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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5236 | 12 de Janeiro de 2022

FORMAÇÃO: Vestibular da Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas tem inscrições prorrogadas; prazo vence dia 19

Foi prorrogada a data para que os interessados em garantir uma vaga na Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas façam suas inscrições no vestibular online: próxima quarta-feira (19/01). O curso é ofertado pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), em parceria com a Faculdade Isae Brasil. Ele ocorre de forma assíncrona, ou seja, o aluno faz o curso na hora e local que escolher, em ambiente virtual de aprendizagem, com encontros ao vivo com professores das disciplinas, via plataforma Zoom.

Datas - Fazendo a inscrição para o vestibular até sexta-feira (14/01), os candidatos podem optar por três datas para realizar as provas: domingo (16/01), às 14 horas; quarta-feira (19/01), às 19 horas; e domingo (23/01), às 9 horas da manhã. Os candidatos terão três horas para concluir o processo de seleção, composto por uma redação e 40 questões objetivas. A taxa de inscrição é de R$ 25,00. Clique aqui para conferir o edital completo e fazer a inscrição.

Subsídio - O Curso de Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas Online tem duração de dois anos. As aulas iniciam no dia 14 de fevereiro, em formato virtual, com provas presenciais duas vezes por semestre, aplicadas no polo regional. O Sescoop/PR subsidiará 65% da mensalidade para os 250 primeiros colocados no vestibular, desde que tenham vínculo comprovado com cooperativa do Paraná.

 

formacao folder 12 01 2022

 

SECA: Situação das lavouras piora no Paraná, aponta Deral

seca 12 01 2022A Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab), por intermédio do Departamento de Economia Rural (Deral), divulgou, nesta terça-feira (11/01), mais um Boletim Semanal da Situação das Lavouras no Paraná.

Milho - Em relação ao milho primeira safra, na semana anterior, apresentada 25% de condição ruim. Neste boletim atualizado, a condição ruim saltou para 29%. Ainda em relação ao milho primeira safra, 40% apresentava média condição e 35% boa. Da fase da cultura, 53% estão em frutificação, 28% em floração e 13% em maturação. De acordo com o boletim atual, agora são 39% média condição e 32% boa. Sobre a fase da cultura, agora 54% em frutificação, 23% em maturação, 19% em floração e 4% em desenvolvimento vegetativo.

Soja - Já a soja também apresenta um índice de crescimento de condições ruins de uma semana para outra. Na semana passada, esse percentual era de 31%. Agora, subiu para 34%. Da área total plantada, 2% foram colhidas até o momento. O boletim anterior, de uma semana atrás, mostrava ainda que 39% apresentava média condição e 30% boa. Sobre a fase de desenvolvimento, 49% estavam em frutificação, 31% em floração, 13% em desenvolvimento vegetativo e 7% em maturação. Agora, 37% média condição e 29% boa. Já sobre a fase de desenvolvimento do grão, o boletim atual mostra que 54% das lavouras estão no período de frutificação, 25% floração, 13% maturação e 8% desenvolvimento vegetativo.

Feijão - Com relação ao feijão (1ª safra), 57% das lavouras já foram colhidas, sendo 47% média condição, 33% boa condição e 20% ruim. Da fase de desenvolvimento, 59% se encontram em maturação, 33% em frutificação e 8% em floração. (Sou Agro)

 

C.VALE: Entidades pedem auxílio para enfrentar frustração de safra

Alongamento de dívidas e agilidade na liberação dos seguros. Estas são as duas principais reivindicações dos produtores do oeste do Paraná ao Ministério da Agricultura. Os pedidos foram apresentados, na terça-feira (11/01), ao diretor de Gestão de Risco do ministério, Pedro Loyola, durante reunião em Palotina.

Relatório - A C.Vale apresentou um relatório apontando as perdas causadas pela estiagem às lavouras de soja. Segundo o gerente do Departamento Agronômico da cooperativa, Carlos Konig, a quebra de safra no Paraná, até agora, varia entre 35 e 40%, mas no oeste do estado a redução está entre 65 e 90%. Para minimizar os efeitos de frustração de safra, o presidente da C.Vale, Alfredo Lang, pediu o alongamento das dívidas de custeio e investimento

Energia - O vice-presidente do Sindicato Patronal Rural, Edmilson Zabot, pediu a Loyola que levasse à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, a preocupação dos produtores com a alta nos custos da energia que estaria inviabilizando a produção de leite e carnes. “Nossas prioridades são o alongamento de dívidas e um programa de auxílio aos produtores de leite, peixes, frangos e suínos na questão da energia elétrica. Precisamos disso para ontem porque a energia elétrica está inviabilizando nossas atividades”, alertou.

