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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5208 | 01 de Dezembro de 2021

ENCONTRO ESTADUAL: Sistema Ocepar vai homenagear lideranças do cooperativismo e do BRDE

O Sistema Ocepar vai homenagear o cooperativista Frans Borg e lideranças do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) durante o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, em reconhecimento à contribuição deles para o desenvolvimento do cooperativismo.

Celebração - O evento ocorrerá de forma on-line, na sexta-feira (03/12), das 9h às 11h. Realizado tradicionalmente para celebrar as conquistas obtidas pelo cooperativismo ao longo do ano, desta vez traz uma novidade: a parceria com o BRDE. A ideia é comemorar duas datas importantes para as instituições: os 50 anos da Ocepar e os 60 anos do BRDE, completados em 2021.

Presenças - O Encontro contará com as presenças do vice-governador, Darci Piana, do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e dos presidentes do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e do BRDE, Wilson Bley, além de diretores das duas entidades.

Entrevista e palestra - Também será apresentada uma entrevista com o diretor de Crédito para Micros, Pequenas e Médias Empresas e Cooperativas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Sociasl (BNDES), Bruno Laskowsky. O evento encerra com palestra ministrada pelo doutor em Economia, professor e autor de vários livros, Eduardo Giannetti da Fonseca.

Transmissão ao vivo - A programação poderá ser acompanhada ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, canal do BRDE no Youtube e pela TV Paraná Turismo, do governo do Estado. A programação da TV Paraná Turismo está presente em todo território brasileiro por meio do satélite C2 da Star One, que possui aproximadamente 20 milhões de antenas apontadas. Para recepção do canal digital SD via satélite, é necessário configurar o decoder com os seguintes parâmetros: Frequência: 3985 MHz; Taxa de Símbolos: 2170 MSps; Polarização: Vertical A TV Paraná Turismo está presente nas operadoras de TV a Cabo, NET/Claro para a localidade de Curitiba e região metropolitana em SD no Canal 9 e HD no Canal 509, na operadora Vivo, para Curitiba e região metropolitana em HD no Canal 513.

 

encontro estadual folder 29 11 2021

COMUNICA COOP: Comunicação online assertiva e pesquisa de imagem são temas de fórum

Na semana que vem, os profissionais de Comunicação e Marketing das cooperativas do Paraná têm um encontro marcado para tratar de dois assuntos: comunicação online assertiva e pesquisa de imagem dos produtos e serviços oferecidos pelo cooperativismo paranaense. Será nos dias 8 e 10 de dezembro, quando o Sistema Ocepar promove o Fórum Digital Comunica Coop, por meio da plataforma Microsoft Teams.

Comunicação online - No dia 8, a programação vai das 14h às 17h, sob o comando da fonoaudióloga especializada em voz, mentora em comunicação pessoal e media training, Cida Stier. Ela vai orientar os participantes sobre como ser assertivo no momento de se comunicar virtualmente. Cida irá mostrar como as novas plataformas e as redes sociais influenciam na comunicação individual e corporativa; a relação entre autenticidade, naturalidade e credibilidade; comportamento em frente à câmera durante atividades online; uso adequado do tempo; planejamento e organização da fala; estratégias de preparação de conteúdos e muito mais.

Pesquisa - No dia 10, das 14h às 16h, será a vez do professor Cláudio Shimoyama, diretor executivo do Grupo Datacenso, apresentar os resultados da terceira pesquisa realizada, a pedido do Sistema Ocepar, com consumidores e não consumidores dos produtos e serviços ofertados pelas cooperativas paranaenses. Shimoyama vai destalhar as informações obtidas por meio de levantamento feito com grupos focais, realizada com colaboradores e diretores das cooperativas, compradores e diretores de supermercados. Ele também vai discorrer sobre como utilizar a pesquisa como ferramenta de comunicação e marketing.

Inscrições e informações - O Fórum é destinado aos profissionais que atuam nas cooperativas do Paraná. Clique aqui para se inscrever. Mais informações pelo e-mail jornalismo@sistemaocepar.coop.br ou pelo fone (41) 3200-1150.

 

folder forum comunicacoop 01 12 2021

FORMAÇÃO: Profissionais do Sicoob Sul iniciam pós-graduação em Cooperativas de Crédito com foco no Agronegócio

Quarenta profissionais da Cooperativa Sicoob Sul começaram ser capacitados por meio da pós-graduação em Cooperativas de Crédito com foco no Agronegócio, aberta no sábado (27/11), em Curitiba, numa iniciativa do Sistema Ocepar, executada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Aprimoramento - O curso é coordenado pelo professor da UFPR, Tomas Sparano Martins. Segundo o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski, “essa formação visa preparar os profissionais das cooperativas de crédito que buscam aprimorar os profissionais para atuarem no agronegócio e promover o debate para o melhor desenvolvimento do profissional na prática.”

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CASTROLANDA I: Aniversário de 70 anos é celebrado com recorde de faturamento e foco na sustentabilidade

castrolanda I 01 12 2021Uma história que nasceu da coragem, se fortaleceu na fé e se consolidou no trabalho: a Castrolanda completou, nesta terça-feira (30/11), 70 anos de fundação. A data registra a chegada dos primeiros grupos de imigrantes holandeses que vieram ao Brasil e deram início ao desenvolvimento da cooperativa em terras paranaenses.

