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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5230 | 04 de Janeiro de 2022

SECA I: Paraná declara situação de emergência devido à crise hídrica

seca I destaque 04 01 2022O governo do Paraná publicou, no Diário Oficial do Estado do dia 30 de dezembro de 2021, o Decreto nº 10002, declarando situação de emergência em todo o território paranaense, conforme parecer da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, em virtude do desastre classificado e codificado como estiagem. O decreto tem validade de 180 dias a partir de sua publicação. Clique aqui para conferir.

Prejuízos - Em entrevista concedida ao jornal Valor Econômico, publicada no dia 31 de dezembro, o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, afirmou que as perdas em função da seca alcançam R$ 16,8 bilhões no Paraná, atingindo a soja, milho, feijão, batata, silagem, leite, hortaliças, laranja, entre outros itens agropecuários.

Crise profunda - “Estamos enfrentando uma profunda crise hídrica nos últimos meses, e já há dois anos, talvez a maior da história recente no último século pelo menos. Essa crise fez perder muita produção em 2021”, disse Ortigara, em vídeo divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), que integra a Pasta.

Soja - Ainda de acordo com a reportagem, devido à seca, os paranaenses perderam ao menos 9 milhões de toneladas do milho safrinha do ciclo mais recente. Já a produção de soja deverá contabilizar uma quebra de 37,8% na produção, sendo que a expectativa era de colheita de mais de 21 milhões de toneladas. As perdas já são de quase 8 milhões de toneladas. Neste caso, o prejuízo é superior a R$ 14,3 bilhões, disse Ortigara.

Mais - A matéria do Valor Econômico também afirma que, em milho verão, há projeção de perdas da ordem de 42%, ou mais de 1,784 milhão de toneladas. Em receita, o prejuízo contabiliza R$ 1,59 bilhão. Em feijão, as perdas são de 18% (49,6 mil toneladas), e R$ 194 milhões; em silagem (2,4 milhões de toneladas) e R$ 190 milhões; tabaco e fumo, laranja, entre outros já citados. Na atividade leiteira houve redução consistente de mais de 200 milhões de litros, e R$ 407 milhões, pela seca nos pastos.

Apoio - O superintendente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Robson Mafioletti, afirmou que a entidade está monitorando a situação e mobilizada para que sejam tomadas medidas que deem suporte aos agricultores e pecuaristas paranaenses atingidos por esta longa crise hídrica. “Estamos apoiando os órgãos oficiais nas definições das políticas públicas para mitigar os efeitos arrasadores da estiagem, principalmente nas regiões Sudoeste, Oeste e Noroeste do Paraná, e entrando em contato com as cooperativas para levantar as informações diretamente na fonte”, ressaltou.

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

SECA II: Mapa e estados debatem apoio a produtores afetados pela estiagem

agricultura 04 01 2022O secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes, e o secretário de Política Agrícola (SPA), Guilherme Bastos, reuniram-se nesta segunda-feira (03/01) com secretários de Agricultura dos estados da Região Sul e de Mato Grosso do Sul, afetados pela estiagem.

Dificuldades - No encontro, os secretários estaduais relataram as dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais em razão da seca. Diante do cenário, o Mapa avalia a possibilidade de intermediar com as instituições financeiras a prorrogação do pagamento das dívidas dos produtores desses estados, além do estudo de apoio de crédito adicional aos produtores dos municípios em que o estado de emergência foi decretado pelo Governo Federal.

Conab - A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está fazendo levantamento sobre a intensidade e amplitude do impacto na produção agrícola, dimensionando os níveis de perdas.

Reuniões - Estão agendadas também reuniões virtuais da SPA com diversos órgãos e entidades representativas do agronegócio do RS e do PR. Os demais estados afetados também entrarão em programações futuras.

Seguro rural - Em 2021, a cobertura de seguro rural disponibilizada pelo Mapa foi recorde. O ministério aplicou R$ 1,181 bilhão. Desde 2018, o investimento e a área segurada no país triplicaram.

Cobertura - Levantamento preliminar da Secretaria de Política Agrícola aponta cobertura significativa de seguro rural para médios e pequenos produtores de soja e milho, com Proagro e Seguro Rural, no Rio Grande do Sul e no Paraná.

Pronaf - Além disso, os produtores enquadrados no Pronaf, que têm financiamento de custeio, por obrigatoriedade legal, têm 100% de contratação de Proagro ou Seguro nos dois estados citados. Esses produtores têm a cobertura do custeio e uma Garantia de Renda Mínima (GRM), que depende de análise das perdas.

Médios produtores - Já os médios produtores do Pronamp tiveram de 79% a 95% das operações com cobertura de seguro ou Proagro, dependendo da cultura, estado e instituição financeira. Esse índice cai para 40% a 60% no caso dos demais produtores.

Custeio - Vale ressaltar que nas operações de custeio de produtores, que não sejam do Pronaf e com valor de até R$ 335 mil, é obrigatória a contratação de garantia via Proagro ou em substituição ao seguro rural.

Crédito rural - No crédito rural, os produtores que não têm seguro ou Proagro, nas operações de custeio ou investimento, podem solicitar nas instituições financeiras a prorrogação de dívidas, que são analisadas caso a caso, conforme regras estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Zarc - Os representantes do Mapa esclareceram que não é possível alterar a data de plantio da soja, estabelecida em 12 de maio de 2021 por meio das portarias que tratam do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), conforme regras previstas na Portaria Nº 412/2020 do Mapa.

Precificação - Isso porque, a partir da publicação das portarias de Zarc, as seguradoras e o Banco Central precificaram os prêmios e a taxa adicional cobrada dos produtores, não podendo aceitar novos riscos, por questões contratuais, como nova data de plantio diferente da estabelecida em portaria.

Novos estudos - Além disso, as datas só podem ser modificadas após elaboração de novos estudos, que demandam quase um ano de duração, entre planejamento, orçamento, execução e publicação da pesquisa.

Pesquisa - O Mapa informou que está em desenvolvimento uma nova pesquisa de Zarc para a cultura da soja, que deve ser divulgada em junho de 2022 com vigência para a safra 2022-2023. (Mapa)

FOTO: Antônio Araújo / Mapa

 

MTP: Prorrogada portaria de aprendizagem à distância

mtp 04 01 2022A execução das atividades teóricas ou práticas dos programas de aprendizagem profissional, na modalidade à distância, foi prorrogada até 9 de fevereiro de 2022. A Portaria nº 1.019/2021, que autorizou de forma excepcional essas atividades, foi publicada na última quinta-feira do ano, dia 30/12.  