Ministros - Loyola respondeu que entregará um relatório sobre as perdas no Paraná à ministra Tereza Cristina. Ele orientou os municípios que estão passando por estiagens para que elaborem decretos de situação de emergência para facilitar o recebimento de auxílio federal. Loyola acrescentou que as ações mais imediatas do governo federal serão medidas para agilizar vistorias e liberação de áreas para plantio de outras culturas. Segundo o diretor, reivindicações que dependem de recursos do orçamento da União serão encaminhadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes. “Questões de demandam orçamento podem demorar de 15 a 45 dias. Acredito que entre o final de janeiro e fevereiro o ministério já esteja com algumas ações em relação à questão do crédito”, afirmou. (Imprensa C.Vale)

PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES

Alongamento de dívidas de custeio e investimento

Agilidade nas vistorias e liberação dos seguros

Aumento dos recursos de crédito para a próxima safra

Elevação do subsídio ao seguro agrícola

Aumento do valor do seguro agrícola por CPF

Programa de subsídio à energia elétrica rural

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COCAMAR: Rally visita municípios bastante afetados pela estiagem

O reinício das atividades do Rally Cocamar de Produtividade, após o recesso de final de ano, foi intenso. Na terça-feira (11/01), a programação começou pela manhã com uma reunião no Sindicato Rural de Maringá, da qual participaram representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (Mapa), Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR) do Paraná, de sindicatos e cooperativas, entre elas a Cocamar.

Situação - O gerente executivo técnico da Cocamar, Renato Watanabe, representou a cooperativa na reunião, falando sobre a situação das lavouras nos mais de 900 mil hectares cultivados nas regiões atendidas nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Perdas - Avaliar as perdas ocasionadas pela estiagem e as altas temperaturas na safra 2021/22 foi o objetivo da reunião. Segundo relatório divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), os danos já são consideráveis.

Redução - Para uma estimativa inicial de colheita de 21 milhões de toneladas de soja, por exemplo, os números mais recentes já apontam para 13 milhões de toneladas, um prejuízo projetado em pelo menos 24 bilhões de reais na soma das três culturas mais importantes do período – soja, milho e feijão.

Giro pelo estado - O diretor de Gestão de Risco do Mapa, Pedro Loyola, coordena uma equipe que começou, na segunda-feira (10/01), a visitar as principais regiões produtoras do estado, percorrendo cerca de 2 mil quilômetros, para levar as informações à Brasília e estudar medidas de apoio emergencial aos produtores. Na segunda-feira eles passaram por Guarapuava, Pitanga e Campo Mourão. Na terça, depois de Maringá, o destino era Umuarama.

Levantamento - “Municípios que tradicionalmente não têm perdas por seca, estão sendo atingidos, afetando várias outras atividades e não apenas as lavouras de grãos”, comentou, explicando que o levantamento será levado para a ministra Tereza Cristina e também para servir de subsídio à Conab [Companhia Nacional de Abastecimento].

Investimento - Loyola lembrou que o Paraná é líder na contratação de seguro e o segundo estado que mais contrata Proagro. “O que preocupa, também, é a parcela de investimento dos produtores, incluindo a pecuária de leite e demais atividades”, citando ser difícil ter ainda os números finais porque a seca não cessou.

Mitigar - “Estamos fazendo uma prévia junto aos setores para entender onde o governo poderá mitigar as dificuldades”, asseverou, mencionando: “precisa de uma política não só de município, como também de estado e de governo federal”.

Avanço - Sobre o seguro, Loyola informou que quando a ministra assumiu, em 2018, havia 4,5 milhões de hectares de áreas seguradas no país, ao passo que atualmente são 14 milhões de hectares. “Demos um grande salto, mas ainda é pouco, pois metade dos produtores das diversas atividades, no Brasil, não faz seguro nem Proagro”, completou.

Floresta - Acompanhado da equipe do programa de televisão RIC Rural, o Rally levou o diretor do Mapa à Floresta, na região de Maringá, para ver de perto os estragos causados pela seca em uma lavoura. A área visitada, do produtor Ricardo Dolphini, às margens da PR-317, espelha a realidade da soja no município, onde os produtores têm o costume de semear mais cedo.

Mais impactados - “Estamos calculando uma perda no município superior a 70%”, afirmou o engenheiro agrônomo Fernando Fabris, da unidade local da Cocamar. Os produtores que semearam mais cedo foram os mais impactados, pois as lavouras permaneceram cerca de 45 dias sem umidade e sob elevada temperatura.

“Nunca passamos” - João Claudemir Mori, produtor em Ivatuba, município vizinho, recebeu o Rally e estimou que numa de suas áreas a colheita deve ficar entre 20 e 30 sacas por alqueire (8,2 a 12,3 sacas/hectare). “Em toda a minha vida, nunca passamos por uma situação dessas. É comum a gente ter perdas com estiagens, mas não com essa intensidade”, citou. Se o clima tivesse ajudado, sua média possivelmente ficaria ao redor de 160 sacas por alqueire (66/hectare), mantendo o histórico dos últimos anos.

Impacto - Para o engenheiro agrônomo da Cocamar, Claudemir Rodrigues, a média geral de perdas no município de Ivatuba pode ser superior a 70%. “É um impacto muito forte na economia das pequenas cidades, especialmente porque a safra de inverno também foi muito ruim”, destacou.

A mais baixa média - De Ivatuba o Rally seguiu para o vizinho município de Doutor Camargo onde observou uma lavoura de soja com algum porte e até bem enfolhada. Mas conversando com o produtor Luiz Totti de Souza, soube que a produtividade deve ser a mais baixa desde quando sua família começou a lidar com a oleaginosa, no começo dos anos 1970.

