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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 5247 | 27 de Janeiro de 2022

INTERCOOPERAÇÃO: UniTI realiza primeira reunião do Conselho de Administração e elege vice-presidente e diretor-secretário

Na tarde de quarta-feira (26/01), a UniTI (Cooperativa Central de Tecnologia da Informação), realizou a 1ª Reunião do Conselho de Administração. Na pauta das discussões, o acompanhamento dos registros legais da nova central, a definição do calendário de reuniões e da Assembleia Geral Ordinária, bem como das atribuições do conselho e o regimento interno, o processo de seleção e contratação do diretor-executivo, e a formatação do conselho técnico consultivo. Durante a reunião, os conselheiros administrativos escolheram e aprovaram, por unanimidade, os nomes do vice-presidente e do diretor-secretário da cooperativa, respectivamente, Airton Galinari (Coamo) e James Fernando de Morais (Copacol).

Ação - A reunião do Conselho de Administração foi aberta pelo presidente da UniTI, Alair Aparecido Zago, que destacou a missão importante dos conselheiros, que terão a responsabilidade de transformar expectativas em realidade, colocando em operação a nova central, fundada em 8 de dezembro de 2021. “É o momento de colocar esse ‘carro’ na estrada. O Conselho vai conduzir esse processo de operacionalização da cooperativa e suas decisões farão a diferença no encaminhamento das inúmeras demandas e ações que teremos que tomar. Agradeço o apoio e a participação ativa de todos os conselheiros, bem como a parceria e suporte técnico do Sistema Ocepar”, afirmou.

Planejamento - Na visão do vice-presidente da UniTI, Airton Galinari, a constituição da central foi resultado de estudos e avaliações sobre sua viabilidade, por meio de um planejamento de ações e mapeamento de oportunidades às cooperativas que a formam. “A iniciativa está avançando de maneira muito positiva e faremos o que for necessário para que ela seja vitoriosa. A participação dos conselheiros nesta primeira reunião mostra que a UniTI terá a sustentação, interesse e presença contínua de todos os cooperativistas parceiros. Isso agrega força à central”, disse.

Participação - O superintendente do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) Leonardo Boesche, representou o Sistema Ocepar na reunião do Conselho de Administração da UniTI, e colocou a instituição à disposição da central, para suporte e apoio às ações de operacionalização da nova cooperativa. “Importante este encontro e a forte participação de todos os conselheiros. O entendimento, o consenso, a discussão transparente e democrática, e a busca pelo melhor caminho para o desenvolvimento, são características que acompanham a central desde as primeiras tratativas para a sua formação. Parabéns pela condução e operacionalização da cooperativa e desejamos muita sorte ao vice-presidente e diretor-secretário, referendados durante a reunião”, afirmou. 

UniTI - A Cooperativa Central de Tecnologia da Informação (UniTI) é integrada pelas cooperativas Coamo, Cocamar, Copacol, Frísia, Integrada, Castrolanda, Frimesa, Agrária, Cocari, Capal, Bom Jesus, Copagril, Coagru, Camisc, Cooperante, Coopertradição, Primato, Coprossel, Unicampo, Lar e C.Vale.

 

Diretoria - Constituída em 8 de dezembro de 2021, a UniTI tem como presidente Alair Aparecido Zago, superintendente Administrativo e Financeiro da Cocamar. O Conselho de Administração da UniTI ficou assim constituído: o vice-presidente Airton Galinari (Coamo); o diretor-secretário James Fernando de Morais (Copacol); Nevair de Mattos (Frísia); Haroldo Jose Polizel (Integrada); João Carlos Obici (Cocari); Irineo da Costa Rodrigues (Lar); Gilson Hollerweger Fernandes (Cooperante) e Jonis Everton Centenaro (C.Vale).

 

Conselho Fiscal - Para o Conselho Fiscal são titulares Marcelo Luís Kosinski (Bom Jesus), Claudemir Pereira de Carvalho (Coagru) e Edmund Gumpl (Agrária) e, na suplência, Anderson Léo Sabadin (Primato), Paulo Pinto de Oliveira Filho (Coprossel) e Luciano Ferreira (Unicampo).

PRC200 - A UniTI integra um dos 20 projetos do Plano Paraná Cooperativo 200 (PRC200), o planejamento estratégico do cooperativismo paranaense. Segundo o superintendente do Sescoop/PR, a ideia de implementar uma ação de compartilhamento de TI nasceu em 2015, em Campo Mourão, no Encontro de Núcleos, quando Antônio Sérgio Gabriel destacou a necessidade de uma iniciativa nesse sentido. A proposta foi incorporada ao planejamento da época, o PRC100, e, ao longo dos dois últimos anos, foi estudada e discutida, com a participação de técnicos das cooperativas, do Sistema Ocepar e assessoria da empresa de consultoria Falconi, até a criação da Central.

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DATA PROTECTION: Evento vai debater a atuação da Agência Nacional de Proteção de Dados e mostrar como as cooperativas estão se adaptando à LGPD

O Sistema Ocepar convidou os especialistas Luciano Benetti Timm e Matheus Noronha Sturari para discutir o papel da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) nos processos de fiscalização e administrativos vinculados à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Eles participam, nesta sexta-feira (28/01), da primeira edição do Data Protection + Coop. Segundo a coordenadora de Relações Parlamentares do Sistema Ocepar, Daniely Andressa da Silva, a partir deste ano, a ANPD começa efetivamente a desempenhar as funções para as quais foi criada.

Cooperativas - Daniely lembra ainda que haverá a participação do diretor-presidente da Unimed Norte Pioneiro, Antônio Vendramin Filho, e da encarregada de Dados e Responsável pelo Programa de Integridade na Frísia Cooperativa Agroindustrial, Marta Auer, que vão falar sobre o processo de implantação e adequação das cooperativas à LGPD. Clique aqui e confira na entrevista que ela concedeu ao jornalista Alexandre Salvador para a rádio Paraná Cooperativo.

