Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5222 | 21 de Dezembro de 2021

UNIUM: Com investimento previsto de R$ 460 milhões, cooperativas lançam projeto de queijaria no Paraná

unium 21 12 2021R$ 460 milhões. Esse é o valor previsto de investimento por três cooperativas dos Campos Gerais do Paraná para a instalação de uma queijaria na cidade de Ponta Grossa (PR). O projeto, realizado pela Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, prevê a produção de 96 toneladas de produtos e subprodutos por dia.

Crescimento - Com uma previsão de crescimento na produção de leite de 8% ao ano entre 2020 e 2024, a iniciativa é vista como uma forma de absorver esse volume, que pode representar 600 mil litros a mais por dia e agregar valor ao leite in natura. A previsão é que projeto da nova queijaria leve 30 meses até início das operações. Mais da metade do investimento das cooperativas será feita na aquisição de máquinas e equipamentos.

Intercooperação - Para o diretor presidente da Castrolanda e um dos diretores da Unium, Willem Berend Bouwman, esse projeto demonstra ainda mais a força da intercooperação. “Vendo o crescimento da produção de leite dos nossos cooperados, o grupo se adiantou e buscou uma solução rentável para mostrar aos parceiros que todo o aumento será revertido em produtos e valor agregado. Isso consolida cada vez mais o conceito da intercooperação, já que, em três cooperativas, o investimento para um projeto dessa magnitude fica mais leve e possível”, explica.

Fantástico - O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, comemorou a iniciativa da Unium e destacou a importância da intercooperação para o agronegócio do estado. "Esse é um projeto fantástico, de três cooperativas que são orgulho da nossa gente. Essa indústria vai demandar de 600 mil litros de leite por dia e vai movimentar mais de 10 mil pessoas que trabalham e dependem desse projeto. É mais emprego para o Paraná, é mais gente no campo e é a força do nosso agronegócio, que contribuirá para o crescimento do nosso estado", afirmou o governador em encontro com representantes da Unium, no Palácio Iguaçu.

Crescimento do consumo - Atualmente a demanda interna de queijos no Brasil é consideravelmente maior do que a oferta por produtores locais. O mercado nacional do setor está em crescimento e tem grande margem para isso. Atualmente, o consumo do produto no país é de pouco mais de cinco quilos per capita. Bem abaixo dos 37 quilos da Alemanha e menos da metade do que os vizinhos Uruguai e Argentina, que têm um consumo de 11 quilos por ano por pessoa. Com o projeto da queijaria, a projeção é que a produção da Unium represente 1,87% do consumo de queijos no Brasil projetado para 2024.

Produção - O projeto prevê a produção dos queijos tipo mussarela, prato, cheddar e massa de queijo, além de soro em pó e manteiga. Ao todo, os 600 mil litros de leite por dia que serão destinados para a produção dos derivados devem totalizar 35 mil toneladas de produtos por ano.

Sobre a Unium - Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Conta com três marcas de lácteos: Naturalle – com produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium tem a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, com elevados padrões de exigência. Além disso, fazem parte dos negócios a Alegra, indústria de alimentos derivados da carne suína, e a Energik, usina de produção de energia sustentável, todas reconhecidas pela qualidade e excelência. Mais informações: http://unium.coop.br/. (Imprensa Unium)

 

G7: Assessoria do Ministério da Infraestrutura presta esclarecimentos sobre o novo modelo de concessão das rodovias do PR

g7 destaque 21 12 2021Em ofício encaminhado ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, no dia 20 de maio, as entidades representativas do setor produtivo paranaense que integram o G7 reiteraram o posicionamento do grupo sobre o novo modelo de concessão das rodovias do Paraná. No documento, foram destacados os principais pontos defendidos no sentido de nortear o processo, entre eles, o modelo de licitação pela menor tarifa, sem limite de desconto; a garantia de execução das obras; a transparência total no processo e a garantia efetiva da implantação de Fóruns de Arbitragem e Mediação. O pleito também foi protocolado na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), como contribuição à Audiência Pública n° 01/2021, referente ao projeto de concessão para exploração de seis lotes do sistema rodoviário composto por trechos rodoviários federais e estaduais no Estado do Paraná.

Esclarecimentos - No dia 16 de dezembro, o chefe da Assessoria Administrativa da Secretaria Nacional de Transportes Terrestres, vinculada ao Ministério da Infraestrutura, Eduardo Siqueira Costa Neto, enviou correspondência ao G7, registrando que a demanda foi recebida pelo órgão e encaminhou o ofício assinado pelo secretário Nacional de Transportes Terrestres, Marcello da Costa Vieira, no dia 9 de dezembro. No documento, Costa afirma que, com objetivo de prestar esclarecimentos sobre a questão, foram transcritos trechos do Relatório Final que explicitam o posicionamento da ANTT sobre as mudanças estabelecidas pelo governo federal em relação ao novo modelo de concessão das rodovias paranaenses, entre as quais, a alteração para a licitação de menor tarifa básica de pedágio, sem limite de deságio e sem outorga, acatando as contribuições da sociedade paranaense, provenientes da Audiência Pública 01/2021. Há ainda informações sobre o degrau tarifário, a implantação de novas praças de pedágio, entre outros itens. Clique aqui para conferir na íntegra o documento.

Clique aqui para conferir o documento encaminhado pelo G7 ao Ministério da Infraestrutura, em 20 de maio de 2021

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

 

 

COCARI: Rally da Soja promove capacitação técnica e integração com produtores do Paraná

Com o objetivo de integrar, de forma dinâmica e inovadora, os consultores técnicos e produtores rurais no Paraná sobre os mais recentes conhecimentos da tecnologia Basf, a Cocari promoveu, junto a essa empresa parceira, o Rally da Soja 2021. O evento foi realizado em duas etapas neste mês de dezembro: no dia 10, em Faxinal (PR), e na última quarta-feira (15/12), em Ponta Grossa (PR). Percorrendo um trajeto com quatro estações, consultores e agricultores puderam adquirir informações sobre tecnologias de herbicidas, inseticidas, fungicidas e tratamento industrial de sementes.

Rally - O evento foi feito na modalidade rally de regularidade, onde há um trajeto pré-definido, uma média de velocidade a ser respeitada e horários marcados para a chegada em cada estação. Nesse formato de competição, tanto os atrasos quanto os adiantamentos são penalizados. Cada dupla foi formada por um motorista e um navegador, de modo que só este último tinha acesso aos dados do percurso. Ao final, venceram a prova as duplas com maior índice de regularidade.

Primeira etapa - Na primeira etapa, em Faxinal, a equipe de colaboradores se organizou em 28 duplas. Na segunda etapa, em Ponta Grossa, foram convidados cooperados para participar do evento junto aos consultores técnicos, totalizando 24 duplas.

Orientação - Para orientar os participantes, o evento contou com a empresa de assessoria esportiva Chronus, que conduziu o rally com expertise e segurança. Os veículos utilizados pelos consultores técnicos da Cocari foram os mesmos que os colaboradores operam nos atendimentos rotineiros.

Habilidades - Além de promover o aprendizado técnico com os produtos Basf, a corrida foi realizada de modo a desenvolver as habilidades de gestão, estratégia, espírito de equipe, comprometimento, assiduidade e controle emocional. Na última estação de cada etapa, foram premiados os três primeiros colocados com uma caixa de som JBL e todos os presentes participaram da confraternização ao final do rally.

Idealização - O evento foi idealizado pelo representante técnico de vendas da Basf, Bruno Vieira Maciel, juntamente com o gerente técnico da Cocari no Paraná, Marcelo Meneguim, acompanhado pelo supervisor de Agrotecnologia da cooperativa, Maycon Giro dos Santos, pelo especialista em Nutrição Vegetal, Maicon Rosário, e pela analista administrativa, Franciele Tonetto Ribeiro Viana. “Recebi todo o apoio da equipe da Cocari para implementar a organização do evento. Nosso objetivo foi apresentar as soluções da Basf e trocar conhecimentos com os profissionais da Cocari e, nesse sentido, o evento foi um sucesso”, destacou o representante da empresa parceira.

Agradecimento - O gerente regional da Cocari nos Campos Gerais, Vanilton De Nez Pereira, recebeu os colaboradores da cooperativa, produtores convidados e equipe da Basf. “Agradeço ao sr. Aroldo Marochi, renomado pesquisador na área de agronomia, que cedeu este espaço em Ponta Grossa para que o evento fosse possível. É uma honra, pois toda a equipe da Cocari respeita o seu trabalho. Gostaria de dizer que é uma satisfação muito grande reunir os cooperados da Cocari, gerentes das unidades, consultores e a equipe da Basf para esse evento de aprendizado, desenvolvimento e também de descontração. Temos buscado a cada dia trazer soluções e inovação e acompanhar o ritmo dessa região, que é muito desenvolvida e tecnificada, e nossa atuação acontece no sentido de impulsionar as atividades agrícolas que vocês desenvolvem com tanto êxito”, disse.

Experiência - O engenheiro agrônomo Maycon Jefferson Broto, da unidade de Itambé (PR), falou sobre a experiência. “A partir dessa oportunidade, pudemos sentir que precisamos confiar muito um no outro e essa necessidade nos remete ao trabalho na unidade com os demais colaboradores. Além disso, o enfrentamento dos obstáculos desse rally também nos lembra de que imprevistos acontecem na rotina de trabalho e eles devem ser igualmente superados para, em seguida, recuperarmos o tempo perdido”, disse.