Reunião - A prorrogação da Portaria nº 4.089/2021 havia sido tema de reunião do Sistema OCB com o Subsecretário de Capital Humano do Ministério do Trabalho e Previdência (MTP), Rodrigo Zerbone. Na ocasião, Zerbone informou que já tramitava dentro do Ministério do Trabalho e Previdência uma minuta de normativo que estenderia o prazo de vigência da portaria.  

Nova portaria - Com a publicação da Portaria nº 1.019 pelo MTP, foi revogada a Portaria nº 4.089. Para acessar a nova portaria, clique aqui. (OCB)

FOTO: Tumisu / Pixabay

 

AGRÁRIA: Está chegando a hora do Mega Encontro de Tratores

agraria 04 01 2022Faltam poucos dias para a realização do Mega Encontro de Tratores. Será na sexta-feira (07/01), a partir das 6h, em Entre Rios, Distrito de Guarapuava, na região Centro-Sul do Paraná. O evento pretende bater o recorde mundial como o maior desfile de tratores do mundo e entrar para o Guinness World Records®. A intenção é reunir 1.500 tratores, que percorrerão um trajeto de 3,5 km para validar sua participação na tentativa do recorde e, com isso, superar o Canadá, que conseguiu reunir 1.200 máquinas.

Convite - O Mega Encontro de Tratores é uma promoção da Cooperativa Agrária, em parceria com o Sindicato Rural de Guarapuava. Em entrevista concedida ao jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo, o presidente da Agrária, Jorge Karl, reforça o convite para o evento. “Prezados produtores de Guarapuava e demais regiões do Paraná e do Brasil, queremos convidá-los a participar do nosso Mega Encontro de Tratores, que está marcado para o dia 7 de janeiro, onde nós queremos mostrar a força do agronegócio. O agro representa muito para o Brasil e para a nossa região e, com certeza, todos nós vamos ganhar com isso porque vamos mostrar cada vez mais o nosso peso e a nossa importância. Também é um momento festivo que está ligado aos 70 anos de Entre Rios e isso soma bastante para o nosso setor”, afirma. Clique aqui para conferir na íntegra o áudio.

Participação - Poderão participar produtores de todo o Brasil, com os tratores em funcionamento, aptos a rodar o percurso estabelecido. Já está confirmada a presença de produtores rurais de diversos estados brasileiros. Além disso, todas as cooperativas e sindicatos rurais do Paraná foram convidados para estarem presentes com ao menos um trator.

Inscrição - Os interessados em participar do Mega Encontro de Tratores deverão fazer inscrição de forma gratuita pelo site do evento (www.megaencontrodetratores.com.br). O evento festivo faz parte da programação da festa em comemoração aos 70 anos da imigração suábia em Entre Rios.

 

BALANÇA COMERCIAL: Comércio exterior brasileiro bate recorde de corrente, superávit e exportações em 2021

comercio exterior 04 01 2022Os números do comércio exterior brasileiro fecharam o ano de 2021 apontando uma corrente de comércio (soma de exportações e importações) recorde de US$ 499,8 bilhões e saldo com superávit – também recorde – de US$ 61 bilhões. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, divulgados nesta segunda-feira (03/01), houve recorde nas exportações, com US$ 280,4 bilhões, enquanto as importações chegaram a US$ 219,4 bilhões, no quinto melhor resultado da série histórica, iniciada em 1989.

Crescimento - A corrente de comércio cresceu 35,8% em relação ao ano anterior e superou o recorde de US$ 481,6 bilhões de 2011. O saldo comercial subiu 21,1% em relação ao de 2020 e ficou acima do recorde de US$ 56 bilhões de 2017. Nas exportações, o aumento foi de 34% em relação ao ano anterior, deixando para trás o recorde de US$ 253,7 bilhões de 2011. Já as importações subiram 38,2% em relação a 2020 e tiveram o maior resultado desde 2014, quando ficaram em US$ 230,8 bilhões. O recorde de valor importado foi o de 2013, de US$ 241,5 bilhões.

Recuperação - O secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz, destacou a recuperação da economia mundial como resultado do aumento da cobertura vacinal e de estímulos fiscais – fatores que influenciaram o desempenho da balança brasileira. Essa recuperação da demanda foi acompanhada de gargalos de oferta em vários setores, pressionando os preços de várias commodities.

Impulso - Neste cenário de preços mais altos de commodities, de acordo com Ferraz, países como o Brasil tiveram suas exportações impulsionadas em nível recorde, com ganhos de bem-estar provenientes da melhora dos termos de troca. “Isso quer dizer que o preço médio das nossas exportações cresceu mais do que o preço médio das importações”, explicou.

Exportações - Da parte das exportações, a Secex registrou o crescimento de preços (+28,3%) e de quantidades exportadas (+3,5%). As vendas externas aumentaram principalmente para os Estados Unidos (+44,9%), Mercosul (+37%), Associação de Nações do Sudeste Asiático/Asean (+36,8%), União Europeia (+32,1%) e China (+28%).

Destinos - Lucas Ferraz salientou que o crescimento das exportações de 2021 foi mais disseminado entre os destinos na comparação com 2020, quando a recuperação da demanda mundial ficou muito concentrada na Ásia, sobretudo na China. “Em 2020, nós tivemos uma concentração maior da nossa pauta comercial com o continente asiático. Em 2021, a gente observa uma diversificação maior, em função de uma recuperação econômica mais homogênea”, avaliou.

Setores - Entre os setores, houve aumento de 26,3% da exportação de bens da Indústria de Transformação, com destaque para aço semiacabado (+101,3%), óleos combustíveis (+43,7%), ferro gusa (+36%), máquinas e equipamentos para engenharia e construção (+63,7%) e automóveis de passageiros (+20,8%). Na Indústria Extrativa, o crescimento das exportações foi de 62,4%, impulsionado por minério de ferro (+72,9%) e petróleo (+54,3%). Já as vendas dos produtos agropecuários tiveram 22,2% de crescimento, principalmente com a soja (+35,3%).

Importação - Nas importações, também houve crescimento de preços (+14,2%) e quantidades compradas (+21,8%). O país comprou mais, principalmente, do Mercosul (+44,7%), Estados Unidos (+41,3%), China (+36,7%), Asean (+31,1%) e União Europeia (+26,2%).

Insumos e produtos intermediários - A Secex contabilizou aumento de 45,7% na demanda por insumos e produtos intermediários, como insumos agrícolas, eletroeletrônicos e petroquímicos, entre outros. Em relação a 2020, também aumentaram as importações de medicamentos (+77,1%) – especificamente vacinas – e de combustíveis (+87,1%) e energia elétrica (+89%).