Dia Internacional - O Data Protection + Coop será realizado virtualmente, das 10h às 12h. O evento ocorre justamente no Dia Internacional da Proteção de Dados. A data foi instituída com o propósito de reforçar a importância da preservação dos direitos fundamentais de liberdade e privacidade relacionados ao uso de dados pessoais. No Brasil, este é o segundo ano que o Dia Internacional será comemorado com plena vigência da LGPD e atuação da ANPD.

Público - O evento é destinado a diretores, gestores e demais profissionais das cooperativas do Paraná ligados às atividades de governança de dados e segurança da informação, como compliance, jurídico, auditoria interna, tecnologia da informação, entre outras áreas afins. As inscrições devem ser efetivadas até esta quinta-feira (27/01). Clique aqui para se inscrever. A programação será transmitida aos participantes inscritos pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, na TV PR Cooperativo. O link de acesso será enviado por e-mail.

Sobre os palestrantes - Luciano Benetti Timm é professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), sócio da Carvalho, Machado e Timm Advogados. Possui pós-doutorado pelo Departamento de Direito, Economia e Negócios da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), doutorado em Direito dos Negócios e da Integração Regional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), especialização em Direito Econômico Internacional pela Universidade de Warvick, do Reino Unido e mestrado em Direito Privado também pela UFRGS.

Sturari - Já Matheus Noronha Sturari é certificado pela International Association of Privacy Professionals (IAPP) e reconhecido como Fellow of Information Privacy (FIP). É coordenador de Proteção de Dados e Privacidade do CMT Advogados, possui cursos de extensão do Data Privacy Brasil e da FGV-SP e especializações em Contratos, pela EPD, e em Análises Econômica do Direito, pela Unicamp.

 

data folder 27 01 2022

COOPAVEL I: Show Rural injeta R$ 100 milhões na economia do Oeste do Paraná

A realização do Show Rural Coopavel é aguardada com expectativa todos os anos pelos mais diferentes setores. Embora primeiramente focado na cadeia do agronegócio, o evento traz importante contribuição à economia de inúmeros segmentos, principalmente ao comércio e à gastronomia.

Economia - A 34ª edição, de 7 a 11 de fevereiro de 2022, deverá injetar cerca de R$ 100 milhões na economia de Cascavel, do entorno e de toda a região Oeste do Paraná. “É uma soma de recursos importante, que aquece negócios, viabiliza novos investimentos e que gera empregos”, destaca o presidente da Coopavel, cooperativa agroindustrial que promove o Show Rural, Dilvo Grolli.

Serviços - Os visitantes que se dirigem dos mais diferentes destinos para conhecer as novidades, lançamentos e tendências dos segmentos ligados à cadeia do agronegócio, precisam de transporte, hospedagem, alimentação e inúmeros outros serviços. “E esses recursos contribuem para girar a roda da economia de toda a região”, observa o presidente do Sindhotéis (Sindicato de Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares), Volnei Mecabô.

Atrações - Iniciado em 1989, o Show Rural Coopavel, em sua 34ª edição, trará inúmeras atrações aos visitantes. Algumas estruturas de grande impacto ao evento serão inauguradas, como um hub de inovação para o agronegócio, um centro de tecnologia para a avicultura e um novo pavilhão para abrigar a agroindústria familiar.

Cuidados sanitários - Os visitantes, que percorrerão o parque observando orientações e cuidados sanitários, terão a oportunidade de conhecer também novas soluções que chegam com força ao campo, como uma estrutura eólica para a geração de energia apresentada pelo IDR, o Instituto de Desenvolvimento Rural. (Imprensa Coopavel)

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COOPAVEL II: Pecuária terá venda de ovinos e bovinos sem intermediários

O melhor de raças de ovinos e bovinos estará à disposição, no 34º Show Rural Coopavel, de pecuaristas que quiserem melhorar e ampliar os seus plantéis. A comercialização acontecerá diretamente entre criador e comprador, sem qualquer intermediário ou interferência. “Nosso interesse é divulgar, colaborar e fomentar um setor importante para a economia da região e do Estado”, diz o zootecnista e coordenador da Pecuária do Show Rural, Rozimbo Junior Magro.

Características genéticas - Pela primeira vez na história do evento, os visitantes terão a chance de conhecer o melhor das características genéticas de dez raças de ovinos. A participação é resultado de parceria da Coopavel com a Ovinopar e a Arco, respectivamente as associações de criadores do Estado e do País. “A expectativa com a ovinocultura é grande, principalmente diante do bom momento que essa atividade experimenta em várias regiões do Brasil”, destaca o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Animais - A área pecuária contará com 350 ovinos de 12 raças de criadores do Paraná e de Santa Catarina, e de 250 bovinos de 13 raças, de pecuaristas paranaenses – as duas regiões são livres da febre aftosa sem vacinação. O Show Rural vai receber ovinos POs, registrados, que participarão de julgamento de etapa do campeonato estadual. Outros, comerciais, estarão à disposição de interessados em fazer negócio. Entre os bovinos, alguns estarão no barracão de raças, basicamente para demonstração – ali, uns poucos serão colocados à venda, diferentemente do pavilhão dos touros, onde todos poderão ser comercializados.

Linha de crédito - O pecuarista interessado em comprar poderá, nesses locais, conversar e fechar negócio diretamente com o criador ou com o representante dele. “Nossa meta, quanto às vendas, é repetir o sucesso de anos anteriores, quando praticamente todos os animais disponibilizados para comercialização acabaram negociados”, diz Rozimbo. Uma boa notícia é que a Credicoopavel, cooperativa de crédito ligada à Coopavel, terá linha de crédito disponível aos interessados em ampliar e melhorar os seus plantéis.