Aprendizado - Marcos Felipe Moretto e Fabiana Guides Bocardo, engenheiros agrônomos da Cocari na unidade de Cruzmaltina (PR), também aprenderam com a dinâmica. “A contribuição entre a dupla nos possibilitou ultrapassar os obstáculos com maior eficiência. Ainda que o motorista dirigisse bem, sem as informações do navegador, não poderia completar o trajeto. Foi uma experiência muito representativa sobre a importância do trabalho em equipe”, destacou Moretto. “Foi essencial manter a calma e respeitar o tempo do parceiro para alcançar sucesso na atividade”, completou Bocardo.

Campeões - Os campeões do Rally da Soja 2021 foram:

Primeira etapa – Faxinal

1º LUGAR:

Ana Paula Oleinik (engenheira agrônoma na unidade de Faxinal)

Mauricio Mostachio (técnico agrícola na unidade de Faxinal)

2º LUGAR:

Adilson de Oliveira Botelho Sena Junior (técnico agrícola no Centro Tecnológico Cocari)

Vinicius Geraldo da Silva Ferreira (técnico agrícola no Centro Tecnológico Cocari)

3º LUGAR:

Valter Mateus Bruschi (engenheiro agrônomo na unidade de São Luiz)

Rodrigo Valentini Rombaldi (engenheiro agrônomo na unidade de Aquidaban)

Segunda etapa – Ponta Grossa

1º LUGAR:

Raul Sérgio Gasparelo (cooperado em Imbituva)

William Tsuneto (cooperado em Ponta Grossa)

2º LUGAR:

Mario Chuwer (engenheiro agrônomo na unidade de Ivaí)

Eduardo Mendes (cooperado em Ivaí)

3º LUGAR:

Murilo Alex Dalzoto (cooperado em Imbituva)

Giovanny Grochoski (cooperado em Ivaí)

Tecnologia e inovação - A Cocari investe continuamente em tecnologia e inovação e, juntamente às empresas parceiras, trabalha com o propósito de agregar importantes conhecimentos à equipe técnica e produtores rurais para desenvolver o agronegócio de forma eficaz e inteligente.

Cobertura - Confira a cobertura em vídeo deste evento:

- Etapa de Faxinal (PR), na Região do Vale do Ivaí: https://www.youtube.com/watch?v=Fvna7_jlvLA

- Etapa de Ponta Grossa (PR), na Região dos Campos Gerais: https://www.youtube.com/watch?v=Jlj1EHZ3Xck. (Imprensa Cocari)

{vsig}2021/noticias/12/21/cocari/{/vsig}

FRÍSIA: Nova campanha é lançada no Tocantins

frisia 21 12 2021O cooperativismo, modelo em que a Frísia é pioneira no Brasil, já faz parte da realidade do estado Tocantins há mais de 5 anos. E, para reforçar a presença do negócio na região, a cooperativa acaba de lançar uma campanha publicitária com o objetivo de sensibilizar produtores rurais do estado para que conheçam melhor os serviços disponibilizados pela Frísia.

Atuação - Atualmente, a cooperativa atua no recebimento, secagem e armazenamento de grãos na cidade de Paraíso do Tocantins e está construindo mais uma planta na cidade de Dois Irmãos. “Confiante em todas as condições de trabalho, clima e crescimento que o estado pode proporcionar, continuamos investindo no Tocantins e buscando novos associados para compor nosso quadro”, esclarece o Gerente de Estratégia e Inovação da Frísia, Auke Dijkstra.

Tradição - A campanha publicitária reforça a tradição da Frísia, por conta dos quase 100 anos de atuação que já possui no Paraná, utilizando argumentos de “cooperativa referência no agronegócio e na sustentabilidade” para transmitir a solidez e o compromisso da cooperativa no norte do País. Auke, ainda reforça a importância de mostrar a todos que “no Tocantins plantamos mais um sonho, e viemos para ficar”, diz.

Produtores da região - Todas as peças gráficas e o filme publicitário utilizam produtores rurais da região para figurar nos materiais e passar o conceito de cooperativa que apoia os cooperados com o objetivo de que possam crescer ainda mais nos negócios por meio dos benefícios oferecidos pelo associativismo.

Divulgação - Foram criados mais de 15 materiais que começaram a ser divulgados no dia 15 de dezembro em várias regiões do Tocantins. Para conferir a peça audiovisual, acesse o endereço: www.frisia.coop.br/tocantins.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

 

COCAMAR I: Novamente presencial, Safratec será nos dias 20 e 21 de janeiro

cocamar I 21 12 2021A volta da edição presencial do Safratec, nos dias 20 e 21 de janeiro na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da Cocamar em Floresta, região de Maringá (PR), é mais uma boa notícia da cooperativa para seus cooperados que, na última semana, receberam R$ 135,4 milhões em recursos, a título de sobras, pagamento sobre participação de programas e crédito em conta capital.

Calendário - Com o Safratec, a Cocamar abre oficialmente o seu calendário de eventos técnicos em 2022.

Cuidados - Para coibir aglomerações, a realização terá um formato menor, sem a participação de empresas como as concessionárias de veículos e serviços, presentes nas edições anteriores, enquanto o público, formado principalmente por cooperados, deverá utilizar máscara nas visitas aos estandes e protocolos, onde álcool estará disponível em pontos estratégicos.

Digital - O gerente técnico Rodrigo Sakurada, responsável pela organização do Safratec, comenta que será mantida também a versão digital da feira, a exemplo do que ocorreu em 2021, possibilitando que produtores e demais interessados possam conhecer todo o conteúdo da mesma por meio de uma plataforma interativa.

Parcerias - Além de dezenas de estandes de empresas fornecedoras, serão apresentados trabalhos desenvolvidos em parceria com instituições de pesquisa, um balcão oferecendo oportunidades de negócios, exposição e dinâmica de máquinas agrícolas, entre outros atrativos.

Evolução - “O foco do Safratec é a inovação e os visitantes terão muita coisa para conferir”, afirma Sakurada, explicando que o objetivo do evento, em resumo, é a transferência de conhecimentos e tecnologias para que os produtores evoluam em seus negócios, aumentando seus níveis de produtividade e rentabilidade. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Forte expansão faz cooperativa revisar planejamento estratégico para faturar R$ 15 bi em 2025

cocamar II 21 12 2021A Cocamar Cooperativa Agroindustrial promoveu uma revisão no seu planejamento estratégico para o ciclo 2020/2025. A previsão que era de faturar R$ 10,3 bilhões em 2025, passou para R$ 15 bilhões, um aumento de 50%.

Velocidade - A justificativa para esse forte incremento está, principalmente, na velocidade da expansão dos negócios a partir de 2020, quando, com a pandemia, os volumes de vendas foram ampliados e, ao mesmo tempo, houve crescimento de participação de mercado. Isso combinou com a nova realidade de preços praticados em 2021, cujo impacto tem sido grande no faturamento. A cooperativa foi, também, atrás de oportunidades e abriu mais unidades operacionais, além de ter investido em novos negócios.

Acelerado - Para se ter uma ideia da rapidez da expansão, enquanto no exercício 2019 a Cocamar apresentou um faturamento geral de R$ 4,6 bilhões, em 2020 o montante foi 52% superior, passando de R$ 7 bilhões. Para este ano, a previsão é faturar R$ 9,5 bilhões – praticamente 30% a mais - e a estimativa para 2022 é chegar a R$ 11,8 bilhões.  

Poderia ter sido mais - O presidente executivo Divanir Higino destaca que em 2021 a Cocamar bateu recorde de recebimento de soja, de 1,7 milhão de toneladas. Porém, a drástica redução das safras de inverno, em que as culturas de milho e trigo sofreram perdas acima de 60% em média com secas e geadas, impediu que a cooperativa atingisse um patamar acima de R$ 10 bilhões - o que estava projetado para alcançar apenas em 2025.

Avanço - Higino destaca que todas as áreas de negócios cresceram neste ano, ressaltando ter havido um avanço expressivo em participação de mercado tanto no que se refere a comercialização de insumos quanto em recebimento de grãos.

Mais rentabilidade - “No ciclo anterior do planejamento estratégico [2015/2020], estávamos centrados no crescimento, sobretudo em expansão geográfica e em participação de mercado, além de promover algumas ações de verticalização das cadeias”, comenta Higino, ressaltando: “no novo planejamento o foco é atender ao cooperado em tudo o que ele precisa e gerar mais rentabilidade aos seus negócios”. Para isso, pontua, estão sendo desenvolvidos novos negócios, entre os quais a produção de carne precoce, fertilizantes foliares, rações, biodiesel e incentivo a culturas como sorgo e trigo branqueador. A Cocamar estuda, ainda, ingressar na produção de etanol de milho e piscicultura. O novo ciclo do planejamento estratégico marca também o início da Jornada do Cooperado, um programa que visa atender ao produtor, com padrão de excelência, em todas as suas demandas

Eficiência - “Estamos priorizando ações para melhorar cada vez mais a eficiência e a competitividade da cooperativa”, conclui o presidente. (Imprensa Cocamar)

 

SICREDI: Instituição financeira cooperativa lança fundo de investimento em ações ESG

sicredi 21 12 2021O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5 milhões de associados, acaba de anunciar uma nova opção para investidores interessados em aplicações alinhadas às práticas de sustentabilidade. O Fundo de Investimentos em ESG do Sicredi será composto por ações de empresas da B3 referências em boas práticas sociais, ambientais e de governança e estará disponível pelo aplicativo ou diretamente nas agências da instituição.

Sustentabilidade com rentabilidade - Com aplicação inicial a partir de R$ 500, o investimento alinha o incentivo à sustentabilidade com rentabilidade. As empresas elegíveis para o fundo devem ter iniciativas e ações direcionadas para a preservação e revitalização do meio ambiente, com projetos voltados à transição para a economia de baixo carbono e energia renovável, além de contemplarem relações comerciais e de trabalho justas, com impacto social e com rigorosos controles de governança corporativa.

