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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5207 | 30 de Novembro de 2021

ENCONTRO ESTADUAL: Programação será transmitida ao vivo pela TV Paraná Turismo e internet

Celebrar as conquistas obtidas pelo cooperativismo ao longo do ano. É com esse propósito que o Sistema Ocepar promove o tradicional Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses. O evento será realizado na próxima sexta-feira (03/12), com uma novidade: ocorrerá em parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). A ideia é comemorar duas datas importantes para as instituições: os 50 anos da Ocepar e os 60 anos do BRDE, completados em 2021.

Transmissão ao vivo - As atividades serão realizadas das 9h às 11h, em formato virtual. A programação poderá ser acompanhada ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, canal do BRDE no Youtube e pela TV Paraná Turismo, do governo do Estado. A programação da TV Paraná Turismo está presente em todo território brasileiro por meio do satélite C2 da Star One, que possui aproximadamente 20 milhões de antenas apontadas. Para recepção do canal digital SD via satélite, é necessário configurar o decoder com os seguintes parâmetros: Frequência: 3985 MHz; Taxa de Símbolos: 2170 MSps; Polarização: Vertical A TV Paraná Turismo está presente nas operadoras de TV a Cabo, NET/Claro para a localidade de Curitiba e região metropolitana em SD no Canal 9 e HD no Canal 509, na operadora Vivo, para Curitiba e região metropolitana em HD no Canal 513. 

Presenças - O Encontro contará com a presença do vice-governador, Darci Piana, do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e dos presidentes do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e do BRDE, Wilson Bley, além de diretores das duas entidades. Haverá ainda homenagens ao cooperativista Frans Borg e representantes do banco de fomento.

Entrevista e palestra - Na sequência, será apresentada uma entrevista com o diretor de Crédito para Micros, Pequenas e Médias Empresas e Cooperativas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Sociasl (BNDES), Bruno Laskowsky. O evento encerra com palestra ministrada pelo doutor em Economia, professor e autor de vários livros, Eduardo Giannetti da Fonseca.

 

encontro estadual folder 29 11 2021

ENCONTRO DE AGENTES I: Evento promove compartilhamento de boas histórias de forma descontraída entre os participantes

As boas histórias ligadas aos agentes, profissionais das cooperativas paranaenses que fazem a interlocução com o Sistema Ocepar nas áreas de formação profissional, promoção social e monitoramento, permearam o encontro promovido pelo Sistema Ocepar, na tarde desta segunda-feira (29/11), com aproximadamente 200 participantes. As atividades foram conduzidas com muita descontração e interatividade por Richard Rebelo e Jean Sigel, da Escola de Criatividade de Curitiba. O evento, realizado pela plataforma Zoom, foi dividido em três blocos, os dois primeiros dedicados às histórias do passado e do presente, encerrando com às que estão se projetando para o futuro, com reflexões sobre como se preparar para as mudanças de cenários.

Origem - A parte inicial do Encontro teve a participação do superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche. “O Sescoop/PR não existiria se não fossem os agentes. E o cooperativismo do Paraná não seria o que é hoje se não fosse o trabalho que eles realizam, juntamente com o Sescoop/PR. Isso fez com que pudéssemos chegar ao nível de profissionalização em que o setor se encontra hoje, que é uma referência para todo o país”, afirmou Boesche. Além de destacar os fatos que originaram a criação do Sescoop, há mais de 20 anos, ele relembrou dos vários Encontros de Agentes e outros eventos promovidos até a atualidade, destacando fatos marcantes de todo esse período. Ressaltou ainda que a ideia de criação da função de agente surgiu da necessidade de fazer bom uso dos recursos do Sescoop/PR, já que esse profissional tem a atribuição de levantar as demandas das cooperativas e repassá-las à entidade, para que a verba das contribuições seja destinada de acordo com as necessidades do setor.

Homenagem - Durante o evento, o assessor de cooperativismo da Cooperativa Integrada, sediada em Londrina, Norte do Paraná, Ademar Ajimura, foi homenageado, representando todos os agentes. “O Ajimura já era agente antes mesmo de nós criarmos essa função. Eu o conheci em 1990. Ele foi o organizador do 1º Ejap, Encontro de Jovens Agricultores do Paraná, juntamente com a Emater e o Senar. Naquela época eu estava na Cooperativa Coagro, de Capanema, e o Ajimura já estava na ativa, ajudando a organizar nossos eventos”, contou Boesche. “Quando criamos a função do agente, ele sempre esteve presente em todas as ações, contribuindo com muita disposição e trazendo ideias. E eu diria que ele é um samurai de fato, porque lutou contra a doença e está firme e forte conosco. Se tem uma pessoa que nós temos que reconhecer durante toda essa jornada, é o Ajimura”, acrescentou o superintendente do Sescoop/PR.

Agradecimento - “Você representa toda essa força que a gente tem. Nós conseguimos fazer uma grande transformação no cooperativismo. Muito obrigado, Ajimura, e a todos os agentes que estão conosco desde o começo e àqueles que estão há menos tempo, mas que também estão engajados nesse processo, construindo essa grande história que temos hoje”, finalizou. A gerente de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Maria Emília Pereira, disse que Ajimura é um exemplo a ser seguido pelos agentes. “Espero que todos sejam ‘Ajimura’ e possam ser protagonistas e deixar o seu legado nessa história que vocês estão nos ajudando a construir”. Ajimura agradeceu o reconhecimento. “Agradeço muito essa homenagem. Ainda estou afastado devido à minha doença. Mas estou lutando para sair dessa e, graças a Deus, estou conseguindo. Realmente foi uma grande luta no começo. Hoje estou em home office, mas diversos outros profissionais na Integrada estão dando continuidade a esse trabalho”, afirmou.

Programação - Concluído o primeiro bloco, o Encontro de Agentes prosseguiu com enfoque em fatos atuais, por meio da apresentação de experiências bem-sucedidas implementadas em cooperativas dos ramos crédito, saúde e agropecuário. Estiveram em pauta os cases do Sicoob Central Unicoob, o Programa de Multiplicadores; da Unimed Londrina, o Programa de Saúde Mental; e da Cocamar, com a Reestruturação dos Programas de Relacionamento e as novas formas de gestão do quadro social. Foi utilizado o formato 15x15, em que cada cooperativa teve 15 minutos para fazer a explanação. O evento encerrou com a palestra ministrada por Alexandre Pellaes, com o tema “O futuro do trabalho em um cenário de incertezas”.

Áudio - Ouça aqui o áudio sobre o Encontro de Agentes produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

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ENCONTRO DE AGENTES II: Programa de Multiplicadores do Sicoob Central Unicoob busca replicar conhecimentos e promover capacitação contínua

encontro agentes sicoob 30 11 2021Durante o Encontro de Agentes, evento on-line promovido pelo Sistema Ocepar na tarde desta segunda-feira (29/11), o gestor de projetos de treinamento e desenvolvimento do Sicoob Central Unicoob, Pedro Franco Neto, fez uma explanação sobre o Programa de Multiplicadores, que capacita colaboradores visando aprimorar de forma contínua o atendimento aos cooperados. Os funcionários treinados são responsáveis por replicar os conhecimentos técnicos, compartilhando informações com os demais colaboradores. “O objetivo do Programa de Multiplicadores é preparar os profissionais da cooperativa para a difusão interna de conhecimento. Para isso, a capacitação busca desenvolver habilidades de oratória, com ferramentas adequadas de treinamentos, sendo também uma forma do funcionário fazer um “up-grade” em sua carreira”, afirmou.

Pilares - Segundo Neto, o programa se fundamenta em quatro pilares: o plano de aulas, o book de processos, o template de apoio e o guia de atividades. “O Multiplicadores promove a capacitação e a disseminação de aprendizados, atuando também como um incentivo ao colaborador participante, que tem acesso a novos conhecimentos. Há um sentimento de pertencimento junto à cooperativa, conforme o retorno dos participantes, que resumem o programa com as palavras cooperativismo, compromisso, responsabilidade, união, empatia e conhecimento”, explicou. “Essa percepção de fazer parte da cooperativa e poder cooperar com os demais colaboradores é algo importante que o programa catalisa. Por meio da cooperação podemos avançar muito mais”, concluiu.

 

ENCONTRO DE AGENTES III: Em tempos de pandemia, Unimed Londrina reforça atenção à saúde dos colaboradores

Lançado oficialmente em março deste ano, o objetivo do Programa de Saúde Mental da Unimed Londrina foi conhecer o estado emocional dos funcionários dos setores que atendem diretamente os beneficiários e, a partir daí, fazer o acompanhamento daqueles que tivessem alguma necessidade, informou Rosangela Ferreira, analista de Desenvolvimento Humano da cooperativa, durante a apresentação do case no Encontro de Agentes, realizado on-line, pela plataforma Zoom, na tarde desta segunda-feira (29/11).

Atenção - A profissional lembra que a ideia de cuidar da saúde dos funcionários surgiu já há algum tempo, antes do início da pandemia da Covid-19, a partir da constatação de que a cooperativa, que se esmera no cuidado da saúde do seu beneficiário, deveria também voltar a atenção para o colaborador. Em 2020, inicialmente foram realizadas palestras de sensibilização para aproximá-los mais do tema. Também houve treinamento de líderes para ajudar no processo, a partir deles próprios, ao cuidar melhor de sua saúde e reconhecer sintoma de adoecimento mental no ambiente de trabalho. Com a pandemia, e a maioria dos funcionários atendendo on-line, em home office, houve a decisão, por meio da empresa Mental Clean, parceira do programa, para realizar o levantamento da situação através de questionário enviado, por e-mail, aos funcionários.

Pós-pesquisa - Do total de destinatários do questionário, houve resposta de 491, o que representou quase 64% do quadro laboral do período. “A partir dos resultados, a psicóloga da empresa parceira fez contato com os que se enquadravam em casos graves. Quem aceitou tratamento foi encaminhado à nossa APS (Atenção Primária à Saúde), passou por avaliação médica e foi encaminhado para acompanhamento psicológico”, relatou Rosangela. O Programa LeveMente, cujo mote é “hora de cuidar de você e de sua saúde mental”, segundo ela, tem dado bons resultados. 

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ENCONTRO DE AGENTES IV: Cocamar mostra as mudanças feitas nos programas de relacionamento e as novas formas de gestão do quadro social

No Encontro de Agentes realizado pelo Sistema Ocepar, na tarde desta segunda-feira (29/11), o gerente de cooperativismo da Cocamar, João Sadao, e as analistas Juliana Guerra e Alessandra Almeida, apresentaram o case “Reestruturação dos Programas de Relacionamento e novas formas de gestão do quadro social”. Eles dividiram com os demais participantes do evento, as ações implementadas com foco nas mulheres e jovens e na adoção de indicadores para acompanhar, mensurar e aprimorar o trabalho realizado com o quadro social. Com sede em Maringá, no Noroeste do Paraná, a Cocamar possui atualmente mais de 16 mil cooperados. “Tudo começou durante a discussão do atual ciclo do planejamento estratégico da cooperativa e foi montada uma frente para discutir ações estratégicas de aproximação com nossos cooperados”, disse Sadao.