Pilares - Em sete décadas de atuação, a Castrolanda tem fundamentado o trabalho nos pilares da fé, educação e cooperação – princípios que compõem o tripé da imigração. A parceria entre clientes, colaboradores, cooperados e comunidade tem gerado resultados expressivos ao longo dos anos, que colocam a cooperativa entre as principais companhias do Brasil.

Números satisfatórios - Os números são bastante satisfatórios: o acumulado anual até o mês de novembro traz um faturamento líquido de R$ 5 bilhões - um recorde para a história da Castrolanda. Com um mês para o fim do ano, o valor já ultrapassa em 16% o total faturado em 2020 – quando a cooperativa registrou R$ 4,3 bilhões acumulados.

Valores - O crescimento exponencial é reflexo de uma atuação fundamentada em valores, que permite que colaboradores, cooperados e todos os envolvidos na cadeia produtiva tenham suas demandas levadas à sério e tenham garantido o direito de pautar decisões coletivas. O resultado deste processo é o crescimento econômico da Castrolanda andando de mãos dadas com o desenvolvimento da comunidade, em uma relação em que todos ganham.

Cooperados ativos - O último balanço anual da cooperativa traz o número de 1.053 cooperados ativos. São eles os principais responsáveis pela produção, concentrada em sete vertentes: grãos, suínos, batata, rações, sementes, ovinos e leite. Toda essa operação conta com o respaldo de mais 3,7 mil colaboradores, distribuídos nas 23 unidades da Castrolanda instaladas no Paraná e em São Paulo.

Planejamento estratégico - Diretor Executivo da cooperativa, Seung Lee considera bastante positivo os resultados parciais de 2021 e acredita que eles se tornaram realidade graças a um exemplar cumprimento do planejamento estratégico construído ainda em 2019. “A Castrolanda tem alicerces sólidos nos valores institucionais. Com objetivos bem definidos, aliado ao suporte de colaboradores e cooperados, a Castrolanda segue dia após dia em um caminho de sustentabilidade e estabilidade dos negócios”, explica.

Mais competitiva - Em 2020 o Horizonte – nome dado ao planejamento estratégico da cooperativa – preparou a companhia para se tornar ainda mais competitiva em sua área de atuação, apostando no redesenho de alguns processos que trouxeram mais agilidade e assertividade nas ações.

Razões para celebrar - Os números por si só mostram o tamanho da cooperativa e a sua importância para o cenário agropecuário brasileiro. Ainda assim, citar somente os valores financeiros não é suficiente para mostrar a grandeza da Castrolanda e o quanto ela representa para as pessoas envolvidas no ecossistema produtivo.

Ações - Pensando nisso foi lançada, ainda no início do ano, a campanha Razões Para Celebrar, com uma proposta que vem dando destaque a inúmeras ações da Castrolanda no âmbito institucional, social e sustentável. O cronograma teve início em março e segue até o mês de novembro, quando a cooperativa completa 70 anos de fundação.

História apaixonante - “A Castrolanda possui uma história apaixonante e bastante emocionante, que nos remete à coragem dos nossos pioneiros holandeses. Toda essa força de trabalho e vontade de crescer, aliada ao cooperativismo que está enraizado nas nossas ações, nos trouxeram até aqui. É um orgulho fazer parte de um momento tão importante da cooperativa, principalmente olhando para tudo o que foi construído”, ressalta o presidente Willem Berend Bouwman.

Homenagem - Como forma de celebrar todo o trabalho de sete décadas, a Castrolanda homenageou personagens e contou histórias importantes do processo de construção e consolidação da cooperativa. Foram trabalhadas homenagens ao pioneirismo dos imigrantes holandeses e grandes histórias de cooperados e cooperadas que fizeram parte deste desenvolvimento construído ao longo dos anos.

Temas - Temas como sustentabilidade, responsabilidade social e a importância da cooperação também foram abordados em eventos on-line e conteúdos interativos que contaram com a participação de centenas de colaboradores e cooperados ao longo dos meses.

Novidades - Para celebrar a chegada dos 70 anos, a Castrolanda prepara novidades. Uma delas é o reposicionamento de setores da cooperativa para o mercado, em uma ação que instituirá novas arquiteturas de marcas para as áreas de Sementes, Helpen, Fertilizantes, Empório, Nutrição e Energias Renováveis. O evento de lançamento, realizado na manhã dessa terça-feira (30/11), também marcou a reinauguração do Memorial da Imigração Holandesa, como é chamado o Moinho de Vento da Castrolanda.

Momento exclusivo - Os cooperados ainda participarão de um momento exclusivo na Cidade do Leite, em um show fechado com a dupla Fernando e Sorocaba. A apresentação também foi acompanhada, pela internet, pelos colaboradores da Castrolanda. Além do show, a noite foi marcada pelo lançamento do livro ‘Castrolanda 70 anos: uma história de união, fé e cooperação’, que conta em detalhes de toda a trajetória da cooperativa. O autor é o jornalista Edson Lemos.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

CASTROLANDA II: Cooperativa reestrutura marcas e reforça sinergia cooperativista

Em comemoração ao aniversário de 70 anos da Castrolanda, nessa terça-feira (30/11), foi lançado o novo posicionamento das marcas da Cooperativa. O evento, que ocorreu no Memorial da Imigração Holandesa, cartão postal da Colônia Castrolanda, teve a presença do Conselho de Administração, Diretoria Executiva, Gestores das marcas e imprensa.

Particularidades - Nas novas identidades, foram preservadas as particularidades de cada um dos produtos ou serviços, sem deixar de uni-las em um só objetivo. O design limpo e moderno vem para fortalecer ainda mais a personalidade da Cooperativa, trabalhando para estimular a força conjunta dos produtos e fortalecer o posicionamento das marcas, cada uma com suas características.

