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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5190 | 04 de Novembro de 2021

ENCONTROS DE NÚCLEOS: Segunda rodada de 2021 inicia no dia 8 de novembro, com cooperativistas do Centro-Sul

Tem início, na segunda-feira (08/11), mais uma rodada dos Encontros de Núcleos Cooperativos promovida pelo Sistema Ocepar neste ano. A primeira etapa ocorreu em março, juntamente com as pré-assembleias. A entidade realiza o evento duas vezes por ano. Novamente as atividades ocorrerão em formato on-line, das 8h30 às 12h, com a participação de lideranças cooperativistas de todas as regiões do Estado, como conselheiros de administração e fiscal, integrantes de comitês educativos e de grupos femininos, jovens, gestores, entre outros.

Agenda - No dia 8, o encontro vai reunir representantes do Centro-Sul e a Agrária será a anfitriã. Já no dia 9, ocorre com as cooperativas do Sudoeste, tendo a Coagro e Sicredi Fronteiras PR/SC/SP como anfitriãs; no dia 10, a Coamo e a Credicoamo serão as anfitriãs do evento com cooperativistas do Noroeste e Norte; e, no dia 11, haverá a participação de lideranças do Oeste, com a Lar e Lar Credi como anfitriãs.

Programação - Logo após a abertura, o professor da Universidade Mackenzie, Pedro Martins, vai ministrar palestra com o tema “Estratégia de Desenvolvimento no Cenário Global”. Na sequência, Cláudio Shimoyama, do grupo Datacenso, falará sobre a “Pesquisa de Imagem e Posicionamento das Marcas das Cooperativas do Paraná”. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, fará uma apresentação sobre os projetos do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Depois, haverá espaço para manifestação das cooperativas.

Inscrição e informações - Clique aqui para se inscrever. Os links de acesso às reuniões serão enviados por e-mail. Mais informações com Neuza Oliveira e Daniele Luana (secretaria@sistemaocepar.coop.br / 41 99278-0739 | 99151-2148).

 

encontros nucleos folder 04 11 2021

COOPERATIVISMO I: Conselho Consultivo do Ramo Saúde se reúne virtualmente

cooperativismo I 04 11 2021Os representantes do Conselho Consultivo do Ramo Saúde se reuniram nessa quarta-feira (03/11) para avaliação das ações implementadas ao longo do biênio 2020/2021 e aprovação do plano de trabalho 2021/2022. Também foram apresentadas ferramentas do Sistema OCB que estão disponíveis para as cooperativas brasileiras e os projetos do Ramo Saúde apoiados/financiados pelo Sescoop Nacional.

Retrospectiva - Na ocasião, a equipe da OCB e os coordenadores do Ramo puderam fazer uma retrospectiva do trabalho que tem sido desenvolvido e obter subsídios para as próximas ações. Questões como a realização de mais reuniões ao longo do ano, a ampliação da campanha do Sistema OCB pela inclusão do ato cooperativo na reforma tributária e o fortalecimento do programa de educação política no ano que vem foram algumas das sugestões feitas e acatadas pelo Conselho.

Ramo saúde- Com mais de meio século de existência, o cooperativismo de saúde brasileiro é o maior do mundo e referência para todos os países que desejam avançar no setor de saúde a partir do modelo de negócio cooperativo. Ao reunir profissionais do setor e seus usuários, as cooperativas do ramo têm como objetivo prover ou adquirir serviços focados na preservação, assistência e promoção da saúde humana.

Dados - De acordo com dados do Anuário do Cooperativismo Brasileiro, em 2020 o cooperativismo de saúde somou 758 cooperativas, quase 300 mil cooperados e gerou mais 116 mil empregos. (OCB)

 

COOPERATIVISMO II: Senador Nelsinho Trad apoia definição do ato cooperativo na Reforma Tributária

cooperativismo II 04 11 2021A importância da definição do ato cooperativo na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019, que trata da Reforma Tributária, foi tema de reunião realizada nessa quarta-feira (03/11) entre os presidentes do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e do Sistema OCB/MS, Celso Ramos Regis, e o líder do PSD, senador Nelsinho Trad (MS), diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).

Primordial - Márcio Lopes frisou que a definição do ato cooperativo, por meio da aprovação da emenda 8, é primordial para que seja garantida a competitividade das cooperativas. A correta tributação das cooperativas é tema prioritário da OCB e consta da Agenda Institucional do Cooperativismo.

Compromisso - Durante a reunião, o Líder do PSD no Senado, senador Nelsinho Trad, se comprometeu a apoiar a emenda 8 e somar forças para garantir a definição do adequado tratamento tributário das cooperativas. O parlamentar é membro suplente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), primeiro colegiado que irá analisar a PEC 110/2019.

Reuniões - A OCB está se reunindo com senadores integrantes da CCJ para defender a aprovação da emenda 8 na PEC da Reforma Tributária. Além disso, iniciou mobilização nacional para que as cooperativas também possam solicitar aos seus senadores que apoiem a medida.

Site - Acesse o site e saiba mais: www.reformatributaria.coop.br. (OCB)

 

PL 1.293/21: Comissão de Finanças aprova autocontrole para cadeia agroindustrial

pl 04 11 2021Presidida pelo deputado Evair de Melo (PP-ES), a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou, nessa quarta-feira (03/11), parecer favorável ao Projeto de Lei 1.293/21, que dispõe sobre o autocontrole nas atividades agropecuária e agroindustrial para desburocratizar, agilizar e tornar mais competitiva a indústria de alimentos e insumos no Brasil.

Desburocratização - “Trata-se de uma das maiores e mais importantes reformas propostas pelo Executivo para desburocratizar o sistema e para que possamos continuar produzindo alimento e riqueza”, afirmou Evair, que é presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Ainda segundo ele, com esse projeto, “o Brasil chega a um grau de maturidade que permitirá aumentar as divisas externas e garantir a oferta de empregos, mantendo a segurança necessária em toda a cadeia produtiva”.

Contribuições - O parlamentar também agradeceu as contribuições das entidades de classe que contribuíram para o aprimoramento do projeto, especialmente a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em nome do presidente Márcio Lopes de Freitas. “A contribuição das cooperativas para a continuidade dos trabalhos mesmo durante esse período de pandemia tem sido fundamental para manter o Brasil em pé”, completou.

Igualdade - O relator na comissão, deputado Chistino Aureo (PP-RJ), destacou que a aprovação da proposta coloca o Brasil em condições de igualdade na competição internacional no que diz respeito as cadeias de produção e, especialmente, no processamento de proteína animal.

Passo importante - “É um passo importante para que os agentes privados tenham cada vez mais responsabilidade diante dos produtos que colocam para consumo e na relação do poder público com empreendedores, com aqueles que trabalham no campo, na indústria e no mercado de exportações”, disse.

Diálogo - O PL 1.293/2021 é fruto de um longo diálogo entre o governo e entidades do setor produtivo. Proposto pelo Executivo, a medida prevê a adoção de procedimentos de conformidade e de boas práticas aplicados na defesa agropecuária por produtores, cooperativas e agroindústrias, a partir da regulação responsiva, bem como a modernização das regras de controle sanitário do Ministério da Agricultura.

Condições - Entre as condições fundamentais defendidas pela OCB para a aprovação do projeto estão a definição mais clara de conceitos contidos na lei, como o de análise de risco; a garantia de autonomia do setor privado na definição de programas de autocontrole; e o ajuste adequado do valor das multas para que fiquem dentro da realidade econômica.

Tramitação - O projeto segue agora para a análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. (OCB)

FOTO: Gustavo Sales / Câmara dos Deputados

 

C.VALE: Cooperativa completa 58 anos expandindo industrialização

A C.Vale chega aos 58 anos de existência, no dia 7 de novembro, expandindo o processo de agroindustrialização iniciado em 1997. Depois de se consolidar no segmento frango abatendo 600 mil aves/dia no frigorífico situado em Palotina (PR), a cooperativa firmou parceria com a Pluma Agroavícola e colocou em operação, em 2020, uma planta industrial em Umuarama, com processamento diário de 85 mil frangos e previsão de abate de 100 mil frangos/dia em janeiro do próximo ano. Agora a C.Vale está se preparando para dar um novo passo com a construção de um terceiro frigorífico, desta vez em Iporã, noroeste do Paraná. A unidade deve entrar em funcionamento no segundo semestre de 2022, com capacidade final de processamento de 200 mil frangos.

