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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5237 | 13 de Janeiro de 2022

SECA I: Ministra visita produtores rurais afetados pela estiagem para definir medidas de socorro

seca 13 01 2022A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, iniciou viagem, nesta quarta-feira (12/01), pelas áreas do centro-sul do país atingidas pela estiagem. Pela manhã, a ministra esteve em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul; e no período da tarde, em Chapecó, em Santa Catarina. A equipe de técnicos do Ministério, da Conab, Embrapa e representantes do Banco Central, Banco do Brasil e do Ministério da Economia integram a comitiva. Nesta quinta-feira (13/01), estão previstas visitas à Cascavel, no Paraná, e Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul.

Visitas - Nesta quarta (12/01), a equipe esteve em propriedades rurais afetadas pela estiagem e se reuniu com lideranças de produtores locais, além de prefeitos e parlamentares representantes dos estados.

Levantamento - “Viemos ver de perto, conversar com os produtores e lideranças dos estados para realizar o levantamento in loco e levar para Brasília as informações necessárias que nos ajudarão a definir ações de curto, médio e longo prazo. É preciso pensarmos também na safra de inverno, saber sua viabilidade e avaliar a possibilidade de outras culturas mais seguras como alternativa”, declarou Tereza Cristina.

Dados - Conforme dados da Emater/RS, em decorrência da estiagem no Rio Grande do Sul, os produtores tiveram dificuldade em realizar a semeadura da soja, já que, no fim do ano passado, o plantio alcançou 93% da área.

Perda - Em Santo Ângelo, a ministra conversou com o produtor Dirceu Segatto, que relatou já ter perdido metade da lavoura de soja por causa da seca. Segundo ele, houve perda na plantação de milho e o custo para replantar praticamente dobrou.

Epagri - Em Santa Catarina, segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), a região oeste do estado apresentou de 20% a 40% da média histórica de chuvas para o mês de dezembro. E as chuvas dos meses de setembro e outubro não foram suficientes para recuperar os aquíferos, sendo o armazenamento de água no solo insuficiente para manter os mananciais em condições adequadas. O produtor Wolmir Meneghatti, de Chapecó (SC), contou para comitiva ministerial que já enfrenta o terceiro ano de quebra da safra de milho por causa da escassez de chuvas.

Diversificação - O presidente da Embrapa, Celso Moretti, que integra a comitiva, disse que pesquisas já mostram que é possível a diversificação de lavouras de segunda safra, com a adoção de culturas de cereais de inverno, como trigo, triticale, canola, centeio, aveia e cevada, como forma de recuperar as perdas com outras culturas, além da adoção de tecnologias, como construção de barraginhas para reserva e conservação de água nas propriedades durante os períodos de estiagem. Embrapa Trigo e Embrapa Suínos e Aves têm estudos que mostram que o milho pode muito bem ser substituído, principalmente pelo trigo e pelo triticale, sem afetar a qualidade nutricional na composição de ração para suínos e aves.

Primeiros impactos - Desde o fim do ano passado, quando foram identificados os primeiros impactos do período de seca nas regiões, equipe técnica do Mapa está em campo para avaliar a situação das lavouras. A ministra reforçou que as vistorias da Conab foram antecipadas em uma semana para um levantamento atualizado sobre a intensidade e amplitude do impacto na produção agrícola, dimensionando os níveis de perdas por cultura e região. A ideia é dar mais celeridade ao processo de perícia e liberação das lavouras atingidas.

Caminhos - “O que não podemos é ter gente saindo da produção. Nós temos a preocupação de resolver a tempo para minimizar. Resolver tudo não vamos conseguir fazer, mas podemos dar alguns caminhos se fizermos rápido e agora”, ressaltou a ministra.

Cobertura do Seguro Rural - De forma a amenizar a situação para os produtores, o secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Bastos, destaca o papel preponderante do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e da contratação de seguro rural por parte dos produtores rurais.

Desafio - "Nós temos um desafio grande na Secretaria de Política Agrícola. A primeira emergência que tomamos foi exatamente tomar par da situação. Checar a situação do seguro, checar como as instituições financeiras estavam recebendo algum pedido de renegociação. Estamos trabalhando com Governo Federal para dar algum tipo de conforto neste primeiro momento", disse, acrescentando "que o produtor rural necessita contratar mitigadores de risco climático, como o seguro rural, visto que as adversidades climáticas, como seca, chuvas excessivas, geadas e granizos são cíclicas e ocorrem em diferentes regiões e culturas todos os anos, inclusive em anos com safras recordes".

Levantamento preliminar - Levantamento preliminar da Secretaria de Política Agrícola do Mapa junto às principais instituições financeiras do crédito rural aponta cobertura significativa de mitigadores de risco para médios e pequenos produtores de soja e milho, com Proagro e Seguro Rural nos estados afetados pela seca.

Cobertura - Em relação às principais culturas afetadas, no Rio Grande do Sul, a área de cultura de soja está 41% segurada e a de milho, 55%. Em Santa Catarina, o panorama é de 31% de cobertura para a soja e de 42% para o milho.

Programas - Além disso, de forma geral, os produtores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) têm financiamento de custeio, por obrigatoriedade legal, com 100% de contratação de Proagro ou Seguro Rural. Já os médios produtores do Pronamp tiveram de 79% a 95% das operações de crédito rural com cobertura de seguro ou Proagro, dependendo da cultura, estado e instituição financeira.

Redução - Esse índice reduz para 40% a 60% no caso dos demais produtores (grandes operações e produtores). Nas operações de custeio de produtores, que não sejam do Pronaf e com valor de até R$ 335 mil, é obrigatória a contratação de garantia via Proagro ou, em substituição, seguro rural.

2021 - Em 2021, a cobertura de seguro rural disponibilizada pelo Mapa foi recorde. O Mapa aplicou R$ 1,181 bilhão. Desde 2018, o investimento e a área segurada no país triplicaram.

Meta - De acordo com a ministra, a meta é ampliar os recursos de subvenção do seguro rural no próximo Plano Safra, o que permitirá ampliar o número de produtores rurais atendidos. “Se você faz um seguro atingindo mais gente, colocando mais gente nesse guarda-chuva, é melhor para o produtor, que paga sua dívida e começa novamente, e para o governo, que não tem que carregar a dívida por anos”.

Crédito Rural - Em relação ao crédito rural, o Mapa estuda o apoio de crédito adicional aos produtores dos municípios em que o estado de emergência foi reconhecido pelo Governo Federal. Já há possibilidade de apoio sem necessidade de autorização do Banco Central, inclusive em relação às dívidas referentes a operações de crédito de investimento contratadas com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), conforme previsto no Manual de Crédito Rural (MCR). (Com informações do Mapa)

FOTO: Guilherme Martimon / Mapa

 

SECA II: Comitiva do Mapa encontra cenário de perdas severas no Oeste

Nesta quarta-feira (12/01), Toledo, na região Oeste, foi o primeiro destino do terceiro dia da expedição comandada pelo Mapa, com participação da Faep e outras entidades, para avaliar os prejuízos causados pela severa estiagem que se abateu sobre o Paraná. Desde o início da semana, integrantes do Ministério e da Conab estão percorrendo o Estado, se reunindo com produtores e lideranças rurais para compor um quadro da situação da agropecuária paranaense frente à seca. Os dados sobre as perdas de produção e as possíveis soluções para mitigar este problema serão levados à ministra Tereza Cristina.