Dez vezes menos - “Os pés até que estão bonitos, mas quase não têm vagens”, mostrou Totti, arrancando uma das plantas. Em vez de 70 vagens em média, podiam ser contadas não mais que 15 e, assim mesmo, os grãos não se desenvolveram bem. “Acho que vamos colher umas 15 sacas por alqueire (6 sacas/hectare), não mais que isso”, disse. Ou seja, dez vezes menos do que ele colheria em condições climáticas normais.

Na TV - O dia do Rally será resumido em uma reportagem a ser exibida no domingo, a partir das 9h, no RIC Rural, para todo o estado do Paraná.

Patrocínios - Em sua sétima edição consecutiva, acompanhando todo o ciclo da safra de soja 2021/22, do pré-plantio à colheita, o Rally conta com o patrocínio das seguintes empresas: Basf, Fairfax Brasil – Seguros Corporativos, Sicredi União PR/SP, Zacarias Chevrolet e Viridian, com o patrocínio institucional da Cocamar Máquinas, Texaco Lubrificantes, Estratégia Ambiental e Irrigação Cocamar e o apoio do Cesb, Aprosoja/PR e Unicampo. (Imprensa Cocamar)

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LAR: Presença feminina marca o primeiro dia do Dia de Campo

O tradicional Dia de Campo da Lar teve seu retorno em formato presencial nesta terça-feira (11/01) e segue até dia 13 de janeiro, em Medianeira, Oeste do Paraná. O primeiro dia contou com uma programação especial para as Mulheres do Agro, que foram recepcionadas no Lar Centro de Eventos e assistiram à palestra “Protagonismo da Mulher Cooperativista”, ministrada por Andrea Cordeiro, especialista em agronegócio, em commodities agrícolas & comercialização, consultora, colunista e articulista agro e co-autora do livro Mulheres do Agro. A abertura oficial contou com a presença da Diretoria Executiva, superintendência e conselheiros da Lar Cooperativa.

No campo - A edição do Dia de Campo de 2022 tem como tema “Conhecimento e tecnologia de mãos dadas” e conta com 36 fornecedores de insumos, sendo 25 da área agrícola, que compreendem empresas de defensivos, fertilizantes e sementes, e 11 da área pecuária, fornecedores de medicamentos e nutrição animal.

Temas - Nas tendas técnicas, os agrônomos da Lar apresentam os temas: manejo de plantas daninhas; manejo de pragas; manejo de doenças e controle de cigarrinha do milho. Além dos painéis de cultivares de soja, contendo cerca de 65 cultivares, incluindo as novas biotecnologias X-tend e Enlist.

Avanços - “Passamos praticamente dois anos sem conseguir realizar esses eventos presencialmente, e no decorrer desse tempo, houve muitos avanços na tecnologia e inovação. Por isso mesmo, é que o Dia de Campo é uma oportunidade para levar todo esse conhecimento à nossa área técnica e associados, nivelando o acesso as informações e melhorando os resultados”, afirma o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues.

Trincheira - Um dos grandes atrativos do evento é a trincheira montada na lateral da tenda principal, na qual os técnicos do do IDR – Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná e da Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, realizam abordagem sobre manejo de solo e sua relevância para altas produtividades. Além disso, o IDR estará apresentando no decorrer do evento os resultados do diagnóstico efetuado em conjunto com a Lar. Primeiros resultados de um trabalho de três anos para diagnosticar a qualidade do manejo de solo em nossa região.

Alternativas - Nesta edição, um dos destaques é a área demonstrativa de cereais de inverno, cujo intuito é diminuir a dependência do milho adotando outras culturas em áreas de pousio. Temos nessa área, espaços com sorgo, milheto e trigo mourisco que são alternativas para a segunda safra ou áreas de pousio anteriores a cultura do trigo. Nesta quarta-feira (12/01), em paralelo será realizada uma reunião com uma comissão estadual que trabalha o tema (Sindiavipar, Faep, Ocepar, Secretaria de Agricultura, IDR e cooperativas).

Diversificação - Nos três dias de evento serão abordados temas sobre novidades tecnológicas, tendências de mercado e também muitas oportunidades de negócios através das novas áreas da cooperativa: Lar Credi, Lar Máquinas e Supercampo, além do estande das lojas agropecuárias da Lar, com campanha de vendas de medicamentos e suplementação mineral, além da presença dos principais fornecedores de insumos agropecuários. (Imprensa Lar)

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SICREDI: Lançado portal para receber inscrições de startups interessadas em contribuir com seu negócio

sicredi 12 01 2022Com o intuito de fortalecer ainda mais os laços com startups e oportunizar que elas atuem em projetos de grande escala, experienciando desenvolvimento de soluções em nível nacional, participando do programa Inovar Juntos, o Sicredi lançou uma página online. Por meio dela, as startups podem realizar a sua inscrição a qualquer momento e fazer parte do mailing de empresas cadastradas para os desafios que surgirem ao longo do ano na instituição. Antes, o programa contava com uma janela fixa, aberta uma vez por ano, para que os cadastros fossem realizados.

