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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5243 | 21 de Janeiro de 2022

VISITA: Sistema Ocepar se reúne virtualmente com diretores do Banco do Brasil

Com a finalidade de ouvir as estratégias do Banco do Brasil (BB) para o setor cooperativista em 2022 e apresentar as principais demandas em relação à liberação de recursos, em especial para a safra, foi realizada, na tarde de quinta-feira (20/01), uma reunião virtual entre a diretoria do BB e o Sistema Ocepar. A reunião contou com a participação do vice-presidente do banco, Renato Naegele, do superintendente Corporate, Wilson Cardoso, do superintendente em exercício de Varejo no Paraná, Elondir Biazibetti, do gerente Geral Corporate, Jefferson Vendrame e do assessor da vice-presidência, Fernando Gallo.

Indicadores Coop - O encontro foi aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, com uma rápida apresentação sobre os principais indicadores do cooperativismo no ano passado. “Mesmo com todas as dificuldades que o cenário de 2021 nos impôs, conseguimos avançar. Encerramos o ano com 216 cooperativas, 2,7 milhões de cooperados, geramos cerca de 125 mil empregos diretos, exportamos US$ 6,7 bilhões e atingimos uma movimentação econômica nos sete ramos de quase R$ 152 bilhões”, frisou. O dirigente ressaltou que a necessidade de investimentos do setor nos próximos anos é de aproximadamente 6 bilhões de reais.

Parceria - “Sempre tivemos as portas abertas do banco para nossas demandas, tanto em Brasília como aqui na superintendência do Paraná”, frisou Ricken, ao comentar sobre a longa parceria do cooperativismo com a instituição financeira. “A própria OCB tem uma ação intensa com a diretoria do Banco do Brasil em Brasília, o que resulta em parceria, integração e entendimento. Sempre nos reunimos para encontrarmos soluções às demandas do setor”. O líder cooperativista ressaltou que “o interior do Paraná não seria o que é se não fosse o importante trabalho realizado pelas cooperativas, que são hoje as maiores empresas em muitos municípios e tudo que ela gera em recursos, fica na região, fica nas mãos dos cooperados. Recursos esses que não são enviados para o exterior em forma de dividendos para acionistas, como acontece em outros setores. O cooperativismo tem como meta viabilizar economicamente as pessoas para que elas possam ter melhores condições de vida e para isso precisamos de apoio”, comentou.

Planejamento - Ricken detalhou aos diretores do BB sobre o Plano Paraná Cooperativo 200, o PRC200, que possui 20 projetos voltados para as cooperativas. “Projetos esses que irão proporcionar um cenário estruturante para que as cooperativas se desenvolvam e atinjam todas as metas planejadas. Se temos uma diferença em relação às demais entidades estaduais é que, tradicionalmente, o Paraná realiza, desde a década de 1970, quando a Ocepar foi constituída, uma ampla discussão com suas bases na formatação de planejamentos estratégicos. Foi assim com os Projetos Iguaçu de Cooperativismo (PIC), Norcoop, Sulcoop, em 1970, depois o Plano Paraná Cooperativo, nas décadas de 1980 e 1990, e, mais recentemente, o PRC100 e agora o PRC200. Planejar é necessário para que possamos saber para onde queremos chegar”, frisou.

Estiagem - O presidente do Sistema Ocepar aproveitou a oportunidade para destacar o momento vivido na agropecuária paranaense, com o longo período de estiagem e que vai impactar de forma direta o setor produtivo nesta safra. “Estamos com grandes dificuldades e o estrago está sendo mais significativo nas regiões Oeste e Sudoeste. Devemos perder cerca de 10 milhões de toneladas nesta safra no Paraná. A estimativa até o momento é de perdas de 34% na soja e 40% de milho”, disse.

Pleitos - Ricken apresentou à diretoria do banco principais necessidades que os produtores atingidos pela seca aguardam. Ele frisou que todas elas já foram levadas ao conhecimento do governo federal, através da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, quando da sua visita na semana passada ao Paraná. Segundo o dirigente cooperativista, o setor pede pela “agilização das vistorias e liberação dos laudos periciais, tanto pelas seguradoras, como pelo Banco Central (Proagro), a fim de liberação das colheitas e consequentemente liberação das áreas para novo plantio; liberação de novos recursos de custeio para o plantio de milho segunda safra; prorrogação de parcelas de custeio e investimentos para os produtores que não tiverem capacidade de pagamento em função de não terem produção; possibilidade, também, de prorrogação de débitos das cooperativas de créditos, no caso de recursos repassado por outro agente financeiro”, destacou.

Modelo - O vice-presidente do BB, Renato Naegele disse que ficou impressionado com os números apresentados e frisou que esta forma de atuação das cooperativas do Paraná precisa ser implementada em outros estados. “O modelo de desenvolvimento, em especial das cooperativas do agronegócio, mesmo em uma década de dificuldades tem crescido e se desenvolvido tanto. Os números apresentados provam que através do planejamento é possível atingir metas audaciosas”.

Sistema Ocepar - Naegele ressaltou o importante trabalho realizado pelo Sistema Ocepar e pelas cooperativas na implementação de novas tecnologias no campo. “Isso também tem sido um diferencial importante do setor. Hoje o agricultor tem um conhecimento que dificilmente encontramos em outro país e que mostra a competência do agronegócio brasileiro e do setor cooperativista. As cooperativas produzem com qualidade e com sustentabilidade, o mundo precisa saber disso”, frisou.

Estratégia de atuação - Segundo ele, o Paraná aumentou a demanda por recursos e a inadimplência é uma das menores o que mostra a força e a qualidade dos produtores rurais paranaenses. “Estamos com dificuldade de buscarmos recursos no Tesouro Nacional por isso estamos vendo possibilidades de captação através de outras meios”. Naegele tranquilizou afirmando que “não haverá problemas com o custeio agrícola, o milho que complicou na safrinha e agora também. Mas neste momento não vemos risco neste sentido. O que nos preocupa é com relação aos investimentos, talvez prorrogar parcelas para que possa ajudar neste momento de dificuldades. Já estamos considerando este cenário adverso e vamos analisar as questões pontuais, caso a caso. Nossa meta é agilizar a vistorias”. O vice-presidente afirmou que o Banco do Brasil participa de um grupo de trabalho junto ao Mapa e que seus profissionais estão monitoramento município por município. Ele lembrou que aqui no Sul é seca e em outros estados é excesso de chuvas. “Precisamos atender a todas as demandas para que os produtores possam ter tranquilidade para plantar a próxima safra e se depender do banco isso acontecerá”.