Produção de carnes - Esses dois últimos investimentos reforçam a atuação da cooperativa na produção de carnes, da qual faz parte, também, um frigorífico para peixes que completou quatro anos de funcionamento em outubro e está processando 115 mil tilápias/dia.

Soja - Em outra frente, a C.Vale se prepara para industrializar a soja de seus associados. O plano prevê investimentos superiores a R$ 600 milhões em uma estrutura capaz de processar 2.500 toneladas de soja por dia. “Queremos transformar a maior quantidade possível de matérias-primas em produtos industrializados. Esse processo agrega valor à produção dos associados, gera renda e cria oportunidades de trabalho para milhares de pessoas”, justifica o presidente da C.Vale, Alfredo Lang.

Desafio - No processo de expansão da industrialização, um dos maiores desafios da C.Vale é a mão de obra. A cooperativa vem encontrando dificuldades para preencher as vagas disponíveis em suas indústrias mesmo trazendo trabalhadores de aproximadamente 30 municípios para atuar no complexo avícola. “Temos cerca de 800 vagas abertas por falta de gente para trabalhar. É o contrário do que acontece na maioria das regiões. Aqui temos empregos, mas falta gente para ocupar essas vagas”, comenta Lang.

Mais - A atuação da C.Vale na agroindustrialização é complementada por uma indústria de amido modificado de mandioca e pela produção de leite e suínos para processamento pela Frimesa, da qual a cooperativa é sócia.

Evolução - Em 58 anos, a cooperativa passou de Campal para Coopervale e depois C.Vale e ampliou sua área de atuação para cinco estados (PR, SC, RS, MS e MT) e o Paraguai. Ao longo desse período, incorporou cinco outras cooperativas e uma cerealista. (Imprensa C. Vale)

RAIO X DA C.VALE

Funcionários: 12.257

Associados: 24.495

Faturamento 2020: R$ 12,2 bilhões

Unidades de negócio: 179

Recebimento 2020: 73,9 milhões de sacas

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COOPAVEL: Teste de produtividade mostra potencial de cultivares de trigo

coopavel 04 11 2021A segunda edição do Show Rural Coopavel de Inverno, realizada de 1º a 3 de setembro, em Cascavel, no Oeste do Paraná, realizou testagem de cultivares de trigo de empresas que participaram do evento. E o potencial das 22 variedades que integraram o experimento surpreende. Quatro delas alcançaram produtividade superior a cinco mil quilos por hectare, quase o dobro da média brasileira – 3 mil quilos/hectare. E bem superior à média da Argentina, referência no cultivo desse grão no mundo, que é de 3,4 mil quilos por hectare.

Cultivares - As quatro cultivares que obtiveram desempenho acima de cinco mil quilos por hectare são a Ponteiro, a Capricho e a Toruk, as três da Biotrigo, e a Bio 161165, da FPS. Dezessete das 22 variedades alcançaram produtividade superior a 4 mil quilos por hectare. “Esses números são mais uma importante demonstração de como a tecnologia age em favor da agropecuária. Com pesquisa e investimentos em inovação, as produtividades crescem sem que exista necessidade de aumento de área”, destaca o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Animado - O coordenador-geral do Show Rural Coopavel, o agrônomo Rogério Rizzardi, também se diz animado com os resultados demonstrados na testagem. “Com os cuidados certos em todas as etapas e com a escolha cuidadosa da variedade, os triticultores terão ótimos resultados. Isso comprova que a triticultura vai avançar muito nos próximos anos no Brasil”. O País produz sete milhões de toneladas do grão e importa seis milhões. Um em cada dois pães produzidos aqui é de trigo importado, ou seja: temos um campo enorme para avançar, complementa Dilvo Grolli.

Condições iguais - A semeadura das 22 variedades inscritas na avaliação de produtividade do trigo foi feita no dia 10 de maio último. A adubação foi à base de nitrogênio, fósforo e potássio – 400 quilos foram utilizados por hectare. Durante o período de desenvolvimento da cultura, até a colheita, foram realizadas duas aplicações de fungicida e três de inseticida. A exemplo do que tradicionalmente ocorre nas testagens de milho e soja no Show Rural, com o trigo os preparos foram exatamente iguais, reforça o agrônomo Rogério Rizzardi. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR I: Rally vai ao norte do estado para acompanhar semeadura

“Semente boa precisa ter vigor e germinação”, afirma o produtor Carlos Kojima, de Assaí, região de Londrina (PR).

Cooperados - Carlos e o sobrinho Willian estavam completando a semeadura da soja quando, na tarde de segunda-feira (01/11), foram visitados pela equipe do Rally Cocamar de Produtividade. Cooperados ligados à unidade local da Cocamar, ambos cultivam 130 alqueires (314,6 hectares) entre terras próprias e arrendadas.

Confiança - Animados pelas chuvas ao longo do mês de outubro, os dois estão confiantes em uma safra cheia. “Se tudo der certo, quem sabe a gente vai conseguir 170 sacas por alqueire (70,2 sacas/hectare)”, comentou Carlos. Há algum tempo eles alcançaram essa marca, mas nos últimos anos, por causa das adversidades climáticas, a produtividade tem ficado ao redor de 145 sacas/alqueire na média (59,9/hectare).

Profissionais - Assistidos pelo engenheiro agrônomo Leandro Kondo, da Cocamar, os Kojima fazem o que cabe a eles quando o assunto é profissionalismo e tecnologia: investem em insumos de qualidade, adotam boas práticas e trabalham com agricultura de precisão, atendidos pela filial da Cocamar Máquinas John Deere em Cornélio Procópio.

Tecnologias - Seus maquinários possuem piloto automático e sistema RTK (que possibilita o sinal para o acompanhamento remoto, por parte da concessionária) enquanto as plantadeiras fazem o corte de linha, ou seja, não remontam sementes.

"Selou"- Quando da passagem do Rally, os Kojima estavam refazendo a semeadura em uma pequena área na propriedade em Jataizinho, município vizinho, pois chuvas intensas acabaram “selando” a superfície e impedindo a germinação. Graças à precisão, a semeadura é feita sempre na mesma linha, o que reduz os efeitos da compactação do solo.

Sementes - “Na hora de adquirir uma semente, somos muito cuidadosos”, diz Carlos. As sementes são oriundas da Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) da Cocamar em São Sebastião da Amoreira, município daquela mesma região. A estrutura realizou o tratamento de 10 mil toneladas de sementes em 2021, o correspondente a 250 mil sacos de 40 quilos.

Investimentos - “Neste ano, foram investidos mais de 10 milhões de reais em maquinários mais modernos e também na colocação de isolamento térmico no armazém”, comentou o gerente Diogo Amaral.

Na TV - A equipe do programa de TV RIC Rural, que acompanhou o Rally, produziu uma reportagem especial sobre a UBS e a operação de semeadura, que irá ao ar no domingo (07/11).

Sobre o Rally - O Rally Cocamar de Produtividade, em sua sétima edição consecutiva, conta com o patrocínio das seguintes empresas: Basf, Fairfax do Brasil – Seguros Corporativos, Fertilizantes Viridian, Zacarias Chevrolet e Sicredi União PR/SP (principais), Cocamar Máquinas, Lubrificantes Texaco, Estratégia Ambiental e Irrigação Cocamar (institucionais), com apoio da Aprosoja/PR, Cesb e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Mais de 500 caminhoneiros são atendidos no Saúde na Estrada

Mais de 500 caminhoneiros foram atendidos durante a quarta-feira (03/11), no Posto Cocamar em Maringá (PR), na Caravana Saúde na Estrada Ipiranga.

Parceiros- A realização é da Ipiranga em parceria com o Posto Cocamar, concessionária de rodovias Viapar, Polícia Rodoviária Estadual, Transcocamar, Serviço Social do Transporte/Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat) e Faculdade Maria da Glória (FMG).

Serviços - Em uma grande estrutura inflável foram prestados, das 8 às 17h, atendimentos e serviços gratuitos, como exames de oximetria, verificação da temperatura corporal, aferição da pressão arterial, índices de glicemia, bioimpedândia, teste de acuidade visual e orientações sobre a prevenção de doenças, com distribuição de brindes.

