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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5209 | 02 de Dezembro de 2021

ENCONTRO ESTADUAL: É nesta sexta o grande evento de celebração do cooperativismo paranaense, com transmissão ao vivo pela TV PR Turismo

Após um ano de intensas atividades, as cooperativas do Paraná se preparam para celebrar as conquistas de 2021. Será nesta sexta-feira (03/12), durante o tradicional Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses organizado pelo Sistema Ocepar que, nesta edição, também vai comemorar os 50 anos da Ocepar e os 60 anos do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Presenças - O evento ocorrerá de forma on-line, das 9h às 11h, e terá as presenças do governador Ratinho Junior, do vice-governador, Darci Piana, do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e dos presidentes do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e do BRDE, Wilson Bley, além de diretores das duas entidades. Na oportunidade, o cooperativista Frans Borg e lideranças do BRDE serão homenageados, em reconhecimento à contribuição deles para o desenvolvimento do cooperativismo.

Entrevista e palestra - Também será apresentada uma entrevista com o diretor de Crédito para Micros, Pequenas e Médias Empresas e Cooperativas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Sociasl (BNDES), Bruno Laskowsky. O evento encerra com palestra ministrada pelo doutor em Economia, professor e autor de vários livros, Eduardo Giannetti da Fonseca.

Transmissão ao vivo - A programação poderá ser acompanhada ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, canal do BRDE no Youtube e pela TV Paraná Turismo, do governo do Estado. A programação da TV Paraná Turismo está presente em todo território brasileiro por meio do satélite C2 da Star One, que possui aproximadamente 20 milhões de antenas apontadas. Para recepção do canal digital SD via satélite, é necessário configurar o decoder com os seguintes parâmetros: Frequência: 3985 MHz; Taxa de Símbolos: 2170 MSps; Polarização: Vertical A TV Paraná Turismo está presente nas operadoras de TV a Cabo, NET/Claro para a localidade de Curitiba e região metropolitana em SD no Canal 9 e HD no Canal 509, na operadora Vivo, para Curitiba e região metropolitana em HD no Canal 513.

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ENERGIA RENOVÁVEL: Governo anuncia a ampliação dos programas RenovaPR e Paraná Competitivo

reonova pr 01 12 2021O Governo do Paraná anunciou, em evento realizado na sede do IDR-Paraná, nessa quarta-feira (01/12), em Curitiba, a ampliação dos programas RenovaPR e Paraná Competitivo, com o objetivo de reduzir os custos da atividade rural, por meio do fomento à geração de energia solar, biogás e biometano. Dois decretos foram assinados pelo governador Ratinho Junior, juntamente com o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara. Eles deverão ser publicados em breve no Diário Oficial do Estado e, na sequência, a Secretaria de Estado da Fazenda irá regulamentar a operacionalização das medidas.  

RenovaPR - “O primeiro Decreto inclui projetos de apicultura e turismo rural no RenovaPR, além de ampliar a modalidade de equalização dos juros dos projetos enquadrados no programa, dentro dos limites estabelecidos na nova legislação”, explica o coordenador jurídico do Sistema Ocepar, Rogério Croscato. Ainda de acordo com ele, o outro Decreto altera o Programa Paraná Competitivo, para permitir que as cooperativas possam realizar investimentos na diversificação em fontes de geração de energia renovável, utilizando créditos acumulados do ICMS habilitados no Siscred - Sistema de Controle da Transferência e Utilização de Créditos, obedecendo aos critérios estabelecidos por meio de Resolução da Secretaria de Estado da Fazenda. 

 

Recursos - Serão destinados R$ 1 bilhão para esta nova modalidade nos próximos quatro anos. “Este valor é um direito das cooperativas paranaenses que, em uma ação assertiva do Governo do Estado, vincula esta utilização dos recursos do ICMS aos investimentos em energia renovável, possibilitando o fomento à economia paranaense por meio de aquisições de equipamentos dentro do Estado, gerando mais emprego e renda à sociedade e, principalmente, agregando melhor renda ao pequeno e médio produtor rural”, ressalta Croscato.  

Esforço conjunto - De acordo com o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, as medidas são muito positivas para o cooperativismo e para o agronegócio paranaense e são resultado de um esforço conjunto entre o Governo do Estado e o setor produtivo. “O Sistema Ocepar atuou, juntamente com as secretarias de Estado da Agricultura e da Fazenda e, ainda, com a InvestParaná, para promover a viabilização da ampliação do fomento à geração de energias renováveis. Essa iniciativa é de grande relevância para a execução do planejamento estratégico das cooperativas paranaenses, pois abre a possibilidade de otimizar os custos para os cooperados e agroindústrias, garantindo o insumo extremamente necessário ao crescimento sustentável das cooperativas, que é a energia elétrica”, afirma Ricken, que acompanhou o evento na sede do IDR-PR. 

FOTO: Fernado Ogura / AEN

 

FORMAÇÃO: Inscrições abertas para o vestibular do Curso de Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas

Estão abertas, até o dia 15 de dezembro, as inscrições para o vestibular online do Curso de Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas, ofertado pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) e em parceria com o Isae, na modalidade ensino a distância. A formação é destinada a empregados das cooperativas do Paraná. Os candidatos podem optar por duas datas para realizar as provas: dia 19 de dezembro, às 14h, e dia 21 de dezembro, às 19h. Eles terão três horas para concluir o processo de seleção, composto por uma redação e 40 questões objetivas. A taxa de inscrição é de R$ 25,00. Clique aqui para conferir o edital completo e fazer a inscrição.

Subsídio - O Curso de Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas tem duração de dois anos. As aulas iniciam no dia 14 de fevereiro de 2022, em formato virtual, com provas presenciais duas vezes por semestre, aplicadas no polo regional. O Sescoop/PR subsidiará 65% da mensalidade para os 250 primeiros colocados no vestibular, desde que tenham vínculo comprovado com cooperativa do Paraná. 

 

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FÓRUM: Sistema OCB destaca a construção da Política Nacional de Micro e Pequenos Negócios

forum 02 12 2021Nessa quarta-feira (01/12), o Fórum Permanente de Micro e Pequenas Empresas realizou sua 2ª Reunião Plenária em 2021, com o objetivo de apresentar os principais resultados do ano e o plano de ações para 2022.

Destaque - Durante o encontro, ganhou destaque o trabalho coordenado pelo Ministério da Economia, em conjunto com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), na construção da Política Nacional de Desenvolvimento das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte ao longo de 2021.

Comitê temático 7 - O trabalho, efetivado pelo Comitê Temático 7 (CT7) - Política Nacional de Desenvolvimento da MPE, e que contou com a participação de um total de 26 entidades públicas e privadas ao longo de todo o ano, já foi validado pelo Fórum Permanente e segue os últimos trâmites no âmbito do governo para a edição de decreto presidencial, que irá dispor sobre a Política Nacional das MPEs.

Diretriz - Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a ideia é que a Política Nacional sirva como diretriz norteadora de ações e políticas públicas de fomento aos pequenos negócios do país. Além disso, como conquista importante da política, está o reconhecimento de ações que visem o apoio e incentivo ao cooperativismo e a outras formas de associativismo como formas de ganho de escala e inclusão produtiva aos pequenos negócios.

Cooperativismo de crédito - “Temos hoje, no cooperativismo de crédito, um dos maiores incentivadores dos micro e pequenos negócios do país. Hoje, nossas cooperativas financeiras contam com mais de 1,7 milhão de pessoas jurídicas associadas. Na pandemia, nossas cooperativas foram cruciais nas políticas de acesso ao crédito a pequenos negócios, com a oferta de 19% dos contratos e 13% do montante do Pronampe”, destaca Freitas.

Inclusão - O presidente do Sistema OCB também reforça a importância do cooperativismo na inclusão produtiva de milhões de trabalhadores em todo o país. “Sabemos do papel das cooperativas como alternativa para que trabalhadores de todo o país possam ofertar produtos e serviços com melhores condições. E isso não é diferente nos pequenos negócios. Temos trabalhado para que cooperativas de pequeno porte tenham o mesmo tratamento favorecido, simplificado e diferenciado de outros modelos nas políticas públicas de fomento aos pequenos negócios”, finaliza.

