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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5240 | 18 de Janeiro de 2022

FORMAÇÃO: Inscrições para o vestibular da Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas encerram nesta quarta-feira (19/01)

 

Quarta-feira (19/01) é o último prazo para os interessados em garantir uma vaga na Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas fazerem suas inscrições no vestibular online. O curso é ofertado pelo Sistema Ocepar, por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), em parceria com a Faculdade Isae Brasil. Ele ocorre de forma assíncrona, ou seja, o aluno faz o curso na hora e local que escolher, em ambiente virtual de aprendizagem, com encontros ao vivo com professores das disciplinas, via plataforma Zoom.

 

Provas - Efetivando a inscrição no vestibular no dia 19, haverá duas opções de datas para realização das provas: na quarta-feira mesmo, às 19h, ou no domingo (23/01), às 9h. Os candidatos terão três horas para concluir o processo de seleção, composto por uma redação e 40 questões objetivas. A taxa de inscrição é de R$ 25,00. Clique aqui para conferir o edital completo e fazer a inscrição. O resultado será divulgado no dia 28 de janeiro.

 

Subsídio - O Curso de Graduação Tecnológica em Gestão de Cooperativas Online tem duração de dois anos. As aulas online iniciam no dia 14 de fevereiro, em formato virtual, com provas presenciais duas vezes por semestre, aplicadas no polo regional. O Sescoop/PR subsidiará 65% da mensalidade para os 250 primeiros colocados no vestibular, desde que tenham vínculo comprovado com cooperativa do Paraná.

 

formacao folder 18 01 2022

GETEC: Informe nº 3 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 18 01 2022A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (17/01), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2022, 2023 e 2024.

Clique aqui para conferir na íntegra o Informe Expectativas de Mercado da Getec

 

UNIMED LONDRINA: Pelo terceiro ano consecutivo, cooperativa médica atinge maior pontuação no IDSS

A Unimed Londrina conquistou novamente a pontuação máxima dentro do Programa de Qualificação das Operadoras 2021 (ano-base 2020) da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A cooperativa atingiu a nota 1,00 (que é a mais elevada), dentro do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) calculado pela ANS. O IDSS permite comparar as empresas do setor de saúde suplementar dentro dos mesmos parâmetros. Dessa forma, a ANS busca estimular a disseminação de informações de forma transparente, reduzir a assimetria de informação e ampliar a concorrência saudável.

Conquista - O presidente Omar Genha Taha destaca que a pontuação máxima obtida junto à ANS é uma conquista de toda a cooperativa. Para compor o índice do IDSS, são levados em consideração 33 indicadores de quatro dimensões. Segundo informe divulgado pela ANS, os resultados do IDSS evidenciam a competência técnica das operadoras acreditadas. (Imprensa Unimed Londrina)

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CASTROLANDA: Cooperativa assina pacto empresarial contra corrupção

castrolanda 18 01 2022A Cooperativa Castrolanda tornou-se signatária do Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção, iniciativa do Instituto Ethos para promover práticas éticas no meio corporativo. Com isso, a cooperativa se compromete a reforçar as ações de combate à corrupção e suborno na vivência diária e a garantir bons números nos indicadores anuais que mensuram estas atividades.

Iniciativa - A iniciativa partiu da Gestão de Compliance da Castrolanda, com o apoio de membros da diretoria e do Conselho Estratégico. Supervisora da área, Adriele Cristina de Oliveira acredita que a adesão ao pacto vai ao encontro dos valores da cooperativa. “A proposta é um reforço aos nossos valores, em especial aos de ética e transparência. Quando apresentamos a ideia ao conselho, eles foram bem contundentes no sentido de que isso é importante para a estratégia da cooperativa frente ao combate a corrupção e suborno”, explica.

O pacto - O Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção foi lançado pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social ainda em 2005. Ao longo dos anos, vem reunindo empresas e corporações da iniciativa privada para discutir aspectos da relação entre as entidades e os agentes públicos, com o objetivo de reduzir as práticas antiéticas de suborno e corrupção.

Diretrizes e procedimentos - O texto do pacto contém um conjunto de diretrizes e procedimentos que deverão ser adotados pelas empresas e entidades signatárias no relacionamento com os poderes públicos e que serão divulgados amplamente para que seja utilizado pelo mercado como referência no trato com as empresas.

Responsabilidade - A assinatura do pacto traz à Castrolanda responsabilidades de informar o instituto sobre as atividades e práticas realizadas ao longo do ano na área. Para isso, Adriele reforça que é necessário atuar junto aos cooperados, colaboradores e todos os que fazem parte da cooperativa.

Melhorias contínuas - “Temos políticas, ferramentas de monitoramento das ações, um canal de denúncias e estamos sempre com melhorias contínuas na área. O próximo passo é divulgar ainda mais essas ações, mostrando que a corrupção também está nos pequenos detalhes. Nossos valores não podem ficar só na parede, eles precisam ser vivenciados no dia a dia”, conta.

Sobre a Castrolanda - O compromisso com a transformação faz parte do DNA da Castrolanda. Uma cooperativa que transforma vidas, negócios e a comunidade ao redor. Com sete décadas anos de história, a Cooperativa Castrolanda é formada por mais de 1100 cooperados no Estado do Paraná e interior de São Paulo.

Faturamento - Com 4,5 bilhões de reais de faturamento e aproximadamente 3700 colaboradores, possui unidades de negócios divididas em operações agrícola, carnes, leite, batata e administração e industrial - carnes, leite e batata.

Objetivo - O objetivo das áreas de negócio é coordenar, desenvolver e fomentar as atividades dos cooperados, seguir presente em todos os elos da cadeia produtiva, agregar valor através das indústrias e crescer com sustentabilidade. (Imprensa Castrolanda)

 

COOPAVEL I: TV com transmissão ao vivo vai ampliar o alcance do Show Rural

coopavel 18 01 2022Um projeto que há muito tempo era amadurecido pelos organizadores finalmente vai sair do papel e dará ainda mais visibilidade ao Show Rural Coopavel, um dos maiores eventos do mundo em transmissão de conhecimentos para a agropecuária. As principais novidades da 34ª edição, de 7 a 11 de fevereiro, poderão ser vistas ao vivo das 10h às 12h, diariamente, pela TV Show Rural no Youtube, acessando o endereço @showruralagro.

