confia na sua cooperativa e nós temos o dever de apresentar a ele o que foi feito durante o exercício. Todos os anos nós nos reunimos presencialmente nas cidades de ação. Esse momento é bastante esperado. Sentimos muito por esse ano não ser possível nos encontrarmos pessoalmente. Pensando na segurança de todos, será possível assistir no conforto de suas casas e sem aglomeração. Todos estão convidados para participar, votar e construir juntos uma cooperativa cada vez mais sólida, transparente e próspera”, considerou.

Eventos - O diretor executivo, Fernando Barros Fenner, explica que a cooperativa organizou os eventos online em quatro noites começando sempre às 19h30. “No dia 15, para todos associados das agências de São Paulo, no dia 16m para associados de Marechal Cândido Rondon, no dia 17m para associados de Quatro Pontes, Mercedes e Guaíra e no dia 18m pra associados de Entre Rios, Pato Bragado, Sub Sede e São José das Palmeiras. O ciclo encerra no dia 26m com a AGOE, Assembleia de Delegados. Estamos contando com todas as nossas equipes à disposição do associado no auxílio quanto a participação e ao processo assemblear em si. As dúvidas podem ser esclarecidas nas respectivas agências”, disse.

Como participar? - Para acessar a assembleia é fácil. Será necessário criar um cadastro com login e senha no site https://www.sicredi.com.br/assembleiadigital/. Um vídeo explicativo mostra todo o processo de cadastro e participação, acesse https://www.youtube.com/watch?v=thbXtd17kJo. Importante: no caso de dúvida consulte o seu gestor.

Cronograma - Como faço para saber qual é o dia da assembleia da minha agência? Confira no cronograma:

sicredi alianca tabela 10 03 2021

 

 

 

 

 

O que muda com a assembleia digital? - Somente a forma de participação que será online. A participação do associado é registrada assim como no evento presencial. Perguntas, esclarecimento de dúvidas, sugestões também poderão ser feitas no chat. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Campanha mostra histórias reais de mulheres que souberam dar a volta por cima

sicredi uniao 10 03 2021Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, histórias de associadas da Sicredi União PR/SP estão emocionando e motivando muita gente. Intitulada Mulheres Reais, a campanha, que pode ser conferida nas redes sociais da cooperativa, traz histórias que mostram a força e capacidade dessas mulheres de dar a volta por cima e se reinventarem após passarem por situações bastante difíceis.

Superação - A empresária Fernanda Dias, de Terra Boa (PR) classifica sua história como de superação. Ela, que sempre estudou em escola pública ou foi bolsista, sofreu vários revezes e, quando estava no auge da carreira e com uma academia recém aberta, algumas surpresas adiaram e mudaram seus planos: ela sofreu um acidente que lhe lesionou a coluna em 80% quando estava a caminho do local onde assinaria um patrocínio. Ficou sem movimento do pescoço para baixo por um mês e meio. No processo de recuperação, perdeu a mãe. Ao voltar ao trabalho e reabrir a academia, o pai foi diagnosticado com câncer e faleceu pouco tempo depois. Enquanto cuidava do pai, arrendou a academia. E não foi só: ainda teve uma separação no caminho. Hoje, a academia está sob sua administração e Fernanda comemora a retomada da vida profissional.

Guerreiras - Aline Hobold, representante comercial e consultora de beleza em Graciosa (PR) compartilha a experiência de ter passado por uma profunda depressão ao perder o emprego que tinha havia 15 anos e para o qual se dedicava intensamente. “Aquele trabalho era o meu sonho”, diz ela. Foram sete meses difíceis. Hoje, voltou às atividades e ao mercado de trabalho, abrindo uma empresa de representação comercial na área de produtos alimentícios. “Quero deixar um recado para as mulheres: nós somos guerreiras, somos fortes e não devemos, jamais, desistir de nossos sonhos”.

Somos fortes - Márcia Ganassin, empresária do ramo de eventos em Tamboara (PR) há 12 anos, sentiu profundamente a crise instalada com a pandemia, especialmente, em seu setor. Até fevereiro de 2020 já tinha agendadas 17 festas, todas canceladas ou adiadas. “Então nos vimos obrigados a inovar. Hoje fazemos marmitas, o marido ajuda e o filho entrega”, conta. Com isso, as contas estão em dia. O seu recado para as mulheres é o seguinte: “Somos fortes”.

Beleza - E também tem a história de Edilaine Emerich, empresária do ramo de beleza em Cianorte (PR), que começou a trabalhar com maquiagem em casa, de forma simples. Com o tempo, foi crescendo na profissão, alugou um espaço maior para instalar seu negócio, mas com a pandemia precisou recuar. Mas não esmoreceu. Continua trabalhando e passou também a estar mais presente na rede social, mostrando o que sabe fazer.

Parceria - As quatro histórias têm em comum, além de mostrar a capacidade da mulher de seguir em frente e ultrapassar os mais diversos obstáculos, o apoio que essas associadas receberam da Sicredi União PR/SP. Em todas as etapas, as associadas relatam que tiveram o apoio financeiro, de planejamento e planos de negócios da equipe da cooperativa. “Sabemos que, o que precisarmos, podemos contar com a cooperativa”, comenta Márcia. “Em nenhum momento, nem quando procurei a cooperativa para encerrar minha conta, ouvi deles uma palavra de sânimo, pelo contrário, disseram que não encerrariam a minha conta e que estariam ao meu lado para o que eu precisasse”, conta Fernanda. Aline acrescenta o carinho e atenção que sempre recebe na cooperativa, onde também tem várias clientes. E Edilaine complementa. “A cooperativa dá todo o apoio para tudo o que precisamos, é nossa parceira.” (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

SICOOB CREDICAPITAL: Campanha com mais de R$ 600 mil em prêmios é lançada em comemoração aos 20 anos da cooperativa

sicoob credicapital 10 03 2021O mês de março será de muita comemoração para o Sicoob Credicapital. Este ano, a cooperativa completa 20 anos e, para marcar o momento, está lançando a campanha “Vem comigo pro Sicoob”. São mais de R$ 600 mil em prêmios, entre smart TVs, videogames, motocicletas e uma camionete 0km, que é o grande prêmio da promoção.

Abrangência - Participam da campanha todos os cooperados das agências do Sicoob Credicapital localizadas no Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, que de 08/03/2021 a 06/02/2022, vão receber cupons ao adquirir produtos como seguros, consórcios ou realizar aplicação na poupança. Quem ainda não faz parte da cooperativa, pode procurar uma das unidades para se tornar cooperado e também garantir seus cupons nesse período.

Preenchimento - Com os cupons em mãos, basta preencher todos os dados e responder à pergunta “Qual é a cooperativa de crédito que completa 20 anos em 2021?”. Depois, é só depositar na urna e torcer. Ao longo do ano, a campanha terá três sorteios, em julho, setembro e novembro. Em março de 2022, acontece o sorteio final.

Expectativa - O diretor de mercado, Waldemar Paetzold, comenta que a expectativa é muito grande com o lançamento da promoção. “A campanha vai contribuir muito para que possamos superar os desafios de crescimento planejados para este ano, principalmente na conquista de novos cooperados. Além disso, vai ser uma forma de poder premiar aqueles que acreditam no cooperativismo assim como nós”, diz.