Edição - Nos próximos dias, as entidades aguardam com expectativa a edição da Política Nacional de Micro e Pequenas Empresas pelo Governo Federal, nos moldes da minuta entregue pelo Fórum Permanente. (OCB)

 

BNDES: Banco divulga linha Finame Baixo Carbono

bndes 02 12 2021O BNDES divulgou nesta semana a linha Finame Baixo Carbono para aquisição de equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuam para redução da emissão de gases de efeito estufa.

Estratégia - A divulgação da linha faz parte de uma estratégia do BNDES para colaborar com a adoção de tecnologias que possibilitem o alcance da neutralidade de carbono nos diversos setores da economia brasileira.

Itens financiáveis - São itens financiáveis, por exemplo: sistemas de geração de energia renovável, aquecedores solares, ônibus e caminhões elétricos, híbridos e movidos exclusivamente a biocombustível e demais máquinas e equipamentos ambientalmente mais eficientes. Todos os produtos devem ser novos, de fabricação nacional e credenciados no Credenciamento Finame (CFI) do Sistema BNDES.

Vídeo - Assista ao vídeo no canal do Youtube do BNDES, e saiba tudo sobre a nova linha de financiamento: https://youtu.be/rt52e7ecidc.  

Iniciativas coop de baixo carbono - No início de novembro o movimento cooperativista foi destaque no Espaço Brasil na COP26, em Glasgow, onde foram apresentados cases de cooperativas brasileiras que colaboram para o alcance da neutralidade de carbono. O cooperativismo está um passo à frente em ações e soluções nesse sentido. Para conhecer os principais cases e o manifesto em relação aos desafios apresentados COP26, acesse: www.cooperacaoambiental.coop.br. (OCB

FOTO: Pixabay

 

TURISMO: Cooperativas são incluídas nos programas do Fungetur

turismo 02 12 2021As cooperativas que atuam no setor de turismo conquistaram um novo suporte financeiro. O projeto de lei (PL 2.380/21) que reformula as diretrizes de operação do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) para fomentar o turismo nacional foi aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados nessa quarta-feira (01/12). Com a medida, os recursos empregados em linhas de crédito para o setor privado também serão direcionados para as cooperativas do setor.

Futuro - "O que vimos hoje no plenário é um pouco do futuro do nosso país. Lutamos bravamente para que as cooperativas fossem incluídas no Fundo Geral do Turismo e conseguimos esse feito. Já disse isso diversas vezes e repito, o cooperativismo é um dos segmentos que ajudou a manter o nosso Brasil durante a pandemia, mostrando que devemos reconhecer e conceder melhorias que vão alavancar o setor, fazendo assim com que a economia brasileira cresça em conjunto", afirmou o deputado Evair de Melo (ES), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).

Articulação - Evair atuou em conjunto com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) na articulação para que o dispositivo fosse incluído no parecer do deputado Otávio Leite (RJ), relator do projeto. Segundo Leite, as alterações propostas são positivas para a expansão e fortalecimento da indústria de turismo. “Estamos certos de que essas medidas contribuem para o funcionamento mais eficiente do fundo e o maior acesso do setor a recursos para investimento e expansão, com o consequente aumento da geração de emprego e renda”.

Ampliação - Proposto pela Comissão de Turismo da Câmara, o PL 2.380/21 amplia os instrumentos de atuação e permite que o Fungetur possa atuar no compartilhamento do risco de crédito dos mutuários de suas linhas de financiamento a partir da aquisição de cotas em fundos garantidores, públicos ou privados, participação em Sociedades de Garantia de Crédito (SGC) ou aquisição de cotas de fundos de investimento em direitos creditórios.

Operacionalização - As cooperativas de crédito e os bancos cooperativos estão entre as instituições que poderão operacionalizar os recursos. A ideia do Programa também é tornar mais atraentes as operações para as instituições financeiras, aumentando, em consequência, a oferta de crédito disponíveis para o setor de turismo.

Tramitação - A proposta segue agora para apreciação do Senado. (OCB)

FOTO: Paulo Sergio / Câmara dos Deputados

 

CERAL: Energia que vem da cooperação

Em 2 de dezembro de 1968, nascia a Ceral - Cooperativa de Infraestrutura de Arapoti, fruto da visão de agropecuaristas arapotienses, que viram na fundação de uma cooperativa a possibilidade de construir as primeiras redes de distribuição do município, trazendo a energia que impulsionaria o desenvolvimento local. Hoje, ao completar 53 anos, a cooperativa orgulha-se de seus pioneiros, a brava gente que, acreditando na cooperação, fincou postes no chão e o nome de Arapoti na história como segundo município do Paraná a ter energia elétrica na área rural. Ali nasceu uma empresa forte, sólida que permanece até os dias atuais, enfrentando os desafios com muita energia vinda da força da cooperação. “Aos associados, colaboradores e clientes, obrigado pela confiança em todos estes anos. A nossa energia vem da cooperação”, afirmam os dirigentes da Ceral. (Com informações da Ceral)

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CASTROLANDA: Noite histórica marca aniversário de 70 anos da cooperativa

Uma noite para ficar na memória: assim deve ser chamada a cerimônia de comemoração aos 70 anos da Castrolanda, na noite da última terça-feira (30/11). O evento, realizado no Pavilhão da Cidade do Leite, em Castro (PR), reuniu cooperados e convidados – além dos colaboradores, que assistiram tudo pela internet – em um momento de grandes homenagens e reconhecimento daqueles que fizeram e fazem parte da história da Cooperativa.

Boas-vindas - A noite começou com as palavras do presidente, Willem Berend Bouwman, que deu boas-vindas aos presentes e relembrou rapidamente a coragem dos pioneiros holandeses, que deixaram suas cidades de origem para desbravar novas terras na região onde hoje está localizada a Colônia Castrolanda. Na sequência, o pastor Flavio Américo usou a palavra em um momento de fé, que simboliza um dos pilares da imigração holandesa no país.

Homenagens - As homenagens da noite tiveram início com a entrega do título de Cidadão Honorário de Castro para o ex-presidente da Castrolanda, Frans Borg. A honraria foi concedida pela Câmara Municipal por meio de uma lei de autoria do vereador, cooperado e diretor do Memorial da Imigração Holandesa, Rafael Rabbers.

Livro - Na sequência, foi lançado o livro “Castrolanda 70 anos: uma história de união, fé e cooperação”, do jornalista Edison Lemos. A obra retrata o pioneirismo holandês, a fundação da Cooperativa, o processo de desenvolvimento e a importância que ela possui para a comunidade onde está inserida, além de grandes memórias de colaboradores e cooperados.

Associados - Quem também ganhou homenagens foram os associados com longo tempo de serviços prestados à Castrolanda. Cooperados com 50, 45, 40, 30 e 25 anos de trabalho junto à cooperativa foram chamados ao palco para receber os reconhecimentos e os aplausos do público.

Show - A noite foi finalizada em grande estilo com o show da dupla sertaneja Fernando e Sorocaba, cantando sucessos de ontem e de hoje e parabenizando a Castrolanda pelos 70 anos de história.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

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COCAMAR I: Quatro novas ferramentas da Cocamar Máquinas geram mais rentabilidade aos produtores

cocamar 02 12 2021A Cocamar Máquinas, Concessionária John Deere, está trabalhando com quatro novas ferramentas para que os produtores possam, com seus maquinários, avançar na adoção de modernas tecnologias, com maior eficiência de seu trabalho. Trata-se dos projetos Solo Forte, Linhas de Plantio, Conectividade e Aplicação Localizada, estruturados pela concessionária e a cooperativa.

Amostragem - O Solo Forte consiste em um serviço de amostragem de solo com pontos alocados de forma inteligente, utilizando como direcionador o conhecimento do agricultor, somado a informações como imagens de satélites, índices de Vegetação (NDVI) e mapa de produtividade.

Planejar - Já o Linhas de Plantio possibilita ao produtor fazer o planejamento da operação, definindo o melhor trajeto para maior rendimento e menos manobras, entre outros benefícios.