Maior abrangência - “Ao criar uma TV exclusiva para o evento, empregando as plataformas digitais para fazer com que os conteúdos cheguem a mais expectadores, o Show Rural se integra ao que há de mais moderno em comunicação na atualidade. Com esse recurso, será possível que um agricultor, brasileiro ou não, acompanhe as novidades trazidas para o evento em qualquer lugar do planeta e em tempo real”, diz o presidente Dilvo Grolli. “Estamos muito animados com as possibilidades que essa ferramenta traz”, complementa o coordenador geral Rogério Rizzardi.

Equipe - Para colocar o projeto em prática, a Coopavel precisou montar uma equipe de profissionais para produção, edição e publicação dos conteúdos. Um dos integrantes é o professor e jornalista Sergio Brum, que será o âncora da TV. Um estúdio, que servirá de base para geração e edição dos mais diferentes materiais, também foi estruturado. As novidades serão apresentadas por meio de coberturas ao vivo, entrevistas e debates e reportagens. Os materiais terão conteúdos informativos e ainda divulgarão novidades trazidas por expositores dos mais diferentes lugares do País.

Assuntos - Os temas abordados pela equipe serão os mais diversos, mas principalmente coberturas de visita de autoridades do agronegócio e da política nacional, lançamentos de cultivares, máquinas e equipamentos, conteúdos sobre as áreas de pecuária, inovação e agricultura familiar, e curiosidades em geral.

Redes sociais - Além da transmissão ao vivo, diária pelo Youtube, os materiais produzidos serão publicados nas redes sociais oficiais do evento - Facebook e Instagram (e no site www.showrural.com.br). “Queremos, com a TV Show Rural, divulgar o máximo possível as novidades aqui apresentadas e atingir um grande número de pessoas”, diz a gerente Adriana Gomes. (Imprensa Coopavel)

 

COOPAVEL II: Show Rural tem repercussão internacional, afirma presidente do Sistema Ocepar

coopavel II 18 01 2022Em mensagem divulgada no site e nas redes sociais do Show Rural 2022, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, destaca a importância da feira como o evento que, a cada ano, abre o calendário de atividades de difusão de conhecimento agropecuário no país. “Para o cooperativismo do Paraná, o Show Rural é o principal evento técnico. Ele ocupa mais de 70 hectares de área e conta com mais de 400 expositores. São 34 anos de realização de um evento que tem uma repercussão internacional”, ressaltou. Além de receber visitantes de outros países, participantes de todo o Brasil aguardam para conferir as novidades tecnológicas com grande expectativa, frisa Ricken. Ainda de acordo com ele, o Sistema Ocepar estará presente mais uma vez na Casa Paraná Cooperativo, onde será realizada a primeira reunião ordinária da diretoria da Ocepar de 2022, no dia 10 de fevereiro. “Vamos estar lá prestigiando o evento durante toda a semana e apoiando a Coopavel para que seja um sucesso”, acrescentou. Promovido pela Cooperativa Coopavel, o 34º Show Rural Coopavel ocorre de 7 a 11 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste do Paraná.

Clique aqui para conferir na íntegra a mensagem do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken

 

COAMO: Reunião Técnica será realizada nesta terça-feira

A Coamo Agroindustrial Cooperativa realiza, na noite desta terça-feira (18/01), às 19 horas, a primeira edição do ano da Reunião Técnica. O evento substitui o tradicional encontro de verão na Fazenda Experimental e, assim como ocorreu no ano passado, será no formato virtual. A reunião contará com a participação de pesquisadores que apresentarão assuntos relacionados sobre o manejo do sistema de produção das lavouras, no cenário atual. Além das apresentações, haverá debate técnico e o chat estará aberto para perguntas dos cooperados.

Transmissão - A Reunião Técnica poderá ser acompanhada por meio do canal da Coamo no YouTube – https://www.youtube.com/channel/UCI-iM-gglDjxvoXBkRn-7sw.

Importância - O presidente executivo da Coamo, Airton Galinari, destaca a importância da participação dos cooperados neste evento, cujas informações são determinantes para o ano agrícola. “Há uma grande expectativa para esse evento que apresentará informações importantes para que o produtor associado da Coamo faça um bom planejamento e gestão das atividades agrícolas”, diz.

Assuntos - Assuntos que serão apresentados:

Como otimizar a adubação das culturas no sistema de produção?

Adilson de Oliveira Junior – Embrapa Soja

Quanto fertilizante aplicar no milho e no trigo - safra 2022?

Marcelo Augusto Batista – UEM

O controle biológico como ferramenta no manejo integrado de cigarrinha do milho.

Ivan Carlos Zorzzi – Simbiose

(Imprensa Coamo)

 

coamo 18 01 2022

 

 

COPACOL: Promovendo a inclusão no mercado profissional

“Quer? Então faça acontecer, porque a única coisa que cai do céu é a chuva.” A frase bem-humorada de Vinícius de Moraes manuscrita em um papelzinho colado no computador é um empurrão para a Rayane Suntak da Silva, 18, começar cada dia de trabalho. “Gosto muito do que eu faço. Aprendi muito aqui na Copacol e quero progredir ainda mais”.

Trajetória - Otimista e disposta a executar as tarefas, a jovem aprendiz da Copacol em Nova Aurora (PR) iniciou a trajetória profissional na recepção da Unidade Industrial de Peixes, onde a mãe trabalha, a auxiliar de lavanderia, Simone Aparecida da Silva, que incentivou Rayane a se inscrever para a vaga. Com o bom desempenho nas tarefas, logo ela foi transferida para o setor administrativo da Cooperativa onde novos desafios surgiram, mas não intimidaram Rayane. “No começo achei que teria dificuldade, mas pelo contrário, deu tudo certo. Fui muito bem recebida na Cooperativa e aqui pude desenvolver mais esse contato pessoal, a comunicação. Antes eu ficava mais em casa e não tinha convivência com muitas pessoas”.

