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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5216 | 13 de Dezembro de 2021

RENOVAPR: Programa é debatido em reunião do Comitê Estratégico do Sistema Ocepar

renovapr 13 12 2021Durante a 154ª reunião do Comitê Estratégico do Sistema Ocepar, realizada de forma virtual, na manhã desta segunda-feira (13/12), o secretário da Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná, Norberto Ortigara, e o coordenador do Programa Paraná Energia Rural Renovável (RenovaPR), através do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-PR), Herlon Goelzer de Almeida, participaram como convidados para apresentar detalhes e falar sobre a importância do programa para o setor cooperativista paranaense. O RenovaPR apoia a geração distribuída de energia elétrica a partir de fontes renováveis, em especial biomassa e solar, em unidades produtivas rurais paranaenses. Também são consideradas fontes disponíveis, a energia de Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH) e de Micro Centrais Geradoras Hidrelétricas (MCGH).

Objetivos - O programa tem por objetivo estimular a produção própria e interna de energia nas unidades produtivas; reduzir custo de produção e ampliar a competitividade de nossos produtos agrícolas e agroindustriais; estimular a expansão das cadeias produtivas já existentes e o surgimento de novas; fomentar as economias locais, gerar trabalho e renda; promover a adequação ambiental das unidades produtivas com tratamento e correta destinação dos dejetos e criar no Paraná nova e próspera cadeia produtiva do biogás e biometano que estimule negócios e atraia investimentos. Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, este programa é de fundamental importância para o setor cooperativista. “Utilização de energias renováveis é uma necessidade para que o setor possa continuar investindo. Dentro do planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, o PRC200, o tema faz parte de um dos projetos e quanto mais nos aprofundarmos no assunto, mais alternativas teremos no futuro, não ficando totalmente dependentes apenas de energia gerada através das hidrelétricas, cada vez mais escassa e cara”, lembrou. 

Alternativas - Norberto Ortigara ressaltou que a energia é um insumo cada vez mais relevante no processo agrícola, em especial no concentrado, suínos, aves, peixe, leite, mesmo tratamento do tabaco pós-colheita etc. Segundo ele, foi o tempo em que precisávamos de combustível para tocar uma propriedade. “Hoje qualquer produtor rural tem um conjunto elevado de equipamentos dependentes única e exclusivamente a energia elétrica, fato este que nos preocupa. E, através do governo, estamos desenvolvendo uma série de ações não só para garantir o funcionamento como manter a estabilidade neste fornecimento deste importante insumo para o setor produtivo que é a energia, seja lá de qual fonte ela vier. Temos muita demanda e cada vez mais ela está ficando cara, as hidrelétricas estão sendo feitas apenas com fio de água, por conta do estresse hídrico que a cada ano vivenciamos. Tivemos aqui no Paraná áreas produtivas inundadas para produzir energia. Precisamos buscar novas fontes de energia, como a solar, eólica, biogás e darmos alternativas importantes para que os produtores possam ter tranquilidade para produzir alimentos”, frisou.

Unir forças - Segundo Herlon, algumas cooperativas já estão se movimentando no sentido de utilizarem o programa para implementarem projetos específicos de energias renováveis. “Nossos produtores precisam entender que se tivermos alternativas viáveis de produção de energia é melhoria na competitividade, não só dele e sua cooperativa, mas também do Estado do Paraná. Quanto mais energia limpa utilizamos, mais competitividade teremos no mercado. Por isso, precisamos somar, ter um esforço comum entre o governo, Seab, IDR-PR e o sistema cooperativista paranaense, por meio do Sistema Ocepar e de suas cooperativas. Um bom exemplo é a Copacol, que abraçou o programa e está desenvolvendo um projeto próprio com nosso apoio. Precisamos que outras cooperativas também nos procurem para entender o programa e o que oferece”, frisou.

Contratos - Até a última quinta-feira (09/12), o Programa RenovaPR tinha 1.446 projetos acatados pelo IDR Paraná com um total de R$ 245,5 milhões, dos quais, 713 projetos em bancos no valor de R$ 117,9 milhões, 419 empresas prestadoras de serviços cadastradas em energia solar e 15 em biogás/biometano.

Contato - As cooperativas e produtores interessados em conhecer o programa, podem entrar em contato diretamente com escritório municipal do IDR-PR.

 

CRÉDITO: Sistema Ocepar promove a 9ª reunião do Comitê Técnicos do Ramo Crédito

Cooperativas de crédito do Paraná estiveram reunidas na tarde da última sexta-feira (10/12), por videoconferência, para a 9ª Reunião do Comitê Técnico do Ramo Crédito. Promovida com o objetivo de discutir assuntos de interesse do ramo e atualizar sobre os trabalhos de representação institucional da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a reunião foi conduzida pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, pelo superintendente Robson Mafioletti, pelo gerente da área Técnica e Econômica, Flávio Turra, e contou também participação de profissionais da organização das áreas Técnica, Desenvolvimento Cooperativo e Comunicação.” Este comitê é importante porque fortalece comunicação e traz para o debate temas de interesse para as cooperativas na esfera governamental e no executivo”, disse Robson Mafioletti.

Crédito Rural - Um dos temas tratados foi alocação de recursos públicos para subvenção do crédito rural. “Vocês têm canais abertos para conversar conosco”, destacou o diretor do departamento de crédito da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (Mapa), Wilson Vaz de Araújo. Vaz conversou com os cooperativistas do ramo crédito por vídeo mensagem, tendo em vista que ele se encontrava em viagem técnica pelo Pará para realização de estudos técnicos evolvendo pescados. “Não temos recursos novos, essa a realidade. O que tem recursos é o que está no plano safra, e estamos estudando alternativas, inclusive, junto aos bancos”, disse. O detalhamento de como o governo trabalha a questão do crédito rural ficou a cargo do coordenador geral de Crédito do Mapa, Antonio Luis Machado de Moraes, que além de apresentar as informações também respondeu dúvidas dos cooperativistas paranaenses, afirmou que os pedidos de remanejamento devem ser autorizados em breve e ponderou sobre a limitação de recursos e particularidades do ModerFrota.

Representação nacional - Após agradecer pela oportunidade de falar aos cooperativistas do Paraná, a superintendente da OCB, Tânia Zanella, enalteceu a criação do Comitê Técnico, lembrando que esteve presente na primeira reunião e, desde então, só vem fortalecendo a certeza quanto a importância da sua constituição que, em sua avaliação, traz mais segurança e assertividade à representação institucional, pois facilita a comunicação e ao alinhamento dos interesses. Tânia também falou sobre o PLP 27/2020, que trata da atualização da Lei 130/2009. “O trabalho está caminhando bem. Já foi designado o relator do texto e a matéria já entrou em pauta, com grandes possibilidades de aprovação. Importante destacar ainda que a OCB trabalhou fortemente no consenso para aprovação desse projeto. Temos muito a comemorar pelas conquistas que o cooperativismo de crédito já alcançou”, reforçou.