Estratégico - Localizado na PR-317, saída para Campo Mourão, o Posto Cocamar é considerado estratégico para a realização de eventos dessa natureza, dado o grande fluxo de caminhoneiros.

Respeito - De acordo com Ricardo Castellani de Oliveira, gerente do Posto Cocamar, “os caminhoneiros são uma categoria essencial, eles transportam toda a produção do país e não pararam durante a pandemia, merecendo todo o nosso respeito. Esse dia é dedicado para uma valorização desses profissionais e também para que eles tenham a oportunidade de cuidar da própria saúde”.

Em todo o país - O coordenador da Caravana, Ronnie Bressani, conta que até o final do ano serão totalizadas 125 edições do Saúde na Estrada nas principais cidades do país, atendendo em média a 500 caminhoneiros em cada qual.

Pressão alterada - “É um serviço de apoio muito importante para quem está na estrada”, cita Ronnie, explicando que entre os principais problemas de saúde detectados junto a essa categoria é a alteração da pressão arterial.

Causas - “Os dias mais longos de trabalho, as noites mais curtas, as preocupações, a correria, tudo isso impacta na saúde dos caminhoneiros”, diz o coordenador, ressaltando que as alterações da pressão geralmente são assintomáticas e, num primeiro momento, podem provocar desmaios e mal-estar.

Covid-19 - Ronnie destaca também que a categoria se preocupou com a vacinação contra a Covid-19 e o Saúde na Estrada tem desenvolvido ações voltadas à conscientização para que os caminhoneiros continuem se cuidando. No evento no Posto Cocamar, a participação demandou, na entrada, a aferição da temperatura corporal, a higienização das mãos com álcool e a observância do distanciamento.  

Diagnóstico - Assim que cumprem as etapas de atendimento, os profissionais do volante recebem um diagnóstico e, caso apresentem algum problema de saúde, são orientados a procurarem um especialista.

Oportunidade - O condutor Antônio Edson, de 54 anos, de Maringá, afirma que precisa tomar diariamente um medicamento para controlar a pressão, geralmente alta. Desde os 24 anos nas rodovias, ele justificou a falta de tempo para cuidar melhor da saúde. Por isso, não gosta de perder oportunidades como essa, nas quais, além de verificar a pressão, confere vários outros itens. “É muito importante esse atendimento para os caminhoneiros”, completa. (Imprensa Cocamar)

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FRÍSIA: Cooperadas participam de evento que reforça o protagonismo feminino na produção agropecuária

A fundamental importância feminina no agronegócio foi destacada em evento com mais de 100 mulheres. Realizada pela direção do Sindicato Rural de Teixeira Soares (PR), “A importância da mulher no agro” apresentou a experiência e a força da mulher na produção e na gestão das propriedades.

Protagonistas - De acordo com a presidente do Sindicato Rural e cooperada da Frísia, Lisiane Rocha Czech, a intenção é mobilizá-las para se capacitarem e se tornarem “mulheres protagonistas”. “Vimos no evento que a presença da mulher no agronegócio é muito importante, ainda mais com a apresentação de cases de sucesso, como o trabalho de gestão nas propriedades”, destaca.

Ações - Czech, que é vice-presidente e coordenadora da Comissão de Mulheres da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), contou que ano a ano serão realizadas ações para a contribuição da formação das mulheres no campo. “Como comissão, queremos promover um desenvolvimento pessoal com as mulheres, buscando se conhecerem melhor e melhorar o relacionamento. Assim, elas se sintam preparadas a assumir posições de liderança no agro”, destaca Czech.

Gestão da propriedade - No evento, a cooperada da Frísia, Juliana Ventura, compartilhou sua experiência na gestão da propriedade leiteira da família. Essa profissionalização da administração da propriedade teve como impulsionador o MDA (Master Dairy Administration), programa da Frísia que mescla ações teóricas e práticas que visam aumentar ainda mais a produção leiteira com o aprimoramento da gestão da propriedade, no qual se tem total controle dos processos, análise contínua do desempenho, melhora na comunicação entre gestores e funcionários, entre outros conceitos.

Início - O MDA começou em 2016, após iniciativa do Comitê Pecuário de Leite da cooperativa, com os cursos ministrados pela Clínica do Leite, instituição referência em pesquisa no setor e vinculada ao Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

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UNIMED COSTA OESTE: Rede de atendimento será ampliada com o novo HGU

unimed costa oeste 04 11 2021A nova unidade do Hospital Geral Unimed (HGU), em fase de construção em Marechal Cândido Rondon (PR), chega para somar mais serviços e atendimentos à já ampla estrutura da Unimed Costa Oeste. Atualmente, a cooperativa conta com sete hospitais, sendo um próprio - o HGU de Toledo (PR) - e outros seis credenciados, mais de 200 clínicas e 40 laboratórios credenciados e um Núcleo de Atenção à Saúde que reúne, em um só lugar, profissionais de oito especialidades médicas e espaço para consultas e exames ocupacionais. “Todos os investimentos em estrutura, sejam eles próprios ou credenciados, objetivam a oferta de atendimento rápido e de qualidade aos beneficiários”, destaca o diretor vice-presidente da Unimed Costa Oeste, Manoel Joaquim de Oliveira.

Referência - Ele ressalta que o novo HGU será um hospital de referência para toda região e contará com uma estrutura formada por 30 leitos, salas cirúrgicas totalmente equipadas e pronto atendimento. “Os atendimentos serão de baixa à média complexidade e os pacientes que demandarem de uma atenção mais complexa, serão recebidos, estabilizados e encaminhados à UTI do HGU em Toledo. Ninguém ficará sem o nosso aporte”, garante o diretor.

Preparação - O diretor vice-presidente acrescenta que existe uma preparação da estrutura para ampliação que, se necessário, poderá dobrar o número de leitos e, inclusive, comportar uma unidade de terapia intensiva.

Avanço - O projeto na cidade rondonense avança e a expectativa é que esteja pronto em 2022 para receber os pacientes da região oeste do Paraná. “Queremos atender 100% dos nossos beneficiários com segurança e qualidade, além de oferecer aos nossos cooperados novas oportunidades de trabalho e geração de emprego. Estamos muito otimistas com esse investimento”, finaliza Oliveira.

Complexo - O HGU está sendo construído em um complexo médico-hospitalar que contará, também, com farmácia, apart-hotel, restaurante, loja de conveniência, cafeteria, agência bancária, clínicas médicas, laboratório de análises clínicas, clínica de vacina. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

 

UNIPRIME: Ricardo Amorim realiza palestra em evento digital da cooperativa

uniprime 04 11 2021O economista mais influente do Brasil, Ricardo Amorim, foi o palestrante especial da Uniprime no evento digital “Panorama brasileiro nacional e internacional: oportunidades e desafios de uma economia em transformação”, que atraiu mais de 2.000 conexões entre cooperados, parceiros, colaboradores, amigos e familiares para falar sobre economia, finanças e inovação.

On-line - O encontro aconteceu no dia 28 de outubro, em um formato 100% on-line, e o economista, colunista da IstoÉ e autor do best-seller “Depois da Tempestade” falou sobre o panorama econômico do Brasil, sobre a retomada das atividades com o avanço da vacinação, além de dividir alguns insights e projeções para o próximo ano. Além da palestra, Ricardo Amorim aproveitou o evento para responder às perguntas da audiência.

Vida financeira - “Sabemos que a economia, as finanças e a inovação são fatores essenciais para quem busca uma vida financeira organizada e segura. E, como cooperativa de crédito, faz parte do nosso propósito melhorar a vida financeira das pessoas. Por isso, nos sentimos honrados com a presença de Ricardo Amorim para promover esse diálogo com os cooperados sobre os desafios e as oportunidades de uma economia em transformação”, afirma Alvaro Jabur, Diretor-Presidente da Uniprime Central.

Abertura - O evento marcou a abertura do Planejamento Estratégico da Uniprime Central e a palestra contou com o patrocínio da Ocepar (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná). (Imprensa Unirpime)

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SICREDI FRONTEIRAS: Ações são realizadas em celebração ao Dia das Crianças e do Professor

sicredi fronteiras 04 11 2021A Cooperativa Sicredi Fronteiras realizou, durante o mês de outubro, ações em comemoração ao Dia do Professor e ao Dia das Crianças. Em parceria com as secretarias de educação dos municípios de Capanema, Ampére, Capitão Leônidas Marques, Salgado Filho e Itupeva, além dos Colégios Sesi de Capanema e Ampére, a área de Desenvolvimento do Cooperativismo, que trabalha com o Programa A União Faz a Vida (PUFV), objetivou, com essa iniciativa, valorizar a participação dos alunos e o engajamento dos professores.

