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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5214 | 09 de Dezembro de 2021

COAMO: Cooperativa inaugura novo Terminal Portuário em Paranaguá

1coamo 09 12 2021Com a presença do governador Ratinho Junior, a Coamo inaugurou, na manhã desta quinta-feira (09/12), em Paranaguá, no litoral paranaense, o Terminal Portuário II. Segundo o presidente executivo da Coamo, Airton Galinari, “agora, com a inauguração dos três novos silos, com capacidade de 80 mil toneladas, a cooperativa passa a ter 150 mil toneladas de capacidade estática privada, somadas à parte arrendada de 100 mil toneladas. Significa um avanço para nossos cooperados, que poderão ter um melhor atendimento para exportação de seus produtos”, frisou o dirigente.

Investimentos - O presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini, lembrou que são investimentos de R$ 200 milhões, que agilizarão o fluxo de produtos da cooperativa. “Ao longo desses mais de 30 anos, temos uma parceria sólida com os governos estadual e federal. Estamos promovendo investimentos importantes e, com este novo terminal, teremos um atendimento ágil e de qualidade. Tudo isso faz parte de uma visão estratégica da cooperativa, para atender a demanda dos nossos mais de 30 mil cooperados em mais de 73 municípios nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Sozinhos, nossos cooperados jamais conseguiriam exportar. Assim, com qualidade, rastreabilidade e produção sustentável, podemos atender as demandas dos mercados interno e externo”, ressaltou.

Orgulho - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, prestigiou o evento e destacou a importância do novo terminal de embarque em Paranaguá. “Uma obra importante, não só para os produtores e para o estado, mas para o cooperativismo paranaense, que tem muito orgulho do trabalho realizado pela Coamo nesses 51 anos de história”. O dirigente ressaltou o apoio que o setor cooperativista tem recebido do governo estadual para esses investimentos. “Através do governador, do seu vice, Darci Piana, e da equipe de secretários, somos ouvidos em nossas demandas e essas ações resultam em investimentos como este que estamos presenciando em Paranaguá”. Ricken destacou que a Coamo anunciou um faturamento neste ano de R$ 23 bilhões, o que irá contribuir para que as cooperativas paranaenses encerrem o ano com uma movimentação econômica superior a R$ 150 bilhões.

Presenças - Prestigiaram o evento o vice-governador, Darci Piana, os secretários Norberto Ortigara, da Agricultura, Sandro Alex, da Infraestrutura, Guto Silva, Casa Civil, Marcio Nunes, Desenvolvimento Sustentável e Turismo, o prefeito de Paranaguá, Marcelo Elias Roque, Ana Luiza Sales, representando o Ministro da Infraestrutura, Cleverson de Freitas, Superintendente do Mapa no Paraná, Ágide Menegueti, presidente da Faep, entre outras lideranças.

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AGRIFAMILIAR: Presidente do Sistema Ocepar prestigia abertura da 1ª Feira de Produtos e Serviços da Agricultura Familiar

1evento 09 12 2021O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, prestigiou, na manhã desta quarta-feira (08/12), a abertura da 1ª Feira de Produtos e Serviços da Agricultura Familiar, a AgriFamiliar Paraná, ocorrida na sede da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), em Curitiba. Ele estava acompanhado do superintendente Robson Mafioletti.  

Iniciativa - A feira ocorre até domingo (12/12), numa iniciativa da Fetaep e Sindicatos dos Trabalhadores Rurais.  No local estão sendo comercializados doces e compotas, queijos e derivados, mel, hortifrutigranjeiros, produtos orgânicos, temperos, carnes, embutidos, cerveja artesanal, cachaça artesanal, vinhos, cafés e chás, cosméticos naturais e flores. A programação contempla ainda oficinas de gastronomia e apresentação de shows. O horário de funcionamento da feira é de 10 às 20 horas, de quarta a sábado, e das 8 às 12 horas, no domingo.

Objetivo - De acordo com os organizadores, o objetivo do evento é promover a agricultura familiar sustentável, estimular o consumo consciente, a compra de fornecedores próximos e o reconhecimento de produtos artesanais locais, o que impacta diretamente no desenvolvimento da economia regional. “Sabemos como poucos plantar, colher, transformar. Nossos produtos são de alta qualidade, preenchem os requisitos para comercialização e as regulamentações sanitárias. E agora queremos aproximar o produtor do comprador”, disse o presidente da Fetaep, Marcos Brambilla.

Parceria - A AgriFamiliar Paraná é realizada em parceria com o Senar, o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná e a Prefeitura de Curitiba, e conta com o patrocínio de Cresol, Sicredi, Banco do Brasil e Governo Federal, Sistema Ocepar e Copel.

Mais informações - Saiba mais acessando http://www.fetaep.org.br/. (Com informações da Fetaep)

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TECNOLOGIA: Cooperativas constituem central da área de Tecnologia da Informação

2uniti 08 12 21Em Assembleia Geral Ordinária (AGO) digital, realizada na tarde desta quarta-feira (08/12), com a participação de delegados de 21 cooperativas, foi constituída a Cooperativa Central de Tecnologia da Informação (UniTI), que começou a ser formatada e desenvolvida no PRC100, o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, e criada e implantada no PRC200. O delegado da Cocamar, Alair Aparecido Zago, foi eleito o primeiro presidente da UniTI. O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, na condição de presidente ad hoc, coordenou a AGO, que também aprovou a indicação dos delegados e a eleição dos conselhos de Administração e Fiscal da nova organização.

História - Boesche lembrou que o projeto da UniTI surgiu em uma reunião de Núcleo Cooperativo, realizado em Campo Mourão, em uma intervenção de diretor administrativo e financeiro da Coamo, Antonio Sérgio Gabriel, tratando da necessidade de compartilhamento da estrutura de TI entre cooperativas, sendo incorporada ao PRC100, em 2015. E evoluiu ao ponto de dar origem à cooperativa central, constituindo-se em um março histórico do cooperativismo paranaense. Para isso, contou com a participação de técnicos da área de TI tanto das cooperativas como do Sistema Ocepar. 

Estudos - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, lembrou ainda que, com a assessoria da consultoria Falconi, a proposta demandou dois anos de estudos e elaboração até chegar à sua constituição, embasada nos critérios que norteiam a criação de organização dessa natureza. “Realmente esse 8 de dezembro vai ficar na história do cooperativismo pela criação da UniTI, cuja finalidade é compartilhar ações na área de TI. É um fato muito expressivo no cooperativismo do Paraná.”  O gerente de projetos da Falconi, Danilo Ronaldo René Oliveira Filho, acompanhou a AGO.

Realização - Para Antonio Sérgio Gabriel, a UniTI é a concretização de um sonho que se insere no trabalho do Sistema Ocepar em fomentar a intercooperação entre os vários ramos do cooperativismo paranaense e, no caso, em uma área que demanda muitos e constantes investimentos das cooperativas, diante da evolução da TI. Segundo ele, as participantes da central vão poder compartilhar investimentos tanto na parte de infraestrutura como de sistemas. 

União - Assim como a elaboração do projeto que resultou na criação da central, o trabalho a ser desenvolvido para atingir os objetivos da UniTI também será em conjunto, disse o seu presidente Alair Aparecido Zago, em seu primeiro pronunciamento. “Juntos vamos conseguir colocar em prática esse grande trabalho desenvolvido até aqui, com o apoio do Sistema Ocepar e toda a equipe envolvida no projeto. É um desafio a ser enfrentado por todos para, assim, colocarmos realmente em ritmo a nossa UniTI”, enfatizou. 

Conselhos - O Conselho de Administração da UniTI ficou assim constituído:  Alair Aparecido Zago (Cocamar); Airton Galinari (Coamo); James Fernando de Morais (Copacol); Nevair de Mattos (Frísia); Haroldo Jose Polizel (Integrada); João Carlos Obici (Cocari); Irineo da Costa Rodrigues (Lar); Gilson Hollerweger Fernandes (Cooperante) e Jonis Everton Centenaro (C.Vale). Para o Conselho Fiscal foram eleitos como titulares Marcelo Luís Kosinski (Bom Jesus), Claudemir Pereira de Carvalho (Coagru) e Edmund Gumpl (Agrária) e, para suplentes, Anderson Léo Sabadin (Primato), Paulo Pinto de Oliveira Filho (Coprossel) e Luciano Ferreira (Unicampo).

UniTI - A Cooperativa Central de Tecnologia da Informação (UniTI) é integrada pelas cooperativas Coamo, Cocamar, Copacol, Frísia, Integrada, Castrolanda, Frimesa, Agrária, Cocari, Capal, Bom Jesus, Copagril, Coagru, Camisc, Cooperante, Coopertradição, Primato, Coprossel, Unicampo, Lar e C.Vale.

 

FÓRUM COMUNICA COOP: Cida Stier abre programação falando sobre comunicação assertiva em tempos do online

1forum coomunica 09 12 2021Profissionais de comunicação e marketing das cooperativas do Paraná se reuniram na tarde desta quarta-feira (08/12), para o Fórum Digital Comunica Coop. Tradicionalmente realizado pela Coordenação de Comunicação do Sistema Ocepar, o evento deste ano foi realizado no formato virtual, das 14h às 17h. “Trouxemos dois temas muito relevantes para quem atua na área, que é a comunicação assertiva online, algo importante nesses novos tempos em que o digital passou a fazer parte do dia a dia de todo mundo, pessoal e profissional, e também os resultados da terceira pesquisa de mercado encomendada pelo Sistema Ocepar para avaliar a percepção das pessoas em relação aos produtos e serviços de cooperativas”, afirma o coordenador de Comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Zanello Milléo Filho.

Programação alinhada - Milléo Filho conta que, em alinhamento às novas rotinas que o trabalho remoto e semipresencial trouxeram à vida dos profissionais, o Fórum desse ano será realizado em duas etapas. A primeira, nesta quarta-feira, teve a presença da fonoaudióloga especializada em voz, mentora em comunicação pessoal e media training, Cida Stier. Na sexta-feira, participa o professor Cláudio Shimoyama, diretor executivo do Grupo Datacenso, empresa que aplicou a pesquisa de mercado encomendada pelo Sistema Ocepar. “Objetivo é que os participantes possam focar no que está sendo apresentado, se apropriando de conhecimentos que irão agregar mais valor à comunicação das cooperativas”, completou. 

