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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5213 | 08 de Dezembro de 2021

RECONHECIMENTO: Quinze cooperativas do PR conquistam o Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão

reconhecimento destaque 08 12 2021 Quinze cooperativas paranaenses dos ramos agropecuário, crédito, saúde e consumo conquistaram o Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão ciclo 2021 (Veja a lista abaixo). O anúncio das contempladas ocorreu em cerimônia virtual promovida pelo Sistema OCB, na tarde desta terça-feira (07/12), com transmissão ao vivo pelo canal da entidade no Youtube e grande audiência. O Paraná foi o segundo estado em cooperativas reconhecidas. Em relação aos ramos, o que registrou o maior número de premiações foi o crédito (49), seguido do de saúde (30).

Orgulho - “O grande prêmio que as cooperativas estão alcançando em seu dia a dia é a participação em um Programa de Excelência, num processo de melhoria constante e permanente da sua gestão. Dessa forma, elas estão melhorando a qualidade de vida do seu cooperado, dos funcionários, de todos que trabalham conosco, enfim, promovendo prosperidade nas regiões e comunidades onde estão inseridas. Os resultados são extraordinários e nos enche de orgulho”, afirmou o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, ao abrir o evento. “Devagarinho, nós vamos colocando todas as cooperativas nesse caminho. É por meio dele que nós estamos fazendo a nossa parte na humanidade, construindo um mundo melhor, através da cooperação e da excelência das nossas cooperativas. Continuem nesse trajeto”, acrescentou.

Total de inscritos - A premiação ocorre a cada dois anos e somou, nesta edição, 310 cooperativas inscritas de todo o país – número 14% superior ao de 2019 –, das quais 112 tiveram seus processos analisados. A avaliação envolveu a participação de 70 especialistas em gestão e governança da Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), com um total de 80 pessoas atuando diretamente em todo o processo. Além disso, todas as etapas de avaliação foram realizadas de forma virtual para garantir a saúde e a segurança do processo em decorrência da pandemia da Covid-19.

Novidade - Uma novidade desta edição foi o Destaque Busca pela Excelência, destinado às cooperativas que não alcançaram pontuação para serem visitadas e consequentemente reconhecidas, mas que são engajadas no programa. O objetivo é valorizar a participação e o empenho em melhorar os processos de gestão, ou seja, que estão no rumo certo para alcançar o nível de excelência. No total, 10 cooperativas, duas de cada região do país, receberam o destaque: Coapa, do Tocantins e Sicoob Cooesa, do Pará (Região Norte); Sicoob Central, da Bahia e Unimed Fortaleza (Região Nordeste); Sicredi Centro-Sul e Sicredi União, do Mato Grosso do Sul (Região Centro-Oeste); Unimed Juiz de Fora, de Minas Gerais e Sicoob Sul, do Espírito Santo (Região Sudestes); e Coopera e Sicoob Transcredi, de Santa Catarina (Região Sul).

Governança - O SomosCoop Excelência em Gestão também premia com o selo Destaque Governança as cooperativas que se sobressaem nesse quesito. A avaliação observa a originalidade da prática, os indicadores de educação cooperativista e o nível de satisfação dos cooperados com os processos de governança. E, nesta edição, as duas cooperativas contempladas são de Santa Catarina: Colégio Cem e Viacredi. Ambas foram reconhecidas pelo trabalho de excelência em governança que vem desenvolvendo ao longo do tempo.

Faixas - Já as cooperativas reconhecidas pelas boas práticas de gestão e excelência são divididas em três faixas: ouro, prata e bronze. Cada faixa conta também com três níveis de maturidade: primeiros passos para a excelência; compromisso com a excelência; e rumo à excelência. O selo ouro foi entregue para 30 cooperativas, enquanto o de prata ficou com outras 39 e o de bronze com 34. Das 103 cooperativas reconhecidas, 9 receberam o selo ouro no nível de maturidade rumo à excelência, que representa a categoria mais avançada da premiação, entre as quais estão as paranaenses Cocamar e Unimed Londrina.

Estudo - Durante a cerimônia de premiação do SomosCoop Excelência de Gestão também foram divulgados os resultados de uma pesquisa realizada neste ano pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a pedido do Sistema OCB e coordenado pela professora Valéria Bressan. A entidade encomendou um estudo de impacto do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), com o objetivo de medir os efeitos benéficos do programa nas cooperativas participantes, desde que foi lançado, há oito anos, até os dias de hoje. De acordo com o levantamento, mais de 2 mil cooperativas já utilizaram o PDGC nesse período, das quais 30% de maneira continuada, com evolução significativa de seus índices de desempenho. Mais de 60% das cooperativas passaram a promover a educação cooperativista junto ao quadro social, prática antes pouco utilizada. O estudo mostrou ainda que as cooperativas que aderiram ao PDGC apresentam 40% a mais em margem operacional, total de ativos 69% superior, além de um retorno 23% maior para o cooperado, crescimento obtido a partir da adoção de boas práticas de gestão e pontuação nos índices de desempenho.

Programa de Excelência - No Paraná, o coordenador de Gestão Estratégica do Sistema Ocepar, Alfredo Benedito Kugeratski Souza, lembra que a entidade, por meio do Sescoop/PR, promove a melhoria das práticas de governança e gestão das cooperativas a partir do desenvolvimento e implementação do Programa de Excelência da Gestão do Cooperativismo Paranaense (PEGCoop). “É uma alegria receber a notícia que várias cooperativas do Estado foram destaque no prêmio em nível nacional. A conquista é conjunta e fortalece as ações da jornada para a excelência, pois buscamos evoluir de forma contínua na melhoria da gestão e no grau de competitividade dos modelos de negócios, visando à perenidade das cooperativas”, afirma Souza.

Áudio - Ouça aqui o áudio produzido pelo jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo (Com informações da OCB)

COOPERATIVAS PARANAENSES PREMIADAS

FAIXA OURO – NÍVEL RUMO À EXCELÊNCIA

Cocamar

Unimed Londrina

 

FAIXA OURO – NÍVEL PRIMEIROS PASSOS PARA A EXCELÊNCIA

C.Vale

Castrolanda

 

FAIXA PRATA – NÍVEL COMPROMISSO COM A EXCELÊNCIA

Sicoob Metropolitano

Sicredi Integração PR/SC

Unimed Cascavel

 

FAIXA BRONZE – NÍVEL COMPROMISSO COM A EXCELÊNCIA

Sicredi Progresso PR/SP

Unimed Noroeste do Paraná

Unimed Pato Branco

 

FAIXA BRONZE – NÍVEL PRIMEIROS PASSOA PARA A EXCELÊNCIA

Coopermundi

Coopertradição

Sicredi Centro-Sul PR/SC/RJ

Unimed Paraná

Unimed Regional Maringá

 

Clique aqui e confira a matéria da OCB com a lista completa das cooperativas contempladas no Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão

 

 

PONTA GROSSA: Cooperativismo foi tema do Fórum Empresarial do jornal Diário dos Campos

ponta grossa 08 12 2021Para falar sobre a importância do cooperativismo para o desenvolvimento econômico do Estado do Paraná, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou, na manhã desta terça-feira (07/11), do Fórum Empresarial promovido pelo jornal Diário dos Campos e pela Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa, de forma presencial nos estúdios do DC Mais. O evento foi transmitido pela internet e realizado sob a coordenação do diretor do jornal pontagrossense, Wilson Souza de Oliveira.

Missão - Durante uma hora, Ricken falou sobre a atuação das cooperativas no Paraná, com foco nos desafios e oportunidades, diferenciais, importância no desenvolvimento regional, planejamento, integração e ações para fortalecer a cooperação. “Nossas cooperativas agropecuárias têm uma missão fundamental para o abastecimento do Brasil e do mundo. Assim, precisamos investir cada vez mais em novas tecnologias para que não haja desperdícios nas diversas fases da cadeia produtiva. Produzir cada vez mais com emissão de carbono, dentro das exigências do mercado internacional. Para produzir grãos, utilizamos apenas 8% do total da área territorial e, mesmo assim, estamos preservando. O solo, a água é nosso maior bem e sem ela o agricultor não sobrevive”, disse o dirigente.