Desafios - Ainda de acordo com ele, o diagnóstico apontou para vários desafios. Em relação às mulheres, o levantamento mostrou que as atividades realizadas para este público estavam focadas apenas em um único perfil, desconsiderando os diferentes papéis que elas assumem atualmente na sociedade e a diversidade de interesses que elas possuem. Até então, as ações se concentravam apenas na área social. Além disso, a participação feminina no quadro social também era limitada. “Nós começamos com apenas 5% de mulheres cooperadas e hoje já estamos com 18%. Mas ainda temos muito potencial de crescimento. O nosso desafio é sair desse patamar para chegar a 30% do quadro social”, destacou o gerente.

Jovens - A presença dos jovens na cooperativa também é pequena, representando um outro desafio. “Esse número está na faixa dos 4% e também nós temos uma alta média de idade dos cooperados, 60 anos. Esses dados combinados nos mostravam que precisávamos de ações para oxigenar o quadro social, por meio da aproximação com os jovens”, disse Sadao. Outro grande desafio era a falta de métricas para fazer o acompanhamento das ações. “Sem dados, é difícil mensurar a evolução e ver se estamos no caminho certo, verificar a necessidade de revisão de algumas estratégias. Nós estruturamos uma forma de acompanhamento da dinâmica do quadro social e montamos grupos de trabalho.”

Segmentação - As mudanças vieram com a implantação de estratégias que tiveram a segmentação como um dos pilares. Soluções customizadas foram buscadas para cada grupo, de acordo com suas especificidades. Para o núcleo feminino, têm sido desenvolvido programas e atividades com o propósito de suprir diferentes objetivos e temas de interesse, já que antes a Cocamar promovia eventos para mulheres com perfis diferentes, com resultados não muito promissores. Apesar disso, elas tinham algo em comum, a ligação com o agronegócio, o que foi essencial para estabelecer uma nova linha de ação para esse público. “Nós pensamos em nos comunicar de modo diferente com essas mulheres e mudamos a identidade visual para ‘Mulher Mais Agro Cocamar’, com o slogan ‘A força da mulher no agronegócio e no cooperativismo’, mostrando que a cooperativa tem espaço para todos os perfis, com o objetivo de fortalecer o trabalho com as mulheres, promovendo o desenvolvimento, a capacitação e a inserção delas, tanto no agronegócio como no cooperativismo”, disse Juliana Guerra.

Faixa etária - Para os jovens, foram organizadas ações por faixa etária, contemplando níveis de maturidade diversos. “Se eu fosse elencar duas palavras para definir esse trabalho com os jovens eu diria que são: inserção e representação”, salientou Alessandra Almeida. “Esses foram os eixos que nos fizeram refletir e propor a reconstrução de toda estratégia de identidade visual dos nossos projetos de relacionamento para, enfim, nós termos a concretização do ‘Mais Agro Cocamar’ como um todo. O Jovem Mais Agro Cocamar tem como seu legado fortalecer o conceito de gestão familiar compartilhada, promover a troca entre os jovens produtores, profissionais da Cocamar e outros de renome do mercado, para capacitá-los na prática em gestão, aproximando essa nova geração do cooperativismo. Vimos a necessidade de segmentar as ações por faixa etária, consolidando três vertentes de trabalho: o Turminha Cocamar, para os baixinhos, o Liderança Jovem Mais Agro Cocamar, dando continuidade ao trabalho que já estava consolidado com os jovens da cooperativa, e a terceira vertente, que é a Academia de Líderes, voltado exclusivamente para cooperados acima de 30 anos”, explicou a analista da Cocamar.

Sistema de gestão - E, para complementar, houve a implementação um sistema de gestão para fazer o acompanhamento de todo esse trabalho feito com o quadro social, com base em diferentes indicadores, que possibilitam acompanhar o progresso das ações e tomar decisões mais assertiva. “Nós temos todos os dados do nosso quadro social no sistema da cooperativa. Mas, além de fazer essa tradução dos dados, nós teríamos que elencar o que seria importante dentro do nosso dashboard. Trouxemos tudo isso para dentro do Power BI e, com base nesses indicadores, nós podemos fazer análises e o possível desenvolvimento de ações, alinhado com o exercício de ouvir e perceber as necessidades dos nossos públicos, tanto os participantes ativos das nossas ações, como aqueles que ainda não participavam. Hoje, além da interação com os nossos cooperados e cooperadas, o nosso objetivo é traduzir tudo o que traz esse dashboard, com as necessidades identificadas, em ações que podem ser ofertadas dentro do nosso portfólio de projetos de relacionamento”, explicou Alessandra.

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ENCONTRO DE AGENTES V: Alexandre Pellaes fala sobre o futuro em um cenário de incertezas

3encontro agentes alexandre pellaes 30 11 2021É certo dizer um novo normal ou um novo você? Foi com este questionamento que o especialista em trabalho, Alexandre Pellaes, iniciou sua fala na tarde desta segunda-feira (29/11), no Encontro dos Agentes promovido pelo Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, e realizado por videoconferência. Ao conversar sobre o futuro das relações de trabalho, Pellaes trouxe à tona questões como incerteza, protagonismo, vulnerabilidade, adaptabilidade e muitas outras que permeiam o assunto no cenário de hoje. “Toda vez que a gente fala de futuro nos colocamos na posição de vítimas, como se não tivéssemos controle pelo que vai acontecer. Mas a ideia dessa conversa é exatamente sair desse lugar de vítimas e assumir o papel de protagonistas, assumindo a responsabilidade e admitindo que podemos influenciar nosso futuro”, disse.

Um novo jeito de pensar - Com mais de 20 anos de experiência na área de gestão, modelos organizacionais e significado do trabalho, Pellaes falou da importância de buscar um significado para o trabalho que realizamos nesse novo mundo que, segundo ele, não é tão novo assim. “Temos que parar de cultivar certezas e cultivar valores. Entender o motivo do que fazemos, o propósito, e, principalmente, que deixamos a nossa marca por meio do trabalho. Então, se pergunte: você tem imprimido a sua melhor versão? O importante não é fazer somente o que lhe é demandado, mas assumir um compromisso com o que faz e entrega. E aí muitos podem perguntar: o que vou ganhar com isso?  Gente, o que vou ganhar é vida! Construção de legado, reconhecer que não devemos esperar pela inspiração, mas ser a inspiração”, pontuou.

Impactos - Segundo Pellaes, essa mudança de foco do “entregar por entregar, fazer por fazer” para o “saber o significado do que faço e entregar o meu melhor” gera dois impactos. O primeiro é o alcance, as ramificações que um trabalho bem-feito tem. “Você nunca sabe até onde seu trabalho pode chegar. Ele tem ramificações incríveis. Às vezes a gente não enxerga o poder que tem num sistema, que temos um papel. E o poder que vocês, cooperativistas, têm na mão é incrível. O segundo impacto é que a gente nunca sabe por quem nosso trabalho será visto. Sempre tem alguém se espelhando em você, que enxerga o seu jeito especial e diferente de fazer as coisas, que olha de canto de olho e diz que quer ser igual a você. E às vezes é quem menos imaginamos. Pode ser um estagiário, um filho de cooperado, ou alguém que sequer conhecemos. A marca do seu trabalho nunca passa desapercebida. Portanto, se aproprie da beleza da entrega, seja um impacto positivo”, afirmou.

Confira alguns insights da palestra de Alexandre Pellaes:

- O mundo agora, mesmo complexo, é repleto de oportunidades.

- No cenário de hoje, o futuro do trabalho está baseado no conceito de aprendizagem intencional, no qual o desejo de buscar conhecimento vem de dentro para fora. O desafio de vocês, é acender essa lâmpada do desejo pelo aprendizado. E muito do ensinamento vem do exemplo.

- Você tem enxergado o seu valor? Muitos de nós perdemos a habilidade de reconhecer o nosso próprio brilho e impacto.

- Já vivíamos um mundo de incerteza. Sócrates disse que “só sei que nada sei”. E admitir que não sabemos tudo nos deixa mais confortáveis em lidar com a incerteza.

- A certeza é uma expressão de prepotência, de ingenuidade, portanto, quando reconhecemos e aceitamos a nossa humanidade, a gente aceita incerteza e se livra do estresse da certeza.

- A incerteza não é de agora. Já vivíamos o mundo V.U.C.A (Volatile/Volátil, Complex/Complexo e Ambiguos/Ambíguo). Com a pandemia, os estudiosos dizem que evoluímos para o mundo B.A.N.I (Frágil, Ansioso, Não linear e Imcompreensível). Na minha visão, vivemos mesmo é o mundo M.U.V.C.A (Meaningful/Significado, Universal, Volatile/Volátil, Complex/Complexo e Ambiguos (ambíguo).

- O resultado do trabalho depende da nossa interpretação individual. Temos que discutir como a gente compreende o trabalho.

- Liderança não é um cargo. É uma mentalidade. Não é atributo de uma pessoa, mas a capacidade de se conectar, a capacidade de se relacionar, a qualidade da relação que cultivamos, a influência que você tem sobre outra pessoa.

- Muitos líderes que concentram poder não fazem isso porque são malvados, mas porque chegaram lá com a mentalidade da obediência e autoridade. Mas a realidade mudou. Vivemos a terceira onda do trabalho.

- Ao ter consciência que nesta nova onda de trabalho a questão principal é cultivar valores e encontrar o significado do meu trabalho, eu posso relaxar e falar em protagonismo. Mas é um protagonismo com maturidade, que demanda coragem, porque haverá práticas na organização você não concorda e que são difíceis de mudar. Então, precisa coragem para expor seu pensamento, propor uma estratégia de mudança. E com respeito, enxergando um legado foi construindo até aqui, porque senão o seu protagonismo será visto como rebeldia juvenil. Nossa postura tem que ser vista como um inconformismo saudável, algo que leva a algum lugar.

- Há quatro níveis de aprofundamento de conexão com o trabalho: 1) O primeiro é aquele em que a pessoa se limita a responder perguntas que lhe são feitas; 2) O segundo já é um avanço, pois a pessoa escuta as perguntas, processa e executa as tarefas; 3) No nível, já compreende o problema e tenta resolver; 4) Mas no quarto nível, ela resolve não só resolve o problema, como cria soluções.

- Ao pensar no futuro do trabalho não podemos confundir veloz com apressado. Temos que fazer rápido, mas com excelência. Também não podemos confundir respeito com omissão. Muitas vezes engolimos nossa opinião por preguiça de ter que se envolver, de ter que defender a nossa ideia ou se expor.

- O que você faz quando com os limões que a vida lhe dá? Não esprema nos olhos! Pare de ficar chorando sobre os problemas que acontecem. Não garre amor pelo sofrimento. Esqueça o plano ideal, aquele que você traçou com cuidado e sonhou realizar. Hoje trocamos a palavra resiliência por plasticidade neuronal porque o caminho é mudar nossa forma de pensar, com vulnerabilidade e leveza para nos adequar ao mundo M.U.V.U.C.A.

 

G7 I: Assembleia Legislativa suspende tramitação de proposta que aumenta taxas cobradas pelos cartórios

g7 29 11 2021O G7 e a OAB-PR solicitaram à Assembleia Legislativa do Paraná a rejeição do pedido de aumento das custas judiciais e emolumentos dos cartórios do Paraná, requerido pelo Tribunal de Justiça do Paraná. As entidades solicitam um estudo aprofundado para verificar se as taxas pretendidas estão adequadas. O presidente da Assembleia, Ademar Traiano, e o deputado Romanelli informaram que o momento não é propício para este tipo de aumento e que, por ora, vão suspender o trâmite até estudos mais apurados sobre o pedido. A decisão foi anunciada durante reunião ocorrida na manhã desta segunda-feira (29/11), em Curitiba. O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o coordenador jurídico Rogério Croscato, acompanharam o encontro. 

