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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5241 | 19 de Janeiro de 2022

SECA I: Seab, Ocepar, Faep e Fetaep solicitam apoio do Mapa na implementação de medidas de auxílio aos produtores afetados pela estiagem

seca 19 01 2022O governo do Paraná, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), juntamente com a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep) e Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), enviou um ofício à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, nesta terça-feira (18/01), solicitando o apoio da pasta na implementação de medidas de auxílio aos produtores rurais e cooperativas afetados pelo longo período de estiagem que atinge o Estado. Na semana passada, a ministra esteve em Cascavel, no oeste paranaense, conferindo as perdas que estão sendo contabilizadas nas lavouras de grãos devido à falta de chuvas.

Levantamento - Na oportunidade, um levantamento recente feito pela Seab foi entregue à Tereza Cristina, estimando prejuízo prévio de R$ 25,6 bilhões na safra de grãos do Paraná em 2021/22. A região Oeste é a mais atingida pela quebra de safra no Estado, com redução prevista de 71% na colheita de soja, de 65% na de milho e de 60% na primeira safra de feijão, podendo somar R$ 8,1 bilhões de prejuízo. A queda, porém, abrange todas as regiões, com perda média estimada de 39% na lavoura de soja, 36% no milho e 30% no feijão.

Medidas - No documento enviado à ministra nesta terça, as entidades paranaenses destacam que o governo do Estado, por meio da Seab e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), está trabalhando com a Ocepar, Faep e Fetaep para implementar soluções e superar os desafios impostos pela seca e a estiagem, dentro dos limites institucionais e financeiros disponíveis para o enfrentamento da calamidade que se instalou no Estado. Mas, para fazer frente ao quadro, propõem a implantação imediata de várias medidas, ligadas especialmente ao crédito e seguro rural, solicitando apoio do Mapa para que sejam efetivadas, entre elas:

- Criar linha emergencial de crédito, destinada ao financiamento de custeio emergencial para produtores do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e Pronamp (Programa Nacional de Apoio Ao Médio Produtor Rural), que fizeram a comunicação de perdas no âmbito do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) ou tenham acionado o seguro agrícola para as culturas de batata, feijão, milho, soja e demais que não tenham sido indenizadas.

- Criar linha de crédito emergencial para produtores que utilizaram recursos próprios, ou seja, não acessam o crédito rural, com vistas a permitir a liquidação de duplicatas rurais e Cédulas do Produtor Rural (CPRs) e outras.

- Criar linha de crédito para as cooperativas agropecuárias que financiaram o custeio dos seus cooperados com a linha de financiamento de insumos. Também, a abertura de linha de crédito para giro (com repasse aos cooperados) de longo prazo (5 anos), com juros pré-fixados e subsidiados, para o produtor poder quitar seus débitos de curto prazo e não ficar inadimplente.

- Criar linha de crédito para retenção de matrizes (pecuária de leite e suinocultura).

- Postergar parcelas de financiamentos de investimentos com vencimento em 2022 e 2023 para o final do contrato (corretivos, máquinas e implementos e integração).

- Negociar com o Banco Central do Brasil a adoção de medidas junto aos agentes de Proagro, entre eles bancos e peritos, com vistas a reduzir o prazo de 45 para 15 dias úteis, após o recebimento do relatório final de comprovação de perdas, para a análise e o julgamento do pedido de cobertura.

- Reduzir de cinco para três dias úteis, após a decisão do agente de Proagro, o prazo de comunicação ao beneficiário sobre o resultado do pedido de cobertura, considerando que a janela de plantio de feijão e milho segunda safra é exíguo.

- Realizar alinhamento urgente com as seguradoras sobre a metodologia de vistoria das áreas.

- Distribuir sementes para os agricultores que foram atingidos e não tem recursos para comprar insumos para uma nova safra.

Clique aqui para conferir na íntegra o ofício encaminhado à ministra da Agricultura, Tereza Cristina

FOTO: Samuel Milléo Filho / Sistema Ocepar

 

SECA II: Propostas do setor cooperativista são enviadas ao Ministério da Agricultura pela OCB

seca II 19 01 2022A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) encaminhou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nesta terça-feira (18/01), um ofício em que chama a atenção para os impactos causados pelas irregularidades climáticas nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. De acordo com o documento, a forte estiagem dos últimos meses tem provocado danos consideráveis à produção agropecuária nessas regiões. Os municípios e estados afetados pela falta de chuvas estão declarando situação de emergência em decorrência da gravidade observada.

Temor - A OCB ressalta que, apesar de existirem indicativos de retorno de chuvas, ainda que irregulares no Sul do país nas próximas semanas, a condição de déficit hídrico nas regiões afetadas continua provocando o temor de impactos mais danosos do que os apurados até então para a safra. Segundo a entidade, isso pode comprometer ainda mais a capacidade dos agricultores honrarem seus compromissos e planejarem suas atividades, principalmente os de pequeno e médio porte.

Medidas de suporte - Após apresentar dados dos levantamentos feitos pelos estados que revelam a situação preocupante, a OCB sugere a adoção de algumas medidas de suporte e apoio às cadeias produtivas afetadas por tais adversidades, para que os prejuízos possam ser mitigados de forma mais adequada possível. As propostas foram construídas junto com as organizações que representam as cooperativas nos estados do Sul e no Mato Grosso do Sul - Ocepar, Ocesc, Ocergs e OCB/MS.

VISTORIAS

- Agilização das vistorias e das liberações dos laudos periciais, tanto pelas seguradoras como pelo Banco Central do Brasil (Proagro), objetivando a liberação da colheita e, consequentemente, das áreas para novos plantios principalmente da 2ª safra de milho, dada a janela exígua;

- Alinhamento junto às seguradoras sobre a metodologia de vistoria das áreas, visando o adequado entendimento em relação a considerações técnicas a exemplo de bordas, densidade de plantio e porte das plantas;

- Em situações emergenciais, considerar a possibilidade de laudo emitido por cooperativa ou por agrônomo autônomo contratado pelo produtor rural, desde que não seja o agrônomo responsável pela orientação técnica.

SEGURO RURAL

- Alinhamento junto às seguradoras para que o pagamento dos sinistros seja realizado de forma mais ágil, dada a situação emergencial;

- Fortalecimento, ampliação e garantia de recursos orçamentários para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) como ferramenta estratégica para mitigação de risco para a produção agropecuária nacional, considerando também elevações do valor e percentual de subvenção;

- Sensibilização junto às seguradoras para uma maior atuação com as culturas de inverno, principalmente nas operações para a 2ª safra de milho.