Saldo final - Esse aumento das importações impactou o saldo final do ano, que ficou abaixo da última estimativa feita pela Secex – na casa dos US$ 70,9 bilhões –, mas foi considerado positivo. “O que houve foi uma surpresa positiva em relação às importações”, declarou Lucas Ferraz. E completou: “Isso naturalmente está correlacionado com a nossa recuperação econômica e, eventualmente, com alguma sazonalidade”. A aceleração dos preços dos bens importado também contribuiu para este aumento do valor das compras externas.

Recordes em dezembro - Considerando apenas o mês de dezembro, comparado a igual mês do ano anterior, as exportações cresceram 26,3% e somaram US$ 24,37 bilhões. As importações subiram 24% e totalizaram US$ 20,42 bilhões.

Superávit - Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 3,95 bilhões, com crescimento de 39,7%, e a corrente de comércio aumentou 25,3%, alcançando US$ 44,78 bilhões. “Esse valor (da corrente de comércio) é recorde para meses de dezembro, assim como o valor de exportação e importação”, frisou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão.

Previsão para 2022 - A Secex também divulgou nesta segunda-feira a primeira previsão para os resultados do comércio exterior em 2022. A estimativa inicial é de exportação de US$ 284,3 bilhões, em alta de 1,4% em relação a 2021, com importações chegando a US$ 204,9 bilhões, recuando 6,6% sobre o ano passado.

Redução - Dessa forma, a corrente de comércio prevista é de US$ 489,2 bilhões, com redução de 2,1%, enquanto o saldo pode chegar a US$ 79,4 bilhões, crescendo 30,1%. “Essas são previsões ainda preliminares”, enfatizou o secretário de Comércio Exterior, alertando que “há uma incerteza grande” em relação às projeções e que as atualizações serão feitas a cada três meses.

Equilíbrio - Segundo Lucas Ferraz, em 2022 a economia global e a brasileira convergem para o equilíbrio de longo prazo, com “taxas de crescimento menos exorbitantes”. Com uma previsão de crescimento mais moderado para a economia brasileira em relação ao do ano anterior, ele considera natural que o valor importado seja menor neste ano, o que reduz também a corrente de comércio.

Objetivo - “É o indicador principal, que está correlacionado com produtividade, e nosso objetivo maior é concluir o mandato do presidente Jair Bolsonaro com a corrente de comércio acima da corrente de comércio que nós encontramos no primeiro ano de governo, em 2019”, apontou, lembrando que o valor naquele ano foi de US$ 407 bilhões. (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da Balança Comercial

FOTO: Pixabay

 

CONAB: Soja é destaque com tendência de alta, mas possível redução de prêmios de portos

conab 04 01 2022A tendência de alta do mercado nacional de soja, movida por elevações nos preços internacionais da oleaginosa e do dólar, porém com baixa dos prêmios de portos, pode reduzir os ganhos relacionados a esse produto. A análise é destaque no mais recente Boletim AgroConab, publicação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que traz dados sobre preços internos e externos, quadro de oferta e demanda, além de perspectivas de curto e médio prazo das principais culturas de grãos e do mercado de carnes.

Preços médios - De acordo com a última publicação, os preços médios nacionais em alta da soja têm acompanhado o aumento dos preços médios de dezembro em Chicago. A comercialização da safra 2020/21 chega a mais de 96% e está abaixo do esperado para o período.

Problemas climáticos - Alguns problemas climáticos, ocorridos no Sul do Brasil e na Argentina, trazem preocupação com a oferta enquanto os preços internacionais tiveram alta no mês de dezembro. Já as baixas exportações americanas são responsáveis por conter maiores altas dos preços internacionais.

Oferta e demanda - A perspectiva é de um pequeno ajuste da estimativa da safra 2021/22, de 142,01 milhões de toneladas para 142,79 milhões de toneladas, mas o clima adverso no Sul do Brasil pode reduzir a oferta. As exportações de soja em 2022 devem chegar a 90,67 milhões de toneladas, com a China importando aproximadamente 70% desse total. Já o estoque de passagem de 2022 apresenta uma redução, após o aumento da estimativa de processamento e exportações nas safras 2021 e 2022.

Edições - Confira aqui as edições do AgroConab, com as análises da soja e de outros produtos, como algodão, arroz, feijão, milho, trigo e carnes (bovina, frango e suína). (Conab)

FOTO: Cláudio Neves / Appa

 

FAZENDA: Emissão da Nota Eletrônica para produtor que fatura mais de 200 mil é obrigatória

fazenda 04 01 2022

Desde o dia 1º de janeiro de 2021 começou a valer a determinação para que os produtores rurais com faturamento anual superior a R$ 200 mil passem a emitir a Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e) em todas as operações interestaduais e de comércio exterior.

Emissão - Em um ano, segundo a Secretaria de Fazenda, foram emitidas quase meio milhão de notas pelos produtores rurais em todo o Estado.

Sonegação - Segundo o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior, com a emissão da nota fiscal o contribuinte ajuda no combate à cultura da sonegação e promove as receitas do município. “Com essa medida proporcionamos aos produtores rurais um maior vínculo de cidadania fiscal junto aos demais produtores”, comenta o secretário da Fazenda, Renê Garcia Júnior.

Procedimentos - Para fazer a emissão, é preciso fazer um cadastro no Portal Receita/PR, que registrará chave de acesso e senha. Todo o processo é feito exclusivamente de forma online – o que dispensa o produtor de se deslocar até a prefeitura, para buscar ou entregar os talões de notas, por exemplo. Outros benefícios são a redução de erros de escrituração, o incentivo ao uso de novas tecnologias e a redução de gastos públicos.

Mais informações - Para mais informações o contribuinte pode entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) pelo número 41 3200-5009, para Curitiba e Região, ou 0800 41 1528 para as demais localidades. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. (Agência de Notícias do Paraná)

Errata: A obrigatoriedade é apenas para produtores rurais que faturam acima de R$ 200 mil por ano. Não para todos os produtores, conforme publicado anteriormente.

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN 

SANIDADE ANIMAL: Chancela como área livre de febre aftosa sem vacinação foi a marca da defesa agropecuária em 2021

sanidade animal 04 01 2022Uma soma de esforços entre iniciativa pública e privada fez com que o ano de 2021 se tornasse histórico para o setor agropecuário paranaense. No mês de maio, o Paraná recebeu da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. A entidade também concedeu ao Estado a certificação de zona livre de peste suína clássica independente.

Competitivo - “Foram passos importantes, que permitiram ao Paraná se tornar ainda mais competitivo no mercado internacional, gerando novos empregos e mais renda”, diz o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.