Oportunidade - O presidente do Conselho de Administração, Guido Bresolin Júnior, explica que a cooperativa espera sensibilizar um grande número de associados com a campanha. “Será uma oportunidade muito boa para quem não é cooperado poder conhecer os nossos produtos e serviços. Para quem já é, será uma chance de fazer novos negócios com boas condições e ainda concorrer a prêmios”, complementa.  

Livro comemorativo - Além do início da campanha “Vem comigo pro Sicoob”, no dia 8 de março a cooperativa também fará o lançamento de um livro comemorativo. A obra “Sua história, nossa história - O protagonismo da cooperação”, faz uma retrospectiva dos 20 anos do Sicoob Credicapital, que nasceu como uma pequena cooperativa financeira dentro da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (ACIC), ressaltando a importância de todos que contribuíram para a construção de uma trajetória de sucesso.

Pilares - “A cooperativa é o que é, chegou onde chegou e tem esse potencial de crescimento graças a quatro pilares fortes que temos, que são os cooperados, os colaboradores, os órgãos de governança e as entidades parceiras. Graças a esse suporte, nós estamos aqui hoje, completando duas décadas anos”, conta o diretor superintendente, Valdir Pacini.

Orgulho - Para ele, que além de diretor é o autor do livro e um dos fundadores do Sicoob Credicapital, o sentimento neste momento é de orgulho por fazer parte. “Me sinto honrado de ter ajudado a construir essa cooperativa, seja nos momentos bons ou ruins. Nos esforçamos muito no começo para chegar onde chegamos, então hoje me sinto até emocionado quando ouço alguns relatos de cooperados”, comemora.

Sicoob Credicapital- A cooperativa nasceu em 2001, na cidade de Cascavel (PR). Hoje, possui mais de 30 agências, que estão localizadas em 22 municípios do Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Atualmente, são mais 40 mil cooperados e mais de 300 colaboradores, que diariamente buscam cumprir o propósito de conectar pessoas para promover a justiça financeira e a prosperidade. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

INSUMOS: Governo quer ampliar produção nacional de fertilizantes

insumos 10 03 2021O governo federal vai elaborar uma política para ampliar a produção nacional de fertilizantes agrícolas e, com isso, reduzir a dependência da importação do produto. Atualmente, o país importa mais de 80% dos fertilizantes utilizados no agronegócio. Um grupo de trabalho (GT) interministerial foi instituído para discutir o tema e se reuniu na tarde desta terça-feira (09/03), no Palácio do Planalto.

Dependência - “O Brasil vem com a sua produção agropecuária crescente ano a ano, mas numa dependência enorme da importação de fósforo, potássio, principalmente. Foi criado, então, esse grupo de trabalho”, explicou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

Programa nacional - “Esse não é um assunto só do Ministério da Agricultura. Esse é um assunto do Ministério de Minas e Energia, esse é um assunto que também diz respeito à Ciência e Tecnologia. Enfim, todos esses ministérios, sob a coordenação da SAE [Secretaria de Assuntos Estratégicos], terão aí um programa nacional de fertilizantes envolvendo a produção de forma mais econômica no território nacional, como diminuir a dependência externa, ampliar a competitividade do nosso agronegócio”, acrescentou.

Rascunho - O grupo de trabalho terá 120 dias para produzir um rascunho do plano nacional de fertilizantes para ser apresentado ao presidente Jair Bolsonaro. Coordenado pela Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, o colegiado é composto por representantes da Casa Civil; dos ministérios da Economia, da Infraestrutura, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, de Minas e Energia, da Ciência, Tecnologia e Inovações, do Meio Ambiente; e também representantes do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; da Advocacia Geral da União e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Diagnóstico - Segundo Teresa Cristina, o plano trará um diagnóstico sobre a oferta de fertilizantes no Brasil e poderá ter como resultado, por exemplo, propostas legislativas para facilitar a produção de fertilizantes no país.

Ações legislativas - "São ações legislativas. Talvez alguma coisa precise de lei, algumas coisas que podemos facilitar. É isso que esse grupo vai estudar, quais são as ações que podem acontecer de maneira mais rápida e mais econômica. Nós precisamos ter, no mínimo, uma quantidade de segurança que o país precisa ter em fertilizantes. Isso é segurança nacional, é segurança alimentar, que é uma coisa que o mundo todo hoje trabalha”, disse.

Iniciativa - Uma das iniciativas em estudo é a liberação da exploração das reservas de potássio na Amazônia e também de recursos minerais em terras indígenas. De acordo com o almirante Flávio Rocha, que chefia a SAE e é o coordenador do GT, o tema será aprofundado.  

Observações - “Estão na pauta do grupo de trabalho as duas observações [exploração de potássio na Amazônia e mineração em terras indígenas]. A primeira, de uma maneira mais objetiva, e a segunda com uma análise que pretende ser mais sofisticada, mais aprofundada", afirmou. (Agência Brasil)

FOTO: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

 

RELAÇÃO BILATERAL: Brasil e Argentina solucionam pendências do comércio de produtos agropecuários

relacao bilateral 10 03 2021Após intenso trabalho, iniciado em 2020, Brasil e Argentina solucionaram 49 temas pendentes na relação bilateral agropecuária, de um total de 54 itens. A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e o ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina, Luis Basterra, se reuniram nesta terça-feira (09/03) para avaliar as medidas e estreitar o comércio e a cooperação entre os dois países.

Temas - Os temas incluem abertura e reabertura de mercado de diversos produtos, como farinhas, cárneos (bovino, suíno e de aves), lácteos, grãos, pet food e frutas. Um exemplo é a autorização para importação de camarões inteiros e limpos da Argentina (chamados langostinos) e a resolução de pendências sanitárias para exportação de uva e maçã brasileiras.

Pauta - “A pauta com a Argentina é daqui para frente. O pra trás está encerrado. Nós zeramos todos os nossos problemas de certificado. Hoje, na agricultura e pecuária, o Brasil e a Argentina não tem mais nenhum produto que tenha algum tipo de problema”, destaca a ministra Tereza Cristina.

Celeridade e credibilidade - O ministro Basterra lembrou que algumas dessas pendências já duravam mais de dez anos entre e foram solucionadas graças à celeridade e credibilidade das equipes. “Agora temos uma agenda positiva para trabalhar com posições internacionais de cooperação”, ressalta.

Fluxo comercial - Os ministros estimam que o fluxo comercial de produtos agropecuários deve se intensificar. Atualmente, a Argentina é o 16º destino das exportações brasileiras, somando US$ 1,17 bilhão, o que representa mais de 1% das vendas externas do agronegócio. Os principais itens são soja, café não torrado, frutas, nozes não oleaginosas, frescas e secas. A maior parte das importações do Brasil tem origem argentina. Em 2020, as compras corresponderam a um quarto do total das importações do país (US$ 3,18 bilhões).

Mais - Os governos continuarão se debruçando para a solução de mais cinco temas. Entre eles, controle integrado da fronteira para agilizar o trânsito de mercadorias perecíveis.

Pesquisa - Na área de pesquisa, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (Inta) renovaram por mais cinco anos o acordo de cooperação bilateral.

Interação - De acordo com o presidente da Embrapa, Celso Moretti, a Argentina é o terceiro país com maior interação de pesquisas com a Embrapa, ficando atrás somente dos Estados Unidos e da França. As áreas com grande intercâmbio de informações são soja, florestas e recursos genéticos.