As raças - As raças de ovinos presentes no 34º Show Rural, que acontecerá de 7 a 11 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste do Paraná, serão: Tedxel, Texel Naturalmente Colorido, Dorper e White Dorper, Hampeshire Dow, Pol Dorset, Sangta Ines, Ile de France, Ile de France naturalmente Colorido e Suffolk. E as de bovinos serão: Caracu, Charolês, Angus, Brangus, Jersey, Holandês, Canchim, Purunã, Senepol, Brahman, Nelore, Franqueiro e Tabapuã. (Imprensa Coopavel)

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SICREDI VALE DO PIQUIRI: Associado paranaense recebe R$ 500 mil na promoção Razões para Investir e Ganhar

Um associado de Francisco Alves (PR) ganhou o prêmio de R$ 500 mil da campanha Razões para Investir e Ganhar. O agricultor Alcides B. foi o contemplado no sorteio final da promoção exclusiva da Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP.

Emoção - “A emoção é grande. Só tenho a agradecer ao Sicredi e aos colaboradores da agência, pois foram eles que me ofertaram o investimento que resultou nesse prêmio. Nunca recebi uma premiação de grande valor como essa, a não ser a saúde, os filhos e a minha família. Sempre falo para os outros que, como fazemos parte de uma cooperativa, juntos temos mais forças e investimos com segurança”, comemora Alcides.

Total - Ao todo, a campanha distribuiu R$ 1 milhão em prêmios e teve o objetivo de conscientizar sobre a importância de poupar para a realização dos sonhos. Ao confiar suas economias a uma instituição financeira cooperativa como o Sicredi, o associado ajuda a promover o ciclo virtuoso, já que os recursos investidos nas cooperativas de crédito incrementam o crédito rural e comercial disponibilizados na região de cada instituição, que têm papel fundamental no desenvolvimento da economia local. Isso proporciona aumento da capacidade do setor produtivo, que pode ampliar os negócios, contratar mais funcionários e se desenvolver. Ou seja, quanto maior é o incremento na captação, mais a cooperativa retorna em recursos para a sociedade e movimenta a economia.

Contemplados - Além dos R$ 500 mil, outros dez associados foram contemplados com os prêmios mensais. No último sorteio, os R$ 50 mil foram para Alcedir D., da agência Morada do Sol, em Palotina (PR). A lista completa dos ganhadores está disponível no site: www.sicredi.com.br/promocao/razoesparainvestireganhar/.

Sobre a Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP - A Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP, uma das 108 cooperativas do Sicredi, conta com 33 anos de história, mais de 180 mil associados e 96 espaços de atendimento. A área de atuação da cooperativa abrange 43 localidades no estado do Paraná e 8 cidades no estado de São Paulo, incluindo a capital paulista e cidades vizinhas do grande ABCD (www.sicredi.com.br/coop/vale-piquiri/).

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 5,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 25 estados e no Distrito Federal, com mais de 2100 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Vale do Piquiri Abcd PR/SP)

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CONAB: Preços de carne bovina e de frango apresentam valorização para produtores do Paraná

conab 27 01 2022Os preços das carnes bovina e de frango pagos aos produtores do Paraná apresentaram valorização neste início de ano. É o que mostra análise realizada pela Companhia Nacional Abastecimento (Conab). Segundo o acompanhamento do mercado paranaense, as cotações médias de frango vivo pagas aos avicultores apresentaram alta de cerca de 8% em relação a janeiro do ano passado, ficando em torno de R$ 5,35 o quilo. Já para as carnes bovinas o percentual de acréscimo chega a 13,5% para o mesmo período, o que resulta numa média de R$ 311,25 por arroba.

Suínos - Já no caso de suínos, o valor pago aos produtores está em torno de R$ 5,56 por quilo, o que representa uma retração de 11,46% em relação ao preço médio praticado em janeiro de 2021. A queda pode ser explicada pela redução das exportações brasileiras em novembro e dezembro de 2021 devido à menor demanda da China pelo produto.

Custos de produção - Os problemas climáticos enfrentados no estado paranaense devem influenciar na tendência de alta para os próximos meses, impactando no custo de produção das carnes. Com os baixos índices pluviométricos registrados no Paraná desde novembro do ano passado, as pastagens e o milho cultivado para produção de silagem, principalmente nas Mesorregiões Centro-Ocidental, Noroeste, Oeste e Sudoeste do Paraná, não têm se desenvolvido de forma adequada, o que culmina em uma menor oferta de alimentos voltados para a ração animal.

Análises - As análises do mercado pecuário no Paraná começaram a ser divulgadas pela Companhia a partir deste mês. No documento, a estatal fornece informações de caráter micro e macroeconômico. O objetivo é subsidiar os agentes internos e externos à Conab na tomada de decisões. Além dos dados da pecuária, a Conab também divulga perspectivas do mercado regional para os produtos de soja e trigo. (Conab)

Confira aqui as análises de conjuntura do Paraná.

FOTO: José Gomercindo / AEN

 

INFRAESTRUTURA: Porto de Paranaguá é líder nacional na exportação de óleo soja

infraestrutura 27 01 2022O Porto de Paranaguá é a principal porta de saída do óleo de soja brasileiro. Das 1,7 milhão de toneladas exportadas pelo Brasil em 2021, mais de 70% saíram pelo porto paranaense. Os embarques do produto cresceram 34% no último ano: foram de 904.332 toneladas, em 2020, para 1,2 milhão de toneladas, em 2021.

Abiove - Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e reforçam os números consolidados pela empresa pública Portos do Paraná. “Os terminais e operadores dos granéis líquidos do Porto de Paranaguá, tanto do píer público quanto do privativo, são altamente capacitados e oferecem serviços e estrutura de excelência”, explica o diretor de operações Luiz Teixeira da Silva Júnior.

Líquidos - Além do óleo de soja, Paranaguá tem capacidade para operar líquidos como álcool e derivados de petróleo. Investimentos internos e externos permitem a expansão da área de tancagem, modernização dos sistemas de tubulações e bombeamento.

Total - Ao todo, foram 7,9 milhões de toneladas de granéis líquidos movimentados em 2021 (4% a mais que as 7,6 milhões de toneladas registradas em 2020). As exportações representaram 23,5% do total (1,86 milhão de toneladas) e o óleo de soja foi o principal produto enviado (65%). A receita gerada pela venda da commodity foi de US$ 1,31 bilhão.