Detalhamento - O que O Coordenador do Ramo Crédito da OCB, Tiago Borba Abrange, apresentou as propostas do PLP 27/2020 que visam atualizar a Lei Completar 130/2009, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.  Ele citou, por exemplo, a ampliação das possibilidades de utilização do FATES, a impenhorabilidade das cotas-partes dos cooperados, a possibilidade de reversão para o fundo de reserva dos saldos de capital social e sobras não procuradas pelo cooperado deligados, empréstimos sindicalizados, requisitos mínimos para cargos eletivos, entre outros.

Pautas - A reunião encerrou com a apresentação, por parte das cooperativas, de sugestões de atuação conjunta, visando a redução de custos, principalmente, no transporte rotineiro. Além disso, ficou como sugestão que estes temas entrem na primeira reunião do ano de 2022, para que um trabalho coordenado possa ser executado logo no início do ano em exercício.

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COMUNICA COOP: Fórum apresentou resultados da pesquisa de imagem dos produtos e serviços das cooperativas do PR

O professor Cláudio Shimoyama, diretor executivo do Grupo Datacenso, foi o palestrante convidado do segundo dia do Fórum dos Profissionais de Comunicação e Marketing das Cooperativas do Paraná, realizado na última sexta-feira (10/12), no formato virtual. Shimoyama falou sobre os resultados da pesquisa de imagem e posicionamento do cooperativismo e suas marcas no mercado paranaense. Foi a terceira pesquisa realizada a pedido do Sistema Ocepar com consumidores e não consumidores dos produtos e serviços ofertados pelas cooperativas.  Shimoyama citou as informações obtidas por meio de levantamento qualitativo e quantitativo feito com grupos focais - colaboradores e diretores das cooperativas; consumidores de produtos cooperativos e não consumidores; diretores de supermercados. Também explicou sobre como as cooperativas podem utilizar a pesquisa.

Fórum - O Fórum é realizado pela área de Comunicação do Sistema Ocepar. Este ano, a programação foi dividida em duas etapas. Na primeira, realizada na quarta-feira (08/12), a fonoaudióloga Cida Stier falou sobre comunicação assertiva online.  Ouça abaixo material de áudio produzido pela Rádio Paraná Cooperativo:

Fórum apresentou resultados da pesquisa de imagem dos produtos e serviços das cooperativas do PR

Apresentação de pesquisa sobre imagem e posicionamento de coops agrada profissionais de Comunicação e Marketing

Profissionais de comunicação das coops paranaenses aprendem a ser comunicar de maneira assertiva, mesmo no mundo virtual

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COPACOL: R$ 134,5 milhões são pagos em sobras a 6,9 mil cooperados

Com mais um rendimento histórico, a Copacol pagará R$ 134,5 milhões em sobras aos 6,9 mil cooperados em 2021, 12% a mais que no exercício anterior. O montante anunciado na sexta-feira (10/12) em reunião conjunta dos membros dos Comitês Educativos leva em conta as movimentações de janeiro a novembro deste ano.

Antecipação - A Diretoria Executiva decidiu ainda pela antecipação de uma parte do valor. As sobras já estarão depositadas terça-feira nas contas bancárias dos integrados. “É satisfatório chegar ao fim do ano com esses resultados, após um trabalho intenso de todos: cooperados, familiares, colaboradores e parceiros. Esse valor chega aos nossos cooperados, que poderão acertar as contas, deixar financiamentos em dia e fazer investimentos. Com isso, a Cooperativa movimenta a economia”, afirma o diretor-presidente, Valter Pitol.

Segunda parcela - A segunda parcela das sobras ocorre após a AGO (Assembleia Geral Ordinária), em 28 de janeiro, quando ocorre o fechamento do balanço anual, com a inclusão dos rendimentos de dezembro. Além disso, neste ano, a Cooperativa decidiu fazer duas reservas financeiras: R$ 10 milhões à piscicultura e R$ 14 milhões à suinocultura.

Resultado satisfatório - Mesmo com um cenário difícil da economia, a Copacol obteve resultados satisfatórios e tende a alcançar um faturamento de R$ 7,8 bilhões em 2021. “Tivemos momentos desafiadores, sobretudo em função da matéria-prima para nossas atividades, devido à quebra da safra de milho. No entanto, com a junção de nossos negócios e decisões assertivas, alcançamos bons resultados, graças a participação de todos”, afirma Pitol.

Valores - Os cooperados receberão R$ 2,60 por saca de soja entregue à cooperativa. Os inscritos no Programa Selo Social, que fixaram o grão até novembro, receberão mais R$ 1,50 por saca, totalizando R$ 4,10. Por saca de trigo será pago R$ 1,30; milho R$ 1,30; café R$ 15; 0,10 centavos por litro de leite; insumos 3,5% sobre o que foi adquirido na cooperativa; mercado e rações 4%; juvenil 0,0265 (unidade); 0,3446 por quilo de peixe.

Complementações - A cooperativa também pagará as complementações. Por ave, a primeira parcela de complementação será de 0,60 centavos; a previsão da segunda é de 0,50; ovos 0,167 centavos a unidade agora, 0,0140 após a Assembleia; leitão R$ 56 de adiantamento e R$ 3 em fevereiro; no caso do suíno, R$ 35 de adiantamento e mais R$ 36,60 após a AGO. “Tivemos um ano excepcional na suinocultura, com resultados repassados pela nossa Central Frimesa, que chegaram até a nossa Cooperativa e agora entregamos aos nossos cooperados. Por cabeça, nossos produtores receberão R$ 71, o que é extremamente significativo”.

Cuidados com a Covid-19 - Para realizar a reunião conjunta de maneira presencial, a cooperativa respeitou um rigoroso protocolo de segurança: os participantes preencheram um formulário on-line sobre o atual estado de saúde e apresentaram a carteirinha de vacinação comprovando as duas doses contra a Covid-19 – quem não tomou a vacina apresentou teste negativo realizado em 48 horas. Menores de 14 anos não puderam participar do encontro. (Imprensa Copacol)

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UNIUM: Indústria de lácteos brasileira recebe certificação internacional

unium 13 12 2021A Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, recebeu o selo FSSC (Food Safety System Certification) 22000 em sua indústria de lácteos, sediada em Ponta Grossa – PR (Frisia), no mês de outubro. Em março deste ano a unidade de Castro já havia conquistado a recertificação, e em julho, a companhia teve ratificada a certificação em sua Unidade de Beneficiamento de Leite (UBL) de Itapetininga, em São Paulo. Todas as unidades de leite da Unium, agora, possuem a certificação FSSC 22000, versão 5.1.