Mascote - A abelha, mascote oficial do PUFV, esteve nos Cmeis e Colégios, entregando doces, balões e divertindo as crianças. Já para os professores, a cooperativa entregou mimos e ofertou jantares e palestras com o intuito de reconhecer o trabalho deles, com os pais e os alunos.

Dias incríveis - De acordo com Daiane Wesseler Alexandre, assessora de Desenvolvimento do Cooperativismo da Sicredi Fronteiras, foram dias incríveis, de muita alegria, entusiasmo e celebração com as crianças e educadores dos municípios.

Transformação - “O PUFV é um programa de transformação, mas tudo acontece com o protagonismo dos alunos e amor que os professores têm pela educação. De uma maneira simples, próxima e ativa, celebramos a cooperação e importância dos mesmos na comunidade”, finaliza Daiane. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

SICREDI PROGRESSO: Mais um prêmio é entregue para associado de Tupãssi

sicredi progresso 04 11 2021O associado Lair Chesca, da agência de Tupãssi (PR), foi o terceiro contemplado na região de atuação da Sicredi Progresso PR/SP na campanha “Poupança Premiada”, promovida pela Central Sicredi PR/SP/RJ. A premiação de R$ 5 mil foi recebida das mãos do gerente da agência, Cleiton Schlindwein, e da Diretora de Negócios, Carina Vargas, na segunda-feira (01/11). Os demais colaboradores da agência também prestigiaram o momento e parabenizaram o associado.

Sorte - Feliz com a entrega, o poupador conta que é associado há menos de seis meses e disse estar com sorte. “Quando eu soube que tinha ganhado só consegui pensar que sou sortudo, estou muito contente com o prêmio, não se ganha isso todo dia”, brincou.

Estímulo - Criada com o objetivo de estimular as pessoas a pouparem, o Sicredi vem realizando desde março deste ano a campanha ‘Poupança Premiada’. A ação contempla os estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro e fará a distribuição de R$ 2,5 milhões em prêmios para os associados. A cada R$ 100,00 aplicados na Poupança é gerado um número da sorte para concorrer nos sorteios que acontecem pela Loteria Federal. As aplicações na modalidade programada (quando o poupador autoriza o débito mensalmente em sua conta), as chances de ganhar são em dobro. A participação é automática, quem depositar já está concorrendo.

Comemoração - O gerente da agência de Tupãssi, Cleiton Schlindwein, diz que realizar essa entrega é motivo de comemoração. “Pela segunda vez nessa campanha somos contemplados com o sorteio semanal de R$ 5 mil. Para nós é gratificante ver a felicidade de nossos associados. Aqui na Sicredi Progresso, além de poupar, os associados concorrem a prêmios e são contemplados”, conta.

Sorteio - A campanha sorteia toda segunda-feira, cinco prêmios no valor de R$ 5.000,00. Em outubro sorteou de R$ 500 mil e em dezembro, no dia 20, um dos poupadores será contemplado com R$ 1 milhão de reais.

Destaque - A edição deste ano da campanha traz como destaque a dupla sertaneja César Menotti & Fabiano, que são associados do Sicredi. Com uma adaptação da música “Leilão”, as peças incentivam as pessoas a investirem e participarem da promoção.

Sobre a Sicredi Progresso PR/SP - Com 40 anos de atuação a Sicredi Progresso PR/SP está presente na vida de aproximadamente 50 mil associados. Nossa história, construída na essência da cooperação, nos permite ter atualmente 20 agências distribuídas na área de ação nos estados do Paraná e São Paulo. Destas, 13 estão no Paraná e outras 7 em São Paulo. Nosso capital humano conta com mais de 300 colaboradores focados nos valores do cooperativismo e na oferta de produtos e serviços financeiros adequados aos associados, de um jeito simples e próximo. A Sicredi Progresso integra o Sistema Sicredi que hoje está em 25 estados e no Distrito Federal. (Imprensa Sicredi Progresso PR/SP)

 

LÁCTEOS: Mapa, setor leiteiro e supermercados lançam 1ª Semana do Leite

lacteos 04 11 2021Para valorizar ainda mais o potencial do segmento leiteiro, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realiza a 1ª Semana do Leite, evento nacional com o mote “Leite e Derivados: Alimentos que fazem o Brasil crescer”. Com produção de 34 bilhões de litros de leite por ano, o Brasil se destaca como o 3º maior país produtor do alimento e seus derivados do mundo.

Produtor rural - Além de mostrar os benefícios nutricionais do leite, a campanha tem como objetivo apresentar para quem mora na cidade o trabalho do produtor rural, reforçou a ministra Tereza Cristina, no lançamento da campanha nessa terça-feira (04/10) na sede do Mapa, em Brasília.

Origem - “Às vezes, a criança conhece só a caixinha do leite, mas não sabe de onde veio. Não sabe que alguém acordou cedo, apartou o bezerro da vaca, tirou o leite, pôs no refrigerador, buscou, entregou e depois a indústria transformou e aí chegou ao supermercado. É muito importante que essa campanha seja educativa em todos os aspectos”, destacou a ministra, lembrando que essa será a primeira de muitas campanhas sobre o setor.

Agenda abrangente e educativa - O objetivo é compartilhado pelo presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi, que disse que a ação transcende o foco das vendas promocionais. “A campanha tem como essência uma agenda abrangente e educativa, traduzida pelo objetivo de trabalharmos em importantes mensagens sobre a qualidade da produção brasileira de lácteos e seus benefícios à saúde”.

Reverberar - Segundo ele, ao longo do mês de novembro as associações estaduais de supermercados estarão engajadas em reverberar essas mensagens em todas as partes do país.

Mercado do leite - Atualmente, 99% dos 5.570 municípios brasileiros são produtores de leite e, entre os mais de 1 milhão de produtores nacionais, a maioria é da agricultura familiar.

Momento ímpar - “Esse é um momento ímpar dentro da nossa história, da nossa cadeia produtiva do leite nacional. Esta campanha tem uma importância muito grande para que a gente possa mostrar para a sociedade o quanto esses alimentos são importantes para a saúde humana, mas também a importância dessa cadeia sob todos os pontos de vista, em relação a emprego e renda, colocando o Brasil como 3º maior produtor do mundo”, defendeu o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), Geraldo Borges.

Propriedades - O leite é fonte de nutrientes, de cálcio, proteínas e de renda: movimenta mais de R$ 100 bilhões ao ano, gerando mais de 4 milhões de empregos no campo e na indústria. A produção é responsável pelo sustento de diversas famílias do campo e geração de riqueza para economia do país.

Exterior - Os produtos brasileiros também são apreciados no exterior. México e China abriram seus mercados para o leite e seus derivados, sendo que o primeiro embarque para o país asiático (leite em pó) se deu em outubro de 2021 como teste de acordo firmado há dois anos, conforme anunciou o diretor executivo da Associação Brasileira de Laticínios - Viva Lácteos, Gustavo Beduschi.

Competitividade - “Essa campanha reconhece a importância econômica, social e nutricional desse setor para o Brasil. Todos temos a certeza de que este é apenas o primeiro ano de muitos desta campanha de valorização dos lácteos brasileiros. Esta e as demais ações do Ministério estão em linha com a missão da Viva Lácteos para tornar a cadeia brasileira do leite mundialmente competitiva”, declarou.

Integração do setor - Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes, o principal objetivo da campanha é a integração do setor. “O desenvolvimento que a gente faz em um setor, uma região, um estado, uma nação não é só pela pujança econômica, é pela capacidade das pessoas de se organizarem. E aqui estamos tendo uma demonstração de que a organização da cadeia é possível, com boa vontade”.