Fórum - O Fórum Empresarial já teve outras três palestras em sua 11ª edição, realizada de forma remota em 2021. A primeira, em agosto, teve como tema o potencial de consumo dos Campos Gerais e recebeu como palestrante Marcos Pazzini, diretor da IPC Marketing Editora – instituto de pesquisa especializado há quase 30 anos no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, com base em dados oficiais. A segunda, em setembro, debateu os desafios e perspectivas do desenvolvimento econômico brasileiro a partir da palestra de José Pio Martins, economista que acumula cargos públicos e privados, é autor de diversos livros e por quase 22 anos ficou à frente da Universidade Positivo. Já a terceira, em outubro, tratou sobre a importância da aviação regional para o desenvolvimento dos Campos Gerais com palestra do Comandante C. Hammer, que possui 38 anos de experiência em aviação, tanto como piloto comercial quanto como empresário e consultor.

Temas - O Fórum tem por objetivo abordar temas que interferem no desenvolvimento econômico local e estadual e conta com o patrocínio de Fomento Paraná, da Compagas e do Governo do Estado; e apoio da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG), Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Sistema Fiep) e Conselho de Desenvolvimento Econômico de Ponta Grossa (CDEPG).

Link - Para assistir o Fórum Empresarial na integra acesse: https://www.youtube.com/watch?v=A0oiZCxnX0g

 

ALEP: Deputado Hussein recebe representantes da Ocepar; secretário Norberto Ortigara participa da reunião

alep 08 12 2021Representantes da Ocepar foram recebidos, na manhã desta terça-feira (07/12), pelo deputado estadual Hussein Bakri, que é líder de governo, presidente da Comissão de Educação e membro titular da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). O encontro ocorreu no gabinete do parlamentar, com a presença do superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, do gerente técnico, Flavio Turra, do coordenador jurídico, Rogério Croscato, e da coordenadora de relações parlamentares, Daniely Andressa da Silva. A visita também contou com a participação do secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.  

Pauta - Na reunião foi realizada uma apresentação institucional da Ocepar, que completou 50 anos no dia 2 de abril de 2021. O parlamentar foi ainda informado sobre a criação da nova área de relações parlamentares da entidade, cujas atribuições incluem a interlocução com a Alep. Na oportunidade, foram destacados os números do cooperativismo, os ramos de atuação, além de assuntos de interesse setorial, como: questões tributárias, políticas ambientais e temas da área da saúde, dentre outros assuntos discutidos na Assembleia.    

 

BRDE: Banco libera R$ 330,7 milhões em crédito a cooperativas e empresas paranaenses

1brde 08 12 2021A agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou nesta terça-feira (07/12), em Curitiba, contratos de financiamento com quatro cooperativas e sete empresas do Estado. Os créditos somam R$ 330,7 milhões e vão financiar obras, maquinários e equipamentos, além de compor o capital de giro dos empreendimentos.

Desenvolvimento e empregos - O governador Carlos Massa Ratinho Junior, que acompanhou as assinaturas, destacou que as ofertas de crédito pelo BRDE e pela Fomento Paraná ajudam no desenvolvimento e na geração de empregos no Estado. Ele lembrou que, até outubro deste ano, cerca de 176 mil vagas foram criadas no Paraná, que está entre os estados que lideram a abertura de postos de trabalho formais neste ano no País.

Função - “A função do BRDE, junto com a Fomento, é facilitar o crédito para as empresas que querem investir ou ampliar seus negócios no Paraná. Nossa orientação foi diversificar o leque de clientes do BRDE, para dar oportunidade a diferentes setores”, afirmou Ratinho Junior. “Com isso, conseguimos pulverizar esses recursos, fazendo com que chegasse não apenas aos grandes empreendimentos, como também nos pequenos, a exemplo do Banco do Agricultor Paranaense”.

Marca - Em 2021, quando o BRDE completou seus 60 anos de fundação, o banco chegou à marca de R$ 3,3 bilhões em operações de crédito, sendo que R$ 1,25 bilhão foram contratados no Paraná. “Já superamos a meta para o ano, mas pretendemos fechar 2021 com R$ 3,5 bilhões em contratos. A agência paranaense responde por quase 40% desses recursos, o que mostra a pujança da nossa economia”, afirmou o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Diversificados - “Os contratos assinados nesta terça são bastante diversificados, com a pulverização dos recursos para diferentes setores”, destacou Bley. “Assumimos o desafio de ajudar na manutenção e criação de empregos, principalmente durante a pandemia, e estamos cumprindo com nosso objetivo social. Tanto que recebemos o Prêmio Banking Transformation 2021 pelo Recupera Sul, um programa de crédito emergencial para a recuperação das empresas afetadas nesse período”.

Contratos – O maior contrato assinado nesta terça é com a cooperativa de crédito Cresol, no valor de R$ 120 milhões. O recurso vai ajudar no financiamento de empreendimentos dos clientes e cooperados, como projetos para geração de energias limpas e renováveis, salões de beleza, panificadoras, oficinas mecânicas, marcenarias, pequenas costureiras, entre outros.

Parceria - “Temos uma parceria com o BRDE desde 1997 e, a cada ano, fortalecemos mais esse trabalho. Começamos, na época, com um empréstimo de R$ 700 mil e agora chegamos a R$ 120 milhões”, ressaltou o presidente da Cresol, Alzemiro Thomé. “Com esse valor, vamos disponibilizar créditos a cerca de mil clientes, principalmente micro e pequenas empresas”.

Integrada - A Cooperativa Integrada financiou R$ 30 milhões, que serão investidos na melhoria das estruturas de recebimento e armazenamento de grãos, além de suporte aos cerca de 11,4 mil cooperados. A cooperativa conta com 15 unidades espalhadas no Estado, que vão receber esses investimentos, além de três indústrias e aproximadamente 2 mil funcionários.

Tranquilidade e solidez - “A modalidade de financiamento que contratamos com o BRDE, de Certificado dos Recebíveis do Agronegócio (CRA), tem um perfil de longo prazo, o que dá mais tranquilidade e solidez para a cooperativa negociar com os cooperados”, explicou o vice-presidente da Integrada, João Francisco Sanches Filho. “O banco é, provavelmente, nosso principal parceiro para fomentar os investimentos. A cooperativa tem 26 anos e, graças à parceria com o BRDE e o Governo do Estado, crescemos ano a ano”.

Copacol - Ainda entre as cooperativas, a Copacol assinou um contrato no valor de R$ 15 milhões para ampliação da estrutura e aquisição de equipamentos. A C.Vale fez uma operação no valor de R$ 19,6 milhões para a compra de equipamentos. Já o contrato com o Sicoob, de R$ 50 milhões, vai atender os associados de todo o Estado da cooperativa de crédito.

Empresas - Entre as operações de crédito com as empresas está um contrato no valor de R$ 25,3 milhões com a empresa Cavernoso III Energia, para a construção da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Cavernoso III. O empreendimento, que está sendo instalado no Rio Cavernoso, em Virmond, no Centro Sul do Estado, terá 6,5 MW de potência instalada.

Distribuidora de insumos - A distribuidora de insumos agrícolas Disan, que tem sede em São Miguel do Oeste e 27 unidades espalhadas na região Oeste, contratou um empréstimo de R$ 8 milhões para fomentar projetos do agronegócio, com investimentos na infraestrutura que seriam silos para a armazenamento de grãos. “São investimentos que trazem oportunidades de emprego e abre oportunidade para que mais pessoas participem do nosso negócio, que cresce junto com o agro”, afirmou a diretora da empresa, Leila Zorzetto.

Indústria de fertilizantes - O contrato da indústria de fertilizantes Agrocete foi de R$ 15 milhões. O recurso será usado para a ampliação da fábrica de inoculantes e construção de uma fábrica de fertilizantes e em um barracão armazenagem. A fabricante de tintas Alessi também fez um empréstimo no valor de R$ 15 milhões para a instalação de sua sede própria em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba.

Mais - Também foram assinados contratos com a empresa de transportes rodoviário Vale do Piquiri, que vai aplicar R$ 12,7 milhões em capital de giro; além de R$ 10 milhões para a ampliação das instalações e aquisição de equipamentos para a Metalkraft; e R$ 10 milhões para investimento e capital de giro para a produtora de sementes Sojamil.