Atendimento remoto - Com o Pacote de Conectividade, o produtor tem acesso a informações sobre suas operações com máquinas em tempo real e recebendo atendimento à distância, sendo também possível, remotamente, a criação, configuração e envio de mapas de taxa variável e linhas de plantio, bem como a gestão e a organização de dados e mapas, atualizações remotas de monitores, receptores e controladoras, relatórios customizáveis e gestão de horímetro (indicação de manutenções preventivas).

Menos custos de produção - Por fim, o Aplicação Localizada é um serviço realizado em conjunto com o Xarvio, uma plataforma digital que ajuda a racionalizar custos de produção durante o manejo de plantas daninhas.

Sinergia - O supervisor do Centro de Soluções Conectadas da Cocamar Máquinas, André Payão Aguilera, comenta que “com seu corpo técnico e por possuir uma concessionária de máquinas agrícolas, há uma perfeita sinergia e o produtor recebe um conhecimento técnico embasado e altamente profissional”.

Qualidade e resultados - "A Cocamar possui um grande diferencial que permite entregar um serviço com qualidade e resultados acima da média, tudo isso pelo fato da mesma possuir um corpo técnico agronômico de excelência, associado a uma equipe extremamente qualificada em mecanização agrícola e Agricultura de Precisão", acrescenta Payão.

Otimizar - Sobre o Projeto Solo Forte, ele destaca que o mesmo está totalmente em linha com a necessidade que o produtor tem de otimizar as suas aplicações de corretivos e fertilizantes. “O objetivo é fazer a amostragem de solo das áreas dos produtores, utilizando-se de dados precisos”, expõe. Para isso, lembra que os equipamentos, além de executar as operações, registram e fazem o sensoreamento e tudo o que está acontecendo no campo.

Só onde é preciso - “A gente tem condições de levantar os dados de uma colheita, por exemplo, trazer para a nossa plataforma digital e analisar ponto a ponto do talhão onde o cliente efetivamente produz mais e onde produz menos”, resume. Com base nisso é oferecida uma amostragem de solo inteligente, alocando os pontos de coleta de solo tendo como base o mapa de produtividade.

Menos custos - “O mapa nos mostra onde há necessidade e temos que direcionar os esforços para onde ele aponta que é preciso melhorar”, assinala o supervisor, salientando que, dessa forma, são otimizados os custos com amostragem de solo e, numa segunda etapa, também os de aplicação de corretivos e fertilizantes.

O traçado ideal - Quanto ao Linhas de Plantio, Payão observa que o produtor pode otimizar o piloto automático para definir o melhor traçado. “Ainda há uma dependência de a mão de obra definir o alinhamento do plantio. E essa definição está sujeita a erros, não fazendo da maneira ideal.”

Estudo das operações - “Por meio desse pacote, a gente faz todo um mapeamento da área do produtor com o uso de drone, leva para o Centro de Soluções Conectadas da concessionária e ali é realizado um estudo para definir o melhor traçado das operações de plantio, pulverização e colheita”, comenta, informando que um software permite simular vários cenários e definir qual o melhor condição possível para executar determinada operação, reduzindo manobras, melhorando a eficiência profissional e consumindo menos combustível, entre vários outros benefícios.

Junto do produtor - Com relação à Conectividade, é possível à concessionária estar o tempo todo junto ao produtor, independente da distância ou limitações físicas. “Antes tínhamos muitas dificuldades em executar uma grande quantidade de trabalho e nem havia como o produtor utilizar cem por cento dos seus equipamentos porque nós mesmos não tínhamos capacidade de atender todos os produtores a campo”, salienta o supervisor, acrescentando: “era praticamente impossível atender da forma como a gente gostaria, no modelo tradicional, indo até às propriedades”.

Alta taxa de resolução - O pacote de conectividade permite que a concessionária consiga dar uma atenção especial ao produtor por meio de atendimentos remotos, recorrendo à equipe de especialistas do Centro de Soluções Conectadas. Atendendo à distância, eles apresentam uma taxa de resolução remota - sem contato presencial -, de praticamente 85% das demandas. Por meio das plataformas digitais, os profissionais estão sempre conectados ao produtor.

Pulverizadores - Finalmente, o pacote de Aplicação Localizada está em linha quando se trata da otimização dos equipamentos que o produtor já possui e praticamente 100% dos pulverizadores autopropelidos John Deere estão aptos a executar esse trabalho. Ou seja, o cliente já tem a tecnologia e o objetivo da concessionária é fazer com que ele possa tirar proveito dela e reduzir o custo com herbicidas.

Sustentável - “Podemos com esse trabalho promover uma agricultura mais sustentável porque o herbicida só é aplicado onde há necessidade”, explica Payão. Por meio de parceria com o Xarvio, o mapeamento dos talhões, feito por drone, identifica somente os pontos onde há plantas invasoras, concebendo um mapa de aplicação cujos dados podem ser levados ao pulverizador em um pendrive ou enviados remotamente.

Gerência - Com isso, o pulverizador gerencia a ligação e o desligamento com base nesse mapa de aplicação. O equipamento somente liga onde há planta daninha, o que resulta em uma aplicação muito mais eficiente e sustentável para os produtores, havendo uma redução média de 60% no uso de herbicida. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Produtor de Mandaguaçu é homenageado em visita do Rally

cocamar II 02 12 2021O agropecuarista Osvaldo Aquaroni, de Mandaguaçu (PR), foi o terceiro nesta safra de verão 2021/22 a receber o troféu da Ação de Impacto Basf, entregue durante as viagens do Rally Cocamar de Produtividade, que está distinguindo 30 protagonistas do agro regional pelas suas boas práticas. Os dois primeiros foram Edvaldo Baveloni e Edio Favoretto, ambos de Maringá (PR).

Agropecuária - Aquaroni recepcionou a equipe do Rally na tarde de sexta-feira (26/11), na Fazenda São Francisco, naquele município. Em 420 alqueires (1.016 hectares), ele produz soja e milho e mantém pecuária de corte e gado leiteiro.

Homenagem - Ao entregar o troféu ao produtor, o representante técnico de vendas (RTV) da Basf, Rafael Franciscatti, ressaltou que a premiação presta um reconhecimento àqueles que se sobressaem pelo seu desempenho na atividade e contribuem para a sustentabilidade do setor. “Você é um produtor que nasceu para ser campeão”, está escrito no troféu. Aquaroni se disse lisonjeado e agradeceu a homenagem: “A gente sempre procura fazer o melhor, com o apoio técnico da Cocamar”.

Braquiária - Em 300 alqueires (726 hectares) a soja é cultivada pelo terceiro ano em plantio direto sobre palhada de braquiária. A cobertura preserva a umidade do solo, impede a erosão, repõe matéria orgânica e inibe o surgimento de ervas de difícil controle como buva e capim-amargoso, sendo que o enraizamento profundo da braquiária rompe a camada de compactação e, entre outros benefícios, favorece a infiltração de água. A braquiária é mantida em consórcio com o milho, no inverno.

Produtividade - A média de produtividade da oleaginosa nos últimos anos é de 150 sacas por alqueire (62/hectare).

Família - Osvaldo Aquaroni recebeu a caravana do Rally ao lado da esposa Neuracy, com quem se casou em 1968. Eles têm três filhos, cinco netos e uma bisneta.

Capela - Devota de São Francisco, a família construiu recentemente uma capela na sede da Fazenda em louvor ao santo protetor dos animais. “Aqui é um pedaço do paraíso”, disse dona Neuracy, no interior do templo.

Café e alimentos - Além de produtor rural e pecuarista, Osvaldo atua desde 1968 com uma empresa compradora de café em Mandaguaçu, a Sociedade Cafeeira São Sebastião Ltda, onde inicialmente trabalhava ao lado do pai, Aldo, e dois sócios. Em 1991, ele ampliou os negócios ao firmar sociedade com Maurício Righetti para impulsionar a Alimentos Atalaia, na cidade do mesmo nome, que oferece um amplo leque de produtos aos pontos de venda.

História - Os Aquaroni chegaram a Mandaguaçu em 1949, vindos de Cambé, cidade que os acolheu três anos antes, quando migraram de Taquaritinga (SP) em busca de melhores perspectivas de vida no Paraná. Lá, eles viveram em terras dos Brinholi, seus parentes, na Água Mato Grosso.