Sobre o G7 - O G7 é um grupo que reúne sete grandes entidades representativas da sociedade civil organizada. É composto pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar) e Associação Comercial do Paraná (ACP). (Com informações da Assessoria de Imprensa da Faciap)

 

G7 II: Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, diz que cooperativismo do Paraná é exemplo para o Brasil

“O Paraná é um estado de vanguarda, um estado de grande produtividade, onde o cooperativismo é uma marca importante da sua economia, com um desenvolvimento econômico muito aguçado e que teve neste ano a maior geração de empregos da federação brasileira, em especial neste momento de crise aguda em função da pandemia”. Com essas palavras, o presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (PSD), iniciou sua fala, durante encontro realizado com líderes do setor produtivo e autoridades na tarde dessa segunda-feira (29/11), na sede do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Paraná (Setcepar), em Curitiba, e que contou com a presença do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. O evento foi promovido pelo G7, grupo formado por sete entidades representativas da sociedade civil organizada paranaense.

Referência - Rodrigo Pacheco veio ao Paraná para falar sobre o atual momento econômico do Brasil, indicar ações que impactam o setor produtivo e apresentar as fases de cada reforma em andamento no Congresso Nacional. O presidente do Senado, mais de uma vez, destacou a importância do cooperativismo. “O Paraná é exemplo de cooperativismo para o Brasil. Aqui estão as maiores cooperativas da América Latina, que das 16 maiores do País, 10 estão em solo paranaense, por isso precisamos seguir esses bons exemplos para superarmos o pessimismo que permeia a pauta nacional”, frisou.

Desenvolvimento - Pacheco traçou um panorama sobre o desenvolvimento econômico do Brasil e do Paraná; posteriormente comentou a atuação do Senado durante a pandemia, como o primeiro parlamento a funcionar 100% digital e com um trabalho que garantiu agilidade na compra de vacinas, e sobre a atuação em reformas necessárias para o bom andamento do governo. “É fundamental que o senado assuma o seu papel de ser um reformista perene”, disse em um trecho.         

Perguntas - Posteriormente, Pacheco respondeu algumas perguntas elaboradas pelo coordenador do G7 e presidente da Faciap, Fernando Moraes, sobre a PEC 45/2019 e a PEC 110/2019, ambos referentes à reforma tributária; sobre a PEC 23/2021 dos precatórios; a PEC 32/2020 da reforma administrativa; a reforma cambial; o PL 2058/2021, das gestantes; o PL  4728, de 2021, sobre o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT); e o PL 1829/2019, que moderniza a legislação de Turismo

Reformas - Primeiro o presidente do Senado falou sobre a reforma tributária. De acordo com Pacheco, há divergências entre União e estados, estados e municípios e entre o setor produtivo.  “O governo federal não capitaneou uma reforma que fosse ampla no Brasil, como, por exemplo, que contemple a unificação dos impostos”, lamentou. Em segundo lugar, respondeu o questionamento sobre a reforma administrativa, que segundo ele, também conta com uma série de divergências, principalmente por parte do funcionalismo público e por estar tão próxima ao ano eleitoral. “Acho que o Brasil, com os déficits educacionais, não tem condições para defender o estado mínimo. Temos déficit de inclusão, alfabetização, imagine deixar o estado fora disso. Mas temos que deixar menos dependente”.

Ajuda social - Pacheco se mostrou favorável à aprovação da reforma administrativa, mas defendeu que além da ajuda social, é de extrema importância oferecer aos brasileiros condições para o próprio sustento, por meio da geração de empregos. “Tem que ter a porta de entrada, mas a mesma porta de entrada tem que ser a de saída”, disse. “Não se trata de um estado mínimo, o estado tem que agir, mas de maneira inteligente. Temos que ter um estado que privilegie mais a atividade fim do que a atividade meio, isso está na PEC da reforma administrativa”, comentou.

Precatórios - Em relação aos precatórios, Pacheco afirmou que o Senado vai discutir a PEC nesta semana, mas que um problema a ser discutido de imediato é a dificuldade com o teto de gastos. “Às vezes nosso problema não é financeiro, arrecadação tem, mas o teto de gastos não permite o uso do dinheiro”. Além disso, segundo o presidente do Senado, a solução encontrada para a PEC dos precatórios foi “a solução possível”, por meio de um consenso entre todos os envolvidos. Por fim, Pacheco encerrou sua fala fazendo um apelo para que os brasileiros tenham mais união. “Temos que nos unir para preparar o Brasil para as crises”, finalizou.

Presenças - Além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, estiveram presentes no encontro o vice-governador do Paraná, Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o secretário de estado de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost; o secretário de estado do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, João Carlos Ortega; o secretário de estado da Fazenda, Rene Garcia Junior, o secretário de estado de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex Oliveira; o secretário do estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; o deputado estadual, líder do governo na Alep, Hussein Bakri; o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador José Laurindo de Souza Netto; o presidente do Tribunal de Contas do Paraná, Conselheiro Fabio Camargo; o vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel Slavieiro; o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab; o presidente da Faciap e coordenador do G7, Fernando Moraes, o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná; Sérgio Malucelli; o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Paraná, Ágide Meneguette; o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; o presidente da Associação Comercial do Paraná, Camilo Turmina; o diretor superintendente do Sebrae Paraná, Vitor Tioqueta; o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Paraná e o diretor de operações do Sebrae Paraná, Júlio Cesar Agostini.

Link - Para assistir o evento na integra clique aqui: https://youtu.be/sRJmp23FFeI. (Com informações e fotos da Assessoria da Faciap)

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ORGULHO DA TERRA: Vencedores do Prêmio serão conhecidos no programa RIC Rural

orgulho terra foto 30 11 2021Os vencedores do 1º Prêmio Orgulho da Terra serão conhecidos nos dias 12 e 19 de dezembro nas edições especiais do programa RIC Rural, da RIC Record TV, que é transmitido para todo o Paraná aos domingos. O prêmio reconhece as melhores práticas econômicas, ambientais e sociais do agronegócio paranaense e é uma iniciativa inédita do Grupo RIC, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-IAPAR-Emater (IDR-Paraná) e o Sistema Ocepar. 

Homenagem - Doze propriedades serão homenageadas com o Troféu Orgulho da Terra no dia 7 de dezembro, juntamente com a Personalidade do Ano do agronegócio, em solenidade que será realizada na sede do IDR-Paraná, em Curitiba.

Comitê - Um Comitê de Notáveis examinou dezenas de propriedades indicadas pelo IDR-Paraná e pelo Sistema Ocepar para as 12 categorias elencadas no prêmio. Com base nos pilares de crescimento econômico, social e ambiental, os técnicos verificaram como os empresários rurais aplicam as melhores práticas para alcançar altos padrões de qualidade na produção. Essa análise resultou na escolha dos melhores cases em cada uma das categorias a serem premiadas: Suínos, Aves, Soja e Milho (Grãos); Bovinocultura de leite; Feijão; Bovinocultura de Corte; Piscicultura; Turismo Rural; Agroecologia (Agricultura orgânica); Sericicultura (criação de bicho-da-seda); Inclusão Social e Agroindústria.

Integrantes - Fazem parte do Comitê de Notáveis a Secretaria de Estado da Agricultura (Seab), a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), a Federação da Agricultura do Estado Paraná (Faep) e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep).

Visita - As propriedades eleitas estão recebendo a visita dos jornalistas Rose Machado e Sérgio Mendes, apresentadores do programa RIC Rural, que vão mostrar em detalhes o dia a dia de cada uma, destacando as práticas que fazem delas exemplos inspiradores para todo o setor do agronegócio. Para ampla disseminação das técnicas e estratégias de gestão das propriedades, além do papel social que exercem na sociedade, os cases serão compartilhados em reportagens do programa RIC Rural, que vai ao ar pela RIC Record TV nas manhãs de domingo, e também na plataformas digitais do programa e no portal RIC Mais, além de matérias na Record News.

“Nosso objetivo é avaliar todas as iniciativas dos produtores, desde as condutas que contribuem para uma sociedade forte e diversificada, quanto as atitudes que destacam o compromisso com a sustentabilidade e o crescimento econômico. O Prêmio Orgulho da Terra tem forte olhar para os produtores engajados e com competência técnica para o desenvolvimento de propriedades sustentáveis”, explica o presidente do Grupo RIC, Leonardo Petrelli.

Certificado - Os 12 produtores destacados na escolha final receberão um certificado oficial “Orgulho da Terra” com menção a sua categoria de referência, além de um troféu da edição do ano de 2021. A premiação também contemplará uma personalidade a ser homenageada, de acordo com a indicação única e exclusiva do Comitê de Notáveis.

Missão - De acordo com o presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, o Instituto tem a missão de gerar o desenvolvimento rural no estado paranaense. E valorizar as boas práticas no campo é, com certeza, uma forma de incentivar o agricultor na busca de tecnologias que garantam uma produção mais sustentável e com qualidade. “Temos orgulho em participar desta iniciativa e valorizar, de alguma forma, quem se destaca no campo e assim incentivar a produção com qualidade e responsabilidade”, afirma Natalino.

Ambiente favorável - José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar, ressalta que o prêmio é uma oportunidade de promover um ambiente favorável para a melhoria da qualidade produtiva. “Os cases selecionados terão uma visibilidade na mídia e, com certeza, servirão de modelo para que as boas práticas nas diferentes áreas sejam replicadas por outros produtores. Este é o principal legado do Prêmio Orgulho da Terra, do qual nossas cooperativas participaram nos segmentos de aves e suínos, onde se destacam sanidade, rastreabilidade, bem-estar animal e sustentabilidade, preocupadas em oferecer produtos com qualidade garantida na origem”, frisou.

Sobre o Grupo RIC - Fundado na década de 1980 por Mário Petrelli e o filho Leonardo Petrelli, o Grupo RIC é um dos maiores grupos de comunicação do Paraná e o único a atuar com produtos multiplataforma que alcançam audiências complementares. Desde o perfil de público mais simples ao mais exigente, crítico e de maior poder aquisitivo, todos os paranaenses podem ser impactados por um de seus produtos de comunicação. Os canais de distribuição do Grupo são formados por 4 emissoras de TV afiliadas à Rede Record - RIC Record TV Curitiba, RIC Record TV Maringá, RIC Record TV Londrina e RIC Record TV Oeste -, as rádios Jovem Pan Curitiba, Jovem Pan Ponta Grossa e Jovem Pan Cascavel, a RIC FM Curitiba, a Igapó FM e a Folha FM Londrina, o portal RIC Mais, a plataforma TOPVIEW, a SPARK, plataforma de influenciadores digitais do Grupo, e o Instituto RIC de Atitude Social. (Assessoria de Imprensa do evento)

FOTO: Jaelson Lucas / Arquivo AEN

 

ABDI: Agência abre nova consulta pública para o Programa Agro 4.0

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) abriu nova consulta pública para o Programa Agro 4.0, voltado para projetos pilotos de adoção e difusão de tecnologias digitais na cadeia do agronegócio. A consulta vai até o dia 12 de dezembro.