Desafio aberto - Para 2022, o programa, que funciona por meio de desafios para atender demandas das comunidades onde o Sicredi atua, já está com um desafio aberto. A instituição busca uma ferramenta de gestão financeira, intuitiva e interativa, que ofereça orientação personalizada e auxilie os associados na sua organização e educação financeira. Outros desafios estão previstos ainda para este ano e serão divulgados no novo portal do Inovar Juntos, além de outros canais de parceiros de negócios do Sicredi. O programa é gratuito e destinado às startups que já tenham um produto mínimo viável (MVP) testado em pequena escala, e empresas que já tenham receita e estejam no mercado.

Oportunidades - “É uma novidade que busca ampliar as oportunidades para startups se relacionarem com o Sicredi, uma instituição financeira cooperativa com mais de 5,5 milhões de associados, presente em 25 estados e no Distrito Federal com mais de 2 mil agências. Ou seja, uma oportunidade de parceria para que ganhem escala em seus negócios e nos ajudem a construir soluções em benefício às nossas cooperativas e associados”, explica Valério Araujo, Gerente Open Banking e Inovação do Sicredi.

Estímulo - O Inovar Juntos surgiu em 2018 com o objetivo de estimular o desenvolvimento de soluções que beneficiem a instituição e seus associados, além de reforçar a cultura de inovação por meio da aproximação do Sicredi com o ecossistema de startups. A iniciativa tem se mostrado promissora, já tendo impactado mais de 450 startups participantes, cerca de R$ 1,5 milhão investido em soluções e aproximadamente R$ 150 milhões em negócios foram gerados. Desde o seu início, o Inovar Juntos rendeu 27 projetos pilotos e 10 soluções que foram escaladas, resultando em 10 experimentos desenvolvidos e viabilizando a validação de inúmeras hipóteses que ajudaram nas decisões dos times de negócio, além de ampliar a cultura de inovação entre os times.

2020 - Em 2020, a iniciativa ganhou uma abordagem mais focada em negócios e passou de um evento pontual de conexão com startups para um processo permanente de relacionamento. “O Inovar Juntos está alinhado à estratégia da empresa e à digitalização de produtos, permitindo uma utilização mais dinâmica dos processos por parte dos times do Sicredi para gerar soluções por meio da colaboração com os parceiros em benefício às nossas cooperativas e associados”, completa Valério.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados* e no Distrito Federal, com mais de 2.000 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTO: StartupStockPhotos / Pixabay

 

INFRAESTRUTURA: Corredor Leste de Exportação do Porto de Paranaguá registra alta de 56% na produtividade

infraestrutura 12 01 2022O volume de granéis embarcados no Corredor Leste de Exportação do Porto de Paranaguá (Corex) em dezembro de 2021 foi quase 56% maior em comparação com o mesmo período do ano anterior. No último mês de 2021 foram 1.039.992 toneladas de soja, farelo e milho exportados pelo complexo ante 667.082 toneladas dos produtos no mesmo mês do ano anterior.

Fatores - Segundo o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, além do desempenho dos terminais que operam pelo complexo, reconhecido pela produtividade e capacidade operacional, os principais fatores que influenciam no movimento são as condições climáticas, os preços internacionais e o comportamento do mercado (oferta x demanda). “Esse comportamento fica evidente quando analisamos os volumes, principalmente de soja e milho, ao compararmos os dois meses de dezembro, de 2020 com 2021”, afirma Garcia.

2020 - Em dezembro de 2020, não houve embarque de soja em grão pelo Corredor Leste. Naquele mês, pelo complexo, foram exportadas 254.130 toneladas de farelo de soja e 412.952 toneladas de milho.

Ano passado - Já no último mês de dezembro, foram carregadas 586.233 toneladas de soja; 390.371 toneladas de farelo; e 63.388 toneladas de milho. Este último produto teve queda na produção, em 2021, devido à estiagem que castigou as lavouras.

Operação - Os três berços do Corex (212, 213 e 214) receberam um total de 19 navios, em dezembro do ano passado. No mesmo mês, em 2020, foram apenas 12 atracações.

Berço mais produtivo - Em dezembro passado, o berço mais produtivo do complexo foi o 213, onde 9 navios atracaram nos 31 dias, movimentando um total de 573.260 toneladas de cargas. Pelo berço 212 foram exportadas 129.501 toneladas de granéis sólidos; e, pelo 213, outras 337.230 toneladas.

Embarques - No último mês de 2021, das 1.039.992 toneladas embarcadas pelo Corex, cerca de 17,66% saíram pelos silos públicos (um vertical e quatro horizontais) – 183.631 toneladas. 82,34% foram embarcados pelos outros dez terminais que operam no complexo.

Modais - Na participação por modais no descarregamento de granéis no Corex, a maior parte foi por caminhões. Em dezembro de 2021, 21.125 veículos passaram pelo Pátio de Triagem antes de descarregar os granéis nos terminais do Corredor Leste. No mesmo mês, em 2020, foram 10.504 caminhões. De vagões, foram 6.576 descarregados em dezembro de 2021, ante 6.540 vagões no mesmo mês em 2020. (Agência de Notícias do Paraná)

Clique AQUI e conheça o Corredor de Exportação na animação Porto Explica, da Portos do Paraná.