Presenças - Também participaram do encontro, o superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, o coordenador da gerência de Desenvolvimento Técnico, Silvio Krinski, os analistas do setor, Carolina Bianca Teodoro e Leonardo Silvestri Szymczak, e o coordenador de Comunicação Social, Samuel Milléo Filho.

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GETEC: Confira o boletim semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

getec coordenacao parlamentar 21 01 2022A Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, vinculada à Gerência de Desenvolvimento Técnico (Getec) e sob a responsabilidade da advogada Daniely Andressa da Silva, publicou, nesta sexta-feira (21/01), o Informe Semanal referente ao período de 17 a 21 de janeiro. O setor foi criado neste ano com o propósito de fazer o acompanhamento das matérias de interesse do cooperativismo em discussão tanto no Congresso Nacional como na Assembleia Legislativa do Paraná, das leis publicadas no âmbito do executivo (federal, estadual e municipal), além de outros temas vinculados às áreas de atuação das cooperativas do Paraná.

Medidas ProvisóriasEsta edição destaca as Medidas Provisórias (MPs). Em 2021, foram publicadas 70 MPs, normas editadas pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em situações de relevância e urgência. As MPs possuem efeitos imediatos, porém, para serem convertidas em lei estão sujeitas à deliberação pelo Congresso Nacional no prazo de 60 dias, prorrogáveis por igual período. Após este prazo, as medidas que não sejam aprovadas por deputados e senadores perdem sua validade. No retorno do recesso, a pauta parlamentar contemplará a análise de diversas Medidas Provisórias, entre as quais se destacam:

MP 1.065/2021, de 30 de agosto de 2021, dispõe sobre a exploração do serviço de transporte ferroviário, o trânsito e o transporte ferroviários e as atividades desempenhadas pelas administradoras ferroviárias e pelos operadores ferroviários independentes, institui o Programa de Autorizações Ferroviárias, e dá outras providências. Prazo final para deliberação: 06/02/2022;

MP 1.066/2021, de 2 de setembro de 2021, prorroga o prazo para recolhimento da Contribuição para o Programa de Integração Social e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público - PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social e de contribuições previdenciárias, a pessoas jurídicas distribuidoras de energia elétrica. Prazo final para deliberação: 10/02/2022;

MP 1.067/2021, de 2 de setembro de 2021, altera a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, para dispor sobre o processo de atualização das coberturas no âmbito da saúde suplementar. Prazo final para deliberação: 10/02/2022;

MP 1.069/2021, de 13 de setembro de 2021, altera a Medida Provisória nº 1.063, de 11 de agosto de 2021, a Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, e a Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, para dispor sobre a comercialização de combustíveis por revendedor varejista. Prazo final para deliberação: 20/02/2022:

MP 1.071/2021, de 22 de setembro de 2021, reduz a zero as alíquotas de PIS e Cofins incidentes sobre a importação de milho, com o objetivo de aumentar a disponibilidade deste produto para o mercado interno. Prazo final para deliberação: 02/03/2022;

MP 1.072/2021, de 1° de outubro de 2021, dispõe sobre a alteração da forma de cálculo da Taxa de Fiscalização dos mercados de títulos e valores mobiliários e altera a Lei nº 7.940, de 20 de dezembro de 1989, que institui a Taxa de Fiscalização dos mercados de títulos e valores mobiliários, e a Lei nº 6.385, de 7 de dezembro de 1976, que dispõe sobre o mercado de valores mobiliários e cria a Comissão de Valores Mobiliários. Prazo final para deliberação: 10/03/2022;

MP 1.073/2021, de 28 de outubro de 2021, autoriza a prorrogação de contratos temporários no âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS. Dentre os contratos objeto da medida encontram-se os contratos de médicos veterinários que atuam em atividades de defesa agropecuária e sanidade. Prazo para deliberação: 06/02/2022, prorrogável por mais 60 dias;

MP 1.074/2021, de 11 de novembro de 2021, altera a Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2020, para dispor sobre a disponibilização de informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais pelos entes federativos. Prazo para deliberação: 20/02/2022, prorrogável por mais 60 dias;

MP 1.079/2021, de 14 de dezembro de 2021, prorroga os prazos de isenção, de redução a zero de alíquotas ou de suspensão de tributos federais em regimes especiais de drawback. Prazo para deliberação: 25/03/2022, prorrogável por mais 60 dias;

MP 1.085/2021, de 27 de dezembro de 2021, cria o Sistema Eletrônico de Registros Públicos, permitindo a interconexão de serviços cartoriais além de regras sobre prazos e custos de atos notariais, dentre outros. Prazo para deliberação: 02/04/2022, prorrogável por mais 60 dias;

MP 1.089/2021, de 29 de dezembro de 2021, altera regras do setor aéreo visando a atualização e a simplificação de procedimentos. Prazo para deliberação: 02/04/2022, prorrogável por mais 60 dias;

MP 1.091/2021, de 30 de dezembro de 2021, estabelece o valor do salário mínimo de R$ 1.212,00 (hum mil, duzentos e doze) reais, a partir de 1° de janeiro de 2022. Prazo para deliberação: 02/04/2022, prorrogável por mais 60 dias;

MP 1.093/2021, de 31 de dezembro de 2021, prevê a divulgação mensal, pelo Ministério do Trabalho e Previdência, do resultado financeiro do Regime de Previdência. Prazo para deliberação: 02/04/2022, prorrogável por mais 60 dias;

MP 1.094/2021, de 31 de dezembro de 2021, reduz as alíquotas do imposto de renda nas operações de leasing de aeronaves, como incentivo às empresas do setor de transporte aéreo de passageiros e cargas. Prazo para deliberação: 02/04/2022, prorrogável por mais 60 dias;

MP 1.095/2021, de 31 de dezembro de 2021, revoga o chamado Regime Especial da Indústria Química, que reduz alíquotas para PIS e Cofins sobre matérias-primas químicas e petroquímicas. Prazo para deliberação: 02/04/2022, prorrogável por mais 60 dias.