Segurança - Com a certificação, a Unium atesta a segurança de alimentos da cadeia produtiva, aumenta a competitividade no mercado internacional e consolida seus produtos nas prateleiras do consumidor nacional. Além disso, o selo FSSC 22000 comprova que todas as três UBLs atendem a todos os requisitos exigidos por órgãos como Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), entre outras instituições, além dos requisitos dos clientes e todos os procedimentos ligados à segurança de alimentos.

Processos - No caso da certificação FSSC 22000, versão 5.1, concedida a UBL de Ponta Grossa, o selo é referente a três processos produtivos da fábrica: o de leite a granel, que inclui o leite fluido a granel, o leite pré-concentrado e creme de leite a granel; o leite UHT e o leite condensado. “Foi necessário muito estudo, disciplina e um trabalho dinâmico e permanente para alcançarmos novamente esse objetivo. Atendemos grandes clientes, tanto nacionais quanto internacionais, e com o FSSC 22000, asseguramos que nosso produto é seguro e 100% confiável”, afirma o gerente de Qualidade da Unium, Paulo Mauricio Basto.

FSSC 22000 - No mundo inteiro, há em torno de 25 mil empresas autenticadas pelo certificado. No setor de lácteos são cerca de 50, sendo poucas delas no Brasil. A auditoria foi realizada pela Bureau Veritas, e a certificação garante a procedência dos produtos das cooperativas que, em sua maioria, são comercializados para grandes empresas nacionais e multinacionais. Com esse reconhecimento, as UBLs são certificadas pela integridade no mercado e aumentam a confiança do consumidor, pois a FSSC 22000 é um certificado que atesta a segurança dos processos e, consequentemente, dos produtos fabricados.

Sobre a Unium - Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Conta com três marcas de lácteos: Naturalle – com produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium tem a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, com elevados padrões de exigência. Além disso, fazem parte dos negócios a Alegra, indústria de alimentos derivados da carne suína, e a Energik, usina de produção de energia sustentável, todas reconhecidas pela qualidade e excelência. Mais informações: http://unium.coop.br/. (Imprensa Unium)

 

COPAGRIL: Dia de Campo retoma com edição presencial em 2022

O mais tradicional e um dos principais eventos da Copagril retornará em 2022 de forma presencial, é o Dia de Campo Copagril entre os dias 19 e 21 de janeiro na Estação Experimental, em Marechal Cândido Rondon. Mais de 170 empresas estão inscritas e também haverá a 1ª edição do AgroInova, espaço especialmente voltado para inovações e tecnologias aplicadas ao agronegócio.

Grande encontro - O superintendente agropecuário da Copagril e coordenador do Dia de Campo, Enoir José Primon, explica que toda organização está em andamento com o objetivo de fazer, mais uma vez, um grande encontro de informação, tecnologia e negócios. “O Dia de Campo Copagril é um evento muito importante porque traz muita tecnologia e informações para o manejo na produção agrícola e pecuária, com cultivares de soja, híbridos de milho, pastagens, máquinas e implementos, defensivos e tudo que está relacionado ao dia a dia no campo”, explica Primon.

Expectativa de público - Em decorrência das restrições da pandemia, o Dia de Campo Copagril de 2021 foi realizado de forma virtual, com conteúdo digital nas redes sociais, para a edição de 2022 há expectativa de boa participação de público presencial. “Em 2021 não foi presencial e por isso temos ainda mais novidades para apresentar aos visitantes. Com um número crescente de empresas parceiras e também com uma grande novidade que é o AgroInova, um espaço totalmente voltado para as startups com foco nas inovações e tecnologias como soluções no dia a dia do produtor rural”, descreve.

Convidados - “Cooperados, produtores rurais e todas as pessoas estão convidadas para prestigiar o evento, afinal são muitas novidades e informações para o campo, mas também muita coisa interessante aos empresários e pessoal da cidade”, convida Primon. (Imprensa Copagril)

Dia de Campo Copagril 2022

DATAS: 19, 20 e 21 de janeiro de 2022

HORÁRIOS DE VISITAÇÃO: 8 às 18 horas (19 e 20) - 8 às 16 horas (21)

LOCAL: Estação Experimental Copagril – Marechal Cândido Rondon (PR), próximo ao Aeroporto Municipal, saída para Nova Santa Rosa

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SICREDI: Projetos neutralizam emissões de Gases de Efeito Estufa em todo o país

Com o intuito de gerar impacto ambiental positivo, ao mesmo tempo que gera crescimento econômico e social nas comunidades, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em 25 estados e Distrito Federal, neutralizou suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) em nível nacional. A neutralização das mais de 21 mil toneladas de GEE emitidas em 2020 pela instituição foi realizada por meio de apoio a cinco diferentes projetos de créditos de carbono, um em cada região do Brasil.

Critérios - O Sicredi, integrante do Pacto Global do ONU, utilizou como critérios de escolha projetos que tenham impactos sociais, ambientais e econômicos positivos, auditados e certificados e que seguem padrões de qualidade reconhecidos internacionalmente, além de contribuírem para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Comunidade - “É importante destacar que as escolhas por esses respectivos projetos têm como objetivo, além de ratificar o nosso compromisso com a sustentabilidade, favorecer diretamente as regiões onde estamos presentes, apoiando projetos que estão próximos às comunidades”, afirma Romeo Balzan, superintendente da Fundação Sicredi.

Iniciativa - Esta é a segunda iniciativa do Sicredi em nível nacional com foco em neutralização de Gases de Efeito Estufa e visa aprimorar as práticas sustentáveis de suas 108 cooperativas de crédito, localizadas em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. No último ano, a instituição financeira cooperativa apoiou o Projeto REDD+ Jari Pará, projeto de créditos de carbono voltado à conservação florestal na Amazônia. A aferição das emissões da instituição é realizada por meio do Inventário Sistêmicos de Emissões de GEE, publicado junto ao Programa Brasileiro GHG Protocol, sendo reconhecido pela organização com o Selo Ouro, maior nível de qualificação para inventários de emissões corporativos.

Selo Clima Paraná - Como reconhecimento à estratégia de sustentabilidade e ecoeficiência desenvolvida, o Sicredi, por meio das ações realizadas pelas 25 cooperativas que atuam no Paraná, recebeu na última terça-feira (07/12) o Selo Clima Paraná. A premiação concedida pela Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (Sedest) certifica as boas práticas de empresas que atuam no estado no combate às mudanças climáticas por meio da medição, divulgação e redução das emissões de gases do efeito estufa (GEE).

Categoria - Na ocasião, o Sicredi recebeu o selo na categoria “Original”, destinado a empresas que apresentam inventário simplificado das emissões de carbono.