Novo caminho - Rayane se movimenta com cadeira de rodas. A má formação uterina resultou na deficiência nas pernas e nos braços. Porém, a limitação física nunca a impediu de sonhar. Ela está prestes a concluir o ensino médio no Colégio Estadual Machado de Assis e agora está determinada a cursar Psicologia. “A Copacol abriu portas e me deu um novo caminho. A limitação física aqui não é uma barreira. A Copacol tem muitas vagas para pessoas com deficiência e isso é muito positivo”.

Referência - Com 16 mil colaboradores, a Copacol é uma referência em empregabilidade no Oeste do Paraná, abrindo as portas para PCDs (Pessoas Com Deficiência). A inclusão é valorizada pela empresa, que tem como princípio o respeito as diferenças, garantindo oportunidades a todos que desejam crescer profissionalmente e ainda participar do modelo cooperativista, contribuindo para o desenvolvimento sustentável de toda a região. As vagas estão abertas em diferentes setores – tanto na área industrial quanto administrativa – inclusive nos programas Jovem Aprendiz e Trainee. “Valorizamos a competência e a dedicação à nossa Cooperativa. Por isso, geramos oportunidades para todos. Somos formados por valores humanos, por isso, incentivamos o desenvolvimento pessoal e profissional de todos”, afirma o diretor-presidente, Valter Pitol. (Imprensa Copacol)

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SICOOB METROPOLITANO: Agência é reinaugurada em Rondon

sicoob metropolitano 18 01 2022Um espaço mais inovador e mais tecnológico já está disponível para os cooperados do Sicoob Metropolitano em Rondon (PR), desde o último dia 10. A agência passou por uma reforma e, para marcar a data, uma cerimônia de reinauguração reuniu de forma online representantes da cooperativa, do Sicoob Central Unicoob e autoridades da cidade.

Ansiosos - Segundo a assistente da agência, Ariane da Silva, os colaboradores da agência estavam ansiosos por esse momento. “Acredito que após 10 anos, receber essa reforma fez total diferença para o clima da agência e para os nossos cooperados”, ressalta.

Diferencial - Já a gerente de Relacionamento, Luiza Forlin, afirma que o cooperativismo é importante porque há um diferencial no atendimento. “Além de muito acolhedor, no Sicoob, o cooperado sempre será tratado com humanidade e respeito”, explica.

Localização - A agência do Sicoob Metropolitano em Rondon fica localizada na Av. Brasil, 1298. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Balança tem superávit de US$ 806 milhões até segunda semana de janeiro

comercio exterior 18 01 2022A balança comercial registrou superávit de US$ 806 milhões até a segunda semana de janeiro. Comparado a janeiro de 2021, pela média diária, as exportações cresceram 33% e somaram US$ 9,94 bilhões, enquanto as importações cresceram 20,4% e totalizaram US$ 9,13 bilhões. Assim, a corrente de comércio aumentou 26,6%, alcançando US$ 19,07 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (17/01) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Exportações - As exportações de produtos agropecuários cresceram 96,6% e chegaram a US$ 1,59 bilhão. Já na Indústria Extrativa, houve recuo de 3,9%, somando US$ 2,28 bilhões. Na Indústria de Transformação, por sua vez, as vendas aumentaram 41,2% e chegaram a US$ 6,01 bilhões.

Agropecuária - Na Agropecuária, o crescimento foi impulsionado pelas exportações de café não torrado (+40%), soja (+5.302,5%) e algodão em bruto (+9,9%). Na Indústria Extrativa, subiram principalmente as vendas de minérios de alumínio e seus concentrados (+92,5%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+69,3%), mas a média foi influenciada pela diminuição de vendas de minério de ferro e seus concentrados (-40,1%), minérios de cobre e seus concentrados (-59,5%) e minérios de níquel e seus concentrados (-100%).

Indústria de Transformação - Já a Indústria de Transformação elevou principalmente as vendas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (+53,6%), carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (+58,5%) e óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (+117,7%).

Importações -Do lado das importações, houve recuo de 22% nas compras de Agropecuária, que somaram US$ 161,87 milhões. Já a Indústria Extrativa aumentou as compras em 218,9%, chegando a US$ 870,41 milhões, enquanto na indústria de Transformação as importações aumentaram 13,3% e alcançaram US$ 7,83 bilhões.

Crescimento - Na Agropecuária, houve crescimento nas importações de animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos (+181,1%), pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (+48,3%) e látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (+78%), mas diminuíram as compras de trigo e centeio não moídos (-24%) e milho não moído, exceto milho doce (-49,9%). (Ministério da Economia)

Veja os principais resultados da balança comercial

FOTO: Pixabay

 

COMÉRCIO EXTERIOR II: Balança comercial do agronegócio brasileiro apresenta superávit de US$ 105,1 bilhões em 2021, diz Ipea

comercio exterior II destaque 18 01 2022A balança comercial do agronegócio brasileiro fechou o ano de 2021 com saldo positivo de US$ 105,1 bilhões, 19,8% acima do verificado em 2020, impulsionada pela alta dos preços internacionais das commodities. Os dados sobre o comércio exterior do agronegócio brasileiro foram apresentados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta segunda-feira (17/01). O documento contempla um ranking dos principais produtores, consumidores, exportadores e importadores mundiais, destacando a relevância do Brasil no fornecimento de várias commodities, como açúcar, soja, carnes e café. Enquanto a balança comercial total (com produtos de todos os setores), apresentou superávit de US$ 61,2 bilhões, a balança comercial dos demais setores registrou déficit de US$ 43,8 bilhões, conforme tabela abaixo:

comercio exterior II 18 01 2022

 

Consequência - O resultado do setor foi consequência do recorde histórico nas exportações, que atingiram US 120,6 bilhões em 2021, que corresponde à alta de 19,7% na comparação com 2020. Dos quinze principais produtos da pauta de exportação (que representaram 89,5% em 2021), todos tiveram alta nos preços médios, alguns acima de 20%. Em termos de quantidade, seis produtos apresentaram queda, com destaque para: carne bovina (-8,3%), decorrente das sansões aplicadas pela China às vendas brasileiras, café (-3,6%), desempenho esperado devido à bienalidade negativa, e milho (-40,7%), em razão da queda de safra brasileira.