Clique aqui para conferir o Informe Semanal da Coordenação de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar

 

UNIMED: Anunciada a construção de hospital de alta complexidade no Biopark

Um evento realizado na manhã de segunda-feira (17/01), no Biopark, em Toledo, Oeste do Paraná, marcou o lançamento da construção do hospital da Unimed naquela área. A parceria entre o Biopark - com a doação de um terreno de 20 mil metros quadrados - e o Sistema Unimed Federação do Paraná – com investimentos iniciais de R$ 60 milhões - irá concretizar o projeto que atenderá pacientes de diversas regiões do Estado em procedimentos de alta complexidade.

Estrutura - O projeto prevê uma estrutura com 40 leitos de enfermaria e mais 20 leitos de UTI, num formato modular que poderá ser alterado à medida que a demanda crescer. “O hospital já nasce com a proposta de atender alta complexidade pelo número expressivo de leitos de UTI. Esse projeto representa um marco, não somente por sua estrutura física, mas por todo o trabalho realizado em conjunto, entre o Sistema Unimed e o Biopark”, afirma o diretor-presidente da Unimed Costa Oeste, Hiroshi Nishitani.

Formato inovador - Além de sua vocação de atendimento especializado, o hospital será viabilizado em um formato inovador, conforme explica o presidente da Unimed Federação do Paraná, Paulo Roberto Fernandes Faria. “Será um empreendimento de propriedade de todo o Sistema Unimed do Paraná, demonstrando a união de diversas singulares e o protagonismo de vanguarda que irá inspirar outras iniciativas em todo o Brasil. Trata-se de um grande exemplo de intercooperação”.

Território da inovação - A instalação de um hospital de alta complexidade coroa uma área do Biopark destinada a um complexo de saúde que já conta com a presença da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com o curso de Medicina e deve receber centenas de clínicas médicas e outros empreendimentos desta área.

Força - Segundo Luiz Donaduzzi, fundador do Biopark, o anúncio representa a força do ecossistema para atrair grandes âncoras. “A vinda do Hospital Unimed é, para nós, um momento de muita alegria, representa um marco e mais um passo rumo à independência do Biopark como um território neutro, capaz de atrair importantes equipamentos regionais. Esse projeto irá permitir a residência médica, a pesquisa clínica, o ensino e principalmente, o cuidar das pessoas”.

Compromisso - A fundadora do Biopark, Carmen Donaduzzi, também enalteceu o momento. “Estamos concretizando mais um compromisso que fizemos quando criamos esse lugar”.

Evento prestigiado - O evento, realizado em área aberta em frente ao território que o hospital será construído, contou com a presença de convidados especiais. Dentre elas, autoridades que também compuseram a frente de honra: o diretor da Unimed Brasil, Luis Francisco Costa, o conselheiro-coordenador da Região 4 da Unimed Paraná, Adilson Bier, o diretor da 20ª Regional de Saúde, Alberi Locatelli, representando o governo do Estado, o prefeito de Toledo, Beto Lunitti, e o vereador Marcelo Marques, representando o poder legislativo de Toledo.

Contrato - As autoridades da Unimed e do Biopark assinaram um contrato firmando a parceria entre as duas instituições e apresentaram ao público convidado, a grande placa em frente ao terreno onde o hospital será construído.

A partir de agora - O diretor-presidente da Unimed Costa Oeste destacou que antes da assinatura do contrato de parceria, já vem-se trabalhando com consultorias técnicas, econômicas e financeiras para viabilizar o hospital e a partir de agora, entra-se em uma nova fase: a da contração dos projetos. “Após vencermos essa etapa, iniciaremos a construção para inaugurar o hospital no início de 2024”.

Especialidades - Paralelo a isso, Nishitani disse que está em estudo a definição das especialidades que serão atendidas na unidade. “Estamos considerando as patologias e especialidades mais procuradas nos grandes centros e nas cidades para compor o que iremos atender”. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

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COCAMAR: Cooperativa passa a oferecer serviços com drones

cocamar 20 01 2022

Avançando em agricultura digital, a Cocamar passa a oferecer um novo serviço aos cooperados, implantado em parceria com a empresa fornecedora Mosaic: a pulverização das lavouras de grãos feita por meio de drones.

Leque - “A Cocamar amplia, assim, o leque de serviços oferecidos aos cooperados, conforme determina o Planejamento Estratégico 2020/25”, pontua o gerente executivo técnico, Renato Watanabe.

Ágeis e econômicos- Com a agilidade e a economia que proporcionam, por reduzir o consumo de água e produtos químicos, os drones começaram a ser demandados pelos cooperados, de forma ainda tímida, nos últimos dois anos, sendo os serviços executados por empresas prestadoras.

Benefícios - “Vamos intensificar o uso desses equipamentos a partir de agora, eles apresentam muitos benefícios”, comenta o engenheiro agrônomo Víctor Wilson Palaro, responsável por coordenar e fomentar a agricultura digital na cooperativa. A contratação do serviço deve ser agendada nas unidades onde os cooperados são atendidos.

Praticidade - Além de considerável redução no consumo de água e produto químico (quando associadas ao mapeamento de plantas daninhas, por exemplo), a aplicação pode ser feita com drone em áreas de difícil acesso, como as de alta declividade, ou logo após uma chuva – o que impossibilitaria a entrada de pulverizadores de arrasto.

Outros - Com o equipamento, a aplicação é executada em lavouras de milho após o pendoamento, já que não há limitação de altura das plantas como nos pulverizadores de arrasto; não ocorre o amassamento das plantas na lavoura; podem ser feitas aplicações localizadas em reboleiras; a movimentação das hélices do drone acarreta um fluxo de ar que direciona as gotículas, melhorando a penetração da calda nas plantas. Tudo isso sem o menor contato com defensivos durante a operação, aumentando a segurança do aplicador.

Menos deslocamentos- Outra vantagem é que o produtor pode solicitar a aplicação em lotes distantes, reduzindo o deslocamento de máquinas, otimizando assim as operações em momentos de grande pressão de pragas e doenças.

Iniciando - As primeiras aplicações - de fungicidas em lavouras de soja -, foram feitas na quarta e quinta-feira (dias 19 e 20/1) em São Sebastião da Amoreira, norte do Paraná.

Três - Segundo Palaro, são três drones, dois dos quais pulverizadores modelo XAG P-30, que apresentam vazão de 8 litros por hectare, área essa percorrida em 10 minutos, em média. Um detalhe é que ambos os drones pulverizadores podem ser trabalhados ao mesmo tempo por um único operador.