Projetos apoiados - Conheça os cinco projetos apoiados pelo Sicredi em diferentes regiões do país:

- Projeto Compostagem: o projeto acontece em várias localidades de Santa Catarina, sendo direcionado a 13 famílias de pequenos produtores rurais de suínos, e contempla créditos de carbono de compostagem de resíduos da suinocultura. A iniciativa apresenta melhorias nos processos produtivos, proporciona a diversificação de renda para os produtores locais, a proteção de recursos hídricos e do solo e novos mercados para compostos orgânicos.

- Projeto Aterro Sanitário Bandeirantes: trabalha com geração de energia elétrica renovável por meio de coleta de biogás de aterro na cidade de São Paulo, com foco na melhoria da qualidade local do ar. Minimiza riscos de contaminação de águas subterrâneas, possibilita a recuperação de terrenos degradados e geração de emprego e renda às comunidades locais.

- Projeto Agrocortex: situado no Acre e no Amazonas, é voltado para créditos de carbono de conservação florestal na Amazônia. Visa a conservação de mais de 186 mil hectares do bioma amazônico, a proteção de espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção, o manejo florestal sustentável, geração de fontes de renda alternativas para a comunidade local e incentivo a cooperativas de produtos florestais não madeireiros.

- Projeto Buenos Aires: situado no município de Buenos Aires, em Pernambuco, o projeto é destinado a substituição de lenha nativa como combustível por biomassa renovável, em uma fábrica de cerâmicas. O projeto gera investimento em educação para a comunidade local, apoio à cultura e ao lazer na comunidade e proteção do bioma Caatinga.

- Projeto Reunidas: de Cristalândia, no Tocantins, o projeto também realiza a substituição da lenha como combustível por biomassa renovável em fábrica de cerâmicas, protegendo o bioma Cerrado. Entre seus benefícios também estão a melhoria nas condições de trabalho e a inclusão social através de oportunidades para a comunidade local.

Essencial - “Consideramos a busca por uma operação ecoeficiente essencial para a nossa estratégia de sustentabilidade, que visa a gestão do negócio sempre com foco no impacto positivo, seja ele ambiental, social ou econômico. Por isso, estamos sempre aprimorando a nossa Gestão de Emissões de Gases de Efeito Estufa, contribuindo com uma agenda positiva de combate às mudanças climáticas”, finaliza Balzan.

Mais - Saiba mais sobre a Estratégia de Sustentabilidade do Sicredi: www.sicredi.com.br/site/fundacao/estrategia-de-sustentabilidade.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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UNIPRIME DO BRASIL: Cooperativa oferece linhas de créditos especiais para seus cooperados

uniprime brasil 13 12 2021A Uniprime do Brasil sabe que praticar a sustentabilidade é um desafio recorrente e, por isso, oferece soluções de crédito para cooperados (PF e PJ) investirem e crescerem alinhados às questões ambientais. Trata-se da Linha de Crédito Ações Sustentáveis, que possui vantagens financeiras, como taxas abaixo dos valores normalmente praticados e prazos de pagamento estendidos.

Mudanças - “Grandes mudanças podem surgir através de pequenas atitudes. Hoje, a cooperativa disponibiliza essa linha que é de extrema importância, facilitando o investimento em energia fotovoltaica, contribuindo com a preservação do meio ambiente e reduzindo os gastos nas faturas de energias”, explica Edilaine Savi da Silva Fernandes, gerente da Agência Uniprime Umuarama (PR).

Flexível - Vale destacar que essa é uma linha de crédito flexível, que prevê o financiamento do valor em até 60 vezes e que parte dos juros pagos retornam ao cooperado na distribuição anual das sobras. “Nossos cooperados estão bem informados sobre os diferenciais do sistema e economia ao longo prazo. Em média, o tempo de retorno do investimento principalmente em residências é de três a cinco anos, tornando viável o investimento e financiamento”, conclui a gerente.

Gerente - Para contratar o financiamento, fale com um gerente Uniprime. (Imprensa Uniprime do Brasil)

FOTO: Pixabay

 

PREMIAÇÃO: Programa RIC Rural mostra como foi a entrega do 1º Prêmio Orgulho da Terra

 

O Programa RIC Rural deste domingo (12/12) mostrou como foi a cerimônia de entrega do 1º Prêmio Orgulho da Terra, ocorrido na terça-feira passada (07/12), na sede do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), em Curitiba, com a presença do governador Ratinho Junior e do secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara. O objetivo da premiação é reconhecer as melhores práticas econômicas, ambientais e sociais do agronegócio paranaense e é uma iniciativa do Grupo RIC, em parceria com o IDR-Paraná-Iapar-Emater e o Sistema Ocepar. Na edição deste domingo, o RIC Rural também começou a veicular reportagens sobre o trabalho realizado pelos premiados em suas propriedades rurais. Clique aqui para conferir.

 

Homenagens - Ao todo, 12 produtores foram homenageados com o Troféu Orgulho da Terra, em diferentes categorias: Suínos; Aves; Soja e Milho (Grãos); Bovinocultura de Leite; Feijão; Bovinocultura de Corte; Piscicultura; Turismo Rural; Agroecologia (Agricultura orgânica); Sericicultura (criação de bicho-da-seda); Inclusão Social e Agroindústria.

Confira os vencedores da 1ª edição do Prêmio Orgulho da Terra

Agroecologia

Produtor: Lucia Alves

Cidade: Marechal Cândido Rondon

 

Agroindústria

Produtor: Franciele Rechembach Haselbauer

Cidade: Salgado Filho

 

Bovinocultura de Corte

Produtor: José Alfredo Silveira Bovo

Cidade: Alto Paraíso

 

Bovinocultura de Leite

Produtor: João Carlos Ribas Ortiz

Cidade: Castro

 

Feijão

Produtor: Moacir Gaspareto

Cidade: Prudentópolis

 

Inclusão Social

Produtor: Elza Cordeiro São Joaquim

Cidade: Teixeira Soares

 

Piscicultura

Produtor: Carlos Stuany

Cidade: Toledo

 

Sericicultura

Produtor: Claudecir Luckmann

Cidade: Alto Paraná

 

Soja e Milho

Produtor: Laércio Dalla Vecchia

Cidade: Mangueirinha

 

Turismo Rural

Produtor: João Carlos Betiatto

Cidade: Francisco Beltrão

 

Suíno

Produtor: Marino Gabriel

Cidade: Nova Santa Rosa

 

Aves

Produtor: Dalton Ludewig

Cidade: Maripá

 

Personalidade do Ano

Norberto Ortigara

Secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento

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COMÉRCIO EXTERIOR I: Balança comercial do agro bate recorde de US$ 8,36 bilhões em novembro

comercio exterior I 13 12 2021Em novembro, as exportações do agronegócio somaram US$ 8,36 bilhões, recorde para o mês, conforme dados divulgados na sexta-feira (10/12) pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Preços elevados - O resultado positivo ocorreu em função dos elevados preços médios dos produtos exportados pelo Brasil. O índice de preço desses produtos foi 22,3% superior ao observado em novembro de 2020. Por outro lado, o índice de quantum apresentou queda de 12,7% no mesmo período analisado.