Sanções - Mesmo o período de sanções impostas pela China à carne bovina brasileira -- que durou quase três meses -- deteve a tendência de crescimento das exportações a partir de setembro de 2021. Produtos como soja, carnes suína e de frango compensaram essa queda até novembro. No entanto, a retomada dos embarques de carne bovina para a China, em dezembro, contribuiu positivamente para o resultado anual das exportações.

Importações - As importações brasileiras do agronegócio apresentaram alta de 18,9% frente a 2020, encerrando 2021 com US 15,5 bilhões. Além dos produtos regularmente importados, como trigo, azeite de oliva e pescados, o Brasil também aumentou as importações de soja em grão (5,0%) e milho (133,7%).

China - A China segue como o principal destino comercial do agronegócio brasileiro e os embarques somaram US$ 41,02 bilhões em 2021, com alta de 20,6% em relação a 2020. Entre os principais produtos importados do Brasil, houve destaque para soja em grãos (70,2%), carne bovina (39,2%), celulose (43,4%), açúcar (15,6%), carne suína (47,7%), carne de frango (14,3%) e algodão (28,9%).

Consumo per capita - Para a pesquisadora associada do Ipea, Ana Cecília Kreter, coautora da nota com Rafael Pastre, apesar da quantidade de carne bovina exportada para a China estar aumentando a cada ano, na comparação do consumo per capita da proteína por país, a China (6,6 g/dia) permanece distante dos Estados Unidos (38,6g/dia), do Brasil (36,3 g/dia) e da União Europeia (14,7g/dia). “Isso sinaliza que a demanda para 2022 pode permanecer aquecida pelo país asiático. Na medida que a renda média do país avança e mais pessoas são incluídas na economia de mercado na China, vem crescendo o consumo de produtos de maior valor agregado, como as proteínas animais”, avaliou a pesquisadora.

Questão sanitária - A questão sanitária e eficiência logística deverão ser determinantes para a continuidade do bom desempenho das exportações do agronegócio brasileiro em 2022.O diretor da Dimac, José Ronaldo Castro de Souza Júnior, ressalta ainda que “as estimativas da produção para este ano são positivas, mas o resultado irá depender das condições climáticas”. Em 2022, além das boas estimativas para a produção, a agregação de valor aos produtos brasileiros pode ampliar ainda mais as contribuições do agronegócio para a economia brasileira. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra da análise

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

CONAB: Produção de café deve atingir 55,7 milhões de sacas na safra de 2022

conab 18 01 2022Os produtores de café deverão colher a terceira maior safra do grão neste ano. De acordo com o primeiro levantamento da safra do produto em 2022, divulgado nesta terça-feira (18/01) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção esperada é de 55,7 milhões de sacas de 60 quilos. A estimativa, caso confirmada, representa um acréscimo de 16,8% em comparação à 2021 – aumento já era esperado devido à temporada anterior ser de bienalidade negativa para a cultura. O resultado só não é melhor que os desempenhos registrados nos anos de 2020 e 2018, as duas últimas safras de bienalidade positiva.

Clima - A queda na produção neste ano, quando comparada com 2020, é reflexo das condições climáticas adversas registradas principalmente entre os meses de julho e agosto em 2021. A estiagem e as geadas ocorridas com maior intensidade nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, impactaram nas condições fisiológicas dos cafezais. Com isso, as produtividades, em especial da espécie arábica, não deverão manifestar seu pleno potencial produtivo. Ainda assim, a produção para esta variedade de café deverá ser acrescida em 23,4% em relação à safra anterior, sendo estimada em 38,7 milhões sacas.

Conilon - Já para o conilon, a expectativa é de um novo recorde com a colheita podendo chegar próxima a 17 milhões sacas. O aumento de 4,1% em relação à safra anterior combina a elevação da área plantada estimada em 3%, passando de 375,2 mil hectares para 389,1 mil ha, e uma ligeira melhora na produtividade de 0,4%, saindo de 43,4 sacas colhidas por hectare cultivado para 43,6 sc/ha.

Área - A área destinada à cafeicultura, quando consideradas as duas variedades, totaliza 2,23 milhões de hectares, representando acréscimo de 1,7% sobre o ciclo anterior. Considerando apenas as lavouras em produção, o índice fica próximo da estabilidade e soma 1,824 milhão de hectares, em relação ao período anterior. Em contrapartida, a área de formação deverá ter acréscimo de 6,4%, alcançando 416,7 mil hectares. Se compararmos com 2020, último ano de bienalidade positiva, o crescimento para as áreas que não registram produção chega a ser de 50%. “Esse elevado aumento da área em formação mostra os efeitos das condições climáticas adversas registradas no ano passado. A estiagem e as baixas temperaturas exigiram um manejo de poda mais intenso, conduzindo uma área significativa de café para produção somente na safra 2023 ou 2024.”, ressalta o diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia, Sergio De Zen.

Mercado - O cenário neste início de ano é de restrição da oferta de café no mercado interno, influenciado pela redução na produção em 2021, demanda exportadora aquecida e pelo período de entressafra. Mesmo com a maior produção estimada no país em 2022, a tendência é que os preços do produto se mantenham pressionados, uma vez que é esperada uma redução nos estoques mundiais de café para o ciclo 2021/22. Este panorama de preços elevados estimula as vendas externas.

Exportação - Apenas em 2021, o Brasil exportou cerca de 42,4 milhões de sacas de 60 quilos de café verde, o que representa um recuo de 3,3% em relação ao volume exportado no ano anterior, mas um aumento na receita de 15,3%, chegando a US$ 6,4 bilhões. Vale lembrar que em 2020 o país registrou o recorde de vendas ao mercado externo, favorecida naquele ano pela maior produção já registrada no Brasil. Além disso, mesmo com a redução registrada nos embarques entre 2020 e 2021, a quantidade exportada no ano passado é 14,3% maior que a exportação média dos cinco anos anteriores. (Conab)

Clique aqui para acessar as tabelas e o Boletim completo do 1° Levantamento da Safra de Café 2022.

FOTO: José Fernando Ogura / AEN

 

BC: Atividade econômica cresce 0,69% em novembro, diz Banco Central

bc 18 01 2022O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) apresentou alta de 0,69% registrado em novembro de 2021, na comparação com outubro, percentual já dessazonalizado para compensar eventuais diferenças entre os períodos, como o número maior de feriados ou fins de semana.