Imagem - O terceiro drone é específico para imageamento: sua função é sobrevoar as lavouras para desenhar a operação. A partir dos dados gerados pelo drone é que será concebido um mapa contendo os pontos de aplicação. (Imprensa Cocamar)

 

UNIPRIME: Financie seu Imposto de Renda com a cooperativa

uniprime 21 01 2022Começo de ano não é um período fácil e, atenta ao cenário, a Uniprime do Brasil tem gerentes à disposição dos cooperados para ajudá-los a entender todas as dúvidas quando o assunto é Imposto de Renda. Além disso, a instituição tem duas linhas de crédito bem interessantes para quem precisa de um fôlego.

A pagar - A primeira delas é o financiamento de imposto de renda a pagar, um crédito rápido que permite ao cooperado financiar até 100% do valor do seu Imposto de Renda. Para adquirir o crédito, é preciso apresentar a Declaração do Imposto de Renda que deseja financiar, acompanhada do recibo do seu respectivo encaminhamento à Receita Federal.

A restituir - Outra linha é a antecipação do imposto de renda a restituir, com a possibilidade de adquirir até 80% do valor creditado em conta corrente. Neste caso, o cooperado só paga quando receber da Receita Federal.

Vantagens - Entre as vantagens dos financiamentos na Uniprime, destacam-se a agilidade em creditar o valor sem burocracia e o retorno de parte dos juros pagos na distribuição das sobras.

Gerente - Ficou interessado? Procure agora mesmo, um Gerente Uniprime. (Imprensa Uniprime)

 

INOVAÇÃO: Cooperativas podem se inscrever no Prêmio Empresa Inovadora

inovacao 21 01 2022Inovação consiste em encontrar soluções para resolver os problemas reais das pessoas, e também em transformar, de forma sistemática e estratégica, conhecimentos novos em resultados de negócio. A inovação está presente no cotidiano das cooperativas, ajudando a resolver dilemas de forma construtiva e integrada. Este texto faz parte do regulamento do Prêmio Empresa Inovadora, promovido pela Viasoft com apoio do governo do Paraná e por meio por meio da Superintendência Geral de Inovação/SGI e da Casa Civil. Faça sua inscrição gratuita no Prêmio Empresa Inovadora no site www.premioempresainovadora.com.br. São cinco segmentos: indústria, varejo, cooperativas, serviços e engenharias e saúde. Os vencedores receberão um Diagnóstico de Inovação elaborado por especialistas, indicando caminhos para seguir inovando.

 

MAPA: Usuários de serviços públicos podem ser conselheiros voluntários do Ministério da Agricultura

mapa 21 01 2022Que tal contribuir para a melhoria dos serviços públicos prestados pelo Governo Federal? O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está convidando os usuários de seus serviços em geral para se tornarem conselheiros voluntários. A participação ocorre por meio de enquetes que buscam entender as opiniões dos usuários com vistas ao aprimoramento das ferramentas e das soluções oferecidas pela pasta.

Oportunidade - A avaliação da qualidade e da efetividade, bem como a exposição de ideias dos usuários diretamente às ouvidorias ou aos gestores de serviços é uma oportunidade oferecida pela Plataforma Conselho de Usuários de Serviços Públicos criada pela Controladoria Geral da União (CGU). Para participar, basta realizar o cadastro na plataforma, fazer o login e selecionar os serviços a serem avaliados.

Transparência e efetividade - Para o coordenador do ramo Agro da OCB, João Prieto, a plataforma contribui para aumentar a transparência e a efetividade das iniciativas governamentais na solução de questões importantes para os envolvidos com o setor no dia a dia. “A contribuição da iniciativa privada e da sociedade civil ligada ao setor agropecuário na figura de conselheiros voluntários, como usuários dos serviços públicos, auxilia com que o Ministério da Agricultura possa aprimorar suas formas e ferramentas de atendimento de acordo com a real necessidade desses usuários”, afirma.

Atribuições - Os conselhos de usuários estão previstos no art. 18 da Lei n 13.460/2017 e possuem as seguintes atribuições: acompanhar e participar da avaliação da qualidade e efetividade da prestação dos serviços públicos; propor melhorias na prestação dos serviços públicos; contribuir para definição das diretrizes para atendimento adequado ao usuário; e acompanhar e auxiliar na avaliação das ouvidorias do Sistema de Ouvidoria do Poder Executivo Federal. (OCB)

Confira o passo a passo para se inscrever na plataforma e comece a contribuir!

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Com alta de 35%, terminais de Paranaguá fazem projeção para exportações do 1º trimestre

comercio exterior 21 01 2022Os terminais que operam no Porto de Paranaguá esperam carregar 6.762.816 toneladas de granéis sólidos de exportação nos primeiros três meses do ano. Em média, por mês, a previsão é embarcar 2.254.272 toneladas de soja (em grão e farelo), açúcar, milho e trigo, de janeiro a março.

Maior - O volume projetado é cerca de 35% maior que as 4.991.434 toneladas movimentadas dos produtos em relação ao primeiro trimestre do ano passado. A alta esperada deve ser puxada, principalmente, pelo volume de soja esperado para este primeiro trimestre do ano.

Meta esperada - “Se as condições climáticas permitirem e os contratos forem fechados, temos tudo para que os operadores atinjam a meta esperada”, disse o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. “A estrutura, a equipe e a expertise estão prontas para receber a nova safra, tanto no porto quanto nos terminais”.

Soja em grão - De soja, em grão, as empresas pretendem embarcar 4.560.915 toneladas pelo Porto de Paranaguá no primeiro trimestre. De farelo de soja, são esperadas 1.404.901 toneladas. “Especificamente em relação à soja, o que observamos é que o movimento não parou. Em dezembro, por aqui, foi exportada muita soja. E nesses primeiros 15 dias de janeiro, segue o mesmo ritmo”, afirma Garcia.

Comparativo - Enquanto em dezembro de 2020 o volume de soja exportado foi de 30.428 toneladas, no último mês de dezembro (2021) chegou a 650.238 toneladas. Em janeiro de 2021, foram 30 mil toneladas do produto. Neste mês, até o último dia 18, já haviam sido carregadas 381.211 toneladas.