Confira a produção:

Produto / berço (Corex)

Soja

Berço 212 - 61.500

Berço 213 - 458.463

Berço 214 - 66.270

 

Farelo

Berço 212 - 68.001

Berço 213 - 51.410

Berço 214 - 270.960

 

Milho

Berço 213 - 63.388

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

PPI: Conselho aprova adoção do Plano Nacional de Logística 2035

ppi 12 01 2022Foi publicada, no Diário Oficial da União, a Resolução do Conselho do PPI nº 211, de 16 de dezembro de 2021, que aprova a adoção, no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos – PPI, do Plano Nacional de Logística 2035. Aprovado pelo Ministério da Infraestrutura, conforme a Resolução nº 6, de 15 de outubro de 2021, o Plano avaliou o quanto a rede de transportes nacional está próxima dos objetivos da Política Nacional de Transportes. Também identificou os pontos a serem trabalhados e priorizados ao longo dos próximos anos, com a simulação de possíveis cenários para o setor. Um dos principais objetivos do PNL 2035 é a transformação da matriz de transporte do Brasil para torná-la mais racional e sustentável.

Instrumento - O PNL é um instrumento do Estado brasileiro que visa lançar um olhar para as necessidades e oportunidades atuais e futuras dos subsistemas de transporte, recomendando estudos de novas infraestruturas e a melhoria em infraestruturas existentes no âmbito do Planejamento Setorial.

Integração - Além disso, propicia a integração dos transportes aéreo, aquaviário e terrestre e a harmonização das políticas setoriais. O PNL também define os elementos de logística do transporte multimodal a serem implementados por órgãos ou entidades da Administração Pública. (Ministério da Economia)

Acesse também a versão resumida do Plano Nacional de Logística 2035

 

GESTÃO DE RISCOS: Valor segurado no país alcança recorde de R$ 68,3 bi em 2021

gestao risco 12 01 2022Em 2021, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aplicou R$ 1,18 bilhão, valor 34% maior que o executado em 2020. Com isso, todos os indicadores são recordes no seguro rural em 2021. Foram beneficiados aproximadamente 121 mil produtores rurais, contratadas 218 mil apólices e a área segurada total foi de 14 milhões de hectares, 2,4% superior ao resultado de 2020. O valor segurado no país alcançou o recorde de R$ 68,3 bilhões no ano passado, um aumento de aproximadamente 49,1%.

Indenizações - As seguradoras já pagaram, entre janeiro e outubro de 2021, em torno de R$ 3,6 bilhões em indenizações aos produtores, o que representa um aumento de 76% sobre os R$ 2,1 bilhões pagos no mesmo período de 2020. O valor é recorde também desde o começo do PSR, em 2006.

Prioridade - A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) tem priorizado a política agrícola de seguro, que é uma proteção indispensável para qualquer empreendimento rural e os eventos adversos que têm ocorrido com frequência nos últimos anos.

Aumento - Em 2021, houve aumento significativo nos custos e preços dos principais produtos segurados, como a soja e o milho, o que exigiu um aporte maior de subvenção do governo. “Em 2020, aplicamos R$ 881 milhões no PSR e com isso conseguimos atingir uma área segurada de 13,7 milhões de hectares. Já em 2021, mesmo aplicando R$ 300 milhões a mais no Programa, elevamos a área em menos de 400 mil hectares, porém significativa para a continuação do crescimento do Programa observado desde 2019”.

Outros destaques - Outros destaques no PSR foram entre as mais de 60 atividades apoiadas pelo Programa. No ano de 2021, destaca-se o crescimento das operações de pecuária, que tiveram um aumento de 109%; café, 40%; floresta, 22% e milho, 1ª e 2ª safras, 18%.

Culturas - As culturas que apresentaram maior demanda por seguro rural foram: soja, milho (2ª safra), trigo, milho (1ª safra), café, maçã, uva, arroz e tomate.

Relatório - O relatório consolidado da execução do Programa de Seguro Rural em 2021 deve ser divulgado no próximo mês. As informações gerais já estão disponíveis no Atlas do Seguro Rural. Para o produtor rural verificar se sua apólice foi contemplada no Programa, basta acessar o site: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/riscos-seguro/seguro-rural/produtores-beneficiados.

Contratação - O produtor que tiver interesse em contratar o seguro rural deve procurar um corretor ou uma instituição financeira que comercialize apólice de seguro rural. Atualmente, 15 seguradoras estão habilitadas para operar no PSR. O seguro rural é destinado aos produtores pessoa física ou jurídica, independentemente de acesso ao crédito rural. 