Prévia - O dado, uma espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) foi divulgado nesta segunda-feira (17/01), em Brasília, pelo Banco Central. Apesar da alta, o trimestre ainda apresenta número negativo (-0,79%), devido a uma sequência anterior de recuos, segundo os números apresentados pela autoridade monetária.

Comparação - Na comparação com novembro de 2020, quando os efeitos da pandemia estavam mais acentuados, o indicador tem alta de 0,43%; e no acumulado do ano (janeiro a novembro de 2021) a variação observada, sem ajuste sazonal, ficou em 4,59%. No acumulado de 12 meses, novembro tem alta de 4,30%.

Selic e câmbio - O IBC-Br incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos. Avaliação - O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o Banco Central a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 9,25% ao ano.

Mercado - A previsão do mercado para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2022, é de 11,75% ao ano, conforme boletim divulgado pelo Banco Central no início do mês. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

IPEA: Instituto registra desaceleração na inflação por faixa de renda em dezembro

ipea destaque 18 01 2022O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda apresentou, mais uma vez, desaceleração em todas as classes de renda, com exceção do segmento de renda muito baixa, cuja taxa avançou de 0,65% em novembro para 0,74% em dezembro. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (18/01) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). As famílias de renda mais alta registram a maior taxa de inflação no mês de dezembro (0,82%) e os menores percentuais foram observados nas famílias com renda média e média alta (ambas com 0,70%). O detalhamento dos dados pode ser verificado na tabela abaixo:

ipea tabela 18 01 2022

 

Reajustes - Em dezembro, na desagregação por grupos, os reajustes mais disseminados entre os segmentos. Nas classes de renda mais baixas, além da alta do grupo alimentos e bebidas, os grupos habitação e saúde e cuidados pessoais também exerceram pressões adicionais. No caso dos alimentos, o reajuste das carnes (1,4%), das frutas (8,6%) e dos óleos e gorduras (2,2%), aliado à alta de 0,98% da alimentação fora do domicílio contribuíram para o resultado. Os aumentos de energia (0,50%), da tarifa de água e esgoto (0,65%), do gás encanado (6,6%), dos aluguéis (0,65%) e dos artigos de higiene (2,3%) justificaram a alta inflacionária dos grupos habitação e saúde e cuidados pessoais para estas famílias. Além disso, o reajuste de 2,2% no vestuário também pressionou a inflação desse segmento.

Renda mais alta - As famílias de renda mais alta foram impactadas pelo aumento no preço das passagens aéreas (10,3%), do transporte por aplicativo (11,8%) e do aluguel de veículos (9,3%), que fizeram com que o grupo transporte fosse o principal responsável pela inflação deste segmento em dezembro. Além disso, a alta dos serviços pessoais, principalmente os relacionados à recreação, como hospedagem (2,3%) e pacote turístico (2,3%) também contribuíram para a inflação desta classe no último mês de 2021.

Acumulado - No acumulado de 2021, houve forte aceleração inflacionária em todas as faixas de renda. Sendo que as maiores altas foram registradas pelas famílias de renda média baixa e renda média, com taxa de 10,4% e 10,3%, respectivamente. Apesar da alta no ano de 2021 ter sido maior para a classe de renda muito baixa (10,08%) comparativamente ao segmento de renda muito alta (9,5%), esse diferencial (0,6 p.p.) foi bem menos expressivo que o registrado em 2020 (3,5 p.p.).

Dados desagregados - Ao analisar os dados desagregados, a pesquisadora Maria Andreia Lameiras, autora do indicador mensal, identificou que, no caso das famílias de renda muito baixa (com renda domiciliar menor que R 1.808,79), a pressão inflacionária em 2021 veio, sobretudo, do grupo habitação (3,64%), impactado pelos reajustes de 21,2% das tarifas de energia elétrica e de 37% do gás de botijão. Para as famílias de renda alta (com renda domiciliar maior que R 17.764,49), o impacto foi maior no grupo transporte (5,35%), em virtude do aumento de 47,5% da gasolina e de 62,2% do etanol.

Recuo - Na comparação com dezembro de 2020, apesar da inflação ter sido menor em 2021, o recuo foi maior para as famílias de menor renda, cujo alívio se deve à melhora no desempenho dos preços dos alimentos no domicílio e dos serviços de habitação. Para os mais ricos, as maiores descompressões vieram do grupo transportes. (Assessoria de Imprensa do Ipea)

Acesse a íntegra do indicador

 

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,52 com feriado nos Estados Unidos

cambio 18 01 2022Com as negociações esvaziadas por causa de feriado nos Estados Unidos, o dólar fechou com leve alta pela primeira vez, após quatro sessões consecutivas de queda. A bolsa de valores encerrou com pequena baixa, em um movimento de realização de lucros, quando investidores vendem ações para embolsar ganhos recentes.

Cotação - O dólar comercial encerrou a segunda-feira (17/01) vendido a R$ 5,527, com leve alta de 0,24%. A cotação iniciou o dia em baixa, chegando a cair para R$ 5,49 por volta das 10h30, mas inverteu o movimento e passou a operar perto da estabilidade, até firmar a alta perto do fim das negociações. Apesar da alta de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 0,88% nos primeiros dias de 2022.

Ações - O mercado de ações teve um dia parecido. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 106.374 pontos, com recuo de 0,52%. Ações de empresas mineradoras e de varejo puxaram a queda. Mesmo com as perdas de hoje, o indicador sobe 1,48% no acumulado do ano.

Divulgação - No início do dia, a divulgação de que a atividade econômica cresceu 0,69% em novembro foi bem recebida pelo mercado. O resultado foi levemente melhor que o previsto. No entanto, a pressão internacional prevaleceu no restante do dia. Com poucas negociações por causa do feriado nos Estados Unidos, qualquer operação de compra influencia a cotação. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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SENADO: Projeto para conter alta dos combustíveis deve entrar na pauta do Plenário

senado 18 01 2022O Senado deve discutir a partir de fevereiro uma solução para conter a disparada nos preços dos combustíveis. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, anunciou nesta segunda-feira (17/01) que submeterá ao colégio de líderes o PL 1.472/2021, que cria um programa de estabilização do preço do petróleo e derivados no Brasil. Se houver concordância dos líderes, o projeto entrará na pauta do Plenário.