PRORROGAÇÕES E RECURSOS EMERGENCIAIS

- Prorrogações, na mesma fonte de recursos, dos valores remanescentes de financiamentos de custeio e investimentos amparados por recursos obrigatórios, recursos equalizáveis e BNDES, que seriam pagos com a receita da safra frustrada, para no mínimo 2 anos ou mais no caso de custeio (5 anos nos casos previstos pelo MCR) e por mais no mínimo 1 ano anos ou mais após o último vencimento no caso de investimentos, de acordo o fluxo de receitas;

- Manutenção das taxas de juros dos contratos firmados;

- Disponibilização de recursos suplementares para o custeio da nova safra (2ª safra de milho e safra do trigo);

- Viabilização de linha de crédito suplementar para as cooperativas agropecuárias que financiaram o custeio dos insumos para a produção de seus cooperados;

COOPERATIVAS DE CRÉDITO

- Possibilidade de utilização de parte do compulsório da poupança rural para prorrogações de operações e para medidas de apoio aos produtores rurais afetados, como, por exemplo, linhas de retenção de matrizes;

- Viabilização de mecanismo que possibilite a prorrogação de débitos das cooperativas de crédito nos casos de recursos repassados por outro agente financeiro, a exemplo do Depósito Interfinanceiro Rural (DIR).

Clique aqui para conferir na íntegra o ofício encaminhado pela OCB ao Ministério da Agricultura

FOTO: Samuel Milléo Filho / Sistema Ocepar

 

COPAGRIL: Dia de Campo 2022 inicia nesta quarta-feira

copagril 19 01 2022Foi realizada, nesta quarta-feira (19/01), às 8h30, a abertura oficial do Dia de Campo Copagril – O Show do Agronegócio, organizado pela Cooperativa Agroindustrial Copagril e preparado na Estação Experimental, no município de Marechal Cândido Rondon (PR). Depois de um ano sem o evento presencial, foi preparada toda infraestrutura para receber os milhares de visitantes, com ambientação, tendas, stands, refeitório, corredores cobertos e todos cuidados necessários para segurança. A programação se estende até sexta-feira (21/01).

Fomento - O evento busca fomentar o processo de tecnificação e inovação por meio do encontro entre o produtor rural e empresas parceiras. Oportunizando a troca de informações e o conhecimento de novos produtos e serviços disponíveis no mercado, onde o produtor também tem a chance de comparar e tirar as dúvidas em relação aos produtos e os trabalhos que realiza no dia a dia na propriedade rural.

Melhores tecnologias - O superintende agropecuário da Copagril e coordenador do evento, Enoir José Primon, explica que as empresas parceiras demonstram ao público as melhores tecnologias voltadas para a agricultura e pecuária, permitindo que os visitantes tenham acesso à informação, produtos e serviços que possibilitem a modernização das atividades rurais. “Contamos com várias empresas parceiras que novamente farão parte do nosso grande Show do Agronegócio. Com novidades para a agricultura e pecuária, também máquinas e implementos, além dos vários parceiros das Lojas Agropecuárias que compõem nosso grande pavilhão, atendendo os visitantes do campo e da cidade”, comenta Primon, sobre as mais de 100 empresas presentes no evento, nas linhas de híbridos de milho, cultivares de soja, pastagens, defensivos e fertilizantes, agricultura de precisão, seguros agrícolas, máquinas e implementos para a agricultura e pecuária. O Dia de Campo também integra o espaço dos parceiros das lojas agropecuárias com linhas de produtos e serviços para as mais diversas ações na propriedade rural e também produtos para o dia a dia no campo e na cidade, além das atividades recreativas para as crianças e os espaços dos Comitês Femininos da Copagril.

Organização - O Dia de Campo tem uma área de ocupação de 11 hectares dentro da Estação Experimental e a organização demanda grande dedicação da equipe técnica da Copagril e também dos parceiros expositores. Com o trabalho de vários meses e que se intensifica nos últimos dias, nesta semana as equipes realizam a instalação das estruturas de tendas e barracas, assim como a cobertura dos corredores, tudo para oferecer mais conforto aos visitantes e colaboradores do evento. Também teremos todos os cuidados necessários devido a pandemia, para garantir a segurança de todos no evento.

Trabalho - “Temos aqui um trabalho do ano todo, nosso e de nossos parceiros, desde o planejamento e também implantação das culturas, tudo com o objetivo de oferecer as características adequadas de avaliação para os visitantes”, revela o responsável pela Estação Experimental, Darci Augusto Sonego.

Agricultura - o segmento agrícola as empresas parceiras da Copagril apresentam as variedades de cultivares de soja e híbridos de milho, além de defensivos e fertilizantes para todo o manejo. “Também temos o espaço da Copagril chamado de Estação Soja, onde foram preparados para os visitantes cerca de 30 cultivares de soja semeadas em três épocas diferentes. De modo, que o produtor possa visualizar as características fenológicas das plantas, como estrutura, altura, engalhamento e o como se comporta em três épocas diferentes na área de ação da Copagril”, comenta Darci.

Soja - Na Estação Soja, além das épocas, também há o trabalho de espaçamento onde as cultivares foram semeadas no espaçamento 0,5 m e 0,6 m entre linhas, proporcionando a visualização na prática dos resultados e características de cada cultivar, como melhor fechamento de rua, população e adaptação a cada espaçamento.

Milho - Darci também explica sobre o trabalho na cultura do milho, onde “são mais de 20 híbridos disponíveis com os parceiros, onde o produtor poderá visualizar e identificar as características específicas e também as finalidades, como a produção de grãos e também os híbridos específicos para silagem, tanto de planta inteira quanto grão úmido”, complementa.

Pecuária - Nas áreas de avicultura, suinocultura e psicultura, a Copagril traz mais uma vez ao Dia de Campo voltados para nutrição e ambiência. “Estrutura e equipamentos para o manejo que são apresentados pela cooperativa e parceiros, com as mais novas tecnologias e as melhorias que facilitam e oportunizam mais qualidade ao trabalho e melhores resultados”, explica Primon. E ainda, demonstração de parcelas de cultivo com mais de 20 espécies de pastagens, milheto e sorgo.