Pedido - A subvenção econômica concedida pelo Ministério da Agricultura pode ser pleiteada por qualquer pessoa física ou jurídica que cultive ou produza espécies contempladas pelo Programa. A partir de 2022, o percentual de subvenção ao prêmio será fixo em 40% para todas as culturas/atividades, exceto para a soja, cujo percentual será fixo em 20%. Essa regra vale para qualquer tipo de produto e cobertura, conforme regras do PSR, que podem ser acessada aqui. (Mapa)

FOTO: Divulgação / Mapa

 

CONAB: Companhia divulga calendário de levantamentos das safras agrícolas e do mercado hortigranjeiro

conab 12 01 2022A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicou em seu site o calendário 2022 dos levantamentos realizados pela estatal. Com isso, as datas de divulgação das safras de grãos, de café, de cana-de-açúcar e da comercialização de hortigranjeiros nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) já podem ser acessadas pelo público.

Estimativa - Nesta terça-feira (11/01), a estatal divulgou a 4ª estimativa da safra de grãos 2021/22, com a previsão de produção de um volume total de 284,4 milhões de toneladas. No caso da safra de grãos, as divulgações trazem um panorama do início do ciclo de produção a partir do mês de outubro de cada ano. Ao todo são 12 levantamentos mensais, com o último encerrando o ano-safra no mês de setembro.

Café - No próximo dia 18 de janeiro, será a vez do 1° Levantamento da Safra de Café 2022. Neste caso, o anúncio é o primeiro de uma série de quatro, contendo pesquisa de produção nas principais regiões produtoras do país. Os levantamentos subsequentes ocorrem nos meses de maio (19), setembro (20) e dezembro (15).

Prohort - Ainda neste mês de janeiro, no dia 20, será divulgado o 1º levantamento mensal de comercialização de hortigranjeiros nas principais Ceasas do país. Durante todo o ano, mensalmente, são realizados levantamentos que fazem parte do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), cuja operacionalização é realizada pela Conab.

Cana-de-açúcar - Para a cana-de-açúcar, o 4º e último levantamento, que encerra a safra 2021/22, está agendado para o dia 20 de abril. Os levantamentos seguintes, referentes ao ano safra 2022/23 estão marcados para abril (28), agosto (19) e dezembro (22).

Monitoramento Agrícola - O Boletim de Monitoramento Agrícola, por sua vez, é publicado mensalmente, produto da parceria entre a Conab, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam), se destacando entre os serviços da Conab para atender a sociedade com informações sobre as condições agrometeorológicas e a interpretação do comportamento das lavouras em imagens de satélites e no campo. O primeiro boletim deste ano será publicado no dia 27 de janeiro.

Apresentações on-line - Pelo site da Conab é possível ficar também informado sobre as apresentações on-line (webinar) no canal da Companhia no Youtube, com comentários de analistas e diretores da Companhia, além de convidados e representantes de órgãos como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). (Conab)

Acesse aqui o Calendário de Divulgação de Safras e do Prohort, divulgado pela Conab.

 

ECONOMIA: Pandemia e crise hídrica fizeram inflação estourar meta, diz BC

economia 12 01 2022A pandemia de covid-19, a elevação do preço global das commodities (bens primários com cotação internacional) e a crise hídrica foram responsáveis pela inflação estourar o teto da meta, justificou nesta terça-feira (11/01) o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Por determinação legal, ele enviou uma carta ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao Conselho Monetário Nacional (CMN) justificando a inflação oficial de 10,06% em 2021, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Ano passado - No ano passado, o IPCA atingiu quase o dobro do teto fixado pelo CMN. A meta de inflação oficial para o ano passado estava em 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo. O índice, portanto, poderia variar de 2,25% a 5,25%. Essa foi a sexta vez, desde a criação do sistema atual de inflação, em que o presidente do BC teve de justificar o descumprimento da meta.

Principais fatores - “Os principais fatores que levaram a inflação em 2021 a ultrapassar o limite superior de tolerância foram os seguintes:

» Forte elevação dos preços de bens transacionáveis em moeda local, em especial os preços de commodities;

» Bandeira de energia elétrica de escassez hídrica;

» Desequilíbrios entre demanda e oferta de insumos, e gargalos nas cadeias produtivas globais”, explicou o BC na carta.

Impulso - Segundo Campos Neto, a grande parte da inflação alta em 2021 foi um fenômeno global impulsionado pela pandemia de covid-19. A doença afetou fluxos comerciais em todo o planeta, criando gargalos na distribuição de produtos. De acordo com ele, o fenômeno atingiu não apenas países emergentes, mas também economias avançadas.

Pressões - “As pressões sobre os preços de commodities e nas cadeias produtivas globais refletem as mudanças no padrão de consumo causadas pela pandemia, com parcela proporcionalmente maior da demanda direcionada para bens”, escreveu Campos Neto. “De fato, a aceleração significativa da inflação em 2021 para níveis superiores às metas foi um fenômeno global, atingindo a maioria dos países avançados e emergentes.”

Combustíveis - No ano passado, escreveu Campos Neto, a inflação importada foi o principal fator que impulsionou a inflação. O destaque foi a elevação do preço internacional do petróleo, que encareceu os combustíveis.