Presenças - Participaram da solenidade o chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários estaduais da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; e do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge; o diretor Administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira; o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Neves; e os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do Governo), Gugu Bueno, Tião Medeiros, Doutor Baptista e Boca Aberta Júnior. O superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, esteve presente no evento, representando o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

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PREMIAÇÃO: Governador destaca força do agronegócio paranaense no 1º Prêmio Orgulho da Terra

O governador Carlos Massa Ratinho Junior exaltou o poderio, a diversidade e a sustentabilidade do agronegócio paranaense durante o anúncio dos vencedores do 1º Prêmio Orgulho da Terra, nesta terça-feira (07/12), na sede do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), em Curitiba. A premiação reconhece as melhores práticas econômicas, ambientais e sociais do agronegócio paranaense e é uma iniciativa do Grupo RIC, em parceria com o IDR-Paraná-Iapar-Emater e o Sistema Ocepar.

Homenagens - Ao todo, 12 produtores foram homenageados com o Troféu Orgulho da Terra, em diferentes categorias: Suínos; Aves; Soja e Milho (Grãos); Bovinocultura de Leite; Feijão; Bovinocultura de Corte; Piscicultura; Turismo Rural; Agroecologia (Agricultura orgânica); Sericicultura (criação de bicho-da-seda); Inclusão Social e Agroindústria. “Os agricultores paranaenses são nosso grande orgulho e os responsáveis por transformar o Paraná em uma das maiores potências agrícolas do mundo. A vocação do Paraná é produzir alimentos, costumo dizer que temos de ser o supermercado do mundo. Exportar a soja, o milho, o trigo, mas também industrializar e vender o empanado e o bacon”, destacou Ratinho Junior.

Sustentabilidade - “Tudo isso dentro do conceito de desenvolvimento sustentável, de uma política de fazer do Paraná mais verde, como a OCDE nos certificou, confirmando que o Estado é um dos mais sustentáveis do mundo. Prática que os agricultores já fazem há tempos. Em que outro lugar do mundo que em uma pequena propriedade se cria porco, frango, planta hortaliças e ainda produz energia com os dejetos da suinocultura? Só mesmo no Paraná”, ressaltou o governador. Ratinho Junior destacou ainda o papel essencial exercido pelo campo na recuperação da economia local em meio ao combate à pandemia da Covid-19. “O agronegócio, a agricultura familiar, é a força do nosso Estado, o que fazemos de melhor”, arrematou.

Cases - Os cases de sucesso do agronegócio paranaense foram escolhidos com base nos pilares de crescimento econômico, social e ambiental, ressaltando os empresários rurais que aplicaram as melhores práticas para alcançar altos padrões de qualidade na produção. Um comitê de notáveis composto pela Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Federação da Agricultura do Estado Paraná (Faep) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Paraná (Fetaep) elegeu os vencedores.

Reconhecimento - “Esse prêmio reconhece quem faz diferente, que serve de modelo para os demais. Somos uma agricultura que não abre mão de ser competitiva, mas fazendo de forma correta, o que nos permite vender para o mundo”, disse o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara. “E essas pessoas premiadas aqui fazem tudo isso de uma maneira muito competente”. Como reconhecimento ao trabalho à frente da Seab, Ortigara recebeu o prêmio de Personalidade do Ano do agronegócio paranaense. “Recebo com humildade, e isso reforça a necessidade de eu me entregar cada vez mais. É uma vida dedicada ao agro”, afirmou.

Valorização - Como forma de disseminação das técnicas e estratégias de gestão das propriedades, além do papel social que exercem na sociedade, os cases serão compartilhados em reportagens do programa RIC Rural, e nas plataformas digitais do programa e no portal RIC Mais, além de reportagens na Record News. “É um projeto que já nasceu grande, para dar voz ao pequeno agricultor. Dar visibilidade as boas práticas que nascem aqui no Paraná”, explicou o presidente do Grupo RIC, Leonardo Petrelli.

IDR-PR - Para o presidente do IDR-Paraná, Natalino Avance de Souza, o instituto tem a missão de gerar o desenvolvimento rural no Estado. E valorizar as boas práticas no campo ajuda a incentivar o agricultor na busca de tecnologias que garantam uma produção mais sustentável e com qualidade. “Mostramos para a sociedade que o Paraná pratica a melhor agricultura do País”, afirmou.

Sistema Ocepar - O superintendente do Sistema Ocepar, Robson Mafioletti, lembrou que o prêmio é uma oportunidade de promover um ambiente favorável para a melhoria da qualidade produtiva. “As cooperativas abraçaram esse prêmio como forma de difundir as boas técnicas e levar tecnologia e inovação para os nossos agricultores”, disse.

Destaques - Com a produção de um queijo que já ganhou fama na região, Franciele Rechembach Haselbauer, de Salgado Filho, na região Sudoeste, venceu na categoria Agroindústria. Premiação que valoriza as boas práticas implantadas por ela na fazenda familiar.“É um reconhecimento. Divulga o nosso trabalho e ajuda a ganhar mercado, a vender para o País inteiro”, afirmou. Ela recebeu também nesta noite o Selo Arte, certificação que assegura o processo de produção artesanal e permite a comercialização para todo o território nacional – a queijaria Rancho Fundo foi a primeira do Estado a ganhar a condecoração.

Recompensado - Esforço que foi recompensado na pequena propriedade de João Carlos Ribas Ortiz, de Castro, nos Campos Gerais. Há cerca de 3 anos produzindo leite, ele venceu na categoria Bovinocultura de Leite. “Tenho pouca experiência ainda, mas já consegui passar de 70 litros de leite para mais de 600 por dia”, disse ele, que entrega toda a produção para uma das cooperativas da cidade.

Presenças - Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; o secretário de Estado da Comunicação Social e da Cultura, João Evaristo Debiasi; o diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir Martins; o diretor-presidente da Ceasa, Eder Bublitz; o diretor-geral da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, Richardson de Souza; o presidente da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), Marcos Brambilla; o presidente do Sistema Faep/Senar-PR, Ágide Meneguette; e o prefeito de Salgado Filho, Volmar Duarte; além de lideranças do setor. (Com informações da Agência Estadual de Notícias)

Confira os vencedores da 1ª edição do Prêmio Orgulho da Terra

Agroecologia

Produtor: Lucia Alves

Cidade: Marechal Cândido Rondon

Agroindústria

Produtor: Franciele Rechembach Haselbauer

Cidade: Salgado Filho

Bovinocultura de Corte

Produtor: José Alfredo Silveira Bovo

Cidade: Alto Paraíso

Bovinocultura de Leite

Produtor: João Carlos Ribas Ortiz

Cidade: Castro

Feijão

Produtor: Moacir Gaspareto

Cidade: Prudentópolis

Inclusão Social

Produtor: Elza Cordeiro São Joaquim

Cidade: Teixeira Soares

Piscicultura

Produtor: Carlos Stuany

Cidade: Toledo

Sericicultura

Produtor: Claudecir Luckmann

Cidade: Alto Paraná

Soja e Milho

Produtor: Laércio Dalla Vecchia

Cidade: Mangueirinha

Turismo Rural

Produtor: João Carlos Betiatto

Cidade: Francisco Beltrão

Suíno

Produtor: Marino Gabriel

Cidade: Nova Santa Rosa

Aves

Produtor: Dalton Ludewig

Cidade: Maripá

Personalidade do Ano

Norberto Ortigara

Secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento

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SICREDI I: Uso de inteligência artificial em atendimento via WhatsApp conquista Prêmio Banking Transformation 2021

sicredi I 08 12 2021O Sicredi conquistou o Prêmio Banking Transformation 2021 – Relatório Bancário, premiação realizada para incentivar e valorizar iniciativas das instituições financeiras, contribuindo para o aprimoramento do setor. O case vencedor foi a "Implantação do WhatsApp Enterprise + Theo", que envolve o uso de inteligência artificial para dar mais agilidade e eficiência ao atendimento, por meio do app de mensagens instantâneas.

Transformação digital - A iniciativa concorreu com outros 230 cases, sendo a mais bem avaliada por um comitê composto por especialistas em inovação e no setor bancário. Para o superintendente de Relacionamento do Sicredi, Alceu Meinen, o reconhecimento premia toda a jornada de transformação digital que a instituição tem realizado ao longo dos últimos anos, a qual gerou um ambiente organizacional mais propenso à inovação.

Modelo inovador - “Nosso modelo de negócio é inovador por natureza, pois tem como base a colaboração entre as pessoas em prol do bem-estar comum há mais de 100 anos e a jornada mais recente da instituição, nos deixou muito mais leves e adaptáveis a novas tecnologias, por meio das quais aprimoramos a experiência dos nossos associados. Esta premiação nos dá ainda mais motivação, pois demonstra que estamos tendo sucesso no objetivo de gerar conveniência aos associados aliando as soluções digitais ao trabalho que é realizado em nossas mais de duas mil agências”, celebra Meinen.