Primeiro edital - Em 2020, a Agência lançou o primeiro edital para seleção, premiação e acompanhamento de projetos de implantação das tecnologias 4.0 no agronegócio. Três cooperativas foram selecionadas no edital: Cocamar, Lar Cooperativa Agropecuária e Industrial e Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial. Ao todo, 100 propostas foram inscritas e 14 selecionadas em projetos de adoção e de difusão de tecnologias 4.0 que receberão um investimento total de R$ 4,8 milhões.

Previsão - O 2º edital do programa, promovido pela ABDI e Mapa, está previsto para o início de 2022, com o objetivo de selecionar ambientes de inovação Agro 4.0 no Brasil, que irão replicar ações de adoção e de difusão de tecnologias 4.0 junto ao setor produtivo.

Parceria - A ABDI é parceira do Sistema OCB no objetivo de universalizar o acesso à tecnologia e internet no campo, e essa consulta pública é um meio para fortalecer projetos que estão sendo pensados ou até mesmo realizados por cooperativas brasileiras. A expectativa é que tenham mais cooperativas inscritas e selecionadas no Programa Agro 4.0 em 2022. (OCB)

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LAR: Diretoria inicia giro de prestação de contas

A Diretoria Executiva da Lar Cooperativa Agroindustrial iniciou, no dia 22 de novembro, uma série de reuniões para levar informação aos associados, com o caráter de pré-assembleia. O público marcou presença e se surpreendeu com números animadores, que sinalizam um ótimo ano para a cooperativa. Já foram realizadas 11 reuniões no Mato Grosso do Sul, nas unidades de: Bela Vista, Antônio João, Ponta Porã, Bonito, Sidrolândia, Maracaju, São Gabriel do Oeste, Bandeirantes, Aral Moreira, Amabai e Sete Quedas.

Desempenho financeiro - Informações sobre o desempenho financeiro da cooperativa, investimentos recentes e planejamento até 2030 são alguns dos temas abordados pelo diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues. O dirigente tem promovido um momento agradável de conversa com os associados, com espaço para perguntas e esclarecimento de dúvidas.

Primeira vez - A reunião foi realizada pela primeira vez em Bela Vista, Bandeirantes e São Gabriel do Oeste, municípios em que a cooperativa está atuando em negócios Agrícolas há aproximadamente 2 anos. “A Lar nos dá segurança da gestão da Cooperativa e de receber os insumos que compramos, diante de um mercado de muita insegurança e pouca liquidez” comentou o associado Valdir Jesus da Silveira, em São Gabriel do Oeste.

Continuidade - O giro com o diretor-presidente continua nos dias 1º e 2 de dezembro na região mais central do Mato Grosso do Sul e na semana do dia 6 de dezembro nas unidades do Paraná. (Imprensa Lar)

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COOPAVEL: 34º Show Rural vai trazer novidades nas mais diferentes áreas

coopavel 30 11 2021A 34ª edição do Show Rural Coopavel já começa a ganhar forma. A novidade é uma característica forte do evento, mas a quantidade de inovações que estarão presentes de 7 a 11 de fevereiro de 2022 chamam a atenção. E muitas delas virão de setores ligados à própria organizadora, como têm mostrado os recentes encontros de coordenadores de área.

Sucesso - O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, informa que há muitos aspectos que contribuem para fazer do Show Rural um evento de sucesso há tantos anos. Além de jamais perder a essência de ser uma mostra de novidades e do melhor em tecnologias para a agropecuária, o evento procura se reinventar continuamente. “E em 2022, em um novo momento para as grandes feiras no Brasil e no mundo, traremos novidades dos mais diferentes elos da cadeia do agronegócio”, afirma Dilvo.

Mudança - O antigo auditório, ao lado da administração, vai virar um centro voltado a novas tecnologias, reforçando parcerias e a integração das mais diversas ferramentas ao cotidiano do produtor e da propriedade rural. A novidade no setor da avicultura será um ambiente para a demonstração das mais atuais e sofisticadas tecnologias para as granjas. Fora do período da feira, o espaço vai ser empregado como uma escola para a capacitação de profissionais e gestores desse tipo de empreendimento.

Ovinopar - Outra novidade na área pecuária é a parceria inédita do Show Rural com a Ovinopar, a Associação Paranaense de Criadores de Ovinos. Esse é um segmento em expansão e, de 7 a 11 de fevereiro, os visitantes terão a oportunidade de ver o melhor das raças criadas no País e entender sobre as possibilidades que a atividade abre aos criadores. Uma parceria com o IDR (Instituto de Desenvolvimento Rural) construiu um pavilhão de 500 metros quadrados que, a partir da 34ª edição, vai abrigar com mais conforto expositores da agricultura familiar e oferecer mais comodidade aos visitantes.

Recicláveis - A produção de alimentos de forma sustentável é um dos princípios observados com atenção pela Coopavel, que também realiza, em parceria com entidades e produtores rurais, inúmeros projetos de proteção ambiental. A correta destinação dos resíduos gerados antes, durante e depois do evento é uma preocupação antiga e constante e haverá avanços nesse sentido. Há alguns anos acontece a coleta seletiva local, que será aprimorada e envolverá todas as pessoas que de uma forma ou outra participam e circulam pelo parque. Dois modelos de lixeira serão implantados, um para materiais recicláveis e outro para orgânicos.

Alimentação - Os serviços da área de alimentação também vão ser aprimorados no interior do parque. Uma das novidades será a utilização de um aplicativo para pedidos e entrega de bebidas. E na área da comunicação, a principal novidade será a TV Show Rural, que mostrará diariamente o melhor do evento em seu canal de Youtube. (Imprensa Coopavel)

 

AGRÁRIA: Palestra e premiações marcam o encerramento do Seminário de Gestão 2021

O Seminário de Gestão 2021, promovido pela Cooperativa Agrária, agitou a tarde da última sexta-feira (26/11), no Centro Cultural Mathias Leh, no Distrito de Entre Rios, na região Centro-Sul do Estado. O último dia do evento reuniu colaboradores de forma presencial e também foi transmitido ao vivo para todos os setores da Cooperativa.

Exemplos - A programação começou com exemplos que demonstram as melhorias obtidas com a implementação da metodologia Lean na Agrária. O coordenador do setor financeiro, Marcelo Bacchi, apresentou ações que foram adotadas no setor a partir de sugestões da própria equipe. “Conseguimos diminuir o tempo para execução de atividades e economizar recursos, implantando ações que não tiveram quaisquer custos”, disse.

Progresso - O progresso da indústria de Óleo e Farelo dentro da Manutenção Autônoma, um dos pilares da metodologia TPM (que está inserida no Lean), também foi destaque. “Com a metodologia TPM quebramos o paradigma de que uma equipe opera e a outra conserta, pois todos nós fazemos parte do mesmo time”, esclareceu o operador Everton Dorigue.

Silos - A equipe da Agrária Sementes falou sobre o projeto de CCQ Limpeza da última Bateria de SI 7332, que além de trazer mais segurança para os colaboradores da área, também proporcionou melhor utilização da estrutura de silos da unidade de negócio.

Desenvolvimento de cada colaborador - Como o tema do Seminário de Gestão era Agregar: qual é o meu papel? a organização do evento convidou o palestrante e consultor empresarial para Flavio Moura para conversar com os colaboradores. Durante a palestra O que você vai ser quando crescer?, foram discutidas as maneiras como as mudanças atingem a vida das pessoas e como o medo pode atrapalhar seu desenvolvimento. “Se não entendemos como nosso papel é importante dentro de um processo, de uma organização, é sinal que não nos desenvolvemos. Para que nossos colegas e superiores nos valorizem é importante que nós nos valorizemos primeiro”, ressaltou o palestrante.

Música e conscientização - As canções inscritas no esperado concurso de paródia abordaram principalmente os programas e regras de segurança da Cooperativa. Diferente de ocasiões anteriores, esse ano todos os participantes do Seminário puderam votar e escolher a música vencedora.

Quinto lugar - O quinto lugar ficou com o colaborador José Denilson das Chagas, do Colégio Imperatriz Dona Leopoldina, com a composição Cuidando da Segurança. Elenice Passarelli e Roger Biffi Vale, do setor financeiro, garantiram o quarto lugar com a canção S de Segurança.

Terceiro - O terceiro lugar foi do colaborador Marcelo Mariano Rosa, do Almoxarifado, com a música Lugar Melhor. Os vice-campeões foram Ivoni Ferreira e Alisson Ricardo Krassuski, da Agrária Malte, que cantaram a música Segurança é coisa séria, levante a nossa bandeira. E o prêmio principal foi para as irmãs Paula e Patrícia Cavalheiro, colaboradoras da Fundação Semmelweis, com a composição Segurança é Essencial, paródia do clássico da música pop Total Eclipse of the Heart.  

Premiação CCQ - Encerrando o Seminário de Gestão 2021 foi realizada a premiação aos grupos de CCQ avaliados pela banca examinadora no último ano. Em quinto lugar ficou o Grupo Soy Oil, com o projeto Adequação da umidade do óleo expedido. O grupo Ensilagem Turma B Maltaria, que apresentou o projeto Redução no consumo de energia elétrica na recepção das Estufas 01 e 02, conquistou a quarta posição. O terceiro lugar foi do projeto Melhoria da Eficiência de Queima da Caldeira à Biomassa, do grupo Inovação.

Vencedores - A execução do projeto Otimização da linha de envase 25 KG garantiu o segundo lugar ao grupo Harina. E na primeira posição ficou o grupo GMC, com o projeto Redução do Consumo de Solvente. “Quando conheci o CCQ vi que era o projeto ideal para a Agrária, pois através dele é possível colocarmos em prática todos os nossos programas de gestão. Vemos o entusiasmo e o engajamento de cada grupo e isso é motivo de orgulho”, afirmou o Diretor-Presidente da Agrária, Jorge Karl. (Imprensa Agrária)  

COCAMAR I: Investimentos em São Paulo são discutidos com governo

cocamar I 30 11 2021A convite do Francisco Matturro, diretor executivo da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento de São Paulo, e do titular da pasta, o secretário Itamar Borges, o presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, participou, na tarde de segunda-feira (29/11) de uma reunião do secretariado do governo paulista, que contou com a presença do governador João Doria.

Explanação - Depois de cumprida a pauta, em que foram discutidos vários assuntos, Lourenço recebeu o microfone para fazer uma explanação ao governador e sua equipe a respeito da atuação da Cocamar naquele estado.

Investimentos - O dirigente da cooperativa falou inicialmente sobre os investimentos que estão sendo realizados na região oeste, nos municípios de Mirante do Paranapanema, Iepê e Palmital. Na primeira, vem sendo construída uma completa estrutura de atendimento para o recebimento de grãos e comercialização de insumos agropecuários; na segunda, a ampliação da capacidade de armazenamento de grãos e, na terceira, a construção também de uma unidade completa, às margens da Rodovia Raposo Tavares, para receber as safras e comercializar insumos.

Reforma de canaviais - Os investimentos superam os R$ 110 milhões e as estruturas de Mirante do Paranapanema e Iepê darão suporte a um programa de reforma de canaviais que a Cocamar desenvolve em parceria com três usinas, no qual oferece oportunidade de participação a mais de 100 famílias de produtores cooperados do Paraná e São Paulo. Por essa iniciativa, cerca de 30 mil hectares são arrendados pela cooperativa junto às usinas e repassados a produtores interessados em ampliar suas áreas de plantio de soja, oferecendo acompanhamento técnico, disponibilizando um seguro por meio de sua corretora, fornecendo os insumos e recebendo toda a produção.

