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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5228 | 30 de Dezembro de 2021

BALANÇO 2021: Um ano de superação e conquistas para o cooperativismo do PR, com crescimento em empregos, exportações e investimentos

 

 balanco 2021 30 12 2021Em mais um ano de pandemia da Covid-19, o cooperativismo mostrou porque está posicionado entre os setores mais estratégicos do Paraná. Mesmo diante das turbulências econômicas e políticas internas, que se somaram às questões de ordem internacional de logística, custos de insumos e restrição comercial de alguns países, 2021 encerra com indicadores positivos para o setor, sinal de resiliência e superação frente às incertezas e de confiança naquilo que o cooperativismo faz de melhor: organizar atividades econômicas e focar nas pessoas. A prática dos fundamentos do modelo cooperativista, aliada à boa governança e investimentos em capital humano, modernização, pesquisa e aplicação de novas tecnologias, impulsionaram a atuação do setor, fazendo com que mais pessoas aderissem ao movimento. Em 2021, cerca de 220 mil pessoas se associaram a uma das 216 cooperativas registradas no Sistema Ocepar. Com isso, o quadro social avançou 9% em relação a 2020, passando de 2,5 milhões para 2,7 milhões de cooperados.

 

Representatividade - O ramo crédito foi o que registrou o maior aumento no quesito “cooperados”. Formado por 54 cooperativas, entre os empreendimentos cooperativos independentes, como a Credicoamo, Credicoopavel, Credialiança e Lar Credi, cuja atuação é focada em atender as demandas por crédito dos produtores rurais, e as singulares ligadas aos sistemas Sicredi, Sicoob Unicoob, Uniprime, Cresol e Ailos, o ramo crédito fechou o período com mais de 2,4 milhões de cooperados. É um universo de pessoas com acesso aos serviços financeiros, em que os associados são também donos do empreendimento e contam com diversos benefícios, entre os quais taxas mais atrativas e distribuição de sobras.

 

Uma população que coopera - “Nossa responsabilidade cresce a cada ano, à medida que mais pessoas aderem ao cooperativismo, por confiarem na proposta desse modelo de negócio e perceberem que as cooperativas se tornaram uma das melhores maneiras de apoio às suas atividades, com melhoria da renda”, comenta o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken. A estimativa é de que quase metade da população do Estado tenha alguma ligação com o cooperativismo. Considerando somente os associados e empregados das cooperativas, mais seus familiares, são quase 5 milhões de pessoas.  

Investimentos - Outro dado importante e que sinaliza o bom desempenho no ano foi a disposição das cooperativas em investir. Confiantes em suas estratégias de negócios, os aportes investidos chegaram a R$ 4,45 bilhões nesse ano, incremento de 53,2% em relação ao ano anterior. Boa parte desse volume abrangeu obras de melhorias de infraestrutura, aumento da capacidade de armazenagem, ampliação e construção de novas fábricas no Paraná e nos demais estados onde atuam, como Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás e Tocantins.

Empregos - O apetite em investir refletiu, obviamente, na geração de empregos. Com forte atuação regional, as sociedades cooperativas são as maiores empregadoras em cerca de 130 cidades paranaenses. Este status se fortaleceu em 2021. No ano, foram criadas 7.530 novas vagas, sendo necessário, inclusive, buscar trabalhadores fora da área de atuação das cooperativas, em outros municípios e até estados, para suprir a demanda por mão de obra. O setor encerrou 2021 com 127,7 mil empregos diretos, um aumento de 7,5% se comparado aos números do ano passado.

 

Resultados - Em relação à movimentação econômica, o ramo agropecuário é o mais representativo, respondendo por cerca de 90% do faturamento conjunto das cooperativas registradas no Sistema Ocepar, que em 2021 totalizou R$ 152,5 bilhões, 31,8% a mais que no ano anterior. As sobras também tiveram um crescimento expressivo, chegando a R$ 7,6 bilhões, 27,1% a mais que em 2020. Além de emprego e renda, a atuação das cooperativas impacta no desenvolvimento dos municípios onde elas estão presentes. “Todos os resultados financeiros de uma cooperativa retornam, de uma maneira ou de outra, para a localidade em que atua”, explica Ricken. Estratégias focadas na industrialização, transformando matéria-prima em produtos prontos para o consumo, e as exportações em alta, que chegaram a US$ 6,48 bilhões em 2021, ou seja, 23,5% a mais que no ano passado, estão entre os fatores que impulsionaram os resultados do cooperativismo neste ano.

 

Industrialização - O Paraná possui 58 cooperativas agropecuárias. Uma rede organizada, composta por mais 190 mil produtores associados e que respondem por cerca de 60% da safra de grãos do estado. O superintendente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Robson Mafioletti, conta que as cooperativas participam em todo o processo de produção, desde a assistência técnica aos produtores, ao armazenamento, industrialização e comercialização. “Atualmente, mais de 50% do volume recebido pelas cooperativas passa por algum processo de transformação e agregação de valor nas mais de 120 unidades agroindustriais de cooperativas no Estado”, destaca Mafioletti.

 

Portfólio variado - O investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação é constante para que os consumidores tenham à mesa os melhores alimentos. O portfólio grande e variado de produtos conquista consumidores dentro e fora do Brasil. Modernas, sem perder sua essência cooperativista, as cooperativas paranaenses exportam para mais de 150 países, sendo que a expectativa é ganhar novos mercados com reconhecimento da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), em 27 de maio de 2021, do Paraná como área livre de febre aftosa sem vacinação e área livre de peste suína clássica.

Formação - Para pavimentar as bases de seu crescimento, o cooperativismo investe em formação profissional e no desenvolvimento de programas alinhados às demandas postas por estes novos tempos. Em 2021, somente com recursos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), foram realizados 8.500 eventos de capacitação profissionale promoção social, totalizando 190 mil participações e cerca de R$ 60 milhões de investimentos em ações de treinamento de empregados e cooperados. Segundo o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, o apoio à gestão foi mantido por meio de ações como o Programa de Autogestão do Sistema Cooperativo, iniciado nos anos 90 e hoje realizado com o apoio da entidade. “O Autogestão protege e auxilia as cooperativas em suas tomadas de decisões”, afirma. Destaque também para o Programa de Inovação do Cooperativismo, ação que já formou mais de 500 agentes de inovação nas cooperativas do Estado e resultou em cerca de 200 oportunidades de inovação e de melhoria, e o Programa de Compliance que garante maior transparência e credibilidade ao sistema cooperativista. “Investir nas pessoas e nas suas atividades econômicas, no meio ambiente e nas comunidades onde atuam, buscando sempre levar produtos e serviços de qualidade para a população do Brasil e demais países para onde exportam seus produtos, tem sido uma constante do cooperativismo. E os investimentos nas pessoas não se resume às cooperativas agropecuárias. É a tônica também das cooperativas de saúde, crédito, transportes, infraestrutura, trabalho, serviços e consumo. Onde tem uma cooperativa, com certeza há dedicação para que as pessoas sejam bem atendidas”, frisa Boesche.