Participações - Participaram deste encontro representantes do poder municipal, da Seab, das Cooperativas Coamo e Primato, além de produtores e lideranças rurais.

VBP - Responsável pelo maior Valor Bruto de Produção (VBP) Agropecuária do Estado, Toledo tem como carro-chefe da sua economia a produção de proteínas, que foi severamente afetada pelas quebras ocorridas no campo, que impactaram o custo da alimentação animal.

Quebra - De acordo com a Seab, na regional de Toledo, que abrange 20 municípios, a quebra na produtividade da soja foi de 75% na média, colocando a região como a mais afetada pela seca no Estado. Além do volume reduzido, o clima prejudicou a qualidade dos grãos, o que impactará diretamente as cadeias de aves, suínos, peixes e pecuária de leite.

Primato - Os números apresentados pela Seab vão ao encontro dos dados levantados pela Cooperativa Primato, apresentado na ocasião. De acordo com o presidente da cooperativa, Anderson Sabadin, além das perdas de 75% na soja, constatou-se perda de 45% na produtividade do milho. “A qualidade dos grãos também preocupa, chegamos a devolver várias cargas por falta de qualidade”, disse. Segundo ele, além do preço e da qualidade, preocupa a disponibilidade desses insumos. “A grande preocupação passa a ser se teremos grãos, matéria prima para esmagar e manter o animal a campo”, avaliou.

Produção - Para o presidente do grupo de produtores Agrolíder, Almir Dalposso, a quebra constatada na soja foi de 90% a 95%. “Os últimos plantios praticamente não vão ter produção”, afirmou. Também o presidente do sindicato rural de Assis Chateaubriand, Valdemar Melato, presente na reunião, relatou perdas de 90% no seu município.

Medianeira - A segunda reunião ocorreu na sede da Cooperativa Lar, localizada em Medianeira. Participaram do encontro representantes da Seab, do Sindiavipar, Fetaep, além de técnicos da Lar, do prefeito em exercício de Medianeira, Evandro Mees e dos presidentes dos sindicatos rurais de Medianeira, Ivonir Lodi e São Miguel do Iguaçu, José Carlos Colombari.

Registros - De acordo com os técnicos da Lar, na área de abrangência da cooperativa, foram registradas perdas de produtividade de 70% na soja.

Dados - A Seab também apresentou os dados do núcleo regional de Cascavel, que abrange 28 municípios da região. Segundo os técnicos do Estado, a quebra na soja foi de 61%, no milho de 58% e no feijão 55%. Como até o momento apenas 7% da soja foi colhida na região, estima-se que estas perdas sejam ainda maiores.

Sementes de soja - Em relação à produção de sementes de soja, a Lar mantém seus campos de produção em Santa Catarina, onde constatou-se perdas entre 15% e 20%.

Seguro rural - A principal preocupação dos presentes foi o seguro rural, tanto na disseminação da cultura da gestão de risco entre os produtores, quanto na capacidade de avaliar e indenizar as áreas afetadas por parte das seguradoras, com destaque para relatos sobre atraso e falta de peritos em número suficiente.

Necessidade - “É preciso estruturar um programa de seguro mais ‘parrudo’, com mais gente pagando para diluir o custo”, disse o presidente da Lar, Irineu da Costa Rodrigues. Hoje, de acordo com a Lar, 20% dos produtores de soja e 10% dos produtores de milho da sua região não utilizam seguro rural.

Ministra - A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, está em Cascavel nesta quinta-feira (13/01). O presidente do Sistema Faep/Senar-PR, Ágide Meneguette, e outras autoridades do agro, participam do dia de trabalho que fará uma vistoria em uma propriedade rural de Lindoeste para analisar os danos provocados pela estiagem no Oeste do Paraná. Na sequência, a ministra e a comitiva se reúnem com autoridades locais no Sindicato Rural de Cascavel. O presidente da Cooperativa Coopavel, Dilvo Grolli, representa o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, na visita da ministra ao município. (Com informações da Assessoria de Imprensa do Sistema Faep)

Roteiro da comitiva

Segunda-feira (10/01): Guarapuava, Pitanga e Campo Mourão

Terça-feira (11/01): Maringá, Umuarama e Palotina

Quarta-feira (12/01): Toledo, Medianeira e Missal

Quinta-feira (13/01): Cascavel e Pato Branco

Sexta-feira (14/01): Prudentópolis

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SECA III: Estiagem teve impacto maior nas regiões Oeste e Noroeste, aponta Mapa

Ocorreu, na terça-feira (11/01), o segundo dia de reuniões da comitiva formada por integrantes do Mapa e da Conab e acompanhada pela Faep. Ao longo do dia, foram visitadas as regiões Norte, Noroeste e Oeste. O grupo percorre o interior do Paraná até a próxima sexta-feira (14/01) para avaliar os estragos causados na atividade agropecuária pela estiagem.

Maringá - Em Maringá, no Noroeste, participaram do encontro produtores rurais, representantes das cooperativas Cocamar, Integrada e Unicampo, além de Federação dos Trabalhadores Rurais (Fetaep), Banco do Brasil e Secretaria de Agricultura e Abastecimento (Seab).

Quebra - De acordo com dados apresentados pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Seab, o núcleo de Maringá (que abrange 31 municípios) houve quebra de 48% na safra 2021/22 de soja. A cana-de-açúcar tem queda estimada entre 15% e 20%. Na laranja, a perda foi entre 30% e 40%, enquanto no café a estimativa é de 60% em relação à produtividade do ano passado.

Laranja - Segundo o representante da Cocamar presente na reunião, além de uma perda estimada de 50% na produtividade dos pomares de laranja, a florada já foi impactada pela estiagem, o que deve representar prejuízos também na próxima safra da fruta. Felizmente, segundo ele, os campos de produção de sementes de soja da cooperativa não foram afetados.

Maiores - Na opinião do presidente do sindicato rural de Maringá José Borghi, as perdas no campo são bem maiores que as apresentadas durante o encontro, no que se refere à soja. “A situação é trágica. Na lavoura que eu tenho em Monte Castelo perda total, em Maringá 80% e em Campo Mourão acredito que terei perdas de 50%. O que precisamos agora é o amparo de seguro e processo de negociação, para não parar a atividade”, avalia.

Situação semelhante - O produtor de soja Marco Bruschi Neto, presente na reunião, está em situação semelhante. Nas suas três propriedades, acredita que as perdas somam 70%. “Se eu colhesse 50% levantava a mão pro céu. Em mais de 60 anos de atividade, nunca vi uma estiagem como essa”, revela.

Noroeste frágil - Outra reunião foi realizada em uma unidade da Cocamar em Umuarama, no Noroeste, e congregou produtores rurais, representantes da sociedade rural, da Seab, da Cocamar, além de representantes de três empresas de assistência técnica e também o prefeito do município, Hermes Pimentel. O evento foi organizado pelo Sindicato Rural do município.

Perdas - Segundo relatos do Deral, as perdas da safra 2021/22 na produtividade da soja na região são de 65%, o milho verão teve quebra de 78%, cana-de-açúcar entre 25% e 30% e as pastagens desapareceram, impactando negativamente as pecuárias de leite e corte, que sofreram perdas da ordem de 20% cada.

Preocupação - De modo geral, os participantes da reunião apesentaram preocupação em relação ao seguro rural, principalmente em relação a um suposto direcionamento das perícias em desfavor do produtor e a ausência de cobertura para algumas atividades nesta região, como seguro para o sorgo, por exemplo. Outra demanda foi a disponibilidade de linhas de seguro para atividades em solo do tipo 1 (mais arenoso).