Tudo é técnica - Para Cida Stier, a realização do Fórum foi uma oportunidade para os profissionais pensarem a comunicação e os ajustes que precisam ser feitos neste momento de mundo, em que o online e o híbrido vieram para ficar. “Esta é uma demanda muito real que todo mundo vive, em que precisamos gravar vídeos, estar bem postados diante da câmera para uma reunião ou uma apresentação. E como tudo na vida, existe uma técnica, um jeito certo para que você se saia melhor”, comentou Cida. Segundo ela, ao utilizar essas técnicas e treinar, é possível desenvolver uma comunicação mais clara e objetiva. “Há alternativas para quem fala de forma mais prolongada e prolixa, buscando sempre o que a comunicação de hoje pede, que é objetividade. A busca pelo perfeito impede muita gente de avançar nesse momento, em que o online pede mais agilidade e comprometimento com as demandas dos outros”, disse.

Multiplicando conhecimento - Após uma tarde inteira de treinamento e de muito conhecimento sobre como se comunicar bem em tempos do online, Cida Stier encerrou sua participação enaltecendo o trabalho dos comunicadores das cooperativas e pedindo que todos repassem o conhecimento adquirido no Fórum, ajudando quem tem dificuldade para se comunicar numa reunião ou até mesmo numa conversa informal, porém, virtual. “Admiro muito o trabalho de vocês. Acho que o papel que desempenham é importante em tudo o que diz respeito à cooperativa. A comunicação é necessária em vários aspectos. Esse nosso encontro possibilitou conhecer ferramentas e técnicas que podem auxiliar muito nesses novos tempos. E espero que vocês levem essas informações para frente, para o público interno e externo com quem trabalham, e assim possam ajudar as pessoas para elas que se sintam mais seguras e confortáveis diante de situações que hoje são inevitáveis, e com isso sejam mais felizes”, concluiu. 

Rádio PR Cooperativo - Confira abaixo conteúdo produzido para a Rádio PR Cooperativo sobre o primeiro dia do Fórum Comunica Coop:

- Para Cida Stier, a palavra “assertividade” é a que mais se encaixa na comunicação online porque coloca a questão sob a perspectiva de “tempo e fala”. Ouça aqui

- Para Elimara Biesdorf, encarregada de Marketing da Frimesa, e Jefferson da Silva, assessor de Comunicação da Coprossel, o Fórum foi uma oportunidade de refletir sobre as diferenças do presencial e o online, e a necessidade de planejar e treinar a fala. Ouça aqui

- Kátia Baggio, assessora de Comunicação da cooperativa Integrada, de Londrina. considera que o aprendizado proporcionado pelo Fórum é uma oportunidade de aperfeiçoar o trabalho. Já nas palavras de Sara Messias, assessora da C. Vale, participar do treinamento com Cita Stier é um presente para qualquer comunicador. Ouça aqui

- As orientações de Cida Stier foram motivo de elogios por parte de quem participou. Que o diga Cláudia Carvalho, assessora de Comunicação da Sicredi, e Priscila Naufel, assessora da Unimed Curitiba. Ouça aqui

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SELO CLIMA PR I: Cooperativas são certificadas por contribuírem para reduzir emissão de carbono

selo clima I 09 12 2021As cooperativas paranaenses Castrolanda, Agrária, Frísia, Lar e Central Sicredi PR/SP/RJ estão entre as 70 empresas que receberam certificados do Selo Clima Paraná, em solenidade ocorrida na noite de terça-feira (07/12). A prefeitura de Maringá também foi contemplada. A iniciativa é da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest). O Selo reconhece quem, voluntariamente, mede, divulga e reduz a produção de carbono para amenizar os efeitos causados pelas mudanças climáticas.

Redução - O evento ocorreu na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em Curitiba, reunindo os responsáveis por mais de 50% do PIB do Estado. O Selo Clima Paraná está na 7ª edição e aponta redução de 39 mil toneladas na emissão de carbono pelas empresas que conquistaram o Selo Clima Paraná Ouro Plus, o que equivale ao sequestro anual de carbono de 7.500 hectares de floresta, ou seja, aproximadamente 10 mil campos de futebol.

Mercados - O secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, destaca que a marca da sustentabilidade contribui para o interesse dos mercados internacionais na compra de produtos do Paraná. “De nada adianta ter o melhor processo industrial sem ter um processo consolidado a nível municipal, estadual e nacional. O grau de sustentabilidade ambiental faz toda a diferença no momento em que pretendemos colocar nossos produtos nos mercados do País e do Exterior”, afirma.

Modificação - De acordo com ele, para melhorar ainda mais essa visibilidade, a Secretaria estuda a modificação do formato do Selo Clima Paraná, com novas categorias. O projeto conta com o apoio da Fiep, que representa o setor das indústrias, a qual mostrou maior engajamento na edição deste ano.

Agroindústrias - Da agroindústria, 130 unidades produtivas foram reconhecidas, entre cooperativas agroindustriais, frigoríficos, abatedouros, fábricas de rações e florestas comerciais. O número representa 70% dos participantes. “A Fiep é a casa do empreendedor industrial. Entendemos que esta é uma iniciativa inédita por parte de um Governo Estadual”, afirmou o vice-presidente da Federação, Abílio de Oliveira Santana.

Selo - Os 71 certificados entregues pelo Selo Clima Paraná 2021 são referentes aos inventários de 177 unidades industriais, distribuídas em 66 municípios. O Selo possui três categorias: Original, Ouro e Ouro Plus. O Original foi entregue para as empresas que emitem inventário simplificado. Ela representa um primeiro passo para o domínio de metodologias de contabilidade de emissões.

Ouro - A categoria Ouro premia as empresas que apresentam inventários completos, auditados por terceira parte independente, acreditado pelo Inmetro e seguindo os ditames das normas técnicas ABNT-ISO.

Ouro Plus - Já o Ouro Plus foi entregue para as empresas com inventários completos, auditados por terceira parte independente, e que comprovem redução das emissões em índice compatível com as metas do Brasil no Acordo de Paris. (Com informações da Agência de Notícias do Paraná)

Clique aqui para conferir a lista completa dos contemplados com o Selo Clima Paraná

FOTO: Alessandro Vieira / Sedest

 

 

SELO CLIMA PR II: Sicredi é reconhecido por ações de combate às mudanças climáticas

1selo clima II 09 12 2021Como reconhecimento à estratégia de sustentabilidade e ecoeficiência desenvolvida, o Sicredi, por meio das ações realizadas pelas 25 cooperativas que atuam no Paraná, recebeu na última terça-feira (07/12) o Selo Clima Paraná. A premiação concedida pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) certifica as boas práticas de empresas que atuam no estado no combate às mudanças climáticas por meio da medição, divulgação e redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE).

Categoria - Em cerimônia realizada na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), o Sicredi recebeu o selo na categoria “Original”, destinado a empresas que apresentam inventário simplificado das emissões de carbono.

Destaque - “É uma grande honra receber esse reconhecimento que destaca a atuação das cooperativas com sede no Paraná a partir do nosso propósito de construir juntos uma sociedade mais próspera e sustentável”, celebra o diretor de Supervisão da Central Sicredi PR/SP/RJ, Reginaldo Pedrão.

Ações consolidadas - Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Sicredi desenvolve iniciativas de ecoeficiência há cinco anos por meio do Programa GHG Protocol, metodologia amplamente utilizada por empresas e governos do mundo todo para entender, quantificar e gerenciar emissões de gases de efeito estufa.

Ciclo completo - A instituição financeira cooperativa realiza o ciclo completo de ecoeficiência com o inventário, publicação e ações de compensação de carbono com diferentes iniciativas: plantio de árvores, compras de crédito de projetos certificados, recuperação de áreas degradadas e projetos para conservação de floresta nativa.

Nacionalmente - Nacionalmente, o Sicredi manteve em 2021 a estratégia de neutralizar 100% das emissões de gases de efeito estufa com o apoio a cinco projetos de créditos de carbono desenvolvidos em diferentes regiões do país. Uma estratégia que visa respeitar a diversidade regional e o potencial de cada localidade onde a instituição financeira cooperativa atua.

ODS - “Ao longo dos anos, o Sicredi tem desenvolvido projetos diretamente conectados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como os que tratam das ações contra a mudança global do clima e a preservação da vida terrestre. Por isso, somos comprometidos com a geração de desenvolvimento sustentável nas comunidades, reconhecendo e minimizando o impacto da nossa atuação envolvendo todas as nossas cooperativas para a promoção do desenvolvimento social econômico aliado também com a conservação do meio ambiente", afirma o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTOS: Alessandro Vieira / Sedest e divulgação

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SELO CLIMA PR III: Fábrica de Rações da Castrolanda em Piraí do Sul recebe certificação

selo clima III 09 12 2021O crescimento sustentável é um dos alicerces do planejamento estratégico da Castrolanda. Na última terça-feira (07/12), a Unidade Fábrica de Ração (UFR) de Piraí do Sul-PR recebeu o Selo Clima Paraná, iniciativa da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest). A solenidade foi realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), em Curitiba.

Incentivo - A certificação incentiva as empresas paranaenses a reduzirem a “Pegada de Carbono” para combater as mudanças climáticas e aumentar a competitividade a partir da economia de baixo carbono. A UFR de Piraí recebeu o Selo Clima Paraná na categoria “Original” pela adesão ao Registro Público Estadual de Emissões de Gases de Efeito Estufa.

Inventário - O Analista Ambiental da Castrolanda, Rodrigo Sidoski, explica que, para que a unidade recebesse o certificado, foi realizado o Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa e submetido à validação da Sedest. “O inventário leva em conta energia elétrica, cavaco, água e todos os tipos de combustíveis para verificar as emissões de dióxido de carbono (CO2). A unidade se propõe, voluntariamente, a fornecer os dados, medir, divulgar e reduzir a pegada de carbono. Para o próximo ano, pretendemos incluir todas as unidades da Cooperativa”.