50 anos da Ocepar - No dia 2 de abril de 2021, a Ocepar completou 50 anos de fundação e, para marcar a data, lançou o Plano Paraná Cooperativo 200, o PRC200. O superintendente da Federação das Cooperativas do Paraná (Fecoopar), Nelson Costa, afirma que o PRC200 tem como finalidade desenhar o plano estratégico do cooperativismo paranaenese para os próximos 10 anos. “Este novo planejamento estratégico é composto por 20 projetos estruturantes e estratégicos para o crescimento sustentável das cooperativas, com uma visão de longo prazo”, frisa.

Avaliação - “Não podemos dizer que foi um ano fácil. Mas, se compararmos com 2020, constatamos que houve avanço até mesmo em relação às reformas e modernização das legislações, dando maior segurança ao desenvolvimento das atividades econômicas e garantindo condições melhores para a população, especialmente as classes menos favorecidas”, comenta o presidente do Sistema Ocepar. Mesmo que a pauta aprovada no ano não tenha sido a esperada, o fato é que reformas importantes caminharam. Destaque, por exemplo, para a Lei Complementar 179, de 24 de fevereiro de 2021, que deu independência ao Banco Central do Brasil, leilões de concessões de aeroportos, ferrovias e rodovias, além dos novos marcos regulatórios do transporte de cabotagem, do saneamento básico, do setor ferroviário, da proteção de dados (LGPD) e a própria PEC dos Precatórios, cuja redação amplia a proteção à população em situação de vulnerabilidade social, estabelecendo o direito a uma renda básica familiar de caráter permanente. No âmbito do cooperativismo, há uma série de oportunidades que se abrem com a modernização de todo esse arcabouço legislativo que, somado a outros projetos de lei que estão em vias de aprovação, como é o caso do PLP 27, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e altera a Lei Complementar nº 130, irão possibilitar a expansão das atividades das cooperativas.

O que esperar de 2022 - Para 2022, José Roberto Ricken afirma que o setor segue determinado na defesa de temas que garantirão o crescimento sustentável do cooperativismo. “Potencial para crescer existe, nossas cooperativas, em seus diversos ramos, estão se modernizando e inovando para ampliarem sua atuação nesse mundo globalizado e que se transforma a cada dia, ficando mais desafiador, porém, com oportunidades. E queremos aproveitá-las, para gerar mais renda, empregos e qualidade de vida às pessoas. O momento é esse”, disse. Há grande expectativa, completa o dirigente, em relação à situação futura do País, com a superação da Covid-19 e suas lições. “Devemos focar nossas ações para o crescimento sustentável, buscar novas formas de alianças entre cooperativas e com os vários ramos do cooperativismo, avançar na certificação das cooperativas, buscar a excelência em modelos de governança e gestão. Também, profissionalizar cada vez mais as pessoas, identificar oportunidades de mercado e inovar sempre, levando novas oportunidades de geração de bens e serviços”, afirma.

Expectativas - Sobre a conquista de novos mercados, Ricken afirma que há por parte das cooperativas uma expectativa positiva em relação ao ganho de competitividade, principalmente por conta da sanidade agropecuária do Paraná, que obteve o reconhecimento internacional de área livre de aftosa sem vacinação e da peste suína clássica. “Essa foi a nossa grande conquista do ano, fruto de um trabalho conjunto entre o setor produtivo e o poder público estadual. Por fim, destaco a expectativa por melhorias da infraestrutura de transporte, em especial como o novo modelo de concessões de rodovias e, também, que sejam implementadas reformas consistentes que equacionem as deficiências estruturais existentes, principalmente em relação à demanda por investimentos, tais como: rodovias, ferrovias, energia, dentre outras, origem dos custos elevados de logística que têm penalizado a nossa competitividade”, conclui.

 

 

RECESSO: Sistema Ocepar retorna às atividades na segunda-feira (03/01)

1recesso 30 12 2021Devido às festividades de Ano Novo, o Sistema Ocepar estará em recesso nesta sexta-feira (31/12) e retornará às atividades na segunda-feira (03/01), a partir das 13h30. Desejamos a todos um próspero 2022, repleto de paz, harmonia, amor e saúde. Que os espíritos estejam renovados para este novo ciclo que se inicia, certamente com mais desafios e oportunidades.

FOTO: Jeff Jacobs / Pixabay

 

 

GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 30 12 2021A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta quinta-feira (30/12), o Informe Semanal referente ao período de 27 a 30 de dezembro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná. Confira abaixo os destaques do boletim.

Sistema Eletrônico de Registros Públicos (Serp) - No dia 28 de dezembro, foi publicada a Medida Provisória nº 1.085/2021, que estabelece o Sistema Eletrônico dos Registros Públicos (Serp), regulamentando a realização de atos eletrônicos pelos cartórios, além do uso de sistemas conectados, facilitando o fluxo de informações e a emissão de documentos. O texto ainda prevê a redução dos prazos máximos para diversos serviços cartoriais, bem como a criação da certidão da situação jurídica atualizada do imóvel, documento que contempla as informações sobre o imóvel e seu titular, além de dados necessários à comprovação de sua propriedade, à sua transmissão ou à constituição de garantias sobre o mesmo. A medida provisória segue para análise pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado após o período de recesso parlamentar.

Marco Legal das Ferrovias - O governo federal sancionou, com vetos, o PL 3.754/2021, dando origem à lei nº 14.273, de 23 de dezembro de 2021, que instituiu o novo marco legal do transporte ferroviário. A lei prevê a permissão para a construção de ferrovias por modelos de autorizações simplificadas, visando diminuir a burocracia e estimular investimentos privados para este modal de transporte. Dentre os dispositivos vetados, destacam-se algumas exigências técnicas e operacionais interpretadas como contrárias ao interesse público por gerarem custos ou obrigações excessivas tanto às entidades públicas como privadas, bem como vícios de constitucionalidade relacionados a direito de preferência, que poderiam desestimular a participação de novos interessados.

