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Institucional Autogest√£o

Autogest√£o

A autogestão é o processo pelo qual os próprios cooperados, líderes e dirigentes assumem a total responsabilidade pela gestão da cooperativa, sem a necessidade da interferência Estatal em seu funcionamento.

Este processo está inserido no PROGRAMA DE AUTOGESTÃO DAS COOPERATIVAS BRASILEIRAS, que versa sobre orientação na constituição de cooperativas; educação, capacitação, reciclagem e comunicação; organização do quadro social; promoção da integração; autonomia financeira; assessoria ao autocontrole; e estrutura de representação.

Acompanhamento à gestão das cooperativas

Visa manter a qualidade da gestão das sociedades cooperativas, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e principalmente a solidificação das cooperativas.

Vários instrumentos combinados são utilizados com este objetivo, segregados segundo a sua natureza e necessidade de especialização profissional, a fim de garantir maior resultado com menor dispêndio financeiro possível.

Dentre os principais, destacamos o desenvolvimento humano, sistema de análise e acompanhamento das cooperativas, acompanhamento e auditoria de gestão, e apoio e orientação a pequenas e/ou novas cooperativas (PROCOOPE).

Constituição, Registro e Cadastro

Atuação voltada à orientação e acompanhamento na constituição e registro de novas cooperativas, respeitando-se a Lei e os princípios que norteiam o cooperativismo, bem como a viabilidade do negócio a ser iniciado. Esta atuação é considerada como ação preventiva de monitoramento, e as principais atividades desenvolvidas são:

Orienta√ß√£o a grupos/pessoas interessados em constituir cooperativas, atrav√©s de entrevistas pessoais, telefone, correio, correio eletr√īnico e distribui√ß√£o de materiais;

An√°lise de processos de pedidos de registro e cooperativas na OCEPAR;

A√ß√Ķes em parceria com institui√ß√Ķes relacionadas √† estrutura√ß√£o de novas cooperativas;

Publica√ß√Ķes diversas.

PROCOOPE

O Programa Integral de Apoio √†s Pequenas Cooperativas ‚Äď PROCOOPE, tem atua√ß√£o voltada ao atendimento das cooperativas de pequeno porte, que est√£o dispensadas da obrigatoriedade de contrata√ß√£o de auditoria independente, conforme crit√©rios da OCB/OCEPAR.

Pelo Procoope, elas são acompanhadas através da realização de um diagnóstico preliminar e elaboração de projeto individual para acompanhamento de seu desenvolvimento, que deve ser submetido à aprovação da Assembléia Geral da cooperativa para ser implantado.

As principais a√ß√Ķes s√£o:

Apoiar a programação de eventos voltados à profissionalização das pequenas cooperativas, em especial as urbanas.

Elaborar, implantar e implementar o Plano de Desenvolvimento Cooperativo ‚Äď PDC, e o SAAC nas novas cooperativas e em cooperativas de pequeno porte;

Assessorar diretamente na implantação de controles e regularização da documentação no início das atividades das novas cooperativas, orientando-as quanto à manutenção dos livros obrigatórios em ordem, aspectos societários, contábeis, legais, fiscais, tributários, previdenciários e trabalhistas;

SAAC ‚Äď Sistema de An√°lise e Acompanhamento das Cooperativas

Atuação voltada ao acompanhamento da gestão das cooperativas e formação de novas estratégias visando a melhoria da performance da estrutura de capitais e geração de resultados nas cooperativas.

As a√ß√Ķes principais e permanentes s√£o:

Realização dos cursos para conselheiros fiscais de cooperativas; análise e interpretação de balanços para dirigentes cooperativistas; sobre a proteção financeira em cooperativas (derivativos); fóruns financeiros (tendências), para as cooperativas, visando a melhoria da gestão financeira;

Apresenta√ß√£o dos indicadores econ√īmico/financeiros de gest√£o das cooperativas, nos cen√°rios Estadual e regional, referentes aos resultados alcan√ßados;

Acompanhamento e monitoramento dos projetos constantes do Programa de Revitaliza√ß√£o das Cooperativas ‚Äď RECOOP;

Instala√ß√£o do SAAC e assist√™ncia √†s cooperativas, a n√≠vel nacional, na sua operacionaliza√ß√£o e atualiza√ß√£o, em todas as suas vers√Ķes;

Integração do sistema SAAC com o acompanhamento das atividades da Gerência de Desenvolvimento Humano, para a formação de banco de dados visando o Balanço Social das cooperativas, OCEPAR Campo e outros projetos.

Auditoria de Gest√£o

Para acompanhar o desempenho das cooperativas em todos os aspectos relevantes, existe um conjunto de controles, que determina a seguran√ßa e confiabilidade, que o associado e o p√ļblico externo requerem da administra√ß√£o.

Os executores da an√°lise destes controles, que combinados atingem o que se denomina de auditoria integral ou auditoria de gest√£o, s√£o:

  • O Conselho Fiscal;
  • A Auditoria Interna;
  • A Auditoria Independente.

Com o aperfei√ßoamento das rela√ß√Ķes de neg√≥cio, as cooperativas cada vez mais se deparam com as dificuldades em se obter a "certifica√ß√£o" da qualidade empresarial. Neste ponto, a auditoria independente se constitui em importante instrumento de consolida√ß√£o do cooperativismo autogestionado, pois a sua certifica√ß√£o possui a chamada "f√© p√ļblica".

O salto de qualidade está diretamente ligado ao fato de se exigir no monitoramento das cooperativas pelo processo de autogestão, a certificação independente, não mais pela auditoria tradicional, mas sim pela auditoria integral ou auditoria de gestão.

Considera-se a figura do auditor independente imprescind√≠vel para a credibilidade do mercado e elemento de inestim√°vel valor na prote√ß√£o dos cooperados, √† medida que sua fun√ß√£o √© zelar pela fidedignidade e confiabilidade das demonstra√ß√Ķes cont√°beis da cooperativa auditada.

As principais a√ß√Ķes s√£o:

  • Acompanhamento da atua√ß√£o do Conselho Fiscal, Auditoria Interna e Auditoria Independente, Contabilidade, dos aspectos societ√°rios e situa√ß√£o tribut√°ria, mediante entrevistas, exames documentais e an√°lise do Balan√ßo Patrimonial e respectivas Demonstra√ß√£o de Sobras ou Perdas do Exerc√≠cio, Demonstra√ß√£o das Muta√ß√Ķes do Patrim√īnio L√≠quido, Demonstra√ß√£o das Origens e Aplica√ß√Ķes de Recursos, Notas Explicativas e Parecer dos Auditores Independentes, comparativamente aos exerc√≠cios anteriores.
  • Acompanhamento do plano de trabalho do Conselho Fiscal, Auditoria Interna e Auditoria Independente, visando atua√ß√£o integrada e direcionamento do foco dos trabalhos para a "Auditoria de Gest√£o".
  • An√°lise t√©cnica de processos de pedido ou renova√ß√£o de registro do exerc√≠cio da atividade de auditoria independente no √Ęmbito das cooperativas, conforme normas estabelecidas e aprovadas pela Organiza√ß√£o das cooperativas Brasileiras ‚Äď OCB;
  • Orienta√ß√£o cont√°bil e aplica√ß√£o dos procedimentos tribut√°rios √†s cooperativas, e profissionaliza√ß√£o de auditores e contadores, promovendo cursos, semin√°rios, encontros e f√≥runs Estaduais.
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