Próximos projetos- A presidente do Inta, Susana Mirassou, destacou que um dos próximos projetos entre os países é aprofundar a troca de informações sobre germoplasma. Moretti citou ainda o desenvolvimento de programas de rádio e televisão, em português e espanhol, para capacitação de pequenos produtores.

Cooperação Internacional - Os ministros ressaltaram a importância de coordenarem ações na região para adoção de posições convergentes que fortaleçam a relação bilateral e o Mercosul em eventos internacionais, como a Cúpula de Sistemas Alimentares das Nações Unidas, que ocorrerá em setembro deste ano.

Nota conjunta - Veja nota conjunta à imprensa:

Brasil e Argentina ratificam aliança para se consolidarem como fornecedores globais de alimentos seguros e produzidos de forma sustentável.

Em 9 de março de 2021, a Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias e o Ministro da Agricultura, Pecuária e Pesca da Argentina, Luis Basterra, se encontraram na cidade de Brasília, em reunião de trabalho, com o objetivo de estreitar laços de amizade, comércio, cooperação e coordenação de ações em nível internacional.

Ambos os Ministros destacaram os avanços muito importantes na agenda bilateral de acesso a mercados, cumprindo os objetivos traçados no início de 2020, baseados na confiança e seriedade do trabalho dos serviços sanitários dos dois países. A partir desse trabalho, as duas partes conciliaram interesses, o que lhes permitiu resolver 49 das 54 questões identificadas no início de 2020, incluindo resoluções sobre questões históricas, como pet food e camarão, abrindo mercados para produtos dos dois países, o que impulsionará o intercâmbio bilateral e integrará as cadeias produtivas.

Para continuar com o excelente espírito de trabalho, Tereza Cristina e Basterra acordaram as principais linhas de trabalho para 2021, em que assume especial relevância a articulação e coordenação dos controles fronteiriços.

Além disso, os dois Ministros concordaram sobre a importância de fortalecer os trabalhos sobre agricultura no Mercosul e no Conselho Agropecuário do Sul (CAS). Nesse sentido, reconheceram que os dois países enfrentam desafios comuns para continuar consolidando a região como fornecedora de alimentos confiáveis, seguros e inócuos para o mundo, fortalecendo a luta em favor da segurança alimentar.

Em particular, eles destacaram a importância de a região manter foco nos desafios que enfrenta, especialmente em termos de sustentabilidade na produção de alimentos e pagamento por serviços ecossistêmicos. Ambos os Ministros reiteraram a importância do desenvolvimento sustentável, respeitando seus 3 pilares, ambiental, econômico e social, em pé de igualdade, assim como uma transição justa para esse desenvolvimento. Os dois Ministros concordaram sobre a importância de coordenar ações, agregando outros países da região com visões convergentes, especialmente com vistas à Cúpula de Sistemas Alimentares das Nações Unidas, em setembro de 2021.

Da mesma forma, ambos os Ministros destacaram a histórica relação de cooperação entre o INTA e a EMBRAPA, com 19 projetos executados entre 2009 e 2014. Nessa linha, destacaram que no ano passado o memorando de entendimento de cooperação entre os dois institutos foi renovado por mais 5 anos, o que vai permitir maiores avanços em questões estratégicas como aquicultura, gênero, biotecnologia, agricultura familiar, recursos genéticos, silvicultura, entre outras.

Por fim, reiteraram a importância do trabalho conjunto em prol da adoção de medidas sanitárias e fitossanitárias com base científica, destacando o trabalho da AG5, bem como a vocação para cooperar em questões estratégicas como agroecologia, bioinsumos, bem-estar animal e implementação de um programa piloto de promoção comercial conjunta. (Mapa)

FOTO: Mapa

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Importações registram aumento de 12% pelos portos do Paraná

Pelo segundo mês consecutivo, as importações superam as exportações pelos portos do Paraná. Em fevereiro, 1.946.654 toneladas de cargas entraram no Brasil pelos terminais paranaenses, enquanto 1.702.124 saíram do País. Com isso, o primeiro bimestre de 2021 registra um aumento de 12% nas compras de produtos estrangeiros e, ao mesmo tempo, uma queda de 12% nas vendas de produtos nacionais.

Granéis - “Em 2020 tivemos um volume muito alto de embarque de granéis, principalmente soja, logo no início do ano. Mas em 2021 tivemos um atraso na colheita e na chegada do produto ao porto, além de dois meses de muita chuva”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Soja - Nas últimas duas semanas de fevereiro a soja começou a chegar em maior volume e a expectativa é que os embarques sigam ritmo intenso ao longo do ano. Enquanto isso, os desembarques de granéis importados cresceram. “Batemos o recorde de descarga em 24 horas. Foram quase 50 mil toneladas, entre os dias 20 e 21, bem acima da média diária de 30 mil toneladas. Foram sete navios descarregando produtos, simultaneamente”, afirma Garcia.

Bimestre - Ao todo, foram 3.787.546 toneladas de cargas importadas nos primeiros dois meses do ano. Somente de fertilizantes foram quase 1,67 milhão de toneladas. O volume é cerca de 8% maior que as 1,55 milhão de toneladas de adubos desembarcadas no mesmo período em 2020.

Produtos - Além dos fertilizantes, também são granéis sólidos importados pelos portos do Paraná o trigo, o malte, a cevada e o sal. Somando todos os produtos do segmento, foram 1.847.850 toneladas movimentadas neste primeiro bimestre do ano. O volume é cerca de 4,4% maior que as 1.770.169 toneladas registradas em janeiro e fevereiro do ano passado.

Carga geral - O segundo segmento que mais movimentou em 2021 foi o de carga geral: 2.017.532 toneladas, nos dois sentidos de comércio. O volume representa aumento de 12% em relação às 1.808.283 toneladas registradas no mesmo período, em 2020.

Importações - A alta também foi puxada pelas importações. Foram 855.599 toneladas de cargas desembarcadas – 20% a mais que as 715.670 toneladas importadas no primeiro bimestre.

Líquidos - Das 1.322.346 toneladas de granéis líquidos movimentadas nos primeiros dois meses do ano, as importações somam 1.226.837 toneladas. Neste sentido, o segmento registra alta de 35% em relação ao ano passado (com 908.339 toneladas de líquidos importados).

Soma - Somando as importações e exportações, foram 1.140.785 toneladas de granéis líquidos movimentados pelo Porto de Paranaguá.

Exportação - Nas exportações, os destaques estão nos volumes e percentuais de aumento registrados nos embarques de açúcar, milho e óleos vegetais.

Açúcar - De açúcar, em saca (carga geral) e a granel, foram 530.591 toneladas exportadas neste primeiro bimestre. Comparado com o volume exportado no período, em 2020, a alta registrada é de 127%. Nos primeiros dois meses, no ano passado, foram comercializadas 233.457 toneladas do produto.

Milho - Nos embarques de milho, a alta foi de 99%. Este ano, 591.538 toneladas do produto foram exportadas a granel. Em 2020, eram 297.802 toneladas.

Óleos vegetais - De óleos vegetais, foram 142.349 toneladas exportadas no primeiro bimestre. O volume é 59% maior que as 89.293 toneladas registradas no ano passado, nos mesmos dois meses.

Movimentação total - Nos primeiros dois meses do ano, 7.247.245 toneladas de cargas foram movimentadas pelos portos do Paraná. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira as estatísticas completas do bimestre AQUI.