Reconhecimento público - Para o Coordenador de Produção da UFR Piraí do Sul, Volnei Pereira, o certificado é o reconhecimento público do trabalho realizado na unidade. “Diante desse reconhecimento, vamos evoluir nas próximas categorias do programa para que o negócio seja cada vez mais sustentável. Essas ações vão de encontro com as premissas do planejamento estratégico da Cooperativa: eficiência operacional e crescimento sustentável.”

Dever - O Presidente da Cooperativa, Willem Bouwman, destaca que é dever de todos contribuir com as ações de sustentabilidade. “Aqui na Castrolanda, entendemos que todos devem colaborar diariamente para o desenvolvimento sustentável. É papel dos cooperados, colaboradores, parceiros e de todos da nossa comunidade prezar pelos nossos recursos hoje para garantir que não falte amanhã”.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

EXCELÊNCIA EM GESTÃO I: Cocamar é ouro no Prêmio Somoscoop

excelencia gestao cocamar 09 12 2021A Cocamar foi reconhecida como uma das cooperativas com melhor gestão do país, figurando entre as vencedoras da categoria Ouro - Rumo à Excelência, do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão 2021, realizado pelo Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Sescoop Nacional. A divulgação das premiadas foi feita em transmissão ao vivo, no final da tarde de terça-feira (07/12).

A cada dois anos - Tradicional no calendário cooperativista, o Prêmio é promovido a cada dois anos e representa o reconhecimento em âmbito nacional das cooperativas que mais promovem o aumento da qualidade e da competitividade em seu modelo de negócio. Da mesma forma, avançam por meio da adoção e desenvolvimento de boas práticas de identidade cooperativista, governança e gestão.

Prosperidade - Ao abrir a transmissão, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, afirmou que “o grande prêmio para os participantes é fazer parte de um programa de excelência que melhora a qualidade de vida e a inserção do cooperado”, enfatizando ainda que as cooperativas têm o “fantástico papel de promover a prosperidade em suas regiões”.

Participantes - A edição 2021 contou com 310 cooperativas inscritas, de diversos ramos, das quais 112 foram selecionadas e visitadas virtualmente por uma banca formada por 70 avaliadores credenciados pela Fundação Nacional da Qualidade e Excelência da Gestão (FNQ).

Destaques - Presença constante no Prêmio SomosCoop Excelência de Gestão, a Cocamar teve, no ano passado, dois projetos seus, da área de sustentabilidade e logística integrada, selecionados como destaques: o Cultivar (inclusão de alunos da Apae no mercado do trabalho, para produção de mudas de espécies nativas) e o Vida Segura (voltado à difundir a cultura da segurança entre os colaboradores).

Compromisso - No ano de 2019, a Cocamar foi reconhecida com a faixa ouro na categoria Compromisso com a Excelência, que reuniu 272 cooperativas participantes.

Prata - E, em 2017, foi uma das sete cooperativas do ramo agropecuário distinguidas com o Prêmio, conquistando, em sua primeira participação, a faixa Prata na categoria Primeiros Passos para a Excelência. (Imprensa Cocamar)

 

EXCELÊNCIA EM GESTÃO II: C.Vale recebe Prêmio SomosCoop

2excelencia gestao I 09 12 2021A C.Vale obteve, pela quinta vez, o prêmio SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O troféu foi entregue, no dia 7 de dezembro, durante cerimônia com transmissão virtual, em Brasília (DF). Para chegar aos finalistas do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão, as cooperativas responderam a questionários e passaram por auditoria independente. As cooperativas foram reconhecidas pelas boas práticas de gestão e excelência divididas em três faixas: ouro, prata e bronze. A C.Vale ficou entre as melhores em excelência de gestão do Brasil na categoria Primeiros Passos – Faixa Ouro.

Prosperidade - Para o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, “mais que a premiação, o que o cooperativismo está alcançando é a participação em um programa de excelência que contribui para a melhoria da qualidade de processos e também de vida. É mais do que a simples geração de empregos ou renda. É levar prosperidade para as localidades onde cada cooperativa está presente. Os resultados são extraordinários e nos enchem de orgulho”, afirmou.

Trabalho conjunto - O presidente da C.Vale, Alfredo Lang, afirmou que a premiação reflete o trabalho conjunto da diretoria, dos 24 mil associados e mais de 12 mil funcionários. “Esse prêmio de Excelência em Gestão é uma conquista que nos orgulha muito pelo rigor com que é conduzido e por estimular a elevação do padrão de gestão e governança empresarial”, destacou. Lang também entende que a C.Vale está alinhada aos princípios do desenvolvimento sustentável. “Entendemos que a sustentabilidade dos negócios está ligada ao equilíbrio entre os fatores econômicos, sociais e ambientais. Atender a esses princípios não é um desafio para o futuro, é um desafio para já, para quem quer estar sintonizado com as mudanças”, finalizou o dirigente. (Imprensa C.Vale)

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EXCELÊNCIA EM GESTÃO III: Castrolanda conquista Prêmio SomosCoop

excelencia gestao II 09 12 2021A Castrolanda foi reconhecida nacionalmente como um modelo de gestão e boas práticas no cooperativismo durante a entrega do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão, promovido pelo Sistema OCB, na última terça-feira (07/12). A cooperativa conquistou a faixa Ouro do nível “Primeiros Passos para a Excelência”, que reconhece as boas ações das organizações no processo de melhoria de gestão e governança.

Premiação - A premiação ocorre a cada dois anos e recebeu, nesta edição, a inscrição de 310 cooperativas de todo o país. A avaliação envolveu a participação de 70 especialistas em gestão e governança da Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), com um total de 80 pessoas envolvidas diretamente em todo o processo.

Conquistas - De acordo com a Supervisora do Escritório de Processos da Castrolanda, Reciane Horne Correia, o prêmio mostra o quanto a cooperativa conquistou em relação aos requisitos de gestão e governança, além de refletir as boas práticas nestes dois aspectos.

Melhorias - “Iniciamos um trabalho olhando para os requisitos que o prêmio exige, mas adequando-os ao nosso modelo de negócio e o que precisaríamos desenvolver frente às necessidades do mercado. Trabalhamos um plano de ação voltado para colaboradores, cooperados e clientes, que resultou em grandes melhorias nos processos internos”, explica.

Plano de ação - Reciane ainda conta que a cooperativa já iniciou os trabalhos em cima de um plano de ação que atenda aos requisitos da próxima faixa da premiação (Compromisso com a Excelência) e que também possa ser escalado para o nível mais alto (Rumo à Excelência). “Identificamos o que ainda não temos implantado e o que precisa ser no próximo biênio. O prêmio acontece a cada dois anos, mas o modelo de gestão Castrolanda é contínuo. Acredito que a premiação seja uma consequência de um modelo implementado, trabalhado e melhorado dia após dia e que vem trazendo resultados positivos”, avalia.

Alicerce - Diretor Executivo da Castrolanda, Seung Lee explica que o processo de melhoria de gestão e governança é um dos alicerces do planejamento estratégico interno, que traça caminhos para o desenvolvimento econômico e sustentável da cooperativa. “Quando fortalecemos nossos pilares, como é o caso da governança, nos aproximamos ainda mais dos nossos objetivos frente ao mercado e à sociedade. Resumidamente, é necessário que uma corporação ‘arrume a casa’ primeiro para depois pensar e projetar qualquer crescimento”, conta.

Sobre a CastrolandaO compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo. Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata. O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

EXCELÊNCIA EM GESTÃO IV: Unimed Cascavel é premiada em evento nacional do cooperativismo

excelencia gestao III 09 12 2021A Unimed Cascavel acaba de ser reconhecida como destaque no Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão, promovido a cada dois anos pelo Sistema OCB, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). A singular foi condecorada com troféu e selo na categoria Compromisso com a Excelência.

SomosCoop Excelência em Gestão - A premiação reconhece as cooperativas que promovem o aumento da qualidade e da competitividade por meio do desenvolvimento e da governança cooperativa, além de bons processos gerenciais e desempenho. Em 2021, a novidade é que todas as fases foram realizadas de forma on-line.

Análise - A avaliação dos inscritas incluiu a análise das práticas de governança e dos processos gerenciais utilizados, bem como os resultados financeiros dos últimos três anos. Além do autodiagnostico, os dados foram analisados por avaliadores, pelo Comitê Gestor, pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) e por uma banca julgadora. Após todas essas etapas, a Unimed Cascavel subiu um patamar em relação à edição passada e obteve o selo prata (na anterior, havia sido bronze na mesma categoria). A cerimônia de premiação foi realizada na terça-feira (07/12).

Comunicação - “O selo e o troféu são formas de comunicar à sociedade que a cooperativa busca a excelência na gestão e atingiu um nível que permite reconhecer todo esse esforço e desempenho. Também é uma maneira de demonstrar que estamos alinhados com os melhores conceitos de governança e gestão. O resultado dessa melhoria fica perceptível no dia a dia de cooperados, colaboradores, prestadores e também das mais de 90 mil vidas que confiam a própria saúde à Unimed Cascavel”, afirma Luiz Sérgio Fettback, diretor-presidente da cooperativa.

Melhoria contínua - “A melhoria contínua permeia diversas dimensões, de processos a produtos, sempre considerando a importância das pessoas para que ela aconteça. Na Unimed Cascavel, a melhoria contínua faz parte das competências e ela faz toda a diferença, levando sempre à evolução positiva e bons resultados”, ressalta Luciana Lazzari, superintendente Administrativa e de Mercado da singular.

Consultoria gratuita - “Internamente, costumamos dizer que uma premiação destas também é uma ‘consultoria gratuita’, pois conta com profissionais renomados do mercado que avaliam nossos processos e contribuem com oportunidades de melhoria no relatório e no feedback final. O reconhecimento é uma consequência valorosa para nos mostrar que estamos no caminho certo. A partir de agora já pensamos no próximo ciclo, em que implementaremos as melhorias propostas, buscando sempre elevar o patamar dos processos de gestão da nossa Unimed Cascavel”, frisou Everton Garboça, coordenador do Núcleo de Projetos da Unimed Cascavel. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

 

COOPAVEL: Cooperativa amplia a integração do Show Rural com a sustentabilidade

coopavel 09 12 2021A 34ª edição do Show Rural Coopavel, de 7 a 11 de fevereiro de 2022, será ainda mais conectada com uma das principais missões da cooperativa que é a sustentabilidade. “Daremos um passo além nas questões ligadas à natureza é à responsabilidade ambiental. Vamos incorporar essa prática fortemente no evento”, afirmou o presidente Dilvo Grolli durante encontro com diretores da Acic (Associação Comercial e Industrial de Cascavel), na manhã desta quarta-feira (08/12).