ILPF - Lourenço comentou que, em seu terceiro ano, o programa de renovação de canaviais vem se expandindo rapidamente e ajudando a dinamizar a economia de vários municípios. Ele falou também de outro programa da cooperativa em andamento no oeste paulista: a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), que promove a reforma de pastagens degradadas com a cultura da soja - que passa a ser mais uma opção de renda aos produtores.

Braquiária - Conduzida com modernas tecnologias, essa prática impulsiona a produtividade da pecuária, cujo período de terminação acontece durante o inverno, quando a braquiária, cultivada após a colheita da soja, viceja em abundância. A braquiária é que vai possibilitar, ainda, a cobertura do solo para o plantio direto, no verão.

Grande potencial - A integração se completa com o plantio intercalar de eucaliptos, cuja sombra garante o conforto térmico aos animais. Reconhecida como uma atividade sustentável, a ILPF tem no noroeste do Paraná e no oeste de São Paulo, onde os solos são arenosos, grande potencial para se desenvolver e gerar riquezas aos municípios. Desde 1996 a Cocamar incentiva a ILPF entre os seus cooperados, sendo uma das pioneiras no Paraná e no país, contando atualmente com mais de 200 mil hectares de integração em diferentes formatos.

Unidades - No oeste do estado de São Paulo, além de Iepê e Palmital e em breve Mirante do Paranapanema, a Cocamar conta com unidades de atendimento em Presidente Prudente e Cruzália, além de lojas para a comercialização de insumos, em parceria com a Syngenta, em Itapeva, Buri e Itaberá, na região sul.

Números - A Cocamar Cooperativa Agroindustrial foi fundada em 1963 e se posiciona entre as principais organizações cooperativistas do país, com 98 estruturas distribuídas por aqueles dois estados e também no Mato Grosso do Sul, onde presta atendimento a mais de 16 mil produtores cooperados. Está sediada em Maringá, onde possui um dos maiores e mais diversificados parques industriais do cooperativismo brasileiro. A previsão de faturamento da cooperativa, em 2021, é de R$ 9,5 bilhões, um recorde, frente aos R$ 7 bilhões de 2020. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Cooperativa lamenta a morte de Mauro Zanini Rosseto

cocamar 30 11 2021O falecimento do engenheiro agrônomo e ex-gerente de Negócios da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, Mauro Zanini Rosseto, aos 77 anos, ocorrido na noite de segunda-feira (29/11), entristeceu a Cocamar, onde ele tinha amigos de longa data e para a qual, em algumas oportunidades, prestou serviços de consultoria.

Na CMNP - Rosseto trabalhou por 43 anos na CMNP e só se desligou da empresa quando a mesma desativou seu escritório na cidade, em março de 2012, tendo sido, portanto, seu último funcionário em Maringá.

Amea - Foi um dos fundadores e dirigentes da Associação Maringaense dos Engenheiros Agrônomos (Amea), sendo reconhecido como um profissional ético, uma referência na categoria, tendo acompanhado os primeiros plantios de seringueira na região, cultura da qual era grande conhecedor.

Prêmio - Em 2013, eleito pelas entidades de classe da região noroeste, Rosseto recebeu o prêmio Carreira Profissional, instituído pelo CREA/PR.

Muito querido - Com sua simplicidade, simpatia e atenção, fazia questão de participar das comemorações da Amea, onde era muito querido por todos.  

Velório e sepultamento - O corpo de Mauro Zanini Rosseto está sendo velado no Cemitério Parque, onde o sepultamento ocorrerá às 17h. (Imprensa Cocamar)

 

UNIPRIME PIONEIRA: Em solo gaúcho, cooperativa retoma às origens da sua essência

Há 75 anos, os primeiros desbravadores chegaram às terras do então inóspito oeste paranaense partindo do interior de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. Iniciaram a construção de uma cidade que hoje está entre as 100 melhores para se morar e investir no país, Toledo, sede da Uniprime Pioneira. Em novembro de 2021, chegou a vez de retribuir toda a coragem, dedicação e pioneirismo desse povo com a abertura da primeira agência do Sistema Uniprime em solo gaúcho. “Chegamos para firmar raízes em terras que tanto nos identificamos cultural e historicamente. Estar aqui representa um resgate da nossa própria história e queremos contribuir com o desenvolvimento da comunidade”, anunciou o presidente da Uniprime Pioneira, Orley Campagnolo, no ato inaugural, realizado no dia 17 de novembro.

Força - “Sabemos da força do cooperativismo nesta região e estamos muito felizes com a receptividade que tivemos”, complementou, agradecendo a presença das autoridades locais, como a vice-prefeita Paula Ioris e do ex-governador Germano Rigotto. Ambos enalteceram a presença da Uniprime na cidade e desejaram prosperidade. “Vocês escolheram o lugar certo para iniciar a jornada neste Estado, pois Caxias do Sul é uma cidade com tradição em negócios e com um povo que não teme empreender”, enfatizou Rigotto.

Recepção - A recepção foi feita para poucos convidados e contou com a participação do Quarteto de Cordas da Universidade de Caxias do Sul (UCS), além da benção do Frei Jaime Bettega.

Design e receptividade - Localizada em ponto estratégico da cidade, a agência foi projetada para oferecer segurança e conforto aos usuários. Os espaços de atendimento são abertos e com isso, trazem dinamismo para o relacionamento entre cooperados e colaboradores. “Trazemos o cooperado junto da cooperativa em uma experiência agradável e próspera”, destacou a arquiteta Andrea Silva.

Essência cooperativista - Com a agência em Caxias do Sul, a Uniprime Pioneira, com sede em Toledo e agências em cidades do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina, avança com seu projeto de expansão. Recentemente uma unidade foi inaugurada em Florianópolis e está em andamento a abertura de outra agência em Porto Alegre. A expectativa é alavancar o crescimento do setor de crédito cooperativo e trazer, junto com os espaços, todos os benefícios desse modelo financeiro. “À medida que as cooperativas avançam e crescem, elas levam mais distribuição de renda, mais justiça social, mais transparência aos cooperados e suas comunidades. Além disso, oportunizam a sensação única de pertencer, pois o cooperado também é dono”, afirmou Orley.

Presença - Por meio de oito singulares, a Uniprime está presente em seis estados brasileiros: Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e, agora, Rio Grande do Sul. No total, já são 63 mil cooperados, somando ativos no valor de R$ 6,2 bilhões. (Imprensa Uniprime Pioneira)

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SICREDI: Portfólio de investimentos é ampliado por meio de parceria com gestoras de recursos

sicredi 30 11 2021Com o objetivo de disponibilizar opções de investimentos diversificadas e aderentes ao cenário econômico atual e futuro, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de cinco milhões de associados, firmou parceria com mais três gestoras de recursos. Além das soluções da Asset do Sicredi e Schroeder Investments e SulAmérica Investimentos, agora os associados da instituição contam com novas estratégias de fundos geridos pela Bahia Asset, Ibiúna Investimentos e Vinci Partners.

Portfólio - Os produtos complementam o portfólio de fundos do Sicredi com alternativas de fundos Multimercados (Macro e Long & short) e Ações (Ações Livres e Dividendos) e possuem aderência a perfis de investidores moderados, arrojados, que tenham como objetivo retornos de médio a longo prazo. Gradualmente, outros produtos de investimentos serão incluídos no portfólio, proporcionando ainda mais alternativa aos associados investidores.

Atentos - “Estamos atentos aos mais variados movimentos de mercado e a parceria com gestoras de recursos externas é mais uma iniciativa que nos permitirá atender a necessidade de diversificação de nossos associados investidores, ofertando as melhores soluções para cada perfil de investimento”, explica o gerente de Investimentos do Sicredi, Dionatan Severo.

Mais de R$ 55 bilhões em investimentos - Resultado de sua robustez no modelo de governança, o Sicredi registrou até outubro de 2021 R$ 195 bilhões em ativos e mais de R$ 130 bilhões em depósitos. A Gestora de Recursos (Asset) do Sicredi faz gestão de mais de R$ 55 bilhões em investimentos. A instituição conta com avaliação das principais agências de classificação de risco do mundo, tendo o rating AA (bra) da Fitch e classificação “Forte” para a sua Asset também concedida pela agência. O Sicredi também possui classificação das agências Moody`s (Aa2) e Santard & Poor`s (AAA).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Agência Duque de Caxias, de Londrina, participa da ExpoCond

sicredi uniao 30 11 2021A agência Duque de Caxias Sicredi União PR/SP, em Londrina (PR), foi a única instituição financeira a prestigiar a ExpoCond – Feira voltada para condomínios realizada no Shopping Aurora. O evento reuniu dezenas de empresas fornecedoras de serviços para condomínios.

Oportunidade de novos negócios - Para o gerente da agência, Thiago Andrez dos Santos Souza, a ExpoCond foi uma excelente oportunidade para fomentar negócios e prospectar novos associados. “Gostamos bastante do formato do evento e consideramos muito positiva nossa participação. Conseguimos firmar novos relacionamentos e prospectar negócios”, disse. A cooperativa divulgou, na feira, vários serviços que vão ao encontro das necessidades dos condomínios, como o boleto de cobrança e investimentos. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

UNIMED CURITIBA: Surdez é uma doença e seu tratamento ajuda a restabelecer capacidade de ouvir

Mais do que uma limitação ou condição, a surdez atualmente é vista – e tratada – de uma forma muito diferente de antigamente. Até porque, ela é uma das alterações genéticas mais comuns do ser humano, e desde o nascimento. Segundo Rodrigo Guimarães Pereira, médico cooperado da Unimed Curitiba especialista em otorrinolaringologia, ocorre 1 caso de surdez a cada mil nascidos, o que faz ela ser extremamente comum. “Hoje não se indica mais uma simples adaptação ao paciente, como se a surdez fosse uma condição. A surdez é uma doença auditiva que tem tratamento e diversas características. A adaptação a uma vida sem audição era o foco no passado. Hoje em dia não mais e o foco dos tratamentos é ajudar o paciente a reestabelecer a capacidade de ouvir e até mesmo reverter o tipo da surdez”.

Saúde auditiva - Embora o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez – marcado no início de novembro (10/11) – já tenha passado, falar sobre a saúde auditiva não deve se restringir somente a essa época. Até porque, segundo o primeiro Relatório Mundial sobre Audição da Organização Mundial da Saúde (OMS), lançado em março desse ano, destaca que cerca de 60% dos casos previstos de perdas auditivas nos próximos 30 anos (até 2050) podem ser evitados com prevenção e tratamento. Outro ponto, segundo o especialista, é a importância fundamental da quebra de tabus e preconceitos que ainda persistem e devem ser derrubados: “A surdez deve ser mais falada, melhor discutida para alertar quais atitudes geram perdas. Precisamos aprender a preservar o sistema auditivo, não se expor a excessos de estímulos acústicos intensos, cuidar com uso de fones de ouvido e aparelhos de amplificação em volume excessivos que podem, eventualmente, gerar uma perda que terá que ser reabilitada no futuro”.

Estigma - Para o otorrinolaringologista a surdez ainda sofre com o estigma de ter sido chamada de deficiência por muitos anos, diferente da perda visual, por exemplo. “Qual a diferença entre usar óculos e usar aparelho auditivo? Ambos são próteses não implantáveis. Pessoas surdas convivem utilizando meios de reabilitação da sua surdez da mesma maneira que pessoas com alterações da capacidade de visão convivem quando utilizam meios de reabilitação para a visão. Muita gente ainda acha que o surdo é necessariamente surdo-mudo, pressupondo dificuldade de falar e de se adaptar ao meio. Mas a verdade é que o diagnóstico precoce de surdez, especialmente para as crianças (mas não só para elas), permite ganho de linguagem, reabilitação adequada e um desenvolvimento do ponto de vista de adaptação social e de convívio”, garante.