Futuro - Uma preocupação extra relatada diz respeito ao futuro da produção na região. “Me preocupa o passo seguinte, o produtor vai estar descapitalizado, muitos endividados e diante de um custo de produção altíssimo”, afirmou o produtor Humberto Viglole, presente na reunião. Na região do arenito Caiuá existem 200 mil hectares de soja.

Oeste - A região Oeste foi a mais prejudicada pela estiagem, conforme informações apuradas pela comitiva. A terceira reunião do dia foi realizada na associação dos funcionários da Cooperativa C.Vale, em Palotina, e foi a maior realizada até então, com presença de técnicos e do presidente da C.Vale, Alfredo Lang, além de representantes da Sociedade Rural, da Seab e o prefeito de Palotina, Luiz Ernesto de Giacometti. O presidente do Sindicato Rural de Palotina e presidente da Comissão Técnica de Aquicultura da Faep, Edmilson Zabott, também participou.

Comprometimento - De acordo com a C.Vale, a região foi impactada pela seca, comprometendo 75% da produtividade da soja. Só no município de Palotina a quebra da oleaginosa foi de 90%, o resultado de uma combinação de pouca água e temperaturas bastante elevadas.

Aquicultura - Conforme Zabott, a aquicultura também vem sofrendo com a seca. “Para a piscicultura temos crise da água, não temos como fazer renovação, então tem que fazer uma aeração muito pesada para manter a ambiência, desta forma o custo da energia é muito alto, e pode inviabilizar a produção”, declarou.

Agilidade - Assim como em outras regiões, a agilidade das empresas seguradoras foi uma das principais demandas dos participantes, bem como produtos que cubram outras culturas e outros tipos de solo.

Endividamento - O endividamento dos produtores também foi motivo de preocupação. “Precisamos buscar alongamento das dívidas. Seria importante levar isso para a ministra [da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina]”, declarou Alfrego Lang, presidente da Cooperativa C.Vale.

Ministra - A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, participa de reunião desta quinta-feira (13/01), em Cascavel, no Oeste do Estado. (Com informações da Assessoria de Imprensa do Sistema Faep)

Roteiro da comitiva

Segunda-feira (10/01): Guarapuava, Pitanga e Campo Mourão

Terça-feira (11/01): Maringá, Umuarama e Palotina

Quarta-feira (12/01): Toledo, Medianeira e Missal

Quinta-feira (13/01): Cascavel e Pato Branco

Sexta-feira (14/01): Prudentópolis

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UNIMED CASCAVEL: Cooperativa atinge patamar máximo de excelência em saúde pelo terceiro ano seguido

unimed cascavel 13 01 2022Pela terceira vez consecutiva, a Unimed Cascavel atingiu o patamar máximo no IDSS - Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (2021, ano-base 2020). A nota de 1,0 foi divulgada no relatório de qualificação das operadoras de saúde e está acima da média brasileira (0,79), de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Programa - O Programa de Qualificação de Operadoras (PQO), da ANS, avalia 33 indicadores, incluindo um item bônus para aquelas que possuem certificado de acreditação, caso da Unimed Cascavel. Esses indicadores são distribuídos em quatro dimensões:

• Cuidado com a saúde dos clientes

• Gestão econômico-financeira

• Estrutura de operação

• Satisfação do usuário

Condição de escolha - “O ranking certifica a qualidade dos serviços prestados aos clientes e dá a eles a condição de escolherem o melhor plano de saúde, pois permite a comparação entre as empresas e estimula a concorrência no setor. O índice também esclarece quais são os pontos que a operadora pode desenvolver ainda mais, no sentido de oferecer o serviço que o beneficiário precisa, com a qualidade especial que ele merece”, explica o diretor-presidente da Unimed Cascavel, Luiz Sergio Fettback.

Comprovação - A diretoria da Unimed Cascavel considera esse resultado uma comprovação do Jeito de Cuidar Unimed, que promove o atendimento humanizado de excelência, baseado na empatia em relação a cada beneficiário (a), que tem à disposição projetos de medicina preventiva e curativa oferecidos em uma estrutura inspirada nos modelos mais eficientes de prestação de saúde, além de uma rede credenciada formada por 627 médicos cooperados, 20 hospitais, 26 laboratórios e 111 clínicas. (Imprensa Unimed Cascavel)

 

UNIMED LABORATÓRIO: Registrado o maior número de testes com taxa de positividade para Covid já visto durante a pandemia

unimed laboratorio 13 01 2022Desde o início do ano vivenciamos uma explosão de casos de Covid-19 e, com ela, veio a alta procura pelos exames para confirmar a presença do vírus. Na Unimed Laboratório, que optou por não fazer testes rápidos e desde o início da pandemia segue o padrão ouro, o número de agendamentos por dia aumentou aproximadamente 5 vezes. Eles estão fazendo exames tanto para Influenza quanto para Covid, pela técnica RT-PCR, e a coleta está disponível apenas em drive-thru na unidade localizada na Rua Padre Germano Mayer, mediante agendamento prévio, para segurança de todos os envolvidos. Os resultados dos exames feitos pela Unimed Laboratório estão saindo, normalmente, antes de 48h da coleta.

Procura grande - “A gente teve um aumento muito grande da procura pelo RT-PCR Covid. Antes do Natal, no ano passado, eram em torno de 150 a 200 coletas por dia. Devido à demanda, hoje estamos em 800 coletas por dia, nossa capacidade. O tempo de espera está levando até três dias devido ao aumento de procura e, de lá para cá, sentimos que esse crescimento veio de um descuido da população, de forma geral. Todo mundo relaxou, começou a se aglomerar, vieram as festas de fim de ano e as pessoas esqueceram um pouco da gravidade da doença”, afirma Milton Zymberg, superintendente da Unimed Laboratório.

Comportamento - Enquanto não vem a confirmação de que é a variante Ômicron circulando no Paraná, para Zymberg o que já temos certeza é da questão comportamental. “A vacinação é a grande aliada desse momento para que tenhamos contaminações leves. Com a maior parte das pessoas vacinadas, a grande diferença para o ano passado é que vemos uma positividade maior, mas com sintomas mais leves e até assintomáticos”, destaca. A positividade antes do Natal era em torno de 2% a 3%, segundo ele, e os dados de segunda-feira (10/01) mostraram alcance de 40%, um recorde de positividade. “Nunca tivemos antes um número tão elevado e experimentamos isso agora. Nos momentos mais críticos da pandemia, ano passado, chegamos entre 32 e 35%”, compara.

Covid - Agendamento exame Covid: coleta somente via drive-thru, mediante agendamento prévio feito pelo site https://luc.unimedcuritiba.com.br/zeniteweb/Reports/Covid19/.Já pacientes particulares ou de outros planos devem agendar previamente pelo e-mail contato@unimedlab.com.br. É obrigatório anexar o pedido médico ao agendar.

Influenza - Agendamento exame Influenza: coleta somente via drive-thru, mediante agendamento prévio feito pelo e-mail contato@unimedlab.com.br. É obrigatório anexar o pedido médico ao agendar. (Imprensa Unimed Laboratório)

SERVIÇO

Unimed Laboratório Unidade Germano Mayer

Endereço: Rua Padre Germano Mayer, 840, bairro Alto XV, Curitiba - PR

Horário de atendimento da coleta: segunda a sábado, das 7 às 12 horas

FOTO: Freepik

 

COOPAVEL: Uso de drone no Show Rural deve ter consulta prévia junto à polícia

coopavel 13 01 2022O uso de drones para filmagens e fotografias durante a 34ª edição do Show Rural Coopavel, de 7 a 11 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste do Paraná, vai seguir rigorosamente determinações e orientações dos órgãos competentes, como Polícia Civil e Anac, a Agência Nacional de Aviação Civil. Para voos é necessária a autorização do Decea, que é o órgão controlador do tráfego aéreo. Há um aplicativo em que se pede autorização para voar em determinada data, horário e região.