Principal fator - “O principal fator para o desvio de 6,31 p.p. da inflação em relação à meta adveio da inflação importada, com contribuição de 4,38 p.p., cerca de 69% do desvio. Abrindo esse termo [decompondo a inflação importada], destacam-se as contribuições de 2,95 p.p. do preço do petróleo, 0,71 p.p. das commodities em geral e 0,44 p.p. da taxa de câmbio”, destacou a carta.

Inércia inflacionária - Depois da inflação importada, a inércia inflacionária foi o segundo fator que pressionou a inflação no ano passado, com impacto de 1,21 ponto acima do teto da meta. A inércia representa a indexação de contratos e de preços que são corrigidos pela inflação do ano anterior. Desde o segundo semestre de 2020, a inflação está em alta, afetando a inflação de 2021.

Energia - Por fim, a carta do BC atribuiu a “demais fatores” impacto de 1,02 ponto acima do teto da meta. Dentro deste total, o destaque foi a bandeira de escassez hídrica (cobrada desde setembro do ano passado), que encareceu a conta de luz e teve impacto de 0,67 ponto. Essa bandeira vigorará, a princípio, até abril deste ano.

Regime de chuvas - “O fraco regime de chuvas levou ao acionamento de termoelétricas e de outras fontes de energia de custo mais elevado durante a segunda metade de 2021, resultando em aumento expressivo das tarifas de energia elétrica”, ressaltou o BC. “Em setembro, foi criada e acionada a bandeira escassez hídrica, o que causou aumento de 49,6% sobre a bandeira anterior e de 5,8% sobre a tarifa de energia elétrica ante o mês anterior.”

Justificativa - Na última vez em que o presidente do BC justificou o descumprimento da meta de inflação foi em 2017. Naquele ano, porém, a inflação encerrou abaixo do piso da meta, em 2,95%, contra um limite mínimo de 3% para o IPCA. Na ocasião, o Banco Central era presidido por Ilan Goldfajn, com Henrique Meirelles como ministro da Fazenda. (Agência Brasil)

 

COMBUSTÍVEL: Petrobras aumenta preço da gasolina e do diesel para as distribuidoras

combustivel 12 01 2022A partir desta quarta-feira (12/01), depois de 77 dias sem aumentos, a Petrobras faz ajustes nos seus preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras. O anúncio foi feito nessa terça-feira (11/01) pela companhia, em nota à imprensa.

Últimos aumentos - Segundo a empresa, os últimos aumentos ocorreram em 26 de outubro do ano passado. O preço cobrado pela Petrobras para a gasolina chegou a ser reduzido em R$ 0,10 litro, em 15 de dezembro. Já o preço do diesel ficou estável.

Preço médio - Com a decisão dessa terça, o preço médio de venda da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro. “Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 2,26, em média, para R$ 2,37 a cada litro vendido na bomba. Uma variação de R$ 0,11 por litro”, explicou a companhia, na nota.

Diesel - Para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras subirá de R$ 3,34 para R$ 3,61 por litro. Levando em conta a mistura obrigatória de 10% de biodiesel e 90% de diesel A para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será elevada de R$ 3,01, em média, para R$ 3,25 a cada litro vendido na bomba, mostrando variação de R$ 0,24 por litro.

Abastecimento - De acordo com a Petrobras, esses ajustes “são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”.

Preços competitivos - A companhia reiterou seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, acompanhando as variações de alta e baixa, “ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio, causadas por eventos conjunturais”. (Agência Brasil)

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CÂMBIO: Dólar cai para menos de R$ 5,60 e fecha no menor nível do ano

cambio 12 01 2022O tom mais ameno do presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos), fez o mercado financeiro ter um dia de trégua. O dólar fechou abaixo de R$ 5,60 e caiu para a menor cotação do ano. A bolsa de valores subiu quase 2% e atingiu o segundo melhor nível de 2022.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (11/01) vendido a R$ 5,58, com queda de R$ 0,095 (-1,67%). A cotação abriu próxima da estabilidade, mas passou a despencar no decorrer das negociações, até fechar perto da mínima do dia. No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 103.779 pontos, com alta de 1,8%. O indicador está no patamar mais alto desde 3 de janeiro, quando tinha fechado próximo dos 104 mil pontos.

Bolsa - A bolsa seguiu o mercado norte-americano, que subiu após as declarações do presidente do Fed, Jerome Powell. Em audiência no Senado norte-americano, Powell afirmou que o Fed está mais preocupado em conter a inflação do que em comprometer o crescimento do emprego nos Estados Unidos. Ele também declarou que a decisão de como o Fed pretende vender os títulos e os recursos que comprou desde o início da pandemia de covid-19, levará tempo para ser debatida, sendo discutida em até quatro reuniões.

Suavização - A declaração foi interpretada como suavização do tom do presidente do Fed e fez os investidores descartarem novas medidas. Segundo os analistas de mercado, a expectativa de que os juros básicos nos Estados Unidos subirão a partir de março já está incorporada aos preços, o que levou à realização de lucros (venda de ativos para embolsar ganhos recentes) de quem comprou dólares nos últimos dias. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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SAÚDE I: Brasil tem 22,62 milhões de casos de Covid-19

O número de pessoas que pegaram covid-19 no Brasil chegou a 22.629.460. Em 24 horas, foram registrados no país mais 70.765 casos da doença. Na segunda-feira (10/01), o sistema de informações da pandemia do Ministério da Saúde contabilizava 22.558.695 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda há 342.075 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Na segunda-feira (10/01), o número estava em 302.471.