Foco - Focado em proporcionar opções que facilitem a rotina dos seus mais de 5 milhões de associados, o Sicredi investiu no uso de inteligência artificial, surgindo o assistente virtual Theo, cujo nome é uma homenagem ao Padre Theodor Amstad, patrono do cooperativismo brasileiro. Inicialmente, o assistente foi utilizado no atendimento aos mais de 30 mil colaboradores, passando também para o atendimento externo aos nossos associados por meio do Whatsapp.

Centro de Cognição - Para desenvolver as competências e habilidades chave para a jornada cognitiva do Sicredi, a instituição criou, em 2019, um Centro de Cognição. Essa estrutura é composta por especialistas de múltiplas áreas, como tecnologia da informação, negócios digitais, CX, UX, cientistas de dados e conteudistas, que acompanham, no dia a dia, os chamados realizados e treinam o assistente para aumentar o repertório de assuntos.

Atendimento - Somente no ano de 2021, até novembro, foram atendidos mais de 1,6 milhão de associados com mais de 4,5 milhões de protocolos de atendimento via Whatsapp. O assistente virtual Theo realizou no canal mais de 700 mil atendimentos.

Crescimento - “O Sicredi segue crescendo e conectando mais pessoas em diferentes localidades do Brasil, o que reforça a necessidade de levar cada vez mais inovação para as cooperativas e associados e mostrar à sociedade os benefícios de uma alternativa mais colaborativa e transparente no mercado financeiro”, finaliza Meinen.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI II: Relatório de Sustentabilidade é premiado na 23ª edição do Prêmio Abrasca

sicredi II 08 12 2021O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5 milhões de associados, teve seu Relatório de Sustentabilidade 2020 premiado no 23º Prêmio da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), que destaca o aprimoramento da elaboração de relatórios com maior clareza, transparência, qualidade de informações e caráter inovador e sustentável. A instituição financeira cooperativa conquistou o segundo lugar na categoria ‘Empresas Fechadas’, com seu Relatório de Sustentabilidade 2020, em cerimônia 100% virtual realizada no dia 2 de dezembro. O primeiro lugar da categoria foi o Relatório Anual do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Reconhecimento - O presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, diretor do WOCCU e Fundação Woccu, (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês), Manfred Alfonso Dasenbrock, representou a instituição no evento e celebrou o reconhecimento às iniciativas do Sicredi, que visa aprimorar suas práticas, produtos e serviços para contribuir com a busca por uma sociedade cada vez mais consciente na hora de se relacionar com empresas, instituições e entidades.

Honra - “É uma honra poder representar o Sicredi neste grande momento, que é um incentivo à ação. O Relatório integra a nossa Política de Sustentabilidade e esta colocação no prêmio demonstra que estamos no caminho certo para construir um futuro mais próspero, aliado ao Pacto Global da ONU e aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. É nessa direção que nossas mais de 100 cooperativas aplicam esforços diariamente”, afirmou.

Segunda vez - Essa é a segunda vez em que o Sicredi se destaca na premiação, que leva em consideração a análise de informações, como aspectos sociais e ambientais, estratégia, governança e investimentos, indicadores operacionais e financeiros, entre outros. Na edição de 2019, o Sicredi recebeu o primeiro lugar com seu Relatório de Sustentabilidade 2018, na mesma categoria.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

UNIMED COSTA OESTE: Novo HGU em Marechal Rondon contará com moderna arquitetura e equipamentos de alta tecnologia

unimed costa oeste 08 12 2021 O novo Hospital Geral Unimed (HGU) em Marechal Cândido Rondon (PR), idealizado pela Unimed Costa Oeste, nasce com o propósito de trazer ao Oeste do Paraná um tratamento humanizado e acolhedor aos usuários, além de alinhar os parâmetros do edifício às particularidades regionais da cidade.

Enfermarias - O hospital contará com enfermarias compostas por dois leitos para oferecer privacidade e conforto não apenas aos pacientes, como também aos seus familiares. “A internação abrigará quartos individualizados que oferecerão uma experiência exclusiva de atendimento e hotelaria hospitalar, além de uma suíte que elevará estes patamares a outros horizontes”, revela o arquiteto responsável pelo projeto arquitetônico do hospital, Eduardo Nishitani.

Funcionalidade e eficiência - Ademais, o edifício unirá funcionalidade e eficiência, características importantes aos setores de Saúde Ocupacional e ao Pronto Atendimento. “Além de oferecer percursos operacionais reduzidos para seus colaboradores, possuirá a flexibilidade operacional necessária para adequar seu funcionamento para novas condicionantes epidemiológicas como as que vivemos recentemente”, explica Eduardo.

Futuro - O arquiteto destaca que além da flexibilidade operacional, o hospital está sendo preparado para o futuro. “Com potencial de crescimento imenso, o estabelecimento poderá facilmente abrigar os mais modernos equipamentos de diagnóstico por imagem, como também possui potencial de crescimento de mais que o dobro de sua área atual projetada, podendo contar setores de alta complexidade como UTIs”, complementa.

Controle de acesso - Segundo Eduardo, o HGU em MCR contará com um sistema de circulação que atende ao controle de fluxo de pessoas. “Uma forma de garantir não apenas a privacidade necessária aos colaboradores, mas garantimos que fluxos não se misturem, podendo trazer riscos aos pacientes, bem como aos colaboradores. Dessa forma, um visitante jamais ficará perdido e chegará sem querer até a cozinha. Todos os acessos possíveis para tal precisam de permissão ou de algum controle de acesso formal”, pondera.

Centro Cirúrgico - O Centro Cirúrgico do hospital irá oferecer as condições necessárias às cirurgias complexas em salas de mais de 36m², bem como poderá atender as agendas simplificadas e de alto giro, como cirurgias em regime de hospital-dia, ou seja, quando a permanência no ambiente hospitalar é a menor possível, trazendo benefícios ao paciente: trata-se da mais moderna forma de hospitalização em tratamento cirúrgico que permita uma curta internação.

Setores de apoio - Mas nem só de assistência vive um hospital. Os setores de apoio estarão completamente preparados para absorver as necessidades geradas. “Com uma cozinha industrial completa o hospital poderá oferecer aos pacientes, acompanhantes e seus colaboradores, refeições do mais alto padrão. Após cada refeição os colaboradores poderão descansar na varanda externa exclusiva”, frisa.

Colaboradores - Um edifício voltado para a saúde precisa cuidar tão bem de seus colaboradores quanto cuida de seus pacientes. “São eles que ocupam e usufruem cotidianamente do local que nem sempre é recheado de experiências agradáveis. Dessa forma, em todos os setores, bem como no hospital como um todo, existirão salas de conforto de colaboradores, onde os mesmos poderão descansar e descomprimir da rotina estressante que vivem os profissionais de saúde”, justifica.

Autoatendimento - Além de amenidades como centrais de autoatendimento com Vending Machines (máquinas de vendas de comidas e bebidas), o hospital contará com um pequeno auditório para aproximadamente 60 pessoas e brinquedoteca. “Além disso, terá elementos de arquitetura que conversam de forma contemporânea com a influência da arquitetura germânica local, característica inconfundível da comunidade rondonense”, destaca Nishitani.

Expressivo em números - Em números, o HGU em Marechal Cândido Rondon ocupará uma área de 5,1 mil metros quadrados e estará equipado com quatro salas grandes de cirurgia; aproximadamente 30 leitos de internação; ambulatórios; pronto atendimento, centro de imagens, clínica de saúde ocupacional, além de todo o apoio e infraestrutura necessários para seu pleno funcionamento. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

 

AGRÁRIA: Livro O Segredo do Dialeto Perdido será lançado no aniversário de Guarapuava

agraria 08 12 2021Tem novidade chegando para os leitores de Guarapuava e região: Schwabi e Kathi, protagonistas do romance infanto-juvenil O Sumiço do Hanomag estão de volta! Cinco anos após a primeira aventura, os agora jovens adultos juntam-se a Beatriz para descobrir O Segredo do Dialeto Perdido.