Tendência - “A procura por investimentos alinhados com as boas práticas em ESG são uma tendência e têm muita sintonia com o propósito do Sicredi de construir juntos uma sociedade mais próspera. Com o lançamento do nosso fundo, seguimos na direção de ofertar uma maior possibilidade de diversificação em investimentos para os nossos associados, assim como trazer alternativas que geram maior impacto positivo.” explica Thiago Muller, head de Produtos Investimentos do Sicredi.

Estratégia - Com o intuito de gerar impacto ambiental positivo ao mesmo tempo que gera crescimento econômico e social nas comunidades, o Sicredi é integrante do Pacto Global da ONU, contribuindo para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Recentemente, neutralizou 21 mil toneladas de Gases de Efeito Estufa (GEE) em nível nacional, por meio de apoio a cinco diferentes projetos de créditos de carbono, um em cada região do Brasil.

Relatório - A instituição teve seu Relatório de Sustentabilidade 2020 premiado no 23º Prêmio da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), que destaca o aprimoramento da elaboração de relatórios com maior clareza, transparência, qualidade de informações e caráter inovador e sustentável.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI PARANAPANEMA: Mais duas agências são inauguradas no sudoeste de São Paulo

Com mais de cinco milhões de associados em todo o país, o Sicredi comemorou, nessa semana, a inauguração de duas novas agências, sendo uma localizada no município de Cruzália e outra em Assis, no bairro Vila Prudenciana.

Projeto arquitetônico - As novas unidades contam com projeto arquitetônico amplo e integrado, proporcionando o contato próximo e a socialização entre colaboradores e associados – principal diferencial da instituição financeira. A agência de Assis é a segunda no município e conta com 564 metros quadrados de área construída, enquanto Cruzália possui 259 metros quadrados, ambas com espaço para café, sala de reuniões ampla e ambiente para convivência e negócios.

Empregos - Aliada ao propósito do modelo de negócio, a Sicredi Paranapanema PR/SP, cooperativa responsável pelas inaugurações, gerou mais de 120 novos empregos nos últimos seis meses. “Com o plano de expansão, nossa prioridade – além de estar cada vez mais próximos ao associado e impactar mais vidas – é incentivar positivamente a economia local gerando empregos e renda, melhorando a qualidade de vida e o desenvolvimento regional”, explica o presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP, Cláudio Marcos Orsini.

Diferencial - Um dos grandes diferenciais do Sicredi é seu modelo de negócios, onde todos associados são donos e possuem participação ativa na tomada de decisões e na distribuição dos lucros e resultados da instituição.

Presença nacional, atuação regional - O Sicredi ainda opera com presença nacional, atuação regional e compromisso local, podendo assim contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde está inserido de forma ativa. Com a expansão da presença física, o Sicredi visa beneficiar tanto os associados como impactar positivamente as regiões de atuação. Nos municípios onde está presente, incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios em 5,6%, e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, segundo dados da pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Visite o Sicredi- A agência de Cruzália está localizada na Av. Luiz Zandonadi, nº 90, no Centro, e a agência da Prudenciana na Av. Vereador David Passarinho, nº 757, Vila Souza, na cidade de Assis (SP). “As portas estão abertas tanto para os associados quanto para a comunidade. Venham conhecer mais sobre o Sicredi e como podemos contribuir para seus sonhos e projetos”, convida Orsini. (Imprensa Sicredi Paranapanema PR/SP)

{vsig}2021/noticias/12/21/sicredi_paranapanema/{/vsig}

SICOOB METROPOLITANO: Coral da cooperativa apresenta espetáculo Cordel de Natal em Marialva

No dia 4 de dezembro, o coral do Sicoob Metropolitano apresentou o espetáculo Cordel de Natal, no Teatro Sônia Silvestre, em Marialva (PR). A apresentação foi em parceria com a companhia de teatro da cidade e ao todo, 47 artistas se apresentaram.

Tema - Com o tema “Uma mistura de Natal e o sertão brasileiro”, o evento reviveu o nascimento de Jesus de uma forma bem brasileira e com muita música do Nordeste.

Novo formato - Em novo formato, de musical ao vivo, o coral adaptou os arranjos musicais para agrupar novos instrumentos, a dança e o teatro. Para Eliel Joaquim, músico regente do Coral Sicoob Metropolitano, é gratificante fazer parte desse projeto, que transmite uma mensagem importante e alegra as pessoas.

Emoção - “A emoção tomou conta de mim ao ver o público nos aplaudindo de pé, foi simplesmente sensacional. Obrigada Sicoob Metropolitano por me permitir participar deste grande projeto”, afirma.

Doação - Para assistir de forma presencial, os espectadores doaram 1 kg de alimento e ao todo, foram arrecadados 86 kg que foram doados para famílias carentes da cidade. Também foi possível assistir à apresentação de forma on-line e quem perdeu, pode assistir clicando aqui.

Teatro de rua - No dia 11 de dezembro, o coral Sicoob Metropolitano apresentou novamente o espetáculo em Marialva (PR), mas dessa vez em formato de teatro de rua. O público pode acompanhar o evento, que contou com palco improvisado, e dançarinos e atores interpretando a encenação da calçada. (Imprensa Sicoob Unicoob)

{vsig}2021/noticias/12/21/sicoob_metropolitano/{/vsig}

 

 

UNIMED CURITIBA: Médico infectologista orienta sobre prevenção à gripe

unimed curitiba 21 12 2021A vacinação contra a Covid-19 avança em todo o país e continua chamando a atenção da população para seu calendário. Porém, um surto de gripe no Rio de Janeiro nesta primavera e quase verão é algo muito atípico para a época, revelando que a procura por outra vacinação ficou abaixo do esperado: a imunização contra a gripe comum (Influenza). E há mais estados em alerta.

Adesão - A adesão na Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe, realizada entre abril e julho de 2021, caiu na comparação com os anos anteriores. Em 2019 e 2020 a taxa nacional passou de 90% do público-alvo, mas neste ano a meta nacional que era novamente de 90% ficou em 70%. Segundo o Ministério da Saúde, até o dia 2 de setembro, o Paraná atingiu cerca de 65,1% da cobertura vacinal contra a gripe (entre população geral e grupos prioritários). E olha que o estado chegou a liberar para toda a população a vacinação, mas os estoques não acabaram. A Prefeitura de Curitiba divulgou que tinha um saldo remanescente de 167 mil doses de vacina contra a gripe disponível em 25 de novembro para toda a população nas unidades de saúde.

Intervalo - Ao longo da campanha, não foi possível aplicar as duas vacinas juntas, era preciso esperar um intervalo de 14 dias. Apenas no fim de setembro uma nota técnica do Ministério da Saúde autorizou que aplicação das duas vacinas no mesmo dia. Isso deve facilitar um aumento nas imunizações, mas será que o surto de gripe pode acontecer em Curitiba? Esse aumento de brasileiros gripados é por causa da queda na imunização?

Risco - Segundo o médico infectologista Jaime Rocha (diretor de Prevenção e Promoção à Saúde da Unimed Curitiba e responsável pela Unimed Laboratório), existe risco em qualquer região do país, pois os vírus de transmissão respiratória como Influenza e Covid têm como característica a rápida transmissão. “A baixa cobertura vacinal como a que vemos agora e o comportamento humano flexibilizado com a questão das máscaras e de higiene facilitam a disseminação. Estamos fora da época de circulação habitual do Influenza, mas como temos a circulação global e pessoas viajando entre hemisférios, não é incomum a reintrodução do vírus”.

H3N2 - O infectologista destaca que esse de agora é o vírus H3N2, não coberto pela vacina de 2021. No cenário que estamos de baixa cobertura vacinal, há um terreno propício para o vírus voltar a se desenvolver como estamos vendo. Jaime Rocha explica ainda que, todo ano, a vacina da gripe tem 3 ou 4 cepas cobertas e, todo ano, sofre pequenas mudanças conforme o vírus que mais tem chance de circular. “Especificamente esta cepa estará contida na próxima vacina, na atual disponível existem outras cepas semelhantes que podem conferir alguma proteção, mas não são exatamente esta que está circulando”, esclarece.

Calendário vacinal - Essa situação reforça a importância de manter o calendário vacinal em dia – não pensando apenas na Covid-19 – e o papel de toda imunização: fechar as portas para o vírus e evitar internações e mortes. “Infelizmente essa baixa cobertura está sendo vista não somente com a gripe, mas também com outras várias vacinas como Sarampo, HPV, Caxumba, Rubéola, Varicela, Hepatite, Meningites e outras mais. As pessoas tendem a focar somente em um problema por vez, como o problema agudo da Covid, e acabam esquecendo que temos outras doenças controladas graças à boa cobertura vacinal. Não podemos abrir mão de uma vacina por causa da outra. Ter sido vacinado contra Covid não te protege de outras, todas as doenças merecem a mesma atenção e manter a alta taxa de cobertura vacinal”, ressalta.

O que fazer? - A orientação do infectologista é se vacinar, mesmo agora, e também procurar manter ainda distanciamento, máscara e demais cuidados, pois esses protocolos não são exclusivos da pandemia contra a Covid-19 e sim contra todos os vírus de transmissão respiratória. Mas um ponto muito importante é que médicos não têm como separar, clinicamente, o que é gripe e o que é Covid. “A pessoa com sintomas respiratórios tem que ter testada e isolada para poder tomar a conduta correta. Até porque, para Influenza, se o diagnóstico é feito nas primeiras 48h, existem antivirais específicos. Já para Covid ainda não temos antivirais para uso ambulatorial – até podemos ter em breve porque há estudos. Então não tem como separar um e outro sem exames, pois os dois podem causar um quadro parecido de síndrome gripal: febril, agudo e com sintomas respiratórios. Também o tempo de isolamento dos pacientes, em cada caso é diferente”, conclui. (Imprensa Unimed Curitiba)

 

UNIMED PONTA GROSSA: Abertas as inscrições para a corrida no Parque Vila Velha

unimed ponta grossa 21 12 2021As inscrições para a Corrida Sinta Vila Velha, promovida pela Unimed Ponta Grossa, já estão abertas. O evento será no dia 13 de fevereiro de 2022, no Parque Vila Velha e contará com percursos de 5Km, 12Km e 21Km.