Unidades industriais - Neste ano teremos um espaço que demonstrará do trabalho das Unidades Industriais de rações e de óleo da Copagril, expondo as rações e vídeos explicativos do processo da industrialização dos grãos ao produto final.

Novidades - Com número crescente de empresas parceiras na área de tecnologia, será realizada a 1ª edição do AgroInova, um espaço voltado para as startups com foco nas inovações e tecnologias como soluções no dia a dia do produtor rural, uma parceria entre Copagril e PTI – Parque Tecnológico Itaipu. (Imprensa Copagril)

Dia de Campo Copagril 2022

Datas: 19, 20 e 21 de janeiro

Horários de visitação: 8 às 18 horas (19 e 20) - 8 às 16 horas (21)

Local: Estação Experimental Copagril – Marechal Cândido Rondon, próximo ao Aeroporto Municipal, saída para Nova Santa Rosa

FOTO: Karine Barbian

 

FRÍSIA: Cooperativa inaugura sua 12ª loja agropecuária e expande atuação no segmento

De medicamentos veterinários a rações, peças e implementos agrícolas a jardinagem. A 12ª loja agropecuária da Frísia será inaugurada, na próxima sexta-feira (21/01), em Ponta Grossa (PR), levando ao público mais de 6 mil itens das principais marcas do mercado. A inauguração terá a presença do Conselho de Administração da cooperativa, que conta com Renato Greidanus como presidente, do superintendente Mario Dykstra, do gerente de Negócios Comercial, Ralph Sahd Jobbins, entre outros.

Padrão - Josenei Kichileski, coordenador das lojas agropecuárias da Frísia, explica que a nova unidade segue o padrão das lojas da cooperativa, sendo aberta a todos os tipos de público, mesmo que não seja cooperado ou do segmento agropecuário.

Local - O local escolhido para a implantação da loja é o bairro Nova Rússia, que é uma área mais central, o que permite expandir a atuação da cooperativa no setor.

Escolha - “A cooperativa já tinha uma loja em Ponta Grossa, mas ela fica junto ao entreposto de recebimento de grãos, mais afastada do centro da cidade”, conta o coordenador. “Buscamos os melhores locais do município, e o escolhido foi Nova Rússia, por estar próximo das rodovias que cruzam Ponta Grossa e ser um dos bairros que mais crescem na cidade”, comenta.

Itens - Entre os mais de 6 mil itens presentes nos 700 metros quadrados de área construída estão medicamentos veterinários para grandes animais, linha pet, rações para bovinos leiteiros, suínos, frangos, equinos e pets, peças e implementos agrícolas, pneus, ferramentas elétricas e manuais, jardinagem etc.

Colaboradores - Inicialmente, a loja conta com cinco colaboradores contratados, que são capacitados tanto para os itens gerais quanto para atender soluções mais específicas como nas linhas agrícola e pecuária, medicamentos veterinários e rações.

SERVIÇO

Loja Agropecuária Frísia

Rua Coronel Generoso Martins de Araújo, 1.270

Bairro Nova Rússia

Ponta Grossa (PR)

Atendimento: Segunda a sexta: 8h às 12h / 13h às 18h

Sábado: 8h às 12h

Telefone: (42) 3700-2050

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Em 2025, a Frísia completa um século de história. A cooperativa é a mais antiga do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Com unidades no Paraná e Tocantins, em 2020 produziu 283 milhões de litros de leite, 832.765 toneladas de grãos e 28.063 toneladas de suínos, resultado do trabalho de 895 cooperados e 1.119 colaboradores. Para promover o crescimento nos próximos cinco anos, a Frísia desenvolveu o planejamento estratégico “Rumo aos 100 Anos”, um conjunto de propostas que visa aumentar a produção agropecuária e os investimentos com outras cooperativas e em unidades próprias. O planejamento da Frísia foi desenhado sob seis perspectivas principais: Sustentabilidade, Gestão, Mercado, Pessoas, Financeiro e Cooperados. Assim, seguirá a missão da cooperativa, que é disponibilizar produtos e serviços para gerar resultado sustentável a cooperados, colaboradores e parceiros. Saiba mais em frisia.coop.br. (Imprensa Frísia)

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UNIMED LABORATÓRIO: Seu destino de viagem exige vacina?

O aumento das taxas da vacinação contra a Covid-19 movimentou substancialmente o turismo no Brasil. Temos agora disponibilização das doses necessárias e 18 estados brasileiros já ultrapassaram 70% da população vacinada, segundo o Consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de saúde. O país soma 68,8% dos brasileiros imunes, segundo levantamento feito até 16 de janeiro de 2022. Esse cenário fica ideal com a chegada do verão, quando mais pessoas têm a possibilidade de tirar uns dias de descanso. O resultado é um panorama animador trazendo um clima de retomada e movimentando o setor de viagens dentro e fora do país. Porém, além do cuidado com a pandemia (que está revelando um aumento substancial nos casos devido à variante Ômicron) e o surto de gripe, há diversas outras doenças causadas por vírus e bactérias que exigem cuidados porque, embora controladas, elas precisam da vacinação para continuarem assim.

Exigência - Justamente por isso muitos países exigem carteira de vacinação em dia para receber turistas. E uma das vacinas mais comuns é a da Febre Amarela, bastante solicitada para destinos tropicais. O médico infectologista Jaime Rocha, diretor de Prevenção e Promoção à Saúde da Unimed Curitiba e responsável pela Unimed Laboratório, lista uma série de doenças que tem um calendário vacinal e que precisam estar em dia, independentemente da doença que está em alta no momento – como a Covid-19, por exemplo. “Tétano, Difteria, Coqueluche, Sarampo, Caxumba, Rubéola, a própria Influenza (gripe) que agora vivenciamos um surto fora de época aqui e em outros estados brasileiros. Todas as vacinas têm que estar em dia e tem que ser avaliado o destino para poder escolher quais outras vacinas adicionais são necessárias”, destaca.

Específica - Alguns destinos exigem vacinação específica como o Oriente Médio, onde há a peregrinação para Meca. Para lá são exigidas vacinas contra a Meningites A, C, Y e W, também vacinas de Hepatite B. Também tem a questão se a pessoa vai só visitar, ou se vai morar no país. Alguns podem exigir vacinas específicas para a segunda situação, pois é o mesmo de caso de quem vem morar no Brasil, por exemplo. Aqui se exige estar em dia com a vacina contra a Poliomielite e a vacina contra o Sarampo. Cada país tem exigências diferentes para viajantes ou para pessoas que vão morar permanentemente então é importante estar atento.