Ações - "Desde o início da campanha de aniversário, realizamos diversas ações voltadas à história da Cooperativa. Tudo isso busca evidenciar o cooperativismo presente em todas as nossas escolhas. O reposicionamento das marcas é uma das etapas para alcançar esta sinergia", explica o Supervisor de Comunicação e Marketing, Edgar Ribas.

Evento - O evento contou com uma entrevista coletiva à imprensa, apresentação dos novos logos e os detalhes para o desenvolvimento dos conteúdos. A ação instituiu novas arquiteturas de marcas para as áreas de Sementes, Helpen, Fertilizantes, Empório, Energias Renováveis e Nutrição – esta última é a junção de duas antigas marcas da Castrolanda (Rações e All Lands) que foram integradas com a nova arquitetura.

Visibilidade - Para o Diretor Executivo, Seung Lee, esta mudança é para dar ainda mais visibilidade ao que já é feito ao longo dos anos na Cooperativa. “Todos os produtos da Castrolanda têm que passar a mesma mensagem. Essa reorganização garante que tenhamos a mesma linguagem. Queremos uma unicidade na proposta de valor. A Castrolanda é reconhecida pela qualidade dos seus produtos e serviços, nós queremos reforçar isso para todos”, afirma.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

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COOPAVEL: Cooperativa se consolida entre as 15 maiores cooperativas do Brasil

coopavel 01 12 2021A Coopavel Cooperativa Agroindustrial chega aos seus 51 anos de fundação em grande forma. Com os números que alcança nos últimos anos, ela se consolida como uma das 15 maiores cooperativas agroindustriais do Brasil. “O momento é muito especial, resultado de trabalho dedicado, união e planejamento. Mas queremos e podemos muito mais”, afirma o presidente Dilvo Grolli.

Confirmação - O bom desempenho da Coopavel é confirmado por alguns dos mais importantes estudos e publicações especializadas em agronegócio e economia do País, como o Valor Mil, do Jornal Valor Econômico, a Revista Amanhã e o ranking do Quem é quem, da Gessuli. “São apurações feitas com bastante critério e cuidado e que, justamente por isso, contam com a confiança do setor produtivo e de seus líderes”, afirma Dilvo

Valor - A edição mais recente do Anuário Valor Mil coloca a Coopavel entre as 15 maiores cooperativas agroindustriais brasileiras – atualmente, são 1.223 às cooperativas agropecuárias em atividade no País. Ela também figura como a 44ª maior empresa do Sul (considerando os mais diferentes segmentos) e como a 232ª maior empresa do Brasil. Nesse último ponto em particular, a cooperativa com sede em Cascavel, no Oeste do Paraná, avançou 32 posições considerando o atual com o levantamento anterior.

Revista Amanhã - No ranking da Revista Amanhã, uma das principais publicações especializadas em agronegócio e economia dos estados do Sul, a Coopavel aparece como a 27ª maior empresa do Paraná e como a 65ª considerando as ranqueadas do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na classificação apenas entre cooperativas, o desempenho da Coopavel é ainda melhor: 11º lugar no Paraná e 13º no Sul.

Quem é quem - E no Prêmio Quem é quem, da Gessulli (uma das principais e mais antigas revistas nacionais de agropecuária) o destaque foi a recente escolha do melhor profissional em assistência técnica na área de suínos do País, título que ficou com Marcelo Antonio Felipe. A Coopavel foi finalista em outras cinco categorias do Quem é quem: Responsabilidade ambiental e bem-estar animal, Sustentabilidade, Melhor cooperado/aves, Varejo e Melhor Cooperada.

Podemos ainda mais - O presidente Dilvo Grolli destaca que essas e outras classificações mostram a seriedade, o dinamismo e a capacidade empreendedora de todos que fazem a Coopavel acontecer – são 7,5 mil funcionários e 6,5 mil cooperados, perfazendo um universo superior a 60 mil pessoas. “E podemos e queremos ainda mais”, afirma o presidente, projetando um período de intensas conquistas para a cooperativa nos próximos cinco anos. Atualmente, ela atua em 23 municípios do Oeste e Sudoeste do Paraná e tem 14 indústrias – 80% do faturamento da cooperativa vem de produtos industrializados.

Meta - Com os inúmeros investimentos e modernizações em andamento, e com a criação de novas indústrias e melhorias estruturais e logísticas em suas filiais, a Coopavel tem como meta dobrar o seu faturamento até 2026. O faturamento da cooperativa em 2021 deve se confirmar em R$ 4,8 bilhões (crescimento de 38% no ano), o melhor da história de 51 anos da empresa. “Nosso compromisso é trabalhar com dedicação e sempre atentos ao melhor da inovação e da tecnologia, levando assim mais resultados aos nossos cooperados, gerando empregos e colaborando com crescimento dos municípios das regiões nas quais atuamos”, pontua Dilvo Grolli. (Imprensa Coopavel)

 

UNIPRIME: Tributos federais pagos em um único lugar

uniprime 01 12 2021Desde junho, a Uniprime está homologada como a primeira cooperativa de crédito do país habilitada para a arrecadação de DARFs junto à Receita Federal. Isso significa que o cooperado pode recolher seus tributos federais com mais facilidade, seja por meio de sua agência – sem restrição de valores ou utilizando os canais digitais da cooperativa.