Liderança - A movimentação do óleo de soja foi feita pela Cattalini, empresa que gerencia o Terminal de Uso Privativo (TUP) e opera a carga em dois berços em píer próprio, em Paranaguá. “Somos o maior terminal privado de graneis líquidos do país e ocupamos posição de liderança no setor”, afirma Luzas Guzen, gerente comercial da empresa.

Destinos - Índia e China são os principais destinos do produto, que tem como origem o Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Goiás.

Segurança e agilidade - Segundo Guzen, a segurança e agilidade para operar pelo Porto de Paranaguá reduzem os custos logísticos e compensam o frete de transporte. “O que atrai os exportadores é a eficiência e a estrutura, tanto de armazenagem quanto de embarque. Hoje, temos dois dutos exclusivamente para carregar o óleo de soja, com uma vazão que passou de 500 para 850 toneladas/hora”, diz.

Parceria - Para ele, a parceria pública e privada contribui para os resultados. “Iniciativas da Portos do Paraná, como a solução para as partes rasas da Pedra da Palangana, a manutenção permanente do canal de acesso e a desburocratização, dão segurança para que as empresas realizem investimentos de infraestrutura”, afirma. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Claudio Neves / AEN

 

IMPOSTO: Paraná prorroga congelamento do valor de referência do ICMS dos combustíveis

imposto 27 01 2022O Governo do Paraná decidiu prorrogar por mais 60 dias o congelamento do valor de referência do ICMS cobrado nas vendas de combustíveis. A decisão foi pactuada no Fórum de Governadores. Para se concretizar, a decisão deve ser ratificada ainda pelos secretários estaduais de Fazenda em reunião do Confaz, que deve acontecer nesta quinta-feira (27/01).

Medida - A medida inicial que estabeleceu o congelamento do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final – PMPF pelo período de 90 dias aprovada em outubro pelo Confaz, teve início 1º de novembro de 2021 e venceria na próxima segunda-feira (31/01).

Soluções estruturais - O intuito de prorrogar esta medida é para que sejam criadas soluções estruturais para a estabilização dos preços desses insumos.

Sem mudança- No Paraná, a alíquota do ICMS sobre a gasolina não é alterada desde abril de 2015. Seu percentual é correspondente a 29%. O valor base da cobrança sofre reajustes conforme o PMPF, seguindo regramento federal.

Preços - O Paraná tem os menores preços médios de referência dos combustíveis do País. As alíquotas de ICMS praticadas no Estado estão dentro da média nacional, no caso da gasolina, e abaixo da média, nos casos do diesel e do etanol. A alíquota de 12% sobre o óleo diesel é considerada a menor dentre todos os estados brasileiros. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

 

ECONOMIA I: Contas externas têm saldo negativo de US$ 5,9 bilhões em dezembro

cambio 26 01 2022As contas externas tiveram saldo negativo de US$ 5,9 bilhões em dezembro, informou nesta quarta-feira (26/01) o Banco Central (BC). No último mês de 2020, o déficit foi de US$ 8,5 bilhões nas transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda com outros países.

Déficit - Com o resultado, o Brasil fechou 2021 com um déficit de US$ 28,1 bilhões em transações correntes, o que representa 1,75% do Produto Interno Bruto (PIB), ante US$ 24,5 bilhões (1,69% do PIB) em 2020.

Motivo - O BC disse que o aumento no déficit, de US$ 3,6 bilhões, se deu em razão da ampliação de US$ 12,2 bilhões no déficit de renda primária, compensado parcialmente por aumentos de US$ 3,8 bilhões no superávit comercial e de US$ 1 bilhão no superávit da renda secundária e redução de US$ 3,8 bilhões no déficit em serviços.

IDP - Ainda de acordo com o Banco Central, o Investimento Direto no País (IDP) registrou uma saída líquida de US$ 3,935 bilhões em dezembro. No mesmo mês de 2020, houve ingresso líquido de US$ 1,1 bilhão. A estimativa do BC para o mês era de ingressos líquidos de US$ 3 bilhões.

Participação no capital - O banco disse que a participação no capital, como compra de novas empresas e reinvestimentos de lucros, foi negativa em US$ 2,3 bilhões. Enquanto as operações intercompanhia (como os empréstimos da matriz no exterior para a filial no Brasil) registraram saídas líquidas de US$ 1,6 bilhão no mês.

Ingressos líquidos - No ano de 2021, o IDP totalizou ingressos líquidos de US$ 46,4 bilhões (2,89% do PIB), ante US$ 37,8 bilhões (2,61% do PIB) em 2020.

Saldo negativo- Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo.

Suficiente - Assim, o resultado de 2021 do IDP é suficiente para cobrir o déficit em conta corrente de 1,75% do produto nos 12 meses.

Balança comercial e serviços - A balança comercial de bens foi superavitária em US$ 2,7 bilhões no mês de apuração, ante déficit de US$ 1,9 bilhão em dezembro de 2020. As exportações de bens totalizaram US$ 24,6 bilhões e as importações de bens, US$21,9 bilhões, incrementos de 32,2% e 6,7% em comparação a dezembro de 2020.

Repetro - As importações no âmbito do Repetro (regime aduaneiro especial) somaram US$ 222 milhões em dezembro de 2021, ante US$ 3,8 bilhões em dezembro de 2020.

Exportações - No ano de 2021 as exportações somaram US$ 283,3 bilhões, aumento de 34,7% ante os US$ 210,7 bilhões observados em 2020. As importações somaram US$ 247,6 bilhões, aumento de 38,9% em relação aos US$ 178,3 bilhões observados em 2020.

Regime especial - O Repetro é o regime aduaneiro especial que suspende a cobrança de tributos federais de exportação e de importação de bens que se destinam às atividades de pesquisa e de lavra das jazidas de petróleo e gás natural, principalmente as plataformas de exploração.

Serviços - O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros) somou US$ 1,9 bilhão em dezembro de 2021, aumento de 11,7% em relação a dezembro de 2020.