Geada negra - “Mandaguaçu, na época, era muito forte no café”, conta Osvaldo, citando que sua família, além de produzir, começou a lidar com o comércio desse produto em 1959. Quando ocorreu a geada negra de 1975, que destruiu os cafezais paranaenses, os Aquaroni, como todo mundo, sofreram um baque, mas como tinham estoques na empresa, acabaram se beneficiando com a forte alta das cotações.

Sobre o Rally - O Rally Cocamar de Produtividade, em sua sétima edição consecutiva, conta com o patrocínio das seguintes empresas: Basf, Fairfax do Brasil – Seguros Corporativos, Fertilizantes Viridian, Zacarias Chevrolet e Sicredi União PR/SP (principais), Cocamar Máquinas, Lubrificantes Texaco, Estratégia Ambiental e Irrigação Cocamar (institucionais), com apoio da Aprosoja/PR, Cesb e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI: Campanha "Poupança Premiada" do Sicredi chega à reta final com sorteio de R$ 1 milhão

1sicredi 02 12 2021Com mais de R$ 1,3 milhão em prêmios distribuídos, a campanha “Poupança Premiada” entra na reta final com o sorteio especial de R$ 1 milhão, no dia 20 de dezembro. A promoção realizada pelo Sicredi nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro teve início no mês de março com sorteios semanais de R$ 5 mil, que seguem até o fim da campanha, além da premiação especial de meio milhão de reais entregue no mês de outubro. Ao todo, mais de R$ 2,5 milhões em prêmios serão distribuídos aos associados da instituição financeira cooperativa ao longo da ação.

Incentivo - Segundo a gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adriana Zandoná França, além de contemplar os associados, a campanha tem o objetivo de incentivar o hábito de poupar. “A poupança é uma das modalidades mais tradicionais entre os brasileiros, isso por ser uma forma simples e de baixo risco para aplicação de recursos, sem contar a vantagem de não incidir impostos ou taxas. Essa facilidade é uma opção para que muitas pessoas iniciem o seu planejamento financeiro para atender objetivos de curto, médio ou longo prazo”, afirma.

Planejamento financeiro - A associada do município de Figueira, no interior do Paraná, Evanildes Granemann, conhece bem a importância de iniciar um planejamento financeiro. Ela foi a contemplada no sorteio especial, realizado em celebração ao Dia Mundial da Poupança. Ao receber o cheque simbólico de R$ 500 mil, a poupadora destacou os diferenciais do cooperativismo de crédito para o investimento de recursos. “Acredito que para cuidar do dinheiro temos que escolher um lugar em que a gente confia. Onde as pessoas orientam você, explicam tudo que a gente precisa saber. Por isso, escolhi o Sicredi. É muito importante que a gente guarde pelo menos um pouquinho de dinheiro todo mês, assim, se um dia precisar, terá esse amparo”, comentou.

Outras vantagens - A especialista do Sicredi lembra que, além do relacionamento próximo, a instituição financeira cooperativa ainda oferece outras vantagens ao associado e as comunidades onde atua. “Os recursos captados pelas cooperativas por meio da poupança ou outros serviços financeiros são reinvestidos na região promovendo um ciclo virtuoso com geração de renda, desenvolvimento econômico e social. Além disso, o associado ainda participa de modelo com gestão participativa e tem direito à participação nos resultados gerados pela instituição no final de cada ano”, explica.

Incremento - Durante a campanha, o Sicredi registrou um incremento de mais de R$ 1,24 bilhão em poupança nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, chegando ao total de mais de R$ 8,55 bilhões em carteira consolidada. “Esse volume é importante porque os recursos incrementam a contratação de crédito rural e comercial pelos associados fortalecendo a economia regional", afirma Adriana.

Poupadores ainda podem participar - Até agora, já foram gerados mais de 128 milhões de números da sorte da “Poupança Premiada”. E para participar é simples. Durante a campanha, a cada depósito de R$ 100 na poupança, o associado ganha um número da sorte para concorrer aos prêmios. Se as aplicações forem na modalidade poupança programada, quando o associado autoriza o depósito mensal e de forma automática em sua poupança, as chances dobram com dois números da sorte para concorrer. A visualização dos cupons e a conferência dos ganhadores da campanha estão disponíveis no site da campanha.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI FRONTEIRAS: Cooperativa realiza pagamento de juros ao capital para os associados

sicredi fronteiras 02 12 2021Os associados da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP receberam, nessa quarta-feira (01/12), o valor referente aos juros sobre o Capital Social próprio. O crédito foi realizado na conta capital de cada associado e faz parte dos resultados que ele recebe ao fazer parte de uma instituição financeira cooperativa.

Valor - O Capital Social é o valor desembolsado pelo indivíduo no momento da associação, através do qual ele se torna um associado ou o “dono” do negócio.

Correção - Como forma de correção sobre este valor, as cooperativas remuneram o capital social de seus associados uma vez por ano em perceptual igual ou inferior ao da taxa Selic acumulada, conforme previsto em lei.

Taxas e preços mais justos - De acordo com Paulo Vinícius Padilha, gerente de captação da Sicredi Fronteiras, as cooperativas de crédito do Sistema Sicredi atuam fortemente como reguladores do mercado financeiro, praticando taxas e preços mais justos e adequados à realidade de seus associados.

Total - “Desta forma, os 78,3 mil associados da Sicredi Fronteiras, receberam R$ 2.016.383,90 creditados em suas cotas capitais. Esse valor faz crescer o capital social individual de cada associado, da mesma forma que faz crescer o patrimônio da Cooperativa e sua capacidade de atender cada vez melhor todas as necessidades do cooperado”, afirma Padilha.

Ciclo virtuoso - Esse é o ciclo virtuoso do Sicredi, onde os recursos e os resultados sempre retornam a quem é de direito, ou seja, ao associado e a sociedade da qual a Cooperativa faz parte.

Resultados - Além dos juros ao capital, os associados da Sicredi Fronteiras também participam dos resultados gerados pela Cooperativa. Quanto maior for a sua movimentação e adesão aos produtos e serviços, maior será participação nos resultados.

Distribuição - A forma de distribuição será definida pelos próprios associados, em assembleia. Portanto, se você quer participar dessa decisão, entre em contato com o seu gerente e fique atento às datas da assembleia da sua agência em 2022.

Extrato - Para consultar os recebimentos de juros ao capital, confira o extrato da sua conta capital no aplicativo Sicredi, no Internet Banking ou consulte o seu gerente. (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

UNIPRIME: Campanha de doação de alimentos não perecíveis é realizada em parceria com Unimeds

uniprime 02 12 2021Está no ar a Campanha de Doação de Alimentos Não Perecíveis 2021, uma iniciativa da Uniprime do Brasil em parceria com as Unimeds de Apucarana, Campo Mourão e Cianorte. Qualquer pessoa pode realizar uma doação, basta levar os alimentos até uma das agências da Uniprime (busque a mais próxima AQUI).

Débito em conta - Os cooperados podem fazer as doações através de uma autorização de débito em conta, bastando contatar com o gerente. A campanha vai até dia 17/12 e os alimentos serão doados para instituições carentes das regiões onde a cooperativa possui agências. Participe, pois dessa forma, os beneficiários terão um Natal mais solidário! (Imprensa Uniprime)

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: União Eurasiática abre novas cotas para importação de carne com tarifa zero

comercio exterior I 02 12 2021A União Econômica Eurasiática (UEA) aprovou esta semana a ampliação de cotas para importação, com tarifa zero, de carne bovina e suína destinada ao processamento. Fazem parte do bloco a Rússia, Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão e Quirguistão.

Validade - A cota russa para carne bovina será válida para todo o ano de 2022, com volume de 200 mil toneladas. Para carne suína, a cota russa será de 100 mil toneladas, com validade entre 1º de janeiro e 30 de junho do próximo ano.

Outros países - Além da Rússia, a medida prevê cotas que totalizam 38,5 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, das quais 5 mil para a Armênia, 21 mil para o Cazaquistão, 5 mil para o Quirguistão e 7,5 mil para Bielorrússia.

Congelada - Também há cotas de carne suína congelada com volume de 5 mil toneladas para a Armênia e 7 mil para o Cazaquistão, e de carne suína fresca, refrigerada ou congelada no volume de 20 mil toneladas para Bielorrússia.