Projeto pioneiro - Para Antonio Hernandes, Diretor Superintendente da Uniprime, esse é mais um projeto pioneiro da cooperativa. “Somos a primeira cooperativa de crédito singular do país a realizar um convênio com a Receita Federal. Agora, somos um agente arrecadador da RF e essa conquista vai propiciar que, muito em breve, nossos cooperados possam liquidar outros tipos de guias”, explica.

Redução dos custos - Kacieli Caroline Mendes, Analista de Negócios em TI da Uniprime, explica que, com a homologação da DARF, houve uma redução dos custos da cooperativa, que não passa a depender de terceiros para a liquidação dos tributos. “Isto resulta em mais ativos para a Uniprime e, consequentemente, para o bolso do cooperado, que recebe sua parte na distribuição das sobras”, conclui.

Arrecadação - Em dois meses, a cooperativa já arrecadou mais de R$ 32 milhões em guias recebidas, e a expectativa é que, com novas aprovações por parte da Receita, o portfólio de tributos arrecadados aumente, refletindo em resultados ainda maiores. (Imprensa Uniprime)

 

IPEA: Instituto divulga as primeiras perspectivas de produção e preços de produtos agropecuários para 2022

ipea 01 12 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quarta-feira (01/12), nota sobre preços e mercados agropecuários, com perspectivas para 2022, além de análise do último trimestre de 2021 e do balanço de oferta e demanda. A edição segue com a participação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para as análises de produção e dos balanços de oferta e demanda domésticos e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP) para as análises dos preços domésticos.

Soja e milho - "Para 2022, os dois principais grãos - soja e milho - contarão com estimativa de produção positiva, o que pode contribuir para uma maior oferta no mercado doméstico", sinalizou Ana Cecília Kreter, pesquisadora associada do Ipea e uma das coordenadoras da publicação. "Além disso, o Brasil é um dos principais produtores e exportadores da maior parte das commodities analisadas neste estudo. Qualquer mudança na estimativa de produção brasileira impacta também os preços internacionais", complementa a pesquisadora.

Cenário positivo - De fato, o cenário para os próximos meses é positivo. Como complementa Allan Silveira, superintendente de Inteligência e Gestão da Oferta da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), "a perspectiva é de safra recorde para a soja (+3,4%), recuperação e expectativa de recorde na produção de milho (+34,1%) - prejudicada pela seca e geadas em 2021 -, leve queda na produção de arroz (-1,8%) e alta na produção de algodão (+12,6%)". A melhoria nas condições climáticas deve beneficiar algumas culturas, como, por exemplo, o milho. "Se confirmada, o Brasil deve recuperar seu protagonismo no mercado internacional, como segundo ou terceiro maior exportador mundial da cultura, além de ter uma recuperação dos estoques esperados ao final do ano-safra 2022/23".

Clima - A questão climática, que tanto trouxe preocupação para o produtor rural, também é apontada como um dos fatores determinantes para a safra 2022. O diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Júnior, sinaliza que o clima contribuirá para a formação dos preços dos produtos agropecuários. Além disso, o diretor aponta que "os preços internacionais apresentam tendência de crescimento graças ao movimento de recomposição de estoques por parte de diversos países e ao aquecimento da demanda por grãos, principalmente os destinados para ração animal".

Terceiro trimestre - No terceiro trimestre deste ano, houve certa estabilidade em patamares elevados dos preços domésticos, na comparação com o trimestre anterior. No caso da soja, os baixos estoques no período e a demanda aquecida (tanto externa, quanto doméstica) justificaram a alta. O preço do milho, que subiu em julho e agosto com as preocupações com o desenvolvimento da safra, caiu em setembro graças ao avanço da colheita. A alta do trigo foi impactada pelas preocupações com o clima, a boa demanda doméstica e a elevada paridade de importação.

Preços domésticos - Segundo Nicole Rennó, pesquisadora da área de Macroeconomia do Cepea, os movimentos dos preços domésticos agropecuários no terceiro trimestre foram bem variados. "Para os grãos, a estabilidade em elevados patamares refletiu a boa demanda e a oferta ajustada. Na pecuária, frango, leite e ovos subiram com o aumento da demanda por proteínas mais baratas e dos custos de produção, mas a arroba bovina caiu diante da suspensão dos envios desta carne à China", disse ela.

Café - No caso do café, a oferta restrita da safra atual, decorrente da bienalidade negativa e o clima desfavorável foram responsáveis por colocá-lo no roll dos produtos que registrou o maior aumento de preço no terceiro trimestre deste ano. Os problemas climáticos vêm contribuindo para as altas no preço internacional em função da perspectiva de baixa produção para a safra 2022/2023.

Mercado internacional - No mercado internacional, apesar da estabilidade no preço do frango, o efeito renda nos países da Ásia e Oriente Médio e problemas sanitários na África do Sul e México propiciaram um patamar de alta no terceiro trimestre. Neste período, os preços internacionais da carne bovina seguiram em alta, ao contrário dos preços domésticos, por conta da estiagem nos principais países produtores (Brasil e Estados Unidos), o tempo de recomposição do rebanho após retorno do incentivo de preço e das chuvas e o preço elevado dos grãos (base da alimentação animal nos períodos de seca prolongada).