Viagens internacionais - A conta de viagens internacionais registrou despesas líquidas de US$ 413 milhões, ante US$74 milhões em dezembro de 2020. Aluguel de equipamentos registrou despesas líquidas de US$ 640 milhões, redução de 31,9% na comparação com dezembro de 2020.

Transportes - A conta de transportes registrou despesas líquidas de US$ 541 milhões, ante US$ 310 milhões em dezembro de 2020, seguindo a tendência de expansão da corrente de comércio exterior. No ano de 2021 o déficit em serviços somou US$ 17,1 bilhões, redução de 18,3% comparativamente ao déficit de 2020, US$ 20,9 bilhões.

Recuo - O recuo de US$ 3,8 bilhões decorreu, principalmente, da redução nas despesas líquidas de aluguel de equipamentos (US$ 5,1 bilhões, contração de 42,6%), influenciada pela nacionalização de equipamentos no âmbito do Repetro.

IDE - Os investimentos diretos no exterior (IDE) apresentaram desinvestimentos líquidos de US$ 3,9 bilhões em dezembro de 2021, ante aplicações líquidas de US$ 1,1 bilhão em dezembro de 2020.

Fluxos - Em 2021, os fluxos de IDE totalizaram aplicações líquidas de US$ 19,2 bilhões, ante desinvestimentos líquidos de US$ 3,5 bilhões em 2020. O resultado deveu-se, principalmente, às aplicações em participação no capital, que somaram US$ 19,3 bilhões em 2021, ante desinvestimentos líquidos de US$ 4,8 bilhões em 2020.

Rendas - Em dezembro de 2021, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 6,9 bilhões, ampliação de 37,6% ante os US$ 5 bilhões no mesmo mês de 2020.

Conta deficitária - Normalmente, essa conta é deficitária, já que há mais investimentos de estrangeiros no Brasil, que remetem os lucros para fora do país, do que de brasileiros no exterior.

Aumento - As despesas líquidas de lucros e dividendos, associadas aos investimentos direto e em carteira, totalizaram US$ 4,6 bilhões, aumento de 105% em relação a dezembro de 2020. As despesas líquidas com juros somaram US$ 2,4 bilhões, ante US$ 2,8 bilhões em dezembro de 2020.

Renda primária - No ano de 2021 o déficit em renda primária totalizou US$ 50,5 bilhões, 31,9% acima do déficit de US$ 38,3 bilhões ocorrido em 2020. As despesas líquidas de lucros e dividendos somaram US$ 29,8 bilhões em 2021, 77,4% superiores ao valor observado em 2020, enquanto as despesas líquidas de juros somaram US$ 20,7 bilhões, patamar ligeiramente inferior aos US$ 21,6 bilhões de 2020.

Reservas internacionais - Em dezembro, o estoque das reservas internacionais somou US$ 362,2 bilhões, redução de US$ 5,6 bilhões em comparação a novembro de 2021. O resultado decorreu, principalmente, em decorrência da liquidação de US$ 4,8 bilhões em vendas à vista e US$ 1,5 bilhão em concessão líquida em linhas com recompra. No ano, as reservas internacionais cresceram US$ 6,6 bilhões. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Dívida pública pode alcançar até R$ 6,4 trilhões em 2022

economia II 27 01 2022Depois de encerrar 2021 levemente acima de R$ 5,6 trilhões e em nível recorde, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá chegar ao fim deste ano entre R$ 6 trilhões e R$ 6,4 trilhões. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (27/01) pelo Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública para 2022.

Espaço - De acordo com o PAF, que apresenta metas para a dívida pública para este ano, o governo criou um espaço para diminuir a fatia de títulos prefixados (com taxas de juros fixas e definidas antecipadamente) e aumentar a participação dos papéis corrigidos pela taxa Selic (juros básicos da economia). Isso ajudaria a atrair os investidores aos títulos vinculados à Selic, que deve atingir dois dígitos a partir da próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, na próxima semana.

Aumento - Segundo o documento, a parcela da DPF vinculada à Selic deverá subir para uma faixa entre 38% e 42%. Atualmente, está em 36,8%. A fatia dos títulos prefixados deverá encerrar o ano entre 24% e 28%, contra 28,9% registrados atualmente.

Proporção - A proporção da dívida pública corrigida por índices de preços deverá ficar entre 27% e 31%. Hoje está em 29,3%. Já a participação da dívida corrigida pelo câmbio, considerando a dívida pública externa, deverá encerrar o ano entre 3% e 7%. O percentual atual está em 5%. Os números não levam em conta as operações de compra e venda de dólares no mercado futuro pelo Banco Central, que interferem no resultado.

Ano passado - No ano passado, o PAF inicialmente previa que a Dívida Pública Federal poderia encerrar 2021 em R$ 5,9 trilhões. Por causa da redução das incertezas relativas à pandemia de covid-19, o limite foi reduzido para R$ 5,8 trilhões em maio.

Composição - Em 2021, a DPF teve aumento de títulos corrigidos pela Selic, que subiram de 34,8% em dezembro de 2020 para 36,8% no mês passado, dentro da banda de 33% a 37% em vigor para o último ano. Segundo o Tesouro, isso se deveu à alta da taxa Selic, que atraiu de volta os investidores desses papéis que haviam fugido no início da pandemia de covid-19, em 2020.

Papéis prefixados - A participação de papéis prefixados (com juros definidos no momento da emissão) caiu de 34,8% em 2020 para 28,9% em 2021. O percentual ficou abaixo do mínimo estabelecido pelo PAF de 2020, que estimava que a participação encerraria o ano entre 31% e 35%. Com o aumento da Selic, os investidores fugiram dos títulos prefixados, mais sujeito às oscilações de mercado e que pode trazer prejuízo se resgatado antes do prazo.

Inflação - A fatia de títulos corrigidos pela inflação subiu de 25,3% para 29,3%, dentro do intervalo estabelecido entre 26% e 30%. A dívida corrigida pelo câmbio, considerando a dívida pública externa, fechou 2021 em 5%, também dentro da margem de 3% a 7% estimada no PAF.