Ômicron - Os infectados com a variante Ômicron agora são 425. Até o momento, um óbito por esta variante foi confirmado em Goiás. Ainda há 838 potenciais casos em investigação, a maioria no Rio de Janeiro (441), Rio Grande do Sul (235) e Minas Gerais (114).

Mortes - As vidas perdidas no Brasil desde o início da pandemia de covid-19 chegaram a 620.238. De segunda para terça-feira (10 e 11/01), foram registradas 147 mortes. Na segunda-feira (10/01), o painel de informações da pandemia marcava 620.091 óbitos.

Investigação - Ainda há 2.988 falecimentos em investigação, dados que não vêm sendo atualizados nos últimos dias. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que a definição da causa do óbito ainda demanda exames.

Recuperados - Até esta terça-feira (11/01), o número de pacientes recuperados de covid-19, estava em 21.667.147, conforme dados divulgados no balanço diário do Ministério da Saúde. A atualização reúne informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, o estado com mais mortes por covid-19 é São Paulo (155.420). Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (69.546), Minas Gerais (56.744), Paraná (40.922) e Rio Grande do Sul (36.497).

Menos - Os estados com menos óbitos resultantes da doença são Acre (1.854), Amapá (2.028), Roraima (2.078), Tocantins (3.955) e Sergipe (6.062). De ontem para hoje, não se registraram mortes por covid-19 nos estados de Roraima e Sergipe.

Vacinação - Até agora, foram aplicados no país 334,1 milhões de doses de vacinas contra covid-19: 161,7 milhões com a primeira dose; 144,6 milhões com a segunda, ou dose única, e 15,5 milhões com a dose de reforço. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Paraná registra 9.492 novos casos e sete mortes pela Covid-19

saude II 12 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (11/01) mais 9.492 casos confirmados e sete mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Nas últimas 24 horas foram 6.819 casos e um óbito, e o restante representa o acumulado de dias e meses anteriores.

Soma - Os dados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.636.220 casos confirmados e 40.698 mortos pela doença desde o começo da pandemia, em março de 2020.

Meses - Os casos divulgados nesta data são de janeiro (8.261) de 2022; dezembro (156), novembro (92), outubro (82), setembro (73), agosto (77), julho (58), junho (59), maio (42), abril (41), março (50) fevereiro (30) e janeiro (78) de 2021; e dezembro (87), novembro (108), outubro (59), setembro (55), agosto (51) julho (28), junho (5) e abril (2) de 2020. Os óbitos divulgados são de janeiro (5) de 2022; e dezembro (1) e maio (1) de 2021.

Monitoramento - A Sesa está monitorando a situação epidemiológica do Paraná e o crescimento no número de casos diários. Neste momento, o aumento está diretamente ligado com a maior circulação de pessoas em todo o Estado, devido às festividades de fim de ano.

Atraso - Além disso, deve-se considerar um atraso no envio de amostras para os laboratórios credenciados do Estado como o Laboratório Central do Paraná (Lacen/PR) e Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) na última semana, também relacionado com os recessos e feriados.

Medidas de prevenção - A Secretaria reforça que as medidas de prevenção como uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel permanecem sendo necessárias, juntamente com a continuidade da vacinação contra a Covid-19.

Internados - 54 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados em leitos SUS (20 em UTIs e 34 em leitos clínicos/enfermarias) e não há ninguém em leitos da rede particular (UTI ou clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 699 pacientes internados, 215 em leitos de UTI e 484 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão nas redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais sete pacientes: uma mulher e seis homens, com idades que variam entre 60 e 86 anos. Os óbitos ocorreram entre 9 de maio de 2021 e 10 de janeiro de 2022.

Municípios - Eles residiam em cada um dos seguintes municípios: São Mateus do Sul, São José dos Pinhais, Quedas do Iguaçu, Pinhais, Maringá, Curitiba e Almirante Tamandaré.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 7.413 casos de residentes de fora do Estado – 224 pessoas morreram. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja AQUI os ajustes e relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: Informe semanal da dengue registra mais 61 casos da doença no Paraná

saude III 12 01 2022O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (11/01) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 61 casos a mais que o informe anterior, alcançando 613 casos confirmados no total. Os dados são do 20º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Notificações - Até o momento, 298 municípios registraram notificações de dengue e 109 confirmaram a doença, sendo 79 com casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência.

Óbitos - O Paraná ainda não registra óbitos pela doença e foram descartados 1.015 casos nesta semana.

Circulação - Segundo informações do boletim, os sorotipos Denv1 e Denv2 circulam no Paraná, mantendo a mesma tendência observada no período epidemiológico anterior.

Risco - O informe também ressalta que há risco climático alto para proliferação do vetor transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya nas regiões litorânea e Noroeste, por isso é importante que a população esteja atenta na eliminação de focos do mosquito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim completo AQUI.

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