Novidades - A retomada do maior evento esportivo promovido pela cooperativa médica vai contar com três novidades: a edição diurna, a corrida kids e o percurso de meia maratona.

Marco - De acordo Michele Cação Ribeiro, diretora de Mercado e Desenvolvimento da Unimed Ponta Grossa, a corrida será um marco significativo da parceria entre a cooperativa e o parque. “Ao trazer pessoas e atletas para o evento, buscamos atingir um dos principais nortes dessa parceria, que é a valorização de Vila Velha como um importante ativo da nossa comunidade e da nossa região, e também promoção da qualidade de vida a partir do contato com o meio ambiente, a sociabilidade e a prática esportiva”.

Kits - A corrida oferece duas opções de kit, tanto para adultos quanto para as crianças. O 1º lote contempla os 250 primeiros inscritos. Clientes, médicos e colaboradores de Unimed contam com preços diferenciados, assim como grupos e assessorias a partir de 10 atletas.

Aproximação - “Temos a grande oportunidade de aproximar as pessoas da mudança de hábito, sendo para começar ou continuar praticando atividade física. E poder fazer isso ao ar livre é mais motivador. A corrida é um esporte democrático e é isso que buscamos reforçar com a Sinta Vila Velha, com percursos para iniciantes, para os mais experientes e a corrida kids vem para que a família possa aproveitar junta”, ressalta Sandri Anderson, gerente de Marketing e Comunicação.

Inscrições online - As inscrições são feitas exclusivamente de forma online, com opções de pagamento por boleto bancário ou cartão de crédito. As informações de percurso, kits, inscrições e o regulamento estão disponíveis no site oficial da prova: unimedpg.com.br/corrida. O evento é organizado pela Global Vita Sports, de Curitiba. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

SERVIÇO

Corrida Sinta Vila Velha Unimed Ponta Grossa

Data: 13 de fevereiro de 2022

Local: Parque Vila Velha

Inscrições: unimedpg.com.br/corrida

Informações: (41) 99989-0082 ou contato@globalvita.com.br

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=b8x0WTN6M68

 

ZARC: Zoneamento Agrícola de Risco Climático para o trigo tem atualização para a próxima safra

zarc 21 12 2021O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do trigo foi atualizado para a próxima safra. As portarias com as novas indicações foram publicadas no Diário Oficial da União desta segunda-feira (20/12).

Melhor detalhamento - Entre as mudanças estão o melhor detalhamento no cultivo de trigo na região tropical, a avaliação de risco de frustrações pelo excesso de chuva no final de ciclo, além da inserção de atualização de ciclos de cultivares na base de dados.

Garantia - O Zarc é um instrumento de política agrícola do governo federal que garante suporte às políticas de garantia da atividade agropecuária (Proagro) e seguro rural no Brasil. O estudo, conduzido sob a responsabilidade da Secretaria de Politica Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é executado pela Embrapa com apoio de diversas instituições públicas e privadas. O trabalho é baseado em séries históricas de clima, modelagem de cultivos e simulação de riscos.

Dados - O Zarc conta com dados coletados em cerca de quatro mil estações meteorológicas espalhadas pelo País. Por meio de quatro variáveis - município, tipo de solo, cultura e ciclo da planta - o sistema apresenta a época do ano mais indicada para a semeadura e as taxas associadas de risco de perdas – até 20%, 30% e 40%.

Atualização anual - Para a cultura do trigo, o Zarc vem sendo atualizado todos os anos para acompanhar as melhorias do sistema de simulação de riscos, a ampliação da base de dados, o surgimento de novas áreas e tecnologias de produção, além da necessidade de adesão com as políticas públicas para o setor que são anuais. Neste momento, está sendo realizada a atualização para a safra de trigo 2021/2022.

Sul do Brasil - No Sul do Brasil, além da geada no espigamento, o excesso hídrico na fase final do ciclo do trigo é causa frequente apontada como sinistro nos pedidos de cobertura do Proagro e do seguro agrícola privado. “Usamos um indicador de risco de excesso de umidade baseado na quantidade de chuva no final do ciclo para demarcar os períodos de semeadura e os locais onde a ocorrência desse sinistro tem maiores chances de causar problemas no trigo”, explica o agrometeorologista da Embrapa Trigo, Gilberto Cunha.

Região tropical - Para o cultivo de trigo na região tropical, estão sendo atualizadas informações no Zarc para minimizar problemas com deficiência hídrica e temperaturas elevadas. “A indicação de áreas aptas ao cultivo de trigo em sistema de sequeiro nos estados de Mato Grosso e Bahia integra a atualização do Zarc, com o refinamento das regiões para posicionar diferentes ciclos das cultivares que chegaram ao mercado, bem como ampliar os períodos de semeadura na região tropical”, explica Gilberto Cunha.

Doenças - Ele destaca que doenças de difícil controle, como giberela no Sul, e brusone no Centro-Sul do País, merecem atenção especial da assistência técnica e dos produtores rurais para a adoção do manejo preconizado pela Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale que dá sustentação técnica às indicações Zarc. “Precisamos reforçar a importância do Zarc como uma ferramenta de gestão de riscos na agricultura. Um trabalho robusto com base num complexo processo de modelagem e simulação que atende todos os municípios com indicação de cultivo de trigo. Estamos sempre em busca de melhorias, mas o Zarc é indispensável em qualquer sistema de cultivo. O seguro rural, seja público ou privado, não pode mais ser ignorado como um insumo na produção agrícola”, conclui Cunha.

Aplicativo Zarc Plantio Certo - Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar as informações oficiais do Zarc por meio de tablets e smartphones, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Agricultura Digital, está disponível nas lojas de aplicativos.

Painel - Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos”. (Mapa)

FOTO: Jorge Chagas / Embrapa

 

SEAB: Secretaria da Agricultura lança Diagnóstico Agropecuário do Paraná

seab 21 12 2021O Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento lançou nesta segunda-feira (20/12) a 1ª edição do Diagnóstico Agropecuário Paranaense. A publicação, de periodicidade anual, reúne informações atualizadas sobre 34 produtos agropecuários e as exportações. O documento pode ser acessado no site da Seab.

Objetivo - O objetivo é dinamizar a apresentação dos dados sobre a agropecuária e espacializá-los por meio de mapas. Assim, será uma ferramenta importante para os técnicos do setor e para subsidiar pesquisas na área. Na publicação foram utilizados os dados do Valor Bruto da Produção (VBP) de 2020, levantamento realizado pelo Deral calculado com base na produção agrícola e nos preços recebidos pelos produtores dos 399 municípios do Paraná.

Outras fontes - Outras fontes do material incluem as pesquisas da Produção Pecuária Municipal (PPM), da Produção Agrícola Municipal (PAM) e da Pesquisa da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); do Sistema de Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e do Acompanhamento da Safra Brasileira da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Elaboração - A elaboração do documento foi coordenada pela economista do Deral, Larissa Nahirny, pelo técnico Pedro Guglielmi, com apoio direto da residente técnica e economista ecológica Débora Stefane Souza, e colaboração de demais residentes técnicos do Departamento de Economia Rural.

Potencial- Entre as potencialidades do agronegócio paranaense estão a produção diversificada e especializada, a integração dos setores, a disponibilidade tecnológica promovida pela pesquisa e assistência técnica e extensão rural, o associativismo e o cooperativismo, assim como a promoção de políticas públicas de estímulo à produção e uso adequado dos recursos naturais.

Crescimento - Em 2020, o VBP cresceu 21% e alcançou R$ 128,3 bilhões. O Paraná foi o segundo maior produtor de grãos e o terceiro maior exportador do agronegócio do Brasil.

Importância - “Tais dados evidenciam a importância do setor agropecuário para nossa economia e de uma ampla e organizada base de dados para estudos adicionais”, diz o chefe do Deral, Salatiel Turra. “Este material vem para subsidiar toda e qualquer necessidade de informação do agronegócio paranaense que o público, de modo geral, necessita”. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit US$ 366 milhões na terceira semana de dezembro

comercio exterior destaque 21 12 2021A balança comercial registrou superávit de US$ 366 milhões e corrente de comércio de US$ 9,747 bilhões na terceira semana de dezembro de 2021, informou a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia nesta segunda-feira (20/12). O saldo foi resultado de exportações no valor de US$ 5,057 bilhões e importações de US$ 4,69 bilhões.

Mês - No mês, as exportações somam US$ 14,686 bilhões e as importações, US$ 12,514 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,172 bilhões e corrente de comércio de US$ 27,2 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 270,715 bilhões e as importações, US$ 211,483 bilhões, com saldo positivo de US$ 59,232 bilhões e corrente de comércio de US$ 482,197 bilhões.

Médias - Nas exportações, foi registrado crescimento de 34,7% na comparação das médias até a terceira semana de dezembro de 2021 (US$ 1,130 bilhão) com a de dezembro de 2020 (US$ 838,71 milhões). Já em relação às importações, nesse mesmo período comparativo, houve aumento de 34,5% (de US$ 715,84 milhões para US$ 962,62 milhões).

Terceira semana - Até a terceira semana de dezembro de 2021, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,092 bilhões e o saldo, US$ 167,08 milhões. Na comparação desse período com a média de dezembro de 2020 foi registrado crescimento de 34,6% na corrente de comércio.