FOTOS: Cláudio Neves / Appa

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PNAD CONTÍNUA: Com pandemia, 20 estados têm taxa média de desemprego recorde em 2020

pnad destaque 10 03 2021A taxa média de desocupação em 2020 foi recorde em 20 estados do país, acompanhando a média nacional, que aumentou de 11,9% em 2019 para 13,5% no ano passado, a maior da série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. As maiores taxas foram registradas em estados do Nordeste e as menores, no Sul do país. Esses resultados decorrem dos efeitos da pandemia de Covid-19 sobre o mercado de trabalho.

PNAD Contínua - Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta quarta-feira (10/03) pelo IBGE.

Maiores taxas - Em 2020, as maiores taxas de desocupação ficaram com Bahia (19,8%), Alagoas (18,6%), Sergipe (18,4%) e Rio de Janeiro (17,4%), enquanto as menores com Santa Catarina (6,1%), Rio Grande do Sul (9,1%) e Paraná (9,4%).

Redução - No intervalo de um ano, a população ocupada reduziu 7,3 milhões de pessoas no país, chegando ao menor número da série anual (86,1 milhões). Com isso, pela primeira vez, menos da metade da população em idade para trabalhar estava ocupada no país. Em 2020, o nível de ocupação foi de 49,4%.

Ocupação - O nível de ocupação ficou abaixo de 50% em 15 estados, sendo todos do Nordeste, cinco do Norte e o Rio de Janeiro. Em Alagoas, apenas 35,9% das pessoas em idade para trabalhar estavam ocupadas. No Rio de Janeiro, apenas 45,4% tinham um trabalho. Já Mato Grosso foi o estado com maior nível de ocupação (58,7%) no ano passado.

Queda disseminada - Essa queda da ocupação foi disseminada por todos os trabalhadores. A taxa média de informalidade também recuou, passando de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020, somando ainda 39,9 milhões de pessoas. Os informais são os trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar.

Regiões - Nas regiões, a taxa média nacional de informalidade foi superada em 19 estados, variando de 39,1%, em Goiás, até 59,6% no Pará. Em sete desses estados, a taxa ultrapassou 50% e apenas São Paulo (29,6%), Distrito Federal (28,2%) e Santa Catarina (26,8%) tiveram taxas de informalidade abaixo de 30%.

Informais - “A queda da informalidade não está relacionada a mais trabalhadores formais no mercado. Está relacionada ao fato de trabalhadores informais terem perdido sua ocupação ao longo do ano. Com menos trabalhadores informais na composição de ocupados, a taxa de informalidade diminui”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, lembrando que informais foram os primeiros atingidos pelos efeitos da pandemia.         

Desemprego recua apenas em cinco estados no 4º trimestre - No último trimestre de 2020, a taxa de desocupação – que recuou para 13,9%, depois de atingir 14,6% no terceiro trimestre, o maior patamar já registrado na comparação trimestral – reduziu apenas em cinco estados, ficando estável nos demais. As maiores taxas foram registradas na Bahia e em Alagoas, ambos com 20%, seguidos do Rio de Janeiro (19,4%). Já as menores ficaram com Santa Catarina (5,3%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso do Sul (9,3%).

Concentração - “Quando olhamos para os dados regionalmente, vemos que a redução na taxa de desocupação não foi disseminada pela maioria das unidades da federação. Ela ficou concentrada em apenas cinco, mostrando que em vários estados ainda não se observou uma queda da desocupação”, afirmou Adriana Beringuy.

Gênero - Desocupação foi de 11,9% entre os homens e chegou a 16,4% entre as mulheres no último trimestre de 2020

Diferença - A PNAD Contínua também mostra diferença na taxa de desocupação de homens e mulheres no quarto trimestre de 2020. O percentual foi de 11,9% entre os homens e 16,4% entre as mulheres. Já entre as pessoas pretas, a taxa foi de 17,2%, enquanto a dos pardos foi de 15,8%, ambas acima da média nacional (13,9%). Já a taxa dos brancos (11,5%) ficou abaixo da média.

Jovens - Os jovens foram os mais afetados pelo desemprego entre os grupos etários no quarto trimestre. As pessoas de 14 a 17 (42,7%), de 18 a 24 anos de idade (29,8%), de 25 a 39 anos (13,9%) tiveram taxa acima ou igual à média nacional.

Escolaridade - Para as pessoas com ensino médio incompleto (23,7%), a taxa de desocupação foi superior dos demais níveis de instrução. Para o grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi estimada em 16,9%, mais que o dobro da verificada entre aqueles com nível superior completo, 6,9%.

Subutilização - A taxa composta de subutilização da força de trabalho, que é o percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada, foi maior na Bahia (33,3%), Piauí (33,3%) e Sergipe (32,2%). Treze unidades da federação ficaram abaixo da média nacional (20,7%), sendo a menor em Santa Catarina (7,5%). Em seguida, vem Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, os três com 14,1%. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

pnad 10 03 2021

 

INDÚSTRIA: Produção cresce em sete dos 15 locais pesquisados em janeiro

industria 10 03 2021A produção industrial subiu em sete dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em janeiro de 2021, frente a dezembro do ano passado. O resultado positivo foi puxado pelo bom desempenho do setor de veículos automotores de São Paulo, principal influência positiva. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM Regional), divulgada nesta quarta-feira (10/03) pelo IBGE.

Percentual - “São Paulo representa aproximadamente 34% da produção industrial brasileira. Em janeiro, a indústria no estado subiu 1,1%, principalmente, pela influência positiva do setor de veículos automotores, garantindo a terceira taxa positiva consecutiva e acumulando, neste período, alta de 3,5%. No índice mensal, em comparação com o mesmo período do ano anterior, o setor de veículos também lidera o crescimento de 5,6% da indústria paulista, com destaque para o aumento na produção de caminhão-trator para reboques e semirreboques, seguido pelo setor de máquinas e equipamentos, com aumento na produção de elevadores para transporte de pessoas”, explica Bernardo Almeida, gerente da pesquisa.

Avanços - Pará (4,4%), Pernambuco (3,6%) e Rio de Janeiro (2,9%) tiveram os avanços mais acentuados na passagem de dezembro de 2020 para janeiro de 2021. Além da maior alta em termos absolutos, o Pará é o terceiro em influência. O estado registrou o segundo mês seguido de crescimento na produção e acumulou, nesse período, ganho de 9,7%, devido à influência positiva do setor de minerais não metálicos e do setor extrativo. Pernambuco, eliminou parte das perdas registradas em dezembro (-3,0%) e novembro de 2020 (-0,6%) e tem a metalurgia como influência positiva.

Rio - “No Rio de Janeiro o que se destaca é a influência positiva do setor extrativo, mais especificamente na extração de petróleo. Este é o terceiro resultado positivo com acúmulo de 3,2% para o Rio de Janeiro, que representa a segunda maior influência sobre o índice nacional”, completa Almeida.

Quedas - As maiores quedas atingem Espírito Santo (-13,4%) e Amazonas (-11,8%), sendo que o Amazonas é a maior influência negativa sobre o índice nacional. Esta é a segunda taxa negativa consecutiva para o estado com uma queda acumulada de 16,3%. Em janeiro, a queda deve-se ao desempenho negativo dos setores de derivados do petróleo e de outros equipamentos de transporte.

Espírito Santo - Já o Espírito Santo foi afetado pela influência negativa dos setores de metalurgia e extrativo e eliminou o ganho do mês anterior, quando cresceu 7,3%. As demais quedas foram na Bahia (-3,2%), Mato Grosso (-3,2%), Região Nordeste (-2,1%), Ceará (-1,1%), Minas Gerais (-0,5%) e Goiás (-0,5%).