Diferencial de alíquota em ICMS - A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), em sessão extraordinária realizada no dia 27 de dezembro, aprovou o projeto de lei nº 782/2021, para regulamentar a arrecadação do diferencial de alíquota (Difal) em ICMS, nas operações destinadas ao consumidor final domiciliado em outro Estado, permitindo, assim, equalizar a diferença entre as alíquotas praticadas pelo Estado de destino e a alíquota interestadual. Em recente decisão na ADI 5479, o STF entendeu que estas arrecadações deveriam ser regulamentadas em lei formal e não por Decreto, como ocorria até então. Neste contexto, após a aprovação do PLP 32/2021 pelo Senado Federal, houve a formalização do PL 782/2021 para regulamentar o tema no Estado do Paraná, resguardando, assim, a arrecadação estimada em R$ 1 bilhão de reais no orçamento do próximo ano. O texto aguarda sanção pelo governador do Estado, Ratinho Junior.

Clique aqui e confira na íntegra o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

DOU: Publicada a lei que estabelece o marco regulatório do mercado de câmbio

dou destaque 30 12 2021Foi publicada, no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (30/12), a Lei nº 14.286, de 29 de dezembro de 2021, que dispõe sobre o mercado de câmbio brasileiro, o capital brasileiro no exterior, o capital estrangeiro no País e a prestação de informações ao Banco Central do Brasil, estabelendo o marco regulatório do mercado de câmbio no país. Esta Lei é conversão do PL 5.387/2019.

Espaço - O texto abre espaço para bancos e instituições financeiras brasileiros investirem no exterior recursos captados no país ou no exterior, além de facilitar o uso da moeda brasileira em transações internacionais. De acordo com a lei, as instituições financeiras e as demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central poderão alocar, investir e destinar para operação de crédito e de financiamento, no país e no exterior os recursos captados. Para isso, deve ser observados requisitos e limites de regulamentos editados pelo CMN - Conselho Monetário Nacional e pelo Banco Central. Segundo o governo, isso ajudará a financiar importadores de produtos brasileiros.

Novo valor- A lei estabelece que um novo valor que cada viajante pode portar ao sair do Brasil ou nele entrar. Em vez dos atuais R$ 10 mil serão US$ 10 mil ou o equivalente em outra moeda. Negociações de pequenos valores entre pessoas físicas também serão liberadas. Entretanto, foi diminuído o limite de US$ 1 mil para US$ 500. A lei fixa, ainda, que as remessas para o exterior a título de lucros, dividendos, juros, amortizações, royalties, assistência técnica científica, administrativa e semelhantes dependem de prova do pagamento do imposto sobre a renda devido, se for o caso.

Vigência - Esta Lei entra em vigor após um ano de sua publicação oficial. (Com informações do site migalhas.com.br)

Clique aqui para conferir na íntegra a Lei nº 14.286, de 29 de dezembro de 2021

FOTO: Pixabay

 

SICREDI: Entre as 200 maiores empresas do país, segundo o anuário Valor Grandes Grupos

sicredi 30 12 2021O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 5,5 milhões de associados e atuação em 25 estados e no Distrito Federal – marca novamente presença no ranking dos maiores grupos empresariais do Brasil. A instituição repete o feito dos últimos anos e é destaque no anuário Valor Grandes Grupos, elaborado pelo jornal Valor Econômico, que apresenta a análise 200 principais companhias em atividade no país.

Posição - Na edição 2021, publicada em dezembro, o Sicredi subiu uma posição em relação a 2020 e figurou na 68ª colocação geral, considerando todas as empresas listadas. Entre as 20 maiores companhias da área de finanças, a instituição ficou em 12º lugar. Outros marcos foram o 9º lugar entre os 20 maiores em Lucro Líquido e também entre os 20 melhores em Patrimônio Líquido; e a 12ª posição em Rentabilidade Patrimonial.

Duas décadas - Neste ano, o Valor Grandes Grupos, que considera as demonstrações financeiras combinadas, completa duas décadas de existência. O anuário traz organogramas completos com as participações acionárias de grupos empresarias, além de projeções e análises de especialista sobre quatro grandes setores: comércio, indústria, serviços e finanças.

Outras premiações e rankings em 2021 - Em 2021, o Sicredi também marcou presença em outros rankings e premiações nacionais de relevância, evidenciando a robustez do modelo de gestão da instituição financeira cooperativa. Além da conquista de posições no Valor Grandes Grupos, recentemente, a instituição foi destaque também nos rankings Finanças Mais (jornal O Estado de S.Paulo), Melhores & Maiores (revista Exame), Valor 1000 (jornal Valor Econômico) e Época Negócios 360º (revista Época). Também neste ano, o Sicredi teve seu Relatório de Sustentabilidade 2020 premiado no 23º Prêmio da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), com o segundo lugar na categoria Empresas de Capital Fechado.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

COPACOL: Ano Novo com emprego e crescimento profissional

copacol 30 12 2021Com grande potencial econômico, o Oeste do Paraná se tornou um polo para empreendedores e principalmente trabalhadores. Os maiores IDHs (Índices de Desenvolvimento Humano) do Estado – que levam em consideração longevidade, renda e educação – estão concentrados na região polo de grandes agroindústrias brasileiras. Grande parte do PIB (Produto Interno Bruto) paranaense tem os municípios do oeste como origem: 33% das riquezas do Estado provêm da agricultura.

Vagas - Tamanha a referência nacional, os investimentos são concentrados de maneira estratégica, gerando crescimento em oportunidades. Reconhecida como a Melhor Empresa do Agronegócio pelo Sistema Lide Paraná, a Copacol (Cooperativa Agroindustrial Consolata) começa 2022 com 900 vagas abertas em áreas técnicas e industriais.

Faturamento - Com previsão de R$ 7,8 bilhões em faturamento, a cooperativa possui 16 mil colaboradores nas operações administrativas na sede, nas unidades de grãos, nas fábricas de rações e nas indústrias de aves e peixes. Os sucessivos resultados positivos proporcionam um ambiente promissor em diferentes profissões. “A Copacol é uma empresa consolidada, que respeita cada um de seus colaboradores, oferecendo renda, estabilidade, benefícios e oportunidades de crescimento”, afirma o gerente do Departamento de Gestão de Pessoas, Marcos Antunes.

Crescimento - Com a evolução do agronegócio, profissionais encontraram no cooperativismo a chance de alcançar o próprio crescimento, contribuindo com o desenvolvimento sustentável da região. É o caso de Gilmar dos Santos, auxiliar de produção na pendura. Com 20 anos na Copacol, ele obtém segurança financeira para a família. “Estou feliz e não pretendo parar. Cheguei em Cafelândia sem nada, pagando aluguel, hoje tenho duas casas e cinco lotes: tudo com o trabalho aqui na Cooperativa”.