Mercado - Segundo os especialistas, a soja que está sendo embarcada agora ainda é da safra passada, que os produtores estavam segurando à espera do melhor momento (e preço) para a venda. “Para dar uma regulada no preço, esperando melhorar, o produtor acaba sendo segurado. Porém, nesse momento, em que ele precisa abrir espaço para receber a nova safra, ele precisa vender”, explica o diretor da Associação dos Exportadores do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá (Atexp), André Maragliano.

Aumento - Com contrato fechado, e preços bons no mercado, os volumes de soja que chegam ao porto são maiores. “De outubro a novembro começou o aumento desse volume não esperado. Não tivemos a ‘entressafra’”, afirma.

Previsão - Apesar da quebra prevista para a nova safra de soja, devido à seca enfrentada pelos agricultores, na lavoura há previsão de aumento nos volumes esperados – principalmente a partir de fevereiro. “O início da safra é sempre muito movimentado. Todo mundo posiciona navio (nos portos), todos têm contrato para cumprir e todo mundo já comprou soja, aumentando o fluxo dos caminhões”, afirma o diretor da Atexp.

Demais produtos - Ainda para este primeiro trimestre, as exportações de açúcar a granel devem chegar a um volume de 405 mil toneladas. De milho devem ser exportadas 395 mil toneladas pelos operadores portuários paranaenses. De trigo, 33 mil.

Base - Para a previsão, os operadores do Corredor Leste de Exportação e dos berços à oeste do cais consideram os contratos já fechados e as metas que pretendem atingir no período. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Claudio Neves / Portos do Paraná

 

CONJUNTURA AGROPECUÁRIA: Paraná se mantém na liderança nacional da produção de mel, aponta boletim

conjuntura agropecuaria 21 01 2022O Paraná se manteve como o principal produtor nacional de mel, com 7.844 toneladas produzidas pela espécie Apis mellifera em 2020, o que representa 15,2% de toda produção nacional. A atividade é importante na geração de emprego e renda, na diversificação da propriedade rural e nos benefícios sociais, econômicos e ecológicos que proporciona.

Boletim - Esse é um dos assuntos do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 14 a 20 de janeiro O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Característica - A apicultura caracteriza-se pela exploração econômica e racional da abelha do gênero Apis e espécie Apis mellifera, que possui ferrão. A atividade é realizada em todo o território brasileiro. De acordo com a Pesquisa Pecuária Municipal (PPM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020 elas produziram 51.508 toneladas de mel, volume 12,5% maior que no ano anterior, resultando em R$ 621,447 milhões em Valor Bruto de Produção (VBP).

Aumento - A pesquisa aponta que o Paraná teve aumento de 8,9% sobre a safra de 2019, fechando 2020 com 7.844 toneladas e deixando novamente em segundo lugar o Rio Grande do Sul, que tradicionalmente liderava o setor. Em 2020, o Estado gaúcho atingiu 7.467 toneladas, com Valor Bruto de Produção de R$ 97,043 milhões. No Paraná, o VBP foi de R$ 98,619 milhões, aumento de 15,9% em relação a 2019.

Arapoti - O município de Arapoti é o principal produtor estadual e nacional, com 810 toneladas produzidas em 2020, o que rendeu VBP de R$ 8,6 milhões. No Paraná, é seguido por Ortigueira, com 720 toneladas; e Prudentópolis, com 440 toneladas.

Ceasa e mandioca - O boletim do Deral registra dados preliminares da Ceasa/PR mostrando que, em 2021, nas cinco unidades do Estado, foram comercializadas 1,3 milhão de toneladas de 200 itens diversos, com participação de 99,1% de produtos nacionais. O montante financeiro alcançou R$ 3,7 bilhões, com preço médio de R$ 2,82 por quilo.

Colheita - Para os produtores de mandioca, as condições climáticas dos últimos dias, com chuvas mais constantes, favoreceram sobretudo a colheita nas regiões de Paranavaí, Umuarama e Toledo, que respondem por 70% da produção estadual. As indústrias de fécula e de farinha também estão retomando o trabalho após o recesso de final de ano.

Soja, milho e trigo - A soja avançou dois pontos percentuais na colheita em relação à semana passada, totalizando 4% dos 5,6 milhões de hectares estimados. No campo, 67% da área a colher estão em condições medianas ou ruins, enquanto 33% são consideradas boas e podem atingir o potencial produtivo esperado.

Primeira safra - No caso do milho, a colheita da primeira safra segue bastante lenta no Paraná, com previsão de acelerar a partir da primeira semana de fevereiro. A segunda safra está sendo plantada e atingiu nesta semana 2% da área estimada de 2,56 milhões de hectares.

Inflação - O documento informa, ainda, que a inflação oficial, medida pelo IPCA, ficou em 10,1% em 2021. Já os produtos à base de trigo pesquisados tiveram 8,4% de variação no preço, percentual muito próximo do registrado pelo item alimentação no domicílio, que ficou em 8,2%.

Avicultura corte e postura - Na avicultura de corte, o registro é para as exportações de carne de frango, que cresceram 9% em 2021, com o embarque de 4,23 milhões de toneladas. Em receita, a alta foi de 25,7%, chegando a US$ 7,66 bilhões.

Ovos - A produção nacional de ovos estabilizou-se em 2,971 bilhões de dúzias nos nove primeiros meses de 2021, praticamente o mesmo do ano anterior. O Paraná foi o segundo maior produtor nesse período, com 268,223 milhões de dúzias. A liderança é de São Paulo, com 825,423 milhões de dúzias. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

FIAGRO: País tem hoje 31 fundos registrados, com valores de emissão que atingem R$ 7,5 bilhões

fiagro 21 01 2022Os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros) abrem oportunidade para que pequenos investidores possam participar de um dos setores que mais crescem na economia brasileira, trazem maior dinamismo e transparência para o mercado de terras rurais e contribuem para a solução do problema da má alocação de terra. Além disso, ao proporcionarem mais segurança jurídica a esse mercado, ajudam a atrair a participação de investidores estrangeiros no financiamento do agronegócio no Brasil. Essas são algumas das conclusões constantes da Nota Informativa - O Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais, produzida pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia e divulgada nesta quinta-feira (20/01) sobre o Fiagro.