Potencial - O Estado lutava há cerca de 50 anos por essa chancela, que tem potencial para transformar significativamente o patamar de produção da pecuária paranaense. “Para que a conquista se concretizasse, foi fundamental o apoio das entidades do setor produtivo e organização da estrutura de saúde animal”, diz o diretor-presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Otamir César Martins.

Estrutura sanitária - Desde que o último foco da doença foi confirmado, em 2006, o governo e o setor produtivo se organizaram para melhorar a estrutura sanitária paranaense, o que incluiu a criação da Adapar, o reforço da fiscalização nas divisas e do controle dos rebanhos, além da contratação de profissionais por meio de concurso público realizado em setembro.

Imunização interrompida - A imunização contra a aftosa no Estado foi interrompida em 2019 e a campanha de vacinação, que acontecia duas vezes por ano, foi substituída pela campanha de atualização de rebanhos, que foi modernizada e pode ser feita de forma online. Nos últimos anos também foi realizado um extenso inquérito epidemiológico, com coletas de amostras do sangue de quase 10 mil animais em 330 propriedades rurais, provando que o vírus já não circula no Paraná.

Esforço reconhecido - E o esforço foi reconhecido. Em 2021, a Adapar foi a vencedora na categoria “Destaque em Políticas Públicas” do Prêmio Clotilde de Lourdes Branco Germiniani de Saúde Única, concedido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Paraná (CRMV-PR). Também recebeu o Prêmio Saúde Animal, do Sindicato dos Médicos Veterinários do Estado do Paraná (Sindivet), em razão dos serviços prestados.

Produção - Maior produtor e exportador de proteína animal do País, com liderança em avicultura e piscicultura, o reconhecimento internacional vai ajudar a abrir mercados para a carne paranaense e outros produtos de origem animal, com a possibilidade de comercialização a países que pagam melhor pelo produto, como Japão, Coreia do Sul e México.

Carnes - Em 2020, o Estado produziu mais de 5,7 milhões de toneladas de carne de porco, boi e frango, quase um quarto do que foi produzido no País. O Estado é responsável por 33% da produção nacional de frango e 21,4% em piscicultura, liderando os setores.

Segundo lugar - Também ocupa o segundo posto em relação à carne suína, com 21% da produção brasileira e mantém a vice-liderança na produção de leite (13,6%) e ovos (9%). A expectativa com a abertura de mercados é que o Estado atinja a liderança nacional na produção de suínos.

Peste suína - Já a classificação de zona livre de peste suína clássica independente confirmou definitivamente o Paraná fora de um grupo atualmente formado por 11 estados, garantindo vantagens sanitárias aos produtores locais no mercado internacional. Essa chancela permite aos suinocultores paranaenses ganhar volume.

Defesa vegetal - Na área vegetal, a Adapar iniciou o ano de 2021 se deparando com a detecção de um foco de Ralstonia solanacearum raça 2 (Moko da bananeira), praga quarentenária ausente no Paraná, e com grande potencial de causar danos e restrições comerciais para a Bananicultura no Estado.

Erradicação do foco - Mas a Agência erradicou rapidamente o foco e realizou a inspeção de uma área de 5 quilômetros ao redor do ponto, inclusive com a utilização de drones, ferramenta que permitiu as inspeções em áreas de difícil acesso. Após meses de trabalho a praga foi contida, e o status fitossanitário de Praga Ausente foi mantido no Paraná.

Monitoramento - A Agência também iniciou um trabalho de monitoramento de plantas daninhas resistentes a herbicidas, cujo objetivo é auxiliar o setor produtivo no manejo adequado destas pragas por meio da detecção precoce de focos do problema e auxílio das entidades de pesquisa para eliminação das plantas, impedindo a disseminação e aumento no uso de herbicidas.

Avanço - Um importante avanço para a Defesa Agropecuária foi a publicação da Portaria Nº 63/2021 a qual estabelece a obrigatoriedade da notificação de novas pragas no Paraná. “Já colhendo os frutos desta Portaria, foi identificada a presença da lagarta Rachiplusia nu, em plantas de soja resistentes a lagartas”, conta o gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Young Blood.

Apreensão - Em outubro, junto com a Polícia Civil, a Adapar apreendeu 111 toneladas de fertilizantes NPK ilícitos que seriam comercializados. A ação impediu perdas significativas ao setor produtivo.

Deriva - Quanto ao uso de agrotóxicos, a equipe da Adapar foi capacitada para inspeção de equipamentos de pulverização, facilitando a identificação de problemas primários, reduzindo as derivas de agrotóxicos, que têm trazido grandes prejuízos para a saúde humana, meio ambiente, produtores de bicho da seda, fruticultura e apicultura.

Redirecionamento - Em 2021, com o objetivo de aperfeiçoar a ação do Estado nesse sentido, o Grupo Gestor (instituído pela Adapar e composto por entidades do setor privado como Faep, Ocepar, Fetaep, além da Embrapa e Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná Iapar-Emater (IDR-Paraná) estabeleceu um redirecionamento na estratégia.

Iniciativas - As iniciativas incluem localização georreferenciada das propriedades com culturas sensíveis (Sericicultura, Apicultura, Viticultura e propriedades orgânicas); cruzamento dos dados obtidos; identificação de regiões e municípios com maior impacto; organização de ações de orientação, capacitação, assistência técnica e fiscalização. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

BRDE: Movimentação do banco no Paraná cresce 15% e soma R$ 1,4 bilhão em 2021

brde 04 01 2022O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) do Paraná ultrapassou a meta de contratações estipulada para 2021 e alcançou R$ 1,43 bilhão. O resultado supera em 15% o volume conquistado no ano anterior.

Índice histórico - Os dados do Paraná incrementam o índice histórico do BRDE em 2021, que atinge R$ 4,14 bilhões movimentados em contratações, ultrapassando os números de 2020 em 25%, somados aos resultados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O melhor desempenho havia ocorrido em 2013, com aplicações na ordem de R$ 3,76 bilhões.

Potência - “O Governo do Paraná, empresas, cooperativas, a indústria e as operações do BRDE contribuem para dar potência ao fomento de negócios e serviços, especialmente depois da pandemia, a fim de reestruturar a sociedade para os novos tempos”, destaca o presidente do BRDE Wilson Bley Lipski.

Meta orçamentária - “Ainda há o destaque no Paraná, para a superação da meta orçamentária em R$ 298 milhões e da meta gerencial motivada pela diretoria paranaense, que era de R$ 1,25 bilhões, o que representa R$ 180 milhões aplicados a mais em relação ao que se planejava” destacou Bley. “Isso se deve à conquista de limites junto ao BNDES e fontes externas, além da disponibilidade de recursos próprios e do Fungetur para o setor de turismo”.