Último trimestre - Para o último trimestre de 2021, a expectativa de safra recorde de trigo (cuja produção deve ter alta de 23,3%) deve pressionar negativamente os preços domésticos. Além disso, há previsão de estabilidade nos preços da soja e da laranja. Mas o preço do arroz e da batata deve permanecer em patamar alto até o final do ano. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra da nota de conjuntura

 

CAGED: Paraná chega a 176 mil novos empregos em 2021, quarto melhor resultado do País

caged 01 12 2021Com saldo de 176.570 vagas com carteira assinada, o Paraná é o quarto estado brasileiro que mais gerou empregos em 2021. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), publicado nessa terça-feira (30/11) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. À frente do Paraná, estão apenas São Paulo (812.484), Minas Gerais (300.660) e Santa Catarina (187.147). O acumulado leva em consideração as vagas formais abertas entre janeiro e outubro.

Recuperação exemplar - “O Paraná se aproxima do fim do ano mostrando uma recuperação econômica exemplar após a pandemia, com os setores de comércio e serviços se fortalecendo a cada mês. Essa é a prova de que o nosso Estado une forças para criar a melhor política pública de desenvolvimento que existe, que é a geração de emprego e renda”, celebrou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Outubro - Somente no mês de outubro, o saldo registrado foi de 15.747 vagas. É o sexto do País em números absolutos, ficando atrás de São Paulo (76.952), Minas Gerais (21.327), Rio de Janeiro (19.703), Rio Grande do Sul (19.478) e Santa Catarina (17.713). 

Serviços - A alta no mês foi puxada pelos setores de serviços, com saldo de 6.800 vagas, e de comércio, com 5.171 vagas. Na sequência, estão a indústria (3.723) e os setores de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (219). O único setor em baixa no período foi o de construção civil, com saldo negativo de 166 vagas.

Alta consecutiva - O bom resultado acumulado é consequência de uma performance positiva do Paraná ao longo de todos os meses do ano. Considerando os ajustes aplicados pelo Caged, foram 25.154 vagas abertas em janeiro, 41.388 em fevereiro, 10.549 em março, 9.697 em abril, 15.521 em maio, 15.478 em junho, 13.925 em julho, 21.826 em agosto, 15.059 em setembro e 15.747 em outubro.

Alinhamento - O secretário estadual de Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, ressalta que os números demonstram um alinhamento exemplar entre o Governo do Estado e o setor privado para promover políticas de geração de emprego. “Nossa gestão está comprometida em gerar mais oportunidades. De um lado fomentamos a criação de novas vagas através de diferentes iniciativas. De outro, fazemos a ponte com a empresa através das agências do trabalhador. Assim, movimentamos a economia do nosso Estado”, afirmou.

Municípios - As vagas geradas no mês de outubro mostram uma descentralização dos polos produtivos através de uma performance geral positiva em diferentes regiões do Estado. Dos 399 municípios paranaenses, 264 apresentaram saldo positivo — o equivalente a 66,2% do total.

Principais geradores - Os principais geradores de emprego no período foram Curitiba (3.645), Maringá (1.064), Londrina (959), Foz do Iguaçu (745), Cascavel (563), Toledo (482), Pinhais (409), São José dos Pinhais (404), Matelândia (341) e Guarapuava (328). Dentre os demais municípios, 17 tiveram saldo zero e outros 118 apresentaram saldo negativo.

Dados nacionais - Assim como no Paraná, o emprego formal cresceu no Brasil pelo décimo mês consecutivo. Segundo o Caged, o saldo do mês de outubro em todo o País foi de 253.083 vagas. Já o acumulado dos dez meses do ano chega a 2.645.974 vagas.

Saldo - Nos últimos 12 meses, o saldo ficou positivo em 2.862.988 empregos, variação de +1,36%. Assim como no acumulado do ano, os últimos 12 meses tiveram crescimento maior do que no período anterior. Em 2018, o saldo tinha ficado positivo em 286.121 vagas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

INFRAESTRUTURA: Terminal de contêineres do Porto de Paranaguá ultrapassa marca de 1 milhão de unidades movimentadas

infraestrutura 01 12 2021O Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá chegou à marca histórica de um milhão de TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) movimentados antes mesmo de fechado o ano. A conquista foi registrada nessa terça-feira (30/11). A expectativa da TCP, empresa que administra o terminal, é fechar o ano com crescimento de 11,7% em relação ao ano passado (1,09 milhão de TEUs).

2020 - Em 2020, o terminal movimentou, em doze meses, 983.383 TEUs. Essa nova conquista supera a marca do ano passado, que já havia sido histórica. “Essa marca nos coloca em um patamar mundial diferente. O Porto de Paranaguá passa a ser mais um dos poucos portos a atingirem essa movimentação”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Atenção internacional - A conquista, segundo o executivo da empresa pública que administra os portos de Paranaguá e Antonina, gera uma atenção internacional de investidores e de clientes enxergando Paranaguá como opção. “Traz, além de credibilidade, mais oportunidade de investimentos e mais negócios, o que impulsiona a geração de emprego e renda para a região”, destaca.

Incentivo - Para André Pioli, diretor de Desenvolvimento Empresarial da Portos do Paraná, a marca conquistada pela TCP é um incentivo ao desenvolvimento das empresas locais. "É isso que está acontecendo no Porto de Paranaguá. O incentivo faz com que os terminais movimentem mais, gerem mais empregos, o que resulta em melhorias da qualidade de vida de toda a população. Isso é muito expressivo”, diz.

Movimentações - Esta é a primeira vez que a marca é alcançada. Como explica o TCP, a quantidade é a soma de toda movimentação realizada entre os meses de janeiro a novembro. O principal destaque seria no segmento de exportação de cargas refrigeradas, já que o terminal é considerado a maior porta de saída de carnes congeladas do Brasil.