Como descobrir se há alguma perda na audição? - De acordo com o médico, a surdez tem sinais. Então além das medidas de prevenção, durante o desenvolvimento da criança (e depois durante a vida adulta) é importante a atenção cuidadosa dos pais, professores, cuidadores, médicos e de todos do convívio nos sinais de que a pessoa não escuta. O especialista conta que “desde o recém-nascido existem sinais característicos. São crianças que não reagem aos sons de maneira usual, não se assustam com sons intensos, não prestam atenção em atividades sonoras e nem têm interesse em estímulos sonoros, músicas. Crianças que têm atraso no seu desenvolvimento de linguagem usual e não emitem nenhum fonema já com 1 ano de idade. Esses são sinais de que a surdez pode estar presente e precisam de avaliação profissional. Isso deve ser visto por todas as pessoas envolvidas nos cuidados das crianças e não só pelos pais”, alerta.

Medidas - Muitas medidas são tomadas para esse acompanhamento e há diferentes exames que ajudam no diagnóstico da surdez, especialmente na infância. Desde 2010, por exemplo, há um protocolo de triagem auditiva no Brasil, em forma de lei. Chama triagem auditiva neonatal e todas as crianças que nascem devem passar por ela na maternidade, ou até o primeiro mês de vida. E há outros exames que dependem da faixa etária a ser avaliada. Existem audiometrias chamadas comportamentais que medem a reação da criança ao estímulo sonoro com instrumentos tabulados para isso. E há a audiometria condicionada infantil em que se submete a criança a uma brincadeira ou reforço visual para que ela consiga entender qual estímulo está recebendo e se consegue percebê-lo na audição. Quando a criança está em idade pré-escolar ou escolar já consegue fazer o mesmo exame feito por adultos que é a audiometria tonal limiar. Tal exame, através de tons puros, vai apresentando diversos tipos de sons em fones de ouvido, em uma e na outra orelha, medindo a capacidade da pessoa de ouvir.

Tratamento - Para obter qualidade de vida Rodrigo Guimarães Pereira destaca a importância de diagnosticar a causa da perda auditiva. “Na verdade, quando há diagnóstico de surdez, entendemos que a adaptação à existência da surdez é um tratamento. Inclusive existem tratamentos de reversão da surdez quando há um diagnóstico possível de tratamento. Por exemplo, uma surdez de origem autoimune é causada por um ataque do sistema de defesa frente aos órgãos auditivos (entendendo que eles são agressores). E o sistema de defesa pode ser freiado com medicamentos autoimunes que diminuem a reatividade e o processo inflamatório gerado, levando a reverter parte ou até completamente a perda”, exemplifica.

Perdas temporárias - O médico cooperado da Unimed Curitiba lembra também que existem casos de perda auditiva que são temporários como aqueles por processos inflamatórios na orelha média, com acúmulos de secreção. Eles ocorrem muito em crianças e são tratados normalmente com medicamentos, às vezes com cirurgia. “E há casos de doenças auditivas que geram perda, mas podem ter reversão com uso de medicamento ou com tratamento cirúrgico. Perfurações timpânicas, se tratadas cirurgicamente, podem reestabelecer a audição à normalidade”. Ele esclarece que sempre depende qual o tipo de perda auditiva para entender qual o tratamento possível para aquela perda.

Cuidados desde a infância e o vilão dos ouvidos - Sim, todo o sistema auditivo exige atenção, desde a infância, para prevenir impactos na audição. Afinal há graus de perda auditiva que podem surgir ao longo da vida. O especialista recomenda cuidar, principalmente, com os traumas físicos que são batidas e objetos inseridos no conduto auditivo e que podem, eventualmente, machucar as membranas timpânicas. E com os traumas acústicos, segundo ele os mais importantes, como exposições excessivas a ruídos intensos.

Traumas - O que pode levar a traumas, principalmente, é uma ação direta de um objeto ou uma pressão excessiva no ouvido. Por exemplo: uma queda que leva a bater a orelha em uma superfície lisa, ou bater na superfície da água, ou ainda tomar um tapa na orelha, ações que resultam em uma pressão de ar excessiva que pode romper o tímpano. Um rompimento faz com que se perca parcialmente a audição. Outras formas de traumas podem gerar surdez como fraturas na base do crânio. São batidas na parte lateral – no osso mastoide que fica na região atrás da orelha – que podem englobar o órgão interno da orelha chamado cóclea. Um rompimento nessa região pode gerar uma surdez profunda e, usualmente, irreversível, de acordo com o médico.

Vilão - Além desses cuidados básicos de prevenção, tem um vilão pequenino, de fácil alcance, mas perigoso. Rodrigo Guimarães Pereira conta que há riscos no uso das hastes de algodão porque elas não são indicadas para limpeza da orelha. O motivo? “Elas são produzidas de uma maneira que, anatomicamente, vai contra o fluxo natural do cerume da orelha que é produzido no terço externo do canal. O excesso de cerume normalmente se deposita na parte externa, aquela mais larga da orelha que alcançamos com o dedo”.

Maneira correta - Então, na dúvida, o otorrino diz que a maneira correta de limpar os ouvidos e orelhas é com papel higiênico e com o dedo, limpando todas as circunvoluções do pavilhão auricular (parte externa da orelha) até onde o dedo médio alcança. “Para dentro do conduto não há necessidade de nenhuma limpeza. Não existe risco em não limpar, o risco está em limpar excessivamente a cera. Isso pode machucar a pele com o uso das hastes e eliminar muito a cera que é um fator de proteção da pele. Há casos de poucas pessoas, uma minoria, que produzem cerume em excesso e precisam, eventualmente, removê-lo em consultório médico. Porém, mesmo elas não devem tentar tirar o cerume em casa sozinhas”, orienta.

Causas de perda auditiva - A faixa etária não é um fator relevante para a surdez. O otorrino explica que é mais comum o desenvolvimento da surdez na terceira idade, a partir dos 65 anos, uma prevalência grande por conta do envelhecimento do sistema auditivo, além dos fatores genéticos. Porém, perdas auditivas são muito frequentes nas crianças também e, por isso, médicos e pacientes devem ser vigilantes em todas as faixas etárias na avaliação sequencial, na observação dos fatores sintomáticos e na investigação quando existe algum sintoma sugestivo.

Fatores - Existem inúmeros fatores que podem levar à surdez ou ao desenvolvimento de perda auditiva. Os mais comuns são genéticos. Porém, na maior parte das vezes, a origem genética não é direta (herança autossômica dominante – histórico familiar) e sim indireta (herança autossômica recessiva – sem histórico familiar). “Ou seja, existe o gene sendo carregado na família do pai e o gene sendo carregado na família da mãe. Até que esses genes se coincidem no mesmo indivíduo. E outros fatores que podem causar perda auditiva progressivamente são síndromes genéticas que se desenvolvem de maneira diferente ao longo do tempo, alterações e doenças autoimunes, doenças renais crônicas, processos infecciosos recorrentes ou crônicos, infecções intraútero (podem gerar surdez progressiva e tardia na criança) e infecções intracranianas como meningite (podem gerar surdez como efeito secundário). Além das lesões traumáticas”, conclui. (Imprensa Unimed Curitiba)

FOTOS: Freepik

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AGRONEGÓCIO: Contrato baseado em soja brasileira já está disponível

agronegocio 30 11 2021Desde essa segunda-feira (29/11), está à disposição do agronegócio brasileiro o Futuro de Soja Brasil, um contrato que tem como referência o preço de exportação no Porto de Santos e liquidação financeira calculada em dólares por tonelada pelo índice S&P Global Platts. O investidor que operar o produto terá mais transparência no processo de negociação e precificação, além de um preço aderente a realidade brasileira.

Desenvolvimento - De acordo com a B3, a bolsa de valores de São Paulo, o Futuro de Soja Brasil foi desenvolvido em parceria com a bolsa de Chicago, CME Group, e tem como foco um mecanismo de proteção mais seguro, baseado no preço da soja brasileira e negociado em duas bolsas que são líderes mundiais. Além do contrato futuro, também estão sendo listadas as opções de compra e de venda sobre o futuro de soja Brasil.

Hedge - “Até agora, para fazer hedge [estratégia de investimento] dos grãos negociados era preciso recorrer à bolsa de Chicago. A correção entre os preços da soja brasileira e americana sempre foi grande, porém nos últimos anos houve um descolamento, o que dificultou bastante a vida dos agentes da cadeia produtiva brasileira”, disse o superintendente de Commodities da B3, Louis Gourbin.

Referência mundial - De acordo com Gourbin, o agronegócio brasileiro é uma referência mundial, o que gera a necessidade de que os produtos reflitam isso. “O novo derivativo chega para atender essa necessidade e ser uma ferramenta de gestão de risco de preço Brasil. Além disso, é de fácil acesso para os participantes nacionais, só precisa ter uma conta em uma corretora para negociar o novo contrato na B3”, explicou.

Acordo - Segundo a B3, o acordo para criação do Futuro de Soja Brasil foi firmado entre as duas bolsas em 2020. O lançamento pela B3 ocorreu depois da aprovação dos órgãos reguladores brasileiros, no final de agosto, sendo parte da cooperação técnica mantida pelos dois grupos desde 2007. Essa cooperação técnica prevê o desenvolvimento de serviços de tecnologia e contratos futuros de soja negociados nas duas bolsas, conectando os participantes globais desse mercado ao setor agrícola brasileiro.

Conexão - “Essa conexão é importante pois traz o mundo para o Brasil e o Brasil para o mundo. O mercado de soja é internacional, mas possui dinâmicas de produção e comercialização distintas por geografia, o que traz a necessidade de novos produtos regionais. A parceria B3 e CME demostra a nossa capacidade a proporcionar novos produtos eficazes e adaptados às demandas dos nossos clientes”, afirmou Gourbin.

Maior produtor mundial - De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil é o maior produtor e exportador de soja do mundo, com 134 milhões de toneladas de grãos colhidas em 2021. (Agência Brasil)

FOTO: Rayon Alves / Agência Ana

 

INFRAESTRUTURA: Governador autoriza R$ 10 milhões para pavimentação de estradas rurais em oito municípios

infraestrutura 30 11 2021O governador Carlos Massa Ratinho Junior liberou, nessa segunda-feira (29/11), R$ 10,08 milhões em recursos do Estado para a pavimentação de estradas rurais em oito municípios paranaenses. O investimento faz parte do programa Estradas Rurais, coordenado pela Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), que promove a pavimentação das vias para aumentar a competitividade da agroindústria e melhorar a qualidade de vida na região.

Vias - “Nosso programa de estradas rurais pavimentadas já liberou recursos para atender mais de 600 quilômetros de vias em todo o Paraná. São estradas que vão ligar cidades a distritos, atender a agricultura familiar, facilitar o escoamento e fomentar o turismo, que vem crescendo e gerando emprego em todo o Estado”, afirmou o governador durante evento ao lado de prefeitos no Palácio Iguaçu.