Exportações - Nas exportações, o desempenho dos setores, por média diária, no acumulado até a terceira semana de dezembro de 2021, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, cresceu 53,2% (US$ 58,44 milhões) em agropecuária; 27,8% (us$ 62,26 milhões) em indústria extrativa e 33,5% (us$ 168,14 milhões) em produtos da indústria da transformação.

Agropecuária - Na agropecuária, o aumento das exportações foi puxado principalmente pelo crescimento nas vendas de soja, trigo e centeio não moídos e café não torrado. Os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus e os minérios de cobre e seus concentrados lideraram na indústria extrativa. Na indústria de transformação, os produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço, os farelos de soja e outros alimentos para animais (excluídos cereais não moídos), farinhas de carnes e outros animais foram os principais responsáveis pelo crescimento.

Importações - Já as importações tiveram, em setores e produtos, o seguinte desempenho, também considerando-se a média diária no acumulado até a terceira semana de dezembro de 2021 em comparação com o mesmo mês do ano anterior: crescimento de 27,4% (US$ 5,02 milhões) em agropecuária; 171,4% (us$ 38 milhões) em indústria extrativa e 28,7% (us$ 190,48 milhões) em produtos da indústria de transformação.

Principal fator - O aumento nas importações teve como principal fator o crescimentos dos seguintes produtos, entre outros: na agropecuária, o milho não moído, exceto milho doce; trigo e centeio não moídos e o cacau em bruto ou torrado; na indústria extrativa, os líderes foram o gás natural, liquefeito ou não; o carvão, mesmo em, pó, mas não aglomerado, e outros minérios e concentrados dos metais de base; e, na indústria de transformação, os principais produtos a puxar as importações foram os adubos ou fertilizantes químicos (exceto fertilizantes brutos); as válvulas e tubos termiônicas; e os medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários. (Ministério da Economia)

Acesse o resultado da balança comercial brasileira na terceira semana de dezembro

FOTO: Pixabay

 

comercio exterior tabela 21 12 2021

 

INFRAESTRUTURA: Balanço registra 108 obras públicas entregues no ano

infraestrutura 21 12 2021Balanço anual divulgado nesta segunda-feira (20/12) pelo Ministério da Infraestrutura registra a entrega de 108 obras públicas em 2021. Ao longo do ano, foram pavimentados, duplicados ou recuperados 2.050 quilômetros (km) de rodovias e 22 aeroportos da Infraero foram arrematados em leilões, gerando uma previsão de R$ 6,1 bilhões em investimentos privados.

Modernização - De acordo com a pasta, a modernização dos modais de transporte registrou um total de R$ 5,5 bilhões em recursos executados, além de R$ 37,6 bilhões em investimentos contratados para os próximos anos – recursos que terão como destino ferrovias, aeroportos, rodovias, portos e hidrovias nos próximos anos.

Cenário adverso - Ao apresentar o balanço, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, destacou que os resultados foram obtidos em um “cenário adverso, com crises de proporções globais e de extrema restrição fiscal”.

Outras ações - Freitas ressaltou, porém, que infraestrutura não se resume a investimento, propriamente dito, abrangendo também ações como digitalização, desburocratização e criação de marcos regulatórios. “Mais do que o que está sendo entregue, muita coisa está sendo plantada, e os frutos virão na sequência, a partir daquilo que está sendo contratado e projetado hoje”, acrescentou.

Capital privado - Segundo o ministro, o Brasil será um "canteiro de obras", e haverá "incremento de investimento" no setor de infraestrutura. "Investimento que será lastreado em capital privado, o que vai nos blindar das variações e de vulnerabilidades do orçamento público [Orçamento Geral da União]. Temos tudo que o investidor quer: um país que é gigante, com grande mercado consumidor e grande potencial de crescimento.”

Portfólio - “E temos portfólio, com uma série de projetos sendo oferecidos. Projetos que, quando combinados, geram sinergia e alavancam taxas de retorno. Temos excelentes ativos sendo oferecidos e uma estruturação que ficou extremamente sofisticada. Aprendemos a fazer projetos e temos boas taxas de retorno”, disse o ministro.

Entregas relevantes - Freitas destacou que, apesar das dificuldades e restrições orçamentarias, o país chegando ao final do ano com 108 obras concluídas e com entregas extremamente relevantes. “Fizemos 39 leilões de concessões e arrecadamos mais de R$ 6 bilhões em outorgas. Foram 22 concessões aeroportuárias; uma de ferrovia [Ferrovia de Integração Oeste Leste, Fiol]; e 13 arrendamentos portuários, além de três concessões de rodovias”, detalhou.

Rodovias e trânsito - De acordo com o balanço, em 2021 foram contratados R$ 24,5 bilhões a serem investidos durante os próximos anos em três rodovias federais leiloadas. É o caso da "relicitação" da Rodovia Dutra, que abrangerá também a Rio-Santos (BR-101/SP/RJ), com quase R$ 15 bilhões em melhorias e a previsão de uma redução de 35% na tarifa cobrada para a viagem entre São Paulo e Rio de Janeiro.

Status - Sobre a gestão de trânsito, o ministério destacou que 2021 foi marcado pela “elevação de status do antigo Denatran”, que foi transformado em Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), de forma a facilitar a promoção de ações como a sanção de mudanças no Novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e a elaboração do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans).

Redução de mortes - O Pnatrans pretende, por meio de 160 ações prioritárias a serem implementadas nos próximos 10 anos, reduzir pela metade o índice de mortes no trânsito. Segundo a pasta da Infraestrutura, até o momento, já aderiram ao plano Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Rio de Janeiro, Maranhão e Distrito Federal.

Transporte de cargas e portos - Também foi destaque no balanço o lançamento do programa Gigantes do Asfalto, em junho. O programa tem o objetivo de beneficiar o transporte rodoviário de cargas, servindo de “instrumento de coordenação, articulação e incentivo a programas” que pretendem “facilitar a promoção da saúde e do bem-estar dos brasileiros que trabalham no setor”.

DT -e - “Talvez, de todas iniciativas, a que trará mais benefícios para o setor de transporte é o Documento Eletrônico de Transporte (DT-e)”, disse o ministro referindo-se ao aplicativo que reúne cerca de 90 documentos necessários para o transporte de cargas. “Testes feitos em rodovias têm sido muito bem-sucedidos”, acrescentou Freitas.

Portos - No âmbito portuário, entre os 13 terminais arrendados, está aquele que, segundo o governo, é considerado “o maior leilão da história", por ter assegurado R$ 700 milhões a um terminal de combustíveis no Porto de Santos.

Porto Sem Papel - Freitas destacou também a “redução da burocracia aliada à inovação tecnológica”, proporcionada por programas como o Porto Sem Papel.

Ferrovias e cabotagem - A assinatura do contrato de concessão da Fiol (trecho ferroviário de integração oeste-leste) prevê um total de R$ 3 bilhões em investimentos privados. A expectativa é que a Vale aplique mais R$ 2 bilhões nas obras de implantação da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico).

Pro Trilhos - Na tentativa de facilitar e incentivar novas ferrovias no país, o governo instituiu o programa Pro Trilhos. Nesse sentido, o governo já recebeu 49 pedidos de autorizações para a construção de ferrovias. De acordo com o ministro, caso avancem, tais pedidos podem representar a construção de 12 mil quilômetros de ferrovias e uma projeção de mais de R$ 165 bilhões em investimentos. “Projeções do Plano Nacional de Logística indicam que o custo de logística poderá cair na ordem de 35%”, acrescentou o ministro.

Avanço - Na avaliação de Freitas, o fomento à cabotagem avançou em 2021 com a aprovação do BR do Mar, programa de estímulo à navegação entre portos do país que foi aprovado pelo Congresso Nacional e agora aguarda sanção presidencial.

Matriz logística - Segundo o balanço apresentado pelo ministério, a cabotagem deve aumentar de 11% para 30% sua participação na matriz logística do país, com a nova legislação. “Entre as metas estabelecidas no programa, o governo pretende ampliar o volume de contêineres transportados para 2 milhões de TEUs (unidade equivalente a 20 pés), em 2022, além de alavancar em 40% a capacidade da frota marítima dedicada à cabotagem nos próximos três anos”, informou a pasta.

PNL 2035 - O balanço do Ministério da Infraestrutura ressalta ainda o lançamento do Plano Nacional de Logística (PNL) 2035, que pretende transformar a matriz de transporte do Brasil, de forma a torná-la “mais racional e sustentável”, proporcionando, inclusive, uma redução de 14% dos gases de efeito estufa na atmosfera.

Investimentos - O PNL 2035 prevê investimentos superiores a R$ 400 bilhões na logística brasileira, bem como “decisões e ações para atender as necessidades do setor de transportes ao longo dos próximos anos”. O plano avalia o quanto a rede de transportes nacional está próxima dos objetivos da Política Nacional de Transportes e identifica as necessidades a serem trabalhadas.

Denúncias - O balanço destacou que, ao longo do ano, 228 denúncias de corrupção foram encaminhadas a órgãos de controle e fiscalização, por meio do Radar Anticorrupção – programa lançado em 2019, que conta com a participação da Polícia Federal e de outros órgãos. (Agência Brasil)

FOTO: Ricardo Botelho / Minfra

 

CÂMBIO: Dólar vai a R$ 5,74 e fecha no maior valor em nove meses

cambio 21 12 2021Em um dia tenso nos mercados externos, o dólar aproximou-se de R$ 5,75 e fechou no maior nível desde março. A bolsa caiu mais de 2%, influenciada por preocupações com o avanço da variante Ômicron do novo coronavírus e por dificuldades na aprovação de um pacote de investimentos em infraestrutura nos Estados Unidos.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (20/12) vendido a R$ 5,743, com alta de R$ 0,058 (+1,02%). A cotação chegou a operar próxima da estabilidade durante a manhã, mas intensificou a alta durante a tarde, em meio ao acirramento do pessimismo no mercado externo.