Total - Segundo os dados da TCP, do total de cargas movimentadas nos 11 primeiros meses do ano, 57,52% corresponderam à exportação, com destaque para as carnes e demais congelados, e 42,48% à importação, protagonizados por bens de consumo e eletroeletrônicos. No período, a ferrovia movimentou 115.310 TEUS.

Aumento da capacidade de movimentação - "Apesar da crise global dos contêineres que atingiu todos os principais portos do mundo, a TCP está aumentando a capacidade de movimentação, investindo em pessoas e equipamentos. Também viabilizamos mais rotas marítimas em Paranaguá, oferecendo opções competitivas para importadores e exportadores", explica Thomas Lima, diretor Comercial e Institucional do Terminal.

Resultado - Como enfatiza o diretor, a marca é resultado do trabalho e do esforço do terminal e também reflexo do bom relacionamento com as autoridades Marítima e Portuária. “É uma conquista dedicada à comunidade de Paranaguá que acredita e apoia o nosso trabalho", diz Lima. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Claudio Neves / Portos do Paraná

 

IBGE: Preços na indústria crescem 2,16% em outubro

ibge destaque 01 12 2021A inflação do setor industrial aumentou 2,16% em outubro na comparação com setembro, segundo dados do Índice de Preços ao Produtor (IPP), divulgado nesta quarta-feira (01/12) pelo IBGE. Com o resultado, os preços na indústria acumularam crescimento de 26,57% em 2021, o maior índice para outubro desde o início da série histórica, em 2014. Já o acumulado nos últimos 12 meses foi de 28,83%, e vem reduzindo desde junho, quando era de 36,78%.

Maior - A alta de outubro é a maior desde abril, quando registrou 2,19%, e marca uma série de mais de dois anos de inflação na indústria. A última variação negativa do IPP foi em agosto de 2019.

Variação - A pesquisa mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, isto é, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e da transformação. Dentre elas, 22 registraram alta em outubro, destaque para refino de petróleo e produtos de álcool, que apresentou a maior variação (7,14%) e também a maior influência no resultado geral (0,73 ponto percentual dos 2,16%). O setor apresenta resultados positivos desde maio.

Reflexo - “Essa taxa é reflexo da variação do óleo bruto de petróleo, cujo preço vem aumentando no mercado internacional”, explica o gerente da pesquisa, Alexandre Brandão. O acumulado no ano da atividade é de 60,38%, a maior taxa observada para outubro desde o começo da série histórica, iniciada em 2014.

Outros produtos químicos - A alta na atividade de outros produtos químicos (6,38%, a segunda maior) também exerceu forte influência (0,59 p.p.) no resultado do mês. O resultado está ligado principalmente aos preços internacionais e ao custo de diversas matérias-primas importadas ou não, como, por exemplo, a nafta. Além disso, a demanda da indústria por produtos químicos está aquecida.

Refino - “É um setor diretamente afetado pelo refino de petróleo. Então, a alta no refino acaba puxando o resultado de outros produtos químicos”, ressalta Brandão. Outra razão para o aumento deste setor são os preços de adubos ou fertilizantes, cujos produtos nacionais acompanham os preços internacionais, majorados por conta da depreciação cambial, uma vez que o mercado depende em grande parte de importações.

Outros - Outros dois setores tiveram altas importantes em outubro: borracha e plástico (3,45%) e outros equipamentos de transporte (3,44%). Já alimentos cresceu 0,75%, exercendo a quarto influencia (0,18 p.p.) no resultado geral do IPP no mês. Chamam a atenção a alta no preço do açúcar VHP e das carnes de bovinos frescas ou refrigeradas. A desvalorização do real frente ao dólar ajuda a explicar o índice.

Maior demanda - “No caso da carne, alguns frigoríficos apontaram uma maior demanda, inclusive com a retomada das exportações”, pondera o gerente da pesquisa. “No caso do açúcar, a restrição de oferta pressiona ainda mais os preços”, conclui. Também contribui para a alta no setor os preços do café torrado e moído, pressionados pelo inverno mais rigoroso.

Alimentos - Em 2021, a atividade de alimentos apresentou apenas um mês de queda, em junho (-0,14%,). Por outro lado, outubro é a menor variação positiva do ano até aqui. A atividade acumula 15,68% alta nos preços da indústria.

Mais sobre a pesquisa - O IPP acompanha a mudança média dos preços de venda recebidos pelos produtores domésticos de bens e serviços, e sua evolução ao longo do tempo, sinalizando as tendências inflacionárias de curto prazo no país. Trata-se de um indicador essencial para o acompanhamento macroeconômico e um valioso instrumento analítico para tomadores de decisão, públicos ou privados.

Investigação - A pesquisa investiga, em pouco mais de 2.100 empresas, os preços recebidos pelo produtor, isentos de impostos, tarifas e fretes e definidos segundo as práticas comerciais mais usuais. Cerca de 6 mil preços são coletados, mensalmente. As tabelas completas do IPP estão disponíveis no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO:Tais Peyneau / Agência Petrobras

 

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CNPE: Conselho mantém teor de biodiesel no óleo diesel em 2022

cnpe 01 12 2021O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou resolução que mantém o teor obrigatório de biodiesel no óleo diesel. O objetivo é evitar o aumento do preço do óleo diesel para o consumidor final, segundo a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia.