Antecedência - A questão do tempo de antecedência da viagem para tomar as vacinas tem, segundo o infectologista, duas situações diferentes. “Uma é a questão da legalidade, atender um recurso legal, por exemplo, vacina de Febre Amarela para os países que a exigem. Ela deve ser feita pelo menos dez dias antes da viagem, mas isso não atende a proteção e sim o requisito legal. Para proteção mesmo o ideal seriam duas, preferencialmente quatro semanas antes da viagem. Como regra geral, quatro semanas é um bom prazo para se ter em mente para maioria das vacinas”, aconselha.

Circulação - Convivemos com a fragilidade de alguns sistemas de saúde que não exigem – ou não conseguem – fazer cumprir as exigências de vacina. Isso faz com que doenças circulem pelo planeta, ainda mais agora no mundo globalizado em que as pessoas circulam o planeta inteiro muito rapidamente por avião, trocando de hemisférios e de estações. Jaime Rocha destaca que “essas viagens, obviamente, são uma facilidade. Porém, sem cuidados devidos, viram uma brecha para que possam reemergir doenças que estavam, teoricamente, extintas. O exemplo mais recente que temos no nosso país é o Sarampo. Uma doença que a gente não via há décadas acabou ressurgindo por ocasião de viajantes trazendo doença para o nosso país nos últimos tempos. A própria Covid-19 está ligada a essa questão de vacinas e todo o período de incubação das doenças. Os riscos de não cumprir as exigências dos destinos se voltam para nós mesmos e por isso é importante ter todo o calendário vacinal em dia. É uma proteção individual e uma proteção, principalmente, da coletividade”.

Orientação - Sendo assim, o especialista defende que cada pessoa e família ande com suas carteiras vacinais e, no caso de viagens, leve os documentos como uma espécie de passaporte vacinal, mesmo não sendo obrigatório. “É uma forma de cuidar das pessoas daqui e também daqueles que estão no destino que você escolheu”, indica. Outro cuidado crucial para ele é que cada país tenha determinações claras sobre as vacinas obrigatórias para receber os turistas. “Vacinas continuam sendo a maior ferramenta de proteção da humanidade contra diversas doenças. E é a única terapia que até hoje conseguiu erradicar do planeta doenças, como foi o caso da Varíola. Não podemos deixar isso em voga só por causa do novo coronavírus. No caso dos destinos que não têm determinações tão claras – ou seguras – cabe aos viajantes terem o bom senso de procurar protegerem a coletividade e a si mesmos”, recomenda. (Imprensa Unimed Laboratório)

SERVIÇO

Unimed Laboratório – disponíveis vacinas contra Tétano, Difteria, Coqueluche, Sarampo, Caxumba, Rubéola, Meningites A, C, Y e W, Hepatite B.

20 unidades de Curitiba e Região Metropolitana, consulte a mais próxima em: https://www.unimedlab.com.br/unidades/

Mais informações: (41) 3021-5252 / 98801-6607 (WhatsApp)

FOTOS: Freepik

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COMÉRCIO EXTERIOR: Produtos do agronegócio geraram 90% da receita de exportação dos portos do Paraná em 2021

comercio exterior 19 01 2022A receita gerada pelas exportações nos portos do Paraná é quase toda do agronegócio. Dos quase US$ 19,83 bilhões acumulados com os embarques em 2021, 90% – ou cerca de US$ 17,93 bilhões – foram em produtos agropecuários. Desse montante, o complexo soja e o frango responde por mais da metade.

Receita acumulada - Comparado com os US$ 15,78 bilhões gerados com as exportações do agro em 2020, a receita acumulada em 2021 cresceu 13,6%.

Todo o país - “Somos um porto que atende majoritariamente o agro não apenas do Estado, mas de todo o Brasil”, comenta o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Participação paranaense - Segundo o gestor da empresa pública que administra os portos de Paranaguá e Antonina, pouco mais de 60% da receita gerada com as exportações são de produção paranaense. “Na sequência, os estados que mais mandam produtos para serem embarcados pelos terminais do Paraná são Mato Grosso do Sul, São Paulo e Mato Grosso”, completa Garcia.

Produtos - Os dados do Ministério da Economia (Comex/Stat MDIC) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Agrostat) ainda registram que os produtos do complexo soja – grão, farelos e óleo – embarcados pelos terminais paranaenses geraram receita de quase US$ 8,86 bilhões.

Carnes - De carnes exportadas pelo Terminal de Contêineres do Porto de Paranaguá foram cerca de US$ 4,27 bilhões, sendo que deste montante quase U$ 3,1 bilhões foram de frango, cadeia que tem o Paraná na liderança nacional.

Outros itens - Outros itens de destaque que geraram receitas às exportações pelos portos de Paranaguá e Antonina foram o complexo sucroalcooleiro (US$ 1,75 bilhão) e os produtos florestais (US$ 1,63 bilhão).

Superávit - As importações do agronegócio pelos portos do Paraná somaram US$ 1,3 bilhão em 2021. Entre os produtos que mais influenciaram nesse montante foram os cereais e produtos oleaginosos (que excluem soja).

Importações - As importações do agro, no ano passado, apresentaram alta de 34% comparado com o valor registrado em 2020. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Claudio Neves

 

comercio exterior tabela 19 01 2022

 

SEAB: Estado divulga Prognóstico Agropecuário com perspectivas sobre sete culturas

seab 19 01 2022O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), divulgou nesta quarta-feira (19/01) o Prognóstico Agropecuário. A publicação tem periodicidade semestral, com análise técnica de culturas agrícolas e atividades de pecuária desenvolvidas no Paraná.

Elaboração - Alguns estudos começaram a ser elaborados em 2009. Eles fazem parte da série histórica que pode ser consultada no site da Seab. A partir desta edição, o documento passa a ter o registro ISSN. O International Standard Serial Number garante visibilidade qualificada ao periódico, facilitando a busca em bases catalográficas e de bibliotecas

Produtos - A nova edição traz análise de sete produtos: mandioca, fumo, feijão, olericultura, soja, erva-mate e sericicultura. Os analistas do Deral contextualizam cada uma das culturas no panorama nacional e estadual, reforçando, sobretudo, a importância para a economia do Paraná e para a geração de renda nas famílias.