Maior nível - A cotação está no maior nível desde 30 de março, quando tinha fechado em R$ 5,762. A divisa acumula alta de 1,9% em dezembro. Em 2021, a valorização chega a 10,68%.

Ações - O dia foi igualmente tenso no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 104.871 pontos, com recuo de 2,17%. Apesar da queda nesta segunda-feira, o indicador acumula alta de 3,05% em dezembro. No ano, as perdas chegam a 11,76%.

Nervosismo - O mercado global teve um dia de nervosismo, em meio a receios de que o crescimento de casos de covid-19 provocado pela variante Ômicron obrigue os países a adotar novas medidas de restrição e de distanciamento social. Nos Estados Unidos, o anúncio de que um senador democrata pretende votar contra o pacote de investimentos em infraestrutura proposto pelo governo de Joe Biden contribuiu para ampliar o pessimismo internacional.

Orçamento 2022 - No Brasil, as negociações em torno do Orçamento de 2022 pesaram. O anúncio do valor do salário mínimo para o próximo ano, em R$ 1.210, e as negociações para incorporar R$ 2,8 bilhões para reajuste a forças federais de segurança estão sendo acompanhadas com tensão pelos investidores. Há o receito de que o Congresso ceda a pressões para o aumento de gastos públicos. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

IPEA: Desocupação cai e alguns segmentos já apresentam taxas de desemprego abaixo das registradas antes da pandemia

ipea 21 12 2021Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), nesta terça-feira (21/12), demonstra que a retomada do mercado de trabalho se intensificou no último trimestre do ano. O documento, que analisa os dados desagregados da Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informa que todos os segmentos pesquisados apresentaram queda nas respectivas taxas de desocupação, tanto na margem, quanto na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

Recorte regional - O recorte regional mostra que o desemprego recuou em todas as regiões do país, com destaque para Centro-Oeste e Sul, em que as taxas já atingiram patamares menores que os observados no terceiro trimestre de 2019, ou seja, anteriores à pandemia. Em termos absolutos, as maiores taxas de desocupação foram verificadas em Pernambuco (19,3%), Bahia (18,3%), Alagoas (17,1%) e Sergipe (17,0%). Já as taxas de desocupação das regiões metropolitanas e não metropolitanas passaram de 17,7% e 12,7% em 2020 para 14,9% e 10,9% em 2021, respectivamente.

Gênero - Os dados por gênero, por sua vez, mostram que, embora tenha ocorrido queda da desocupação para ambos os sexos, esta foi mais intensa entre os homens. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto a desocupação masculina recuou de 12,9% para 10,1% (-22%), o desemprego entre as mulheres passou de 17,5% para 15,9% (-9%). No caso dos homens, o desemprego já se encontra em um nível muito próximo ao período pré-pandemia, já que a taxa de desemprego do terceiro trimestre de 2019 era de 10,0% para o segmento.

Faixa etária- O recorte por faixa etária mostrou que praticamente todos apresentaram redução em suas taxas de desemprego no terceiro trimestre. A única exceção foi dos trabalhadores com mais de 60 anos, em que a desocupação se manteve estável no período recente. O efeito da expansão interanual de 14,1% sobre a redução da desocupação desse grupo foi anulado pelo crescimento de 14,2% da força de trabalho.

Mais jovens - Já para os mais jovens, apesar da população economicamente ativa ter apresentado uma elevação de 10,7%, o expressivo aumento de 18,5% da população ocupada, fez com que a taxa de desocupação deste grupo recuasse de 30,6% no terceiro trimestre de 2020 para 25,7% no mesmo período de 2021. O recorte por escolaridade mostrou uma queda generalizada da desocupação para todos os níveis de instrução. Embora os trabalhadores com ensino médio incompleto seja o segmento a apresentar a maior taxa de desemprego (20,1%), a ocupação desse grupo foi a que mais cresceu no terceiro trimestre (14,9%), o que possibilitou um recuo de quatro pontos percentuais da desocupação entre 2020 e 2021, mesmo em um cenário de alta de 11,0% da força de trabalho no período.

Comparativo - A comparação entre os terceiros trimestres de 2020 e 2021 mostra que onze dos treze setores de atividade contemplados pela pesquisa apresentaram saldo positivo e sete deles registraram crescimento superior a 10%. O principal destaque vai para o setor de alojamento e alimentação, com crescimento anual da população ocupada de 26,5% no terceiro trimestre de 2021. O setor de serviços domésticos e construção civil também registraram taxas de crescimento superiores a 20%, com altas de 21,3% e 20,1%, respectivamente.

Setores - Desses treze setores, apenas o de alojamento e alimentação registrou um aumento superior a 20% do emprego formal. Já no que diz respeito ao crescimento anual do emprego sem carteira, temos seis setores registrando valores superiores a 20%, mostrando uma tendência que tem se repetido na maioria dos setores de maior crescimento do emprego informal frente ao emprego formal. À exceção do setor de serviços pessoais, todos os demais setores registram um crescimento anual da população ocupada maior no segmento de empregos sem carteira assinada do que no segmento de empregos com carteira assinada. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra da nota

 

TRABALHO: Nova lei assegura reajuste no piso do salário mínimo regional do Paraná em 2022

trabalho 21 12 2021O Paraná seguirá em 2022 com um dos maiores pisos regionais do País. O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou nesta segunda-feira (20/12) a lei (20.877/2021) que reajusta o piso salarial de acordo com a aplicação integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2021.

Valor exato - O valor exato será divulgado no início do ano pelo Governo do Estado, mas o cálculo preliminar é que o mínimo regional deverá subir dos atuais R$ 1,4 mil para cerca de R$ 1,6 mil na primeira faixa do piso, chegando até R$ 1.870 na quarta faixa.

Compromisso - “O reajuste do piso é um compromisso do nosso governo em valorizar os trabalhadores e é feito de forma democrática, num processo que envolve todos, e que, agora, passa a ser um processo previsto em lei”, afirmou Ratinho Junior. “Essa valorização vai aumentar o poder aquisitivo dos trabalhadores, se refletindo na retomada da economia, especialmente neste momento de fim de ano”.

Nova base - A nova base salarial foi definida em consenso pelo Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda, que é formado por representantes do Executivo, de seis federações do setor patronal e das seis principais centrais sindicais (representando os trabalhadores), e acompanha o cenário de retomada econômica no Paraná. O acordo contou com a coordenação do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda, vinculado à Secretaria de Justiça, Família e Trabalho.

Aplicação - A medida vale exclusivamente para os empregados que não tenham piso salarial definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho ( confira a tabela completa aqui ). A aplicação não é aplicável também à remuneração de servidores públicos estaduais e municipais.

Valorização - Além do reajuste, o projeto do governo estabelece uma regra para a valorização dos pisos salariais. De acordo com o texto, todos os mínimos regionais fixados a partir de 2023 passarão por uma negociação tripartite entre as Centrais Sindicais e Federações Patronais, com a participação do Governo do Estado, e poderão contar com o acompanhamento do Ministério Público do Trabalho e da Superintendência Regional do Trabalho; Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e Departamento Intersindical de Estudos e Estatísticas Socioeconômicas (Dieese).

Comissão tripartite - A comissão tripartite será criada até o final do primeiro semestre de 2022. O Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda será responsável pelo monitoramento e avaliação da política estadual de valorização do Piso Salarial no Estado do Paraná.

Não se aplica - A lei não se aplica aos empregados que têm piso salarial definido em Lei Federal, Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho e aos Servidores Públicos. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

LEGISLATIVO I: Relator do Orçamento propõe salário mínimo de R$ 1.210 em 2022

legislativo I 21 12 2021O relator do projeto de lei do Orçamento de 2022, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), propôs o salário mínimo no valor de R$ 1.210 para o próximo ano. O valor consta do parecer apresentado nesta segunda-feira (20/12) na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso.

Aumento - Esse montante representa aumento de 10,04% em relação ao salário mínimo atual de R$ 1,1 mil. A variação corresponde à projeção oficial da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para este ano. O que indicaria mais um ano sem ganhos reais (reajuste acima da inflação).

Projeção defasada - No entanto, o próprio parecer menciona que a projeção está defasada e cita uma previsão atualizada de 10,18% para o INPC. Caso esse valor prevaleça, o salário mínimo subiria para R$ 1.212 no próximo ano. A proposta original do governo, enviada em agosto, previa salário mínimo de R$ 1.169, mas não contemplava a inflação acima do previsto no segundo semestre deste ano, provocada principalmente pelo reajuste da energia e dos combustíveis.

Aprovação - O relatório de Hugo Leal precisa ser aprovado pela CMO e depois pelo plenário do Congresso, em sessão conjunta da Câmara e do Senado. A votação desta segunda na CMO foi adiada.

Valor - Mesmo sem aumento real (acima da inflação), o valor exato do salário mínimo só será conhecido no fim de janeiro, após a divulgação do INPC [Índice Nacional de Preços ao Consumidor] consolidado de 2021 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Sem reajuste - Hugo Leal rejeitou o pedido do Ministério da Economia para incluir, em seu parecer, um reajuste salarial para servidores. Na semana passada, a pasta enviou um ofício com pedido para reservar R$ 2,8 bilhões do Orçamento do próximo ano para reajustar o salário de algumas categorias.

Origem - Desse total, R$ 2,5 bilhões viriam do Orçamento primário (formado pela arrecadação de tributos) para pagar os reajustes. Os R$ 355 milhões restantes sairiam da emissão de títulos públicos para financiar o aumento da contribuição da União para a Previdência dos servidores.