Tema - Dilvo se referiu ao tema da 34ª edição, Nós Somos a Terra, que ressalta que todos os seres vivos estão conectados com o solo, a natureza e o planeta. “Então, produzir alimentos com sustentabilidade e preservar o meio ambiente é um compromisso de todos”, destacou o presidente da Coopavel. Dilvo falou também que, diante da responsabilidade e das medidas sanitárias necessárias em função da pandemia, que o objetivo não é realizar um evento do tamanho do presencial mais recente - em fevereiro de 2020 quase 300 mil pessoas passaram pelo Show Rural em apenas cinco dias.

Números - Para o período de 7 a 11 de fevereiro de 2022, serão 400 expositores, 12 mil vagas de estacionamento, quatro mil profissionais envolvidos e mil colaboradores da Coopavel. Um cuidadoso protocolo sanitário vai ser observado para permitir que todos conheçam as novidades nas áreas da agricultura, pecuária, tecnologia da informação e inovação com segurança. “O Show Rural é um evento mundial e precisa sobreviver aos mais diferentes obstáculos que se apresentam”, observou Dilvo Grolli. O vídeo institucional do evento também foi apresentado aos presentes.

Orgulho - O vice-presidente da Acic, Assis Marcos Gurgacz, que conduziu o encontro, parabenizou a Coopavel pelo evento e afirmou que o Show Rural é um grande orgulho para Cascavel, região e Brasil. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR: Cooperativa é a mais inovadora do agro, segundo a IT Mídia

cocamar 09 12 2021Considerada uma das empresas mais inovadoras do país, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial conquistou a 33ª colocação no ranking elaborado pela IT Mídia que avalia as 100 organizações na soma de todos os setores que, em 2021, apresentaram a melhor combinação entre processo e prática na utilização da tecnologia em benefício da inovação.

Avançar - De acordo com Paula Rebelo, gerente executiva de TI e Gestão da Cocamar, o reconhecimento demonstra a preocupação da cooperativa em avançar nessa área. Além da 33ª posição no ranking geral, ela se posicionou entre as três melhores de todo o setor agro no país e ficou em 1º quando analisado apenas o segmento cooperativista.

Reconhecimento - A gerente recebeu na terça-feira (07/12) o troféu em que está escrito: “É com muita honra que a IT Mídia parabeniza a Cocamar por alcançar o reconhecimento da 33ª posição no ranking das 100+ inovadoras no uso de TI, em virtude das boas práticas na categoria Agronegócio e Serviços Relacionados e por mais um grande passo na contribuição para o crescimento do setor de TI”.

Instituto - A IT Mídia é uma instituição sem fins lucrativos que tem o propósito de transformar vidas por meio da educação e tecnologia e foi criada em 2008 a partir do projeto Profissional do Futuro. De lá para cá, o Instituto ampliou sua atuação com os projetos Tech para Inclusão, Eu Capacito, Programação de Formação de Engenheiros, e os estudos sobre 5G, Ranking de Competitividade Digital e o Manual de Digitalização das empresas. A edição 2021 contou com a participação de 225 empresas inscritas. (Imprensa Cocamar)

 

SICOOB: Vencedor do Prêmio Banking Transformation 2021 na categoria inclusão financeira

sicoob 09 12 2021A 17ª edição do Banking Transformation - Relatório Bancário, uma das premiações mais importantes e respeitadas do setor financeiro do Brasil, anunciou o Sicoob como o grande vencedor da categoria "Inclusão Financeira", com o case "Sisbr 20 anos". A cerimônia ocorreu na segunda-feira (06/12), de forma presencial e on-line.

Objetivo - O prêmio tem como objetivo promover, incentivar e valorizar as principais iniciativas e melhores cases das instituições. Este ano, o Sisbr - Plataforma de Serviços Financeiros do Sicoob -, que ao longo de duas décadas passou por um processo contínuo de aprimoramento e melhorias, foi o vencedor. Ele tornou-se um ecossistema completo de soluções tecnológicas para atendimento personalizado e humanizado nas cooperativas.

Rede - Atualmente, a rede de cooperativas financeiras que integram o Sicoob soma mais de 3,6 mil pontos de atendimento, localizados em todos os estados da Federação e no Distrito Federal. Além da atuação presencial, essas cooperativas contam com um completo ecossistema digital para atender os seus mais de 5,8 milhões de cooperados.

Tecnologias modernas - Construído em tecnologias modernas, o Sisbr é operado a partir de robustos datacenters distribuídos geograficamente em Brasília, que o conferem a solidez e confiabilidade para os rigorosos padrões de automação em instituições financeiras de grande porte. A solução conta com módulos responsivos e adaptados às diferentes realidades e sazonalidades de um país de dimensões continentais.

Processo contínuo - Segundo Antônio Vilaça Júnior, Diretor de Tecnologia do Sicoob, o Sisbr ao longo dos anos passou por um processo contínuo de aprimoramento e tecnificação e hoje é um core financeiro completo de soluções digitais e ferramentas que possibilitam os mais de 40 mil funcionários manterem o engajamento e relacionamento com os cooperados. Assim, possui seis plataformas que contemplam diversos serviços financeiros necessários para o desenvolvimento das cooperativas, sendo:

· Plataforma de Negócios;

· Canais Convencionais e Digitais;

· Pagamentos e Recebimentos;

· Gestão Empresarial;

· Gestão de Riscos e Compliance;

· Plataforma Analítica.

Crescimento dos negócios - O Sisbr tem uma importância fundamental no crescimento dos negócios das cooperativas, pois automatiza os diversos processos, operacionaliza os produtos e entrega uma experiência fluída aos cooperados. A TI do Sicoob trabalha literalmente orientada ao negócio, com os times dedicados na implementação de soluções para atender as necessidades dos cooperados e apoio integral nos períodos das campanhas comerciais. "Em novembro/21 contabilizamos mais de 1 bilhão de transações realizadas pelos cooperados nos canais de atendimento", comenta Vilaça.

App - Por meio do app Sicoob, principal canal de relacionamento dos cooperados responsável sozinho por 80% das transações, é possível realizar a abertura digital de contas de pessoas físicas e MEIs, a associação digital e a utilização de mais de 200 serviços. É a plataforma financeira na palma da mão do cooperado.

Pagamentos - O Sicoob também obteve excelente resultado nos pagamentos feitos com tecnologias contactless. Ao longo de 2021, foram 70 milhões de pagamentos nas funções crédito e débito por aproximação, sem a necessidade de inserir o cartão na maquininha, totalizando cerca de R$ 4,3 bilhões nesta operação. Além disso, notou-se um crescimento de mais 1000% comparado ao mesmo período do ano anterior.

Ano desafiador - Vale lembrar que, assim como nos 20 anos de trabalho que precederam, 2021 foi desafiador para o Sisbr, à sua maneira. Foi preciso aprimorar ainda mais a experiência dos cooperados com novos produtos, como Pix, Open Finance, Inteligência Artificial, as plataformas de negócios, com destaque para as soluções que viabilizaram a expansão do crédito e muitos outros. Assim, investimentos em tecnologias inovadoras também foram realizados.

Caminho certo - Para o Sicoob, receber esse prêmio significa que a instituição está no caminho certo: é o reconhecimento ao trabalho árduo realizado pelos times do Centro Cooperativo Sicoob (CCS) e pelas cooperativas que estão no front do atendimento aos cooperados.

Conquista - Ao todo, 231 cases concorreram à premiação. "Para nós, é um grande orgulho ter um case tão robusto para participar desta premiação. Saímos vencedores deste prêmio, então, é uma gigantesca conquista", finaliza o executivo.

Executivo destaque - A noite de premiação para o Sicoob também rendeu uma celebração ao diretor de TI do CCS, Antônio Cândido Vilaça Júnior. Ele recebeu o título "Personalidade Financeira" do ano pelo seu destaque na atuação pelo desenvolvimento e inovação tecnológica do Sicoob ao longo de mais de duas décadas, assim como a estratégica contribuição para acelerar a transformação digital da instituição financeira cooperativa, permitindo a inclusão digital dos cooperados em meio à pandemia.

Unidade especializada - O Centro Cooperativo Sicoob é uma unidade especializada, sediada em Brasília-DF que, dentre outras atribuições, é responsável por prover o arcabouço tecnológico que viabiliza a integração das mais de 3,6 mil unidades de atendimento que atualmente integram a Rede Sicoob, além de modernos canais digitais.

Organização - Os prêmios são organizados pela Cantarino Brasileiro, renomada consultoria do setor financeiro do país.

Sobre o Sicoob - Instituição financeira cooperativa, o Sicoob tem mais de 5,6 milhões de cooperados e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. Oferecendo serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, marketplace, dentre outras soluções financeiras, o Sicoob é a única instituição financeira presente em mais de 300 municípios. É formado por 357 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS), composto por uma confederação e um banco cooperativo, além de processadora e bandeira de cartões, administradora de consórcios, entidade de previdência complementar, seguradora e um instituto voltado para o investimento social. Ocupa a segunda colocação entre as instituições financeiras com maior quantidade de agências no Brasil, segundo ranking do Banco Central, com 3.666 pontos de atendimento em mais de 2 mil cidades brasileiras. Acesse o site para mais informações. (Imprensa Sicoob)

 

SICREDI UNIÃO PR/SP: Apostando no relacionamento, cooperativa atinge R$ 2 bi no crédito rural

sicredi uniao 09 12 2021A carteira de crédito rural, contratações de seguro, além da carteira de consórcio agro da Sicredi União PR/SP tiveram expressivo crescimento entre janeiro e outubro em relação ao mesmo período do ano passado. Mais do que números, isso reflete o relacionamento próximo e voltado a atender as necessidades dos produtores rurais.