Estimativa - De acordo com o ministério, a estimativa é que a manutenção do percentual de adição obrigatório de biodiesel de 10% (B10) ao óleo diesel no período evitaria, em média, uma elevação de preços de R$ 0,12.

Análise - A proposta – enviada por meio da nota técnica em 17 de novembro de 2021 – apresenta a análise da conjuntura atual, com o aumento dos preços das commodities e respectiva elevação de estrutura de custos que tem ocasionado aumento do preço dos combustíveis automotivos. (Agência Brasil)

FOTO: Arquivo Agência Brasil

 

LEGISLATIVO I: Preço mínimo para produtos agrícolas perecíveis é aprovado pela CAE

legislativo I 01 12 2021A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nessa terça-feira (30/11), o Projeto de Lei (PL) 764/2019, que estende a aplicação da política de preços mínimos aos produtos agrícolas perecíveis e derivados. Como foi aprovado em caráter terminativo na CAE, o texto vai agora à Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação no Plenário do Senado. 

Ampliação - Atualmente o preço mínimo é estabelecido somente em favor de agricultores e suas cooperativas. O texto estende as garantias de preços mínimos aos produtos agrícolas perecíveis e aos produtos derivados de seu processamento, bem como às agroindústrias e indústrias que adquirirem os produtos perecíveis dos agricultores familiares ou de pequenos e médios produtores rurais e promoverem o seu processamento.

Aplicação restrita - De acordo com o autor do projeto, senador Chico Rodrigues (DEM-RR), a garantia de preço mínimo para produtos das atividades agrícola, pecuária ou extrativista (prevista no Decreto-Lei 79, de 1966, conhecido como Lei do Preço Mínimo) tem aplicação bastante restrita quando se trata de produtos perecíveis, como é o caso, por exemplo, da uva.

Condição - “Por sua condição perecível, existem matérias-primas que não podem ser estocadas in natura, fazendo-se necessário seu processamento para, então, possibilitar seu armazenamento. Seja como mosto concentrado, suco de uva ou vinho, é dessa forma que se deve promover o adequado armazenamento da produção dos viticultores. Certamente essa lógica não se aplica a outros produtos, passíveis de guarda, tais como a soja, o milho, o trigo. Mas produtos como a uva, a mandioca, as frutas de maneira geral, não permitem essa operação. O que ocorre, na prática, é uma expressiva restrição ao acesso legalmente permitindo às políticas de garantia de preço mínimo”, argumenta Chico Rodrigues na justificação do projeto.

Voto a favor - A relatora na CAE, senadora Kátia Abreu (PP-TO), foi favorável à aprovação da proposta e justificou seu entendimento. “Situamos a adequação e a oportunidade do projeto que consolida na legislação ordinária — acima, portanto, dos entraves burocráticos — garantias de preços mínimos também aos produtos agrícolas perecíveis e aos produtos derivados de seu processamento”, sustenta Kátia. (Agência Senado)

FOTO: Geraldo Magela / Agência Senado

LEGISLATIVO II: CCJ aprova PEC dos Precatórios, que segue para o Plenário

legislativo II 01 12 2021A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nessa terça-feira (30/11), por 16 votos a 10, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 23/2021, conhecida como PEC dos Precatórios. A matéria foi encaminhada ao Plenário.

Espaço fiscal - A PEC libera espaço fiscal em 2022, estimado em R$ 106 bilhões, para o pagamento do programa social Auxílio Brasil, sucessor do Bolsa Família, por meio do parcelamento do pagamento de precatórios e da alteração do método de cálculo do teto de gastos previsto na Emenda Constitucional 95. Precatórios são dívidas da União, estados, municípios e Distrito Federal, os "entes federativos", determinadas por sentença judicial definitiva. Podem ser relacionados a impostos, questões salariais ou qualquer outra causa.

Emendas - Durante a reunião, o relator da PEC e líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), anunciou ter acatado, total ou parcialmente, 17 emendas propostas pelos senadores, alterando trechos mais polêmicos do parecer. Por acordo de lideranças, os destaques que seriam votados na CCJ foram retirados e ficou acertado que a discussão em relação ao texto final prosseguirá até a deliberação do Plenário.

Diálogo - “Nós estamos permanentemente abertos ao diálogo, ao entendimento, até o momento da votação no Plenário, porque o objetivo é construir essa maioria mais ampla”, ressaltou Bezerra logo no início da reunião.

Suspensão - O presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), chegou a suspender a reunião durante duas horas, para que se chegasse a um acordo sobre o texto final que permitisse a aprovação pelo colegiado. Entre outras reivindicações, diversos senadores pleitearam que o pagamento dos precatórios de natureza alimentar (decorrentes de ações judiciais relacionadas a salários, pensões ou aposentadorias), dos quais muitas vezes os credores dependem para a própria subsistência, fosse explicitamente garantido na PEC. Outro pedido de parte dos senadores foi a garantia de que o espaço fiscal criado pela PEC seja usado apenas para o pagamento de benefícios sociais, e não para outras destinações, em ano eleitoral. (Agência Senado)

FOTO: Edilson Rodrigues / Agência Senado

Clique aqui para conferir a matéria na íntegra

 

SAÚDE I: Brasil registra mais 9.710 novos casos e 305 mortes em 24h

Segundo dados divulgados na atualização diária do Ministério da Saúde, nessa terça-feira (30/11), o Brasil registra 22.094.459 casos confirmados da Covid-19, sendo 9.710 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h. Em relação aos óbitos, o Brasil tem 614.681 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registrados 305 óbitos nos sistemas oficiais, sendo que 126 ocorreram nos últimos três dias – outros 2.856 permanecem em investigação.