Taxas flutuantes - Os títulos corrigidos por taxas flutuantes aumentam o risco da dívida pública, porque a Selic pressiona mais o endividamento do governo quando os juros básicos da economia sobem. Quando o Banco Central reajusta os juros básicos, a parte da dívida interna corrigida pela Selic aumenta imediatamente.

Previsibilidade - Em tese, os papéis prefixados trazem mais previsibilidade. Isso porque os juros desses títulos são definidos no momento da emissão e não variam ao longo do tempo. Dessa forma, o Tesouro sabe exatamente quanto pagará de juros daqui a vários anos, quando os papéis vencerem e os investidores tiverem de ser reembolsados. No entanto, os títulos prefixados têm taxas mais altas que a da Selic e aumentam o custo da dívida pública em momentos de instabilidade econômica.

Prazo - O Plano Anual de Financiamento também abriu uma margem para aumentar o prazo da DPF, apesar das possíveis instabilidades do ano eleitoral. No fim de 2021, o prazo médio ficou em 3,8 anos. O PAF estipulou que ficará entre 3,8 anos e 4,2 anos no fim de dezembro. O Tesouro divulga as estimativas em anos, não em meses. Já a parcela da dívida que vence nos próximos 12 meses encerrará 2022 entre 19% e 23%. Atualmente, está em 21%.

Mecanismos de segurança - Segundo o Tesouro, o governo tem dois mecanismos de segurança para garantir a capacidade de financiamento em caso de crise econômica que não permita ao Tesouro lançar títulos no mercado. Em primeiro lugar, o governo tem reservas internacionais suficientes para pagar os vencimentos da dívida pública externa em 2022, que totalizam R$ 16,9 bilhões. Além disso, o governo tem um colchão de R$ 1,2 trilhão para cobrir pouco mais de nove meses dos vencimentos da dívida pública interna.

Títulos - Por meio da dívida pública, o Tesouro Nacional emite títulos e pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, o governo compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic, a inflação, o câmbio ou ser prefixada, definida com antecedência. (Agência Brasil)

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CÂMBIO: Dólar fecha em alta após comentários do Banco Central americano

cambio 27 01 2022O tom mais duro do Banco Central norte-americano na reunião desta quarta-feira (26/01) fez o dólar reverter a queda e fechar em leve alta. A bolsa de valores resistiu ao mercado internacional por mais um dia e encerrou no maior nível desde o fim de outubro.

Cotação - O dólar comercial fechou a quarta-feira (26/01) vendido a R$ 5,441, com alta de apenas 0,11%. A cotação alternou altas e baixas durante a manhã. À tarde, chegou a cair para R$ 5,40, mas voltou a subir após declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos), Jerome Powell.

Terceira menor - Apesar da alta, a moeda norte-americana está na terceira menor cotação do mês. A divisa acumula queda de 2,42% em janeiro.

Ações - O mercado de ações teve um dia de otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 111.289 pontos, com alta de 0,98%. O indicador subia 2,2% por volta das 16h, mas desacelerou após o fim da reunião do Federal Reserve.

Juros - Como previsto, a autoridade monetária norte-americana não elevou os juros básicos na reunião desta quarta. Após o fim da reunião, no entanto, Powell indicou que começará a aumentar os juros da maior economia do planeta em março e que poderá fazer reajustes em todas as reuniões deste ano.

Menor nível - Atualmente, os juros básicos nos Estados Unidos estão no menor nível da história, entre 0% e 0,25% ao ano, como medida de estímulo monetário durante a pandemia de covid-19.

Fuga de capitais - Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. No entanto, nos últimos dias, a pressão sobre o dólar e a bolsa diminuíram porque os investidores entendem que os efeitos do aperto monetário nos Estados Unidos estão precificados (incorporados aos preços dos ativos). (Agência Brasil, com informações da Reuters)

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TECNOLOGIA: Doze capitais já estão aptas a receber novas redes 5G

tecnologia 27 01 2022

O Ministério das Comunicações informou nesta quarta-feira (26/01) que 12 capitais brasileiras já estão totalmente prontas - tanto em infraestrutura quanto em legislação - para receber a quinta geração de internet móvel, o 5G.

Todas - Leiloado em novembro do ano passado, o padrão 5G oferecerá internet de alta velocidade em todas as capitais brasileiras até 31 de julho deste ano.

Adequação - Para as demais localidades, é importante que haja adequação de leis municipais e da instalação de infraestrutura adequada para o funcionamento da tecnologia. De acordo com os termos do leilão do 5G, empresas que arremataram as concessões de uso das bandas também firmaram o compromisso de ampliar para 100% do território nacional a cobertura do padrão atual, o 4G.

Missão - “Nossa missão é garantir a tecnologia 5G conectando o Brasil e levando a internet para todos os brasileiros", afirmou em nota o ministro das Comunicações, Fábio Faria. "Ao longo dos anos, faremos com o que o país tenha assegurado a cada um o direito de acesso à internet; todos nós sabemos a importância que isso tem", complementou.

Infraestrutura - Na parte de infraestrutura, o Decreto nº. 10.480 de 2020 detalha a expedição de licenças para que as operadoras possam realizar a instalação da rede. A instalação das novas antenas do 5G difere das tecnologias anteriores, já que necessitam de densidade maior de replicadores de sinal. Os grandes centros urbanos terão uma antena para cada 100 mil habitantes - número 10 vezes maior do que o que se usa atualmente no padrão 4G. “Este é mais um dispositivo que contribui para a expansão das redes 5G, que, em comparação às tecnologias anteriores, requerem maior densidade de antenas (mas de menor tamanho)”, explica o secretário de Telecomunicações Arthur Coimbra.