Aproximação - O presidente Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados, Ronei Volpi, destacou que a meta é aproximar o setor do consumidor. “Temos o objetivo de chegar ainda mais perto dos nossos consumidores levando os alimentos que sempre foram e continuarão sendo muito saudáveis, muito sustentáveis e vitais para as pessoas”, complementou o representante do colegiado, que representa 35 instituições do setor lácteo. (Mapa)

FOTO: Antonio Araujo / Mapa

 

TRIGO: Até outubro, triticultores do PR já fixaram preço de 36% da produção da safra 2021, mostra boletim do Deral

trigo 04 11 2021O boletim informativo sobre a comercialização da cadeia de trigo paranaense, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), mostra que os triticultores paranaenses fixaram até outubro o preço de 36% da produção a ser colhida em 2021, projetada em 3,2 milhões de toneladas. Segundo o responsável pelo levamento, o engenheiro agrônomo Carlos Hugo Winckler Godinho, “essa proporção é equivalente a mais de 1,1 milhão de toneladas, volume capaz de abastecer o Brasil por um mês. A fixação de preços vem ocorrendo de forma mais lenta nesta safra, pois em outubro de 2020 o percentual comercializado era de 47% (1,5 milhão de toneladas). A capitalização dos produtores em virtude de boas safras de soja e a ampla margem sobre os custos do trigo verificados nesta safra têm possibilitado esse retardo.”

Clique aqui e confira na íntegra o boletim do Deral/Seab sobre a comercialização do trigo no PR

 

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial bate novos recordes no ano e no mês de outubro

comercio exterior 04 11 2021A balança comercial brasileira atingiu novos resultados históricos no ano, (até outubro), com recordes no superávit, na corrente de comércio (soma das exportações e importações) e nas exportações. Segundo dados divulgados nessa quarta-feira (03/11) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, o superávit acumulado de 2021 chegou a US$ 58,58 bilhões, com crescimento de 29,6% em relação a igual período do ano anterior, enquanto a corrente de comércio subiu 37%, atingindo US$ 413,16 bilhões. Já as exportações cresceram 36% e somaram US$ 235,87 bilhões, e as importações aumentaram 38,3%, para US$ 177,29 bilhões.

Outubro - Considerando apenas o mês de outubro, também houve recorde nas exportações, que somaram US$ 22,52 bilhões. As importações alcançaram US$ 20,5 bilhões e tiveram média diária acima de US$ 1 bilhão – a melhor para o mês desde o ano de 2015. A corrente de comércio resultante desses números chegou a US$ 43 bilhões, também recorde para o mês. Já o superávit foi de US$ 2 bilhões, com uma redução de 54,5% na média diária em relação ao mesmo mês do ano passado.

Anterior - Em entrevista coletiva à imprensa, o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão, lembrou que o Brasil já havia atingido, em setembro, o recorde de superávit anual, com US$ 56,4 bilhões. “O recorde anterior foi de US$ 56 bilhões, em 2017, e agora, de janeiro a outubro, já temos US$ 58,6 bilhões”, acrescentou.

Desaceleração - Ele explicou que a desaceleração no aumento das exportações em outubro se deveu ao menor ritmo do crescimento dos preços dos bens, entre outros fatores. “Tem a desaceleração do crescimento do preço do minério de ferro, a entressafra agrícola – com quebra da produção de alguns produtos, como milho e café – e o menor embarque nas exportações de carne bovina”, citou.

Natural - Mesmo assim, a exportação do mês ainda foi recorde. “É natural, após um crescimento tão acentuado, ocorrer uma desaceleração das taxas de crescimento”, comentou o subsecretário. “A demanda vai se acomodando, muitos fatores conjunturais se alteram e o próprio consumo dos bens se adequa, porque a preços crescentes, em algum momento o próprio preço acaba inibindo um pouco a demanda. Então, é natural que isso ocorra em algum momento”, avaliou.

Favoráveis - No entanto, segundo Brandão, os valores ainda são “extremamente favoráveis” à exportação “Observamos uma trajetória aquecida, próxima a US$ 1,2 bilhão de média diária de exportação, o que está dentro da nossa expectativa para o fechamento do ano”.

Principais setores - Entre os setores, no acumulado de 2021, a Indústria Extrativa apresentou crescimento maior de exportações, com alta de 73,1%, sendo que, somente em outubro, houve uma alta de 40% nas vendas externas do segmento. A Indústria de Transformação – que responde pela metade das exportações brasileiras – teve crescimento de 26,4% nas vendas, chegando a US$ 117,452 bilhões. Já a Agropecuária exportou US$ 48,440 bilhões no ano, uma alta de 21% em relação aos dez primeiros meses de 2020.

Preços - De acordo com a Secex, os preços subiram 28,8%, em média, e tiveram maior influência nas receitas de exportação, com destaque para os valores na Indústria Extrativa, que aumentaram 66,1% no ano. Já nas quantidades exportadas, houve um aumento médio de 4,2%, mas a Agropecuária registrou diminuição de 9% nos volumes. Nesse caso, contribuíram para a queda, principalmente, as reduções de volumes exportados de milho (-41,2%).

Importações - Do lado das importações, Brandão salientou o crescimento de 36,4% na Indústria de Transformação, que responde por 90% das compras externas do Brasil, e importou US$ 160,619 bilhões até outubro. O maior aumento nas importações, porém, foi da Indústria Extrativa, com alta de 76,7%, chegando a US$ 9,661 bilhões.

Quantidades - As quantidades importadas tiveram aumento significativo em todas as categorias. O crescimento médio foi de 25,7%, com destaque para as altas da Indústria Extrativa, 29,2%, e da Indústria de Transformação, de 25,9%. Os preços dos produtos importados também subiram 10,9%, em média. As maiores altas, nesse quesito, foram de itens agropecuários (+22,6%) e da Indústria Extrativa (+19,6%). “Os preços se aceleraram nos últimos meses, com aumentos acima de 20%, principalmente em setembro e outubro”, observou o subsecretário.

Destinos e origens - A China se mantém como líder entre os destinos das exportações brasileiras, respondendo por 33,6% das compras, com US$ 79,219 bilhões. Os Estados Unidos (10,7%) compraram US$ 25,269 bilhões em produtos brasileiros neste ano. Já as exportações para a Argentina cresceram 46,3% e atingiram US$ 9,87 bilhões. Para a União Europeia, foram exportados US$ 40,761 bilhões.

Compras - A China também aparece como principal origem dos produtos importados pelo Brasil, com 22% de participação, o que representa US$ 38,965 bilhões em dez meses – uma alta de 36,8% sobre o mesmo período de 2020, pela média diária. Também houve aumento das compras dos Estados Unidos (+33,1%), da Argentina (+45,4%) e da União Europeia (+27,5%).

Comportamento da economia - Entre os bens importados, os números da Secex apontam que as compras de bens de capital chegaram a US$ 19,878 bilhões no ano, com crescimento de 4,2%. Herlon Brandão lembrou que a compra de bens de capital é um investimento que dá uma indicação do comportamento futuro da economia. “Os bens de capital, nos primeiros meses do ano, apresentavam queda (nas importações), mas esse comportamento se inverteu e, nos últimos meses, apresentam aumento”, afirmou.

Bens intermediários - Também houve aumentos nas compras de bens intermediários, como eletroeletrônicos, produtos químicos, adubos e fertilizantes, com alta de 46,8%. Nos bens de consumo, incluindo automóveis, vestuário, eletrodomésticos, medicamentos e até vacinas, a alta foi de 14,4%. Já em combustíveis e lubrificantes, como petróleo bruto, óleos combustíveis, carvão mineral, gás natural, entre outros, as compras cresceram 70,9%. (Ministério da Economia)

Veja os principais dados da balança comercial

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IBGE: Produção industrial cai 0,4% em setembro e fecha terceiro trimestre com queda de 1,1%

ibge destaque 04 11 2021A produção industrial caiu 0,4% na passagem de agosto para setembro. Essa é a quarta queda consecutiva do indicador, que acumula perda de 2,6% no período. Com isso, a indústria se encontra 3,2% abaixo do patamar de fevereiro de 2020, no cenário pré-pandemia, e 19,4% abaixo do nível recorde, registrado em maio de 2011. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quinta-feira (04/11) pelo IBGE. No ano, o setor acumulou expansão de 7,5% e, nos últimos 12 meses, de 6,4%. Após registrar crescimentos desde o quarto trimestre de 2020, no terceiro trimestre de 2021 a produção industrial teve queda de 1,1%, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

Predominância - O gerente da pesquisa, André Macedo, destaca que, diferentemente do que ocorreu nos meses anteriores, em setembro não houve predominância de taxas negativas entre as atividades investigadas pela PIM. “Houve queda na produção em sete dos nove meses deste ano. O que há de diferente em setembro é que a retração foi mais concentrada em poucas atividades. Mas isso não significa necessariamente que haja mudanças no comportamento predominantemente negativo do setor industrial, uma vez que ele é ainda bastante caracterizado pela perda de dinamismo”, explica.