Bahia - “A produção industrial da Bahia foi afetada pela queda no setor de veículos automotores, com o encerramento das atividades de uma montadora. Enquanto o Mato Grosso sofreu influência negativa do setor de alimentos, bastante relevante na indústria do estado”, diz Almeida.

Janeiro de 2020 - Em relação a janeiro de 2020, a indústria como um todo cresceu 2% e oito dos 15 locais pesquisados apontam resultados positivos. Alguns resultados são expressivos como Pará (13,3%), Paraná (11,5%) e Santa Catarina (10,1%), que mostraram expansões de dois dígitos.

Base de comparação - “Esses crescimentos podem ser explicados por uma base de comparação baixa, pois, desde o final de 2019, a indústria vinha apresentando uma queda no ritmo de produção antes mesmo de a pandemia chegar”, esclarece Almeida.

Recuos intensos - Bahia (-13,9%), Mato Grosso (-13,9%) e Espírito Santo (-11,5%) apontaram os recuos mais intensos em janeiro de 2021 em relação a janeiro de 2020. Na Bahia, o setor de veículos automotores foi o que mais impactou neste tipo de comparação, devido à queda na produção de automóveis e autopeças. Mato Grosso foi afetado pela queda em produtos alimentícios, produtos de madeira e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis. E Espírito Santo devido à queda em atividades de metalurgia, indústrias extrativas e produtos alimentícios. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO (tirada antes da pandemia): Gilson Abreu / AEN-PR

 

industria quadro 10 03 2021

 

IRPF: Receita Federal disponibiliza nova forma de tirar cópia da Declaração de Imposto de Renda

irpf 10 03 2021Considerando o atual cenário social causado pela pandemia da Covid-19, a partir desta quarta-feira (10/03), a Receita Federal disponibilizará, por meio de Dossiê Digital de Atendimento (Processo Digital), no Centro Virtual de Atendimento (e-CAC), o fornecimento de cópia da última Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) enviada pelo contribuinte.

Ajuda - O objetivo do serviço é dar aos contribuintes acesso à declaração do ano anterior, para ajudar no preenchimento da declaração de 2021, sem que precise se deslocar até uma unidade de atendimento presencial da Receita. Até então, o serviço de cópia da declaração pelo e-CAC estava disponível apenas para quem tivesse certificado digital. Com o novo serviço, será possível também solicitar a cópia apenas com o login e senha.

Procedimentos - Ao entrar no Portal e-CAC:

- acesse o sistema de Processos Digitais (e-Processo);

- clique em Abrir Dossiê Digital de Atendimento;

- escolha a área de concentração Cópia de Documentos DIRPF;

- selecione o serviço Obter cópia da última DIRPF entregue.

Documentos - Não é necessário juntar documentos. A própria abertura do dossiê será suficiente para a emissão da cópia da declaração.

Nome do titular- O processo deve ser gerado em nome do titular da declaração cuja cópia se pretende receber, ou seja, o login no e-CAC deve ser feito pelo próprio titular da declaração. A cópia da última DIRPF transmitida nos últimos cinco anos será anexada ao processo aberto e poderá ser obtida ao acessá-lo, pela opção “Meus Processos”.

Certificado digital - Mas se você possui certificado digital, você pode baixar a cópia da declaração de qualquer ano pelo sistema de cópia de declarações no e-CAC. Neste caso, siga os passos do serviço: https://www.gov.br/pt-br/servicos/obter-copia-de-declaracao-enviada-a-receita-federal. (Receita Federal)

 

PRONAMPE: Bancos poderão estender carência de pagamento do programa por mais três meses

Os bancos poderão estender o prazo de carência das operações do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) de oito para 11 meses. A mudança no texto do regulamento foi aprovada pela Assembleia de Cotistas do Fundo de Garantia de Operações (FGO), realizada na segunda-feira (08/03) por sugestão da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME). A ata da reunião foi publicada nesta terça-feira (09/03) e, na sequência, ocorreu o envio de comunicado oficial aos bancos.

Empresas - As empresas que desejarem prorrogar a carência da linha do Pronampe devem procurar as instituições financeiras com as quais foram firmados os contratos de crédito. A mudança no prazo da carência não necessita de ajuste legislativo, porque o trecho foi vetado na Lei nº 13.999, de 18 de maio de 2020, e reajustado no regulamento do FGO.

Pronampe - O Pronampe é o maior programa de crédito para micro e pequenas empresas da história. Instituído pela Lei nº 13.999, de 18 de maio de 2020, e administrado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec/ME), o Programa foi responsável por fazer chegar mais de R$ 37 bilhões na ponta, direto nas mãos de quase 520 mil micro e pequenos empreendedores. Com isso, as operações de crédito puderam ser utilizadas para investimentos e capital de giro isolado ou associado ao investimento.

Uso - Isso significa que as micro e pequenas empresas usaram os recursos obtidos na realização de investimentos – aquisição de máquinas e equipamentos, realização de reformas – ou para despesas operacionais, tais como salário dos funcionários, pagamento de contas (água, luz, aluguel), além de compra de matérias primas e mercadorias, entre outras).

Percentual - Originalmente, o Pronampe permitiu que o empreendedor tomasse até 30% do seu faturamento anual em empréstimos com as seguintes condições: prazo de pagamento de 36 meses, carência de até oito meses e taxa de juros de, no máximo, Selic + 1,25%.

FGO - As instituições financeiras que aderiram ao Programa puderam requerer a garantia do Fundo Garantidor de Operação (FGO), regido pela Lei nº 12.087/2009, em até 100% do valor da operação. (Ministério da Economia)

CÂMBIO: Dólar fecha praticamente estável depois de chegar a R$ 5,87

cambio 10 03 2021Num dia de ajustes no mercado financeiro, o dólar fechou praticamente estável depois de chegar a R$ 5,87 durante a manhã. A bolsa de valores iniciou o dia em baixa, mas recuperou-se no decorrer da sessão e fechou em alta.

Cotação - O dólar comercial fechou esta terça-feira (09/03) vendido a R$ 5,797, com alta de R$ 0,019 (+0,33%). Por volta das 10h45, a cotação atingiu R$ 5,871, mas reverteu o movimento e passou a cair no início da tarde. Por volta das 14h30, na mínima do dia, a divisa chegou a R$ 5,77, registrando leve queda. Nas horas finais da sessão, a moeda norte-americana passou a operar próxima da estabilidade.

Ações - No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, encerrou o dia aos 111.331 pontos, com alta de 0,65%. Durante a manhã, o indicador caiu, mas firmou a tendência de alta depois das 12h.

Fatores - Dois fatores contribuíram para estabilizar o mercado ao longo do dia. O primeiro foi o clima no exterior. Após a aprovação no Senado dos Estados Unidos do pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão, o rendimento dos títulos públicos de 10 anos norte-americanos caiu 3,91% nesta terça, depois de atingir as taxas máximas desde fevereiro do ano passado.

Fluxo de capitais - Juros menores nos títulos do Tesouro norte-americano aumentam o fluxo de capitais para países emergentes, como o Brasil. Nas últimas semanas, essas taxas vinham subindo, provocando fuga de capitais de outros países para os Estados Unidos.