Lançamento - O lançamento oficial do livro acontece nesta quinta-feira (09/12), aniversário da cidade de Guarapuava (PR). O autor Klaus Pettinger e a equipe da Fundação Cultural Suábio-Brasileira receberão convidados, imprensa e, claro, os leitores para uma noite de autógrafos no Centro Cultural Mathias Leh. “Nada melhor do que lançar uma obra, que tem a cultura do distrito de sobre Entre Rios, mas também a história de Guarapuava como panos de fundo, justamente no aniversário da cidade”, destaca o autor.

Dialeto - Segunda obra do jornalista em parceria com a Fundação Cultural Suábio-Brasileira, o livro utiliza o dialeto dos suábios para fazer uma viagem por cerca de 300 anos, desde a migração da Alemanha para o sudeste europeu até chegada desse povo a Entre Rios. “De modo geral, O Segredo do Dialeto Perdido é um romance divertidíssimo. A obra gera entretenimento com uma boa carga de resgate histórico”, afirma o jornalista e leitor crítico da obra, Daniel Zanella, editor do Jornal RelevO, de Curitiba.

Homenagens - O lançamento contará com homenagens a pioneiros do distrito de Entre Rios, apresentações musicais e uma conversa bem humorada com o autor sobre a história. Também haverá exemplares em português disponíveis para a venda ao valor de RS 50. O evento é aberto à comunidade. (Imprensa Agrária)

SERVIÇO

Lançamento do livro O Mistério do Dialeto Perdido

Data: 09/12/2021

Local: Centro Cultural Mathias Leh - Av. Michael Moor, 1951, Colônia Vitória, Entre Rios

Horário: 19 horas

Entrada gratuita

 

IBGE I: Vendas no varejo variam -0,1% em outubro

ibge 08 12 2021Após dois meses consecutivos de queda, as vendas do comércio varejista ficaram estáveis (-0,1%) na passagem de setembro para outubro. Com esse resultado, o varejo encontra-se 6,4% abaixo do patamar recorde, alcançado em outubro de 2020. Tanto no ano quanto em 12 meses, o setor acumula ganho de 2,6%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (08/12) pelo IBGE.

Atividades - O resultado de estabilidade no campo negativo foi disseminado por cinco das oito atividades investigadas pela pesquisa. Entre elas, as variações mais intensas foram registradas pelos setores de livros, jornais, revistas e papelaria (-1,1%), móveis e eletrodomésticos (-0,5%), combustíveis e lubrificantes (-0,3%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).

Estabilidade - “Essa variação de -0,1% se compõe de muita estabilidade, inclusive em praticamente todas as atividades. Então não há protagonismo nessa composição para nenhuma delas. Já vimos há alguns meses o setor de hiper e supermercados, que tem um peso grande, puxando o índice para cima. Mas não foi o que aconteceu em outubro, mês em que tivemos um equilíbrio entre os setores”, explica o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

Artigos farmacêuticos - O segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,1%) também ficou estável na passagem de setembro para outubro.

Crescimento - Já os setores que cresceram no período foram tecidos, vestuário e calçados (0,6%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,4%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,6%). “A atividade de tecidos, vestuário e calçados foi uma das que mais caíram no início da pandemia porque o consumo dela é muito baseado na experienciação do produto. Houve uma queda intensa de março para abril do ano passado e o padrão de consumo não voltou depois disso”, analisa Cristiano.

Readequação - “Houve também uma readequação das empresas em sua estratégia de venda, ao aderir ao e-commerce. Grandes marcas no início do segundo trimestre deste ano também anunciaram outras plataformas e isso impulsionou as vendas em um momento, mas esse movimento foi refreado pelo rendimento das famílias que não tem aumentado”, completa.

Varejo ampliado- No comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas recuou 0,9% em relação a setembro. Nessa comparação, o segmento de veículos, motos, partes e peças caiu 0,5%, enquanto o de material de construção recuou 0,9%.

Recuo de 7,1% frente a outubro do ano passado - O comércio varejista recuou 7,1% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano anterior. É a terceira queda consecutiva desse indicador. Todas as oito atividades investigadas recuaram nessa comparação, com destaque para os setores de móveis e eletrodomésticos (-22,1%),equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-11,0%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-7,9%).

Outros - Os outros segmentos que tiveram queda na comparação com outubro do ano passado foram: combustíveis e lubrificantes (-7,7%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-7,2%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-5,6%), tecidos, vestuário e calçados (-2,0%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,2%).

Recorde - “Em outubro e novembro do ano passado, tivemos o recorde da série histórica da PMC. Isso significa que a base de comparação estava bastante elevada. Essa queda foi bastante equilibrada entre todas as atividades, que ficaram no campo negativo”, diz o pesquisador.

Queda - O comércio varejista ampliado, que também teve queda de 7,1% nessa comparação, registrou recuo de 4,0% no segmento de veículos e motos, partes e peças e de 13,7% no setor de material de construção.

Varejo cresce em 17 unidades da Federação - Na passagem de setembro para outubro, o varejo teve resultados positivos em 17 das 27 unidades da Federação, com destaque para Acre (3,0%), Alagoas (2,4%) e Rondônia (2,4%). Já entre os estados que tiveram queda destacam-se Amapá (-2,8%), Roraima (-2,3%) e Rio de Janeiro (-2,2%).

Resultados negativos - No comércio varejista ampliado, houve predomínio de resultados negativos. Das 17 unidades da Federação que tiveram queda no volume de vendas, destacaram-se Rio de Janeiro (-5,0%), Amapá (-4,0%) e Goiás (-3,8%). Entre os que tiveram resultados positivos, os destaques foram Tocantins (8,1%) e Alagoas (4,4%) Rio Grande do Sul (2,2%).

Comparativo a outubro de 2020 - Em relação a outubro do ano passado, o varejo registrou resultados negativos em 26 unidades da Federação. Os destaques foram Bahia (-14,1%), Sergipe (-12,6%) e Paraíba (-12,2%). Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, houve queda em 23 unidades da Federação, sendo as maiores variações registradas por Amapá (-14,9%), Amazonas (-12,4%) e Paraná (-11,7%).

Mais sobre a pesquisa - A PMC produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Resultados mensais - Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. A técnica de coleta é o - Questionário eletrônico autopreenchido (CASI) e a Entrevista pessoal com questionário em papel (PAPI). Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

ibge tabela 08 12 2021

 

IBGE II: No 3º trimestre, abate de suínos é recorde da série histórica

ibge II 08 12 2021O Brasil registrou o abate de 13,72 milhões de cabeças de suínos no 3º trimestre de 2021, um recorde na série histórica, iniciada em 1997. Essa quantidade representa alta de 7,8% em relação ao mesmo período de 2020 e aumento de 2,9% na comparação com o 2° trimestre de 2021. O resultado é da Estatística da Produção Pecuária, divulgada nesta quarta-feira (08/12) pelo IBGE.

Frangos - A pesquisa também mostra que foram abatidas 1,54 bilhão de cabeças de frangos. Esse número significa alta de 1,2% ante o 3º trimestre de 2020 e de 0,7% na comparação com o 2° trimestre de 2021, o melhor 3º trimestre na série histórica da pesquisa e o melhor desempenho já registrado para mês de setembro.

Bovinos - No que diz respeito aos bovinos, foram abatidas 6,94 milhões de cabeças, o patamar mais baixo para um 3º trimestre desde 2004. O resultado representa queda de 10,7% em relação 3º tri de 2020 e 2% abaixo do 2º tri de 2021.

Desempenho - De acordo com Bernardo Viscardi, supervisor da pesquisa, o resultado recorde das exportações de carne suína in natura, com o pico das vendas para o exterior em setembro, colaborou para o desempenho do abate de suínos. As exportações de suínos ainda se beneficiam da peste suína africana que atingiu a China, que segue adotando medidas para controlar a epidemia e repor seu rebanho.

Mais acessíveis - “Suínos e frangos tiveram alta por serem proteínas mais acessíveis que a carne bovina, para a população que está com a renda reduzida. Outro destaque é a produção de ovos que, pela segunda vez, ultrapassou a marca de 1 bilhão de dúzias no trimestre. Por ser mais barato que a carne, boa parte da população acaba demandando mais ovos”, diz Viscardi.

Tendência - No abate de bovinos, manteve-se a tendência iniciada em 2020, com a retenção de fêmeas por conta do elevado preço do bezerro. Apesar da retração do abate, o volume de carne bovina in natura exportada foi o mais elevado para um trimestre, considerando a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/ME), com recordes para os meses de agosto e setembro, 181,6 mil toneladas e 187,0 mil toneladas, respectivamente.