Recorde anterior - O recorde anterior para os meses de novembro foi registrado em 2011, quando as vendas externas foram de US$ 8,31 bilhões.

Importações - As importações de produtos do agronegócio cresceram 10,5%, chegando a US$ 1,45 bilhão. Esses valores também foram impactados pela alta dos preços médios, como trigo (+25,3%), papel (+22,9%) e óleo de palma (+59,7%). O saldo da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 6,9 bilhões. O agronegócio contribuiu com 41,2% nas exportações totais brasileiras.

Destaque - De acordo com os analistas da SCRI, o principal destaque do mês foi a soja em grão, com incremento de 80,2% em quantidade, alcançando 2,6 milhões de toneladas no mês analisado. Os preços tiveram incremento de 38,7%, resultando em embarques de US$ 1,32 bilhão (+150%). A China foi o principal país importador da oleaginosa, alcançando 86,2% de todo o volume exportado, com 2,2 milhões de toneladas.

Fatores - Conforme os analistas, dois fatores são fundamentais para explicar o resultado favorável: atraso no plantio e colheita da soja, em função de condições climáticas adversas, e safra recorde da oleaginosa (137,3 milhões de toneladas em 2020/2021). Desta forma, as exportações do grão foram postergadas em 2021, e, em função do recorde de safra, ainda há grãos para a venda externa neste final de ano. Outro fator é a alta do preço médio de exportação do grão: US$ 511/tonelada (+38,7%). (Mapa)

>> Nota à imprensa - novembro 2021

>> Balança Comercial do Agronegócio resumida - novembro 2021

>> AGROSTAT - Sistema de Estatísticas de Comercio Exterior do Agronegócio Brasileiro

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Importação de fertilizantes segue em alta nos portos do Paraná

comercio exterior II 13 12 2021De janeiro a novembro de 2021, das 53 milhões de toneladas movimentadas pelos portos de Paranaguá e Antonina, 10,5 milhões foram só de fertilizantes descarregados. A importação dos adubos pelos Portos do Paraná segue em alta. O volume é 14% maior que as 9,17 milhões de toneladas registradas nos mesmos 11 meses em 2020.

Novembro - Considerando apenas o mês de novembro, cerca de 1 milhão de toneladas de fertilizantes chegaram ao Brasil pelos portos paranaenses neste ano. No ano passado, no mesmo período, foram 877.159 toneladas dos produtos recebidos. O aumento, nessa comparação, chega a 16%.

Volume - “Os portos do Paraná, os primeiros do Brasil em importação de fertilizantes, receberam quase 27% de todo o volume de adubo importado de janeiro a novembro de 2021, que foi pouco mais de 38 milhões de toneladas”, afirma o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Principais produtos - Entre os principais fertilizantes importados pelos portos de Paranaguá e Antonina, estão o cloreto de potássio, a ureia, MAP, produtos do complexo NPK, além de outros. Os adubos chegam, principalmente, da China, Rússia, Canadá, Bielorússia, Marrocos e Estados Unidos.

Comportamento - De modo geral, como explica Décio Luiz Gomes, gerente executivo do Sindicato da Indústria de Adubos e Corretivos Agrícolas no Estado do Paraná (Sindiadubos), a conjuntura internacional explica a alta no volume de importação dos produtos. “O dólar em alta torna nossas commodities agrícolas bastante atrativas para quem produz e vende. Capitalizado, o produtor compra mais fertilizantes, a exemplo de outros insumos”, afirma.

Receio - Apesar do receio diante das questões mundiais – questões políticas, energéticas, meteorológicas e de saúde pública, por conta da Covid-19 – a compra dos fertilizantes no período faz parte, segundo Gomes, do ciclo agrícola brasileiro.

Aplicação - “Os fertilizantes comprados até março/abril ainda atendiam a aplicação na lavoura deste ano, no plantio da soja. Já as compras de adubos nos meses mais recentes, de abril em diante, são para preparação dos produtores para as próximas safras, de 2022 em diante”, completa o gerente do Sindiadubos.

Segmento - De janeiro a novembro, neste ano, o volume total acumulado de granéis sólidos – importados e exportados – pelos dois portos paranaenses foi de aproximadamente 33,2 milhões de toneladas, sendo 21,57 milhões de toneladas no sentido exportação. Nesse total estão os volumes de soja, milho, farelo, trigo e açúcar embarcados.

Carga geral - No segmento de carga geral – no qual estão inseridos os volumes de carga em contêineres, celulose, carga ensacada, entre outras – foram quase 12,6 milhões de toneladas movimentadas nos dois sentidos.

TEUs - Em TEUs (unidades equivalentes a um contêiner de 20 pés), a movimentação do período foi recorde: 1.009.646. A alta em relação às 902.694 TEUs foi de 12%.

Veículos - Uma evolução também foi registrada na movimentação de veículos. Nos onze meses foram 81.323 unidades – 5% a mais que as 77.636 unidades embarcadas e desembarcadas em 2020, de janeiro a novembro.

Líquidos - De granéis líquidos importados e exportados nos onze meses do ano foram cerca de 7,25 milhões de toneladas. O volume, neste ano, foi 4% maior que o registrado no ano passado (6,98 milhões de toneladas). (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Claudio Neves

 

ENERGIA ELÉTRICA: Paraná Trifásico ultrapassa marca de 6,4 mil quilômetros de novas redes

1energia eletrica 13 12 2021O Paraná Trifásico alcançou uma marca importante neste mês. O programa que aumenta a qualidade e a segurança da transmissão energética no campo ao substituir as linhas monofásicas pelas trifásicas chegou a 25% de redes construídas. Ou seja, já estão prontos 6,4 mil quilômetros de um total de 25 mil quilômetros previstos para serem instalados no Estado até 2025.

Anúncio - O anúncio do cumprimento da meta por parte da Copel foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior na sede da Lar Cooperativa Agroindustrial, na sexta-feira (10/12), em Medianeira, na região Oeste.

Prestação de contas - “Estamos aqui para fazer uma prestação de contas, mostrar que o programa está seguindo o cronograma à risca. O agronegócio é a base desse estado e o que faz do Paraná uma potência, por isso nós como agentes públicos precisamos fazer com que a infraestrutura ajude o setor a avançar cada vez mais”, afirmou Ratinho Junior.