Consulta prévia - A utilização do equipamento dependerá de consulta prévia na Polícia Civil – o órgão mantém unidade móvel em funcionamento, no parque, durante o evento. Quem tentar ignorar a orientação e usar drones de forma clandestina e irregular, segundo agentes da Polícia Civil, poderá responder criminalmente e ter o equipamento apreendido.

Documentação - O usuário ou dono do equipamento precisará, na presença do órgão responsável, apresentar toda a documentação referente ao drone, respeitando protocolos da Anac. O coordenador geral do Show Rural Coopavel, Rogério Rizzardi, informa que a preocupação central é com a segurança, por isso todas as regras e orientações quanto à utilização de drones para a captação de imagens deverão ser cuidadosamente observadas e seguidas.

Obrigações - Os documentos e autorizações obrigatórios para o uso de drones são os seguintes:

1- Manual de voo

2- Documento de Avaliação de Risco

3- Cadastro na Anac - (sistemas.anac.gov.br/sisant)

4- Apólice de Seguros contra terceiros

5- Autorização Decea-Sarpas (servicos2.decea.gov.br/sarpas/)

6- Homologação do drone na Anatel

7- Documentos de identificação do piloto maior que 18 anos (RG)

8- Autorização dos frequentadores caso queira sobrevoá-los

(Imprensa Coopavel)

 

UNIUM: Neutralidade de carbono e sustentabilidade são objetivos possíveis na cadeia industrial do leite

unium 13 01 2022É possível ser mais sustentável na indústria alimentícia brasileira? Os especialistas no assunto asseguram que sim. Durante o workshop “Neutralidade do carbono e sustentabilidade no setor lácteo”, promovido pela Associação Brasileira de Lácteos (Viva Lácteos), em dezembro, as principais empresas do setor de laticínios abordaram temas como neutralidade de carbono e sustentabilidade e trouxeram medidas já adotadas para diminuir o impacto ambiental da indústria.

Convite - A Unium, marca institucional das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, foi uma das convidadas para ministrar palestras, representada pelo coordenador ambiental da cooperativa Frísia, Francis Bavoso. “A sociedade e os futuros consumidores do produto sempre estão buscando mais informações sobre os produtos comprados/consumidos e a rastreabilidade e responsabilidade da cadeia, sendo assim, o setor já de forma voluntária discutiu quais são os principais gargalos na emissão de CO² e quais são as ações que estão sendo realizadas para minimizar e neutralizar essa emissão de carbono. Plantio direto, gestão do consumo de água, gestão do dejeto e redução do uso de fertilizantes químicos, rotação de cultura, melhoramento genético, maior eficiência na conversão alimentar são apenas alguns exemplos do que temos adotado na Unium”, explica o coordenador ambiental.

Mercado - Segundo ele, o mercado está se desenhando para três escalas: Leite Pro Carbon, Leite Low Carbon e Leite Netzero. “Com isso, mostramos as principais ações sustentáveis que o grupo Unium realiza no campo, para buscar a maior eficiência em kg de leite produzido por CO² emitido”, acrescenta.

Sustentabilidade - Além de contar com sua indústria de lácteos no Paraná e em São Paulo, a Unium ainda possui atuação no mercado de farinha de trigo e na pecuária suína. Por isso, desenvolve com programas como a gestão de estrume e aplicações de tecnologia, que prevê uma redução de 14 milhões de CO²; o fomento de reflorestamento de mudas nativas em áreas de mais de 3 mil hectares e um programa de preservação, redução e uso consciente de recursos hídricos. “Carbono é nosso componente-chave em vários atributos do solo, como aumento da porosidade, melhor infiltração e retenção de água”, finaliza Francis Bavoso.

Sobre a Unium - Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos em que as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Conta com três marcas de lácteos: Naturalle – com produtos livres de aditivos -, Colônia Holandesa e Colaso. No setor de grãos, a Unium tem a marca Herança Holandesa – farinha de trigo produzida em uma unidade totalmente adequada à ISO 22000, com elevados padrões de exigência. Além disso, fazem parte dos negócios a Alegra, indústria de alimentos derivados da carne suína, e a Energik, usina de produção de energia sustentável, todas reconhecidas pela qualidade e excelência. Mais informações: http://unium.coop.br/. (Imprensa Unium)

 

SICREDI PARQUE DAS ARAUCÁRIAS: Ação beneficia cooperativa de mulheres em Clevelândia (PR)

A Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP está promovendo uma ação em parceria com a cooperativa Duas Irmãs, Duas Famílias, grupo formado por mulheres no município de Clevelândia (PR).

Espaço - A Sicredi Parque disponibilizou um espaço na agência local para que fosse montado um estande da cooperativa, que confecciona e comercializa conservas de legumes. No estande os associados e o público em geral podem realizar a doação de potes de vidro, além de adquirir os produtos feitos pela Duas Irmãs, Duas Famílias.

Contribuição - De acordo com Elaine Graszcki, gerente administrativo financeiro da agência da Sicredi Parque em Clevelândia, a iniciativa contribui para o trabalho da cooperativa, pois a doação de potes ajuda a reduzir os custos de produção, além da possibilitar a divulgação do trabalho da instituição e efetivar vendas. Também será realizado o sorteio de brindes para quem fizer doações.

Princípios - Elaine acrescenta que a ação está alinhada aos princípios do Sicredi, que promove o desenvolvimento local por meio do incentivo ao trabalho de diversas instituições, seja por meio de soluções financeiras, parcerias e outras iniciativas, além de estimular o protagonismo e o empreendedorismo feminino. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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IBGE: Após dois meses de queda, serviços crescem 2,4% em novembro

ibge destaque 13 01 2022O setor de serviços cresceu 2,4% na passagem de outubro para novembro, após dois meses de taxas negativas, recuperando a perda acumulada de 2,2%. Com o resultado de novembro, o setor ficou 4,5% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020, mas está 7,3% abaixo do recorde alcançado em novembro de 2014. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (13/01) pelo IBGE.

Recuperação - “Esta recuperação do mês de novembro coloca o setor no maior patamar dos últimos seis anos, igualando-se ao nível de dezembro de 2015. Das últimas 18 informações divulgadas, na comparação mês contra mês anterior, 15 foram positivas e 3 foram negativas: março, devido a segunda onda de Covid, e setembro e outubro, por conta de aumentos de preços em telecomunicações e passagens aéreas”, destaca o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Atividades - Quatro das cinco atividades investigadas avançaram no mês de novembro, com destaque para serviços de informação e comunicação (5,4%), que recuperaram a perda de 2,9% verificada nos dois meses anteriores. Com isso, a atividade se coloca num patamar 13,7% acima de fevereiro de 2020.

Tecnologia da informação - “Nessa atividade, sobressai o setor de tecnologia da informação, principalmente os segmentos de portais, provedores de conteúdo e ferramentas de busca da internet; desenvolvimento e licenciamento de softwares e consultoria em tecnologia da informação”, ressalta Lobo.