Preço - “O preço do boi vem subindo por conta de um abate de fêmeas elevado até 2019, o que fez faltar bezerros. Agora os produtores estão retendo mais fêmeas para criar bezerros. Além dessa retenção, houve restrições de exportação para a China, a partir de setembro, o que contribuiu para reduzir o abate. A porcentagem de carne exportada atingiu níveis recordes acima de 30% do total produzido, em equivalência de carcaças. O mercado externo estava com alta participação e esse baque das restrições da China, que responde por quase 60% das exportações de carne brasileira, levou muitos frigoríficos a reduzir o abate. Já os frigoríficos que atendem ao mercado interno estavam trabalhando com margens baixas ou até negativas e isso também desestimula o abate”, diz o supervisor da pesquisa.

Leite cru - A aquisição de leite cru foi de 6,19 bilhões de litros no 2º tri de 2021. Esse número equivale à redução de 4,9% em relação ao 2° tri de 2020 e alta de 6,1% em comparação com o trimestre imediatamente anterior. Cabe destacar que o setor tem comportamento cíclico, em que os terceiros trimestres regularmente apresentam uma recuperação em relação ao trimestre anterior.

Queda - Viscardi observa que o leite apresentou uma queda na comparação anual, refletindo a alta dos custos, sobretudo com suplementação alimentar. Enquanto as vendas de frangos, ovos e suínos crescem por serem mais acessíveis, no caso do leite e seus derivados, a população, quando tem um comprometimento de renda, acaba deixando de consumir derivados como iogurtes, queijos, requeijão e manteiga.

Produção - “Isso desencoraja a produção. Como o produtor não consegue repassar os custos e obter um preço bom, que não sobe na mesma ordem dos insumos, acaba reduzindo a produção. Fora que houve problemas climáticos como uma seca bastante intensa no Centro-Oeste e parte do Sudeste, além da ocorrência de geadas no Sul”, analisa Viscardi.

Ovos de galinha - Já a produção de ovos de galinha alcançou a marca de 1,0 bilhão de dúzias no 3º trimestre de 2021, queda de 1,8% em relação ao apurado no 3º tri de 2020 e alta de 1,5% em relação à produção do 2º tri de 2021. O resultado representa a segunda maior produção tanto para um terceiro trimestre quanto para a série histórica da pesquisa iniciada em 1987.

Couro - A Pesquisa Trimestral do Couro mostrou que 7,37 milhões de peças de couro foram recebidas em curtumes, queda de 10,4% em relação ao 3° trimestre de 2020 e de 2,2% na comparação com o 2° tri de 2021. Esse cenário foi influenciado pela redução do abate de bovinos, sobretudo em setembro, quando foram contabilizadas 2,06 milhões de peças adquiridas, 23,5% abaixo do mesmo mês do ano anterior. (Agência IBGE Notícias)

FOTO: Ari Dias / AEN-PR

 

TECNOLOGIA: Governo e empresários assinam termo de concessão do 5G

tecnologia 08 12 2021O presidente Jair Bolsonaro e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, assinaram, na tarde desta terça-feira (07/12) o termo de concessão de frequências para implementação da quinta geração de internet móvel, o 5G.

Leilão - Representantes das dez empresas que arremataram os direitos de uso da tecnologia durante o leilão - que arrecadou cerca de R$ 47 bilhões - assinaram o documento. Diversas autoridades do governo também participaram da cerimônia, que aconteceu no salão nobre do Palácio do Planalto.

Sucesso - Durante discurso, o ministro Fábio Faria reafirmou o sucesso do certame, que foi finalizado sem nenhuma ocorrência judicial, ao contrário do que aconteceu em países vizinhos. Faria disse que o leilão realizado no Brasil foi “o maior leilão de radiofrequências do mundo”, e prometeu que os investimentos previstos como contrapartida nos termos do leilão serão a ferramenta de democratização da internet no Brasil.

Acesso - “Tínhamos 50 milhões de pessoas sem acesso à internet no Brasil quando o governo assumiu. O que celebramos aqui, hoje, é que os 39 milhões restantes - [pessoas] sem celular e sem internet, sem poder estudar à distância, isoladas do mundo, muitas no Norte e no Nordeste, em comunidades rurais e indígenas - terão acesso”, disse Fábio Faria. “Um médico em Harvard, ou no Japão, poderá operar alguém em Pau dos Ferros (RN). O que celebramos hoje é que somos os primeiros da América Latina. Vamos buscar empresas para abrir fábricas no Brasil. Talvez de chips, semicondutores - que estão em falta no mundo. Vamos criar oportunidades de negócio para o Brasil com o 5G”, explicou o ministro.

Salto - Para o presidente Jair Bolsonaro, o 5G é uma oportunidade de reforçar a credibilidade do país perante o mercado internacional e de mostrar viabilidade e abertura para investimentos internacionais. “É um salto para as comunicações, bem como em internet das coisas. Para o comércio, isso não tem preço. É o aumento da qualidade dos serviços. Cada vez mais o povo lá de fora acredita na gente”, frisou o presidente.

Infraestrutura - “É o Brasil recuperando sua credibilidade internacional. O Brasil tem em torno de R$ 700 bilhões em investimentos em infraestrutura e fez renascer o modal ferroviário, apesar da pandemia”, explicou Bolsonaro em relação às obras capitaneadas pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. (Agência Brasil)

FOTO: Valter Campanato / Agência Brasil

 

CEPAL: Comércio da América Latina e do Caribe terá aumento em 2021

cepal 08 12 2021De acordo com relatório da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) divulgado nesta terça-feira (07/12), o comércio internacional da região terá uma recuperação importante em 2021. O crescimento ocorre após forte queda observada no ano passado. A recuperação, no entanto, não será igual em todos os países por causa da incerteza provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Levantamento - Segundo o levantamento Perspectivas do Comércio Internacional da América Latina e do Caribe 2021, haverá um aumento de 25% no valor das exportações regionais de bens neste ano após uma queda de 10% em 2020.

Impulso - Esse aumento é impulsionado pela alta de 17% nos preços de exportação e uma expansão de 8% do volume exportado.

2022 - Expectativa para 2022 é aumento de 10% no valor das exportações regionais de bens e 9% nas importações, mesmo com menor crescimento da economia regional e mundial.

América do Sul - A América do Sul registrou o maior aumento do valor exportado em 2021, de 34%, beneficiada especialmente com os maiores preços das matérias-primas. No Caribe, o aumento das exportações ocorre pela alta dos preços do petróleo e do gás.

Preços - “O aumento das exportações de bens da região durante 2021 é explicado principalmente pelo aumento dos preços dos produtos básicos, sobretudo minerais, petróleo e produtos agroindustriais, mais do que pela expansão do volume exportado. Da mesma forma, as exportações regionais de serviços ainda não se recuperaram da queda sofrida como resultado da pandemia”, mostra o relatório.

Turismo - Conforme a comissão, a dependência dos países da região no turismo supera a média mundial e faz com que a incerteza quanto à reabertura do setor condicione negativamente as perspectivas de várias economias, especialmente dos países do Caribe.

Reflexão - “Essa situação exige uma reflexão sobre a urgência de aprofundar a integração econômica regional. Avançar para um mercado regional integrado é indispensável não só para gerar escalas eficientes de produção e promover processos de diversificação produtiva e exportadora, mas também para alcançar maior autonomia em setores estratégicos. Esse último objetivo tem adquirido particular relevância face às perturbações provocadas pela pandemia nas cadeias mundiais de abastecimento”, destacou a secretária executiva Alicia Bárcena na apresentação do documento.

Incertezas - O relatório da Cepal indica vários fatores de incerteza no comércio mundial com reflexos na região como o ritmo desigual de vacinação e novas variedades do vírus; pressões inflacionárias e dificuldade em manter os estímulos fiscais; tensões comerciais e riscos no setor imobiliário da China; interrupções nas cadeias de abastecimento e aumento dos fretes. (Agência Brasil, com informações da Cepal)

FOTO: Ministério da Infraestrutura

 

EXECUTIVO: Decreto cria verbas para pagar Auxílio Brasil de R$ 400 em dezembro

executivo 08 12 2021A edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (07/12) trouxe o texto da medida provisória (MP) 1.076 de 2021, que antecipa o pagamento do novo valor do Auxílio Brasil - programa social de distribuição de renda que substitui o antigo Bolsa Família.