Agências do Trabalhador - Em Cafelândia são 4,1 mil moradores empregados na Cooperativa, Ubiratã 1,5 mil e Nova Aurora 1 mil. “O que seria dos pequenos municípios se não fosse a Cooperativa? Em nossa cidade possuímos matrizeiro, incubatório e granjas. Fala-se muito em crise econômica, mas veja quantas vagas estão abertas na Copacol. Só não trabalha quem não quer. Têm oportunidades e os trabalhadores precisam aproveitá-las”, afirma José Messias Andreta, gerente da Agência do Trabalhador em Moreira Sales.

Corbélia - Assim como nas demais cidades de abrangência da cooperativa, em Corbélia a Agência do Trabalhador possui espaço para entrevistas e seleção de candidatos. “Incentivamos muito a empregabilidade, pois assim fazemos a economia girar. Temos 280 colaboradores na Copacol, ou seja, famílias que conseguem dignamente seu ganha pão”, afirma Cláudia Francisca Wilsen, gerente da Agência do Trabalhador em Corbélia.

Cascavel - Em Cascavel, os Cras (Centros de Referência em Assistência Social) também encaminham candidatos à Cooperativa – ação conjunta a Agência do Trabalhador. “A Copacol é uma empresa onde o colaborador trilha uma carreira. Além dessa confiança de espaço para crescer, abre as portas também aos familiares, que podem conseguir um emprego e obter renda”, afirma a gerente da Agência, Marlene Crivelari.

Mais - Saiba das vagas na Copacol pelo Whats (45) 9 9973-4911, perfil no Linkedin e também pelo copacol.com.br/trabalhe-conosco.

Contato - Ligue na Agência do Trabalhador do seu município e confira as oportunidades: Anahy (45) 3249-1049; Boa Vista Da Aparecida (45) 3287-8341; Braganey (45) 3245-1235; Campo Bonito (45) 98406-9114; Cafelândia (45) 3241-2050; Catanduvas (45) 3234-8562; Cascavel (45) 3227-8118; Corbélia (45) 3242-8802; Guaraniaçu (45) 3232-1605; Ibema (45) 3238-1289; Iguatu (45) 3248-1194; Ouro Verde (45) 3261-1213; Capitão Leônidas Marques (45) 3286-3013; Santa Lúcia (45) 99916-0614/(45) 3588-1144; Lindoeste (45) 3237-8000; Três Barras (45) 99117-9302; Goioerê (44) 3522-2790; Mariluz (44) 3534-2283; Moreira Sales (44) 3532-2129; Quarto Centenário (44) 99902-0727; Tuneiras do Oeste (44) 3653-1839; Cruzeiro do Oeste (44) 99917-3588; Assis Chateaubriand (44) 3528-4005; Alto Piquiri (44) 3656-1610; Brasilândia do Sul (44) 98431-3143; Formosa do Oeste (44) 3526-1122; Iracema do Oeste (44) 3551-1092; Jesuítas (44) 3535-1192; Nova Aurora (45) 3243-2035; Tupãssi (44) 3544-1864; Cafezal (44) 3655-8000; Perobal (44) 3625-1429. (Imprensa Copacol)

 

AGRÁRIA: Mega Encontro de Tratores quer bater recorde mundial; inscrições abertas

A Cooperativa Agrária Agroindustrial, em parceria com o Sindicato Rural de Guarapuava, realiza no dia 7 de janeiro de 2022, a partir das 6h, o Mega Encontro de Tratores. O evento acontece no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR).

Recorde - O Mega Encontro de Tratores pretende bater o recorde mundial como o maior desfile de tratores do mundo, e entrar para o Guinness World Records®. A intenção é reunir 1.500 tratores, que percorrerão um trajeto de 3,5 km para validar sua participação na tentativa do recorde.

Importância do agronegócio - De acordo com o coordenador do Comitê de Organização do Mega Encontro, Cristian Abt, a ideia do evento é mostrar para o Brasil e para o mundo a importância do agronegócio. “Queremos celebrar a força dos homens e mulheres do campo, mostrando a relevância das atividades agropecuárias para a economia do nosso país”, destaca.

Participação - Poderão participar produtores de todo o Brasil, com os tratores em funcionamento, aptos a rodar o percurso estabelecido. Já está confirmada a presença de produtores rurais de diversos estados brasileiros. Além disso, todas as cooperativas e sindicatos rurais do Paraná foram convidados para estarem presentes com ao menos um trator no evento.

Inscrição - Os interessados em participar do Mega Encontro de Tratores deverão fazer inscrição de forma gratuita pelo site do evento (www.megaencontrodetratores.com.br).

Imigração suábia- O evento festivo faz parte da programação da festa em comemoração aos 70 anos da imigração suábia em Entre Rios.

Shows - Após o Mega Encontro de Tratores os participantes poderão curtir os shows que acontecerão no dia: Julio Cézar e Montenegro, Tchê Garotos, Conrado e Aleksandro e Carreiro e Capataz. Haverá também área de camping para hospedagem dos inscritos, e Bases de Apoio com segurança para tratores. Maiores informações pelo WhatsApp 42 3625-8577. (Assessoria Agrária)

 

agraria folder 23 12 2021

PRIMATO: Prêmio Excelência 2021 homenageia colaboradores, cooperados e fornecedores

Para celebrar os resultados e homenagear quem fez parte do crescimento alcançado neste ano, a Primato Cooperativa Agroindustrial realizou mais uma edição do Prêmio Excelência. Em dois dias, fornecedores, cooperados e colaboradores que estiveram comprometidos com o desenvolvimento da cooperativa foram premiados.

Fornecedores e cooperados - No dia 10 de novembro, foi a vez de enaltecer o trabalho dos fornecedores e cooperados, que buscam desenvolver suas especialidades em alinhamento com os objetivos, valores e propósitos da Primato. Os cooperados foram premiados nas categorias: leite, suínos iniciadores, suínos crechário, suínos terminação, tilápias, frango de corte, bovino corte, milho, soja, cliente agropecuária e cliente agrícola. Já entre os fornecedores, foram divididos nas seguintes áreas: agropecuária, agrícola, agroindústria, pesquisa e inovação, serviços, instituição financeira, infraestrutura, marketing e comunicação e varejo.