Crescimento - O setor de tecnologia da informação cresceu 10,7% de outubro para novembro, maior taxa desde janeiro de 2018 (11,8%), ficando 47,4% acima do patamar pré-pandemia. Lobo explica que “depois do período mais agudo da pandemia, a partir de junho de 2020, o setor mostrou uma rápida recuperação, acelerando o ritmo de crescimento das receitas. Essas informações positivas são em boa parte explicadas pelo dinamismo das empresas do setor de TI, que fornecem serviços para outras empresas.”

Transportes - O segundo impacto positivo no índice do novembro veio da atividade de transportes, que cresceu 1,8% e praticamente recuperou a perda de 1,9% observada entre setembro e outubro. Com isso, a atividade está operando num patamar 7,2% acima de fevereiro de 2020. “Os destaques na área de transportes foram transporte aéreo de passageiros, correio e transporte rodoviário de carga”, informa Lobo.

Famílias - Com alta de 2,8%, os serviços prestados às famílias representaram o terceiro impacto positivo no mês. “Esta é a oitava taxa positiva seguida, acumulando um crescimento de 60,4%, mas ainda insuficiente para voltar ao patamar pré-pandemia. O segmento está operando num nível 11,8% abaixo de fevereiro de 2020”, explicou o pesquisador.

Outros - Já os outros serviços cresceram 2,9% em novembro, recuperando apenas uma pequena parte da queda e 12,6% entre setembro e outubro. O setor foi impulsionado pela coleta de resíduos não perigosos, administração de fundos por contrato ou comissão e consultoria em investimentos financeiros.

Taxa negativa - Por outro lado, com queda de 0,3%, os serviços profissionais, administrativos e complementares apresentam a quarta taxa negativa seguida, acumulando perda de 3,7%.

Avanço - Na comparação com novembro de 2020, o volume de serviços avançou 10,0%, registrando a nona taxa positiva seguida, crescimento em quatro das cinco atividades, com destaque para transportes e serviços de informação e comunicação. “Nesta comparação, seguimos com o efeito da baixa base de comparação dos meses de 2020”, destaca Lobo.

Acumulado - Em termos acumulados, de janeiro a novembro de 2021, a taxa ficou em 10,9%. Em 12 meses, com expansão de 9,5% em novembro, o setor manteve a trajetória ascendente iniciada em fevereiro de 2021 (-8,6%) e alcançou a taxa mais intensa da série iniciada em dezembro de 2012.

Por região - Regionalmente, 18 das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços entre outubro e novembro de 2021. Entre os locais com taxas positivas, o impacto mais importante veio de São Paulo (4,0%), seguido por Rio de Janeiro (1,6%), Santa Catarina (3,7%) e Paraná (2,1%). Em contrapartida, o Mato Grosso do Sul (-4,0%) registrou a principal retração em termos regionais.

Atividades turísticas crescem 4,2% em novembro - O índice de atividades turísticas cresceu 4,2% frente a outubro, sétima taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 57,5%. Contudo, o segmento de turismo ainda se encontra 16,2% abaixo do patamar de fevereiro do ano passado. “Esse índice de atividades turísticas tem um perfil muito semelhante ao perfil dos serviços prestados às famílias, pois muitas das atividades que compõem o indicador vêm desse segmento”, observa o pesquisador.

Expansão - Regionalmente, oito dos 12 locais pesquisados acompanharam este movimento de expansão. A contribuição positiva mais relevante ficou com São Paulo (8,0%), seguido por Rio de Janeiro (2,8%), Paraná (6,3%) e Minas Gerais (2,3%). Em sentido oposto, Pernambuco (-1,1%) e Bahia (-0,4%) assinalaram os resultados negativos mais importantes do mês.

Mais sobre a pesquisa A PMS produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação. Há resultados para o Brasil e todas as unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Arte sobre mockup / Pixabay

 

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CEPAL: América Latina e Caribe devem crescer 2,1% em 2022

cepal 13 01 2022A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) está prevendo para este ano um crescimento médio de 2,1% para a região, bem abaixo dos 6,2% registrados em 2021.

Relatório anual - O relatório anual Balanço Preliminar das Economias da América Latina e do Caribe 2021, divulgado nesta quarta-feira (12/01), além da previsão de desaceleração do crescimento este ano, ainda analisa questões como as assimetrias no acesso à vacinação, as altas taxas de desemprego, principalmente entre as mulheres, e a inflação.

Impacto - O relatório da Cepal aponta como as estimativas de crescimento e outros indicadores econômicos refletem o impacto sofrido pelos países da região em decorrência da crise da covid-19.

Percentuais - "A América Latina e o Caribe cresceram, em média, 6,2% (em 2021), mas quando vamos analisar América Central e México estamos em 6%, e quando vemos América Central sem o México estamos em 6,7%, um crescimento muito importante, tendo Panamá como uma das economias mais importantes. No caso da América do Sul, o Peru, com 13,5%; também Chile, com 11,8%; e Argentina, com 6,8%, crescimentos muito importantes nessas economias", explicou Alicia Bárcena, secretária-executiva da Comissão Regional das Nações Unidas. O Brasil apresentou um crescimento 4,7% no ano passado.

Alta heterogeneidade - De acordo com a Cepal, o crescimento médio esperado de 2,1% para este ano reflete uma alta heterogeneidade entre países e sub-regiões: o Caribe crescerá 6,1% (excluindo a Guiana), a América Central crescerá 4,5%, enquanto a América do Sul crescerá 1,4%. “A desaceleração esperada na região em 2022, juntamente com os problemas estruturais de baixo investimento e produtividade, pobreza e desigualdade, requerem que o fortalecimento do crescimento seja um elemento central das políticas, ao mesmo tempo em que são consideradas as pressões inflacionárias e os riscos macrofinanceiros”, disse Bárcena.

Vacinação - Em relação ao acesso à vacinação, o relatório aponta que os 33 países da América Latina e Caribe têm 60,1% da população com esquema vacinal completo. O país mais adiantado é o Chile (86,6%), seguido de Cuba (85,9%), Uruguai (76,9%) e Argentina (73,2%). O Brasil aparece em sétimo no ranking, com 67,6% das pessoas com esquema de vacinação completo.

Inflação - De acordo com a Cepal, no ano passado foram registradas altas inflacionárias na maioria dos países da região, lideradas por aumentos nos alimentos e na energia (a inflação atingiu a média de 7,1% em novembro, excluindo a Argentina, Haiti, Suriname e Venezuela), e espera-se que essas altas persistam em 2022.

Financiamento - Em outro âmbito, o relatório aponta que o financiamento para o desenvolvimento também é fundamental para apoiar os espaços de política e de investimento. E que é necessário ampliar e redistribuir a liquidez desde os países desenvolvidos até os países em desenvolvimento; fortalecer os bancos de desenvolvimento; reformar a arquitetura da dívida internacional; proporcionar aos países um conjunto de instrumentos inovadores destinados a aumentar a capacidade de pagamento da dívida e evitar o endividamento excessivo.

Trabalho e Emprego - Em relação às ocupações, em 2021, a Cepal mostra que 30% dos empregos perdidos em 2020 não foram recuperados. Além disso, a desigualdade entre homens e mulheres se acentuou, o que reflete a sobrecarga do cuidado sobre as mulheres e o menor dinamismo de setores que concentram o emprego feminino, como os serviços.