Quadro - Também é apresentado um quadro da área que cada uma ocupa no Estado, a produção e eventual exportação ou participação no Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária. As projeções têm como base os levantamentos para se estimar a safra 2021/22, realizados pelos técnicos que estão em todas as regiões do Estado.

Culturas - Sobre a mandioca, por exemplo, o estudo destaca que o Paraná é o segundo produtor nacional, perdendo apenas para o Pará. Na presente safra, a área ocupada com mandioca é de 143 mil hectares e a produção prevista de 3,3 milhões de toneladas. Da produção estadual, estima-se que 70% seja destinado às fábricas de fécula, farinha e polvilho azedo. A distribuição espacial concentra-se nos Núcleos Regionais de Umuarama, 35%; Paranavaí, 29%; Campo Mourão, 9%; e Toledo, 6%.

Feijão - O feijão é outra cultura que ocupa lugar de destaque na agricultura paranaense. O cultivo da leguminosa é a principal alternativa para pequenos e médios estabelecimentos, e apresenta a característica de grande demandadora de mão de obra tanto familiar como contratada. O produto tem um papel importante na economia paranaense como gerador de emprego e renda. A produção está distribuída ao longo de três safras e 426 mil hectares de área.

Produtos florestais - Em 2020, o Paraná obteve um valor de R$ 4,2 bilhões em produtos florestais. Deste total, R$ 3,4 bilhões em produtos madeiráveis (serraria, papel e celulose, placas e painéis) e R$ 855 milhões em produtos não madeiráveis (mate, pinhão e palmito). A erva-mate foi responsável por 18% de participação nos produtos florestais, com um valor de R$ 753 milhões em 2020, aumento de 15% em relação ao ano anterior. A produção de erva-mate está presente em 139 municípios, sendo a região Sul a principal produtora. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: José Fernando Ogura

 

CÂMBIO: Dólar sobe para R$ 5,56 pressionado pelo mercado internacional

cambio 19 01 2022As pressões do mercado externo voltaram a pesar, fazendo o dólar subir pelo segundo dia consecutivo e praticamente anulando a queda no acumulado de 2022. A bolsa de valores resistiu às quedas nos mercados internacionais e fechou em leve alta.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta terça-feira (18/01) vendido a R$ 5,561, com alta de R$ 0,034 (+0,61%). A cotação iniciou o dia em queda, chegando a cair para R$ 5,50 por volta das 11h, mas inverteu o movimento, em meio à pressão pela alta vinda do mercado externo.

Queda acumulada - Com o desempenho desta terça-feira, a moeda norte-americana acumula queda de 0,28% nos primeiros dias de 2022. No fim da semana passada, o recuo acumulado chegava a 1,09%.

Diferente - O mercado de ações teve um dia diferente. Após alternar altas e baixas ao longo da sessão, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 106.668 pontos, com alta de 0,28%. O indicador foi impulsionado pelas empresas de mineração, cujas ações subiram por causa do aumento no preço internacional do minério de ferro. Também houve a entrada de investidores estrangeiros em busca de papéis que ficaram baratos nas últimas semanas.

Rendimentos - O aumento dos rendimentos do título do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do mundo, voltou a pressionar o dólar em todo o planeta. Isso porque taxas mais altas nos bônus norte-americanos estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

Mercado interno - No mercado interno, a mobilização dos servidores federais, que promoveram um dia de paralisação e de protestos em Brasília, foi acompanhada pelos investidores. O mercado tem receio de que o governo ceda às pressões e aumente o gasto público em ano de eleições. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

FOTO: Pixabay

 

LEGISLATIVO: Congresso tem 36 vetos presidenciais na fila de votação

legislativo 19 01 2022O Congresso Nacional vai começar o ano com 36 vetos do presidente da República, Jair Bolsonaro, pendentes de votação. Para a rejeição de um veto é necessária a maioria absoluta de votos (ou seja, pelo menos 257 votos de deputados federais e 41 votos de senadores).

BR do Mar - O veto mais recente é o VET 10/2022, que retirou 14 dispositivos do PL 4.199/2020, transformado na Lei 14.301, de 2022, que criou o Programa de Estímulo ao Transporte por Cabotagem (BR do Mar). O projeto foi aprovado no Senado em novembro do ano passado.

Liberação - Esse programa libera, de forma progressiva, o uso de navios estrangeiros na navegação de cabotagem do Brasil, sem a obrigação de contratar a construção de embarcações em estaleiros brasileiros. Entre os itens vetados por Bolsonaro estão a recriação do Reporto (benefício tributário ao setor) e o limite mínimo para a quantidade de trabalhadores brasileiros nas embarcações.

Justificativa - De acordo com a justificativa apresentada pela Presidência da República, a recriação do Reporto incorre em vício de inconstitucionalidade e em contrariedade ao interesse público, pois implicaria renúncia de receitas sem a “apresentação da estimativa do impacto orçamentário e financeiro e das medidas compensatórias”. Outro item vetado determinava uma quantidade mínima de trabalhadores brasileiros nos navios afretados. O dispositivo estabelecia que a tripulação dessas embarcações deveria ser composta de, no mínimo, 2/3 de brasileiros.

Adoção - O veto mais antigo de Bolsonaro aguardando votação dos parlamentares é o VET 14/2021, veto total ao PLS 379/2012. De autoria do então senador Antonio Carlos Valadares, o projeto foi aprovado pelo Senado em 2014. O texto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para prever tentativas de reinserção familiar da criança ou do adolescente antes da decisão definitiva de adoção. De acordo com o projeto, a adoção só deve ser concretizada depois de esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa e "as tentativas de reinserção”.

Aumento no prazo - Na mensagem de veto, Bolsonaro afirma que, embora meritória, a tentativa de reinserção da criança ou do adolescente na família biológica poderia aumentar o prazo para a adoção. “As tentativas de reinserção familiar da criança ou do adolescente podem se tornar intermináveis, revitimizando os adotandos a cada tentativa de retorno à família de origem, a qual pode comprometer as chances de serem adotados em definitivo”, justifica Bolsonaro.

Saúde - Outro item que deve ser votado em breve pelo Congresso é o veto total (VET 41/2021) ao projeto que trata do acesso a tratamentos antineoplásicos domiciliares de uso oral por usuários de planos de saúde (PL 6.330/2019). Do senador Reguffe (Podemos-DF), o projeto poderia beneficiar mais de 50 mil pacientes com tratamento em casa, sem necessidade de internação hospitalar.