“Personalidade do ano” - A celebração contou ainda com a premiação na categoria “Personalidade do ano”, que homenageou o coordenador técnico de pesquisa e desenvolvimento da Primato, Vicente Mitsuhiro Matsuo, com anos dedicados à pesquisa e inovação na nutrição animal. “A busca pela excelência tem como objetivo a evolução da cooperativa em sua gestão para que se torne cada vez mais sustentável e que gere valor as partes interessadas, e para isso contamos com a participação das pessoas, dos nossos colaboradores, dos nossos cooperados e dos nossos fornecedores, que todos os dias buscam fazer o seu melhor para que possamos alcançar a excelência. Por isso, obrigado a todos vocês que se fazem presentes e tantos outros que fazem a Primato o que ela é”, destacou o presidente da Primato, Anderson Sabadin.

Colaboradores - A cerimônia do dia 08 de dezembro foi voltada aos colaboradores que buscam inovação, melhorias e avanços nas atividades que realizam na Primato. Funcionários com 5, 10 e 20 anos de casa foram lembrados e chamados ao palco. Na mesma noite, foi anunciada a vencedora na categoria “Unidade Excelência”, que premiou a Agropecuária de Guaraniaçu como o negócio da cooperativa que apresentou o melhor resultado líquido em 2021. Com a premiação, a gerente da unidade, Ana Cazella, ganhou uma viagem para Las Vegas, nos Estados Unidos, com acompanhante.

Premiação - O ápice do evento foi o anúncio do vencedor do prêmio “Colaborador Excelência 2021 das Unidades de Negócios da Cooperativa”. O engenheiro ambiental, Vinicius Lopes do Amaral, que está na cooperativa desde novembro de 2019 e atua como vendedor na loja agropecuária de Guaraniaçu, ganhou não só o troféu de primeiro lugar, mas também uma viagem para Las Vegas, com acompanhante. “Eu não esperava, sou novo de casa e só tenho a agradecer! Agradeço a Deus pela vida em um ano tão difícil quanto foi 2021. E também agradeço à Primato e à Ana Cazella que me deram essa oportunidade”, discursou Vinicius após a conquista. (Imprensa Primato)

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IPEA: Instituto aponta estabilidade dos investimentos em outubro frente a setembro

ipea 30 12 2021O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quinta-feira (30/12), o Indicador Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que apresentou crescimento nulo em outubro, na comparação com o mês de setembro, na série com ajuste sazonal. O trimestre móvel encerrado em outubro teve queda de 1,4%, porém, no acumulado em 12 meses, houve alta de 21,5%. O indicador apresentou expansão em relação aos mesmos períodos de 2020: alta de 10,6% em outubro e 15,2% no trimestre móvel.

Composição - A FBCF é composta por máquinas e equipamentos, construção civil e outros ativos fixos. A evolução do indicador representa o aumento da capacidade produtiva da economia e a reposição da depreciação do estoque de capital fixo. O consumo aparente de máquinas e equipamentos recuou 1% em outubro, encerrando o trimestre móvel com queda de 1,6%. Entre os componentes, enquanto a produção nacional de máquinas e equipamentos caiu 0,7% em outubro, a importação recuou 2,5%. No trimestre móvel, houve queda de 0,7% na produção nacional e 0,5% nas importações. No acumulado em 12 meses, a demanda interna por máquinas e equipamentos apresentou aumento de 29,3%.

Construção civil - Na construção civil, os investimentos avançaram 0,5% em outubro, na série dessazonalizada. No mês de setembro, o setor havia recuado, interrompendo quatro altas consecutivas; mas voltou a crescer, com avanço de 2,4% no trimestre móvel.

Desempenho - O bom desempenho foi generalizado na comparação com o mesmo período de 2020, com destaque para o componente máquinas e equipamentos, que cresceu 11,3% frente a outubro do ano passado. Os demais componentes também apresentaram crescimento: construção civil (10,6%) e outros ativos fixos (8,5%). Os resultados foram similares na comparação trimestral. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador

 

ECONOMIA I: Contas públicas registram superávit de R$ 3,9 bilhões em novembro

economia I 30 12 2021O Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, registrou superávit de R$ 3,9 bilhões, em novembro. O resultado é o melhor para o mês desde 2013. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (29/12) pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

Resultado primário - O resultado primário é formado por receita menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

Novembro 2020 - Em novembro de 2020, o Governo Central havia registrado déficit de R$ 18,3 bilhões. De acordo com o Tesouro, em novembro de 2021 houve um aumento real (descontada a inflação) de 4,4% (crescimento de R$ 5,6 bilhões) da receita líquida e um decréscimo real de 12,7% (menos R$ 18,5 bilhões) das despesas totais, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Essa diferença no resultado decorre da redução de gastos públicos, especialmente durante a pandemia.

Influência - "A diminuição nas despesas primárias em novembro de 2021 em comparação com o mesmo mês do ano anterior, por sua vez, foi influenciada principalmente pela redução nos gastos em resposta aos efeitos socioeconômicos da crise provocada pela covid-19. Créditos extraordinários apresentaram redução de R$ 20,3 bilhões quando comparados a novembro de 2020", diz o relatório.

Reduções - O governo também registrou reduções reais nas despesas de pessoal e encargos sociais (menos R$ 2,8 bilhões) e de benefícios previdenciários (menos R$ 2,7 bilhões).

Acumulado - Apesar do saldo positivo em novembro, o resultado acumulado nas contas públicas no ano totaliza um déficit primário de R$ 49,3 bilhões, ante déficit de R$ 699,1 bilhões no mesmo período de 2020. (Agência Brasil)

FOTOPalácio do Planalto

 

ECONOMIA II: Setor público pode ter primeiro superávit primário desde 2013

economia II 30 12 2021O setor público consolidado, que inclui o governo federal, estados, municípios e empresas públicas, pode fechar 2021 com superávit primário nas contas públicas, prevê o Tesouro Nacional. Este seria o primeiro resultado positivo desde 2013. De lá pra cá, as contas públicas acumulam oito anos consecutivos de déficit primário. O resultado primário é formado por receita menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

Indicação - A informação foi dada nesta quarta-feira (29/12) pelo secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, durante coletiva de imprensa. "Hoje a gente tem uma forte indicação que haverá superávit primário em 2021 considerando todo o setor público geral. Seria o primeiro superávit primário desde 2013", disse.

Governo Central - Isso deve ocorrer, segundo ele, porque o déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) será menor do que o previsto inicialmente, ficando abaixo do superávit primário das contas estaduais.