Benefício extraordinário - O instrumento cria um benefício extraordinário que complementa as parcelas já previstas do Auxílio Brasil para o valor de R$ 400 divulgado pelo governo. A manobra ocorre devido à necessidade de promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, que deverá ser fatiada e que possibilitará a alocação de recursos para o pagamento integral do Auxílio Brasil.

Calendário - Segundo o calendário de pagamentos já divulgado pela Caixa, os créditos relativos à parcela de dezembro do Auxílio Brasil serão recebidos a partir da próxima sexta-feira (10/12).

PEC dos Precatórios - Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a PEC dos Precatórios e afirmou que o instrumento não é “calote”, mas uma forma viável de realocar dívidas em prol de uma revisão justa de benefícios sociais. “[A PEC dos Precatórios] não é um calote, muito pelo contrário. É uma renegociação, um alongamento de dívida para quem tinha mais de R$ 600 mil para receber do governo. É isso que nos permite um saldo, um espaço, para potencializar com justiça o programa”, disse o presidente durante a cerimônia de assinatura da concessão de frequências do 5G no Palácio do Planalto. (Agência Brasil)

FOTO: Antônio Cruz / Agência Brasil

 

LEGISLATIVO I: PEC dos Precatórios deverá ser promulgada parcialmente nesta quarta-feira

legislativo I 08 12 2021Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira, anunciaram nesta terça-feira (07/12) que os trechos da PEC dos Precatórios (PEC 23/2021) nos quais as duas Casas concordam serão promulgados imediatamente, como emenda constitucional. A cerimônia pode acontecer já nesta quarta-feira (08/12).

Cálculo - A principal inovação será a nova fórmula de cálculo do teto de gastos da União, que é corrigido anualmente pela inflação. Em vez de considerar o índice medido entre julho do ano anterior e junho do ano corrente, a atualização do teto passará a usar a inflação acumulada entre janeiro e dezembro. A mudança já vale para o Orçamento de 2022 e, segundo estimativas do governo, pode render espaço fiscal adicional de R$ 106 bilhões no ano que vem.

Novas regras - Esse valor depende da promulgação das novas regras para o pagamento dos precatórios — que era o propósito original da PEC. Devido às alterações substanciais feitas pelo Senado nesse conjunto de regras, as duas Casas ainda vão acertar o texto que poderá ser promulgado sem incluir trechos que não tenham sido aprovados por ambas. Sem as novas regras, o espaço fiscal disponibilizado ficaria em torno de R$ 60 bilhões.

“Subteto” - Entre as novas regras, estão temas como o “subteto” a ser estabelecido para esses pagamentos, a exclusão desse limite dos precatórios referentes ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) e as possíveis compensações financeiras entre entes federativos. 

Sem consenso - Os dispositivos que não tiveram consenso entre o Senado e a Câmara serão incluídos numa segunda PEC, ainda não identificada, que já esteja em condições de ser votada pelos deputados. Com isso, as mudanças do Senado “pegarão carona” num projeto mais avançado e poderão ser votadas ainda neste ano. Lira estima que essa votação poderá acontecer na terça-feira (14/12).

Dispositivos - Entre os dispositivos que não poderão ser promulgados, pois foram alvo de mudanças do Senado, estão a transformação do Auxílio Brasil em programa social permanente e a obrigação de que o espaço fiscal aberto pela nova regra seja usado apenas para políticas sociais. 

Mudanças - O Senado aprovou a PEC com várias mudanças na semana passada e remeteu as alterações para a Câmara. Lira passou a defender a promulgação imediata dos trechos que não foram modificados. Segundo Pacheco, os líderes do Senado não aprovaram de forma unânime essa saída, mas a maioria concordou diante da necessidade de se abrir o espaço fiscal em 2022 para o Auxílio Brasil.

Objetivo fundamental - Para o presidente do Senado, o acordo garante o objetivo fundamental de toda a negociação em torno da PEC dos Precatórios, que é a garantia de que a União terá dinheiro para o Auxílio Brasil, programa que substituirá, a partir de 2022, o Bolsa Família.

Aprimoramento - “O Senado aprovou a PEC com ampla maioria fruto de um trabalho de consenso e de acordo feito pelo relator, com o compromisso da apreciação pela Câmara daquilo de inovação que o Senado trouxe. Eu considero que o Senado aprimorou o texto. Houve de nossa parte o senso da importância da implantação do Auxílio Brasil. Todos nós estamos muito preocupados com a sustentação do programa. Isso nos motivou a ter uma tolerância em relação a alternativas, e a que se apresentou mais viável foi a promulgação de pontos comuns, naturalmente com a condição de que as inovações do Senado possam ser apreciadas pela Câmara. Houve essa receptividade por parte do presidente Arthur Lira”, afirmou Pacheco.

Mal-estar - Lira negou que a decisão tenha causado algum tipo de mal-estar entre a Câmara e o Senado e deu garantia de que a PEC contendo as medidas criadas pelo Senado será votada na semana que vem.

Pensamento diferente - “Não há qualquer queda de braço nem disputa interna entre uma Casa e outra. As duas podem e devem pensar diferente sobre determinados assuntos. O que não dá é para uma PEC ter textos diferentes. A decisão consensuada entre as presidências é a promulgação do texto comum. Todo o texto divergente, com inovações do Senado, iremos apensar a uma PEC pronta para o Plenário que levaremos [para votação] na próxima terça-feira.” (Agência Senado)

FOTO: Pedro Gontijo / Senado Federal

 

LEGISLATIVO II: Senado deve votar prorrogação de desoneração da folha na quinta-feira

legislativo II 08 12 2021O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou que o Plenário deve votar nesta quinta-feira (09/12) o projeto de lei que prorroga por dois anos a desoneração sobre a folha de pagamento para 17 setores da economia (PL 2.541/2021). A ideia é aprovar sem mudanças o texto remetido pela Câmara dos Deputados, para que o projeto siga para sanção presidencial ainda neste ano.

Anúncio - Pacheco fez o anúncio nesta terça-feira (07/12), após reunião com representantes de associações de todos os setores beneficiados. O relator da matéria será o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).

Tema conhecido- “O tema é amplamente conhecido do Congresso Nacional, porque discussões parecidas aconteceram no passado. É um projeto importante porque alcança setores com alto índice de empregabilidade. Há um compromisso nosso com a colaboração, senão unânime, da maioria do Senado para que tenhamos a apreciação no Plenário ainda nesta semana. A expectativa é de concluir [a votação] no mesmo dia. A Presidência [do Senado] reconhece ser um projeto de grande importância para o setor produtivo nacional”, declarou Pacheco.

Relatório - Veneziano, que participou da reunião com Pacheco e da entrevista coletiva, informou que deve apresentar o seu relatório já nesta quarta-feira (08/12), sem propor mudanças no texto. Ele disse que contribuições dos senadores são bem-vindas, mas adiantou que espera conseguir aprovar o projeto de forma definitiva. 

Prazo - “Não podemos antecipar sugestões que possam advir, mas imagino que os senadores, sabedores que são do apelo da proposta, terão sensibilidade no tocante ao prazo. Estamos falando sobre manutenção e geração de oportunidades num processo de transição na pandemia”, advertiu.

Mecanismo - A desoneração da folha é um mecanismo que permite às empresas dos setores beneficiados pagarem alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários. Essa permissão foi introduzida há 10 anos e há pelo menos oito já alcança todos os setores hoje incluídos. Pela legislação atual (Lei 12.546, de 2011), ela se esgota em 31 de dezembro deste ano. O projeto de lei a prorroga para o fim de 2023.

Empregos - Os representantes do empresariado defenderam a aprovação do projeto argumentando que a desoneração é uma política bem desenhada e estimula o investimento e a empregabilidade. Segundo eles, o fim do instrumento dentro do contexto da pandemia traria imprevisibilidade e danos ao mercado de trabalho.

Alerta - “Se não vier a desoneração, a nossa previsão é de um aumento médio de tributos em torno de 7,5% em relação ao faturamento. Numa época em que estamos tentando sair da pandemia e sobreviver, isso significa quebra de empresas e demissão generalizada”, alertou Viven Suruagy, da Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática (Feninfra).