Modalidades - Divididos em três modalidades, de acordo com os ativos que os compõem – Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (Fiagro-FIDC), Fundo de Investimento Imobiliário (Fiagro-FII) e Fundo de Investimento em Participações (Fiagro-FIP) –, os fundos totalizavam 31 até 26 de novembro de 2021. Lastreado em imóveis rurais, Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA), o Fiagro-FII tem prevalecido até agora. Do total de fundos registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) até novembro, 24 deles são dessa categoria e sete são Fiagro-FIDC, lastreados em recebíveis do agronegócio. Os valores de emissão totalizam aproximadamente R$ 7,5 bilhões, dos quais R$ 6 bilhões se referem a Fiagro-FII.

Trabalho conjunto - O surgimento do Fiagro é resultado do trabalho conjunto do Ministério da Economia, por meio da SPE, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Congresso Nacional, materializado na Lei nº 14.130/2021 e na subsequente regulação pela resolução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nº 39 de 2021. “Foi uma colaboração estreita com o objetivo de dotar o produtor rural de mais um mecanismo de financiamento”, afirma o subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais da SPE, Rogério Boueri. “Quanto mais alternativas o produtor rural tiver para a sua tomada de decisão, melhor”, ressalta.

Crédito e crescimento econômico - Um dos pontos abordados pela nota informativa da SPE se refere ao crédito. Quando a expansão de crédito financia aumento da capacidade de criação de renda e riqueza na economia há um efeito maior sobre o crescimento de longo prazo, porque permite a ampliação permanente da renda. O crédito rural no Brasil e, em particular, as oportunidades de crédito criadas com o Fiagro financiam o aumento da capacidade produtiva do agronegócio.

Participação - Outro aspecto de especial relevância é a oportunidade trazida pelos Fiagros para a participação do pequeno produtor no financiamento do agronegócio, que ainda é reduzida no país. Os recursos que financiam o setor vêm em geral do crédito rural canalizado por instituições financeiras, de títulos de dívida emitidos por produtores rurais e de recursos próprios dos produtores.

Oportunidade - “O Fiagro abre uma oportunidade para que pequenos investidores aportem seus investimentos e possam usufruir de um dos setores de maior crescimento da economia brasileira. Espera-se que a criação desse instrumento financeiro traga um maior dinamismo e transparência ao mercado de terras rurais, um mercado mais competitivo na formação de preços de terras, e maior liquidez ao estoque de terras como ativo do produtor rural”, registra o documento.

Má alocação de terras - A nota informativa da SPE faz uma análise ampla do potencial de impacto do Fiagro e das razões de sua criação. O documento destaca, por exemplo, que a migração da população do campo para a cidade, nas últimas décadas, levou muitas propriedades rurais a ficarem subutilizadas ou utilizadas de forma pouco eficiente, com uma proporção expressiva das lavouras de soja, milho, arroz e cana-de-açúcar sendo exploradas sob forma de arrendamento ou parceria. Esse tipo de exploração, realizada comumente de forma tácita ou informal, não proporciona arrecadação ao fisco e não permite investimentos mais estruturantes por parte do arrendador nem do arrendatário, o que gera uma situação de insegurança jurídica e tributária. Em decorrência dessa situação, muitas propriedades permanecem alocadas de maneira ineficiente.

Dificuldade - Em razão disso, um outro problema surge: a grande dificuldade para investidores estrangeiros ingressarem no mercado imobiliário rural brasileiro, não apenas pelas restrições legais, mas também pela desorganização da situação patrimonial e tributária de parte dos imóveis rurais brasileiros. Com frequência, é difícil estabelecer se determinado imóvel está plenamente regularizado. “Com o Fiagro, a expectativa é de um ‘boom’ de regularização fundiária no país”, prevê Rogério Boueri. Para ingressar nos fundos é preciso que tudo esteja regularizado.

Semelhanças com os FIIs - Em diversos aspectos, os Fiagros são semelhantes aos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs). Em ambos os casos, um grupo de investidores se junta em sociedade para adquirir ativos e repartir os ganhos econômicos gerados por eles, e os imóveis podem ser ativos que lastreiam os fundos (imóveis urbanos, no caso dos FIIs; e rurais, no caso dos Fiagros). Outro ponto em comum é que os rendimentos resultantes de vendas ou locações dos imóveis são distribuídos aos cotistas.

Ativos - Os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais podem ser constituídos por diferentes tipos de ativos, entre os quais imóveis rurais; participação em sociedades que explorem atividades integrantes da cadeia produtiva agroindustrial e ativos financeiros, e títulos de créditos ou valores mobiliários emitidos por pessoas físicas e jurídicas que integrem a cadeia produtiva agroindustrial, na forma de regulamento. (Ministério da Economia)

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CONAB: Programa Modernização do Mercado Hortigranjeiro divulga 1º boletim do ano

conab 21 01 2022A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) registrou oferta recorde de batata nas centrais de Abastecimento (Ceasas), no mês de dezembro. De acordo com o 1º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado nesta quinta-feira (20/01) pela companhia, o cenário proporcionou queda de preços em quase todos os mercados atacadistas analisados.

Exceção - A exceção foi apenas Rio Branco (AC), onde houve alta mensal de 8,11%. Nas demais, as reduções chegaram a 36,86% em Curitiba (PR), 30% no Rio de Janeiro, 27,3% em São Paulo, 22,92% em Belo Horizonte e 15,23% em Campinas (SP), detalha o boletim. Com isso, a batata foi vendida, em média, a R$ 0,77 o quilo no Rio de Janeiro e a R$ 1,48 em Belo Horizonte, estados onde a hortaliça saiu mais barata. Ainda segundo o levantamento, outros mercados também apresentaram cotações mais baixas. É o caso de Brasília (4,21%), do Recife (4%) e de Fortaleza (3,77%).

Levantamento - O Boletim Prohort faz levantamento de dados estatísticos da Conab, tendo por base nove das principais centrais de abastecimento do país. Entre as hortaliças e frutas analisadas estão alface, batata, cebola, cenoura, tomate, banana, laranja, maçã, mamão e melancia.

Cebola - A cebola segue registrando preços altos em todas as Ceasas avaliadas. Esses aumentos superaram a margem de 30% em pelo menos três mercados atacadistas: Recife (37,44%), Rio de Janeiro (32,29%) e Brasília (30,08%). A alta do produto ficou em 24,69% na Ceasa de Rio Branco; 23,50% na de Curitiba; 20,79% em São Paulo; 20,10% em Campinas; 20% em Fortaleza; e 19,68% em Belo Horizonte.