Recorde - A cooperativa atingiu o recorde de R$ 2 bilhões na carteira de crédito rural, uma alta de 65%. São recursos que permitem ao produtor continuar seu negócio e concretizar sonhos com a aquisição de máquinas e equipamentos.

Seguro rural - Na área de seguro rural, que engloba tratores, colheitadeiras e benfeitorias como galpões e aviários, o prêmio soma R$ 8,9 milhões.

Milho safrinha - Na produção do milho safrinha nas regiões norte e noroeste do Paraná, foi o seguro que literalmente salvou a lavoura. Depois das baixas temperaturas que levaram às perdas de até 100% do plantio, os produtores deverão receber mais de R$ 100 milhões em indenização. “É um dinheiro que reduz e até elimina os prejuízos e volta para a economia local”, diz o gerente de desenvolvimento agro, Vitor Pasquini.

Cobertura - Na Sicredi União PR/SP, o seguro agrícola cobre mais de 188 mil hectares, protegendo as lavouras dos associados em mais de R$ 820 milhões por meio de 4 mil apólices. O consórcio é outro produto acessível e procurado pelos produtores. Na cooperativa a carteira, de todas as modalidades, ultrapassou pela primeira vez R$ 1 bilhão, permitindo aos associados a realização dos seus sonhos.

Segurança e parceria - Para os produtores, o amplo número de produtos e serviços voltados ao agro se traduz em segurança e parceria. Que o diga Marcelo Carlos de Oliveira, associado à cooperativa há 11 anos e produtor de soja, milho e trigo em seis cidades do Paraná, na região norte, num total de 2 mil alqueires. Oliveira destaca a simplicidade, praticidade e eficiência da cooperativa, por isso, já indicou a Sicredi União PR/SP para outros produtores. “Além dos excelentes produtos e serviços, encontro atendimento humano e individualizado e, assim, construo um relacionamento próximo baseado no respeito e na confiança”, diz. Para lidar com as adversidades do campo, ele faz questão de contar com seguro agrícola, mas também não abre mão de seguros de vida e residencial, consórcio de veículos e maquinários e aplicações.

Regra - Para Vitor Pasquini, o atendimento exaltado por Oliveira é regra, afinal, diretores e colaboradores têm a missão de atender as necessidades de todos os associados, que são donos da cooperativa e tratados como tal. Para os produtores rurais não é diferente. “Temos especialistas em agronegócio em todas as agências. Registramos os melhores números de nossa história no agronegócio, e isso é consequência desse trabalho próximo e humanizado”, aponta.

Agências - A Sicredi União PR/SP conta com 112 agências no norte e noroeste do Paraná, centro e leste paulista. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

CRESOL I: Lideranças participam da 21ª edição da HSM Expo

cresol I 09 12 2021Lideranças da Cresol participam nesta semana da 21ª edição da HSM Expo, maior evento de gestão da América Latina, que acontece no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Nesta edição, o evento tem uma programação ancorada nos pilares Ser – Sentir - Fazer Sentido, com uma proposta baseada na criação de novas conexões, trocas de conhecimento, experiências de aprendizado e geração de insights. Uma jornada para decifrar contextos, acolher nossa subjetividade e descobrir um novo tipo de protagonismo diante da realidade.

Grupo - O Sistema Cresol participa com um grupo de 150 pessoas entre diretores, gerentes, supervisores, além dos presidentes das cooperativas e do Sistema Cresol Baser.

Importância - Adriano Michelon, Diretor Superintendente da Cresol, destaca a importância da participação no evento que reúne gestores e executivos de diversas empresas e que traz informações de ponta do que há de mais atrativo em tecnologia e governança. “As tendências que vão revolucionar os negócios estão aqui, serão três dias de muitos debates com renomados palestrantes. Tenho certeza que nossa equipe irá sair daqui com muitas novidades para por em prática nas nossas cooperativas”, disse.

Vacinados - Todos os participantes da HSM estão vacinados com a segunda dose e realizaram exame que detecta o Covid-19 antes de entrar no evento. O evento finaliza nesta quarta-feira com palestras com os principais nomes da gestão. (Imprensa Cresol)

 

CRESOL II: Contrato no valor de R$ 120 milhões é assinado como o BRDE

cresol II 09 12 2021A Cresol e a agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinaram na terça-feira (07/12), em Curitiba, contrato de financiamento no valor de R$ 120 milhões, o maior entre as demais cooperativas e empresas do Estado que juntas somam R$ 330,7 milhões que vão financiar obras, maquinários e equipamentos, além de compor o capital de giro dos empreendimentos. O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, acompanhou as assinaturas.

Empreendimentos - O recurso disponibilizado para a Cresol vai ajudar no financiamento de empreendimentos dos cooperados, como projetos para geração de energias limpas e renováveis, salões de beleza, panificadoras, oficinas mecânicas, marcenarias, pequenas costureiras, entre outros.

Parceria - “Temos uma parceria com o BRDE desde 1997 e, a cada ano, fortalecemos mais esse trabalho. Começamos, na época, com um empréstimo de R$ 700 mil e agora chegamos a R$ 120 milhões”, ressaltou o presidente da Cresol, Alzimiro Thomé. “Com esse valor, vamos disponibilizar crédito a cerca de mil clientes, principalmente micro e pequenas empresas”.

Desenvolvimento - Adriano Michelon, Superintendente da Cresol, também falou sobre a importante parceria de longa data com o BRDE. “Estamos muito felizes em poder repassar aos nossos cooperados mais esse recurso que levará desenvolvimento não apenas aos empreendimentos, mas para as comunidades onde eles estão inseridos. O BRDE é um dos nossos principais parceiros e, com toda certeza, continuaremos trabalhando juntos para fortalecer a região Sul do País”, disse.

Marca - Em 2021, quando o BRDE completou seus 60 anos de fundação, o banco chegou à marca de R$ 3,3 bilhões em operações de crédito, sendo que R$1,25 bilhão foram contratados no Paraná. “Já superamos a meta para o ano, mas pretendemos fechar 2021 com R$ 3,5 bilhões em contratos. A agência paranaense responde por quase 40% desses recursos, o que mostra a pujança da nossa economia”, afirmou o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Presenças - Além do presidente da Cresol, estavam presentes no momento o superintendente do Sistema Cresol Baser, Adriano Michelon, o diretor de negócios Pablo Guancino, e o Gerente do Ciclo do Crédito da Cresol, Marcos Olair. (Imprensa Cresol)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

CONAB: Produção de grãos pode chegar a 291,1 milhões de toneladas na safra 2021/22

conab 09 12 2021Com o clima favorável na maioria das regiões produtoras de grãos no país, a safra nacional pode chegar a 291,1 milhões de toneladas na temporada 2021/22, como revela levantamento divulgado nesta quinta-feira (09/12) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Caso se confirme a previsão, o volume a ser colhido será superior em 38,3 milhões de toneladas, se comparado com o ciclo anterior, o que representa um incremento de 15,1%.

Chuvas - De acordo com a 3ª estimativa da safra realizada pela Companhia, em novembro deste ano, foi registrado grande volume de chuva, chegando a ultrapassar a média em diversas localidades, principalmente nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e no Matopiba, o que favorece o desenvolvimento das culturas de 1ª safra. No entanto, no Sul do país, a chuva registrada não foi suficiente para atingir a média em grande parte da região.

Principais produtos - Soja e milho seguem como os dois principais produtos que puxam o bom resultado. Para a oleaginosa é esperada uma ampliação de 3,7% na área a ser semeada, chegando a 40,3 milhões de hectares. A produtividade tende a se manter próxima à obtida na safra anterior, estimada atualmente em 3.539 kg/ha. Com isso, é esperada uma colheita de 142,8 milhões de toneladas, desempenho que mantém o país como o maior produtor mundial de soja.

Expectativa - No caso do milho, a expectativa de crescimento é de 34,6% na produção total, com um volume previsto em 117,2 milhões de toneladas. O alto percentual reflete a recuperação nas produtividades, principalmente da segunda safra do cereal, que foi impactada negativamente no ciclo 2020/21 pelas adversidades climáticas registradas.

Algodão - Expectativa de crescimento também na área de plantio do algodão. A previsão é que o cultivo ocorra em uma área de 1,49 milhão de hectares, resultando em um aumento da produção. Apenas para a colheita da pluma da fibra é esperado um aumento de 10,7% em comparação à safra 2020/21, chegando a 2,6 milhões de toneladas.

Feijão - Para o feijão, a Conab espera um aumento na produção impulsionada pela melhora na produtividade das lavouras. Mesmo com a expectativa de menor área semeada, somando-se as três safras, os produtores da leguminosa deverão colher 3,1 milhões de toneladas. Já para o arroz, a estimativa é de manutenção da área de cultivo com uma leve queda na produção de 2,5%, ficando em torno de 11,5 milhões de toneladas.

Trigo - Em fase final de colheita, o trigo está com produção estimada em 7,8 milhões de toneladas, um novo recorde para o país.

Área - O crescimento da produção acompanha a elevação da área plantada. Segundo a estatal, os agricultores brasileiros destinarão cerca de 72 milhões de hectares para o plantio dos grãos, incluindo culturas de 1ª, 2ª e 3ª safras, aumento de 4,3% sobre o período 2020/21.

Mercado - Em relação ao mercado externo, os preços internacionais do algodão continuam em patamares elevados, influenciados pelo déficit produtivo da fibra no mundo. A expectativa de exportações se manteve estável neste levantamento, podendo chegar a 2 milhões de toneladas. A maior rentabilidade do produto sobre o milho pode influenciar na decisão de alguns produtores sobre qual cultura plantar na segunda safra.