Categorias - O documento não informa que categorias serão atendidas. No entanto, no último dia 14, o presidente Jair Bolsonaro tinha prometido aumentos salariais para policiais federais, policiais rodoviários federais e agentes penitenciários.

Reunião - Na tarde desta segunda, Hugo Leal e a presidente da CMO, senadora Rose de Freitas (MDB-ES), reuniram-se com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para tentar chegar a um acordo e destravar a votação.

PEC dos Precatórios - O parecer do relator Hugo Leal prevê R$ 113,1 bilhões, a previsão de espaço fiscal (espaço para gastos) aberto pela promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios. Originalmente, o Ministério da Economia previa espaço de R$ 106,1 bilhões.

Distribuição - Dos R$ 113,1 bilhões totais, o Poder Executivo contará com R$ 110 bilhões. Os R$ 3,1 bilhões restantes serão abertos para os Poderes Legislativo e Judiciário, Ministério Público Federal e Defensoria Pública da União.

Auxílio Brasil - A maior parte do espaço fiscal, R$ 89 bilhões, será usada para custear o Auxílio Brasil de R$ 400 para cerca de 17,9 milhões de famílias. O restante será usado para financiar o reajuste dos benefícios da Previdência Social, que também segue o INPC e cuja estimativa de gastos subiu com o aumento da inflação. O espaço fiscal também viabilizará o reajuste do seguro-desemprego e de benefícios de assistência social, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC). (Agência Brasil)

FOTO: Billy Boss / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO II: Projeto que regulamenta cobrança de ICMS em operação interestadual vai à sanção

legislativo 21 12 2021Segue para sanção projeto, do senador Cid Gomes (PDT-CE), que regulamenta a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre vendas de produtos e prestação de serviços a consumidor final localizado em outro estado. O Senado aprovou nesta segunda-feira (20) um substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 32/21. Foram 70 votos favoráveis e nenhum contrário.

Regulamentação - A proposta, que altera a Lei Kandir (Lei Complementar 87, de 1996), procura evitar falta de regulamentação a partir de 2022 em razão de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de fevereiro deste ano, que considerou inconstitucionais várias cláusulas do Convênio 93/15, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne todos os secretários estaduais de Fazenda. 

Convênio - Esse convênio regulamentou o pagamento do ICMS nas operações interestaduais de bens e serviços segundo as regras da Emenda Constitucional 87/15, mas o STF entendeu que é necessária lei complementar para disciplinar, em âmbito nacional, a cobrança do diferencial de alíquota do ICMS exigida pelos estados.

Recomendação - O relator no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) recomendou a aprovação do substitutivo com ajustes de redação. Ele destacou que a aprovação do projeto garante o cumprimento do que já está determinado na Constituição e já vem sendo adotado pelos estados, mas que ficaria sem previsão legal a partir de 2022. “Não há perda para ninguém. Era necessária esta lei complementar para a continuidade da cobrança”, apontou Wagner. 

Aprovado - O projeto já havia sido aprovado pelo Senado em agosto, quando o senador Cid Gomes destacou que o ajuste não implica aumento de impostos para o consumidor. Na sessão desta segunda-feira (20/12) ele agradeceu ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por ter convocado a sessão e reforçou que as regras atuais se encerram em 31 de dezembro caso uma lei complementar não fosse aprovada. “Os estados que enviam a mercadoria ficam com um percentual e o estado que recebe fica com outro. Apresentamos o projeto a pedido do Confaz”, ressaltou Cid.

Emenda - Conhecida como emenda do comércio eletrônico, a Emenda 87 determinou que, quando o comprador do bem ou tomador do serviço não for contribuinte do ICMS (comprador pessoa física de sites de e-commerce, por exemplo), a empresa vendedora deverá pagar ao estado de origem a alíquota interestadual (7% ou 12%, conforme o estado) e para o estado de destino do bem ou serviço a diferença entre sua alíquota interna e a alíquota interestadual (diferencial de alíquotas – Difal).

Responsável - A fim de definir o responsável por pagar o diferencial, a norma separou os consumidores entre os que estão sujeitos ao ICMS (empresas) e os que não recolhem o imposto, como as pessoas físicas, por exemplo. Pela norma, quando uma empresa que paga ICMS consome um produto ou serviço vindo de outra unidade da Federação, é ela quem deve pagar o diferencial de alíquota ao seu estado. Já no caso do consumidor pessoa física, o fornecedor do produto ou serviço é quem paga o diferencial.

Exemplo - Dessa forma, se uma empresa paulista vendeu uma geladeira por R$ 1 mil a uma empresa paranaense e a alíquota interna do Paraná é de 18% e a alíquota interestadual sobre o comércio entre os dois estados é de 12%, a empresa de São Paulo deve recolher 12% ao governo paulista e a empresa paranaense pagará ao Paraná o valor da diferença, de 6%.

Pessoa física - Mas, se foi uma pessoa física quem comprou a geladeira, a diferença deve ser paga pelo próprio fornecedor ao governo do Paraná. Ou seja, a empresa paulista que vendeu à pessoa física arcará sozinha com os mesmos R$ 180, destinando R$ 120 para São Paulo e R$ 60 para o Paraná.

Estímulo regional - A alíquota interestadual varia conforme a região dos estados de origem e de destino das mercadorias.

Percentual - Quando os produtos saem do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) para estados das demais regiões, aplica-se a de 7%. A de 12% é usada em todos os demais destinos, inclusive para os estados do Sul e Sudeste entre si.

Constituição - A Constituição já previa que, no comércio entre empresas, a diferença entre a alíquota interna do estado de destino (17% a 19%, na maior parte dos casos gerais) e a alíquota interestadual (7% ou 12%) fica com o Fisco de onde está o comprador.

Desenvolvimento regional - Essas regras foram criadas para incentivar o desenvolvimento regional, pois, em 1988, ano da Constituição, Sul e Sudeste concentravam grande parte das indústrias.

Portal - A principal novidade no substitutivo do deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE) é a determinação aos estados de criarem um portal para facilitar a emissão de guias de recolhimento do Difal.

Legislação - O portal deverá conter ainda informações sobre a legislação aplicável à operação específica, incluindo soluções de consulta e decisões de processos administrativos com caráter vinculante; alíquotas; informações sobre benefícios fiscais que possam influir no tributo a pagar; e obrigações acessórias.

Condição - Apesar de incorporar no texto legal as regulamentações do convênio, o texto condiciona sua vigência ao terceiro mês seguinte ao da disponibilização do portal.

Definição - Caberá aos estados e ao Distrito Federal definir em conjunto critérios técnicos necessários para a integração e a unificação entre os portais de cada unidade da Federação.

Vigência - As normas do PLP entrarão em vigor somente depois de 90 dias da publicação da futura lei, mas como o Supremo decidiu que as normas do convênio não valem a partir de janeiro de 2022, haverá um período sem regulamentação vigente.

Fato gerador - O texto define detalhes necessários à cobrança e ao pagamento do tributo, como o fato gerador, o contribuinte responsável pelo recolhimento e a base de cálculo do ICMS.

Difal - Assim, nas situações em que o consumidor final não for contribuinte do ICMS, o Difal caberá ao estado em que ocorrer a entrada física da mercadoria ou bem ou o fim da prestação do serviço, mesmo que tenham passado pelos territórios de outros estados até o destino final.

Transporte interestadual - Especificamente quanto ao transporte interestadual de passageiros, o texto considera que o fato gerador do tributo ocorre no estado em que o passageiro embarca, cabendo a essa unidade da Federação o tributo apurado pela sua alíquota interna.

Dedução - Além de deixar claro na lei que o ICMS integra sua própria base de cálculo nessas situações de operações interestaduais, o texto explicita que o crédito relativo a operações anteriores deve ser deduzido apenas do que for devido de imposto à unidade federada de origem. (Agência Senado)

FOTO: Edilson Rodrigues / Agência Senado

 

SAÚDE I: País registra 2.094 novos casos e 70 óbitos pela Covid-19

Neste momento, o Brasil registra 22.215.856 casos confirmados da Covid-19, sendo 2.094 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h. Em relação aos óbitos, o Brasil tem 617.873 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registrados 70 óbitos nos sistemas oficiais, sendo que 31 ocorreram nos últimos três dias – outros 2.726 permanecem em investigação.

Curadas - Brasil já registra 21.493.235 pessoas curadas da Covid-19. O número de recuperados no país é maior do que a quantidade de pacientes em acompanhamento médico (104.748). As informações foram atualizadas pelo Ministério da Saúde às 18h desta segunda-feira (20/12) – os dados são enviados à pasta pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde.

Instabilidade - Devido à instabilidade no sistema, alguns estados e municípios não registraram os casos e óbitos pela Covid-19. Portanto, os dados podem ser atualizados. O Ministério da Saúde trabalha para restabelecer o sistema o mais rápido possível.

Ômicron - O balanço divulgado pelo Ministério da Saúde indica ainda que foram registrados 27 casos no Brasil da nova variante do coronavírus, a Ômicron. As infecções foram registradas em São Paulo (16), em Minas Gerais (3), em Goiás (4), no Distrito Federal (2), no Rio Grande do Sul (1) e no Rio de Janeiro (1). Há ainda, segundo a pasta, sete casos em investigação em Goiás (2) e Minas Gerais (5). (Com informações do Ministério da Saúde e da Agência Brasil)

 

d9a0f27b-ec0d-4f34-aece-54c84d412797

SAÚDE II: Boletim registra mais 419 novos casos e dois óbitos pela Covid-19

saude II 21 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta segunda-feira (20/12) mais 419 casos e duas mortes no Paraná em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento mostram que o Paraná soma 1.586.878 casos confirmados e 40.634 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de dezembro (144), novembro (13), outubro (16), setembro (16), agosto (4), julho (10), junho (25), maio (13), abril (11), março (39), fevereiro (20) e janeiro (20) de 2021 e dezembro (10), novembro (15), outubro (14), setembro (8), agosto (12), julho (11), junho (13), maio (2) e abril (3) de 2020. Os óbitos são de dezembro (1) e março (1) de 2021.