Decisão - As novas cotas de importação constam na Decisão 116/2021 da União Eurasiática. O tema foi tratado com o governo russo durante a visita da ministra Tereza Cristina a Moscou, em novembro.

Plantas habilitadas para Rússia - Desde a recente missão da ministra Tereza Cristina à Rússia, o governo de Moscou aprovou a retomada da habilitação de um total de 16 plantas frigoríficas brasileiras, instaladas em oito estados (Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo). Desse total, sete são de carne bovina; oito de carne suína e uma de suína e aves.

Suspensão - Todas essas plantas já foram habilitadas no passado, mas tiveram as vendas suspensas desde 2017, devido à suposta detecção de ractopamina em produtos oriundos do Brasil. Em 2018, o mercado foi reaberto, mas com apenas poucos estabelecimentos habilitados.

Retomada - A ministra Tereza Cristina tratou do assunto com o chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor), Sergey Dankvert. De forma imediata, foi anunciada a retomada da habilitação de dois estabelecimentos de carne bovina.

Restrições retiradas - No último dia 25, haviam sido retiradas as restrições a outras 12 plantas brasileiras de carne bovina, suína e de aves, tendo em vista “o trabalho realizado pelo Mapa destinado ao cumprimento dos requisitos da Federação Russa e as garantias que foram apresentadas pelo órgão competente brasileiro”, conforme nota da Representação Comercial da Federação da Rússia no Brasil.

Mais duas - Desde essa quarta-feira (01/12), mais duas plantas poderão voltar a exportar carne bovina brasileira para aquele país.

Total - Com a retomada das exportações desses frigoríficos após a missão da ministra Tereza Cristina, o Brasil passa hoje a ter habilitados para o mercado russo 19 estabelecimentos de carne bovina, 14 de carne suína e 29 de carne de aves, além de 26 de lácteos. (Mapa)

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COMÉRCIO EXTERIOR II: Balança comercial registra novos recordes em novembro e no acumulado do ano

comercio exterior II 02 12 2021A balança comercial brasileira registrou novos recordes e resultados históricos no mês de novembro e no acumulado do ano, segundo dados divulgados nessa quarta-feira (01/12) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. As exportações no ano, por exemplo, chegaram a US$ 256,1 bilhões – um recorde tanto para períodos de 11 meses quanto para anos fechados. O mesmo aconteceu com o saldo comercial, que chegou a US$ 57,2 bilhões, no maior superávit em 11 meses e em anos fechados. Já a corrente de comércio – soma das exportações e importações – foi a maior para o período de janeiro a novembro, com US$ 455 bilhões.

Último recorde - Segundo a Secex, o último recorde da exportação brasileira anual foi em 2011, com US$ 254 bilhões. “Já ultrapassamos esse valor com os resultados de janeiro a novembro”, destacou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão, em coletiva de imprensa. As importações, mesmo crescendo 39,7% no acumulado do ano, ficaram em US$ 198,91 bilhões e ainda estão abaixo dos valores máximos históricos – em 2013, chegaram a US$ 223 bilhões em 11 meses.

Novembro - Considerando apenas o mês de novembro, porém, as importações atingiram o recorde histórico de US$ 21,6 bilhões. Esse aquecimento foi puxado pelo aumento de 34,7% nos preços, já que o volume importado subiu apenas 4,5%. “Temos observado uma aceleração dos preços dos bens importados e um crescimento do valor importado concentrado em alguns segmentos, como combustíveis em geral, energia elétrica, adubos, fertilizantes e medicamentos”, comentou Brandão.

Demanda - Ele lembrou que, junto com a compra de vacinas contra a Covid-19, o Brasil precisa atender à demanda interna por energia, adubos e fertilizantes. “Temos uma perspectiva de uma safra crescente e adubos e fertilizantes são derivados de petróleo também. Então, com o aquecimento dos preços internacionais de petróleo, esses produtos também se encontram com os preços em alta”, explicou.

Segundo maior valor para o mês - Além do recorde das importações, novembro registrou o segundo maior valor das exportações para o mês, com US$ 20,30 bilhões, e da corrente de comércio, que somou US$ 41,90 bilhões. “Foi a segunda maior corrente de comércio da série histórica para o mês, atrás apenas da registrada em novembro de 2011, de US$ 43 bilhões”, informou o subsecretário da Secex.

Déficit - Como o total das importações no mês ficou acima dos valores exportados, a balança fechou novembro com déficit de US$ 1,31 bilhão, no segundo saldo negativo do ano – o primeiro foi em janeiro, com US$ 206 milhões de déficit.

Exportações em alta - Nas exportações em novembro, o destaque foi o crescimento das vendas da Indústria de Transformação, que subiram 28,3% em dólares, resultado tanto do aumento nos volumes quanto dos preços. Os principais produtos exportados pelo setor no mês foram carnes de aves, veículos para transporte de mercadorias e celuloses. Também houve crescimento nas vendas de produtos siderúrgicos, incluindo ferro gusa, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas, além de lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço.

Volume menor mas receitas crescentes - Herlon Brandão salientou que, na Indústria Extrativa e na Agropecuária, o volume exportado diminuiu, mas as receitas continuaram crescentes graças ao aumento dos preços dos produtos. Assim, as exportações cresceram nos três setores. O aumento foi de 16,5% na Agropecuária, que somou US$ 3,01 bilhões; de 14,8% na Indústria Extrativa, que chegou a US$ 4,81 bilhões; e de 28,3% na Indústria de Transformação, com US$ 12,34 bilhões.

América do Norte - A América do Norte apresentou crescimento de 50,4% como destino das exportações brasileiras – não só para os Estados Unidos, mas também para Canadá e México. Para o Mercosul, as vendas subiram 24,7%, principalmente para a Argentina, com alta de 17%. Já para a União Europeia, houve crescimento de 19,8%, enquanto para a China as vendas subiram 8,8%.

Aumento de preços nas importações - Do lado da importação, o crescimento mais significativo no mês foi da Indústria Extrativa (+248,3%), com destaque para a compra de petróleo bruto e gás natural, que são combustíveis usados em usinas termelétricas. Também aumentaram as compras de produtos para Agropecuária (+61,8%), com destaque para o trigo, e para a Indústria de Transformação (+43,5%), puxada por medicamentos, adubos e fertilizantes.

Reflexo - A alta na Indústria Extrativa reflete o aumento de 92,3% dos preços na importação do setor, já que os volumes caíram 1,5%. “É mais combustível. O Brasil importa pouco produto mineral bruto”, observou o subsecretário, acrescentando que “as cotações internacionais de petróleo têm subido e o custo da aquisição desses bens tem crescido”. Também houve aumentos nos preços de itens comprados pela Indústria de Transformação (+30,2%) e pela Agropecuária (+34,7%).

Trajetória - “Isso ajuda a contextualizar a trajetória da média diária da importação”, pontuou Brandão, referindo-se ao aumento da média diária das importações, puxado pela alta dos preços dos bens importados, no segundo semestre. Desde julho, o índice de preços apresentou altas mensais acima de 15%, chegando a 34,7% em novembro – o maior crescimento mensal no ano.

Novo momento - São aumentos que refletem um novo momento da recuperação econômica no cenário nacional e global, segundo apontou o subsecretário. Ele frisou que já houve aumento da demanda por bens agrícolas e minerais, no primeiro momento da recuperação econômica mundial, e agora chegou a vez dos bens industrializados.

Acumulado do ano - Brandão notou ainda que, ao contrário do mês de novembro – em que preponderou o aumento dos preços para a alta das importações –, no acumulado do ano há um maior crescimento dos quantuns (volumes), que subiram 23,4%, sempre levando em conta a queda na demanda no ano passado devido à pandemia.

Bens intermediários - A maior parte das importações no ano é de bens intermediários, que representam 66,2% do total, com crescimento de 46,9% em relação a 2020. O maior crescimento, no entanto, foi de combustíveis e lubrificantes (+82,4%), que representam 11,6% das compras externas brasileiras. (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança comercial.