Avaliação - “Submeterei à avaliação do Colégio de Líderes no início de fevereiro. A intenção é pautar. O senador Jean Paul Prates será o relator e está se dedicando muito ao tema”, informou Pacheco.

PL - Aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em dezembro de 2021, o PL 1.472/2021, do senador Rogerio Carvalho (PT-SE), contém medidas para amortecer os impactos dos aumentos do preço do barril de petróleo e conter a alta nos preços dos combustíveis. O projeto foi aprovado na forma de um substitutivo (texto alternativo) do senador Jean Paul Prates (PT-RN).

Pilares - O texto, segundo Jean Paul, é baseado em três pilares: além de criar um programa de estabilização, com a finalidade de reduzir a volatilidade dos preços de derivados de petróleo, cria uma nova política de preços internos de venda a distribuidores e empresas comercializadoras de derivados do petróleo produzidos no Brasil.

Fontes de recursos - Além disso, apresenta um conjunto de possíveis fontes de recursos para evitar reajustes recorrentes na bomba de combustível e na venda de gás aos consumidores. Entre essas fontes, está um imposto de exportação sobre o petróleo bruto, principal tema de divergência entre senadores. Pela proposta, a receita advinda dessa cobrança será usada para subsidiar a estabilização dos preços quando os valores do produto subirem. 

Reajustes - Os preços dos combustíveis sofreram sucessivos reajustes em 2021, que resultaram em uma elevação nos postos de cerca de 44%. Na semana passada, a Petrobras subiu os valores da gasolina (4,85%) e do diesel (8,08%) para as distribuidoras, o que gerou preocupação nos senadores. A alta nos preços dos combustíveis tem impactado o índice de inflação, que foi superior a 10% em 2021.

Alíquotas - No substitutivo aprovado pela CAE, são alteradas as alíquotas de incidência do Imposto de Exportação sobre o petróleo bruto. O projeto aprovado estabelece alíquotas mínimas e máximas para o imposto, que vão variar de acordo com o preço do produto e em algumas situações serão zeradas como forma de subsidiar a estabilização.

Mínimo e máximo - Pelo substitutivo, a alíquota será de no mínimo 2,5% e no máximo 7,5%, aplicada apenas sobre a parcela do valor do petróleo bruto entre US$ 45 e US$ 85 por barril. A alíquota passa para no mínimo 7,5% e no máximo 12,5% quando aplicada sobre a parcela do valor do petróleo bruto acima de US$ 85 por barril e abaixo ou igual a US$ 100 por barril. Para parcelas superiores a US$ 100 por barril, a alíquota será de no mínimo 12,5% e no máximo 20%.

Ferramenta - Segundo o relator, o imposto é apenas uma das ferramentas que o governo terá para garantir que os aumentos do barril no mercado internacional não impactem com tanta frequência o orçamento das famílias e de toda a economia.

Outras fontes- Outras fontes de recursos e instrumentos que podem ser utilizados como “colchão” de preços, a critério do governo são: dividendos da Petrobras devidos à União; participações governamentais destinadas à União resultantes do regime de concessão e partilha do petróleo; resultado positivo apurado no balanço do Banco Central de reservas cambiais; e receita de superávit financeiro de fontes de livre aplicação disponíveis no balanço da União. 

Mercado internacional - Além do projeto que pode ser colocado em pauta já em fevereiro, também está em análise no Senado o PL 3.450/2021, do senador Jader Barbalho (MDB-PA). Apresentado em outubro, o texto proíbe a vinculação dos preços dos combustíveis derivados de petróleo aos preços das cotações do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional.

Impacto - O senador observa que a moeda americana impacta diretamente no preço do combustível porque, desde 2016, a Petrobras utiliza o valor do barril de petróleo em dólar para fazer reajustes na gasolina nacional. “Ou seja, quando o dólar está alto, o preço do barril de petróleo também sobe, impactando diretamente no preço do combustível brasileiro”, explicou Jader Barbalho. (Agência Senado)

FOTO: Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra 74,1 mil novos casos de Covid-19 e 121 mortes

Segundo boletim do Ministério da Saúde divulgado nesta segunda-feira (17/01), o Brasil registrou 74.134 casos de covid-19 em 24 horas. O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 23.074.791.

Mortes - Já o total de mortes causadas pela doença chegou a 621.166, com 121 óbitos entre domingo e segunda-feira (16 e 17/01). Ainda há 3.031 mortes em investigação, mas esses dados ainda estão passíveis de atualização. Os dados de mortes em investigação ocorrem por haver casos em que o paciente morreu, mas a investigação da causa demanda exames e procedimentos posteriores.

Recuperados - Até o momento, segundo os dados oficiais, 21.704.050 pessoas haviam se recuperado da doença. O número equivale a 94,1% do total de infecções.

Estados - Segundo o balanço fornecido pelas Secretarias Estaduais de Saúde, o estado com mais mortes por covid-19 é São Paulo, com 155.741 registros. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro (69.586), Minas Gerais (56.832), Paraná (40.940) e Rio Grande do Sul (36.533).

Menos - Os estados com menos óbitos pela doença são Acre (1.854), Amapá (2.031), Roraima (2.078) e Tocantins (3.972).

Casos - As unidades da federação com mais casos registrados são: São Paulo (4,5 milhões), Minas Gerais (2,3 milhões) e Paraná (1,7 milhão). Os estados com menos casos são Acre (90,2 mil), Amapá (129,5 mil) e Roraima (133 mil).

Variante Ômicron - A pasta também informou que foram registrados 822 casos de pessoas infectadas pela variante Ômicron, com incidência confirmada em 17 unidades da Federação, com Pernambuco (145) e Rio de Janeiro (133) responsáveis pelo maior número de casos. Também foram registradas duas mortes, uma em Alagoas e outra em Goiás. Há 871 casos e duas mortes pela nova variante em investigação. (Agência Brasil)

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SAÚDE II: Paraná registra 12.072 novos casos e nove óbitos pela Covid-19

saude II 18 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou, nesta segunda-feira (17/01), mais 12.072 casos confirmados e nove mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Eles são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas, que é de 6.695 casos e três óbitos.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.701.411 casos confirmados e 40.716 mortos pela doença.