Atividades - Dez das 26 atividades tiveram resultados negativos. Entre elas, os maiores impactos no índice geral de setembro vieram do segmento de produtos alimentícios, que recuou 1,3%, e de metalurgia (-2,5%). “Podemos observar sinais negativos em segmentos importantes no setor de alimentos, como a parte relacionada ao açúcar, por causa das condições climáticas adversas que prejudicaram a cana-de-açúcar. Outro setor com comportamento negativo foi o das carnes bovinas, explicado pela suspensão das exportações desse produto para a China no início de setembro, por conta do ‘mal da vaca louca’. Isso impactou negativamente o setor de alimentos”, diz André. Com isso, esse segmento encontra-se 7,4% abaixo do patamar pré-pandemia.

Cenário diferente - O pesquisador ressalta que esse cenário é diferente do que ocorre com o setor de metalurgia, que avançou 0,4% em agosto e voltou para o campo negativo em setembro. “Mesmo com a queda do mês de setembro, que suplantou o crescimento de agosto, o segmento está 8,6% acima do patamar pré-pandemia. Tanto a metalurgia quanto o segmento de produtos alimentícios têm peso importante dentro do contexto da produção industrial e explicam essa concentração de poucas atividades com comportamento negativo”, afirma.

Queda - Além desses setores, tiveram queda na passagem de agosto para setembro os segmentos de couro, artigos para viagem e calçados (-5,5%), outros equipamentos de transporte (-7,6%), bebidas (-1,7%), indústrias extrativas (-0,3%), móveis (-3,7%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-1,7%).

Alta - Entre os que registraram alta, destacaram-se produtos farmoquímicos e farmacêuticos (6,5%), outros produtos químicos (2,3%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,0%) e máquinas e equipamentos (1,9%). Outras altas vieram de celulose, papel e produtos de papel (1,2%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,7%) e produtos do fumo (6,6%).

Mais acentuada - A categoria bens de capital teve a taxa negativa mais acentuada (-1,6%) e intensificou a queda de 1,2% registrada em agosto. Bens de consumo duráveis (-0,2%) e bens intermediários (-0,1%) também recuaram no período, enquanto o segmento de bens de capital (15,0%) foi a única grande categoria econômica a avançar.

Produção industrial cai 1,1% no terceiro trimestre - Ao recuar 1,1% no trimestre encerrado em setembro, o setor industrial interrompeu o comportamento positivo que vinha sendo registrado desde o último trimestre do ano passado (3,4%). De acordo com André, essa mudança é explicada pela diminuição no ritmo das quatro grandes categorias econômicas.

Movimento - “Havia uma sequência, em termos trimestrais, de resultados positivos. Inclusive, no segundo trimestre deste ano houve uma expansão que se destaca (22,7%), em função de uma base de comparação bastante depreciada. E esse movimento de volta ao campo negativo é justificado pelos resultados em todas as categorias econômicas, em especial, do segmento de bens de consumo duráveis, que sai de um crescimento de três dígitos e vem para uma queda de 16,9%”, explica o pesquisador, que destaca, dentro do setor, as retrações nos grupamentos de automóveis e de eletrodomésticos.

Indústria recua 3,9% frente a setembro de 2020 - Na comparação com setembro do ano passado, a produção industrial caiu 3,9%. Os resultados negativos atingiram três das quatro grandes categorias econômicas e 18 dos 26 ramos pesquisados. As principais influências negativas entre as atividades vieram de produtos alimentícios (-11,9%), veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,9%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-4,6%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-18,7%).

Base de comparação - “Esse resultado é bem mais acentuado do que o -0,7% de agosto. Há um efeito da base de comparação. À medida que o ano vai avançando, a base de comparação de 2020 aumenta. Mas há também uma relação direta com o menor dinamismo que o setor industrial vem mostrando”, destaca André.

Destaques - Entre as oito atividades que tiveram alta, destacaram-se máquinas e equipamentos (14,5%), metalurgia (10,0%) e indústrias extrativas (3,2%). O segmento de impressão e reprodução de gravações (61,5%) também exerceu impacto positivo.

Mais sobre a pesquisa - A PIM Brasil produz indicadores de curto prazo desde a década de 1970 relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A partir de maio de 2014, teve início a divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial, após uma reformulação para atualizar a amostra de atividades, produtos e informantes; elaborar uma nova estrutura de ponderação dos índices com base em estatísticas industriais mais recentes, de forma a integrar-se às necessidades do projeto de implantação da Série de Contas Nacionais - referência 2010; e adotar as novas classificações, de atividades e produtos, usadas pelas demais pesquisas da indústria a partir de 2007, quais sejam: a Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.0 e a Lista de Produtos da Indústria - PRODLIST-Indústria.

Consulta - Os resultados da pesquisa também podem ser consultados no banco de dados Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Ari Dias / AEN-PR

 

ibge 04 11 2021

 

ECONOMIA I: Procura das empresas por crédito cresce 16,1% no país

economia I 04 11 2021A busca de recursos financeiros para empresas teve alta de 16,1% em setembro deste ano no Brasil, em comparação com o mesmo mês de 2020. A elevação da procura por crédito foi notada em todos os segmentos, com destaque para o de serviços (22,4%), seguido pela indústria (12,5%) e o comércio (10,3%). Os dados, divulgados nessa quarta-feira (03/11), em São Paulo, são do Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian.

Porte - Em relação ao porte, as micro e pequenas empresas (MPE) foram as que mais aumentaram a procura por crédito em setembro, em comparação com setembro do ano passado (alta de 16,4%), seguidas pelas médias (8,9%) e as grandes (8,3%).

Risco - “Os donos de negócios estão se arriscando mais após um longo período em que tiveram que diminuir ou pausar suas atividades por conta da pandemia. Por isso, as micro e pequenas empresas registram maior procura, já que foram as mais impactadas devido ao menor fluxo de caixa”, destacou a Serasa.

Regiões - De acordo com o índice, o crescimento da demanda por crédito foi maior na região Sul (18,2%), seguida pelo Sudeste (16,2%), Norte (15,8%), Centro-Oeste (14,7%) e Nordeste (13,9%). (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: BC e Febraban lançam plataforma de planejamento financeiro

economia II 04 11 2021O Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) lançaram, nessa quarta-feira (03/11), uma plataforma para ajudar as pessoas a melhor planejar suas finanças. Segundo seus desenvolvedores, a plataforma de educação financeira faz uso de inteligência artificial para apresentar “recomendações personalizadas” a cada perfil ou necessidade financeira.

Formato - Disponibilizada gratuitamente na internet, a plataforma utiliza o formato de jogos, estratégia adotada com o objetivo de tornar seu uso fácil e agradável. Além disso, adota como incentivo a seu uso premiações como facilidades para renegociação de dívidas ou vouchers para compra em lojas parceiras.

Utilidade e engajamento - O chefe do Departamento de Engenharia Financeira do BC, Luis Mansur, disse que a estratégia foi adotada “visando utilidade e engajamento” pelos usuários. “Procuramos proporcionar alguns incentivos para participação na plataforma. As pessoas têm de sentir que estão sendo recompensadas para passar o tempo necessário na plataforma. Afinal, a competição pela atenção do usuário na internet é ferrenha”, explicou.

Conteúdo e trilhas - O conteúdo e as trilhas de aprendizado foram criados por educadores e especialistas em finanças pessoais e comportamento do consumidor, e receberam contribuições de membros da Comissão de Cidadania Financeira da Febraban.

Apresentação - O material é apresentado em vários formatos, abordando temas como planejamento financeiro, solução de dívidas, investimentos e relação com o dinheiro, em linguagem acessível a diferentes perfis da população e faixas etárias.

Detalhamento - O detalhamento da plataforma foi feito na apresentação online pelo diretor de Sustentabilidade, Cidadania Financeira, Relações com o Consumidor e Autorregulação da Febraban, Amaury Oliva. Segundo ele, a plataforma possibilita ao usuário fazer, inicialmente, um diagnóstico sobre sua situação, de forma a mensurar o progresso e criando um índice de saúde financeira do brasileiro.