Cenário distinto - O cereal, por sua vez, encontra cenário distinto entre mercado interno e externo. Enquanto que no panorama doméstico os preços tendem a entrar em estabilidade, após o registro de queda nas últimas semanas, as cotações internacionais estão em alta, sinalizando a preocupação com a condição climática adversa no sul da América do Sul, bem como a recuperação da demanda por etanol de milho, principalmente nos Estados Unidos. As exportações na safra 2020/21 tiveram um novo ajuste, com os embarques previstos em 19,2 milhões de toneladas. Já para o ciclo 2021/22 é esperada uma recuperação dos volumes exportados com vendas próximas a 36,68 milhões de toneladas.

Estabilidade - A soja também apresenta preços próximos da estabilidade no mercado interno, mesmo com a elevação das exportações brasileiras. A estimativa é que sejam exportadas 85,8 toneladas do grão e que o consumo interno gire em torno de 48,4 toneladas.

Arroz - Quanto ao arroz, o produto apresenta desvalorização nos preços pagos aos produtores neste segundo semestre. Movimento atípico para o período de entressafra, mas, explicado pela maior oferta do produto uma vez que no primeiro semestre deste ano foi registrado um menor volume de comercialização do que anos anteriores. A perspectiva é que haja uma leve recuperação nos estoques de passagem no final da safra 2021/22, estimado em 2,4 milhões de toneladas.

Dados completos Os dados completos sobre o 3° Levantamento da Safra de Grãos 2021/22 e as condições de mercado destes produtos podem ser conferidos no Portal da Conab. Outras informações sobre o desenvolvimento das lavouras são disponibilizadas regularmente nas edições no Boletim de Monitoramento Agrícola da Conab. (Conab)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

IBGE: Instituto eleva para 278 milhões de toneladas projeção da safra 2022

ibge safra 09 12 2021A expectativa para safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas de 2022 é de 278 milhões de toneladas, conforme o segundo prognóstico do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta quinta-feira (09/12) pelo IBGE. Isso representa um novo recorde na série histórica iniciada em 1975, com aumento de 10,0% em relação à safra de 2020 e de 2,7% em relação ao prognóstico anterior, que estava em 270,7 milhões de toneladas.

Nova safra - “Esse aumento em relação ao primeiro prognóstico se deu em função da entrada de informações de campo da nova safra, havendo substituição de parte das projeções. Também houve aumento devido ao clima, que tem ajudado as lavouras no campo”, explica Carlos Barradas, gerente da pesquisa.

Previsão - A previsão é de supersafra para soja e milho, que devem alcançar, respectivamente, 138,8 milhões e 109,4 milhões de toneladas. Para a soja, o aumento previsto em relação a 2021 é de 3,4% e para o milho, de 24,2%.

Recuperação - “Isso é uma recuperação na produção do milho. Em 2021, tivemos muitos problemas climáticos, principalmente na segunda safra. Como as chuvas demoraram, o plantio e a colheita da soja atrasaram, estreitando a janela de plantio da segunda safra do milho. Além disso, o clima seco prejudicou a produção”, conta Barradas. No total, em 2021, foram 15 milhões de toneladas de milho a menos em relação a 2020, uma queda de 14,6%.

Janela de plantio - “Para ano que vem, a safra está começando no tempo certo, e isso vai favorecer a janela de plantio do milho 2ª safra. Além disso, o milho 1ª safra e a soja, que já foram plantados, estão sendo beneficiados pelo clima deste final de 2021, que está chuvoso”, complementa Barradas.

Safra 2021 deve chegar a 252,8 milhões de toneladas, com queda de 0,5% - A pesquisa também divulgou a estimativa de novembro para a safra de 2021, que alcançou 252,8 milhões de toneladas, 0,5% menor que a obtida em 2020 (254,1 milhões de toneladas), um declínio de 1,4 milhão de toneladas.

Destaques positivos - Para a safra de 2021, os destaques positivos foram a soja, com 134,3 milhões de toneladas, um aumento de 10,5% em relação a 2020 e o trigo, com 7,8 milhões de toneladas e 26% de aumento frente ao ano anterior, além do destaque negativo do milho, que caiu 14,6% com uma produção de 88,1 milhões de toneladas.

Liderança - Segundo o levantamento, Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 28,3%, seguido pelo Rio Grande do Sul (14,9%), Paraná (13,1%), Goiás (10,0%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Minas Gerais (6,0%), que, somados, representaram 79,8% do total nacional.

Sobre o LSPA - Implantado em novembro de 1972 com o propósito de atender às demandas de usuários por informações estatísticas conjunturais mensais, o LSPA fornece estimativas de área plantada, área colhida, quantidade produzida e rendimento médio de produtos selecionados com base em critérios de importância econômica e social para o país. Ele permite não só o acompanhamento de cada cultura investigada, desde a fase de intenção de plantio até o final da colheita, no ano civil de referência, como também o prognóstico da safra do ano seguinte, para o qual é realizado o levantamento nos meses de outubro, novembro e dezembro. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Jaelson Lucas / AEN-PR

 

INDICAÇÃO GEOGRÁFICA: Selos Brasileiros de IGs reforçam qualidades únicas de produtos tipicamente brasileiros

A identidade brasileira estará estampada nas embalagens de produtos típicos com os Selos Brasileiros de Indicação Geográfica (IG). Lançados nesta quarta-feira (08/12), os selos irão destacar e valorizar produtos e serviços tipicamente brasileiros reconhecidos por sua origem, como vinhos, cafés, queijos e produtos apícolas.

Produtos - São 97 produtos registrados como IGs e mais de 120 mil produtores localizados nas regiões reconhecidas que poderão utilizar os selos nacionais para uma identificação única de seus produtos.

Qualidade - “As grandes produções de commodities são muito importantes para o Brasil, mas também queremos ser grandes produtores de IGs, pois isso agrega valor e mostra a qualidade do que os nossos pequenos produtores fazem. Quero dizer do nosso orgulho por vocês e pelo trabalho de vocês para fazermos uma larga base para o reconhecimento dos produtos”, declarou a ministra Tereza Cristina (Mapa) no evento internacional de lançamento dos Selos Brasileiros, realizado na sede do Sebrae, em Brasília.

Identificação - Os Selos de IG contribuirão para a identificação das indicações geográficas pelos consumidores e pelo público em geral, bem como para a promoção das regiões e valorização de seus respectivos produtos e serviços.

Importância - A coordenadora de Indicação Geográfica de Produtos Agropecuários do Mapa, Débora Santiago, reforça a importância do selo para um maior reconhecimento dos produtos pelos consumidores.

Valorização - “A gente espera ter valorização, inclusive promoção internacional dos produtos futuramente. As IGs trazem esse referencial de qualidade do produto, então, aumentando o reconhecimento desses produtos no mercado. Isso venha a gerar renda e também outros benefícios para a região e para os produtores”, declara.

Selo único - Atualmente, cada produto de Indicação Geográfica registrado no país tem um selo específico. Assim, imagine como é para o consumidor encontrar mais de 90 selos diferentes, mas que no fundo trazem a mesma referência?

Intenção - Desta forma, a intenção com o selo brasileiro é melhorar a comunicação, facilitar a promoção e ampliar o conhecimento do conceito de IG no país, valorizando e agregando valor a esses bens.

Reconhecimento - Para o produtor de café de Mantiqueira de Minas e presidente da Associação dos Produtores de Café da Mantiqueira (Aprocam), Alessandro Hervaz, os Selos Brasileiros de IGs vem para trabalhar o reconhecimento pelo consumidor nacionalmente.

Confusão - “Muitas vezes até o produtor fica confuso do que é uma Denominação de Origem ou Indicação de Procedência, então se o consumidor vir esse selo nacional ele vai entender. Vamos levar para o consumidor a importância da IG, que traz não só a qualidade, mas as características de uma região que são únicas’, explica.

Registro - Os Selos Brasileiros, no entanto, só poderão ser utilizados pelos produtos que já têm o registro de IG, tanto na forma Indicação de Procedência e na Denominação de Origem.

Iniciativa - A iniciativa dos Selos Brasileiros de Indicação Geográfica é conjunta do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) – responsável pela emissão das IGs -, Mapa, Ministério da Economia e Sebrae.

Fortalecimento da origem - Os Selos Brasileiros de Indicação Geográfica fazem parte de uma estratégia de promoção das Indicações Geográficas no país e um dos passos para a valorização desses produtos, cujas referências principais são a origem, a tradição e a qualidade.

Produtos - Você já ouviu falar, por exemplo, do queijo da Canastra (MG), do espumante do Vale dos Vinhedos (RS), dos cafés das Montanhas do Espírito Santo, cacau de Tomé-Açu (PA), mel de abelha de Ortigueira (PR).

Vinculação - A vinculação do produto à região a qual é produzido é essencial para caracterizar seus sabores e qualidades. Na prática, é isso que os difere dos demais da mesma categoria. E com os Selos Brasileiros de IGS será possível identificar mais facilmente esses produtos na prateleira dos pontos de comercialização.

IP - Pela Indicação de Procedência (IP), a região é reconhecida por produzir determinado produto/serviço. Já, na classificação como Denominação de Origem (DO), o produto/serviço tem características e/ou qualidades devido ao meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos. Essas são as modalidades de IGs definidas no Brasil para os produtos que seguem os padrões determinados no Caderno de Especificações Técnicas e se submetem ao controle estabelecido.

Uso - A Indicação Geográfica é um reconhecimento da vinculação entre um produto/serviço e sua origem. Somente poderão usar o selo da IG produtores/prestadores de serviço localizados na respectiva região, agregando valor aos produtos e reconhecimento aos produtores.

Colegiado - “Aqui é um colegiado a serviço do Brasil para uma das ações mais importantes que o país está fazendo e que o mundo já fez. Estamos aqui começando a mostrar que o Brasil, além de maior produtor de soja, é o maior também nos concursos de queijos na França, pelos seus cafés e pela produção de banana. Dar selo de origem e certificar isso é dar nome e sobrenome: estado, região, Brasil”, reforça o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Aspectos positivos - Por sua vez, o presidente do INPI, Cláudio Furtado, ressaltou aspectos da IG como a agregação de valor, a segurança no consumo e a rastreabilidade. O presidente também destacou o objetivo de conceder 400 Indicações Geográficas brasileiras até 2030, no âmbito da Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI).