Meses - Os casos desta data são de janeiro (11.124) de 2022; dezembro (7), novembro (6), setembro (1), agosto (2), julho (3), junho (3), maio (3), abril (3), março (13), fevereiro (51) e janeiro (211) de 2021; e dezembro (210), novembro (161), outubro (54), setembro (30), agosto (57) julho (68), junho (34), maio (9), abril (20) e março (2) de 2020. Os óbitos data são de janeiro (7) de 2022, março (1) e abril (1) de 2021.

Monitoramento - A Sesa está monitorando a situação epidemiológica do Paraná e o crescimento no número de casos diários divulgados pela pasta. Neste momento, o aumento está diretamente ligado com a maior circulação de pessoas em todo o Estado, devido às festividades de fim de ano.

Atraso - Além disso, deve-se considerar um atraso no envio de amostras para os laboratórios credenciados do Estado como o Laboratório Central do Paraná (Lacen/PR) e Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) na última semana, também relacionado com os recessos e feriados.

Medidas de prevenção - A secretaria reforça que as medidas de prevenção como uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel permanecem sendo necessárias, juntamente com a continuidade da vacinação contra a Covid-19.

Internados - 65 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (24 em UTIS e 41 em leitos clínicos/enfermariaS) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 833 pacientes internados, 314 em leitos de UTI e 519 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais nove pacientes. São duas mulheres e sete homens, com idades que variam entre 27 e 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 24 de março de 2021 e 17 de janeiro de 2022.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Ponta Grossa (3), Paiçandu, Marumbi, Maringá, Jacarezinho, Foz do Iguaçu e Colombo.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 8.158 casos de residentes de fora do Estado, 224 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

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SAÚDE III: Nova remessa com 65,5 mil vacinas para crianças chega ao Estado

saude III 18 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu, na madrugada desta terça-feira (18/01), mais 65.500 vacinas da Pfizer/BioNTech para o público infantil, de 5 a 11 anos.

Segunda remessa - Esta é a segunda remessa direcionada às crianças e faz parte do 78º Informe Técnico do governo federal. O documento orienta os municípios a vacinarem seguindo a ordem de prioridades, começando pelas crianças com comorbidades e deficiências permanentes.

Chegada - Os imunizantes chegaram ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 23h10, no voo 4736. Nos próximos dias eles serão distribuídos para as 22 Regionais de Saúde.

Começo - “Estamos só no começo ainda na vacinação deste novo público. Receberemos e vamos distribuir muitos lotes como este, para que, desta forma, consigamos atingir as mais de 1 milhão de crianças do Estado. Estou confiante de que, assim como foi com os adolescentes, teremos bastante comparecimento aos postos de vacinação”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Consentimento - A imunização das crianças depende de consentimento dos pais ou responsáveis. Caso eles não estejam presentes no momento da vacinação, é necessário entregar uma autorização por escrito. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Sesa

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SAÚDE IV: Ministério antecipa entrega de terceiro lote de vacinas pediátricas

saude IV 18 10 2022O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (17/01) que antecipou a data da chegada do terceiro lote das vacinas pediátricas. Inicialmente os imunizantes da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos estavam previstos para chegar no dia 27, mas a data da chegada foi antecipada para o dia 24 de janeiro.

Terceira - Esta será a terceira entrega de vacinas pediátricas neste mês. As duas primeiras remessas totalizaram 2,4 milhões de doses e, segundo o ministério, estão em processo de distribuição para os estados e para o Distrito Federal.

Mais recente - O lote mais recente, com 1,2 milhão de doses, chegou no Brasil no domingo (16/01). Após a chegada, as doses são encaminhadas para o centro de distribuição do Ministério da Saúde em Guarulhos (SP) e enviados para os estados, que repassam aos municípios. A expectativa é que esse lote seja distribuído até quarta-feira (19/01) para as unidades da Federação. A primeira remessa chegou no dia 13 de janeiro.

Previsão - A previsão da pasta é que o Brasil receba 4,3 milhões de doses em janeiro. O primeiro contrato de aquisição de doses pediátricas junto à farmacêutica Pfizer prevê a entrega de até 20 milhões de doses até março.

Autorização - A marca é a única que já recebeu autorização para uso de forma emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). (Agência Brasil)

FOTO: Myke Sena / MS

 

SAÚDE V: Um ano após início da vacinação, Paraná tem 78,70% da população completamente imunizada

saude V 18 01 2022Em 18 de janeiro de 2021, o Paraná recebia as primeiras doses do imunizante CoronaVac, produzido pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. A data marcou a aplicação das primeiras doses em oito profissionais de saúde da linha de frente do Complexo Hospitalar do Trabalhador, de Curitiba, e o início de uma campanha de vacinação em massa para diminuir os efeitos devastadores da pandemia de Covid-19.

Etapas - Um ano depois, nesta terça-feira (18/01), o Estado já ultrapassou uma série de etapas no que diz respeito à imunização, como, por exemplo, o número de paranaenses completamente imunizados: 78,70% da população já recebeu as duas doses ou dose única, e 86,45% já tomaram a primeira. O Paraná é o sexto estado com o maior número de aplicações.

Cobertura - Até o momento, foram 19.045.464 vacinas aplicadas na população geral, sendo que, destas, 9.099.905 foram destinadas à aplicação da primeira dose, e 8.397.774 à segunda dose ou dose única. As doses de reforço em idosos e imunossuprimidos já contabilizam 1.664.602 aplicações. Em relação à dose adicional, para imunossuprimidos que receberam mais uma dose, além das duas normais ou dose única, foram aplicadas 141.868. Os dados constam no sistema do Ministério da Saúde, atualizado em tempo real pelos estados, portanto, pode haver algumas divergências.

Reflexos - Segundo o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, o alto índice de cobertura vacinal no Estado contribuiu para uma redução na ocupação de leitos, no número de mortes e também na incidência de casos graves. “Nós conseguimos ultrapassar os momentos difíceis por causa da vacina. Senão, teríamos perdido a vida de muitos paranaenses”, ressaltou.