Avanço - O governador destacou que o projeto iniciado em 2020 já foi concluído em 239 cidades de todas as regiões, o que representa cerca de 60% de todos os 399 municípios do Paraná. “Vamos avançar até chegar a 25 mil quilômetros. A velocidade não pode ser maior porque está faltando cabos. Não há cabos no Brasil para suprir a necessidade do Paraná, estamos precisando importar”, comentou.

Investimento - O investimento da Copel no programa apenas em 2021 ultrapassará R$ 630 milhões. O custo total da ação é de R$ 2,1 bilhões. Até agora, de acordo com a companhia, 6.402 quilômetros já foram concluídos e outros 1.251 quilômetros estão com obras em andamento. O planejamento é que o programa alcance 10 mil quilômetros de redes trifásicas instaladas até o fim de 2022.

Referência - “É o maior investimento em energia da história do Paraná, não há nada igual no mundo. Com a qualidade do produto que fazemos, atestado pelo selo de livre de febre aftosa sem vacinação, com a sustentabilidade que faz do nosso Estado referência para o mundo e agora com energia e infraestrutura, o agronegócio do Paraná não vai parar de crescer”, disse Ratinho Junior. “Seremos cada vez mais o supermercado do mundo, oferendo a carne de porco mas também o bacon industrializado por cooperativas como a LAR”.

Benefícios - Na prática, toda a espinha dorsal da rede de distribuição no campo está sendo trifaseada, substituindo a tecnologia monofásica, que marcou a primeira grande revolução elétrica no Interior. Além de garantir energia de mais qualidade e com maior segurança, o programa proporciona o acesso do produtor rural à rede trifásica a um custo muito inferior ao que hoje é pago.

Premissa - “Esse programa faz com que o agricultor não perca sua produção por causa da falta de energia. Não haverá mais porcos, peixes ou frangos mortos por quedas de energia. Isso atende a uma premissa do governador Ratinho Junior, de a Copel investir no Paraná, cuidar do nosso quintal”, disse Daniel Slaviero, presidente da Copel.

Quedas - As redes isoladas atuais, monofásicas, sofrem mais com as quedas de energia. Com o trifaseamento, haverá interligação entre essas redes e a criação do efeito redundância no fornecimento. Ou seja, redes que hoje estão próximas, porém não se “conversam”, passarão a ser interligadas. Assim, se acabar a energia em uma ponta, a outra garante o abastecimento. E, em caso de desligamentos, os produtores rurais terão o restabelecimento da energia mais rápido.

Qualidade no fornecimento - Com o programa, a Copel melhora a qualidade no fornecimento de energia para o campo, renova seus ativos e garante mais segurança aos seus funcionários e à população. Os novos cabos com capa protetora isolante têm nível de resistência reforçada quando atingidos por galhos de árvores ou outros objetos. Os antigos cabos eram “nus”.

Desenvolvimento - “Com o programa, a Copel atende uma missão de ajudar no desenvolvimento do Paraná, dando suporte enérgico para o crescimento do Estado”, explicou o diretor-geral da Copel Distribuição, Maximiliano Orfali.

Cooperado - Dono de uma pequena propriedade em Toledo, também na Região Oeste, Gabriel Firtzen, de 66 anos, aguarda com expectativa pela mudança na rede que abastece com energia a granja de frangos. Na atividade desde 1993, ele vê na troca da mono pela trifásica a chance de reduzir custos – e alguns sustos. “A qualidade da linha é maior, o que vai fazer com que se queime menos motores. O monofásico judia quando tem falta de energia”, explicou o produtor, um dos cooperados da LAR.

Melhor - “Essa nova rede é 100% melhor para quem é do campo. O produtor vai gastar menos e ter uma energia garantida, que não cai fácil”, acrescentou Alírio Kerber, 73 anos, produtor de Santa Helena, no Oeste paranaense.

Todas as regiões - Os mais de 6,4 mil quilômetros de redes de energia trifásicas construídas estão espalhados por todas as regiões do Paraná. Em 2021, foram concluídos 1.475 quilômetros na Região Centro-Sul, além de outros 301 quilômetros que estão em execução; 1.224 quilômetros na Região Leste e mais 116 quilômetros em obras; 981 quilômetros na Região Norte e mais 145 quilômetros em construção; 1.129 quilômetros na Região Noroeste e mais 201 quilômetros que estão em obras; 998 quilômetros na Região Oeste e mais 399 quilômetros que estão sendo construídos; e 596 quilômetros na Região Sudoeste e mais 89 quilômetros em processo de instalação.

Insumo fundamental - “Não pode haver oscilação, a energia precisa de ser de qualidade, é um insumo fundamental para a roça. Por isso esse esforço do Estado para transformar a rede em trifásica”, destacou o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara.

Investimentos - O Paraná Trifásico envolve R$ 2,1 bilhões e faz parte do maior pacote de investimentos da história da Copel Distribuição junto ao programa Rede Elétrica Inteligente. O aporte nesse segundo é de R$ 820 milhões, recurso utilizado para implementar medidores inteligentes em 4,5 milhões de unidades consumidoras (casas e empresas), além das novas subestações de energia que estão em construção.

Mais - A companhia projeta investir ainda mais R$ 2,067 bilhões nos segmentos de geração, transmissão e distribuição de energia em 2022. A maior parte do montante vai beneficiar a área que atende o consumidor final – a distribuição de energia.

Ampliação e melhoria - A ampliação e melhoria da rede de distribuição da Copel, que atende 393 dos 399 municípios do Paraná, receberão 77% dos recursos – R$ 1,634 bilhão, o maior investimento total da história da companhia, cerca de três vezes maior do que a média de 2015 a 2018.

Modernização - “Estes investimentos vão garantir a continuidade do plano de modernização da nossa rede de distribuição, reforçando a capacidade de fornecer energia com qualidade e o mínimo de interrupções possível, e buscando consolidar nossa posição como melhor distribuidora de energia do País”, afirmou Slaviero.

Presenças - Participaram do anúncio os secretários Sandro Alex (Infraestrutura e Logística), Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo) e Marcel Micheletto (Administração e Previdência); o diretor jurídico e regulatório da Copel, Eduardo Barbosa; o diretor adjunto de Comunicação da Copel, David Campos; o presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, o vice-presidente da Lar, Lauro Soethe; o diretor secretário da Lar, Urbano Inácio Frey; o deputado federal Vermelho; os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do Governo), Márcio Pacheco e Nelson Luersen; o prefeito de Medianeira, Antônio França; o vice-prefeito de Medianeira, Evandro Mees; o presidente da Câmara Municipal da cidade, Marcos Berta; além de prefeitos e lideranças políticas e empresariais da região.