Déficit - "De janeiro a novembro, no Governo Central a gente tem um déficit de R$ 49 bilhões. Estados e municípios estavam com superávit de R$ 100 bilhões. Esses R$ 100 bilhões vão diminuir, porque esse mês de dezembro tem mais despesas, e os R$ 49 bilhões [de déficit do Governo Central] vão subir um pouco. Se for, por exemplo, cerca de R$ 70 bilhões [de déficit] do Governo Central e o dos estados for [superávit], por exemplo, de R$ 75 bilhões, a gente está falando de um superávit primário de uns R$ 5 bilhões", disse Valle.

Saldo - Em novembro, as contas públicas do governo federal tiveram saldo positivo de R$ 3,9 bilhões, melhor desempenho desde 2013. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

COMBUSTÍVEL: Petrobras faz ajustes pontuais em preços do diesel para distribuidoras

combustivel 30 12 2021A Petrobras anunciou, nesta quarta-feira (29/12), ter feito alguns ajustes pontuais nos seus preços de venda de diesel para as distribuidoras. As alterações são sete reduções de R$ 10 por metro cúbico (m³) (R$ 0,010 /litro) e um aumento de R$ 8 por m³ (R$ 0,008 /litro). Os ajustes passaram a vigorar na terça-feira (28/12).

Localidades - As reduções de R$ 10 /m³ ocorreram nos preços de diesel S10 em Ribeirão Preto (SP), Uberaba e Uberlândia (ambas em MG) e Brasília (DF); e também nos preços de diesel S500 em Ribeirão Preto (SP), Uberaba e Uberlândia (MG). Já o aumento de R$ 8 /m³ foi efetuado nos preços de diesel S10 em Senador Canedo (GO), com manutenção dos preços do diesel S500 no local.

Opção - A companhia lembrou também que desde o último mês de novembro passou a oferecer para as distribuidoras a opção de entrega de gasolina, diesel S10 e S500 em Vila do Conde (PA) por via marítima. O primeiro navio está programado para entrega em janeiro de 2022.

Ações - Segundo a Petrobras, essas ações visam aumentar a eficiência das operações e a competitividade da empresa em ambiente concorrencial. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SOJA: Brasil deve exportar mais neste ano

soja 30 12 2021A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) elevou um pouco sua estimativa de exportações de soja em dezembro para 2,777 milhões de toneladas, ante 2,768 milhões de toneladas previstas na semana passada. O número está bem acima de dezembro de 2020, quando foram exportadas 161,024 mil toneladas.

2021 - Para 2021, a entidade projeta agora exportação de 86,881 milhões de toneladas da oleaginosa. A Anec informou, ainda, que na semana de 19 a 25 de dezembro saíram dos portos 674,019 mil toneladas de soja. Para a semana de 26 a 1º de janeiro, a estimativa é de que sejam exportadas 655,837 mil toneladas, A projeção leva em conta a programação agendada nos portos.

Farelo - Já para o farelo perspectiva é de embarque de 1,682 milhão de toneladas em dezembro. No mesmo mês do ano passado, o total exportado foi de 1,111 milhão de toneladas. No ano a exportação do produto deve fechar em 17,016 milhões de toneladas.

Milho - Já em relação ao milho, a Anec divulgou que a exportação do Brasil deverá ter o menor patamar desde 2016 e chegar a apenas 20,7 milhões de toneladas em 2021. A projeção anterior era de 21,144 milhões de toneladas. Com isso a redução é de 38% nas exportações brasileiras de milho neste ano na comparação com 2020, quando os embarques já haviam caído ante um recorde de 41,2 milhões de toneladas em 2019.

Embarque - Em dezembro, o país deve embarcar 3,454 milhões de toneladas. Há uma semana, a perspectiva da entidade era de 3,914 milhões de toneladas. Em relação aos últimos anos, as vendas externas de 2021 só serão maiores do que as 17,45 milhões de toneladas de 2016.

Motivos - Entre os motivos para a baixa nas vendas está a quebra na safra, causada por fatores climáticos como seca e geadas pelo país. Ao mesmo tempo em que a safra brasileira de milho caiu para 87 milhões de toneladas em 2020/21, versus um recorde de 102,5 milhões no ciclo anterior, o consumo interno do cereal cresceu fortemente neste ano pela maior demanda da indústria de carnes e também das usinas de etanol, colaborando para limitar os embarques para fora. A demanda anual brasileira está estimada em mais de 72 milhões de toneladas, de acordo com a estatal Conab.

Segunda posição - O Brasil já figurou na segunda posição do ranking global de exportadores do cereal e hoje esse posto está com a Argentina. Na nova temporada (2021/22), caso a estimada safra recorde se confirme, o Brasil poderia voltar à posição de segundo exportador global, atrás apenas dos Estados Unidos, com embarques de 43 milhões de toneladas, conforme dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). O país superaria Argentina e Ucrânia entre os maiores exportadores. (Agrolink)

FOTO: Rodrigo Leal / Arquivo Appa

 

TRIGO: Em uma safra de cenários diversos, produção nacional bate recorde

trigo 30 12 2021Com a chegada do final do ano, mais uma safra de trigo foi concluída. E apesar dos desafios enfrentados pelos produtores em diversas regiões, a safra de 2021 reservou resultados que marcam este ciclo. Nela, o país registrou a maior produção de trigo de sua história, com 7,8 milhões de toneladas do cereal. Em um ano de números crescentes para a cultura no Brasil, há de se destacar a constante superação por parte dos agricultores, especialmente no período em que o cereal está valorizado e em escassez no mercado local, fator que ajuda toda a cadeia tritícola.

Protagonismo - Tratado como cultura marginal por longo período, o trigo vem ganhando papel protagonista nos últimos anos. A família Gomes, que cultiva trigo em Campinas do Sul (RS) desde a década de 1950, é um exemplo de como os triticultores vivenciaram momentos diferentes ao longo de décadas de produção do cereal. Atualmente, a propriedade da família é conduzida por Norberto, João Roberto e Manoel, três irmãos que, aos passos de seus pais, seguem investindo ano após ano na cultura. “Meu pai foi um dos primeiros da região a plantar trigo. Ele sempre foi uma pessoa pioneira e que gostava de investir em inovação. O trigo foi muito importante para a família. Tudo começou com ele”, afirma Manoel. Para o agricultor, uma das principais mudanças do início da história da família com o trigo foi em relação à comercialização. “Em meados dos anos 1980, tivemos épocas com problemas de vendas. Hoje em dia está melhor e no último ano os preços foram excelentes”, destaca Gomes.