Internamento - No dia 18 de janeiro, o índice de internamento em UTI era de 84% (1.199 leitos). O último boletim do Estado mostra ocupação de 56% em 477 leitos. Apesar da nova onda ligada à Ômicron, a média de óbitos diária é de 2, contra 28 em janeiro de 2021. Em janeiro do ano passado foram 1.936 mortes. Em dezembro, 120, diminuição de 93,8%.

Mobilização - Além disso, o secretário fez questão de ressaltar a mobilização do Estado para garantir a execução da campanha de vacinação. “Nossa imunização é exemplar porque temos a cultura da vacina no Estado, onde temos pessoas extremamente conhecedoras do tema, e que nos ajudam a fazer acontecer essa vacinação lá na ponta. Através delas, nós tivemos esse resultado tão positivo, mas que não acabou. A tarefa continua”, reforçou.

Fundamental - “A vacina é fundamental. Quem não toma vacina está vulnerável, vira uma presa fácil dos vírus. Começa a ocorrer uma seleção natural e o vírus vai tentando se reproduzir através da infecção, e ele vai procurar o hospedeiro que tenha menos imunidade. Quem não tomou vacina está com menos imunidade que os outros nesse momento”, ressaltou o secretário.

Crianças - No último sábado (15/01), o Paraná deu mais um passo no objetivo de imunizar completamente a população, com o início da vacinação de crianças com idade entre 5 e 11 anos. O secretário faz um apelo para que os pais levem seus filhos aos postos de vacinação. “Nós temos um momento importante para cumprir nos próximos dois ou três meses, e quero convocar os paranaenses para ficarem muito alertas. Vamos fazer essa vacinação acontecer da melhor forma possível”, afirmou o secretário.

Públicos - O Paraná aplicou 14.807.472 doses de imunizantes no público com idade acima de 18 anos. Foram, por exemplo, 1.318.626 doses nos profissionais da saúde; 1.429.357 em pessoas com comorbidades; 543.756 em trabalhadores da educação; 162.713 em profissionais do transporte; 137.740 em gestantes e puérperas; 119.271 em pessoas com deficiência permanente; 57.722 na população privada de liberdade; 23.496 em indígenas; e 6.260 em pessoas em situação de rua.

Municípios - Em números absolutos, os dez municípios que mais aplicaram vacinas foram Curitiba (3.277.908); Londrina (1.035.844); Maringá (862.911); Cascavel (583.327); Ponta Grossa (512.855); São José dos Pinhais (388.652); Foz do Iguaçu (432.346); Colombo (423.528); Guarapuava (254.364); e Paranaguá (266.290).

Distribuição - Ao longo de um ano de imunização, foram distribuídas no Paraná quatro vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): CoronaVac, vacina adsorvida inativada, fabricada pela Sinovac (China) e Instituto Butantan (Brasil); AstraZeneca, vacina recombinante, elaborada pela AstraZeneca, Oxford e Fiocruz; Pfizer, vacina de RNA mensageiro (RNAm), da parceria Pfizer e BioNTech; e Janssen, vacina recombinante, produzida pela Janssen-Cilag, braço farmacêutico da Johnson & Johnson. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Jonathan Campos / AEN

 

SIMEPAR: Chuvas ganham força em janeiro, mas estão distantes da média do mês em 27 cidades

As chuvas voltaram a ganhar intensidade no Paraná em janeiro de 2021, mas ainda estão distantes da média histórica para o mês. Segundo levantamento do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) sobre os primeiros 16 dias do mês, apenas Assis Chateaubriand, Cambará, Cândido de Abreu, Curitiba, Guarapuava, Fernandes Pinheiro, Guaíra, Guaratuba, Lapa, Palmas, Pinhais, Ponta Grossa, Telêmaco Borba e União da Vitória estão a menos de 100 milímetros de atingir a média histórica, enquanto outras 27 cidades ainda estão distantes da régua normal do mês.

Curitiba - O levantamento, divulgado nesta segunda-feira (17/01), aponta chuvas de 115 milímetros até o momento em Curitiba, faltando 70 mm para alcançar a normalidade (185 mm). Apenas no sábado choveu entre 30 e 50 mm em pontos distintos da Capital.

Próximas da média - Pinhais e Guarapuava são as que estão mais próximas da média. A cidade da Região Metropolitana de Curitiba já registrou 174,2 mm de chuva em janeiro, contra 191,5 mm da média (diferença de apenas 17,5 mm). No município do Centro-Sul já choveu 161 mm, contra 185,3 mm da série histórica (restando 24,3 mm).

Maior concentração - A região que mais concentrou chuvas foi Guaratuba, com 307 mm até o momento, restando 44,3 mm para a média (351,3 mm). É quase o dobro de precipitações das cidades que também registram chuvas em alta: Pinhais (174,2 mm), Paranaguá (161,8 mm), Guarapuava (161 mm) e Antonina (158 mm).

Déficits - Os principais déficits são em Foz do Iguaçu (Oeste), restando 275,3 mm (apenas 34,4 mm, contra 309,3 mm de média); Campo Mourão (Noroeste), restando 256,6 mm (apenas 40 mm em janeiro, contra 296,6 mm de média); e Altônia (Noroeste), restando 227,7 mm (53 mm em 2022, contra 280 mm de média).

Rodízio - Com as chuvas de janeiro, a Sanepar acrescentou mais um dia com água no rodízio da Região Metropolitana de Curitiba. O tempo de abastecimento será de três dias e meio (84 horas com água) e até 36 horas de suspensão. Este novo modelo é possível devido à elevação do nível das barragens do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (SAIC), que chegou nesta segunda a 76,9%.

Mais - Outras cidades com situação crítica de abastecimento também estão com rodízio, como Dois Vizinhos, no Sudoeste. Em 2021, o País viveu a pior seca em 91 anos. O Paraná tem sido afetado pela crise hídrica desde 2020, quando os reservatórios atingiram níveis mínimos históricos. O estado está sob Decreto de Emergência em todo o seu território devido à estiagem.

Semana - Segundo o Simepar, o ambiente atmosférico de instabilidade permanece no Estado nesta semana. Há chances de temporal na RMC e no Litoral. As temperaturas seguem elevadas, com máximas de 39° C em Umuarama e 37° C em Foz do Iguaçu na quinta-feira. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

{vsig}2022/noticias/01/18/simepar/{/vsig}


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