Setores - Os setores de comércio e serviço representaram cerca de 32,5% dos contratos firmados no BRDE Paraná, enquanto a agropecuária atingiu em torno de 29,5%; a indústria 20,7%; e infraestrutura 17,2%.

Linha do tempo - Em janeiro, O BRDE assinou um aditivo contratual com o Ministério do Turismo para administrar o Fundo Geral de Turismo, o Fungetur. Foram adicionados mais R$ 100 milhões em investimentos no segmento na Região Sul do País, chegando a R$ 646 milhões. Foram direcionados até agora R$ 102 milhões para o Paraná.

Novo aplicativo - Em fevereiro foi lançado o novo aplicativo do BRDE, com objetivo de aproximar o banco dos clientes e facilitar o acesso a todas as opções de crédito, solicitações de financiamentos e consultas ao andamento de suas operações com o banco.

Empreendedoras do Sul - No Dia Internacional da Mulher, é criado o BRDE Empreendedoras do Sul. Do montante destinado ao Paraná, foram aprovados R$ 48,08 milhões para o ano e efetivados R$ 33,8 milhões em contratos.

Promove Sul - Através do programa BRDE Promove Sul, o banco procurou fomentar o desenvolvimento produtivo, sustentável e social nos três estados em que atua. As contratações no Paraná somaram R$ 286,4 milhões.

Pequenas e médias empresas - BRDE e Banco Europeu de Investimento (BEI) disponibilizam financiamento para pequenas e médias (PMEs) empresas afetadas pela pandemia, nos três estados do Sul. O banco também estreia no Plano Safra 2020/21 com equalização de juros a pequenos e médios agricultores, usando recursos próprios.

Banco do Agricultor - Em abril é lançado o Banco do Agricultor Paranaense, para alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias, além de promover inovação tecnológica, sustentabilidade, geração de emprego e melhoria da competitividade do produto paranaense.

60 anos - Em junho o BRDE completou 60 anos, com carteira de crédito de R$ 13,5 bilhões, o que lhe coloca no ranking de melhores bancos públicos com apoio aos produtores rurais.

Contratações - No mês seguinte, BRDE e Sicredi realizaram 2.236 contratações, somando R$ 68 milhões. O ticket médio é de R$ 30 mil, sendo a maioria financiamentos pelo Pronaf – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar.

Websérie - No mês de agosto é lançada websérie, com Agência Francesa de Desenvolvimento, sobre projetos de energia limpa. A parceria já contabiliza 45 projetos no Sul do Brasil, a partir de um fundo de 50 milhões de euros.

Cooperativas - O banco libera R$ 176 milhões em financiamento para melhorias em cooperativas paranaenses, em lei sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, que autoriza captação de recursos de até EUR 134,6 mil em infraestrutura e sustentabilidade.

Turismo - Em novembro, o Ministério do Turismo confirmou a disponibilidade de mais R$ 85,7 milhões para operações de financiamento às empresas do setor turístico nos três estados do Sul. No total de R$ 414,8 milhões que a pasta federal se comprometeu com crédito emergencial diante dos impactos da pandemia.

Prêmio - Em dezembro, o Programa Recupera Sul vence o prêmio Banking Transformation, com atendimento a 1.707 empresas, na forma de microcrédito e capital de giro.

Inovação - E no fim do ano foi realizado o Final Pitch do BRDE Labs, uma ação que envolveu nove startups finalistas no Paraná, de 177 inscritos no começo do programa, com apresentação de soluções para indústrias, em inovação e tecnologia.

Ecossistema - “O BRDE Labs 2021, com foco na indústria, cumpre seu objetivo como um ecossistema de inovação aberta para promover e capacitar as startups, aproximando Governo do Estado, universidades e o programa, com estratégias baseadas no tripé conhecimento, inovação e aceleração”, conclui o presidente do BRDE. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Marco Charneski / BRDE

 

CÂMBIO: Dólar tem maior alta em dois meses e fecha a R$ 5,66

cambio 04 01 2022O ano começou com pessimismo no mercado financeiro. Pressionado por fatores domésticos e externos, o dólar teve a maior alta diária em dois meses. A bolsa de valores caiu, mesmo com a alta nos mercados internacionais.

Cotação - O dólar comercial encerrou a segunda-feira (03/01) vendido a R$ 5,663, com alta de R$ 0,087 (+1,56%). Em termos percentuais, esta foi a maior valorização para um dia desde 21 de outubro, quando a cotação tinha subido 1,9%, em meio ao anúncio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios.

Ações - O pessimismo também se refletiu no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 103.922 pontos, com recuo de 0,86%. O indicador chegou a operar em alta durante a manhã, mas não firmou a tendência, na contramão das bolsas norte-americanas, que subiram nesta segunda-feira.

Exterior - No exterior, o dólar teve um dia de alta global, com a perspectiva de aumento de juros nos Estados Unidos. Na reunião mais recente, o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) informou que pretende aumentar os juros básicos da maior economia do planeta pelo menos três vezes em 2022. Taxas mais altas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

Gastos públicos - No mercado doméstico, as expectativas com o aumento de gastos públicos continuaram a influenciar as negociações. A sanção da lei que prorroga até o fim de 2023 a desoneração da folha de pagamento para diversos setores da economia sem especificar a fonte de receitas (ou de corte de gastos) para essas medidas foi mal-recebida pelos investidores, assim como a ameaça de greve de diversas categorias do serviço público que pressionam por aumentos salariais. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil tem 22,3 milhões de casos e 619,2 mil mortes

O total de pessoas que pegaram covid-19 desde o início da pandemia no Brasil alcançou 22.305.078. Em 24 horas, secretarias de Saúde de todo o país registraram 11.850 diagnósticos positivos da doença.

Acompanhamento - Ainda há 94.022.524 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado.

Mortes - O país registrou ao todo 619.209 mortes por covid-19. De domingo para segunda-feira (02 e 03/01), autoridades estaduais e municipais de saúde confirmaram 76 mortes.

Investigação - Ainda há 2.830 falecimentos em investigação, dados relativos a domingo. Essa situação ocorre pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Recuperados - Até esta segunda-feira, 21.591.847 pessoas já se recuperaram da doença.

Atualização - As informações estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta segunda-feira (03/01). O balanço consolida informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de saúde. O estado de Roraima não enviou os dados de hoje.