Compromisso - O segundo fator a reduzir a instabilidade no mercado foi o compromisso assumido pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, e pelo relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) Emergencial, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), de manterem o texto aprovado na semana passada pelo Senado. A proposta permite o pagamento de R$ 44 bilhões numa nova rodada do auxílio emergencial com a contrapartida de ajuste de gastos obrigatórios no médio e no longo prazo. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO I: Câmara aprova texto-base da PEC Emergencial em 1º turno

legislativo I 10 03 2021A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (10/03), em 1º turno, o texto-base da PEC Emergencial. A Proposta de Emenda à Constituição 186/19 permite ao governo federal pagar um auxílio em 2021 com R$ 44 bilhões por fora do teto de gastos e impõe mais rigidez na aplicação de medidas de contenção fiscal, controle de despesas com pessoal e redução de incentivos tributários.

Votos - Foram 341 votos a favor e 121 votos contra o parecer do relator, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), que recomendou a aprovação sem mudanças do texto vindo do Senado na semana passada. Houve 10 abstenções.

Destaques - Em sessão marcada para às 10 horas desta quarta-feira (10/03), os deputados analisarão dez destaques apresentados ao texto na tentativa de mudar trechos da PEC. A maior parte deles, de partidos de oposição, pretende diminuir as restrições fiscais impostas e retirar o limite de R$ 44 bilhões para pagar o auxílio.

Parcelas - Segundo o governo, as parcelas da ajuda à população mais vulnerável serão de R$ 175 a R$ 375 por quatro meses (março a junho). Para a família monoparental dirigida por mulher, o valor será de R$ 375; para um casal, R$ 250; e para o homem sozinho, de R$ 175.

Demonstração - Daniel Freitas disse que a votação da PEC pela Câmara é uma demonstração clara "de que somos um país seguro, responsável e solidário". "Vencemos a primeira etapa desta PEC, que traz responsabilidade e dá garantia para as futuras gerações. Retomamos as rédeas do País e o colocamos na rota do crescimento", comemorou.

Rigor fiscal - Para a União, medidas de contenção de despesas com pessoal e com isenções tributárias serão acionadas quando for atingido um gatilho relacionado às despesas obrigatórias.

Estados, DF e municípios - No caso de estados, Distrito Federal e municípios, por causa da autonomia federativa, as medidas serão facultativas. Mas se todos os órgãos e poderes do ente federado não adotarem todas as medidas, o estado ou município em questão ficará impedido de obter garantia de outro ente federativo (normalmente da União) para empréstimos (internacionais, por exemplo), além de não poder contrair novas dívidas com outro ente da Federação ou mesmo renegociar ou postergar pagamentos de dívidas existentes.

Responsabilidade - “Este é o momento de responsabilidade, e teremos oportunidade de rever pontos desta PEC nas reformas tributária e administrativa. Agora é o momento de dar segurança às pessoas que estão precisando dessa ajuda”, disse o relator, referindo-se à autorização para o governo conceder novo auxílio emergencial fora do teto de gastos.

Lei complementar - A PEC 186/19 prevê ainda que uma lei complementar sobre sustentabilidade da dívida poderá autorizar a aplicação dessas restrições. Na lei devem ser definidos, por exemplo, níveis de compatibilidade dos resultados fiscais com a trajetória da dívida e planejamento de venda de estatais para reduzir seu montante.

Debates - O líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que a aprovação da PEC demonstra a preocupação do presidente Jair Bolsonaro com a população afetada pelo isolamento social. "O preço dos alimentos está ligado ao preço do dólar. Precisamos que haja tranquilidade de que o País está olhando com seriedade e atenção para as contas públicas", declarou.

Atendimento - Já o líder da Minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), afirmou que “o Congresso brasileiro está apenas atendendo a decisão do governo e do ministro Paulo Guedes e impondo ao País, em nome de um auxílio de R$ 250, um profundo arrocho fiscal e a constitucionalização de tudo de ruim que esse ministro da Economia patrocinou desde a reforma da Previdência até hoje”.

Obstrução - A oposição tem obstruído os trabalhos desde o início das sessões, defendendo um auxílio de valor maior desvinculado de medidas de ajuste fiscal. A primeira leva de pagamentos do auxílio chegou a R$ 292 bilhões para cerca de 68 milhões de pessoas, em duas rodadas: na primeira, foram pagas parcelas de R$ 600 por cinco meses; na segunda, chamada de “auxílio residual”, foram parcelas de R$ 300 durante quatro meses e com um público-alvo menor.

Admissibilidade - Mais cedo, por volta das 21 horas, a Câmara aprovou parecer pela admissibilidade da PEC, por 366 votos a 118. Essa fase preliminar antecede a análise do mérito da matéria e é necessária para avaliar se a PEC segue os parâmetros constitucionais para sua tramitação.

Sobras de 2021- Segundo a PEC, até o fim de 2023, o Poder Executivo poderá utilizar o superávit financeiro dos seus fundos públicos para pagar dívida pública. Ficam de fora da regra os fundos públicos de fomento e desenvolvimento regionais e os fundos mantidos pela PEC, que aumentou a desvinculação de receitas.

Validade - A medida vale inclusive para estados e municípios, mas se o ente federado não tiver dívida pública para amortizar, o dinheiro será de livre aplicação.

Autorização - Em dezembro de 2020, a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei complementar (PLP 137/20) que autorizou o governo a usar o superávit acumulado de 2019 relativo a 26 fundos setoriais, muitos dos quais ficariam de fora desse uso de acordo com a PEC.

Exemplos - Entre os que poderiam ser usados estão o Fundo de Compensação de Variação Salarial (R$ 12,7 bilhões), o Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (R$ 12,3 bilhões) e o Fundo Nacional de Segurança e Educação no Trânsito (R$ 8,7 bilhões).

Precatórios - A PEC Emergencial trata ainda do pagamento de precatórios por estados, Distrito Federal e municípios, passando de 2024 para 2029 a data final para quitação de precatórios sob regime especial criado pela Emenda Constitucional 99, de 2017.

Fim da possibilidade - Por outro lado, o texto acaba com a possibilidade de bancos federais financiarem o pagamento desses precatórios por fora dos limites de endividamento vigentes.

Regra transitória - Além disso, será revogada a regra transitória de pagamentos da União a estados e municípios como compensação pela desoneração de exportações prevista na Lei Kandir (Lei Complementar 87/96).

Acordo - Isso decorre de acordo firmado entre a União e os outros entes federados prevendo o pagamento de compensações da ordem de R$ 58 bilhões entre 2020 e 2037 (Lei Complementar 176/20). (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Senado vota MP do empréstimo consignado, continuidade do Pronampe e nova Lei de Licitações

legislativo II 10 10 2021Seis propostas estão na pauta da sessão remota do Plenário desta quarta-feira (10/03). A primeira delas é a Medida Provisória (MP) 1.006/2020, que amplia de 35% para 40% a margem do empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) durante a pandemia. Aprovada na segunda-feira (08/03) pela Câmara dos Deputados na forma do Projeto de Lei de Conversão 2/2020, a matéria perde a validade na quinta-feira (11/03). 

Novas contratações - O texto do relator, deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM), estende até 31 de dezembro de 2021 o prazo para novas contratações. Ele também estende o limite de 40% para o crédito consignado tomado por servidores públicos federais e pelos trabalhadores com carteira assinada (CLT). Se leis ou regulamentos não definirem percentuais superiores, o mesmo limite de 40% será aplicado a operações de crédito tomadas por militares, policiais e servidores públicos estaduais e municipais, além de funcionários de autarquias e fundações de qualquer ente federativo. 