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IBGE: PIB fica em -0,1% no terceiro trimestre influenciado por queda na agropecuária

ibge destaque 02 12 2021O Produto Interno Bruto (PIB), que é soma dos bens e serviços finais produzidos no país, ficou em -0,1% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o segundo trimestre, quando caiu 0,4%. Apesar da alta de 1,1% nos serviços, que respondem por mais de 70% do PIB nacional, o índice foi influenciado para baixo principalmente por conta da queda de 8,0% na agropecuária e também pelo recuo de 9,8% nas exportações de bens e serviços. Já a indústria ficou estável (0,0%).

Patamar - O PIB está no patamar do fim de 2019 e início de 2020, período pré-pandemia, e ainda está 3,4% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica na série histórica, alcançado no primeiro trimestre de 2014. Em valores correntes, o PIB atingiu R$ 2,2 trilhões no terceiro trimestre. Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, o PIB cresceu 4,0%.

Acumulado do ano - No acumulado do ano até o mês de setembro, o PIB brasileiro apresenta avanço de 5,7% em relação a igual período de 2020. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta quinta-feira (02/12) pelo IBGE.

Safra de soja - O recuo na agropecuária (-8,0%) foi consequência do encerramento da safra de soja, que também acabou impactando as exportações. A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, explica que a colheita da soja, por ser muito mais concentrada nos dois primeiros trimestres, impacta no resultado.

Menor - “Como ela é a principal commodity brasileira, a produção agrícola tende a ser menor a partir do segundo semestre. Além disso, a agropecuária vem de uma base de comparação alta, já que foi a atividade que mais cresceu no período de pandemia e, para este ano, as perspectivas não foram tão positivas, em ano de bienalidade negativa para o café e com a ocorrência de fatores climáticos adversos na época do plantio de alguns grãos”, relaciona Palis.

Serviços - Já o crescimento dos serviços foi puxado por outras atividades (4,4%), que reúnem diversos serviços prestados às famílias. “Com o avanço da vacinação contra Covid-19 e o consequente aumento da mobilidade e reabertura da economia, as famílias passaram a consumir menos bens e mais serviços.”, comenta Palis.

Crescimento - Cinco atividades da categoria apresentaram crescimento: outras atividades de serviços (4,4%), informação e comunicação (2,4%), transporte, armazenagem e correio (1,2%), administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,8%). As atividades imobiliárias (0,0%) ficaram estáveis e apenas as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,5%) e comércio (-0,4%) registraram variações negativas.

Quedas - “A queda nos serviços financeiros se deve em parte a um aumento nos sinistros de planos de saúde. Já o comércio, que foi um dos setores mais afetados pela pandemia, teve uma forte alta no segundo trimestre, com a reabertura e, portanto, a base de comparação estava alta e as famílias também migraram parte do seu consumo para os serviços”, explica Palis.

Indústria - Já a indústria, que responde por cerca de 20% do PIB nacional, ficou estável (0,0%) no trimestre. Houve crescimento apenas na construção (3,9%). eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,1%), indústrias de transformação (-1,0%) e indústrias extrativas (-0,4%) tiveram queda.

Impactos - “O encarecimento dos insumos e outros problemas na cadeia produtiva, além da crise energética, vêm afetando o setor industrial”, ressalta Palis.

Exportações tiveram queda de 9,8% no PIB - Pela ótica da demanda, o consumo das famílias aumentou 0,9% na comparação com o trimestre anterior. E o consumo do governo também cresceu (0,8%).

Recuos - No setor externo, as exportações de bens e serviços apresentaram queda de 9,8%, enquanto as importações de bens e serviços recuaram 8,3% no terceiro trimestre de 2021 frente ao segundo trimestre.

Balança - “A balança de bens e serviços negativa acabou puxando a variação do PIB para baixo na comparação com o trimestre anterior. Cabe destacar, no entanto, que na comparação interanual, ambas as atividades tiveram alta acentuada, muito por conta da retomada do turismo internacional, mas a contribuição ao crescimento ainda ficou negativa, já que as importações (20,6%) superaram em muito as exportações (4,0%)”, conclui Palis.

Comparação interanual - Na comparação interanual, dentre as exportações, aquelas que registraram melhores resultados foram produtos de metal, máquinas e equipamentos e especialmente os serviços. Na pauta de importações, as altas mais relevantes ocorreram em veículos automotores, produtos farmoquímicos, máquinas e equipamentos e produtos químicos.

Sobre o Sistema de Contas Nacionais - O Sistema de Contas Nacionais apresenta os valores correntes e os índices de volume trimestralmente para o Produto Interno Bruto (PIB) a preços de mercado, impostos sobre produtos, valor adicionado a preços básicos, consumo pessoal, consumo do governo, formação bruta de capital fixo, variação de estoques, exportações e importações de bens e serviços. No IBGE, a pesquisa foi iniciada em 1988 e reestruturada a partir de 1998, quando os seus resultados foram integrados ao Sistema de Contas Nacionais, de periodicidade anual. (Agência IBGE de Notícias)

Foto: José Fernando Ogura / AEN-PR

 

PIB-Preos de mercado

 

PIB-Setores

 

PIB-Demandas

TRABALHO: Paraná tem melhor saldo de empregos de janeiro a outubro desde 2004

trabalho 02 12 2021Os 176.560 empregos gerados em 2021 representam o maior recorte para o período de janeiro a outubro desde 2004, começo da série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número é quase 24% maior do que o recorde anterior, de 2010. O comparativo foi feito pelo Departamento do Trabalho da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho.

Série histórica - Na série histórica, o crescimento também é cerca de 400% superior a 2020 (33.615), ano da chegada do coronavírus ao País. O resultado absoluto do Paraná é o quarto maior do Brasil neste ano, atrás apenas de São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais. O comparativo leva em consideração as mudanças de metodologia aplicadas pelo Ministério do Trabalho e da Previdência nos últimos meses.

Outubro - Em relação ao balanço de outubro, com 15.747 vagas, é o segundo melhor resultado para o mês desde 1996. O recorde anterior tinha sido em 2020, com 30.632, na esteira da reabertura de algumas atividades econômicas que foram afetadas pela pandemia. Sem esse ano atípico, o resultado de 2021 foi 5% maior do que 2010 (14.954), recorde da série histórica até então.

Setores - A alta no ano está amparada no crescimento da indústria geral (38.030), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (35.280) e informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (29.469).

Bons resultados - Também registraram bons números administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (14.574), construção (11.917), transporte, armazenagem e correio (6.791), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3.530), alojamento e alimentação (3.367), outras atividades de serviços (2.659), artes, cultura, esporte e recreação (774) e serviços domésticos (17).

Serviços - No mês, a alta foi puxada pelos setores de serviços, com saldo de 6.800 vagas, e de comércio, com 5.171 vagas. Na sequência, estão a indústria (3.723) e os setores de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (219). O único setor em baixa no período foi o de construção civil, com saldo negativo de 166 vagas.

Desemprego - Em paralelo a esse movimento, o desemprego caiu no Paraná no terceiro trimestre de 2021 (julho a setembro), chegando a 8%, um ponto percentual a menos do que no segundo trimestre (abril a junho). É o quinto menor indicador do País, que tem média de 12,6%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quarta queda - Na série histórica, é a quarta queda consecutiva na taxa, que teve pico de 10,5% no meio da pandemia. O índice de 8% é o mesmo do primeiro trimestre de 2020, indicando que o Estado conseguiu se recuperar dos efeitos do coronavírus sobre o mercado de trabalho. Os outros estados com bons indicadores são Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o estudo do Departamento do Trabalho AQUI.

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

INFRAESTRUTURA: Com investimento de R$ 13,6 milhões, Estado vai recuperar estradas rurais de oito municípios

infraestrutura 02 12 2021O Governo do Estado vai pavimentar mais 28 quilômetros de estradas rurais de oito cidades do Paraná com a implantação de pedras irregulares ou blocos de concreto sextavado. O investimento é de R$ 13.613.080,53, com contrapartida dos municípios de pouco mais de R$ 1 milhão, totalizando R$ 14.626.565,40. A liberação dos recursos foi autorizada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nessa quarta-feira (01/12), em evento no Palácio Iguaçu

Beneficiadas - Flórida, Marilena, Paranavaí, São Pedro do Paraná, todas no Noroeste; Serranópolis do Iguaçu, no Oeste; e Nova Santa Bárbara, Santo Inácio e São Sebastião da Amoreira, no Norte, foram as localidades beneficiadas por esses novos convênios, dando sequência ao programa Estradas Rurais. Até o momento, apenas em 2021, houve a formalização de 175 ações, abrangendo 661,65 quilômetros e investimentos de R$ 210,7 milhões.