Recuperação de mercado e inflação - De acordo com o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sergio De Zen, os resultados mostram que está em curso um realinhamento de preços, uma vez que o país exportou, ano passado, volume maior que o registrado nos outros anos. Na avaliação do diretor, isso indica “recuperação de mercados existentes e abertura de novos”.

Equilíbrio - "Outro ponto positivo do setor de hortifruti é que não estamos notando pressão inflacionária muito forte, porque temos produtos em alta, como a cebola, sendo compensados por preços em baixa,como a batata. Há equilíbrio entre preços. Como esses produtos têm participação nos índices de inflação, acabamos tendo equilíbrio entre preços”, disse.

Frutas - Situação semelhante foi observada nas frutas. “Laranja e melancia estão em queda, enquanto banana e mamão estão em alta. Isso é típico de fatores sazonais”, informou De Zen referindo-se à compensação desses produtos para o equilíbrio dos índices inflacionários. O boletim registrou baixa nos preços da melancia, graças à maior oferta do produto no último mês de dezembro.

Aumento - De acordo com a Conab, o aumento de preço da banana foi causado pela “menor produção da variedade prata, por problemas climáticos e pelas exportações, que continuaram aquecidas”. No caso do mamão, além da queda na oferta, principalmente da variedade formosa, houve “aumento no valor dos insumos para produção, doenças fúngicas em decorrência das chuvas e as exportações, que aumentaram novamente”. A demanda segue regular para outras frutas típicas de fim de ano, como é o caso da ameixa e do pêssego. “O volume foi bem absorvido no varejo”, diz o levantamento.

Laranja - Segundo a gerente de Estudos do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Joyce Fraga, a laranja foi a única fruta que teve redução na comercialização externa, na comparação com 2020. “A redução foi de 49% em relação ao ano anterior. Em termos financeiros, a redução ficou em 78%”.

Alface - O diretor de Política Agrícola informou que houve casos de produtos que apresentaram “comportamentos erráticos”, devido a “fatores como intensidade de chuvas ou de granizo em cada região do país”. Esses produtos têm “comportamento de oferta completamente diferente, o que faz com que preços flutuem de maneira disforme no total do país”. É o caso da alface que, segundo Joyce, mesmo diante da flutuação registrou aumento de 8% na oferta. (Agência Brasil)

 

ANTT: Agência aprova alteração dos valores da tabela dos pisos mínimos de frete

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou, na tarde desta quinta-feira (20/01), durante a 924ª Reunião de Diretoria (ReDir), o relatório final da Consulta Pública nº 1/2021 e a minuta de resolução que altera a Resolução nº 5.867/2020, que estabelece as regras gerais, a metodologia e os coeficientes dos pisos mínimos, referente ao quilômetro rodado na realização do serviço de transporte rodoviário remunerado, por eixo carregado, instituído pela Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC).

Parâmetros - Após análise das contribuições do processo de participação e controle social, a ANTT priorizou parâmetros mercadológicos cuja participação no custo total do transporte representa 80%, que são o preço do diesel (S10); os salários dos motoristas (variável utilizada para mensuração do custo de mão de obra); o preço do pneu; e o valor de aquisição do veículo-trator. O reajuste médio para a carga lotação é de 9,64%, variando de acordo com o tipo de carga, quantidade de eixos e se a operação de transporte é caracterizada como alto desempenho. Para os demais parâmetros, a atualização dos valores se dará a partir da aplicação da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é de 5,856420%.

Publicação - A nova resolução, com os valores da tabela, será publicada em breve no Diário Oficial da União (DOU).

PNPM - Para saber tudo sobre a Política Nacional dos Pisos Mínimos de Frete (PNPM), clique aqui. Para entender as etapas de implementação, acesse aqui.

Vídeo - Para entender melhor sobre a PNPM, assista ao vídeo do Canal ANTT no Youtube sobre como é, em regra, composto o cálculo da tabela. Aqui também você encontra um vídeo sobre a Resolução nº 5.923/2021.

Histórico - A Lei nº 13.703, de 08 de agosto de 2018, que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC), determinou que compete à Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT publicar norma com os pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização de fretes, por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas definidas no art. 3º da Lei.

Publicação - O parágrafo 1º do artigo 5º da Lei nº 13.703/2018 estabelece que a ANTT deverá publicar nova tabela com os coeficientes de pisos mínimos atualizados, até os dias 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano, estando tais valores válidos para o semestre em que a norma for editada. Por sua vez, o parágrafo 2º do artigo 5º estabelece que na hipótese de a norma não ser publicada nos prazos estabelecidos no § 1º, os valores anteriores permanecerão válidos, atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ou por outro que o substitua, no período acumulado. (ANTT)

EXECUTIVO: Presidente negocia PEC para zerar impostos sobre combustíveis

executivo 21 01 2022O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (20/01) que negocia a apresentação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para permitir a redução a zero da incidência de tributos federais sobre combustíveis. O texto ainda não foi disponibilizado, mas os alvos da redução seriam a contribuição do Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Live - "Nós temos uma Proposta de Emenda à Constituição, que já está sendo negociada com a Câmara e o Senado, para termos a possibilidade de praticamente zerar os impostos dos combustíveis, o PIS e a Cofins", afirmou durante sua live semanal nas redes sociais. O presidente estava no Suriname, onde fazia uma visita oficial.

Inflação - Segundo Bolsonaro, há um processo de inflação generalizada que não afeta apenas o Brasil. Em 2021, a gasolina acumulou alta de 47,49% e o etanol, de 62,23%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já o diesel teve alta de cerca de 47% no mesmo período.  

ICMS - Além dos impostos federais, a comercialização de combustíveis também paga o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é um tributo estadual, e por isso, não seria abrangido por uma eventual aprovação da proposta anunciada por Bolsonaro. Com a mudança constitucional, o governo não seria obrigado a compensar a redução dos impostos sobre combustíveis com a elevação de outros tributos, como determina a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O governo não deu estimativa sobre quanto custaria zerar os tributos federais sobre os combustíveis.