Pronampe - Após deliberar sobre a MP, os senadores votarão o projeto que torna permanente o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O objetivo do Projeto de Lei (PL) 5.575/2020 é transformar o Pronampe em política oficial de crédito, com seus recursos usados de forma permanente para consolidar um tratamento distinto aos negócios mantidos por micros e pequenas empresas. Se aprovada, a matéria segue para a Câmara dos Deputados.

FGO - Do senador Jorginho Mello (PL-SC), o texto tem como relatora a senadora Kátia Abreu (PP-TO). Pelo projeto, a União fica autorizada a aumentar sua participação no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para a concessão de garantias no âmbito do Pronampe. O programa foi criado como sistema de crédito emergencial para a pandemia de covid-19 por meio da Lei 13.999, de 2020. O texto a ser votado pelos senadores regulamenta o artigo 13 dessa lei para reforçar o caráter permanente do programa. 

Uso permanente - “O artigo 13 da lei já definia que o Pronampe poderia ser utilizado de forma permanente como mecanismo de concessão de crédito para as micro e pequenas empresas. Porém, não definimos como isso ocorreria. Este projeto tem esse objetivo, regulamentar as formas de como serão feitas essa continuidade do Pronampe no ano de 2021 e nos próximos anos”, diz Jorginho Mello ao justificar o projeto.

Nova Lei de Licitações - Já aprovada pelo Senado, o projeto que cria uma nova Lei de Licitações (PL 4.253/2020) deverá passar por nova votação para definir sua redação final. O texto estava na pauta do dia 23 de fevereiro, mas o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), pediu o adiamento da votação. 

Medidas - O projeto cria modalidades de contratação, tipifica crimes relacionados a licitações e disciplina itens do assunto em relação às três esferas de governo: União, estados e municípios. Entre outras mudanças, o texto permite seguro-garantia nas licitações, o que poderá contribuir para a redução de obras inacabadas, e cria um portal nacional de contratações públicas para centralizar os procedimentos licitatórios dos entes federados por meio de um banco de dados unificado.

Último passo - Este é o último passo antes do envio do projeto para sanção presidencial. O projeto foi aprovado no fim do ano passado, na forma de um substitutivo que saiu da Câmara dos Deputados. Se sancionada, a nova lei substituirá a atual Lei das Licitações (Lei 8.666, de 1993), a Lei do Pregão (Lei 10.520, de 2002) e o Regime Diferenciado de Contratações (Lei 12.462, de 2011), modificando as normas referentes aos sistemas de contratação da administração pública.

Estágio profissional - Outro texto na pauta é voltado a combater os efeitos econômicos da pandemia de covid-19. O projeto (PL) 4.014/2020 amplia o prazo máximo para contratos de aprendizagem e de estágio profissional durante a pandemia. Atualmente estipulado em dois anos, o período de estágio seria prorrogado por mais um ano. A proposta é da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) e do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL).

Regulamentação - O contrato de aprendizagem para pessoas entre 14 e 24 anos é regulado pela Consolidação das Leis do Trabalho (Decreto-Lei 5.452, de 1943) e pela Lei do Estágio (Lei 11.788, de 2008). Segundo a legislação em vigor, o programa de formação profissional não pode ultrapassar dois anos de duração e deve ser compatível com o desenvolvimento físico e psicológico do aprendiz. Mas para os autores do PL 4.014/2020, a pandemia de covid-19 compromete os estágios em andamento. Por isso, sugerem a prorrogação dos contratos de aprendizagem por mais um ano. 

Cobrança de pedágio - A modernização do sistema de pedágios é o objetivo do PLC 8/2013, que determina uma cobrança proporcional ao uso da rodovia. Além do pagamento proporcional aos quilômetros rodados, o projeto determina o fim das praças de cobrança e a identificação eletrônica dos veículos.

Reposição de prejuízos - A proposta, que tem como relator o senador Jayme Campos (DEM-MT), também determina que o dinheiro arrecadado com multas aplicadas a quem fura os pedágios será usado para repor prejuízos das concessionárias. 

Comissão de Segurança Pública - Já o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 2/2019, do senador Major Olimpio (PSL-SP), altera o Regimento Interno do Senado para criar a Comissão de Segurança Pública no Senado Federal. Pela proposta, a comissão terá caráter permanente e se reunirá as quartas-feiras, às 13 horas.

Justificativa - Major Olimpio justifica no texto que a segurança pública foi um dos pontos centrais das eleições de 2018. Para o senador, os eleitores apostaram em quem prometeu soluções para a insegurança, elegendo um expressivo número de integrantes do sistema judiciário, policiais e militares para cargos no Executivo e no Legislativo.

Relevante - “A esse fato, agregado ao verdadeiro Estado de guerra vivido pelo Brasil, com mais de 60 mil mortes violentas por ano e mais de meio milhão de brasileiros assassinados na última década, mostra-se ser relevantíssimo o papel desta Casa para que dê a atenção devida à temática de segurança pública”, ressalta o parlamentar. (Agência Senado)

FOTO: Leopoldo Silva / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil bate recorde com quase 2 mil mortes em 24 horas

O Brasil bateu novo recorde de mortes por covid-19. Em 24 horas, foram registrados 1.972 novos óbitos em consequência do novo coronavírus. A soma superou a marca anterior, de 1.910 óbitos, confirmados no dia de 3 de março.

Total - O total de vidas perdidas para a pandemia alcançou 268.370. Ainda há outras 2.944 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

Recuperadas - O número de pessoas recuperadas subiu para 9.843.218. Já a quantidade de pessoas com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.010.841.

Balanço diário - Os dados constam no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (09/03). A atualização é produzida a partir das informações levantadas pelas autoridades estaduais e locais de saúde sobre casos e mortes provocados pela covid-19.

Casos - O total de casos desde o início da pandemia chegou a 11.122.429. Entre ontem e hoje, foram registrados 70.764 novos diagnósticos positivos por equipes de saúde. Ontem a quantidade de casos estava em 11.051.665.

Menores - Os números em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da redução das equipes aos fins de semana e o impacto disso na alimentação dos dados nas secretarias de saúde. Já às terças-feiras a soma diária costuma ser maior pelo acúmulo de dados regularizado.

Estados - O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (62.101), Rio de Janeiro (33.824), Minas Gerais (19.605), Rio Grande do Sul (13.837) e Paraná (12.816). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.071), Amapá (1.164), Roraima (1.191), Tocantins (1.601) e Sergipe (3.043). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 10 03 2021

SAÚDE II: Estado tem maior número de óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia

saude II 10 03 2021 A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (09/03) mais 5.349 novos casos confirmados e 212 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Este é o maior número de óbitos divulgados em um boletim diário desde o início da pandemia, com exceção de dados retroativos e varreduras de sistema.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Estado soma agora 728.333 diagnósticos e 12.711 mortos pela doença. Há ajustes detalhados ao final do texto.

Meses - Os casos divulgados nesta terça-feira são de março (4.883), fevereiro (350) e janeiro (40) de 2021 e dos seguintes meses de 2020: junho (2), julho (1), agosto (2), setembro (3), outubro (12), novembro (39) e dezembro (17).