Diferentes perfis - Segundo Amaury Oliva, a ferramenta foi feita de forma a tornar-se adequada e relevante para cada usuário, dos mais diferentes perfis. A ideia foi a de fazer dela “mais do que um repositório de conteúdos, criando mecanismo de recomendações personalizadas de trilhas educacionais, de acordo com as necessidades de cada usuário”.

Passos - “O primeiro passo é um cadastro. Depois menciona quais seriam os objetivos do usuário para então fazer um diagnóstico da saúde financeira, por meio de perguntas simples e objetivas. A personalização da plataforma tem por base diferentes perfis e necessidades diagnosticadas. Todo progresso é medido e diagnosticado, e a evolução é recompensada por incentivos”, explicou Oliva.

Pontos - Os pontos obtidos poderão ser trocados ou resgatados em instituições financeiras a partir de março de 2022. “Cada instituição disponibiliza um cardápio de incentivos”, disse o diretor da Febraban.

Teste - Segundo ele, a plataforma foi testada por cerca de 37 mil usuários cadastrados. Desses, 9,1 mil concluíram a experiência e obtiveram uma nota média de 91,2 pontos.

Diagnóstico - De acordo com o presidente da Febraban, Isaac Sidney, a plataforma permite ao usuário traçar um diagnóstico mais preciso da saúde financeira, de forma a adotar estratégias que possam melhorar a situação atual.

Conjuntura econômica - Segundo ele, a filosofia que está por trás da plataforma, de controle de gastos e de endividamentos, vale também para as autoridades no enfrentamento aos “desafios da atual conjuntura econômica”. (Agência Brasil)

 

COP26: Presidente do BC fala sobre transição para economia verde

cop 26 04 11 2021O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse nessa quarta-feira (03/11) que as mudanças climáticas entraram nas análises de risco dos bancos centrais por afetarem a política monetária e, também a estabilidade dos preços.

Participação - Campos Neto participou, nessa quarta-feira, por videoconferência, de um evento do Pavilhão Brasil na Cúpula do Clima das Nações Unidas (COP26), sobre a agenda de sustentabilidade do BC.

Análises - Campos Neto disse que cada vez mais os bancos fazem análises de como essa variável do risco climático pode impactar o sistema financeiro e, como consequência, na variação dos preços e citou como exemplo o fato de que as mudanças climáticas têm influenciado no aumento do preço e no debate sobre um modelo mais limpo de produção da energia elétrica, bem como a produção de alimentos.

Impacto - “A degradação do meio ambiente afeta as políticas monetárias. Isso vimos no Brasil, onde tivemos a primeira onda [da pandemia de covid-19] e depois tivemos uma geada que acabou afetando a produção de alimentos e também muitos eventos climatológicos mudando as cadeias de fornecimentos”, disse. “Para nós é muito importante vislumbrar essa estabilidade ao longo do tempo para que essa política monetária seja mais eficaz”, completou.

Atraso - Na avaliação do presidente do BC, devido a esse conjunto de fatores, o cenário de pós-pandemia vai atrasar a transição do Brasil para uma economia verde e será necessário, em todo o mundo, que os bancos centrais sejam criativos no financiamento dessa transição.

Mais difícil - “Essa transição a uma economia verde vai ser mais difícil do que se imaginava. Por isso é importante se manter a criatividade no financiamento da transição”, afirmou.

Transparência - A transparência nas informações a respeito da produção verde foi um dos pontos que Campos Neto considerou necessário para ajudar nesse processo de transição. Ele disse que o BC tem trabalhado para coletar e disponibilizar o máximo de informações para o desenvolvimento desse novo sistema financeiro, com um mercado de capitais que canalize produtos vinculados aos títulos verdes.

Precificação - O presidente do BC voltou a defender a precificação do crédito de carbono e disse ainda que a COP26 é uma oportunidade para debater o tema.

Melhor forma- “Entendemos que há idiossincrasias em cada região e cultura, e a precificação talvez seja a melhor forma de alocar recursos para aqueles que têm mais e visam maior sustentabilidade e aqueles que tem sustentabilidade, mas não tem os recursos. Isso cria mercado e se pudermos fazer a ponte de forma que possamos criar um ambiente sustentável através da precificação do carbono, que faça sentido, claro, poderemos seguir adiante para o próximo estágio”, afirmou. (Agência Brasil)

FOTO: Raphael Ribeiro / BCB

 

CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,59 com ata do Copom e reunião do Fed

cambio 04 11 2021Influenciado pela divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) e pelo tom ameno do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano), o dólar fechou essa quarta-feira (03/11) abaixo de R$ 5,60 pela primeira vez em uma semana. A bolsa chegou a subir quase 1%, mas desacelerou perto do fim do dia e fechou com pequena alta de 0,06%.

Cotação - O dólar comercial encerrou vendido a R$ 5,59, com recuo de R$ 0,08 (-1,42%). A cotação chegou a R$ 5,69 na máxima do dia, por volta das 11h15, mas inverteu a alta e passou a cair no início da tarde.

Última vez - A última vez em que a moeda norte-americana tinha fechado abaixo de R$ 5,60 foi no último dia 27 (R$ 5,55). Mesmo com a queda dessa quarta, o dólar acumula alta de 7,73% em 2021.

Ações - No mercado de ações, o dia foi menos otimista. O índice Ibovespa, da B3 (Bolsa de Valores), fechou aos 105.617 pontos, com alta de apenas 0,06%. O indicador subiu 0,93% por volta das 13h, no início da reunião do Fed que decidiu reduzir de US$ 120 bilhões para US$ 105 bilhões por mês o volume de compra de títulos públicos e privados.

PEC - No entanto, o Ibovespa perdeu força com as negociações em torno da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que parcela os precatórios e muda o teto federal de gastos.

Tom mais duro - A ata da reunião do Copom da semana passada, que elevou a taxa Selic de 6,25% para 7,75% ao ano, foi bem recebida pelo mercado. Segundo analistas financeiros, o Banco Central adotou um tom mais duro que o esperado, ao admitir que os juros básicos da economia devem chegar aos dois dígitos em meados do próximo ano.

Ameno - Em relação ao Fed, o mercado considerou ameno o tom adotado pelo presidente do Banco Central norte-americano, Jerome Powell, de reduzir gradualmente a compra de títulos, política adotada desde o início da pandemia de covid-19, e indicar que os juros da maior economia do planeta deverão permanecer no menor nível da história por longo tempo.

Diferença - A diferença de juros baixos nos Estados Unidos e taxas altas no Brasil abre caminho para a entrada de dólares no país, estimulando os investidores a buscar mais risco no mercado financeiro brasileiro. Isso reduz a pressão sobre o câmbio, baixando a cotação da moeda norte-americana. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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CAGED: Dados de 2020 são revisados e número de vagas criadas recua para 75,9 mil

caged 04 11 2021A revisão de dados de demissões fez o saldo de criação de empregos formais no Brasil cair pela metade em 2020. Pelas novas estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram abertas 75.883 vagas no ano passado, queda de 46,8% em relação ao dado anterior de 142.690 vagas.

Diferença - O indicador mede a diferença entre contratações e dispensas com carteira assinada. Inicialmente, o Caged apontava que haviam ocorrido 15.166.221 admissões e 15.023.531 desligamentos no ano passado. Com as revisões, o número de contratações subiu 1,8%, para 15.361.234. As demissões aumentaram 2,2%, para 15.437.117.

Motivo - Responsável pelo Caged desde a recriação da pasta, em julho, o Ministério do Trabalho e Previdência atribuiu a redução do saldo ao envio de declarações fora do prazo, em meio ao início da pandemia de covid-19 e a adaptação para o novo modelo de declaração eletrônica.

Novo eSocial - Até 2019, as contratações e as demissões eram informadas manualmente. Em janeiro de 2020, o processo passou a ser realizado de forma eletrônica, por meio da Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial).

Divulgação suspensa - Em março de 2020, pouco depois do início da pandemia de covid-19, o Ministério da Economia, na época responsável pelo eSocial e do Caged, suspendeu a divulgação das estatísticas por dois meses. Na ocasião, a pasta alegou que, durante o processo de adaptação ao novo sistema, diversas declarações de demissões foram preenchidas de forma errada e que o processo de retificação foi comprometido pela pandemia.