Novos convênios - Os novos convênios abarcam 27,9 quilômetros de estradas rurais, que serão pavimentadas com pedras irregulares ou blocos sextavados a depender de qual for a melhor solução técnica de acordo com cada localidade. Foram beneficiados os municípios de Atalaia, Porto Rico (Noroeste), Boa Esperança (Centro-Sul), Borrazópolis (Vale do Ivaí), Jaguariaíva (Campos Gerais), Lindoeste, (Norte), Turvo (Centro) e Coronel Domingos Soares (Sudoeste).

Total - Com estas assinaturas, o governo estadual soma 167 convênios assinados somente neste ano, beneficiando mais de 150 municípios em todas as regiões do Estado. Juntos, são já 633,46 quilômetros pavimentados e R$ 197,5 milhões em recursos aplicados pela Seab. Na quarta-feira (1º), novos recursos do programa serão liberados para mais oito municípios: Flórida, Paranavaí, Marilena, São Pedro do Paraná, Serranópolis do Iguaçu, Nova Santa Bárbara, Santo Inácio e São Sebastião da Amoreira.

Escoamento e turismo - O secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, ressalta que o programa privilegia dois importantes pontos relacionados à agricultura e infraestrutura. O primeiro é facilitar o escoamento da produção e transporte de insumos — o que melhora a renda do agricultor e a sua trafegabilidade. O segundo é um outro aspecto que tem ganhado força no Interior do Estado com o fim da pandemia: o turismo.

Atrativos - “Vários desses municípios de hoje — como Porto Rico, Jaguariaíva, Lindoeste, Coronel Domingos Soares — têm atrativos na área turística. As obras hoje autorizadas têm esse apelo: contribuir para a maior eficácia da agricultura e maior facilidade em receber turistas. Quando você encontra uma boa estrutura e uma boa acolhida, as pessoas são convidadas a voltarem para apreciar e usufruir desses ambientes”, explicou Ortigara.

Fomento - Coronel Domingos Soares é um dos municípios que pretende fomentar o turismo de natureza com a nova obra. Serão sete quilômetros de pavimentação no trecho que liga a Serra Alagados a Iaras.

Importante - “Esse investimento é muito importante para fomentar o turismo no nosso município. É uma região em que temos alagados e muitas cachoeiras. Como esse trecho é extenso e muito sinuoso, quando chove fica mais difícil fazer esse percurso. A pavimentação de pedras irregulares vai ser fundamental para facilitar o transporte do pessoal que visita o local”, explicou o prefeito de Coronel Domingos Soares, Jandir Bandiera.

Borrazópolis - Já o município de Borrazópolis terá quatro quilômetros pavimentados na região do bairro Fogueira. O prefeito Dalton Fernandes Moreira explica que o investimento vai melhorar não só a vida da população local como facilitar o turismo religioso que o município recebe.

Produção - "Temos ali produção de milho e de soja, granjas de frango e outros produtores que têm agroindústria. Mas, além disso, nós estamos fomentando o turismo. Já temos a Caminhada Internacional na Natureza, que reunia cinco mil pessoas antes da pandemia. Agora, começamos a incentivar o turismo religioso através do caminho de Jesus das Santas Chagas", reforça.

Presenças - Compareceram ao evento o vice-governador, Darci Piana; o secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva; o secretário estadual de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes; o secretário estadual de Administração e Previdência, Marcel Micheletto; os deputados estaduais Artagão Junior, Cristina Silvestri, Dr. Batista e Luiz Claudio Romanelli; os prefeitos de Boa Esperança, Joel Buscariol; de Jaguariaíva, Alcione Lemos; de Lindoeste, Silvio Santana; de Turvo, Jerônimo Gadens do Rosario, e de Porto Rico, Alvaro de Freitas Netto. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego recua para 12,6% no terceiro trimestre e atinge 13,5 milhões de pessoas

pnad 30 11 2021A taxa de desocupação recuou para 12,6% no terceiro trimestre deste ano, uma redução de 1,6 ponto percentual frente ao segundo trimestre. Com isso, o número de pessoas em busca de emprego no país caiu para 13,5 milhões (-9,3%). Já os ocupados chegaram a 93,0 milhões, com crescimento de 4,0%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta terça-feira (30/11) pelo IBGE.

Crescimento - “No terceiro trimestre, houve um processo significativo de crescimento da ocupação, permitindo, inclusive, a redução da população desocupada, que busca trabalho, como também da própria população que estava fora da força de trabalho”, diz a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy. A população fora da força de trabalho é o contingente daqueles que não estão ocupados nem buscando emprego.

Percentual - Com o crescimento no número de ocupados, o nível da ocupação, percentual de pessoas em idade de trabalhar que estão no mercado de trabalho, chegou a 54,1%. No trimestre passado, esse percentual foi de 52,1%.

Informalidade - Beringuy destaca que a informalidade responde por 54% do crescimento da ocupação. Entre as categorias de emprego que mais cresceram frente ao trimestre anterior estão os empregados do setor privado sem carteira assinada (10,2%), que somaram 11,7 milhões de pessoas. No mesmo período, o número de trabalhadores domésticos chegou a 5,4 milhões, aumento de 9,2%, o maior desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. Se considerados apenas os trabalhadores sem carteira, houve aumento de 10,8%, o que representa 396 mil pessoas a mais.

Recuperação - “É um processo de recuperação que já vinha ocorrendo a partir de junho. A categoria dos empregados domésticos foi a mais afetada na ocupação no ano passado e, nos últimos meses, há uma expansão importante. Embora haja essa recuperação nos últimos trimestres da pesquisa, o contingente atual desses trabalhadores é inferior ao período pré-pandemia”, afirma. No primeiro trimestre do ano passado, 6,0 milhões de pessoas eram trabalhadores domésticos.

Por conta própria - Também houve crescimento no contingente de trabalhadores por conta própria (3,3%). São 25,5 milhões de pessoas nessa categoria, o maior número desde o início da série histórica da pesquisa. Esse contingente inclui os trabalhadores que não têm CNPJ, que cresceram 1,9% frente ao último trimestre. Com isso, a taxa de informalidade chegou a 40,6% da população. São 38 milhões de trabalhadores nessa situação.

Atividades - O aumento na ocupação também está relacionado principalmente às atividades de comércio (7,5%), com 1,2 milhão de trabalhadores a mais, indústria (6,3%, ou 721 mil pessoas), construção (7,3%, ou 486 mil pessoas) e serviços domésticos (8,9%, com adição de 444 mil pessoas).

Rendimento - Apesar do avanço no número de pessoas ocupadas, o rendimento real habitual foi de R$2.459, queda de 4,0% frente ao último trimestre e de 11,1% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. Já a massa de rendimento (R$223,5 bilhões) ficou estável nas duas comparações. De acordo com Beringuy, esses números indicam que o aumento da ocupação foi puxado por postos de trabalho com salários menores. “Há um crescimento em ocupações com menores rendimentos e também há perda do poder de compra devido ao avanço da inflação”, diz.

Queda na ocupação atinge todas as regiões - A queda na taxa de desocupação do país (-1,6 p.p.) foi disseminada por todas as regiões. No Sudeste, região que mantém o maior número de pessoas desempregadas (6,3 milhões), a taxa passou de 14,6%, no segundo trimestre, para 13,1%. Já no Nordeste, o indicador caiu de 18,3 para 16,4%. Apesar do recuo, a região permanece tendo a maior taxa de desocupação do país.

Maneira disseminada - “Essa queda na desocupação no nível nacional também está sendo observada regionalmente em vários estados. Isso indica que há um processo de recuperação de trabalho que ocorre de maneira disseminada no país”, destaca Beringuy.

Estabilidade - Embora tenha a maior taxa de desocupação do país (18,7%), a Bahia apresentou estabilidade nesse indicador e no número de pessoas que estão buscando por uma vaga no mercado de trabalho (1,3 milhão). Já o número de ocupados do estado cresceu 6,5%, puxado, principalmente, pelo aumento de trabalhadores domésticos (18,3%) e por contra própria (12,3%). Maiores taxas - Depois da Bahia, as maiores taxas de desocupação foram registradas por Amapá (17,5%) e Rio Grande do Norte (14,5%).

Ocupados - Com o avanço de 4,0% no terceiro trimestre, a população ocupada do país chegou a 93 milhões e era composta por 66,4% de empregados, 4,1% de empregadores, 2,1% de trabalhadores familiares auxiliares e 27,4% de pessoas que trabalhavam por conta própria. Esse último percentual foi maior no Norte (34,5%) e no Nordeste (31,1 Dos 17 estados que tiveram taxas de informalidade maiores que a nacional, 16 são do Norte e do Nordeste. A maior foi do Pará (62,2%).

Característica - “Essas regiões, de maneira geral, têm um percentual grande desse tipo de trabalho. A informalidade é maior nessas duas regiões. E esse perfil de trabalhador está contribuindo para a recuperação do trabalho local. Parte importante do trabalho nessas duas regiões é atribuída aos trabalhadores informais, que tem nos trabalhadores por conta própria um contingente importante”, explica a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Nível de ocupação é menor entre pretos e pardos do que entre brancos - A taxa de desocupação das pessoas brancas (10,3%) ficou abaixo da média nacional, enquanto a dos pretos (15,8%) e dos pardos (14,2%) ficou acima. Todos tiveram queda frente ao último trimestre. Na população fora da força de trabalho, os pardos representavam 46,8%, seguidos pelos brancos (43,1%) e pelos pretos (8,9%). Na comparação com o segundo trimestre, essa participação dos pardos diminuiu e a dos brancos e pretos aumentou.

Taxa de desocupação por cor ou raça (%) - O nível da ocupação também aumentou para as pessoas brancas, pretas e pardas. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, os brancos passaram de 51,4% para 55,8%, os pardos, de 46,7 a 52,1% e os pretos, de 49,0% a 55,6%.

Excepcionalidade na coleta durante a pandemia motiva alterações na série - A PNAD Contínua divulgada hoje pelo IBGE inicia uma nova série, reponderada por conta da mudança na forma de coleta da pesquisa durante a pandemia da Covid-19. Com a implementação das medidas de isolamento social em março de 2020, a coleta foi feita de maneira remota, excepcionalmente por telefone. “A nova reponderação busca mitigar possíveis vieses de disponibilidade em grupos populacionais, intensificados pela queda da taxa de aproveitamento das entrevistas”, explica Adriana Beringuy.

Notas - As notas técnicas que detalham as mudanças foram publicadas no último dia 19 e podem ser acessadas clicando aqui. A Nota técnica 04/2021 comunica os aspectos metodológicos e operacionais do novo método de calibração da pesquisa enquanto a Nota técnica 05/2021 aborda o uso da 1ª visita em 2012-2019 e da 5ª visita em 2020 no cálculo do Rendimento de todas as fontes. Por fim, a Nota técnica 06/2021 informa sobre os indicadores mensais e trimestrais divulgados e a forma de sua disponibilização.

Mais sobre a pesquisa - A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

Por telefone - Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone desde 17 de março de 2020. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Helena Pontes / Agência IBGE Notícias

 

CONTAS PÚBLICAS: Governo Central tem superávit primário de R$ 28,2 bilhões em outubro

contas publicas 30 11 2021O resultado primário do Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – foi superavitário em R$ 28,2 bilhões em outubro, superando de maneira expressiva a mediana das expectativas do Prisma Fiscal do Ministério da Economia, que indicava um superávit para o mês de R$ 10,1 bilhões. Em outubro do ano passado foi registrado um déficit primário de R$ 3,4 bilhões. As informações constam do relatório do Resultado do Tesouro Nacional (RTN) de outubro, divulgado nessa segunda-feira (29/11) durante entrevista coletiva na qual foi apresentado também o Relatório de Projeções da Dívida Pública (RPDP).