Preço - O cenário de crescimento no preço do trigo foi um dos fatores que incentivaram a permanência da família na cultura. Além do destaque na composição da renda durante o ano agrícola, as vantagens agronômicas são fundamentais no planejamento das safras. “Estamos conscientes que queremos continuar plantando trigo, não apenas pela rotação de terra, como também pela maior facilidade de fazer a cultura sucessora”, pontua João Roberto Gomes. Casos como o da família Gomes e de tantas outras, que movem a cultura do cereal no país, ajudaram o Brasil a colher a maior safra de trigo da sua história. Segundo dados divulgados em dezembro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) do Ministério da Agricultura, o Brasil produziu, na safra 2021, 25% a mais do que na safra anterior.

Produção - Em sintonia com o cenário nacional, a Emater/RS também estimou a maior produção de trigo da história do Rio Grande do Sul, com 3,4 milhões de toneladas. A área semeada, de 1,17 milhão de hectares, foi a segunda maior da última década. Já a produtividade média de trigo no Estado cresceu cerca de 31% em comparação à safra anterior, passando de 2.207 kg/ha na safra 2020, para 2.893 kg/ha em 2021.

Desafios - Se na composição o cenário nacional mostra crescimento, é importante destacar que algumas regiões tiveram desafios durante a safra que se encerrou. No Paraná, por exemplo, a produção ficou abaixo do esperado, mas ainda assim apresentou números relevantes. “Havia a expectativa da produção recorde de quase 4 milhões de toneladas de trigo, porém com a ocorrência de alguns problemas climáticos, o Estado colheu 3,2 milhões de toneladas”, indica o analista de trigo do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral/PR), Carlos Hugo Godinho. Dentre os problemas que resultaram na redução do volume colhido, estão as chuvas em pré-colheita, vistas em algumas regiões, e a ocorrência de geadas. “Mas de maneira geral, a seca foi o fator mais impactante dessa safra”, destaca Godinho.

Regiões mais quentes - De acordo com o gerente comercial para a América Latina da Biotrigo Genética, Fernando Michel Wagner, as regiões mais quentes do Brasil que semeiam trigo em sequeiro tiveram na falta de chuvas o maior desafio dessa safra. “Além de algumas regiões do Paraná, esse cenário se repetiu no Cerrado, oeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul. Junto à falta de chuvas, algumas regiões registraram excesso de umidade durante o florescimento da cultura, tendo a ocorrência de giberela, o que exigiu esforços extras no beneficiamento dos grãos e, em consequência, na comercialização”, afirma.

Fundamentais - As regiões do Planalto Médio e dos Campos de Cima da Serra, no Rio Grande do Sul, de Campos Novos, em Santa Catarina, e de Campos Gerais e sudoeste, no Paraná, foram fundamentais para que o Brasil atingisse essa safra recorde. A união do clima adequado, manejo ajustado e genética de alto potencial construíram um cenário perfeito, levando as regiões à colheita de uma safra histórica. “Apesar de termos tido algumas regiões com colheitas abaixo do esperado, justificado pelas geadas e seca, a avaliação geral é positiva. Perder uma safra é algo frustrante para a cadeia como um todo e, mesmo com intercorrências, a comercialização desta safra segue em ritmo acelerado e em ótimos patamares”, aponta. Conforme Wagner, mesmo com os custos de todas as culturas em patamares superiores comparados ao ciclo que se encerra, o triticultor teve mostras da importância que o cereal tem na composição de sua renda. “Com um cenário de dúvidas na safra corrente de soja e milho verão, o trigo deve seguir como opção firme para 2022”, finaliza. (Assessoria de Comunicação e Marketing da Biotrigo Genética)

FOTO: Divulgação Biotrigo / Gui Benck

 

EMBRAPA FLORESTAS: Coleção de livros “Espécies Arbóreas Brasileiras” está disponível para download gratuito

embrapa florestas 30 12 2021A Embrapa Florestas acaba de disponibilizar, para download gratuito (clique aqui), os cinco volumes dos livros “Espécies Arbóreas Brasileiras”, de Paulo Ernani Ramalho Carvalho, pesquisador que hoje está aposentado e dedicou boa parte de sua trajetória profissional à redação e edição destes livros.

Informações - Os cinco volumes trazem 340 espécies arbóreas nativas do Brasil, com informações detalhadas tais como taxonomia, descrição, reprodução, ocorrência, aspectos ecológicos, clima, solos, sementes, produção de mudas, características silviculturais, melhoramento e conservação genética, crescimento e produção, características da madeira, principais produtos e usos, pragas e doenças e espécies afins; complementadas com mapas, tabelas e fotografias.

Acessível - Segundo Erich Schaitza, chefe geral da Embrapa Florestas, “nossa intenção é tornar a informação sobre nossas espécies nativas cada vez mais acessível. Temos desafios de restauração florestal e também compromissos assumidos com as novas metas climáticas (NDCs) e o conhecimento embarcado nestes livros pode ajudar no planejamento de uso e conservação das nossas espécies nativas”.

Disponibilidade - Os livros estão disponíveis na base de dados da Embrapa e podem ser baixados por volume. “A intenção é, em breve, disponibilizar novas formas de acesso a estas informações, mas este já é um primeiro passo”, informa Schaitza. “Nada mais justo do que ser uma homenagem ao Dr. Paulo Ernani, no ano em que completa 50 anos de formado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná”, comemora.

Link - Acesse em: https://www.embrapa.br/florestas/publicacoes/especies-arboreas-brasileiras. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Florestas)

 

SAÚDE I: Brasil registra 9.128 casos e 112 mortes em 24h

O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 22.263.834, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (29/12). Em 24 horas, autoridades de saúde registraram 9.128 diagnósticos positivos da doença.

Total - O total de mortes causadas pela covid-19 chegou a 618.817. De terça para quarta-feira (28 e 29/12), secretarias estaduais e municipais de Saúde confirmaram mais 112 óbitos. Ainda há 2.834 mortes em investigação, mas esses dados ainda estão passíveis de atualização. Os dados de mortes em investigação ocorrem por haver casos em que o paciente morreu, mas a investigação da causa demanda exames posteriores.

Recuperados - Até esta quarta (29/12), 21.575.485 pessoas haviam se recuperado da doença.

Estados - Segundo o boletim, o estado com mais mortes por covid-19 continua sendo São Paulo, com 155.127 registros. O estado não atualizou as informações desta quarta (29/12), sendo o dado referente a terça-feira (28/12). O segundo estado com mais mortes é o Rio de Janeiro, com 69.457. Minas Gerais (56.629), Paraná (40.885) e Rio Grande do Sul (36.436) vêm em seguida.

Menos óbitos - Os estados com menos óbitos pela doença são Acre (1.851), Amapá (2.020), Roraima (2.078), Tocantins (3.936) e Sergipe (6.056).