Maior pavimentação - “É o maior programa de pavimentação rural da história do Paraná e o maior em andamento no País. Uma ação que visa aumentar a capacidade de escoamento da safra tanto de pequenos agricultores familiares quanto do agronegócio como um todo, fortalecendo a economia paranaense”, afirmou Ratinho Junior.

Além - “Mas esse programa vai além. Impacta no deslocamento dos estudantes para as escolas e ajuda a fomentar o turismo da região, um dos pilares de investimento do Estado”, acrescentou.

Manejo diário - Coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o programa vai além da distribuição da produção agrícola, influenciando diretamente também no manejo diário das propriedades rurais, que dependem das ligações para a chegada de insumos, sementes e rações.

Ligação - “São estradas que ligam o município com algum distrito, a cidade com uma rodovia ou um distrito com a sede central do município. Impacta em uma infinidade de gente, seja no sentido econômico, turístico ou mesmo na qualidade de vida”, ressaltou o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.

Preservação - Outro ponto, destacou ele, é que o projeto colabora com a preservação dos recursos naturais ao contribuir para a conservação do solo das propriedades. “Estamos falando de uma grande ação que visa tornar o meio rural mais atraente para os negócios, mas dentro da política de desenvolvimento sustentável do Governo do Estado”, disse.

Benefícios - O principal convênio, de pouco mais de R$ 4,5 milhões, vai recuperar 5,32 quilômetros da estrada rural do distrito Cristo Rei, em Paranavaí, no Noroeste – a via é uma importante ligação entre a PR-557 e uma região de criação de suínos na cidade.

Suinocultura - “A suinocultura está entrando com força no Noroeste do Paraná e nessa localidade será instalada uma indústria com capacidade para gerar mais de 600 empregos diretos. Sem contar que a pavimentação vai melhorar a vocação turística da cidade, facilitando o acesso ao rio Paranapanema”, disse o prefeito da cidade, Carlos Henrique Rossato Gomes, o delegado KIQ.

Desejo antigo - “Essa obra é um desejo antigo pelos moradores de Santo Inácio, especialmente da Vila Coutinho. Sempre foi prometida e nunca saiu do papel”, afirmou a prefeita do município, Geny Violatto. O investimento na cidade totaliza pouco mais de R$ 731 mil, em 1,1 quilômetro das estradas Vila Coutinho e Matadouro.

Importante - “É um programa de extrema importância, que reforça a atuação do Governo do Estado como parceiro dos municípios”, completou a prefeita de São Sebastião da Amoreira, Exilaine Gaspar. Na cidade da Região Norte o investimento foi de R$ 2.184.310,02 na modernização de quatro quilômetros da estrada do Bálsamo.

Financiamentos - Parte dos recursos para investimento nas estradas rurais vem do financiamento de R$ 1,6 bilhão com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, sacramentado no ano passado pelo Governo do Estado. Do montante, cerca de R$ 126 milhões serão destinados a obras de reestruturação nas vias do campo. Outra fatia é oriunda das taxas do Detran.

Presenças - Compareceram o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano; os deputados estaduais Luiz Claudio Romanelli, Soldado Adriano José, Nelson Luersen, Maria Victoria e Tião Medeiros; além de prefeitos e lideranças políticas das cidades beneficiadas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

LEGISLATIVO I: Câmara aprova MP que destina milho da Conab a pequenos criadores de animais

legislativo I 02 12 2021A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira (01/12) a Medida Provisória 1064/21, que reformula o Programa de Venda em Balcão (ProVB) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para concentrar sua atuação na venda de milho do estoque público a pequenos criadores de animais. A MP foi aprovada na forma do substitutivo do relator, deputado Benes Leocadio (Republicanos-RN), e será enviada ao Senado.

Justificativa - Segundo o governo, a falta de demanda dos beneficiários pelos outros alimentos antes vendidos pelo programa e a escassez do milho justificam a reformulação das regras amparadas em portarias.

Cotação - O relator afirmou que, em vários municípios, a cotação do milho está tão elevada que ameaça a continuidade de pequenas criações de animais. "O prejuízo não é apenas do produtor, mas também do abastecimento dos mercados locais", afirmou.

Operações - Antes da MP, o ProVB podia realizar operações em todo o território nacional com arroz, trigo, castanha de caju, feijão, farinha de mandioca e de trigo, leite em pó, sorgo, açúcar e castanha-do-brasil.

Concentração - Entretanto, o programa passou a concentrar sua atuação na venda de milho, cuja produção foi afetada pelas condições climáticas em 2020/2021. Do total de 86,7 milhões de toneladas no País, 60,3 milhões foram colhidos na segunda safra, que registrou um recuo de 25,7% na produtividade.

Pronaf - Poderão comprar milho pelo ProVB os pequenos criadores de animais, incluídos os aquicultores, que possuam ativa sua declaração de aptidão junto ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com cadastro e regularidade na Conab.

Critérios - De acordo com o texto do relator, mesmo que o agricultor não tenha a declaração de aptidão (DAP-Pronaf) ativa, poderá comprar caso se enquadre em critérios objetivos da renda bruta anual no âmbito do Pronaf ou explore imóvel rural com área de até 10 módulos fiscais.

Expectativa - Benes Leocádio espera que o ProVB reduza as assimetrias entre o poder de compra do grande criador e do pequeno produtor de animais. "Por adquirir maior volume, o grande criador se beneficia de preços menores, e o pequeno produtor paga preço mais elevado."

Farelo e caroço - Segundo o texto do relator, o programa poderá, nas regiões Norte e Nordeste, promover o acesso do pequeno criador de animais ao estoque público de farelo de soja e de caroço de algodão, observadas as regras aplicáveis ao milho. Os recursos virão do total destinado ao milho.

Propostas - A MP atribui ao Ministério da Agricultura competência para avaliar e aprovar a proposta da Conab para compra de milho; avaliar e aprovar as propostas para o limite máximo de compra por criador e o preço de venda; e editar normas complementares.

Acesso proibido - A MP proíbe o acesso ao programa para os produtores integrados e integradores, que trabalham por meio de contratos com os compradores do produto final. No caso de animais, os integradores fornecem os insumos, e o integrado retorna com o produto final (animal para o abate).

Política - As compras de milho integram a política de formação de estoques públicos e serão limitadas ao total anual de 200 mil toneladas, conforme ato conjunto dos ministros da Economia e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Excepcionalmente, se houver disponibilidade orçamentária e financeira, as pastas poderão alterar o limite.

Por CPF - Já o volume de compra por CPF será de 27 toneladas mensais. O pagamento referente à venda do milho será feito até a data de liberação do produto.

Limites - Caberá à Conab dimensionar a demanda de milho pelo ProVB, propondo sua quantidade e os valores necessários para a compra e remoção do estoque do local de venda para o local de consumo pelo pequeno produtor.

Por criador - O órgão também deverá propor o limite de compra por criador segundo o consumo do rebanho; realizar os leilões de compra e de remoção dos estoques; propor o preço de venda por estado ou região tendo como base o preço do mercado atacadista; e implementar os procedimentos necessários para o acesso. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

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Relator muda limite de compra de milho no balcão por pequenos agricultores

 

LEGISLATIVO II: CMO acrescenta receita ao Orçamento do ano que vem, que vai ultrapassar R$ 2 trilhões

legislativo II 02-12 2021A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta quarta-feira (01/12) acréscimo de R$ 72,1 bilhões na receita do projeto de lei orçamentária para o ano que vem (PLN 19/2021). O relator da receita, senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), afirma que, com isso, o Orçamento de 2022 deverá alcançar um marco histórico nas finanças públicas, ultrapassando a marca de R$ 2 trilhões nas receitas primárias do governo federal (R$ 2,028 trilhões).

Feito histórico - "Entregaremos o projeto de lei orçamentária de 2022 ao relator-geral muito próximo de um deficit primário zero. Restam apenas R$ 2 bilhões para chegar ao equilíbrio orçamentário em 2022. Isso será um feito histórico, interrompendo a sequência de deficits primários observados nos últimos oito anos", diz no relatório.