Vacina - O Paraná já aplicou 545.966 doses, sendo 413.611 da primeira e 132.355 da segunda dose contra a Covid-19 até o final da manhã desta terça-feira. Portanto, 413.611 paranaenses já foram vacinados.

Mais - Mais 148.600 doses de vacina contra o novo coronavírus desembarcaram nesta terça-feira (09/03) no Paraná. Com a nova remessa enviada pelo Ministério da Saúde do imunizante Coronavac, o Estado ultrapassa a marca de 1 milhão de doses recebidas, chegando a 1.001.6000 vacinas.

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Internados - O boletim relata que 2.174 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.803 em leitos SUS (769 em UTI e 1.034 em enfermaria) e 371 em leitos da rede particular (181 em UTI e 190 em enfermaria).

Exames - Há outros 2.460 pacientes internados, 844 em leitos UTI e 1.616 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - Os 212 pacientes que faleceram são 87 mulheres e 125 homens, com idades que variam de 23 a 96 anos. Um óbito ocorreu no dia 18 de novembro de 2020 e os demais entre 7 de janeiro e 9 de março de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (15), Ponta Grossa (15), Maringá (9), Foz do Iguaçu (8), Cambé (6), Clevelândia (5), Guarapuava (5), Jaguariaíva (5), Marialva (5), Pato Branco (5), Toledo (5), Campo Largo (4), Almirante Tamandaré (3), Bela Vista do Paraíso (3), Cascavel (3), Cornélio Procópio (3), Guaíra (3), Ibiporã (3), Itaperuçu (3), Pinhais (3), São José dos Pinhais (3), Apucarana (2), Bom Sucesso (2), Campo Mourão (2), Cerro Azul (2), Cianorte (2), Fazenda Rio Grande (2), Mandaguari (2), Paiçandu (2), Realeza (2), São João (2), Telêmaco Borba (2), Tijucas do Sul (2), União da Vitória (2) e Verê (2).

Uma morte - A Secretaria da Saúde registra, ainda, a morte de uma pessoa em cada um dos municípios de Alto Piquiri, Ampére, Andirá, Antonina, Arapongas, Araucária, Balsa Nova, Barra do Jacaré, Barracão, Cambira, Campo Magro, Castro, Corbélia, Cruz Machado, Curitiba, Diamante do Sul, Dois Vizinhos, Figueira, Flor da Serra do Sul, Floraí, Guaratuba, Ibema, Iguaraçu, Imbituva, Inajá, Ipiranga, Irati, Itapejara D’Oeste, Jandaia do Sul, Japira, Jataizinho, Loanda, Lobato, Lupionópolis, Mandaguaçu, Marmeleiro, Matelândia, Matinhos, Mercedes, Nova Prata do Iguaçu, Nova Santa Bárbara, Palmeira, Palotina, Pato Bragado, Planaltina do Paraná, Prado Ferreira, Prudentópolis, Quitandinha, Ramilândia, Rolândia, Salto do Lontra, Santa Cecília do Pavão, Santa Isabel do Ivaí, Santa Maria do Oeste, Santa Mariana, Santa Terezinha de Itaipu, São Carlos do Ivaí, São Miguel do Iguaçu, São Pedro do Ivaí, São Sebastião da Amoreira, Sengés, Serranópolis do Iguaçu, Sertaneja, Sertanópolis, Terra Rica, Terra Roxa, Três Barras do Paraná, Tupãssi, Umuarama e Uraí.

Fora do Paraná - O monitoramento da Saúde mostra 4.890 casos de residentes de fora, sendo que 105 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Paraná recebe nova remessa e ultrapassa 1 milhão de doses de vacina

saude III 10 03 2021Mais 148.600 doses de vacina contra o novo coronavírus desembarcaram nesta terça-feira (09/03) no Paraná. Com a nova remessa enviada pelo Ministério da Saúde do imunizante Coronavac, desenvolvido pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, o Estado ultrapassa a marca de 1 milhão de doses recebidas, chegando a 1.001.6000 vacinas.

Previsão - A previsão era que o novo lote chegasse às 19h ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Logo em seguida, os imunizantes serão encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, que começa a distribuição às 22 Regionais de Saúde já na quarta-feira (10/03).

Doses - O Paraná tinha recebido, até o momento, 853 mil doses de vacinas contra a Covid-19 desde o início da campanha de imunização, em 18 de janeiro. Da Coronavac/Instituto Butantan foram 265.600 no primeiro lote, 39.600 no segundo lote, 147.200 no terceiro lote, 64.800 no quarto lote e 146.800 no quinto lote, além de mais 189.000 doses da Universidade de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz.

Continuidade - Com as novas doses, o Estado dá continuidade à aplicação de vacinas nos públicos prioritários, que segue o Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, na mesma linha do Programa Nacional de Imunizações (PNI). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SAÚDE IV: Estado registra 503 novos casos de dengue e dois óbitos

saude IV 10 03 2021O boletim semanal da dengue divulgado nesta terça-feira (09/03) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma 503 novos casos da doença e dois óbitos. Os dados acumulados no período epidemiológico, iniciado em agosto do ano passado, registram 3.927 casos confirmados e nove óbitos, 36.658 notificações, 18.846 casos descartados e 9.333 em investigação.

Notificações - No Paraná, 347 municípios têm notificações para a dengue e 223 apresentam casos confirmados. O Estado tem até o momento 59 municípios que apresentam incidência proporcional acima de 50 casos por 100 mil habitantes.

Atenção - “Embora a preocupação atual seja com a pandemia do novo coronavírus não podemos descuidar dos demais agravos que infelizmente também levam nossos pacientes a óbito”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Trabalho de campo - Ele destaca que a secretaria tem realizado o trabalho de campo em conjunto com as regionais para eliminar os criadouros do mosquito e reforçar as orientações para a população.

Integrado - “Nosso trabalho continua sendo integrado com os municípios, juntamente com a participação dos paranaenses. Cerca de 90% dos criadouros do mosquito transmissor da doença estão nos quintais e ambientes internos das residências. É importante que a comunidade esteja engajada no combate, eliminando os focos que se concentram em recipientes que acumulam água parada”, acrescentou Beto Preto.

Óbitos - Os dois novos óbitos neste período referem-se a uma mulher de 23 anos e um homem de 36 anos, ambos sem comorbidades e residentes no município de Paranaguá, no Litoral do Estado. As mortes foram registradas nos dias 18 e 24 de fevereiro, respectivamente.

Sintomas - A dengue se manifesta com a febre de início abrupto, associada a dores de cabeça, dores musculares, nas articulações, atrás dos olhos e o surgimento de exantemas (vermelhidão pelo corpo).

Alerta - Os sinais de alerta apontando para a evolução para quadros mais graves associa dores abdominais fortes e contínuas, vômitos, tonturas, sangramentos, queda no número de plaquetas e hipotensão, entre outros.

Sangramentos - Na dengue grave podem surgir sangramentos severos, inclusive hemorragia digestiva, choques e formas de comprometimento neurológico, hepático e cardíaco.

Acolhimento - “Diante do período epidemiológico da circulação de dengue no Estado e frente à pandemia por Covid-19, compete à equipe de saúde na Atenção Básica e Urgência e Emergência o acolhimento, o diagnóstico e o manejo clínico adequado. O paciente deve evitar postergar a procura por atendimento e evitar a automedicação”, disse o médico Enéas Cordeiro de Souza Filho, da Vigilância Ambiental da secretaria estadual. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

FOTO: Arquivo / AEN

 


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