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

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INFRAESTRUTURA: DER/PR assina contratos de conservação das rodovias estaduais do Anel de Integração

infraestrutura 13 12 2021O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) assinou os contratos de conservação do pavimento e faixa de domínio das rodovias estaduais que antes eram administradas por concessionárias de pedágio do Anel de Integração.

Cinco lotes - As rodovias estão divididas em cinco lotes, de acordo com as superintendências regionais do DER/PR, sendo um contrato para cada lote. O Consórcio Conserva Paraná, composto pelas empresas Gaissler Moreira Engenharia Civil Eireli e Compasa do Brasil Distribuidora de Derivados de Petróleo Ltda, vai realizar os serviços nos lotes 1, 2 e 5, enquanto a empresa Asphalt Pavimentação Asfáltica Eireli foi contratada para atender os lotes 3 e 4.

Sequência - Com a assinatura dos contratos, as empresas devem apresentar um plano de trabalho definindo a sequência em que os serviços serão realizados, indicando épocas, locais e tipos de serviços, levando em consideração a condição do pavimento e o volume de tráfego de cada trecho. Cabe ao DER/PR analisar cada um destes planos, seguindo os critérios do edital de licitação e contrato.

Valor total - O valor total dos cinco lotes ficou em R$ 93.491.447,26 para execução de serviços ao longo de 730 dias (dois anos). Como há perspectiva de lançamento do novo programa de concessões rodoviárias do governo federal no ano que vem, o valor executado pode ficar abaixo do total, devido à supressão dos serviços. Para estes casos, está prevista a possibilidade de rescisão contratual, sem penalidades para as partes envolvidas.

Serviços de conservação - Os serviços de conservação do pavimento incluem remendos superficiais e profundos, reperfilagem e microrrevestimento. Já nos serviços de conservação da faixa de domínio, será realizado o controle da vegetação próxima ao pavimento, limpeza e recomposição de elementos de drenagem, e limpeza e recomposição da sinalização e de dispositivos de segurança viária.

Contemplados - Estão contemplados 964,52 quilômetros de rodovias, incluindo pistas simples e duplicadas:

Lote 1 – Região Metropolitana de Curitiba e Litoral: 153,75 quilômetros

Lote 2 – Campos Gerais: 306,48 quilômetros

Lote 3 – Norte: 230,29 quilômetros

Lote 4 – Noroeste: 200,99 quilômetros

Lote 5 – Oeste: 73,01 quilômetros

Trabalhos - Após aprovação dos planos de trabalho, e com as ordens de serviço já emitidas, as empresas iniciam a mobilização das equipes de trabalho, equipamentos e maquinário, incluindo a instalação de canteiro de obras.

Guincho - O DER/PR também está licitando a contratação de serviços de guincho leve e pesado, para desobstrução de pista e remoção de veículos, e operações de atendimento mecânico, como troca de pneus, carga elétrica, entre outras, para atender as rodovias estaduais e federais do antigo Anel de Integração.

Inspeção de tráfego - O edital prevê ainda a inspeção de tráfego, com equipes específicas para percorrer 100% da malha do anel de integração ao menos 3 vezes ao dia, verificando a necessidade de assistência aos usuários, inspecionando as pistas e participando ativamente na ocorrência de neblina, incêndios, acidentes e outras situações, providenciando sinalização de emergência, desvios de tráfego e demais apoios.

Serviços de apoio - Também serão realizados serviços de apoio ao Corpo de Bombeiros no combate a incêndios nas áreas próximas às rodovias, com fornecimento de caminhões pipa; e atendimento a incidentes com animais soltos nas pistas, com orientação aos usuários e a captura e transporte dos animais utilizando equipamento apropriado, como caminhão boiadeiro.

Operacional - Todos os serviços contarão com apoio operacional, integrado ao DER/PR e em colaboração com as policiais rodoviárias, utilizando a infraestrutura das bases de serviços e postos de serviços, que passaram a ser patrimônio público com o fim dos contratos de pedágio.

Propostas - As empresas interessadas devem registrar suas propostas no portal Licitações-e, do Banco do Brasil, até as 13h do dia 16 de dezembro. Meia hora depois, às 13h30, tem início a sessão de lances no ambiente eletrônico do portal, com as participantes fazendo lances cada vez menores, até uma delas ser declarada arrematante. Cada lote terá sua própria sessão de lances, realizadas em sequência.

Preço - A arrematante de cada lote deverá encaminhar ao DER/PR uma proposta de preço corrigida conforme o valor vencedor, bem como seus documentos de habilitação para análise, em um prazo de três dias úteis. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal / Seil

 

ECONOMIA I: Apex-Brasil faz parceria com empresas do Japão e de Singapura

economia I 13 12 2021Nos últimos dois anos, sete empresas israelenses, após prospecção da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), fizeram parcerias com companhias brasileiras e estão desenvolvendo atividades no país. Conforme a agência, a iniciativa faz parte do programa ScaleUp in Brazil, projeto que seleciona startups de tecnologia de outros países e que passará a receber empresas do Japão e de Singapura.

Novos parceiros - A Apex-Brasil faz parte do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e apoia atualmente 15 mil empresas em 80 setores da economia brasileira. Dentre os novos parceiros estão o Japan External Trade Organization (Jetro), organização vinculada ao governo japonês e a Enterprise Singapore, a agência governamental que fomenta o desenvolvimento empresarial de Singapura.

Ampliação - Segundo o colaborador da Coordenação de Investimentos da Apex-Brasil, Sérgio Rossi, o programa quer ampliar cada vez mais a participação de empresas estrangeiras.

Global Innovation Index - “A meta para a terceira edição é receber 20 empresas participantes, divididas entre Israel, que já era parceiro, Japão e Singapura. A metodologia que desenvolvemos para selecionar os países parceiros conta com diversos fatores, sendo um dos principais que o país esteja elencado entre as 20 principais economias no Global Innovation Index, ranking da Organização Mundial de Propriedade Intelectual que mede o grau de tecnologia de cada país”, explica Rossi.

Foco - O foco do programa são pequenas e médias empresas que inovem em diferentes setores e instalem suas operações no Brasil. Um comitê do projeto analisa a potencialidade das empresas em oferecer soluções para o mercado nacional.

Mais - Para mais detalhes sobre o programa, acesse. (Agência Brasil, com informações da Apex-Brasil)

FOTO: Pixabay

 

ECONOMIA II: Entenda as mudanças para regras no vale-alimentação e no vale-refeição

economia II 13 12 2021Assinado pelo presidente Jair Bolsonaro em 10 de novembro, o decreto nº. 10.854/21 agregou e simplificou algumas instruções trabalhistas, entre elas o uso de vale-alimentação e refeição.