Internados - 67 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados, todos em leitos SUS (38 em UTIs e 29 em leitos clínicos/enfermarias).

Exames - Há outros 360 pacientes internados, 169 em leitos de UTI e 191 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais dois pacientes. Uma mulher de 71 anos residente em Prudentópolis e um homem de 93 anos residente em Francisco Beltrão. Os óbitos ocorreram entre 17 de março e 8 de dezembro de 2021.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa contabiliza 6.302 casos de não residentes no Estado – 223 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja os ajustes (exclusões e correções de municípios).

 

SAÚDE III: Estado anuncia redução do intervalo de D2 e da dose de reforço contra a Covid-19

saude III 21 12 2021 O Governo do Estado anunciou, nesta segunda-feira (20/12), que vai reduzir o intervalo para aplicação da segunda dose da vacina contra a Covid-19 e aumentar a aplicação da dose de reforço. Em entrevista coletiva, o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, disse que o Paraná vai seguir a recomendação do Ministério da Saúde divulgada na Nota Técnica número 65/2021, da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, para reduzir o intervalo, de cinco para quatro meses, entre a segunda dose e a dose reforço das vacinas contra doença.

Maior proteção - Essa redução permitirá maior proteção contra a nova variante Ômicron e contribuirá ainda mais para a imunidade efetiva da população. “A dose reforço está passando de 150 para 120 dias de intervalo para a população acima de 18 anos, uma decisão que assumimos a partir desta segunda-feira e que será pactuada nos próximos dias com os municípios, por meio de uma reunião com os Intergestores Bipartite”, confirmou o secretário.

Pflizer - A vacina da Pfizer/BioNTech poderá ser utilizada como dose de reforço em pessoas vacinadas com os imunizantes Coronavac, AstraZeneca e Pfizer. A vacina da Janssen, administrada inicialmente como dose única, deverá ser reforçada em um período mínimo de dois meses e máximo de seis, após a aplicação, sendo utilizado o mesmo imunizante. Para as gestantes, o intervalo é de cinco meses e a orientação é que seja aplicada apenas a da Pfizer.

Imunossuprimidas - Às pessoas imunossuprimidas, serão disponibilizadas a quarta dose de vacina contra a Covid-19. Vale para quem tem mais de 18 anos e tenha recebido a dose de reforço há, pelo menos, quatro meses. Os imunossuprimidos são aqueles que têm a imunidade comprometida por alguma doença ou tratamento médico.

Redução - “Além dessa alteração da dose reforço, teremos a redução do tempo para a segunda dose da vacina. Seguiremos conforme a bula da vacina e, a partir de agora, todos os municípios estão autorizados a reduzir o tempo entre D1 e D2", disse.

Segunda dose - Em reunião extraordinária da Comissão Intergestores Bipartite (CIB) do Paraná, realizada na semana passada, pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems/Pr), foi autorizada a redução do intervalo do imunizante Pfizer de 56 para 21 dias entre a primeira e segunda dose para a população acima de 12 anos.

Cenário - A deliberação nº 345 considerou o atual cenário epidemiológico da pandemia da Covid-19, com aumento de casos e óbitos no mundo, e que os países têm apresentado diferentes coberturas vacinais e a confirmação da variante Ômicron (B.1.1.529).

Outros motivos - De acordo com o documento, outros motivos foram pontuados para a alteração. Um deles é que a vacina se torna menos eficaz com o tempo, por isso a necessidade em reforçar a imunização. O prazo de vencimento das vacinas da Pfizer, a cobertura vacinal das primeiras doses quase por completa no Estado, o aproveitamento das doses após o descongelamento, também foram argumentos considerados para a decisão da comissão.

Estratégias - A comissão solicitou o reforço de estratégias de vacinação dos municípios, como o agendamento, busca ativa, registro de dados em tempo oportuno, vacinação extramuro, a fim de garantir a adesão da população para a completude do esquema vacinal.“Neste momento, é importante que se atinja essas pessoas que estão com a vacinação atrasada", completou, Beto Preto.

Armazenadas - Atualmente, a Sesa possui armazenado no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) um total de 523.770 doses, quantitativo suficiente, neste momento, para realizar essa antecipação de pessoas que receberam a primeira dose há quatro meses. A continuidade da aplicação da dose de reforço está condicionada ao envio de doses por parte do Ministério da Saúde.

Participação - Estiveram na apresentação das novas orientações à imprensa, a secretária Municipal da Saúde de Curitiba e diretora administrativa da Cosems, Márcia Cecília Huçulak, a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes, o diretor-geral da Sesa, Nestor Werner Junior e a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, AcáciaNasr. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO:Danilo Avanci / Sesa

 

SIMEPAR: Verão começa nesta terça-feira sob influência de La Niña no Paraná

meteorologia destaque 21 12 2021O verão começa às 12h59 desta terça-feira (21/12) e termina no dia 20 de março de 2022, às 12h33. Segundo as análises do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), o primeiro dia da estação será parcialmente nublado com pancadas de chuva nas regiões Metropolitana de Curitiba, Sudoeste, Sudeste e Centro Sul. No Oeste, Noroeste, Norte Central, Norte Pioneiro, Centro Ocidental e Campos Gerais, o dia estará parcialmente nublado sem chuva. O sol predomina no Litoral. As temperaturas devem variar de 14 ºC, em Jaguariaíva e Telêmaco Borba, a 37 ºC em Umuarama.

La Niña - O fenômeno climático La Niña permanece ativo com intensidade moderada, perdendo força apenas no final da estação. O resfriamento da temperatura da superfície das águas altera os padrões climáticos globais. “Estão previstos dias consecutivos de tempo seco e temperaturas elevadas, ocasionando períodos de desconforto térmico”, afirma o meteorologista do Simepar, Marco Jusevicius. Típicas do verão paranaense, as tempestades isoladas e/ou em aglomerados de nuvens só poderão ser previstas em curto ou curtíssimo prazo.

Temperatura média - A temperatura média do ar deve ficar de próxima à média climatológica a ligeiramente acima da normalidade. Já a ocorrência de chuvas ficará entre abaixo e próxima à média climatológica em todas as regiões, com distribuição irregular no tempo e no espaço, como já vem ocorrendo nos últimos meses.

Dificuldade - “O cenário climático global desfavorável indica dificuldade para recuperar e manter de forma sustentada os níveis dos reservatórios de abastecimento de água na Região Metropolitana de Curitiba”, observa Jusevicius.

Maior estiagem - “Estamos enfrentando a maior estiagem dos últimos 100 anos. Nesse cenário, é importante que todos continuem a usar a água de maneira consciente e responsável, apesar do calor, economizando sempre que possível, para que as futuras gerações tenham água em quantidade e qualidade”, destaca o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Paraná, Marcio Nunes.

Climatologia - Ainda assim, o verão é a estação mais chuvosa no Estado do Paraná, e mais sujeita a intempéries. “Fatores climatológicos favorecem as chuvas intensas, localizadas e de curta duração, com raios e trovoadas”, explica o meteorologista Samuel Braun, do Simepar.

Eventos extremos - Nos eventos extremos, vendavais e tempestades de granizo costumam afetar todas as regiões do Estado. Os valores médios mais elevados de temperaturas ocorrem habitualmente nas regiões Oeste, Sudoeste, Norte e litorânea.

Site - No site www.simepar.br estão disponíveis informações atualizadas sobre as condições do tempo no quadro Palavra do Meteorologista. Também pode ser consultada a previsão do tempo para até quinze dias por município e região do Paraná. Além disso, podem ser visualizadas imagens de satélite, radar, raios, modelo numérico e telemetria (temperaturas e chuvas).

Agrometeorologia - “É provável que agricultura de forma geral tenha um desempenho abaixo do esperado e não atinja seu máximo potencial produtivo, a confirmar-se a previsão climática de continuidade de chuva aquém da média até próximo da média climatológica durante o verão, com distribuição espacial e temporal irregular”, afirma a agrometeorologista do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Heverly Morais.

Lavouras - A grande maioria das lavouras paranaenses de soja e milho está na fase de florescimento e enchimento dos grãos, com intensa demanda por água. Seriam necessárias chuvas abundantes no início do verão para suprir a necessidade hídrica das culturas e garantir boas produtividades. O desenvolvimento de outras culturas como feijão, mandioca e cana-de açúcar, bem como as pastagens, também pode ser prejudicado pela pouca precipitação na mudança de estação.

Culturas perenes - Culturas perenes como as frutíferas arbóreas e o café devem apresentar boa evolução no decorrer da estação, pois toleram melhor o déficit hídrico devido às suas raízes mais profundas. As hortaliças demandarão um cuidado intensivo em consequência das altas temperaturas e de episódios de chuvas intensas e de curta duração muito comuns no verão.

Manejo do solo - “Para reduzir as perdas na agricultura causadas por períodos secos, é muito importante o manejo adequado do solo, com cultivo e incorporação de plantas de cobertura em Sistema de Plantio Direto, prática esta que melhora os atributos físicos e químicos do solo, aumenta a infiltração e o armazenamento da água, aprofunda as raízes, reduz a transpiração das plantas e ameniza a temperatura e a evaporação, mantendo a água disponível para a cultura por um período maior”, recomenda a pesquisadora. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: AEN

 

meteorologia tabela 21 12 2021

 


Versão para impressão


RODAPE