Modelo - O modelo de identificação nacional foi criado a partir do estudo de outros países com experiências exitosas com selos para identificar produtos nacionais ou regionais. Para isso, o Ministério da Agricultura participou do “Estudo sobre a Viabilidade de Utilização de um Símbolo (Selo) Único para as IGs Brasileiras”, desenvolvido pelos Diálogos Setoriais: União Europeia e Brasil. (Mapa)

FOTOS: Charles Damasceno / ASN e Antonio Araujo / Mapa

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PECUÁRIA: Paraná tem recorde no abate de suínos e mantém liderança na produção de carne de frango

ibge 09 12 2021O Paraná bateu o recorde na produção de carne de porco no terceiro trimestre de 2021, com o maior número de animais abatidos desde 1997, início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo maior produtor nacional, abateu 2,8 milhões de suínos entre julho e setembro, com a produção de 269,5 mil toneladas de carne.

Pesquisa - Segundo a Pesquisa Trimestral de Abate de Animais, divulgada nesta quarta-feira (08/12) pelo IBGE, o Estado também mantém a liderança no abate de frango, sendo responsável por um terço da produção avícola do País. No terceiro trimestre, foram abatidas 518,3 milhões de aves e produzidas 1,2 milhão de toneladas de carne.

Carne bovina - Apesar da redução com relação ao trimestre anterior, o abate de gado de corte no terceiro trimestre ainda foi maior que nos primeiros três meses do ano. Foram abatidas, entre junho e setembro, 299.848 cabeças. A produção estadual de carne bovina no período foi de 77,2 mil toneladas.

Posição - Além de dominar a produção avícola, o Paraná fica atrás apenas de Santa Catarina na suinocultura e está entre dez maiores produtores de carne bovina do País. “Graças ao trabalho intenso dos nossos produtores e uma cadeia sanitária de qualidade, o Paraná se consolida como o maior produtor de proteína animal do Brasil. E a tendência é avançar ainda mais, com a possibilidade de liderarmos também a produção suína nos próximos anos”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Reconhecimento - “Conquistamos, em 2021, o reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação, o que garante o acesso a mercados mais exigentes e que pagam melhor pelo produto. Além disso, a Frimesa está construindo no Paraná o maior frigorífico de suínos da América Latina, além de outros empreendimentos no Estado que ampliam nossa participação no setor”, destaca o governador.

Mercado internacional - Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, a expansão é fruto de uma presença maior dos produtos paranaenses no mercado internacional. “Além da demanda externa, os frigoríficos paranaenses estão fincando bandeira no mercado internacional para a venda principalmente de carne de porco e de frango. Com isso, nossa produção, especialmente a voltada para a exportação, cresce a cada ano”, salienta.

No ano - No acumulado do ano, o Paraná somou mais de 8 milhões de porcos abatidos e 767,2 mil toneladas de carne produzidas, 21% da produção nacional, que chegou a 3,7 milhões de toneladas em 2021. Julho foi o melhor mês do ano na suinocultura paranaense, com o abate de 698,4 mil suínos e a produção de 91,8 mil toneladas de carne.

Aves - Na produção avícola, 1,55 bilhão de frangos foram abatidos no Estado entre janeiro e setembro. Foram 524,4 milhões de cabeças no primeiro trimestre, 514,1 milhões no segundo e 518,3 milhões no terceiro. Com isso, o Estado somou 3,6 milhões de toneladas de carne de frango no período. No País, foram abatidas, no ano, 4,6 bilhões de aves e produzidas 10,9 milhões de toneladas de carne.

Bovinos - No acumulado do ano, a produção atingiu 229,4 mil toneladas de carne de boi no Estado, com o abate de 899,5 mil cabeças no período. Foram 74,6 mil toneladas no primeiro trimestre, 77,5 mil toneladas no segundo e 77,2 mil toneladas no terceiro. No Brasil, a produção bovina no ano somou 5,5 milhões de toneladas, com o abate de 20,6 milhões de cabeças de gado. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

SELIC: Copom aumenta taxa básica de juros para 9,25% ao ano

selic 09 12 2021Com o aumento da inflação, o Banco Central fez mais um ajuste nos juros básicos para tentar segurar a alta dos preços. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou nesta quarta-feira (08/12) a taxa básica de juros, a Selic, de 7,75% para 9,25% ao ano. A decisão era esperada por analistas do mercado financeiro.

Sétimo reajuste - Esse foi o sétimo reajuste consecutivo na taxa Selic, depois de passar seis anos sem elevação. De março a junho, o Copom elevou a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. Na última reunião, em outubro, o reajuste chegou a 1,25 ponto percentual.

Inflação - A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em outubro, o índice ficou em 1,25%, o maior para o mês desde 2002 (1,31%). Em 12 meses, o IPCA chegou a 10,67%.

Expectativa - Para o mercado financeiro, o IPCA deve chegar a 10,18%, neste ano. Tanto o resultado em 12 meses quanto a previsão para o ano estão acima do teto da meta de inflação para o ano. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação em 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite superior é 5,25% e o inferior, 2,25%.

Crédito mais caro - A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia.

Efeitos - Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Uso - A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

 

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LEGISLATIVO I: Reforma tributária fica para 2022, informa Davi Alcolumbre

legislativo I 09 12 2021Passados dois anos do início da tramitação, a proposta de emenda constitucional da reforma tributária não será votada pelo Senado em 2021. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Davi Alcolumbre, disse nesta quarta-feira (08/12) que o colegiado, onde a PEC 110/2019 se encontra, vai se dedicar a sabatinas de autoridades na próxima semana. Durante a reunião, senadores ficaram divididos sobre o adiamento da análise da PEC.

Sem consenso - Primeiro signatário da proposta, Davi lamentou que ao longo das discussões não se chegou a um consenso com a Câmara dos Deputados. “Todos nós sabemos da importância dessa reforma para o país, para a nossa economia, para destravar, dar segurança jurídica, desburocratizar o processo de tributação no Brasil.  Quando se mudou a legislatura, a Câmara dos Deputados não deu continuidade à comissão que nós constituímos entre Câmara e Senado para que essa comissão pudesse debater com senadores e com deputados e pudesse viabilizar um texto comum “, disse Davi. 

Pacto federativo - Líder do MDB, Eduardo Braga (AM) apontou que além de uma reforma tributária, a proposta promove uma ampla reforma do pacto federativo e deve ser tema de discussões apenas no início do mandato presidencial. “Essa é uma reforma de Estado. Fazer isso no último ano de governo, às vésperas de eleição é, no mínimo uma precipitação’, avaliou Braga. 

Há anos - Alvaro Dias (Podemos-PR) afirmou que a mudança na arrecadação e distribuição de recursos entre governo federal, estados, DF e municípios se arrasta há anos e deveria ter sido resolvida ainda em 2019, mas lamentou a falta de apoio do governo. “Ela é debatida aqui há décadas. Nós estamos muito atrasados. O presidente da República deveria ser o principal responsável. No entanto, ele abdicou dessa responsabilidade”, disse. 

Leitura - Mas o relator da matéria, Roberto Rocha (PSDB-MA), cobrou a leitura a de seu relatório e afirmou que a reforma não é uma questão de governo, mas de Estado e que cabe ao Senado resolver as relações federativas. “Ouço falar aqui que é matéria para ser tratada em início de mandato. Eu quero dizer que dois terços dos senadores nem chegaram ao meio do mandato ainda. Essa matéria não é do governo; essa matéria é do Senado. Aqui é a Casa da federação. O governo sequer vai ter que promulgar essa matéria. Ela é decidida aqui mesmo, pelo Congresso Nacional”, lamentou. 

Executivo - Já o líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), ponderou que o Executivo enviou nesse período uma proposta de reforma e que o ministro da Economia, Paulo Guedes, já manifestou apoio ao projeto em debate no Senado. Bezerra pediu que a CCJ ao menos permita a leitura do parecer de Roberto Rocha antes do fim do ano e sugeriu a retomada da discussão a partir de fevereiro. 

Esforço - “Nós temos que fazer aqui também um reconhecimento do esforço do Senado em relação à PEC 110. O Senado discutiu essa matéria durante quase dois anos. É uma matéria complexa e que o melhor é que fosse feita no início do mandato e não ao final do mandato, mas precisamos fazer justiça ao esforço feito por Roberto Rocha e vossa excelência [Davi Alcolumbre]. Vamos discutir isso em fevereiro quando a gente retomar”, sugeriu. 

Avanço - Eliziane Gama (Cidadania-MA) também defendeu a leitura do relatório e o avanço da proposta no Senado. Segundo ela, trata-se de um “anseio nacional” que inclui  desde os grandes empresários até "o morador da mais distante cidade do país". 

Reforma - O relatório de Rocha prevê a “unificação da base tributária do consumo”, com criação de um imposto sobre valor agregado (IVA) dual, ou seja, um IVA para a União com a unificação de IPI, PIS e Cofins, chamado de contribuição sobre bens e serviços (CBS), e um IVA para estados e municípios, unificando ICMS e ISS, com o nome de imposto sobre bens e serviços (IBS). (Agência Senado)

FOTO: Edilson Rodrigues / Agência Senado›

 

LEGISLATIVO II: Congresso promulga parte da PEC dos Precatórios que abre R$ 65 bi no Orçamento 2022

legislativo II 09 12 2021O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, promulgou nesta quarta-feira (08/12) os trechos da PEC dos Precatórios (Proposta de Emenda à Constituição 23/21) que foram aprovados com o mesmo texto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. Os deputados ainda devem votar, na próxima semana, a parte alterada pelos senadores.

Espaço - A promulgação do texto já garante um espaço de R$ 64,882 bilhões no Orçamento de 2022, segundo estimativa da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados. Esse dinheiro poderá ser utilizado no programa de transferência de renda Auxílio Brasil, que deve pagar um benefício mensal de R$ 400 a quase 20 milhões de famílias, além de despesas de saúde e previdência.