Dezembro 2019 - Até aquele momento, apenas os dados do Caged de dezembro de 2019 haviam sido divulgados. Os números só voltaram a ser apresentados no fim de maio de 2020, com os dados de janeiro a abril do mesmo ano e uma nova metodologia que passou a incluir trabalhadores temporários e bolsistas, impossibilitando a comparação com o Caged de anos anteriores.

Justificativa - Em nota, o Ministério do Trabalho e Previdência, informou que, mesmo com a revisão dos dados, 2020 continuou a registrar criação de empregos formais. “Ressaltamos que, mesmo com a mencionada revisão, o saldo do Caged de 2020 se mantém positivo, em que pese o pior momento da pandemia da covid-19”, destacou a pasta. Segundo o ministério, o prazo para ajustes dos dados do ano passado acaba no fim de 2021.

Fora do prazo - “A entrada de dados fora do prazo acontece quando as empresas declaram as informações de admissão e demissão após a competência em que a movimentação se realizou. A possibilidade de realizar esse tipo de declaração já existia no antigo Caged, havendo uma ocorrência um pouco maior neste momento devido ao processo de transição para a declaração via eSocial, que ocorreu para um número significativo de empresas ao longo de 2021”, acrescentou o Ministério do Trabalho e Previdência. (Agência Brasil)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SAÚDE I: Brasil tem 21,83 milhões de casos e 608,2 mil mortes

Desde o começo da pandemia, foram infectadas pelo novo coronavírus até essa quarta-feira (03/11) 21.835.785 pessoas. Nas últimas 24 horas, houve 14.661 novos casos de covid-19 no país. Na terça-feira (02/11), o painel de informações do Ministério da Saúde marcava 21.821.124 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda há 192.287 ocorrências em acompanhamento de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Vidas perdidas - Já o total de vidas perdidas para a pandemia chegou a 608.235. Entre terça e quarta-feira (02 e 03/11), secretarias de saúde confirmaram 164 novas mortes. Na terça, a soma de óbitos, conforme as autoridades de saúde, estava em 608.071.

Investigação - Ainda há 2.959 falecimentos em investigação. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente morreu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandará exames e outros procedimentos.

Recuperadas - Até esta quarta-feira, 21.035.263 pessoas já se recuperaram da covid-19. Os dados dessa quarta-feira do Ministério da Saúde não incluíram as informações do Ceará.

Menores - Os números em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Após os fins de semana e feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (152.098), Rio de Janeiro (68.391), Minas Gerais (55.613), Paraná (40.542) e Rio Grande do Sul (35.525). Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.845), Amapá (1.993), Roraima (2.030), Tocantins (3.882) e Sergipe (6.031).

Vacinação - No total, até o início da noite desta quarta-feira (03/11), o sistema do Ministério da Saúde assinalava a aplicação de 276,2 milhões de doses no Brasil, sendo 155,2 milhões da primeira dose e 121 milhões da segunda dose e da dose única.

PNI - Quando considerados apenas os dados consolidados no sistema do Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde, foram aplicadas 275,1 milhões de doses, sendo 152 milhões da primeira dose e 114,8 milhões da segunda dose.

Reforço - Doses de reforço aplicadas foram 7,8 milhões. No total, foram distribuídas 334,9 milhões de doses a estados e municípios, tendo sido entregues 333,2 milhões. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma mais 1.080 novos casos e 19 óbitos pela Covid

saude II 04 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa quarta-feira (03/11) mais 1.080 casos confirmados e 19 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.552.412 casos confirmados e 40.324 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (237), outubro (452), setembro (181), agosto (66), julho (55), junho (53), maio (35) e fevereiro (1) de 2021. Os óbitos divulgados nesta data são de novembro (8), outubro (8), maio (1) e março (1) de 2021 e novembro (1) de 2020.

Internados - 316 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 249 pacientes em leitos SUS (148 em UTI e 101 em leitos clínicos/enfermaria) e 67 em leitos da rede particular (37 em UTI e 30 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 764 pacientes internados, 491 em leitos UTI e 273 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 19 pacientes. São 11 mulheres e 8 homens, com idades que variam de 31 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 25 de novembro de 2020 a 03 de outubro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Ventania (2), União da Vitória (2), Quatiguá (2) e Carambeí (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Quatro Barras, Pinhais, Maringá, Irati, Foz do Iguaçu, Engenheiro Beltrão, Curitiba, Cornélio Procópio, Colombo, Araucária e Arapongas.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.204 casos de residentes de fora do Estado, 218 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

Veja os ajustes relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: Estado envia mais 671 mil doses de vacinas contra a Covid-19 aos municípios

saude III 04 11 2021A Secretaria estadual da Saúde (Sesa) iniciou nessa quarta-feira (03/11) o envio de mais 671.600 doses de vacinas contra a Covid-19 para as 22 Regionais do Paraná, que farão a distribuição aos municípios. A nova remessa contempla adolescentes, idosos, trabalhadores da saúde e a população em geral e são referentes às 62ª, 63ª e 64ª pautas de distribuição do Ministério da Saúde.

Público - Das 450.450 vacinas da Pfizer/BioNTech que chegaram nesta quarta-feira, 168.690 serão enviadas aos municípios para primeiras doses de adolescentes de 12 a 17 anos e 271.440 para dose reforço (DR), sendo 120.030 para idosos acima de 70 anos e 151.410 para população de 60 a 69 anos.

Reforço - Também serão distribuídos os 193.050 imunizantes enviados pelo governo federal na sexta-feira (29/10) para dose de reforço. Desse lote, 99.450 doses são para o reforço de trabalhadores da saúde e 93.600 para idosos que tenham completado o esquema vacinal há seis meses.

Outras destinações - Além deste quantitativo, outras 30.420 doses da Pfizer recebidas na quarta-feira passada (27/11) vão completar o esquema vacinal iniciado com a D1 na 43ª remessa. Outras 8.000 doses da CoronaVac/Butantan são enviadas a alguns municípios para população adulta que ainda não se vacinou.

Logística - A distribuição dos imunizantes ocorre por estradas para as Regionais de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba. Recebem por avião as regionais de Foz do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Paranavaí, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã.

Medicamentos - A Secretaria da Saúde também está enviando para todas as Regionais mais 37.152 medicamentos elencados no chamado “kit de intubação” para atendimento a pacientes com Covid-19 e, também, para internados por outros problemas de saúde. Os medicamentos são de compra própria da Secretaria, enviados pelo Ministério da Saúde e de doações de instituições parceiras. Somente neste envio estima-se um investimento de R$ 433 mil em insumos.

Vacinação - Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 15.875.693 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.589.951 primeiras doses (D1) e 6.848.153 segundas doses (D2) ou doses únicas (DU). O Estado registra, ainda, a aplicação de 39.796 doses adicionais (DA) e 399.390 doses de reforço (DR). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

saude III tabela 04 11 2021

 

SAÚDE IV: Informe da dengue registra 337 casos da doença no Paraná

saude IV 04 11 2021O boletim semanal da dengue publicado nessa quarta-feira (03/11) pela secretaria estadual da Saúde registra 337 casos confirmados - 36 a mais que o informe anterior. Os dados são do 11º Informe Epidemiológico da Dengue, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Municípios - Os novos casos confirmados foram registrados em Foz do Iguaçu, Medianeira, Altônia, Paranavaí, Maringá, Cambé e Ibiporã. Há ainda, 1.911 casos em investigação e 249 municípios registraram notificações de dengue. O número de notificações passou de 6.736 para 7.356. O Estado não registrou nenhum óbito neste período.

Criadouros - “A Secretaria da Saúde reforça à população que a principal medida de prevenção à dengue é a eliminação dos pontos que podem acumular água e se transformar em criadouros do mosquito transmissor, o Aedes aegypti”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

Transmissão - A coordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria da Saúde, Ivana Belmonte, explica que o vetor transmissor se prolifera quando a fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água parada, como nos pratinhos de vasos de plantas, caixas d´água e reservatórios destampados, garrafas plásticas, entre outros recipientes. “Por isso deixamos o alerta a todos, para que nos ajudem a conter a doença”, afirma Ivana. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe epidemiológico

Foto:Arquivo AEN

 


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