Fiscalização e regulamentação - A responsabilidade de fiscalização e regulamentação das antenas que serão instaladas em todo o Brasil é da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que participará de todo o processo de transição da atual rede de antenas para o novo padrão. (Agência Brasil)

FOTO: Torsten Simon / Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil bate novo recorde de casos registrados em 24h

O Brasil bateu novo recorde de casos registrados em 24 horas. Entre terça e quarta-feira (25 e 26/01), foram confirmados pelas autoridades de saúde 224.567 diagnósticos positivos de covid-19. Foi o maior número desde o início da pandemia. Com esses novos dados, o total de pessoas infectadas desde a chegada do coronavírus ao Brasil chegou a 24.535.884. Na terça, o painel de informações do Ministério da Saúde contabilizava 24.311.317 casos acumulados.

Acompanhamento - O total de casos em acompanhamento de covid-19 está em 1.875.303. O termo é dado para designar casos notificados nos últimos 14 dias que não tiveram alta nem evoluíram para morte.

Mortes - O número de pessoas que perderam a vida em consequência da covid-19 alcançou 624.413. Em 24 horas, foram registradas 570 mortes pelas autoridades de saúde. O sistema de informações contabilizava na terça-feira 623.843 óbitos causados pela covid-19.

Investigação - Ainda há 3.146 falecimentos em investigação. Os óbitos em investigação ocorrem pelo fato de haver casos em que o paciente faleceu, mas a investigação se a causa foi covid-19 ainda demandar exames e procedimentos posteriores.

Recuperadas - Até esta quarta-feira, 22.036.168 pessoas se recuperaram da covid-19. O número corresponde a 89,8% dos infectados desde o início da pandemia.

Atualização - Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada nesta quarta-feira (26/01). Nela, são consolidadas as informações enviadas por secretarias municipais e estaduais de saúde sobre casos e mortes associados à covid-19.

Números - Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras o nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Estados - Segundo o balanço do Ministério da Saúde, no topo do ranking de estados com mais mortes por covid-19 registradas até o momento estão São Paulo (156.950), Rio de Janeiro (69.726), Minas Gerais (57.038), Paraná (41.065) e Rio Grande do Sul (36.749).

Menos - Já os estados com menos óbitos resultantes da pandemia são Acre (1.860), Amapá (2.043), Roraima (2.086), Tocantins (3.986) e Sergipe (6.079).

Vacinação - Até esta quarta-feira (26/01), foram aplicados 350,4 milhões de doses, sendo 163,5 milhões com a 1ª dose e 150,9 milhões com a 2ª dose ou dose única. Outros 35,6 milhões já receberam a dose de reforço. (Agência Brasil)

 

boletim covid 26jan2022

SAÚDE II: Paraná registra 25.228 novos casos e 38 óbitos pela Covid-19

saude II 27 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (26/01) mais 25.228 casos confirmados e 38 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. São notificações das últimas 24 horas e de semanas e meses anteriores.

Soma - Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.862.946 casos confirmados e 40.840 mortos pela doença.

Meses - Os casos são de janeiro (25.127) de 2022; dezembro (5), novembro (7), outubro (4), setembro (4), agosto (3), julho (6), junho (11), maio (6), abril (4), março (4), fevereiro (4) e janeiro (7) de 2021; e dezembro (4), novembro (7), outubro (8), setembro (4), agosto (3), julho (8) e junho (2) de 2020. Os óbitos são de janeiro (38) de 2022.

Internados - 118 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (41 em UTIs e 77 em leitos clínicos/enfermarias) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.157 pacientes internados, 429 em leitos de UTI e 728 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Óbitos - A Sesa informa a morte de mais 38 pacientes. São 15 mulheres e 23 homens, com idades que variam entre 0 e 99 anos. Os óbitos ocorreram entre 9 e 26 de janeiro de 2022.

Municípios - Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (7), Foz do Iguaçu (4), Maringá (3), Sarandi (2), Piraí do Sul (2), Londrina (2), Guarapuava (2), Castro (2), Tamboara, Pranchita, Pinhais, Paranavaí, Paranaguá, Palotina, Palmas, Paiçandu, Nova Esperança, Matinhos, Mandaguaçu, Japurá, Imbaú e Assaí.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 9.080 casos de residentes de fora do Estado, 225 pessoas foram a óbito. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI.

Confira o relatório de ajustes e exclusões no site da Secretaria de Saúde AQUI.

 

SAÚDE III: Pelo menos 2 milhões de paranaenses já tomaram a dose de reforço contra a Covid-19

saude III 27 01 2022O Paraná já registrou a aplicação de pelo menos 2 milhões de doses de reforço (DR) contra a Covid-19. Segundo os dados do Vacinômetro nacional, 2.047.678 pessoas receberam o imunizante até esta quarta-feira (26/01). Outras 161.635 vacinas foram registradas como dose adicional (DA) ou quarta dose.

Sistema - O sistema nacional ainda apresenta inconstâncias e, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, deve ser maior. De acordo com o Divisão de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Paraná já recebeu 2.851.841 doses para reforço.

Total - O número total de vacinas aplicadas contra a Covid-19 no Estado já passa de 19,5 milhões, incluindo 9,1 milhões como primeira aplicação (D1) e 8,5 milhões como segundas doses (D2) ou dose única (DU).

Não aplicadas - “Temos doses de reforço que já foram distribuídas aos municípios e ainda não foram aplicadas. Precisamos que a população se conscientize da importância dessa vacina e deixem a imunização em dia. Respeitando o intervalo adequado, é preciso ir atrás do reforço”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Apelo - “Fazemos um apelo para que todas as pessoas que puderem e estiverem dentro do prazo de aplicação, procurem uma unidade de saúde do seu município e agendem a sua imunização. A dose de reforço é uma proteção a mais contra esse vírus que já vitimou quase 41 mil paranaenses”, ressaltou Beto Preto.

Acima dos 60 anos - Segundo o Vacinômetro, mais da metade do número de doses de reforço aplicadas até agora corresponde à população acima de 60 anos (1.079.280 doses). Atualmente, pelo intervalo ideal, a dose de reforço já pode ser aplicada em pessoas acima de 30 ou 40 anos, dependendo dos calendários municipais.