Mensagem - Segundo a mensagem de veto encaminhada ao Congresso, o projeto “comprometeria a sustentabilidade do mercado”, “criaria discrepâncias” e “privilegiaria pacientes acometidos por doenças oncológicas que requeiram a utilização de antineoplásicos orais”. Ainda de acordo com o Executivo, “o alto custo dos antineoplásicos orais” poderia comprometer a “sustentabilidade do mercado de planos privados de assistência à saúde”.

Veto total - Senadores e deputados também terão de apreciar o veto total (VET 33/2021) ao projeto, do senador Paulo Paim (PT-RS), que prevê a inclusão do lúpus e da epilepsia na lista de doenças com benefícios da Previdência Social (PLS 293/2009). 

Quebra temporária de patentes - Outro projeto de Paim, o PL 12/2021, foi vetado parcialmente por Bolsonaro (VET 48/2021) e transformado na Lei 14.200, de 2021. Foram cinco dispositivos vetados pelo presidente Bolsonaro. Os dispositivos vetados determinam a quebra temporária de patentes de vacinas e insumos em períodos de emergência ou estado de calamidade pública.

Distribuição gratuita - Também na pauta está o veto à distribuição gratuita de absorventes higiênicos para estudantes dos ensinos fundamental e médio, mulheres em situação de vulnerabilidade e mulheres detidas (VET 59/2021). Controverso, esse veto refere-se ao PL 4.968/2019, da deputada federal Marília Arraes (PT-PE), transformado na Lei 14.214, de 2021. Os defensores da derrubada do veto ressaltam a gravidade do problema da chamada "pobreza menstrual", a falta de acesso a absorventes, considerados itens básicos de higiene.

Eletrobras - Também está na pauta de votações do Congresso o veto parcial (VET 36/2021) ao projeto de lei de conversão que modificou a  MP de privatização da Eletrobras (MP 1.031/2021), transformada na Lei 14.182, de 2021. Bolsonaro vetou diversos artigos, como a possibilidade de empregados demitidos após a privatização adquirirem ações da empresa com desconto. Para ele, vendas de ações dessa forma tipificam conduta ilegal de distorção de práticas de mercado.

Permissão - Também foi vetada a permissão para que funcionários demitidos da Eletrobras até um ano após a privatização sejam realocados em outras empresas públicas. Nesse caso, Bolsonaro alegou que práticas desse tipo violam a Constituição em relação ao acesso a emprego público por concurso.

Economia - Outra pendência é o veto total (VET 8/2022) ao PLP 46/2021, de autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC). O projeto institui um programa de renegociação de dívidas para micros e pequenas empresas. Na mensagem de veto, o governo alega vício de inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público, pois o benefício fiscal implicaria em renúncia de receita, violando a Lei de Responsabilidade Fiscal. 

Descontos - Batizado com a sigla Relp, o Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional concederia descontos sobre juros, multas e encargos proporcionalmente à queda de faturamento em plena pandemia de covid-19, no período de março a dezembro de 2020, em comparação com o período de março a dezembro de 2019. Empresas inativas no período também poderiam participar.

Transporte rodoviário - O VET 7/2022 também aguarda votação. Ele atingiu o PL 3.819/2020, do senador Marcos Rogério (DEM-RO), transformado na Lei 14.298, de 2022, que tornou mais rigorosos os critérios para transporte rodoviário de passageiros. A lei trata apenas de autorizações, por meio das quais o poder público transfere por delegação a execução de um serviço público para terceiros, sem que haja necessidade de licitação, como no caso das permissões. A norma não fixa limite para o número de autorizações.

Cobrança anual - O presidente Bolsonaro vetou dispositivo que cancelaria a cobrança anual de R$ 1,8 mil como taxa de fiscalização da prestação de serviços e de exploração de infraestrutura para cada unidade de ônibus registrado pela empresa detentora de autorização ou de permissão outorgada pela ANTT. Em justificativa, Bolsonaro alega que o dispositivo incorre em vício de inconstitucionalidade e contraria o interesse público por representar impacto fiscal negativo.

Programa emergencial - Têm que ser votados pelo Congresso, ainda, o veto que atingiu o programa emergencial de retomada do setor de eventos durante a crise sanitária da covid-19 (VET 19/2021) e o veto ao marco legal das startups, com benefícios tributários para investidor pessoa física e condições facilitadas para o acesso de companhias de menor porte ao mercado de capitais (VET 25/2021). Há, também, o VET 2/2022, sobre propaganda partidária gratuita; e o VET 1/2022, sobre a criação da Procuradoria Regional da República da 6ª Região.

Outros - Outros vetos pendentes de votação:

Alteração nas regras de adoção para prever tentativas de reinserção familiar da criança ou do adolescente (VET 14/2021);

Inclusão do lúpus e da epilepsia na lista de doenças que estariam dispensadas do prazo de carência para concessão dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, concedidos pelo INSS (VET 33/2021);

Projeto que obriga os planos de saúde a cobrirem os gastos de clientes com medicamentos de uso domiciliar e oral contra o câncer (VET 41/2021);

Tornar crime a disseminação de notícias falsas capazes de comprometer a higidez do processo eleitoral (VET 46/2021);

Gestão de cargos do Executivo (VET 50/2021);

Mudanças no quantitativo de candidaturas (VET 55/2021);

Alterações da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2021 (VET 56/2021);

Mudanças nas cobranças de IPI dos municípios (VET 58/2021);

Projeto que dá o nome do ex-presidente João Goulart à BR-153 (VET 60/2021);

Alterações no Fundo Garantidor de Infraestrutura (VET 61/2021);

Política Nacional de Dados e Informações relacionadas à Violência contra as Mulheres (VET 62/2021);

Isenção de IPI na compra de carro por pessoa com deficiência e taxista (VET 73/2021); 

Alteração no limite de proteção de margens de rios e lagos em área urbana (VET 72/2021); 

Anistia infrações e anula multas por atraso na entrega da Guia de Recolhimento do FGTS (VET 71/2021); 

 Programas Auxílio Brasil e Alimenta Brasil (VET 70/2021);

Alteração na Lei do Fundeb (VET 69/2021);

Crédito suplementar em favor do Serpro, Dataprev dentre outros (VET 68/2021);

Marco legal das ferrovias (VET 67/2021);

Imunidade tributária de entidades beneficentes (VET 66/2021);

Incentivos à indústria da reciclagem (VET 65/2021);

Estatuto da Pessoa com Câncer (VET 63/2021).