Preferência - José Velloso, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), explicou a preferência pela medida. “A desoneração é inteligente porque, como ela substitui a tributação da folha para o faturamento, conforme a empresa vai saindo da crise e vai faturando mais, ela paga mais impostos. Tributa mais de quem ganha mais.”

Setores - Os setores da economia beneficiados pela medida são: calçados, call center, comunicação, confecção/vestuário, construção civil, empresas de construção e obras de infraestrutura, couro, fabricação de veículos e carroçarias, máquinas e equipamentos, proteína animal, têxtil, TI (tecnologia da informação), TIC (tecnologia de comunicação), projeto de circuitos integrados, transporte metroferroviário de passageiros, transporte rodoviário coletivo e transporte rodoviário de cargas. (Agência Senado)

FOTO: Pedro Gontijo / Senado Federal

SAÚDE I: Brasil registra 22,1 milhões de casos e 616 mil mortes

Dados do Ministério da Saúde divulgados nesta terça-feira (07/12) indicam que 10.250 novos diagnósticos de covid-19 foram registrados no país em 24 horas. O número eleva para 22.157.726 o total de pessoas infectadas desde o início da pandemia no país. Na segunda-feira (06/12), o painel de estatísticas marcava 22.147.476 casos acumulados.

Mortes - As mortes causadas pelo novo coronavírus ao longo da pandemia somam 616.018. Em 24 horas, as autoridades sanitárias notificaram 274 novos óbitos. Na segunda-feira (06/12), o painel de informações marcava 615.744 mortes acumuladas.

Acompanhamento - O balanço apontou também 155.437 pacientes em acompanhamento e 21.386.271 recuperados da doença.

Estados - Os estados com mais mortes por covid-19 são: São Paulo (154.480), Rio de Janeiro (69.181), Minas Gerais (56.357), Paraná (40.815) e Rio Grande do Sul (36.228). Já as unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.849), Amapá (2.005), Roraima (2.056), Tocantins (3.925) e Sergipe (6.048). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 08 12 2021

SAÚDE II: Boletim da Covid-19 confirma mais 893 casos e 10 óbitos pela doença no Paraná

saude II 08 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (07/12) mais 893 casos confirmados e 10 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.578.014 casos confirmados e 40.594 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de dezembro (194), novembro (47), outubro (2), setembro (1), julho (3), maio (8), abril (118), março (143), fevereiro (83) e janeiro (117) de 2021 e dezembro (107), novembro (35), outubro (5), setembro (14), agosto (7), julho (8) e abril (1) de 2020. Os óbitos são de dezembro (5), novembro (1) e julho (2) de 2021 e novembro (1) e agosto (1) de 2020.

Internados - 150 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 90 pacientes em leitos SUS (45 em UTIs e 45 em leitos clínicos/enfermarias) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTIs e 26 em leitos clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 475 pacientes internados, 244 em leitos de UTI e 231 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 10 pacientes. São cinco mulheres e cinco homens, com idades que variam de 21 a 89 anos. Os óbitos ocorreram entre 20 de agosto de 2020 e 6 de dezembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (4), Sarandi, Porecatu, Peabiru, Laranjeiras do Sul, Lapa e Cambé.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.256 casos de residentes de fora do Estado – 221 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Confira o relatório de ajustes e exclusões AQUI.

 

SAÚDE III: Paraná recebe nesta quarta 1º lote de reforço da Janssen, parte de uma remessa de 239.690 vacinas

saude III 08 12 2021O Paraná receberá 132.050 vacinas contra a Covid-19 da Janssen nesta quarta-feira (08/12), no primeiro lote do braço farmacêutico da Johnson & Johnson, integralmente destinado à dose reforço (DR).

Público-alvo - Segundo a prévia do Informe Técnico do Ministério da Saúde dessa remessa, as doses devem ser destinadas para reforço da população de fronteira internacional (91.150), população de rua (9.550) e parte da população adulta (31.350).

Chegada - Os imunizantes devem chegar ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 13h50 no voo LA-3293, juntamente com mais 107.640 doses da farmacêutica norte-americana Pfizer/BioNTech.

Total - Ao todo, o Estado receberá 239.690 vacinas neste lote. A remessa da Pfizer ainda não tem destinação definida pelo Ministério da Saúde.

Janssen - O imunizante Janssen obteve registro emergencial de uso aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 1º de abril deste ano e foi disponibilizado para a população em junho. A vacina é recombinante de vetor viral e destacava-se das demais pelo método de administração em dose única.

Nota Técnica - A Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, vinculada ao Ministério da Saúde, divulgou no mês passado a Nota Técnica nº 61/2021 recomendando a dose reforço – neste caso a segunda dose – às pessoas que tenham tomado o imunizante Janssen no intervalo mínimo de dois meses, podendo chegar até seis meses.

Mesmo imunizante - O documento afirma que a dose reforço deve ser aplicada com o mesmo imunizante, com exceção de mulheres que tenham tomado a Janssen e que, neste momento, estejam grávidas ou no período de puerpério. Nestes casos recomenda-se a utilização do imunizante da Pfizer. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

SAÚDE IV: Paraná distribui mais 146,1 mil vacinas contra a Covid-19 nesta terça-feira

saude IV 08 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) distribuiu, nesta terça-feira (07/12), por via terrestre, mais 146.160 doses de vacinas contra a Covid-19 para as suas 22 regionais. Os imunizantes são referentes à 71ª pauta do Ministério da Saúde e são destinados à dose reforço da população indígena e em geral, a partir de 18 anos, primeira dose (D1) por solicitação dos municípios e segunda dose (D2) das pessoas que já iniciaram o esquema vacinal.

Pfizer - Do quantitativo total, 133.290 são vacinas da Pfizer/BioNTech, sendo 4.026 para D1 de adolescentes, 31.722 para D2 da população em geral e 97.542 doses de reforço.

Coronavac - Outras 6.220 Coronavac/Butantan também fazem parte da distribuição e são integralmente para segunda dose. Dessas, 6.210 para pessoas que iniciaram o esquema vacinal na 66ª remessa e 10 doses para a 3ª RS.

AstraZeneca - As 4.280 AstraZeneca para dose reforço da população indígena e (18 a 59 anos) e as 2.370 restantes para D2 da população em geral complementam a remessa.

Medicamentos - A Sesa também está descentralizando para todas as regionais mais 7.980 unidades de medicamentos elencados no chamado “kit de intubação” para atendimento aos pacientes diagnosticados com a Covid-19, e que estejam internados em leitos exclusivos para a doença no Paraná ou em serviços de saúde do Estado. Os medicamentos são de compra própria da Secretaria (R$ 40.506,60) e de doações de instituições parceiras (R$ 54.506,10).

Chegando - “As doses estão chegando ao Estado. Não temos falta de vacina. A população deve procurar os postos de saúde, atualizar a carteira de vacinação e ficar atenta aos avisos dos aplicativos da saúde, para saber quando deve receber a dose reforço ou vacinar seus filhos adolescentes”, enfatizou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Vacinômetro - Segundo os dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 17.672.818 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.942.165 primeiras doses (D1) e 7.807.934 segundas doses (D2) ou doses únicas (DU). O Estado registra ainda a aplicação de 58.093 doses adicionais (DA) e 864.626 doses de reforço (DR). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

saude IV tabela 08 12 2021

 

SAÚDE V: Informe semanal da dengue registra 28 novos casos da doença no Paraná

saude V 08 12 2021O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (07/12) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 28 novos casos confirmados. O total até agora é de 478 casos. Os dados são do 16º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Registros - Até o momento 88 municípios registraram casos da doença, sendo que 68 municípios confirmaram casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência.

Investigação - Há ainda 1.598 casos em investigação e 276 municípios registraram notificações de dengue, que passaram de 9.980 para 10.664. O Estado não registrou nenhum óbito neste período.

Sintomas - “Febre com duração de até 7 dias, dor de cabeça, dor no fundo do olho, dor muscular, dor nas articulações são sintomas de dengue, e a população precisa estar em alerta. Na ocorrência de algum desses sintomas orientamos que busque atendimento médico”, salienta o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Engajamento - Ivana Belmonte, coordenadora de Vigilância Ambiental, ressalta a importância do engajamento da população no controle do vetor da dengue. “Locais que acumulem água como lixo, pneus, recipientes diversos, dentre outros são propícios para que a fêmea do vetor realize a postura dos ovos. Desta forma é fundamental a eliminação e remoção destes depósitos”. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

FOTO: Arquivo AEN

 


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