Números - Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras o nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (155.216), Rio de Janeiro (69.472), Minas Gerais (56.668), Paraná (40.891) e Rio Grande do Sul (36.445).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da doença são Acre (1.851), Amapá (2.023), Roraima (2.078), Tocantins (3.942) e Sergipe (6.058).

Vacinação - Até esta segunda-feira (03/01), foram aplicadas 308,6 milhões de doses, sendo 157,6 milhões como primeira dose e 134,7 milhões como segunda dose ou dose única. Outros 15,5 milhões já receberam a dose de reforço. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Estado registra mais 611 novos casos e quatro óbitos pela Covid-19

saude II 04 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (03/01) mais 611 casos confirmados e quatro mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Há ajustes ao final do texto.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.593.605 casos confirmados e 40.667 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (455) de 2022, dezembro (101), novembro (1), outubro (7), setembro (1), agosto (2), julho (1), junho (1), abril (1), fevereiro (1) e janeiro (2) de 2021 e dezembro (13), novembro (23) e agosto (2) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de dezembro (4) de 2021.

Internados - 48 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (19 em UTI e 29 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 437 pacientes internados, 161 em leitos UTI e 276 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais quatro pacientes. Uma mulher e três homens, com idades que variam de 57 a 67 anos. Os óbitos ocorreram entre 17 de março e 8 de dezembro de 2021. A Sesa registra a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Umuarama, Santo Antônio da Platina, Imbituva e Foz do Iguaçu.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 6.535 casos de residentes de fora do Estado, 224 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja os ajustes e relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: Vacina contra Covid-19 para crianças chega na segunda quinzena de janeiro

saude III 04 01 2022As vacinas contra a covid-19 para crianças de 5 e 11 anos de idade começarão a chegar ao Brasil na segunda quinzena de janeiro. A informação foi dada nesta segunda-feira (03/01) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. "Na segunda quinzena de janeiro, as vacinas [para crianças] começam a chegar e serão distribuídas como nós temos distribuído", disse sem dar detalhes sobre quantidade.

Etapas - Sobre entrega de doses pediátricas do imunizante da Pfizer, o laboratório informou que está definindo as etapas de fornecimento com o governo brasileiro. "A Pfizer está atuando junto ao governo para definir as etapas do fornecimento das vacinas contra a covid-19 para imunização da faixa etária de 5 a 11 anos, com estimativa de entregas a partir de janeiro de 2022".

Anvisa - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, há duas semanas, a aplicação da vacina da Pfizer para crianças. Diante do aval da Anvisa, o Ministério da Saúde decidiu incluir as crianças no Programa Nacional de Imunização e liberar a vacinação daquelas que apresentarem prescrição médica para isso.

Reação - A medida causou reação de governadores e pelo menos 20 estados, além do Distrito Federal, já adiantaram que não irão seguir a recomendação da pasta. Nessas unidades da federação, a vacinação deverá sem feita sem exigência de pedido médico. São estes, os estados: Acre, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Países - Nesse público, o imunizante já está sendo aplicado nos Estados Unidos, Áustria, Alemanha, Chile, China e Colômbia. Segundo o ministro, o Brasil será "um dos primeiros países a distribuir a vacina para crianças que os pais desejem fazer".

Consulta pública - No domingo (02/01) foi encerrada uma consulta pública aberta pelo Ministério sobre o assunto e amanhã haverá uma audiência pública com especialistas de diversas correntes sobre o assunto na sede da pasta, em Brasília.

Lista oficial - A lista oficial de participantes ainda não foi divulgada pela pasta. Representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) participarão do debate. Na quarta (5) a pasta formalizará sua decisão sobre o assunto.

Informações - Questionado sobre o assunto, Queiroga ressaltou nesta segunda que a medida não foi um "referendo" nem um "plebiscito". “Nem é referendo, nem plebiscito. É uma consulta pública, seguida de uma audiência pública onde os especialistas das diversas correntes vão poder discutir para a sociedade tomar conhecimento. O objetivo disso, qual é? Oferecer aos pais as informações necessárias para que eles possam tomar as melhores decisões para os seus filhos”, explicou.

Supremo - A consulta pública para vacinação de crianças foi contestada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos. Na última sexta-feira (31), a ministra Carmen Lúcia deu um prazo de cinco dias para que o presidente Jair Bolsonaro e Queiroga prestem informações sobre a medida.

Obrigatória - A confederação quer que o Supremo determine à União que a vacinação desse grupo passe a ser obrigatória, e que a faixa etária seja incluída com urgência no Plano Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

SAÚDE IV: Paraná registra 262 casos de Influenza H3N2; transmissão da doença é considerada comunitária

saude IV 04 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde confirmou 224 novos casos de Influenza H3N2 nesta segunda-feira (03/01). Agora, o Paraná soma 262 diagnósticos positivos, com um óbito. A transmissão da doença já é considerada comunitária, ou seja, quando o contágio entre pessoas ocorre no mesmo território, entre indivíduos sem histórico de viagem e sem que seja possível definir a origem da transmissão.

Darwin - Dentre os casos de H3N2, três já foram confirmados para a cepa Darwin, nos municípios de Castro e Pato Branco (duas mulheres de 23 anos), além de um residente do Rio de Janeiro, diagnosticado na cidade paranaense de Rio Negro (um homem de 22 anos).

Momento atípico - “Estamos passando por um momento atípico, registrando aumento no número de casos e procura hospitalar nas últimas semanas por Síndrome Gripal e Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG’s) em pleno verão, sendo que essas doenças possuem maior circulação no hemisfério Sul geralmente no período do inverno”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Sintomas - Os sintomas da H3N2 são conhecidos e, em sua maioria, provocam febre alta, tosse, dor de garganta, cabeça, corpo e articulações. A orientação da Sesa é que em caso de sintomas, a população procure um serviço de saúde para atendimento.

Medidas - “As medidas não farmacológicas, como uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel, não servem apenas para evitar Covid-19, mas também para a Influenza. E em casos de contaminação, o principal é que as pessoas busquem o atendimento nas Unidades de Saúde espalhadas por todo o Estado”, afirmou o secretário.

Imunização - “Não estamos com surto de gripe, mas mais de 700 mil vacinas contra a Influenza ainda não foram aplicadas no Paraná. Precisamos que a população continue buscando pela imunização, dificultando a infecção pelo vírus da gripe, seja ele qual for”, completou.