Excluídas - "As mulheres realmente ficam de fora e em 2021 mais de 38% dos trabalhos ocupados por mulheres acabaram durante a crise e não se recuperam. No caso dos homens, este número é de 21%, que é, como vocês podem ver, uma cifra um pouco menor. Não é bom, mas é um número menor do que o das mulheres. E entre 2020 e 2021 a queda na participação laboral afetou mais as mulheres, que deixaram de buscar emprego e, com certeza, nos lares com menores de 5 anos, ocasionou mais impacto sobre os cuidados no caso das mulheres", ressaltou Bárcena.

Desocupação - Para 2022, a Cepal projeta uma taxa de desocupação de 11,5% para as mulheres - levemente inferior aos 11,8% registrados em 2021, mas ainda muito superior aos 9,5% existentes antes da pandemia em 2019 -, enquanto para os homens a desocupação seria de 8,0% este ano, quase igual à de 2021 (8,1%), mas ainda bem acima dos 6,8% registrados em 2019. (Agência Brasil)

FOTO: Cepal / ONU

 

CÂMBIO: Dólar cai para menor valor em dois meses com inflação fraca nos EUA

cambio 13 01 2022Embalado pelos dados de inflação nos Estados Unidos, o mercado financeiro teve um dia de trégua. O dólar caiu pela segunda sessão seguida e atingiu o menor valor em quase dois meses. A bolsa de valores zerou as perdas do ano e retomou os 105 mil pontos.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (12/01) vendido a R$ 5,535, com recuo de R$ 0,045 (-0,81%). A cotação abriu a manhã em alta, aproximando-se de R$ 5,60 nos primeiros minutos de negociação, mas passou a cair com após a divulgação da inflação de dezembro nos Estados Unidos.

Queda acumulada - Com o desempenho desta quarta, a divisa acumula queda de 0,74% nos primeiros dias de 2022. Há exatamente uma semana, a moeda norte-americana tinha atingido R$ 5,71, no maior valor do ano até agora.

Ações - O mercado de ações também teve um dia de recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 105.686 pontos, com alta de 1,84%. Essa foi a segunda alta seguida do indicador, que reverteu as perdas acumuladas em 2022 e agora sobe 0,82% nos primeiros dias do ano.

Inflação - Nesta quarta, o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos divulgou que a inflação ao consumidor ficou em 0,5% em dezembro e encerrou 2021 em 7%. Apesar de a inflação ser a mais alta desde 1982, o indicador ficou dentro das expectativas, reduzindo as pressões para o aperto monetário na maior economia do planeta.

Elevação dos juros - O Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) deve começar a elevar os juros básicos em março, mas outras medidas, como a venda dos títulos comprados pelo órgão desde o início da pandemia de covid-19, poderão ficar para o segundo semestre. Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil, o que ocasionou a disparada do dólar e a queda na bolsa até o início desta semana. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil tem 87,4 mil casos e 133 mortes em 24 horas

Em 24 horas, foram registrados 87.471 casos de covid-19 e 133 mortes associadas a complicações em consequência da infecção pelo novo coronavírus no Brasil. Os dados estão na atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quarta-feira (12/01).

Evolução - Os dados mostram a evolução da curva de casos de covid-19 no país. Há uma semana (05/01), o número de diagnósticos positivos foi 27.267, três vezes menor do que o registrado nesta quarta. Com os dados desta quarta-feira, a soma de pessoas contaminadas pelo vírus chegou a 22.716.931.

Acompanhamento - Ainda há 402.496 casos em acompanhamento de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Até esta terça-feira, 21.694.064 pessoas se recuperaram da doença.

Mortes - Com as mortes por covid-19 confirmadas nesta quarta, o total de pessoas que não resistiram à doença desde o início da pandemia chegou a 620.371.

Investigação - Ainda há 2.984 falecimentos em investigação, dado que não vem sendo atualizados nos últimos dias. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Balanço - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta quarta-feira (12/01). A atualização reúne informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Números - Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras e nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (155.464), Rio de Janeiro (69.553), Minas Gerais (56.755), Paraná (40.927) e Rio Grande do Sul (36.502).

Menos - Os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.854), Amapá (2.028), Roraima (2.078), Tocantins (3.956) e Sergipe (6.062). Entre ontem e hoje não houve novas mortes no Acre, Amapá, Roraima e Sergipe.

Ômicron - O total de infectados com a variante Ômicron chegou a 426. Do total registrado nesta quarta, foram identificados 121 casos em São Paulo, 70 em Goiás, 58 no Rio de Janeiro, 40 casos no Ceará, 38 em Santa Catarina e 38 em Goiás. No total, a variante foi identificada em 13 unidades da Federação. Foi registrado um óbito até agora, em Goiás.

Investigação - Ainda há 839 potenciais casos em investigação, a maioria no Rio de Janeiro (441), Rio Grande do Sul (236) e Minas Gerais (114).

Vacinação - Até esta quarta-feira (12/01), foram aplicados 335 milhões de doses, sendo 161,8 milhões com a 1ª dose e 144,8 milhões com a 2ª dose ou dose única. Mais 15,5 milhões já receberam a dose de reforço. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma 12.690 novos casos e 8 óbitos pela Covid-19

saude II 13 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou, nesta quarta-feira (12/01), mais 12.690 casos e oito mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os casos são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.648.717 casos confirmados e 40.703 óbitos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (12.447) de 2022; dezembro (71), novembro (12), outubro (2), setembro (8), agosto (10), julho (9), junho (13), maio (12), abril (17), março (14) fevereiro (7) e janeiro (28) de 2021; dezembro (10), novembro (11), outubro (3), setembro (6), agosto (4) julho (5) e junho (1) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de janeiro (6) de 2022, novembro (1) e fevereiro (1) de 2021.

Monitoramento - A Sesa está monitorando a situação epidemiológica do Paraná e o crescimento no número de casos diários. Neste momento, o aumento está diretamente ligado com a maior circulação de pessoas em todo o Estado, devido às festividades de fim de ano. Além disso, deve-se considerar um atraso no envio de amostras para os laboratórios credenciados do Estado, como o Laboratório Central do Paraná (Lacen/PR) e Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) na última semana.

Medidas de prevenção - A Secretaria lembra que as medidas de prevenção como uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel permanecem necessárias, juntamente com a continuidade da vacinação contra a Covid-19.

Internados - 55 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados, todos em leitos SUS (24 em UTI e 31 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 737 pacientes internados, 225 em leitos UTI e 512 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais oito pacientes. São quatro mulheres e quatro homens, com idades que variam entre 36 e 83 anos. Os óbitos ocorreram entre 9 de fevereiro de 2021 e 10 de janeiro de 2022.

Municípios - Os pacientes que morreram residiam em Curitiba (3), Ângulo (1), Maringá (1), Londrina (1), Foz do Iguaçu (1) e Arapongas (1). (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Veja os ajustes e relatório de exclusões.

 

SAÚDE III: Paraná tem 68% da população imunizada com duas doses contra a Covid-19

saude III 13 01 2022O Paraná alcançou 68% da população imunizada com as duas primeiras doses contra a Covid-19 na terça-feira (11/01) e continua sendo exemplo nacional da vacinação contra a doença, segundo os dados disponíveis pelo consórcio dos veículos de imprensa.

Comparação entre estados - É um dos melhores índices do País, na mesma faixa percentual de Ceará, Distrito Federal, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e um pouco atrás de São Paulo, Piauí e Minas Gerais. São 7.559.880 paranaenses imunizados com D1 e D2.