Mais casos - As unidades da federação com mais casos registrados são São Paulo (4,4 milhões), Minas Gerais (2,2 milhões) e Paraná (1,5 milhões). Os estados com menos casos são Acre (88,3 mil), Amapá (126,8 mil) e Roraima (128,7 mil). (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Mais 749 casos e quatro óbitos pela Covid-19 são confirmados no Paraná

saude II 30 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quarta-feira (29/12) mais 749 casos e quatro mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.590.348 casos e 40.661 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de dezembro (481), novembro (4), outubro (14), setembro (10), agosto (8), julho (2), junho (4), maio (1), abril (1), março (2) e janeiro (1) de 2021 e agosto (2), setembro (3), outubro (6), novembro (127) e dezembro (83) de 2020. Os óbitos são de dezembro (4) de 2021.

Internados - 49 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados, todos em leitos SUS (19 em UTI e 30 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 415 pacientes internados, 165 em leitos UTI e 250 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais quatro pacientes. São três residentes de Astorga (Uma mulher de 76 anos; um homem de 78 e um menino de 9) e um homem, de 75 anos, de Apucarana. Os óbitos ocorreram entre 22 e 27 de dezembro de 2021.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 6.394 casos de não residentes no Estado – 224 foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

Veja os ajustes (exclusões e correções de municípios).

 

SAÚDE III: Sesa distribui 79,3 mil vacinas contra a Covid-19 e reforça imunização neste fim de ano

saude III 30 12 2021A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) distribuiu 79.326 vacinas contra a Covid-19 nesta quarta-feira (29/12). Os imunizantes da Pfizer/BioNTech são destinados à primeira dose (D1), segunda dose (D2) e dose de reforço (DR).

Reforço - O envio tem por objetivo reforçar a imunização contra a doença no Paraná neste fim de ano. “Precisamos continuar vacinando. A pandemia não acabou e, se as pessoas deixarem de se imunizar, poderemos sofrer com a circulação de novas variantes, inclusive a Ômicron, que ainda não foi diagnosticada no Estado”, alertou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Retirada - Os imunizantes foram retirados no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar), em Curitiba, na tarde desta quarta-feira (29/12) pelas Regionais de Saúde que sinalizaram a necessidade de mais doses.

Demanda - A Sesa tem feito o envio de maneira fracionada mediante demanda dos municípios, considerando que as doses possuem menos tempo de validade após o descongelamento – no Cemepar as vacinas são mantidas em temperatura de -80º, o que aumenta o prazo para utilização.

Atendimento - “Nenhum paranaense ficará sem vacina por falta de doses. Os municípios que solicitarem serão atendidos dentro da sua capacidade de aplicação para reduzirmos ainda mais o risco de perda de doses”, ressaltou Beto Preto.

Distribuição - Confira a distribuição de doses enviadas por Regional de Saúde:

1ª RS – PARANAGUÁ: 12.846

2ª RS – METROPOLITANA: 12.906

4ª RS – IRATI: 1.686

5ª RS – GUARAPUAVA: 9.180

7ª RS – PATO BRANCO: 828

8ª RS – FRANCISCO BELTRÃO: 3.672

12ª RS – UMUARAMA: 1.368

14ª RS – PARANAVAÍ: 3.378

15ª RS – MARINGÁ: 18.474

16ª RS – APUCARANA: 8.472

18ª RS – JACAREZINHO: 462

21ª RS – TELÊMACO BORBA: 2.952

22ª RS – IVAIPORÃ: 3.102

TOTAL: 79.326 doses.

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

ARTIGO: O Ibovespa e sua vida financeira

*Juliana Olivieri Refundini e Rodrigo Martimiano da Rocha

Quem investe está obviamente esperando que seu dinheiro cresça! Mas, como saber se determinado investimento é bom ou ruim, sem um parâmetro para isso? É para isso que servem os indicadores, cada um com sua finalidade e particularidade. Hoje, falaremos do Ibovespa: você já ouviu falar sobre esse nome?

Ibovespa é o principal indicador do mercado de ações no Brasil, que reflete de forma simples o preço médio das ações das principais empresas brasileiras no mercado. O que isso quer dizer? Esse indicador representa o nível de interesse dos estrangeiros, e de todos que operam no mercado de ações, nas empresas brasileiras. Ou seja, quanta confiança eles têm de que tudo correrá bem por aqui.

O nome Índice Bovespa faz referência ao antigo nome da bolsa de valores do Brasil, a BM&F Bovespa, atualmente conhecida como B3. O Ibovespa ou IBOV, como é conhecido na bolsa, é medido durante todo o pregão e, embora não seja possível comprar este índice, atualmente na bolsa é possível comprar e vender papéis atrelados ao Ibovespa.

Na prática, sempre que esse índice sobe, os investidores se sentem mais atraídos a comprar ações para obter ganhos. Mas é necessário ter cautela. Como já tratamos em nosso canal de educação financeira, diversificar investimentos pode ser interessante além de minimizar riscos, porém comprar uma ação ou um índice baseado única e exclusivamente em resultados passados não garante benefícios futuros nem uma carteira de investimentos adequada ao seu perfil.

Sempre é importante estar atento aos noticiários políticos e econômicos, e aos dados divulgados pelas próprias empresas, de modo a entender as variações que podem ocorrer. Além disso, empresas possuem riscos operacionais que nem sempre podem ser previstos, como um incêndio na sede da empresa, um desmoronamento em alguma área produtiva, entre outros. O Ibovespa também está sujeito ao risco sistêmico, o risco de algo inesperado acontecer e afetar todas as empresas de uma única vez, como aconteceu com a pandemia do coronavírus que, mesmo não tendo relação direta com mercado financeiro, fez com que o IBOV caísse vertiginosamente em questão de semanas.

Por fim, é válido ressaltar a importância de sempre atualizar seu perfil de investidor e adequar seu portfólio a ele, além de entender o quanto de alocação você e seu patrimônio podem arriscar em renda variável. Disposição para correr riscos não representa capacidade para isso, e ter patrimônio suficiente para esta alocação não significa ter disposição ou conhecimento para tanto.

É recomendável procurar o auxílio de pessoas que trabalhem no mercado financeiro para tirar suas dúvidas e guiá-lo na decisão sobre como e onde investir.

Se precisar de ajuda, já sabe: escreva para contato@uniprimebr.com.br.

*Juliana Olivieri Refundini e Rodrigo Martimiano da Rocha são profissionais que atuam na Uniprime e possuem Certificação CFP®


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