(Agência Senado)

FOTO: Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil tem 23,2 milhões de casos e 621,5 mil mortes

A quantidade de pessoas que pegaram covid-19 ao longo da pandemia chegou a 23.211.894 no país. Nas últimas 24 horas, foram registrados 137.103 casos da doença. Na segunda-feira (17/01), o sistema de informações da pandemia do Ministério da Saúde contabilizava 23.074.791 casos acumulados. Há uma semana, o número de novos diagnósticos positivos registrados foi de 70.765.

Acompanhamento - Ainda há 817.292 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Na segunda-feira (17/01), o número estava em 749.575. Há uma semana, eram 342.075.

Casos - O total de infectados com a variante Ômicron chegou a 846. Do total registrado nesta terça-feira (18/01), foram identificados 156 no Rio de Janeiro, 145 em Pernambuco e 121 em São Paulo. Foram registrados dois óbitos até agora. Ainda há 1.080 potenciais casos em investigação, a maioria no Rio de Janeiro (561), Rio Grande do Sul (243) e Minas Gerais (182).

Mortes - Já as vidas perdidas para a pandemia do novo coronavírus alcançaram 621.517. Entre segunda e terça-feira (17 e 18/01), foram registradas 351 mortes. Na segunda, o painel de informações da pandemia marcava 621.166 óbitos. Há uma semana, os novos falecimentos somaram 147.

Investigação - Ainda há 3.209 mortes em investigação, dados que não vêm sendo atualizados nos últimos dias. As mortes em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Recuperadas - Até esta terça-feira, 21.773.085 pessoas já se recuperaram da doença.

Atualização - Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta terça-feira (18/01). A atualização reúne informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Números - Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras o nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (155.858), Rio de Janeiro (69.616), Minas Gerais (56.833), Paraná (40.951) e Rio Grande do Sul (36.552). Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.854), Amapá (2.032), Roraima (2.082), Tocantins (3.976) e Sergipe (6.067).

Vacinação - Até esta terça-feira (18/01), foram aplicados 341 milhões de doses, sendo 162,4 milhões com a 1ª dose e 147,7 milhões com a 2ª dose ou dose única. Outros 25,7 milhões já receberam a dose de reforço. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Boletim registra mais 23.870 novos casos e 21 óbitos pela Covid-19

saude II 19 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (18/01) mais 23.870 casos confirmados e 21 mortes — referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas — em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Há ajustes ao final do texto.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.721.264 casos confirmados e 40.727 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados divulgados nesta data são de janeiro (22.499) de 2022, dezembro (113), novembro (49), outubro (90), setembro (159), agosto (218), julho (66), junho (83), maio (76), abril (49), março (85), fevereiro (29) e janeiro (34) de 2021 e dezembro (83), novembro (128), outubro (28), setembro (26), agosto (26), julho (24), junho (3), maio (1) e abril (1) de 2020. Os óbitos divulgados nesta data são de março (3), abril (4) e dezembro (2) de 2021 e janeiro (12) de 2022.

Monitoramento - A Sesa está monitorando a situação epidemiológica do Paraná e o crescimento no número de casos diários divulgados pela pasta.

Medidas de prevenção - A secretaria reforça que as medidas de prevenção como uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel permanecem sendo necessárias, juntamente com a continuidade da vacinação contra a Covid-19.

Internados - 68 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (27 em UTI e 41 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 856 pacientes internados, 305 em leitos UTI e 551 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 21 pacientes. São sete mulheres e 14 homens, com idades que variam entre 38 e 92 anos. Os óbitos ocorreram entre 25 de março de 2021 a 18 de janeiro de 2022.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (6), Ponta Grossa (2) e Maringá (2).

Uma morte - A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Umuarama, Rosário do Ivaí, Pontal do Paraná, Pinhais, Pato Branco, Londrina, Ibiporã, Curiúva, Borrazópolis, Araucária e Almirante Tamandaré.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 8.301 casos de residentes de fora do Estado, 224 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim completo AQUI.

Confira o Relatório de Exclusões e Correções de Municípios AQUI.

 

SAÚDE III: Em menos de 24h, Secretaria distribui 636 mil vacinas para crianças, adolescentes e adultos

saude III 19 01 2022 A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) descentralizou nesta terça-feira (18/01), via terrestre, mais 636.718 vacinas contra a Covid-19, e 450 mil testes rápidos de antígeno. Os imunizantes são destinados à complementação da primeira dose (D1), com 3.204, segunda dose (D2), com 234.402, e dose de reforço (DR), com 332.802, requisitados pelos municípios, e que desembarcaram no Paraná pela manhã.

Infantis - As 65.500 doses infantis do segundo lote, que foram enviadas pelo Ministério da Saúde na noite de segunda-feira (17/01), também foram distribuídas para as Regionais em menos de 24 horas da chegada em Curitiba.

Testes - Já os testes dão continuidade ao Plano Nacional de Expansão da Testagem para a Covid-19 e são indicados para monitorar a situação epidemiológica no Paraná. As remessas estão sendo retiradas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e na Coordenação de Material de Patrimônio (Comp) pelas Regionais de Saúde.

Aumento - “Depois da chegada da variante Ômicron, notamos um aumento na procura pela vacinação, até mesmo de paranaenses que ainda não haviam se vacinado. Além disso, também estamos descentralizando mais 65.500 doses pediátricas para dar continuidade à campanha de vacinação infantil”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Vacinas - Do total dos imunizantes enviados às Regionais, 570.408 são da Pfizer/BioNTech, sendo 3.204 doses para D1, 234.402 para D2 e 332.802 para doses de reforço, destinados à população acima dos 12 anos.

Mais - Também foram distribuídas 65.500 doses infantis da Pfizer/BioNtech, além de 660 doses de reforço da Janssen e outras 150 doses D2 da CoronaVac a pedido de municípios.