Quantidade de vacinados - Na comparação com a quantidade de pessoas que iniciaram o ciclo vacinal, o Paraná aparece em quarto no levantamento nacional, com 77% da população que passou ao menos uma vez por uma unidade de saúde dos 399 municípios, o que representa 9.029.039 pessoas. Em ambos os casos o indicador está acima da média nacional.

Reforço - A dose de reforço está perto de alcançar 1 milhão de paranaenses. Atualmente, de acordo com o consórcio, 943.969 já tomaram a vacina que aumenta a proteção contra as formas graves da doença, recomendada para todas as pessoas acima de 18 anos (desde que respeitado o intervalo de aplicação para a segunda dose).

Aplicação - Com isso, mais de 17 milhões de imunizantes foram aplicados no Estado desde janeiro de 2021. Nesses primeiros onze dias de 2022 foram aplicadas 156.724 doses no Paraná.

Faixas etárias - As faixas etárias que mais receberam os imunizantes até o momento foram de 25 a 29 anos (1.605.299), 30 a 34 anos (1.602.253), 35 a 39 anos (1.597.861) e 40 a 44 anos (1.508.950). Adolescentes de 12 a 17 anos já receberam 897.855 vacinas contra a Covid-19.

Crianças - O Estado está na expectativa de receber as primeiras doses para crianças de 5 a 11 anos, o que deve acontecer nos próximos dias. O Ministério da Saúde estima população de 1.075.294 nessa faixa etária.

Por laboratório - Foram aplicadas 6.779.505 vacinas da Fiocruz/AstraZeneca, 6.494.985 da Pfizer/BioNtech, 4.199.743 de CoronaVac/Butantan e pouco mais de 300 mil da Janssen. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

SAÚDE IV: Brasil recebe primeiro lote de vacinas contra Covid-19 para crianças

saude IV 13 01 2022Chegaram ao Brasil, às 4h45 desta quinta-feira (13/01), as primeiras vacinas contra covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (São Paulo).

Distribuição - O lote será distribuído a estados e municípios para iniciar a aplicação. A previsão é que o Brasil receba em janeiro um total de 4,3 milhões de doses da vacina. A remessa é a primeira de três que serão enviadas ao país.

Primeiro trimestre - Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.

Semana passada - Na semana passada, o ministério anunciou a inclusão dos imunizantes pediátricos no plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Acompanhadas - Segundo a pasta, a criança deve ir aos postos de vacinação acompanhada dos pais ou responsáveis ou levar uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações.

Proporção - A distribuição será feita na seguinte proporção (confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado):

Região Centro-Oeste (8,17%)

Distrito Federal - 1,30%

Goiás - 3,55%

Mato Grosso do Sul - 1,47%

Mato Grosso - 1,85%

Região Sudeste (39,18%)

Espírito Santo - 1,93%

Minas Gerais - 9,02%

Rio de Janeiro - 7,49%

São Paulo - 20,73%

Região Sul (13,17%)

Paraná - 5,25%

Rio Grande do Sul - 4,73%

Santa Catarina - 3,19%

Região Nordeste (28,43%)

Alagoas - 1,77%

Bahia - 7,07%

Ceará - 4,42%

Maranhão - 4,02%

Paraíba - 1,89%

Pernambuco - 4,80%

Piauí - 1,62%

Rio Grande do Norte - 1,67%

Sergipe - 1,17%

Região Norte (11,05%)

Acre - 0,57%

Amazonas - 2,77%

Amapá - 0,55%

Pará - 4,99%

Rondônia - 0,93%

Roraima - 0,38%

Tocantins - 0,86%

(Agência Brasil)

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

SAÚDE V: Primeiras vacinas contra a Covid-19 para crianças chegam nesta sexta ao Paraná

saude V 13 01 2022 1O Ministério da Saúde anunciou, na manhã desta quinta-feira (13/01), que encaminhará ao Paraná 60 mil vacinas contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos. O voo deve chegar ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, nesta sexta-feira (14/01), às 7h50.

Encaminhamento - Assim que chegaram, as doses serão encaminhadas ao Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e descentralizadas aos municípios com agilidade.

Chegada - O Brasil recebeu, na madrugada desta quinta, o primeiro lote da vacina da Pfizer/BioNtech contra Covid-19 para essa faixa etária. A remessa com 1,248 milhão de doses desembarcou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

Estimativa - O Ministério da Saúde estima 1.075.294 crianças no Paraná. A vacinação está prevista na Nota Técnica nº 2/2022, publicada no último dia 5 de janeiro pelo Ministério da Saúde.

PNI - O público infantil foi incluído no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, no âmbito do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Diretrizes - A imunização vai atender diretrizes semelhantes às dos adultos. Será iniciada por crianças com comorbidades e deficiência permanente, seguidas de indígenas e quilombolas, as que vivem em lares com pessoas com alto risco para evolução grave de Covid-19 e, então, em ordem decrescente de idade: iniciando pelos 11 anos até chegar aos 5 anos.

Nova etapa- “É uma nova etapa da campanha de vacinação contra a Covid-19. Estamos preparados para fazer uma grande mobilização para proteger as crianças”, afirmou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto. "É a primeira remessa, em breve receberemos mais. Até março queremos proteger todas as crianças". (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

SAÚDE VI: Paraná declara estado de epidemia de H3N2 e reforça importância da vacinação

saude VI 13 01 2022O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, anunciou, na manhã desta quarta-feira (12/01), que o Paraná está em estado de epidemia da gripe Influenza. O aumento no número de casos diários de H3N2 (um tipo do vírus Influenza A) e óbitos em decorrência da doença levaram a esta decisão.

Medida - A medida é necessária considerando a transmissão comunitária e a presença do vírus em 144 municípios do Estado. Agora, 832 casos – sendo 805 residentes no Paraná e 27 de fora do Estado – e 12 mortes estão confirmados. Os dados foram coletados até esta terça (11) por meio do Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL).

Maior - “Este número de casos e óbitos é o registro que conseguimos da investigação epidemiológica após a detecção da doença pelas unidades sentinela, o que certamente não representa a realidade da doença no Estado. Temos estimativa que este número de confirmações seja pelo menos 20 vezes maior”, afirmou o secretário.

Transmissão - A transmissão dos vírus da Influenza, em sua maioria, ocorre durante os períodos mais frios, no inverno. Agora, o Estado vive uma situação atípica de confirmações de casos durante o verão, aumentando consideravelmente a procura por atendimento médico em todas as regiões.

Festividades - Segundo Beto Preto, a transmissão do vírus acelerou durante as festividades de fim de ano. “Tivemos um grande número de aglomerações familiares pelo Natal e Ano Novo, além de muitas pessoas no Litoral do Estado. Com isso, a transmissão da doença se intensificou. Precisamos continuar com os cuidados, com o uso de máscaras, álcool em gel, lavagem das mãos e distanciamento quando possível”, disse.

Óbitos - Os óbitos referem-se a seis mulheres e seis homens, com idades que variam de 44 a 83 anos. As mortes ocorreram entre 11 de dezembro de 2021 e 10 de janeiro de 2022. Onze tinham algum tipo de comorbidade e um caso segue em investigação. Seis não haviam tomado a vacina contra a Influenza e um permanece em investigação.

Municípios - Os que faleceram eram moradores de Arapongas (1), Curitiba (2), Foz do Iguaçu (1), Londrina (2), Mandaguaçu (1), Maringá (1), Marumbi (1), Paranaguá (2) e Tapira (1).