Projeções - A reestimativa da receita se deve principalmente às mudanças nas projeções do crescimento do PIB, da inflação e da taxa Selic de juros básicos. "O ano de 2021 foi melhor do que o de 2020, mas ainda com efeitos negativos por causa da pandemia, que trará efeitos negativos de longo prazo no mundo e no Brasil. Há recuperação de empregos, mas persiste a queda de renda nas famílias que perderam entes queridos", observa.

Cálculo - O projeto de lei orçamentária ainda não inclui o cálculo de receitas que se espera arrecadar com a privatização da Eletrobras (cerca de R$ 23 bilhões), além das licitações para volumes de petróleo excedentes da cessão onerosa de campos do pré-sal (R$ 4,3 bilhões para a União) e da telefonia móvel 5G. "Não acrescentamos essas receitas em virtude das incertezas presentes com ações judiciais", explica Oriovisto Guimarães.

Renúncias - Em seu relatório, o senador acatou apenas uma emenda do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), que sugere a concessão de renúncia fiscal de R$ 320 milhões. O benefício tem como base o PL 4.726/2020, já aprovado pelo Senado, que exclui da base de cálculo da contribuição para o PIS-Pasep e a Cofins os valores repassados pelas cooperativas de prestação de serviços aos seus cooperados.

Total - As renúncias de receita somam R$ 371,1 bilhões para 2022 (3,95% do PIB), equivalente a 20,2% da arrecadação projetada. Os maiores benefícios tributários decorrem de desonerações concedidas no Simples Nacional (R$ 81,8 bilhões ou 22% desses gastos), da agricultura e agroindústria (R$ 47,5 bilhões ou 12,8%), da Zona Franca de Manaus e áreas de livre comércio (R$ 45,6 bilhões ou 12,3%) e rendimentos isentos e não tributáveis (R$ 36,6 bilhões ou 9,9%). Juntos, esses benefícios respondem por cerca de 57% do total do gasto tributário estimado para o ano que vem.

Parâmetros - Em sua estimativa mais recente, o Ministério da Economia projeta que o PIB crescerá 5,1% neste ano e 2,1% em 2022. O mercado tem um cenário menos otimista, com crescimento de 4,8% e 0,7%, respectivamente. O governo espera que a inflação pelo IPCA encerre este ano com 9,7%, menos do que a projeção do mercado, de 10,1%. No ano que vem, o IPCA pode chegar a 4,7%, segundo o governo, e 4,96%, segundo o mercado. Já as estimativas do Ministério da Economia para Selic são de 9,15% neste ano e 11,25% no ano que vem.

Precatórios - O líder do governo na comissão, deputado Claudio Cajado (PP-BA), anunciou acordo de lideranças para que o relator-geral, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), inclua em seu relatório mudanças que serão encaminhadas pelo governo por ofício, com base na aprovação da PEC dos Precatórios. O cronograma da Comissão Mista de Orçamento prevê a apresentação do parecer preliminar do projeto de lei orçamentária nesta sexta-feira (3), para votação na próxima segunda-feira (06/12). No entanto, o Poder Executivo não poderá enviar mensagem modificativa ao projeto de lei orçamentária (PLN 19/2021) após a aprovação do parecer preliminar.

Acordo - O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) observou que, sem este acordo, não seria possível votar o relatório preliminar no prazo. “Ficou claro que os membros da CMO desejam votar o Orçamento neste ano. Não queremos prejudicar o calendário do Orçamento”, comentou Claudio Cajado. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Marcos Oliveira / Agência Senado

 

 

SAÚDE I: Brasil registra 11.413 novos casos e 283 mortes nas últimas 24h

 

Neste momento, o Brasil registra 22.105.872 casos confirmados da Covid-19, sendo 11.413 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h, segundo atualização diária divulgada nessa quarta-feira (01/12) pelo Ministério da Saúde. Em relação aos óbitos, o Brasil tem 614.964 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registrados 283 óbitos nos sistemas oficiais, sendo que 157 ocorreram nos últimos três dias – outros 2.869 permanecem em investigação. O país já registra 21.339.118 pessoas curadas da Covid-19.

 

Vacinas - Até o momento, mais de 372,5 milhões de doses de vacinas contra a doença foram distribuídas a todos os estados e o Distrito Federal de forma proporcional e igualitária – dessas, mais de 306 milhões foram aplicadas. (Com informações do Ministério da Saúde)

 

saude I tabela 02 12 2021

SAÚDE II: Boletim da Covid-19 registra 476 novos casos e 10 óbitos pela doença no Paraná

 

saude II 02 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nessa quarta-feira (01/12) mais 476 casos confirmados e 10 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

 

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.573.162 casos confirmados e 40.578 mortos pela doença.

 

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de dezembro (35), novembro (319), outubro (73), setembro (7), agosto (3), julho (5), junho (18), maio (15) e março (1) de 2021. Os óbitos divulgados nesta data são de dezembro (1), novembro (6), outubro (1), junho (1) e março (1) de 2021.

 

Internados - 164 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. São 104 pacientes em leitos SUS (56 em UTIs e 48 em leitos clínicos/enfermarias) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTIs e 26 em leitos clínicos/enfermarias).

 

Exames - Há outros 765 pacientes internados, 436 em leitos UTI e 329 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos.

 

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 10 pacientes. São quatro mulheres e seis homens, com idades que variam de 48 a 90 anos. Os óbitos ocorreram entre 24 de março e 1º de dezembro de 2021.

 

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Maringá (2), Jacarezinho (2), Sarandi, Mamborê, Ibiporã, Cascavel, Campo Mourão e Araucária.

 

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.249 casos de residentes de fora do Estado – 222 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

 

Confira o informe completo clicando AQUI.

 

Veja AQUI os ajustes e relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: OMS aponta baixa cobertura vacinal e testes insuficientes

saude III 02 12 2021O mundo enfrenta "uma mistura tóxica" que resulta da baixa cobertura vacinal contra a covid-19 e um nível de testagem insuficiente, alertou nessa quarta-feira (01/12) o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus. Ele disse que é uma receita perfeita para as variantes se reproduzirem.

Escolha - “O fim da pandemia não é uma questão de sorte, é uma questão de escolha", declarou o diretor da OMS, em uma conferência de imprensa. "Globalmente, temos uma mistura tóxica de baixa cobertura de vacinação e rastreio muito baixo, uma receita perfeita para as variantes se reproduzirem e se amplificarem."

Ômicron - O alerta ocorre após o surgimento da variante Ômicron do vírus SARS-CoV-2 em novembro, que colocou o mundo em pânico. Nunca uma variante causou tanta preocupação no mundo desde o surgimento da Delta.

Relatada - A OMS informou que a Ômicron – também conhecida como B.1.1.529 – foi relatada pela primeira vez em 24 de novembro de 2021 pela África do Sul, enquanto o primeiro caso confirmado por laboratório foi identificado a partir de uma amostra recolhida em 9 de novembro".

Mutações - A Ômicron preocupa os especialistas porque tem muitas mutações que podem torná-la mais contagiosa e potencialmente mais resistente às vacinas. Estudos estão em andamento para determinar se este é realmente o caso e em que medida, mas os primeiros resultados só devem estar disponíveis nas próximas semanas.

Casos - "Pelo menos 23 países em cinco das seis regiões da OMS já relataram casos da variante Ômicron, e esperamos que esse número aumente", disse Tedros.

Variantes - Houve mais quatro variantes preocupantes até agora: a Delta, que representa quase a totalidade dos casos sequenciados em todo o mundo, a Alfa, a Beta e a Gama.

Mortes - A covid-19 provocou pelo menos 5.214.847 mortes em todo o mundo, entre mais de 262,26 milhões infeções pelo novo coronavírus registradas desde o início da pandemia, conforme o mais recente balanço da agência France-Presse. A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no fim de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Infecciosidade maior - Uma nova variante, a Ômicron, foi recentemente identificada na África do Sul e, de acordo com a OMS, o "elevado número de mutações" pode implicar uma maior infecciosidade. (RTP - Rádio e Televisão de Portugal / Agência Brasil)

 


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