Acumulado do ano - No acumulado do ano, até outubro, houve déficit de R$ 53,4 bilhões, frente a um déficit de R$ 680,9 bilhões no mesmo período em 2020. O RTN destaca que esse resultado foi influenciado pela evolução da arrecadação e pela focalização dos gastos em resposta à crise Covid-19.

Previdência Social - Até outubro, a Previdência Social (RGPS) registrou déficit de R$ 252,0 bilhões, enquanto o Tesouro Nacional e o Banco Central apresentaram superávit de R$ 196,6 bilhões. O resultado primário do Governo Central acumulado em 12 meses (até outubro de 2021) foi um déficit de R$ 123,2 bilhões, equivalente a 1,4% do PIB.

Receita e despesa - A receita total apresentou em outubro uma elevação, em termos reais, de R$ 12,8 bilhões (7,6%) em comparação a outubro de 2020. Essa variação, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, decorreu do efeito conjunto de aumento de R$ 8 bilhões na receita administrada pela Receita Federal do Brasil (RFB), diminuição de R$ 7,6 bilhões na arrecadação líquida para o RGPS e elevação de R$ 12,4 bilhões nas receitas não administradas. A receita líquida apresentou crescimento de R$ 8,7 bilhões.

Receita total - No acumulado até outubro, a receita total apresentou elevação de R$ 308,1 bilhões (23,5%) em termos reais em comparação ao mesmo período de 2020, resultado da elevação de R$ 209,7 bilhões na receita administrada pela RFB, aumento de R$ 70,6 bilhões nas receitas não administradas e de R$ 27,7 bilhões na arrecadação líquida para o RGPS. A receita líquida apresentou elevação de R$ 250,3 bilhões (23,2%) em termos reais em comparação ao acumulado até outubro de 2020.

Despesa total - A despesa total de outubro de 2021, contra outubro de 2020, apresentou queda de R$ 23,3 bilhões (15,4%) em termos reais, variação determinada principalmente por - R$ 22,8 bilhões em créditos extraordinários, - R$ 4,0 bilhões em apoio financeiro para estados e municípios e + R$ 6,8 bilhões em subsídios, subvenções e Proagro.

Redução - No acumulado até outubro, em comparação ao mesmo período de 2020, a despesa total teve redução de R$ 461,7 bilhões (25%) em termos reais. As principais variações foram as seguintes: créditos extraordinários (-R$ 309,2 bilhões); apoio financeiro a estados e municípios (- R$ 87,8 bilhões); subsídios, subvenções e Proagro (- R$ 20,3 bi); abono salarial e seguro desemprego (- R$ 16,5 bi); pessoal e encargos sociais (-R$ 13,6 bilhões); e benefícios previdenciários (- R$ 4,8 bi). Essas variações – destaca o RTN – foram influenciadas diretamente pela redução nas despesas realizadas em decorrência da Covid-19.

Relatório de Projeções da Dívida Pública - A Dívida Pública do Governo Geral deve fechar 2021 com uma queda superior a 8% do PIB em relação a 2020, “o que mostra reversão importante do aumento registrado no ano anterior em decorrência da queda de arrecadação e das medidas fiscais de enfrentamento à pandemia da Covid-19. De 2022 em diante, espera-se uma redução gradual nesse indicador, que atingiria um patamar de 76,6% do PIB em 2030”.

Relatório - As previsões fazem parte do Relatório de Projeções da Dívida Pública, publicação que acompanha, em novembro, a divulgação do Resultado do Tesouro Nacional. Com periodicidade semestral, o relatório traz projeções para a trajetória do endividamento público até 2030, considerando a Dívida Pública do Governo Geral (DBGG) e a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP). O documento também apresenta simulações de impacto resultantes de alterações na evolução de três variáveis de grande impacto nos indicadores de dívida: PIB, resultado primário e juros. Fazem parte do RPDP, ainda, estimativas do esforço fiscal necessário, medido em termos de resultado primário. (Ministério da Economia)

FOTO: Palácio do Planalto

 

LEGISLATIVO: Em votação apertada, senadores confirmam regulamentação das emendas de relator

legislativo 30-11 2021Em continuação à sessão do Congresso Nacional dessa segunda-feira (29/11), os senadores aprovaram, por 34 votos a favor e 32 contra, o Projeto de Resolução que altera as regras das emendas de relator no Orçamento (emendas RP9), limitando o volume de recursos e obrigando a identificação dos autores. O PRN 4/2021 segue agora para promulgação. Antes, os deputados federais aprovaram o projeto por ampla maioria.

Promulgação - A matéria segue para promulgação na forma do texto substitutivo, apresentado pelo relator no Congresso, o senador Marcelo Castro (MDB-PI). Ele rejeitou todas as 22 emendas apresentadas. Castro disse que as emendas de relator-geral no Orçamento sempre existiram, mas que considera excessivo o volume de recursos dos últimos anos.

Transparência - Ele afirmou que seu substitutivo dará "transparência absoluta” para essas emendas a partir de agora, e limitará o valor delas. O senador explicou que o projeto de resolução busca dar cumprimento à liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido dos partidos Cidadania, PSOL e PSB, sobre o chamado “orçamento secreto”.

Orçamento secreto - “O orçamento secreto não existe. O orçamento é acessível a todos. A execução orçamentária é que não estava sendo contemplada, essa parte de quem havia solicitado. (...) o Supremo Tribunal Federal, eu entendo que em boa hora, cobrou desta Casa a transparência total desses recursos de RP9, o que eu acho que foi um ganho, e interpreto isso como sendo assim um freio de arrumação que deu o STF, fazendo com que, daqui para a frente, o Congresso Nacional possa identificar de maneira clara, insofismável, quem foi o solicitante daquele recurso. (...) Nós estamos atendendo 100% à decisão do Supremo Tribunal Federal”, garantiu Marcelo Castro.

2022 - O substitutivo apresentado pelo relator determina que as mudanças só valerão para o Orçamento de 2022, ou seja, não abrangem as emendas de 2020 e 2021. "O passado não está na Resolução. A Resolução não tem poder para isso", ponderou Castro. O relator observou que ato conjunto das Mesas da Câmara e do Senado já decidiu, na sexta-feira (26/11), ser impossível estabelecer retroativamente um procedimento para registro das emendas.

Origem - O PRN 4/2021 teve origem nesse documento, o Ato Conjunto das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal 1/2021, publicado para “dar cumprimento à decisão judicial e garantir maior publicidade e transparência à execução orçamentária das despesas classificadas com o indicador de Resultado Primário (RP) 9 (despesa discricionária decorrente de emenda de relator-geral) das Leis Orçamentárias Anuais de 2020 e 2021”. O ato também publicou mais de 600 páginas com emendas RP9 desses anos, sem indicação dos solicitantes.

Risco - O ato das Mesas informa que há “risco grave, iminente e irreparável, decorrente da não execução orçamentária” dessas emendas até o fim de 2021. Castro alertou para a ameaça de paralisação de obras por causa da decisão do STF. Neste ano, foram empenhados R$ 9,3 bilhões em emendas de relator, sendo que quase a metade foi para Saúde. Além disso, R$ 7,6 bilhões de emendas ainda não foram empenhados. As autoridades responsáveis têm até sexta-feira (03/12) para indicar os montantes dos cronogramas de pagamento que serão utilizados ainda neste ano.

Indicações - O texto aprovado permite ao relator-geral “realizar indicações para execução das programações” oriundas de solicitações recebidas “de parlamentares, de agentes públicos ou da sociedade civil”. Solicitações e indicações terão que ser publicadas individualmente “e disponibilizadas em relatório em sítio eletrônico pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e encaminhadas ao Poder Executivo”.

Dados - A CMO já publicou dados relativos a 2020 e 2021. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), enviaram petição ao STF solicitando o restabelecimento dessas emendas na execução do Orçamento. A relatora no tribunal é a ministra Rosa Weber.

Identificação - Os senadores Alvaro Dias (Podemos-PR), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Lasier Martins (Podemos-RS), Reguffe (Podemos-DF), José Aníbal (PSDB-SP), Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), Jean Paul Prates (PT-RN), Cid Gomes (PDT-CE), criticaram a proposta por entenderem que os solicitantes de emendas RP9 em 2020 e 2021 também precisam ser identificados. Reclamaram, ainda, que há muitos vetos presidenciais pendentes de apreciação pelo Congresso e que eles teriam prioridade de votação.

STF - Diversos parlamentares afirmaram que vão recorrer ao STF contra a aprovação da resolução. (Agência Senado)

Clique aqui para ler a matéria na íntegra

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil tem 22 milhões de casos e 614,3 mil mortes

O balanço divulgado nessa segunda-feira (29/11) pelo Ministério da Saúde registra 3.843 novos diagnósticos de covid-19 no Brasil em 24 horas. O dado eleva para 22.084.749 o total de pessoas infectadas pela doença desde o início da pandemia no país. No domingo (28/11), o painel indicava 22.080.906 casos acumulados.

Mortes - As mortes pelo novo coronavírus no Brasil somam 614.376. Em 24 horas, autoridades sanitárias notificaram 98 novos óbitos. No domingo (28/11), o painel de informação marcava 614.278 mortes acumuladas.

Acompanhamento - O balanço aponta ainda 166.258 pacientes em acompanhamento e 21.304.115 pessoas recuperadas da doença.

Estados - Os estados com mais mortes por covid são: São Paulo (154.006), Rio de Janeiro (69.027), Minas Gerais (56.164), Paraná (40.785) e Rio Grande do Sul (36.083). Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.846), Amapá (2.003), Roraima (2.050), Tocantins (3.917) e Sergipe (6.043).

Vacinação - O painel nacional de vacinação do Ministério da Saúde segue desatualizado desde quinta-feira (25), quando registrava 306.982.366 doses de imunizantes aplicadas em todo o Brasil, com 364.177.468 doses distribuídas entre todos os estados e o Distrito Federal. A Agência Brasil solicitou os números atualizados da vacinação ao Ministério da Saúde, mas não obteve retorno até a publicação da reportagem. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 30 11 2021

SAÚDE II: Paraná registra 641 novos casos de Covid-19 e 13 óbitos

saude II 30 11 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa segunda-feira (29/11) mais 641 casos e 13 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.572.312 casos e 40.563 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (283), outubro (56), setembro (59), agosto (50), julho (66), junho (48), junho (76) e maio (69) de 2021. Os óbitos são de novembro (11), setembro (1) e junho (1) de 2021.

Internados -164 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 104 em leitos SUS (59 em UTIs e 45 em clínicos/enfermarias) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTIs e 26 em clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 783 pacientes internados, 456 em leitos de UTI e 327 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 13 pacientes. São quatro mulheres e nove homens, com idades que variam de 23 a 86 anos. Os óbitos ocorreram entre 24 de junho e 29 de novembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em União da Vitória (2), Colorado (2), Três Barras do Paraná, Rondon, Marialva, Jandaia do Sul, Curitiba, Cascavel, Bom Jesus do Sul, Arapongas e Andirá.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde soma 6.246 casos de não residentes no Estado – 222 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja AQUI os ajustes (exclusões e correções de municípios).

 


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