Vacina - Mais de 616 mil doses de vacinas contra a Influenza estão nos municípios. Elas fazem parte da Campanha Nacional de Imunização Contra a Gripe de 2021 e têm validade importante nesse momento de surto de casos. Segundo os dados do vacinômetro nacional, o Paraná tem cerca de 70,40% de cobertura dentro dos grupos prioritários, com 2,1 milhões de doses aplicadas.

Nova - O Ministério da Saúde prevê para o início de abril o envio de uma nova vacina com a imunização para todos os vírus circulantes e já reconhecidos laboratorialmente.

Proteção - “Onde tiver vacina, que ela seja aplicada porque ela protege contra a maioria dos vírus circulantes. Isso ajuda no diagnóstico diferencial das Síndromes Respiratórias. Contamos com a colaboração dos municípios para zerar essas doses existentes. Essa nova vacina já deve vir com a proteção contra a cepa Darwin da H3N2 e, nos próximos meses, devemos receber esse novo imunizante”, explicou o secretário.

Epidemia - Epidemia é a manifestação coletiva de uma doença que rapidamente se espalha, por contágio direto ou indireto, até atingir um grande número de pessoas em um determinado território e se extingue após um período. Não havia registros de tantos casos neste período desde o início do monitoramento dos casos da Influenza A (H3) pela Sesa em 2016.

Esforços - “Todos os esforços para conter o surto da doença estão sendo feitos, inclusive o envio para as Regionais de Saúde do antiviral para o tratamento, o fosfato de oseltamivir, conhecido como Tamiflu”, afirmou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

Remédio - A Sesa descentralizou na última semana 460 mil cápsulas de Tamiflu e já protocolou um novo pedido junto ao Ministério da Saúde, de mais 100 mil unidades. O medicamento possui efetividade contra o agravamento do quadro clínico, diminuindo o risco de morte ou a gravidade dos sintomas no paciente.

Efetividade - “Se administrado em até 48 horas após a infecção pelo vírus, o medicamento possui grande efetividade no agravamento da doença e também na diminuição de internações”, acrescentou Beto Preto.

Dados - Os dados divulgados nesta quarta (12/01) foram extraídos são do Gerenciador de Ambiente Laboratorial (GAL), alimentado pelos laboratórios de todo o Estado, tanto do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto da iniciativa privada.

Levantamento - As informações do boletim da Influenza e demais vírus respiratórios no Paraná, publicados no site da Secretaria, são levantadas através da Vigilância Sentinela de Síndrome Gripal (SG) e da Vigilância Universal dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) hospitalizados, e os óbitos por meio do sistema de informação oficial de notificações por SRAG, SIVEP Gripe.

Rede - A Vigilância Sentinela de SG é composta por uma rede de 34 serviços de saúde para atendimento, que estão distribuídos nas 22 Regionais de Saúde e 28 municípios no Estado. A Vigilância de SRAG monitora os casos hospitalizados e óbitos.

Objetivo - Ambas possuem o objetivo de identificar o comportamento dos vírus respiratórios, orientando os órgãos de saúde na tomada de decisão, frente à ocorrência de casos graves e surtos e auxiliando na escolha dos vírus que vão compor a próxima vacina da gripe a ser utilizada.

Presenças - Participaram da coletiva a superintendente executiva da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, Beatriz Battistella Nadas; o diretor-geral da Sesa, Nestor Werner Junior; o chefe de gabinete da Sesa, César Neves; a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Vera Rita da Maia; a coordenadora de Vigilância Sanitária do Paraná, Luciane Otaviano de Lima; a diretora-geral do Laboratório Central do Estado (Lacen/PR), Célia Fagundes Cruz; e a chefe da Divisão de Doenças Transmissíveis da Sesa, Rosana Piler. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

ARTIGO: O papel da transformação digital na modernização das soluções financeiras

artigo 13 01 2022*Volmar Machado

A transformação digital do mercado financeiro já é uma realidade. Vivemos uma jornada que revoluciona a forma como as instituições estavam acostumadas a interagir, envolvendo mudanças profundas em quesitos organizacionais, tecnológicos e humanos. Tudo isso culminando num ambiente digital onde ferramentas eficazes levam mais autonomia e praticidade, e reforçam o impacto dessas instituições financeiras no dia a dia da população.

Para o cooperativismo de crédito, esse cenário agrega ainda mais possibilidades ao relacionamento com os associados, diferencial do segmento já consolidado pela proximidade e conexão com sua realidade e com o local onde vive. Somando a chegada de novos players ao mercado, como as fintechs e big techs vindas de outros segmentos, a transformação digital se faz ainda mais relevante.

O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5 milhões de associados e presença física em todas as regiões do País, já colhe resultados desse processo. Vimos na adoção das metodologias ágeis uma forma de ganhar velocidade no atendimento das demandas das comunidades onde estamos presentes, e de atuarmos com maior fluidez em nossos processos. Nossas equipes ganharam espaço para uma atuação horizontal, com lideranças circunstanciais e autonomia, além de vivenciarem um ambiente dinâmico e aberto à diversidade, fazendo com que as pessoas se sintam à vontade para serem quem são. Nossas áreas de desenvolvimento e qualidade optam pelo modelo de trabalho com o qual melhor se identificam, seja ele híbrido ou remoto, resultando em um clima favorável à criatividade e implantação de inovações que atendem a modernização do nosso negócio.

Além dos avanços em aspectos comportamentais e organizacionais, as novidades tecnológicas que compõem a nossa jornada nos capacitaram à conexão com as mais modernas inovações do mercado. Os nossos canais digitais registraram números expressivos desde o ano passado, seja para serviços simples, como pagar uma conta, receber e transferir valores e consultar saldos e extratos, ou para aqueles mais robustos, como aplicações financeiras, sempre tendo como foco o associado, que são os usuários das nossas soluções. Contamos com inteligência artificial e automação para dar celeridade a processos de negócio e de atendimento; e com a cultura de dados implementada em nossas áreas de desenvolvimento, consolidamos a democratização de informações, fazendo com as mais de cem cooperativas do Sicredi ganhem agilidade para tomada de decisões.

Toda a transformação interna executada nos permite disponibilizar produtos e serviços que atendam diferentes perfis de pessoas, levando em consideração aspectos da economia local e o seu fortalecimento. Ainda, nos preparou para manter a operação sem prejuízos com as medidas de distanciamento social durante a pandemia de Covid-19, por exemplo, tendo também colaborado com a nossa adesão a novidades como o Pix, os pagamentos pelo WhatsApp e o próprio Open Finance, sem esquecer o compromisso e maturidade da instituição financeira cooperativa com a segurança e o respeito à privacidade de informações.

Aporte com startups para empoderar o associado e seus negócios

Outro ponto vital da nossa jornada de transformação digital tem sido a proximidade com o ecossistema de inovação para o desenvolvimento de soluções para o próprio Sicredi e para a evolução dos negócios dos nossos associados. Buscamos nos conectar a esse modelo de negócio, que aporta conhecimentos específicos e estruturas de equipes leves, para acelerar entregas que atendem rapidamente as necessidades de negócio, somando ainda experiência aos times internos.

Isso corre por meio de programas próprios, como o Inovar Juntos, e do nosso apoio ao Intensive Connection, idealizado pelo AgTech Garage – um dos maiores hubs de inovação da América Latina para o agrobusiness, nos colocando entre as principais empresas abertas à inovação no Brasil.

*Volmar Machado é diretor executivo de Tecnologia da Informação do Sicredi

FOTO: Emma Denauí

 


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