Recuperados - Além disso, o país registra 21.321.631 pessoas curadas da Covid-19. O número de recuperados no país é maior do que a quantidade de pacientes em acompanhamento médico (158.147). (Com informações do Ministério da Saúde)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma 428 novos casos e 13 óbitos pela Covid-19

saude II 01 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nessa terça-feira (30/11) mais 428 casos e 13 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.572.715 casos e 40.576 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de novembro (351), outubro (18), setembro (11), agosto (2), julho (4), junho (31), maio (10) e fevereiro (1) de 2021. Os óbitos são de novembro (8), outubro (2), setembro (1), agosto (1) e fevereiro (1) de 2021.

Internados - 163 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 103 em leitos SUS (53 em UTI e 50 em clínicos/enfermaria) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTI e 26 leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 760 pacientes internados, 449 em leitos UTI e 311 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 13 pacientes. São sete mulheres e seis homens, com idades que variam de 38 a 93 anos. Os óbitos ocorreram entre 21 de fevereiro e 29 de novembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (4), além da morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Ponta Grossa, Maringá, Laranjeiras do Sul, Guarapuava, Goioerê, Céu Azul, Cornélio Procópio, Carambeí e Apucarana.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 6.248 casos de não residentes no Estado 222 – pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

 

Veja AQUI os ajustes (exclusões e correções de municípios).

 

SAÚDE III: Estado distribui mais 205 mil vacinas contra a Covid-19 às Regionais de Saúde

1saude III 01 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) distribuiu, nessa terça-feira (30/11), mais 205.851 doses de vacinas contra a Covid-19 para as suas 22 Regionais no Paraná. Os imunizantes são referentes à 70ª pauta do Ministério da Saúde e destinados à primeira dose de adolescentes (D1), doses reforço e segunda dose (D2) das pessoas que já iniciaram o esquema vacinal.

Pfizer - Do quantitativo da remessa, 194.676 são vacinas da Pfizer/BioNTech, sendo 151.374 para D1 de adolescentes (12 a 17 anos), 34.686 para D2 da população em geral e 8.616 doses reforço.

Astrazeneca e Coronavac - Outras 11.035 Astrazeneca para segunda dose da população de 59 a 18 anos de idade também estão nesta nova distribuição e mais 140 Coronavac/Butantan, por solicitação dos municípios.

Cemepar - Além das vacinas enviadas nessa terça, ficam armazenadas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, 489.756 doses. Destas, 27.132 são referentes à reserva técnica.

Controle - O controle de envio de remessas anteriores foi uma demanda gerada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) junto aos municípios, a partir da dificuldade dos mesmos na manutenção da vacina Pfizer. Sendo assim, foi solicitado ao Paraná que os imunizantes sejam distribuídos às Regionais quando houver a solicitação por parte dos municípios.

Temperaturas mais elevadas - “Nesta época do ano as temperaturas são mais elevadas, portanto, os cuidados devem aumentar no manejo das vacinas, principalmente, a Pfizer. Os municípios têm a responsabilidade de manter a temperatura adequada para não perdermos nenhuma vacina, por isso essa mudança no envio”, comentou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Por avião - Recebem por avião as regionais de Cascavel, Campo Mourão, Umuarama, Cianorte, Maringá, Apucarana, Londrina, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Toledo e Ivaiporã.

Meio terrestre - A logística para as regionais de Paranaguá, Metropolitana, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão e Telêmaco Borba será por meio terrestre.

Medicamentos - A Sesa também está descentralizando para todas as Regionais mais 20.450 medicamentos elencados no chamado “kit de intubação” para atendimento à pacientes diagnosticados com a Covid-19, e que estejam internados em leitos exclusivos para a doença no Paraná ou em serviços de saúde do Estado.

Compra própria - Os medicamentos são de compra própria da secretaria (R$ 112.203,50), enviados pelo Ministério da Saúde (R$ 3.726,00) e de doações de instituições parceiras (R$ 24.440,00). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

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SAÚDE IV: Informe da dengue registra 27 novos casos da doença no Paraná

saude IV 01 12 2021O boletim semanal da dengue publicado nessa terça-feira (30/11) pela Secretaria de Estado da Saúde registra mais 27 casos confirmados, somando 450 desde o início do atual período sazonal da doença, em 1º de agosto, e que deve seguir até julho de 2022. Os dados são do 15º Informe Epidemiológico.

Registros - Até o momento, 84 municípios registraram casos da doença, sendo que 66 deles confirmaram casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência.

Investigação - Há ainda 1.671 casos em investigação e 270 municípios registraram notificações de dengue, que passaram de 9.216 para 9.980. O Estado não registrou nenhuma morte neste período.

Criadouros - Dentre os principais criadouros do Aedes aegypti estão o lixo (recipientes plásticos, garrafas, latas), sucatas em pátios e ferros velhos, entulhos de construção e depósitos móveis, como vasos com água, pratos, pingadeira, recipientes de degelo em geladeiras, todos passíveis de remoção ou eliminação. Por isso, é necessário a participação da sociedade na eliminação de focos do mosquito e prevenção.

Apoio - “Contamos com o apoio da sociedade para que cuide de seus espaços, observe seu quintal, sua residência, seu local de trabalho. Só assim poderemos evitar que possíveis materiais acumulem água e se tornem foco da dengue”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

FOTO: Arquivo AEN

 


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