Casos - A primeira confirmação da doença foi registrada no Paraná no dia 2 de dezembro de 2021. Agora, os casos estão divididos nos seguintes municípios: Paranaguá, Almirante Tamandaré, Araucária, Bocaiúva do Sul, Campo Largo, Colombo, Contenda, Curitiba, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Rio Branco do Sul, Rio Negro, São José dos Pinhais, Tijucas do Sul, Carambeí, Castro, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, Chopinzinho, Pato Branco, Ampére, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Cascavel, Campo Mourão, Cianorte, Tuneiras do Oeste, Capitão Leônidas Marques, Terra Boa, Tapira, Paranapoema, Paranavaí, Itaguajé, Ivatuba, Maringá, Sarandi, Apucarana, Jandaia do Sul, Cambé, Ibiporã, Londrina, Rolândia, Bandeirante, Cornélio Procópio, Nova Santa Bárbara, Barra do Jacaré, Jundiaí do Sul, Santana do Itararé, Santo Antônio da Platina, São José da Boa Vista, Palotina, Quatro Pontes, Terra Roxa, Toledo e Telêmaco Borba.

Atendimento - A Secretaria também registra 14 casos de residências de outros estados (SP/MT/CE/MG/SC/RS/RJ) atendidos em Paranaguá, Campo Largo, Campo Mourão, Colorado, Cornélio Procópio, Curitiba, Rio Negro e Floresta.

Perfil - Destes, 130 são mulheres e 132 homens. A faixa etária varia de um mês a 89 anos de idade. O óbito é de uma mulher de 77 anos, residente de Maringá.

Cepas - Com o passar do tempo, a doença sofre mutações, surgindo as chamadas “sublinhagens”, como a H3N2 que é um tipo do vírus da Influenza A (H3), circulante no Estado há pelo menos cinco anos. Consequentemente, as sublinhagens possuem “cepas” que distinguem especificamente o vírus responsável pela infecção, como é o caso da Darwin, recém-descoberta na Austrália e inserida na H3N2.

Ações - Em até 48h da infecção pelo vírus da Influenza, o medicamento oseltamivir (tamiflu), quando receitado por um médico e em dosagem apropriada, possui efetividade contra o agravamento do quadro clínico, diminuindo o risco de morte.

Disponibilização - A equipe responsável pela Assistência Farmacêutica da Sesa já disponibilizou o medicamento para todas as Regionais de Saúde e os estoques permanecem abastecidos. Além disso, a Secretaria também solicitou mais remédios ao Ministério da Saúde e está em negociação para compra de testes rápidos específicos para a gripe, a fim de ampliar o monitoramento da doença no Estado.

Diagnósticos - Atualmente os diagnósticos de Influenza são realizados nos serviços de saúde após procura por atendimento e também nas 34 unidades sentinela do Paraná – responsáveis pela detecção de doenças circulantes por meio de amostras aleatórias. Já com relação a nominação da cepa do vírus, a confirmação depende do sequenciamento genômico da Fiocruz, no Rio de Janeiro. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

SIMEPAR: Dezembro é marcado por poucas chuvas na parte Oeste; Curitiba fica perto da média histórica

simepar 04 01 2022Um levantamento realizado pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) mostra que a chuva acumulada no último mês de 2021 em 12 cidades de diferentes regiões foi de 941,2 milímetros (mm), ante uma expectativa de 2.029,6 mm. Ou seja, menos da metade do que era esperado para o período (46%).

Situação - O recorte é uma amostra da situação no Estado. O monitoramento foi feito em Antonina, Curitiba, Ponta Grossa, Guarapuava, Londrina, Maringá, Francisco Beltrão, Paranavaí, Umuarama, Cornélio Procópio, Cascavel e Foz do Iguaçu. Ao longo de 2021, o Paraná superou a média histórica estipulada somente em janeiro e outubro.

Consumo prioritário - “É preciso lembrar a população de que a água potável deve ser consumida prioritariamente para alimentação e higiene pessoal e que é importante, por exemplo, reaproveitarmos a água utilizada na máquina de lavar para a limpeza da casa, da área externa e calçadas”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile.

Mais afetados - A estiagem em dezembro castigou mais os municípios localizados na parte Oeste do Paraná. Umuarama, por exemplo, registrou precipitação acumulada de apenas 1 mm ao longo dos 31 dias do mês. Cascavel fechou com 2,8 mm e Maringá com 11,2 mm. A chuva foi um pouco mais generosa na fatia Leste. Ainda assim, dentro do conjunto de cidades mapeado pelo Simepar, apenas Antonina, no Litoral, conseguiu superar a expectativa – acumulado de 311,4 mm, 14% acima da média.

Umidade amazônica - “O lado Oeste foi mais castigado por depender da umidade amazônica, das regiões tropicais mais ao Norte do País. O fluxo foi prejudicado por alguns motivos como o desmatamento da Amazônia, o que muda o clima e atrapalha a chegada das frentes ao Paraná”, alertou o meteorologista do Simepar, Fernando Mendonça Mendes.

Localização geográfica - A localização geográfica beneficiou Curitiba. A Capital ficou bem perto da média histórica, com precipitação acumulada de 120 mm, 7 mm a menos do que a média (94,5%). A água a mais ajuda a aumentar os níveis das barragens que abastecem a população da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). De acordo com a companhia, o atual índice das barragens é de 67,82%, composto pela média do Iraí (64,95%), Passaúna (59,38%), Piraquara 1 (76,02%) e Piraquara 2 (86,38%).

Restrições - Ainda assim, a cidade segue com restrições no abastecimento. Em rodízio no fornecimento desde 2020, o modelo em vigor atualmente é de 60 horas com água e interrupção também de 36 horas – após suspensão temporária no fim de ano, o modelo será retomado em toda a região a partir desta terça-feira (04).

Outras regiões - Em outras regiões do Estado, o rodízio está implantado em Nova Laranjeiras, Dois Vizinhos, Pranchita e Santo Antônio do Sudoeste, devido à baixa vazão de rios e poços.

Janeiro - A expectativa para janeiro é de que as chuvas fiquem dentro da média prevista para o período. Condição que deve prevalecer ao longo da primeira quinzena do mês, sem apresentar, contudo, perspectiva de eventos mais severos. “Entramos em uma fase de normalidade, dentro de um ritmo previsto. Na Região Norte, inclusive, deve chover pouco acima da média em janeiro. Os indicadores melhoraram, mas ainda é preciso atenção e cuidados por parte da população”, disse Mendes.