Testes - O teste rápido detecta o antígeno do vírus Sars-CoV-2, responsável pela infecção da Covid-19, por meio da coleta de amostra da secreção respiratória (nasofaringe) e apresenta o resultado em aproximadamente 15 minutos. Desde outubro de 2021, mais de um milhão de unidades já foram descentralizadas. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Américo Antonio / Sesa

 

saude III tabela 19 01 2022

 

SAÚDE IV: Sesa divulga mais 481 casos e 28 óbitos de H3N2 no Paraná

saude IV 19 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta terça-feira (18/01) mais 481 casos e 28 óbitos pela infecção da H3N2 (um tipo do vírus Influenza A) no Paraná. Agora, o Estado soma 1.313 confirmações e 40 mortes em 187 municípios.

Monitoramento - Os diagnósticos estão sendo monitorados e contabilizados desde dezembro do ano passado, quando a doença começou a circular no Estado de maneira atípica. Na última semana o Paraná decretou situação de epidemia de H3N2.

Circulação - “Nesta época não costumávamos registrar a circulação do vírus da Influenza de maneira tão intensa, geralmente isso ocorre no inverno. No último ano tivemos uma baixa adesão na vacinação contra a influenza e isso pode ter colaborado para o aumento da transmissão da doença”, alertou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Campanhas - Todos os anos o Ministério da Saúde realiza campanhas nacionais de imunização contra a gripe Influenza. Somente no ano passado, o Paraná recebeu 5.165.200 vacinas. Até agora, 449.330 doses ainda estão disponíveis nos municípios.

Apoio - “Contamos com o apoio das equipes municipais para fazer essa vacina chegar até o braço dos paranaenses. Mesmo que seja da campanha passada, a imunização contra a gripe protege da maioria dos vírus circulantes e aumenta a imunidade contra a doença”, acrescentou o secretário.

Medicamentos - Somente neste mês, o Estado já descentralizou 556,4 mil cápsulas do medicamento Oseltamivir (Tamiflu) para tratamento da doença. A Secretaria aguarda ainda um novo envio de medicamentos do Ministério da Saúde.

Óbitos - Os óbitos envolvem 15 mulheres e 13 homens com idades que variam de 19 a 100 anos e foram registrados nos municípios de Almirante Tamandaré (2), Alto Piquiri (1), Bituruna (2), Cantagalo (1), Colombo (1), Curitiba (3), Engenheiro Beltrão (1), Fazenda Rio Grande (1), Ipiranga (1), Londrina (1), Maringá (1), Nova Laranjeiras (1), Palmeira (1), Paranaguá (3), Paranavaí (1), Pinhais (1), Ponta Grossa (2), Realeza (1), São José dos Pinhais (1), São Miguel do Iguaçu (1) e Toledo (1). As mortes ocorreram entre os dias 30 de dezembro de 2021 e 18 de janeiro de 2022. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira os dados por município AQUI .

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 

SAÚDE V: Informe semanal da dengue registra 60 casos da doença no Paraná

saude V 19 01 2022O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (18/01) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 60 casos a mais que o informe anterior. São aproximadamente 15 mil casos suspeitos, com 4,48% de casos confirmados (673), segundo dados do 21º Informe Epidemiológico, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Notificações - Até o momento, 306 municípios registraram notificações de dengue, destes 112 confirmaram a doença, sendo que 80 municípios com casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência. Há ainda 2.329 casos em investigação e nenhum registro de óbito neste período.

Sorotipos - Segundo informações do boletim, os sorotipos Denv1 e Denv2 circulam no Paraná, mantendo a mesma tendência observada no período epidemiológico anterior.

Colaboração - De acordo com a coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte, é imprescindível que nesse período de intensificação das chuvas e aumento das temperaturas, a população colabore na eliminação de potenciais criadouros.

Levantamento - “Um levantamento entomológico realizado pelos municípios no período de setembro até novembro de 2021 mostrou que lixo, pneus e demais materiais que acumulam água representam 74% dos recipientes utilizados pela fêmea do Aedes aegypti para depositar seus ovos”, afirmou. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

FOTO: Pixabay

 

ARTIGO: Uniprime do Brasil em plena expansão

artigo 19 01 2022*Alvaro Jabur

Iniciamos o ano de 2022 comemorando a marca histórica de R$ 5 bilhões em ativos administrados consolidados, e passamos a ocupar o posto de maior cooperativa de crédito do Brasil com foco na área da saúde.

Para a Uniprime, tais conquistas são reflexo de seu constante desenvolvimento, e garantem a sustentabilidade do negócio, que segue crescendo de forma consistente.

Os números demonstram não só a confiança dos cooperados na instituição, mas também a credibilidade que a Uniprime possui no mercado financeiro. Avaliada no último ano pela Fitch Ratings, uma das maiores agências de classificação de risco de crédito do mundo, nossa cooperativa foi atribuída com o rating ‘A (bra)’, o que denota a baixa expectativa de risco de inadimplência a longo prazo. Hoje são quase40.000 cooperados que confiam na cooperativa como a melhor alternativa frente ao sistema financeiro tradicional.

Ampliação da oferta de produtos, serviços e agências

Recentemente, a cooperativa aumentou seu portfólio de aplicações, lançando a Poupança, a Letra de Crédito Imobiliário (LCI)com isenção de IR para Pessoas Físicas e com diversas opções de prazos e carência para o cooperado, a Letra Financeira - um recurso para Pessoa Física e Pessoa Jurídica com renda fixa baseada no CDI voltado para quem busca investimento de longo prazo e maiores rendimentos - e também, o Crédito Rural, que destina-se ao financiamento do ciclo produtivo do agronegócio, com foco no custeio dos insumos.

No total são 38 agências nos estados do Paraná e São Paulo e somente no último ano, somamos 10 novas unidades ao incorporar as singulares Uniprime Campos Gerais e a Uniprime Alliance, e ao inaugurar uma agência em Assis-SP.

Seguimos crescendo firmes com o compromisso de colocar o cooperado em primeiro lugar.Por isso, constantemente revemos nossas práticas, lançamos produtos e ampliamos nossos benefícios para, cada vez mais, proporcionar uma movimentação financeira vantajosa aos nossos cooperados.

Sobre a Uniprime do Brasil - Fundada em 1997, a Uniprime é associada ao Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito, que garante depósitos de até R$ 250 mil por CPF/CNPJ, valor igual ao dos bancos. Os cooperados contam com o atendimento exclusivo e personalizado de uma instituição financeira sólida e promissora, com profissionais capacitados para auxiliá-lo em suas decisões, além do recebimento anual de parte dos lucros (sobras) da cooperativa.

*Alvaro Jabur é presidente do Conselho de Administração da Uniprime do Brasil

 


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