Histórico - A DR foi recomendada pelo Ministério da Saúde no dia 26 de agosto do ano passado, por meio da nota técnica nº 27/2021 da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 (Secovid). Inicialmente, a orientação era que a dose extra fosse aplicada em idosos acima de 70 anos (após seis meses da D2 ou DU) e imunossuprimidos (28 dias após a última dose do esquema básico de vacinação).

Primeiro lote - O Estado recebeu o primeiro lote para DR na segunda quinzena de setembro e distribuiu cerca de 118,6 mil imunizantes para o início das aplicações. Logo em seguida, o governo federal recomendou a dose de reforço para trabalhadores de saúde e idosos acima de 60 anos. Em novembro, a SECOVID emitiu a nota técnica nº 59/2021 orientando a administração de DR em todas as pessoas com mais de 18 anos.

Intervalo - Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 e considerando uma maior disponibilidade dos imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde diminuiu o intervalo entre as doses e recomendou a partir de 20 de dezembro que a DR fosse aplicada após quatro meses da D2 ou DU na população adulta, conforme a nota técnica da Secovid nº 65/2021.

Janssen - Já nos casos em que a primeira dose foi a dose única, recomenda-se a aplicação da DR com o imunizante da Janssen após dois meses. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: UEPG

 

SAÚDE IV: Estado distribui mais 355 mil vacinas contra a Covid-19 e 634 mil testes rápidos

saude IV 27 01 2022A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) descentralizou nesta quarta-feira (26/01), para suas 22 Regionais de Saúde, 634 mil unidades de testes rápidos de antígeno para detecção do SARS-CoV e 355.988 vacinas contra a Covid-19.

Materiais - “São quase um milhão de unidades em material para o enfrentamento à Covid-19. Referente aos testes, somos o Estado que mais testou proporcionalmente sua população e continuamos a fazê-lo. É uma estratégia importante para controle nesse momento em que a circulação aumentou, com a variante Ômicron”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

Vacinas - “Quanto às vacinas, a Saúde enviará primeira e segunda doses, doses de reforço e doses infantis. Temos para todos os públicos. Essa remessa contempla vários grupos e tenho a esperança de que todas elas sejam aplicadas na população o quanto antes”, acrescentou.

Pfizer - Do total distribuído, via terrestre, 296.848 são vacinas da Pfizer/BioNTech, sendo 95.200 exclusivas ao público infantil, para crianças de 5 a 11 anos de idade. O restante do quantitativo é para dose de reforço (163.386), segunda dose (36.318) e para a primeira dose (1.944), destinadas para a população acima de 12 anos de idade.

Coronavac - Também faz parte deste envio 59.140 doses da CoronaVac para o início do esquema vacinal com a D1 de crianças entre 6 e 11 anos. Este quantitativo foi distribuído proporcionalmente entre os 399 municípios, incluindo os 10% de reserva técnica, considerando a estimativa populacional.

Distribuídas - Somando ao envio desta quarta, já foram distribuídas, desde o dia 14 de janeiro, quando iniciou a vacinação em crianças, 285.340 doses. (Agência de Notícias do Paraná)

 

saude IV tabela2 4 27 01 2022

 

ARTIGO: Cooperativismo como alternativa rentável

artigo 27 01 2022*Juliana Refundini

Falar de planejamento financeiro nos tempos de hoje tem sido mais que urgente: é necessário! Quando tratamos de planejamento financeiro, não é somente sobre planilhas e controles e, sim, sobre tudo o que isso envolve como, por exemplo, a conta corrente que utilizamos, meios para movimentar o dinheiro etc.

O mundo tem se modernizado mais a cada dia e hoje até mesmo lojas, que antes eram apenas de departamento, se transformaram em plataformas digitais de varejo multicanais, oferecendo inclusive acesso às contas digitais.

Em meio a tantas opções, o que de fato mudou é que os bancos têm perdido espaço, já que não têm acompanhado a oferta de vantagens que os demais ‘players’ desse mercado têm trazido. Um ótimo exemplo desses players são as cooperativas de crédito, que ganham mais espaço e visibilidade a cada dia.

Você sabia que a regulamentação a que uma cooperativa está sujeita é tão criteriosa como a de um banco comum? O benefício é a segurança de saber que seu dinheiro está bem investido sem correr riscos desnecessários, sendo muito bem fiscalizado por órgãos reguladores (inclusive, se quiser saber mais sobre riscos, temos uma matéria falando sobre isso aqui no canal).

Mas, o que torna a Instituição Cooperativa uma das melhores opções hoje no mercado? Simples: o fato de você ser dono da cooperativa. Isso mesmo, ao entrar em uma cooperativa você investe um valor para se tornar “dono” dela, e assim participa das sobras (lucros), tem juros mais acessíveis, menor cobrança de tarifas, e outras vantagens. As cooperativas não têm fins lucrativos, por isso elas buscam, acima de tudo, o equilíbrio para que o cooperado consiga as melhores condições do mercado e ainda assim receba suas sobras.

Elas também devem prestar contas — o que acontece anualmente em suas assembleias —, e este é outro aspecto que as diferem dos bancos, pois você pode participar ativamente das principais decisões da cooperativa durante as assembleias. Na cooperativa, você também ajuda a eleger o conselho de administração e, com isso, ajuda a decidir os melhores caminhos que a instituição pode tomar.

Outro diferencial é o atendimento personalizado e humanizado, de modo a trazer uma experiência completa ao cooperado.

Uma cooperativa de crédito é como uma economia compartilhada que ajuda todos a crescerem e se desenvolverem. Existem diversos sistemas cooperativos, opte pelo que mais lhe traz vantagens e não deixe de comparar as opções de mercado para realizar as melhores escolhas. Afinal, planejar é sempre estar preparado e tomar as melhores decisões.

Qualquer dúvida, entre em contato conosco pelo e-mail contato@uniprimebr.com.br

*Juliana Refundini é profissional CFP® e colaboradora Uniprime

FOTO: Gerd Altmann / Pixabay

 


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