Diesel - Em 2018, após a greve de caminhoneiros, o então governo de Michel Temer zerou impostos federais sobre o diesel, mas por meio de decreto e com compensação orçamentária correspondente por meio do aumento de outros impostos. Entre março e abril do ano passado, o governo Bolsonaro suspendeu a cobrança de impostos sobre o diesel, decisão que foi compensada com a elevação da carga tributária em outros setores. (Agência Brasil)

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CÂMBIO: Dólar cai para R$ 5,41 e continua no menor valor em dois meses

cambio 21 01 2022Em mais um dia de otimismo no mercado financeiro, o dólar aproximou-se de R$ 5,40 e fechou no menor valor desde novembro do ano passado. A bolsa de valores subiu pela terceira sessão seguida e atingiu o nível mais alto desde outubro.

Cotação - O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (20/01) vendido a R$ 5,417, com recuo de R$ 0,049 (-0,9%). A moeda operou em queda durante toda a sessão. Por volta das 14h30, alcançou a mínima do dia, chegando a ser vendida a R$ 5,38, mas voltou a ficar acima de R$ 5,40 perto do fim das negociações.

Menor - A cotação está no menor valor desde 11 de novembro, quando o dólar tinha sido vendido a R$ 5,404. A divisa acumula queda de 2,86% nos primeiros dias de 2022.

Ações - No mercado de ações, o dia também foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 109.102 pontos, com alta de 1,01%. O indicador está no maior nível desde 20 de outubro. Diferentemente dos últimos dias, nesta quinta subiram as ações de empresas ligadas à economia interna, como varejo, serviços e tecnologia. Em contrapartida, caíram os papéis dos bancos e de empresas ligadas a commodities (bens primários com cotação internacional).

China - A decisão do governo chinês de baixar os juros da maior economia do planeta trouxe uma onda de alívio no mercado internacional. O país asiático é o maior parceiro comercial de muitos países emergentes, como o Brasil.

EUA - Paralelamente, as taxas dos títulos do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do planeta, estabilizaram-se. Juros mais altos em países desenvolvidos estimulam a fuga de recursos de economias emergentes, mas os investidores entenderam que a expectativa de que os Estados Unidos aumentem os juros em breve está precificada (incorporada aos preços dos ativos financeiros). (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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SAÚDE I: Mortes por Covid-19 no Brasil chegam a 622,2 mil

O número de mortes por covid-19 no Brasil chegou a 622.205. Em 24 horas, o país registrou mais 350 óbitos. Na quarta-feira (19/01), o painel de informações da pandemia marcava 621.855 óbitos. Ainda há 3.089 mortes em investigação. Os óbitos em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que a causa da morte do paciente ainda demanda exames para ser definida.

Casos - A quantidade de pessoas que pegaram covid-19 ao longo da pandemia foi para 23.585.243. De quarta para quinta-feira (19 e 20/01), foram confirmados 168.495 novos diagnósticos da doença. Na quarta, o total de casos em um dia foi recorde: 204.854. Até então, o sistema de informações do Ministério da Saúde sobre a pandemia contabilizava 23.416.748 casos acumulados.

Acompanhamento - Ainda há 1.111.116 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de covid-19 confirmado. Na quarta-feira, o número estava em 946.592.

Ômicron - O total de infectados com a variante Ômicron chegou a 1.407 – na quarta-feira eram 811. Do total registrado nesta quinta-feira (20/01), foram identificados 569 casos no Amazonas, 156 no Rio de Janeiro e 145 em Pernambuco. Foram registrados dois óbitos até agora. Ainda há 1.080 potenciais casos em investigação, a maioria no Rio de Janeiro (561), no Rio Grande do Sul (243) e em Minas Gerais (182).

Recuperados - Até esta quinta-feira, 21.851.922 pessoas tinham se recuperado da doença.

Balanço diário - Os dados estão no balanço divulgado nesta noite pelo Ministério da Saúde. A atualização reúne informações sobre casos e mortes enviadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, os estados com maior número de mortes por covid-19 é São Paulo (156.165), seguido por Rio de Janeiro (69.637), Minas Gerais (56.895), Paraná (40.955) e Rio Grande do Sul (36.578). Já os estados com menos óbitos resultantes da doença são Acre (1.854), Amapá (2.033), Roraima (2.084), Tocantins (3.980) e Sergipe (6.069).

Vacinação - Até esta quinta-feira (20/01), foram aplicados 343,3 milhões de doses de vacina contra a covid-19, das quais 162,5 milhões foram da primeira dose, 148,8 milhões da segunda ou dose ou dose única. A dose de reforço já foi dada a 29,3 milhões de pessoas. (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Paraná registra mais 25.852 casos e 13 óbitos por Covid-19

saude II 21 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (20/01) mais 25.852 casos confirmados e 13 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. São notificações das últimas 24 horas (16.026 casos e cinco óbitos) e dos meses e semanas anteriores.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.758.767 casos confirmados e 40.730 mortos pela doença.

Meses - Os casos confirmados são de janeiro (22.096) de 2022; dezembro (44), novembro (99), outubro (263), setembro (527), agosto (777), julho (231), junho (281), maio (253), abril (147), março (117), fevereiro (76) e janeiro (101) de 2021; e dezembro (254), novembro (187), outubro (66), setembro (63), agosto (87), julho (91), junho (63), maio (17), abril (11) e março (1) de 2020.

Óbitos - Os óbitos são de janeiro (12) de 2022 e janeiro (1) de 2021.

Internados - 76 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (27 em UTIs e 49 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 886 pacientes internados, 342 em leitos de UTI e 544 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 13 pacientes. São sete mulheres e seis homens, com idades que variam entre 33 e 85 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 20 de janeiro de 2021 e 20 de janeiro de 2022, intervalo de um ano.

Municípios - Os doentes residiam em Londrina (2), Foz do Iguaçu (2), Cascavel (2), Telêmaco Borba, Sarandi, Santo Antônio do Sudoeste, Paranaguá, Maringá, Jaguariaíva e Arapongas.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 8.564 casos de residentes de fora do Estado. Dessas, 225 pessoas foram a óbito.

Monitoramento - A Sesa está monitorando a situação epidemiológica do Paraná e o crescimento no número de casos diários divulgados pela pasta. A Secretaria reforça que as medidas de prevenção como uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel permanecem sendo necessárias, juntamente com a continuidade da vacinação contra a Covid-19. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo AQUI.

Confira o relatório de exclusões e ajustes AQUI .

 


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