Vinculação - A sessão do Congresso foi tomada por protestos de senadores contra o texto que estava sendo promulgado. As principais preocupações dos senadores eram de que a redação prejudicasse a vinculação do espaço fiscal aberto pela PEC à seguridade social. Rodrigo Pacheco explicou que a proposta foi dividida por causa da urgência de garantir recursos para o projeto de lei orçamentária de 2022, que deve ser aprovado até o dia 17, na semana que antecede o recesso parlamentar de fim de ano. "São os primeiros passos na busca por um espaço fiscal suficiente para permitir, de 2022 em diante, o pagamento do Auxílio Brasil no valor de R$ 400 por mês à população economicamente mais vulnerável."

Crítica - O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), criticou as versões pejorativas de que a PEC daria um calote ao pagamento de dívidas judiciais. "Eu quero deixar bem claro a todos os senadores que usaram a tribuna e se expressaram de maneira bastante franca a respeito dos procedimentos: as assessorias da Câmara e do Senado, as advocacias da Câmara e do Senado, as secretarias-gerais da Mesa da Câmara e do Senado tiveram autonomia total para fazer a promulgação técnica do que fosse comum às duas Casas."

Interesses eleitorais - Arthur Lira negou que a PEC sirva a interesses eleitorais. "O que importa é o que esta PEC vai gerar de segurança jurídica para o excesso de precatórios que existem no Brasil. Toda dívida tem que ser paga e reconhecida, mas absolutamente dentro de um limite de teto de gastos que temos que enfrentar."

Apoio - O presidente da Câmara manifestou seu apoio às mudanças do Senado que tornam o programa Auxílio Brasil permanente e criam uma comissão mista do Congresso para avaliar a origem dos precatórios e seu cálculo.

Importância - Arthur Lira ainda destacou a importância do programa social de transferência de renda. "Aqueles que estão abaixo da linha da pobreza nas regiões Norte e Nordeste têm a esperança de largar os ossos dos caminhões compactadores de lixo que usam para fazer sopa para seus filhos. Foi isso o que nos moveu na Câmara", disse.

Espaço fiscal - O espaço fiscal aberto pela PEC dos Precatórios pode chegar a R$ 108,446 bilhões no ano que vem, após a aprovação das mudanças do Senado. Os recursos são distribuídos da seguinte forma:

- R$ 39,485 bilhões serão abertos com o limite de pagamento para precatórios. Esses recursos poderão ser utilizados em despesas vinculadas à seguridade social, incluindo o programa de transferência de renda Auxílio Brasil.

- R$ 4,08 bilhões serão abertos com os precatórios parcelados fora do limite. Esses recursos não têm nenhuma restrição de uso na forma do substitutivo do Senado.

- R$ 64,9 bilhões serão abertos com a mudança da fórmula de cálculo da atualização dos limites do teto de gastos. Esse dinheiro somente poderá ser usado nas despesas de saúde, previdência e assistência social, que também inclui o programa de renda.

Pagamentos - Com as novas regras da PEC, o volume de precatórios não pagos pode chegar a R$ 121,3 bilhões em 2026, já corrigidos pela taxa Selic. O limite de pagamento para precatórios é estimado em R$ 40,38 bilhões para 2022, o qual se aplica somente aos precatórios e requisições de pequeno valor (RPVs), de até 60 salários mínimos ou cerca de R$ 70 mil.

Prioridade - Dentro desse limite, terão prioridade no pagamento as despesas com as RPVs, estimadas em R$ 19,89 bilhões para o mesmo exercício. Com isso, sobrarão R$ 20,49 bilhões para pagar os outros precatórios.

Funded - Além disso, serão pagos no ano que vem R$ 7,04 bilhões em precatórios do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Esses recursos estão fora do teto de gastos e do limite dos precatórios. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO III: Senado aprova novo marco legal para o mercado de câmbio

legislativo III 09 12 2021O Senado aprovou nesta quarta-feira (08/12) o projeto de lei que estabelece um novo marco legal para o mercado de câmbio (PL 5.387/2019, de autoria do Poder Executivo). Entre outros pontos, a proposta abre espaço para bancos e instituições financeiras brasileiros investirem no exterior recursos captados no país ou no exterior, além de facilitar o uso da moeda brasileira em transações internacionais. O relator da matéria no Senado foi Carlos Viana (PSD-MG). Agora o texto vai à sanção da Presidência da República.

Medidas - De acordo com o texto aprovado, as instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central poderão usar esse dinheiro para alocar, investir, financiar ou emprestar no território nacional ou estrangeiro. Devem ser observados requisitos e limites de regulamentos editados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e pelo Banco Central. Segundo o governo, isso ajudará a financiar importadores de produtos brasileiros.

Parecer - Em seu parecer, Carlos Viana afirma que a proposta busca reduzir as barreiras existentes que dificultam exportações e importações de bens e serviços, investimentos produtivos e livre movimentação de capitais. Segundo ele, o objetivo do projeto é modernizar o mercado, alinhando a regulação com os países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), atendendo ao seguinte tripé: modernização, simplificação (redução dos entraves burocráticos) e maior eficiência.

Menos burocracia - "Os benefícios de uma menor burocracia no mercado de câmbio são inúmeros, permitindo reduzir custos para as empresas que transacionam com o mercado internacional, bem como as empresas que fazem parte de sua cadeia produtiva. Reduz o custo das empresas e reduz o Custo Brasil”, argumenta ele. Para o relator, o novo marco legal vai auxiliar no desenvolvimento e no crescimento econômico do Brasil.

Aprovação - A matéria já tinha sido aprovada na Câmara dos Deputados, sob a forma de substitutivo, em fevereiro. E foi esse mesmo texto que o Senado aprovou nesta quarta-feira (08/12), em votação simbólica, com votos contrários do PT e dos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Jorge Kajuru (Podemos-GO). (Agência Senado)

FOTO: Roque de Sá / Agência Senado

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SAÚDE I: País tem 22,1 milhões de casos e 616,2 mil mortes

Balanço divulgado nesta quarta-feira (08/12) pelo Ministério da Saúde aponta 10.055 novos casos de covid-19 em 24 horas no Brasil. O dado eleva para 22.167.781 o total de infecções pelo vírus no país desde o início da pandemia. Na terça-feira (07/12), o painel de estatísticas indicava 22.157.726 casos acumulados.

Mortes - Segundo a pasta, as mortes pela doença somam 616.251 ao longo de toda a pandemia, sendo que 233 foram registradas em 24 horas. Na terça-feira (07/12), o painel contabilizava 616.018 óbitos acumulados por covid-19.

Acompanhamento - Há ainda 152.214 pacientes em acompanhamento e 21.399.316 já recuperados.

Estados - Os estados com mais mortes por covid-19 são os seguintes: São Paulo (154.571), Rio de Janeiro (69.200), Minas Gerais (56.371), Paraná (40.817) e Rio Grande do Sul (36.243). Já as unidades da Federação com menor número de óbitos pela doença são Acre (1.849), Amapá (2.005), Roraima (2.059), Tocantins (3.926) e Sergipe (6.048). (Agência Brasil)

 

saude I tabela 09 12 2021

SAÚDE II: Paraná registra 943 novos casos e nove óbitos pela Covid-19

saude II 09 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quarta-feira (08/12) mais 943 casos e nove mortes pela Covid-19. Os números são referentes a meses e semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da doença mostram que o Paraná soma 1.578.906 casos e 40.596 óbitos pelo novo coronavírus.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de dezembro (215), novembro (56), outubro (1), julho (1), junho (4), maio (9), abril (104), março (173), fevereiro (90) e janeiro (107) de 2021 e dezembro (103), novembro (28), outubro (13), setembro (16), agosto (16), julho (4) e junho (3) de 2020. Os óbitos são de dezembro (7), julho (1) e março (1) de 2021.

Internados - 149 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 89 em leitos SUS (44 em UTIs e 45 em clínicos/enfermarias) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTIs e 26 em clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 484 pacientes internados, 244 em leitos de UTI e 240 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais nove pacientes. São quatro mulheres e cinco homens, com idades que variam de 38 a 85 anos. Os óbitos ocorreram entre 24 de março e 7 de dezembro de 2021.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Maringá (4), Ponta Grossa (2), Umuarama, Itapejara d'Oeste e Curitiba.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.256 casos de não residentes no Estado – 221 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja os ajustes (exclusões e correções de municípios).

 

SAÚDE III: Estado recebeu nesta quarta-feira mais 240 mil vacinas contra a Covid-19

saude III 09 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu nesta quarta-feira (08/12) mais 240.548 vacinas contra a Covid-19. A nova remessa é referente à 72ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde e é destinada para dose de reforço e segunda dose de adolescentes.

Reforço - Desse total, 132.050 imunizantes são da Janssen destinados à dose de reforço, sendo 122.500 para população em geral acima de 18 anos e de fronteira que receberam a dose única desta vacina; e 9.550 para a população de rua que recebeu a dose na 28ª pauta. Outras 107.640 vacinas da Pfizer/BioNTech são para D2 de adolescentes indígenas e sem comorbidades que iniciaram o esquema vacinal nas pautas 58 e 59.

Lote - O lote desembarcou no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, na tarde desta quarta-feira (08/12), no voo LA-3293, e já está no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, onde será conferido e organizado para ser distribuído às Regionais de Saúde nesta quinta-feira (09/12).

Nova variante - “Existe uma preocupação com o avanço da nova variante, e por isso é importante reforçar a vacinação da população que mora em cidades próximas ou que fazem fronteira com outros países. É necessário blindar em todas as frentes possíveis, e a dose de reforço ajuda nessa defesa”, salienta o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Além disso, estudos já demonstraram que a dose de reforço desta vacina garante aumento significativo da imunidade das pessoas”.

Informe técnico - De acordo com o informe técnico divulgado pelo Ministério da Saúde, a população vacinada com a Janssen, que concluiu o esquema primário dentro do recomendado e já recebeu a dose de reforço com outro imunizante, não deve receber uma outra dose de Janssen, pois já estará com imunização completa.

Vacinômetro - Segundo dados do Vacinômetro nacional, o Paraná já aplicou 17.715.867 vacinas contra a Covid-19, sendo 8.948.761 primeiras doses (D1) e 7.829.493 segundas doses (D2) ou doses únicas (DU). O Estado registra ainda a aplicação de 58.587 doses adicionais (DA) e 879.026 doses de reforço (DR). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 


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