Distinção - Segundo o novo instrumento, estabelecimentos que aceitam receber vale-alimentação não devem fazer distinção entre as bandeiras das operadoras dos cartões. A norma diz também que as empresas não podem firmar parcerias economicamente vantajosas, como descontos em taxas ou recebimento antecipado de valores, com as operadoras e bandeiras de cartões.

Créditos - Uma novidade é a portabilidade de créditos para empresas que usam o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Na prática, funcionários que acumularem valores não utilizados em seus cartões poderão, caso haja mudança na bandeira do cartão, transferir todo o dinheiro para a nova bandeira sem pagar taxas.

Adaptação - O prazo de adaptação para as novas regras é de 18 meses. Para empresas que já possuem contratos vigentes com bandeiras e operadoras de cartão, haverá a necessidade de alteração dos termos contratuais, que devem passar a obedecer às novas exigências.

Prática - Na prática, as mudanças permitirão que funcionários utilizem os créditos tanto do vale-alimentação quanto do vale-refeição em mais estabelecimentos.

Obrigações - As obrigações para os usuários também permanecem. Trabalhadores que recebem o benefício não poderão usá-lo para comprar bebidas alcoólicas nem converter o saldo por dinheiro em espécie. (Agência Brasil)

FOTO: Antônio Cruz / Agência Brasil

 

LEGISLATIVO I: Comissões analisam marco da regularização fundiária

legislativo I 13 12 2021O texto substitutivo ao novo marco da regularização fundiária será apreciado em reunião semipresencial conjunta das Comissões de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) e de Meio Ambiente (CMA) na quarta-feira (15/12). A reunião tem início às 8h na sala 7 da ala Alexandre Costa.

Relatório - No último dia 8, em reunião conjunta das duas Comissões, foi lido o relatório do senador Carlos Fávaro (PSD-MT) e concedida vista coletiva da proposição. Na ocasião, o presidente da CMA, Jaques Wagner (PT-BA), deixou claro que o novo marco só será votado após consenso entre as duas Comissões. Isso ficou definido a partir de acordo entre ele e o presidente da CRA, Acir Gurgacz (PDT-RO), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. A discussão do texto será em conjunto, mas a votação ocorrerá separadamente na mesma reunião.

Tramitação - O projeto de lei (PL) 2.633/2020, da Câmara dos Deputados, tramita em conjunto com o PL 510/2021, de autoria do senador Irajá (PSD-TO). Os dois projetos ampliam o alcance da regularização fundiária e são relatados pelo senador Carlos Fávaro (PSD-MT), cujo voto é pela prejudicialidade do PL 2.633/2020 e das emendas apresentadas a ele no âmbito da CRA e da CMA, e pela aprovação do PL 510/2021 na forma de substitutivo de sua autoria, com o acatamento integral ou parcial de emendas dos senadores.

Três audiências - A CRA e a CMA realizaram três audiências públicas conjuntas para debater o novo marco da regularização fundiária, em setembro, outubro e novembro deste ano. (Agência Senado)

FOTO: Geraldo Magela / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Comissão aprova regras para reajuste de planos de saúde por mudança de idade

legislativo II 13 12 2021A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que fixa regras para o reajuste da prestação dos planos de saúde devido à mudança de faixa etária.

Dez faixas - Pela proposta, as operadoras dos planos de saúde deverão adotar dez faixas etárias, sendo a primeira faixa de 0 a 18 anos e a última de 59 anos ou mais. O valor fixado para a última faixa não poderá ser superior a seis vezes o valor da primeira faixa. Já a variação acumulada entre a sétima (44 a 48 anos) e a última não poderá ser superior à variação acumulada entre a primeira e a sétima faixas.

Percentuais negativos - Por fim, o texto determina que as variações por mudança de faixa etária não podem apresentar percentuais negativos. As medidas são inseridas na Lei dos Planos de Saúde.

Mudança - O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), ao Projeto de Lei 1575/20, do ex-deputado Roberto Pessoa (CE). Barbosa explicou que o substitutivo incorpora parte de uma resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que trata da variação de preços por faixa etária nos planos de saúde.

Defesa - Ele defendeu a iniciativa. “Ao elevarmos determinadas regras contidas nas resoluções normativas da ANS ao status legal, damos mais segurança aos beneficiários de planos de saúde e facilitamos o cumprimento da norma”, disse.

Mais amplo - O projeto original é mais amplo, pois trata ainda de assuntos como requisição de pessoal, produtos e serviços privados em situação de calamidade pública. O relator optou por não acatar as demais medidas por entender que elas já estão previstas na legislação.

Tramitação - O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado ainda pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Pablo Valadares / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil registra 1.688 novos casos e 86 mortes por Covid-19 em 24 horas

O Brasil registrou 1.688 novos casos e 86 mortes por covid-19 em 24 horas. O levantamento foi divulgado pelo Ministério da Saúde na noite deste domingo (12/12).

Acumulado - De acordo com levantamento feito pela pasta, o Brasil tem, no acumulado, 22,189 milhões de casos confirmados da doença, que já matou 616.830 pessoas.

Recuperados - O número de pacientes recuperados chega a 22,4 milhões, o que representa 96,5% dos casos.

Estados - Com 4,4 milhões de registros, o estado de São Paulo tem o maior número de casos acumulados desde o início da pandemia, e 154,69 mil óbitos. Em seguida, aparecem os estados de Minas Gerais (2,2 milhões de casos e 56,4 mil óbitos); do Paraná (1,5 milhão casos e 40,8 mil óbitos) e do Rio Grande do Sul (1,4 milhão de casos e 36,2 mil óbitos). O Acre é o estado com menos ocorrências: 88,28 mil casos e 1.849 óbitos. (Agência Brasil)

 

saude I tabela 13 12 2021

SAÚDE II: Boletim divulga mais 790 casos de Covid-19 e um óbito no Paraná

saude II 13 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou neste domingo (12/12) mais 790 casos e uma morte pela Covid-19 no Paraná. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.582.243 casos e 40.609 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de dezembro (51), novembro (39), outubro (19), setembro (8), julho (7), junho (12), maio (21), abril (37), março (165), fevereiro (136) e janeiro (92) de 2021; e de dezembro (113), novembro (29), outubro (9), setembro (23), agosto (17), julho (9), junho (2) e maio (1) de 2020. O óbito divulgado nesta data é de junho de 2021.

Internados - 136 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 76 em leitos SUS (45 em UTI e 31 em leitos clínicos/enfermaria) e 60 em leitos da rede particular (34 em UTI e 26 em clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 465 pacientes internados, 222 em leitos UTI e 243 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbito - A Sesa informa a morte de mais um paciente. Trata-se de uma mulher de 62 anos, residente em Ibiporã. O óbito ocorreu no dia 9 de junho de 2021.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 6.270 casos de não residentes no Estado – 221 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja os ajustes (exclusões e correções de municípios).

 


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