Quantidade - Confira quanto choveu em outubro nos 10 pontos do Paraná analisados pelo Simepar:

CURITIBA

Dezembro de 2021: 120 mm

Média do período: 127 mm

Percentual: 94,5%

LONDRINA

Dezembro de 2021: 92,2 mm

Média do período: 167 mm

Percentual: 55,2%

MARINGÁ

Dezembro de 2021: 11,2 mm

Média do período: 167,2 mm

Percentual: 6,6%

CASCAVEL

Dezembro de 2021: 2,8 mm

Média do período: 168,6 mm

Percentual: 1,6%

FOZ DO IGUAÇU

Dezembro de 2021: 50,6 mm

Média do período: 174 mm

Percentual: 29%

PONTA GROSSA

Dezembro de 2021: 107,8 mm

Média do período: 145,5 mm

Percentual: 74%

GUARAPUAVA

Dezembro de 2021: 59 mm

Média do período: 178,7 mm

Percentual: 33%

FRANCISCO BELTRÃO

Dezembro de 2021: 101,4 mm

Média do período: 198,1 mm

Percentual: 51,1%

ANTONINA

Dezembro de 2021: 311,4 mm

Média do período: 273 mm

Percentual: 14% acima da média (único caso)

PARANAVAÍ

Dezembro de 2021: 38,8 mm

Média do período: 154,5 mm

Percentual: 25%

UMUARAMA

Dezembro de 2021: 1 mm

Média do período: 166 mm

Percentual: 0,6%

CORNÉLIO PROCÓPIO

Dezembro de 2021: 45 mm

Média do período: 110 mm

Percentual: 41%

PARANÁ (12 CIDADES)

Dezembro de 2021: 941,2 mm

Média do período: 2.029,6 mm

Percentual: 46%

(Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: André Thiago / Sanepar

 

ARTIGO: Crimes digitais; algumas dicas para evitá-los

*Rodrigo Martimiano da Rocha e Johnny Rodrigues de Melo

Nos últimos anos, observamos um grande crescimento nas interações digitais: redes sociais fazem cada vez mais parte do dia a dia, as pessoas intensificaram pagamentos de contas por meios eletrônicos, a utilização de dinheiro físico diminuiu drasticamente, entre outros. Este processo foi acelerado ainda mais com a pandemia do coronavírus.

Atento a essas mudanças, o Banco Central criou o PIX e, mais recentemente o Open Banking, além de ter autorizado a criação de inúmeros bancos digitais. Diante deste novo cenário, quadrilhas, fraudadores, hackers e golpistas também se modernizaram, atualizando crimes financeiros antigos, criando modalidades e intensificando os ataques. Saber como os crimes funcionam e seguir algumas dicas é fundamental para não cair nessas armadilhas.

Há diversas modalidades de crimes digitais, como falsos investimentos com promessa de alto retorno financeiro, oferta de produtos por preços muito abaixo das médias de mercado, roubo de dados pessoais e financeiros para a utilização irregular em compras, abertura de contas correntes, de empresas, invasão de conta, roubo de WhatsApp etc.

Entre os golpes relacionados a investimentos, um dos mais utilizados é o famoso esquema de Ponzi (pirâmides financeiras), em que o golpista oferece rendimentos “garantidos” muito acima da taxa Selic, normalmente alegando que irá comercializar algum produto real com margens muito altas para justificar o golpe; mas, o que ocorre é a utilização do dinheiro dos entrantes para remunerar os que já estão no esquema, e esse ciclo se repete até desmoronar, gerando prejuízo aos envolvidos. Para evitar esse tipo de golpe, sempre desconfie de propostas que ofereçam altos ganhos com baixo risco, só invista naquilo que você realmente conhece e confia, e sempre procure informações com fontes diversas e de sua inteira confiança.

Outra modalidade de golpe está relacionada à comercialização de produtos e serviços diversos na Internet com preço muito abaixo do valor de mercado, em que o consumidor se vê tentado a aproveitar uma “oferta”, efetuando o pagamento por algo que, na verdade, nunca será entregue. Uma forma de evitar este golpe é sempre efetuar compras através de sites conhecidos e idôneos e, mesmo assim, sempre efetuar o acesso ao site da empresa digitando o endereço completo no navegador da internet, sem acessar através de links, que por vezes podem levar a um site falso que simula o da empresa real.

Já o roubo de dados pessoais e financeiros para utilização indevida pode ocorrer de duas formas: a física e a virtual. A captura física acontece quando os criminosos conseguem anotar, fotografar ou filmar os dados do cartão de crédito, de acesso à conta corrente ou de documentos pessoais, por exemplo. Para evitar esse tipo de crime, nunca deixe outras pessoas observarem enquanto você digita seus dados, nunca deixe o atendente do estabelecimento segurar seu cartão de crédito, evite deixar dados como senha e/ou número de conta anotados junto a você e nunca entregue seu cartão de crédito para terceiros, mesmo que este se identifique como prestador de serviços da instituição financeira.

Quanto à captura virtual dos dados, a maneira mais comum é através de engenharia social, como falsas promoções, falsos sorteios, páginas falsas de Internet para que digite seus dados, acreditando estar em um ambiente seguro quando, na verdade, está em um ambiente preparado exclusivamente para este golpe. Para se proteger, nunca preencha e envie nenhum dado pessoal, financeiro e/ou de segurança, como login, senha, chave token ou número de conta, de cartão, a não ser que você tenha certeza de estar acessando um ambiente seguro (site, internet banking e app legítimos, etc.). Também nunca acesse nenhum link que prometa direcionar você para o site de sua instituição financeira e, mesmo assim, sempre desconfie e finalize o acesso quando algum procedimento estiver diferente do habitual, e imediatamente entre em contato com a pessoa de sua confiança na instituição para tirar a dúvida.

Há também golpes por telefone, onde o golpista se passa por alguém da instituição financeira para conseguir seus dados pessoais, os dados da sua conta, de seu cartão, etc. Em outros casos, o objetivo pode ser roubar o WhatsApp para aplicar o golpe em seus contatos. Portanto, desconfie de ligações telefônicas pedindo dados pessoais, financeiros ou pedindo para confirmar códigos enviados via SMS.

Outra forma de roubo de dados digitais é por vírus instalados no computador, tablet ou celular. Portanto, sempre utilize um dispositivo de sua inteira confiança, mantenha o antivírus atualizado e efetue varreduras regulares.

As instituições financeiras possuem inúmeros dispositivos de segurança em seus sistemas. Percebe-se que muitas vezes os golpistas direcionam os golpes ao usuário final. Então, sempre tome muito cuidado com seus dados, desconfie de tudo que sai da normalidade e procure sempre informações com pessoas de sua confiança.

Se quiser saber mais sobre o assunto, escreva para: contato@uniprimebr.com.br

*Rodrigo Martimiano da Rocha é profissional com Certificação CFP® e Johnny Rodrigues de Melo é especialista em prevenção a fraudes, ambos da Uniprime


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